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Veja ! Os Animais Mentem !, Cultivo do Melão, Dicas de Manejo para seu Cão, Cães que Mastigam tudo, Morfologia Equina, Historia do Queijo, Classificação e Tipos de Queiijo... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 30 de Março de 2015 09:00

 

 
 
 
 
 Os Animais Mentem?
Se fazer de doente ou desinteressado em algo são algumas das trapaças dos bichos
 
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento animal, Hannelore Fuchs, os bichinhos mentem sim, mas é uma mentira um pouco diferente da dos humanos. Ela conta que, na verdade, os bichos mais trapaceiam do que mentem. Um exemplo dado por ela é quando os cachorros fingem estar desinteressados em algum brinquedo e, quando o dono se afasta, o totó corre e pega o brinquedo de novo. Outro exemplo é quando os bichos, principalmente os cães, fingem estar mancando outossindo para chamar a atenção do dono.
A psicóloga ressalta que a mentira nada mais é que um situação social em que um quer tirar vantagem sobre o outro e exemplifica isso também quando um pássaro solta um grito de alerta aos outros companheiros do bando para que eles fujam e ele fique com a presa.
Hannelore também revela que os pets sabem quando mentimos para eles e cita o velho hábito de os donos prometerem algo aos bichos para que eles saiam do sofá ou de dentro de casa e não cumprem a promessa. “Quando o dono freqüentemente promete algo ao bicho e não cumpre, depois de algum tempo, os animais param de obedecer pois percebem que não há recompensa”, conta a especialista
 
 

Estudos pretendem criar formas seguras de cultivo do melão no Cerrado brasileiro

 

O projeto foi idealizado pelo grupo de pesquisa de cultivo em ambiente protegido da Embrapa Hortaliças, em Brasília. Eles estão estudando a viabilidade do plantio de melão cantaloupe nas condições de clima e solo do Cerrado brasileiro. Estima-se que o Distrito Federal possui uma área de aproximadamente 200 hectares de cultivo em ambiente protegido, sendo que parte desse espaço é destinada ao plantio intensivo de pimentão e tomate. Por isso, o intuito do projeto é disponibilizar uma alternativa de cultivo rentável para esse perfil de agricultores, no período entressafra.

Liderado pelo engenheiro agrônomo e pesquisador Marcos Braga, o projeto pretende determinar a demanda por água e nutrientes de cinco híbridos de melão cantaloupe. “O consumo de melão nobre é relativamente elevado no Distrito Federal (cerca de 300 toneladas/mês), mas a distância em relação aos centros produtores compromete a qualidade do produto que chega ao mercado, principalmente pelos danos mecânicos causados durante o transporte rodoviário”, diagnostica. Nos primeiros estudos, o pesquisador pôde constatar que o recebimento contínuo deste tipo de melão, pelos consumidores,  é um fator problemático, principalmente quando a produção nordestina atende somente o mercado local ou demandas de exportação. “A ideia é desenvolver um manejo diferenciado para que o melão cantaloupe seja produzido durante as épocas em que o Nordeste não consegue suprir este mercado”, explica Braga.

Como o Cerrado não tem histórico de cultivo de melão cantaloupe, os pesquisadores envolvidos no projeto irão testar as necessidades hídrica e nutricional em três períodos do ano para, então, criar um sistema de produção da cultura em sistema protegido. “Os produtores de tomate e pimentão em ambiente protegido estão receptivos, principalmente pelo melão ter um valor agregado alto, o que compensaria a utilização da estrutura tecnificada”, revela o pesquisador que ainda diz ser possível expandir o cultivo para Goiás e Mato Grosso, caso se comprove a viabilidade econômica e técnica da produção no DF.

 
Muitas histórias contadas sobre a saúde de seu totó são puras invenções

1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

4. Todos os cães gostam de ser acariciados na cabeça

Alguns cães gostam de ser acariciado na cabeça mas muitos não.

5. Cães, quando felizes, abanam a cauda

Isso pode ser verdade, mas os cães agressivos, muitas vezes, abanam o rabo também. Há vários movimentos do corpo físico e pistas que ajudam os cães a comunicarem a sua intenção. Um rabo abanando podem significar tanto agitação ou excitação. Um cão que abana o rabo devagar é, geralmente, um totó amigável.

6. Apenas os machos levantam a perna para urinar

Isso não é verdade. Cadelas, principalmente as dominante, levantam a perna para urinar. Isso pode ser verdade mesmo em cadelas castradas.

7. Os restos de alimentos são bons para os cães

Alguns alimentos como ossos e pedaços de gordura podem ser perigosos para alguns animais de estimação. Os cães não podem digerir os ossos e a gordura pode causar problemas gastrontestinais, tais como pancreatite.

8. O alho evita pulgas

Alho não foi comprovadao útil para o controle de pulgas. Grandes quantidades de alho podem até ser prejudiciais.

9. Cães domésticos não precisam de treinamento

Isso não é verdade. Todo cão deve ser treinado.

10. Os cães comem grama quando estão doentes

Os cães descendem de lobos e raposas selvagens que comiam todas as partes da mata. Isto incluiu o conteúdo do estômago de muitos animais que comeram frutas e ervas. Muitos cientistas acreditam que a grama era uma vez parte da dieta normal do cão e que era normal eles comerem pequenas quantidades de grama.

11. Os cães gostam de comida saborosa

Os cães têm paladar muito pobre e comem principalmente baseados em seu olfato.

12. Lambidas de cachorro curam

É natural um cão lamber suas feridas, mas isso não necessariamente garante sempre a "cura". Muitas vezes a lambida pode inibir a cura.

13. Cães vão demonstrar quando estão doentes

Isso não é verdade. Cães geralmente são muito bons em esconder que eles estão doentes por instinto de sobrevivência e não parecerem mais vulneráveis ​​à presa. Muitas vezes, pelo tempo que eles escondem que estão doentes, a doença pode estar bastante avançada.

14. Cães que ficam somente no interior das casa não precisam de prevenção de dirofilariose

Isso não é verdade. Animais de estimação interior também estão em risco de dirofilariose, que é transmitida por mosquitos que podem entrar nas casas.

15. Os cães comem pedras, concreto ou lambem suas fezes ou de outros animais por causa de desequilíbrios nutricionais

Ninguém sabe por que cães comem "coisas" que não devem comer. Alguns veterinários acreditam que alguns cães que comem estas "coisas" podem estar tentando chamar a atenção ou tentando escapar do tédio. É importante para que os cães tenham uma dieta bem equilibrada, que atenda as suas necessidades alimentares e nutricionais e pratiquem exercícios físicos.

16. Os cães não precisam guia - eles naturalmente sabem para onde ir

Ah ... se isso fosse verdade. Você precisa treinar seu cão para onde ir. Essa preferência acontece quando você começa em uma idade jovem e incentiva o cão positivamente para trabalhos bem feitos.
 
 CORRIGINDO CÃES QUE MASTIGAM O QUE NÃO DEVE

5 Passos para Corrigir Cães que Mastigam Coisas Inapropriadas
por Kristy Conn



fisioanimal
Este tipo de comportamento é comum em cães jovens e vem do fato dos filhotes usar suas bocas para explorar o mundo ao seu redor.

Mastigar é um comportamento normal para filhotes, mas torna-se indesejável quando direcionada a objetos inapropriados, como seus sapatos, mobilha, ou até mesmo seus pés e mãos. Se este comportamento não for corrigido, pode levar à destruição em larga escala na propriedade, problemas médicos e deterioração dos laços entre humano e animal.

Os dentes decíduos do cão nascem entre três e oito semanas de idade e, entre quatro e seis meses, são gradualmente substituídos pelos dentes permanentes. Este é um processo doloroso e os filhotes mordem mais neste período, pois as gengivas ficam muito irritadas, e mastigar alivia o desconforto.

O comportamento de mastigar acontece com mais frequência nesta época do aparecimento da dentição, mas se não for corrigido pode persistir, até mesmo depois da época dos dentes permanentes aparecerem.

Para isso, observe estas 5 regras:

1 – Descarte problemas médicos: deficiências nutricionais causadas por dietas pobres em nutrientes, problemas gastrointestinais ou parasitas intestinais podem levar ao distúrbio alimentar que pode levar à mastigação.

2 – Ambiente à prova de filhotes: procure por perigos em potencial para o seu filhote curioso. Mantenha produtos de limpeza fora do alcance, assim como plantas tóxicas. Cabos de energia devem ser protegidos para evitar choque elétricos. Esconda objetos como sapatos, brinquedos de criança e restrinja o acesso à cômodos que não foram preparados para o filhote.

3 – Encoraje-o a mastigar o que ele deve: disponibilize brinquedos apropriados para que ele possa mastigar. Cada cão tem sua preferência. Tome cuidado com ossos e brinquedos que possam sem quebrados em pequenas partes, o cão pode engolir e se machucar, se algum pedaço perfurar alguma estrutura interna ou interromper o fluxo normal de alimento e ar. Procure adquirir brinquedos adequados ao tamanho do seu animal, de maneira que ele consiga abocanhá-lo facilmente, sem forçar uma abertura exagerada da boca. Evite dar ao cão um objeto que lembre outro que ele não deveria mastigar, como um sapato velho; ele não conseguirá distinguir entre aquele que ele pode mastigar e o que ele não pode.

4 – Desestimule a mastigação em objetos inapropriados: se você pegar seu cão mastigando algo que não devia, esconda o objeto e direcione a atenção do cão para o objeto que ele pode mastigar. Às vezes pode ser difícil desencoraja-lo se este padrão já estiver estabelecido. Você pode aplicar algo que tenha um gosto ruim ao objeto, para ajudar.

5 – Gaste algum tempo para brincar com seu cão: um cão cansado é um bom cão! Reserve um tempo para brincadeiras e exercício com seu cão regularmente. Isto não só reforça os laços entre você e seu cão, mas gasta e energia do cão em algo positivo, e não a direciona para a mastigação e comportamento inapropriado.
 
 Morfologia Equina

 

 

 
 
 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1) 
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5) 
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9) 
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10) 
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12) 
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13) 
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14) 
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas.Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 
Veja ! Faça sua Reflexão!!! , Conhecimentos Gerais em : Lenda de Éolo, Cleópatra, Sereias, Civilização Inca, I Guerra Mundial, Ciclopes, Lenda de Tupã e Conhecendo o Céu... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 18 de Março de 2015 08:46

 PARA REFLEXÃO

                               Anuncio de Venda de um Sítio

 

Sereno-da-noite_1490

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. 

Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu. 

" Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. 

A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda". Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. Nem penso mais nisso, -disse o homem- quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha! As vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros. 

Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual. Tenha um Bom Dia nesta quarta-Feira 18-03-2015!

 

 

CONHECENDO A LENDA DE ÉOLO

 


Éolo é o deus do vento, na mitologia grega. Daí o adjetivo eólico, aplicado aos fenômenos relacionados com o vento: energia eólica, erosão eólica, etc.
Era filho de Poseidon e de Arné e, juntamente com seus doze filhos, seis homens e seis mulheres, habitava as ilhas vulcânicas de Lipari ( chamadas ilhas eólicas ), numa caverna onde guardava todos os ventos.
Quando Ulisses fez uma parada nessas ilhas, durante as suas peregrinações, Éolo presenteou-o com uma jarra selada contendo todos os ventos contrários. Ao mesmo tempo, soltou os ventos favoráveis para que levassem a seu destino as naus dos viajantes.
Enquanto Ulisses dormia, os tripulantes do seu barco abriram a jarra pensando que contivesse um tesouro. Os ventos contrários, desencadeados, empurraram novamente a nau até as ilhas de Éolo. Este negou-se a prestar novo auxílio e a tripulação teve que remar durante
o resto da viagem.
Quando o troiano Enéas partiu em direção à Itália, seu inimigo Juno ordenou a Éolo para lançar contra ele os ventos contrários, sendo prontamente atendido. Entretanto Netuno, deus do mar, encolerizado por não ter sido consultado, acalmou a tempestade e levou Enéas são e salvo até Cartago.
 

 CONHECENDO O MITO DE CLEÓPATRA

 


Cleópatra foi a última rainha do antigo Egito. Subiu ao trono aos 17 anos, juntamente com seu irmão Ptolomeu XIII, com quem, segundo o costume egípcio, deveria se casar. Alguns anos mais tarde, privada de qualquer autoridade real, exilou-se na Síria, de onde começou a se preparar para reaver seus direitos pela força das armas. Nesta altura, Júlio Cesar, que seguira
Pompeu até o Egito, foi seduzido pelos encantos de Cleópatra, lutando a seu favor na guerra civil que se seguiu. Ptolomeu foi derrotado e morto , sendo Cleópatra reconduzida ao trono, com seu irmão menor, Ptolomeu XIV, então com 11 anos de idade. Não houve relacionamento sexual nesse casamento.
Três anos mais tarde, quando Ptolomeu reclamou sua parcela de autoridade, foi envenenado por sua irmã, que levou ao trono Cesarion, filho de seus amores com Cesar. Dizem que Cleópatra testava a eficiência de seus venenos dando-os aos seus escravos.
Cleópatra viajou para Roma, onde foi recebida por Cesar, com quem viveu até o assassinato dele. Decidiu então voltar para o Egito, tornando-se amante de Marco Antonio, de quem recebeu vastos territórios, como a Judéia e a Arábia. Sua ligação com Marco Antonio e as doações que recebeu a tornaram impopular em Roma, do que se aproveitou Otávio para decla-
rar guerra contra ela. A esquadra egípcia foi destroçada e Cleópatra fugiu para Alexandria, onde Otávio foi encontrá-la. Por proposta de Otávio, aceitou assassinar Antonio e convidou-o a com ela se encontrar em um mausoléu, para que pudessem morrer juntos. Marco Antonio suicidou-se na errônea suposição de que Cleópatra faria o mesmo, o que não aconteceu.
Otávio resistiu às seduções de Cleópatra, que então se matou fazendo-se picar por uma víbora, evitando assim o vexame de entrar em Roma como prisioneira de Otávio. Com ela findou a dinastia dos Ptolomeus e o Egito passou a ser província romana.
Cleópatra era considerada especialista na arte do amor. Teve seu primeiro amante aos 12 anos. Dizem que chegou a levar 100 homens para a cama em uma única noite.
 

 CONHECENDO A LENDA DAS SEREIAS

 


As sereias são entidades fantásticasda mitologia grega. Eram filhas de Fórcis, deus marinho, segundo alguns; ou, segundo outros, filhas de Aquelous, divindade fluvial, ede uma ninfa. Eram descritas como metade peixe e metade mulher, possuidoras de belo canto, que enfeitiçava os navegadores, fazendo com que perdessem o controle dos barcos e encalhassem nas rochas. Dizia a lenda que habitavam rochedos escabrosos, entre a ilha de Capri e a costa da itália.
Terminada a Guerra de Tróia, ao retornar a Itaca, sua terra natal, Ulisses foi obrigado a usar essa passagem sinistra. Ordenou então aos marinheiros que vedassem os ouvidos com cera, a fim de que não escutassem o fatal canto; e fez-se amarrar ao mastro da embarcação, para assim ouvi-lo sem perigo. Ao perceberem que o barco de Ulisses escapara ao encantamento, as sereias se indignaram e se lançaram ao mar.
Com o decorrer do tempo, alenda sofreu modificações. Inicialmente, as sereias eram representadas por uma figura metade pássaro e metade mulher, passando depois à forma com a qual hoje são conhecidas - metade peixe e metade mulher. Propagada pelos navegadores, a lenda logo se difundiu para outras regiões. No Brasil, por exemplo, o mito das sereias se contaminou com outros, não só de origem tupi-guarani, mas também de procedência negro-africana. Assim, a lenda das sereias confundiu-se com a da iara, entidade folclórica que, com sua beleza e seu canto, atrai os homens para o fundo do mar.

 


 CONHECENDO A CIVILIZAÇÃO INCA

 


Os Incas eram um povo nativo que habitava o oeste da América do Sul, antes do descobrimento da América por Cristóvão Colombo.Quitto era a capital política e Cuzco, o centro religioso. Era um povo essencialmente agrícola, que atingiu um razoavel estágio de desenvolvimento. Construiram terraços ( degraus ) nas encostas íngremes dos Andes, onde praticavam a agricultura evitando, assim, a erosão do solo.
Uma redede estradas de estradas ligava os centrod vitais do Império Inca, que se estendia desde o norte do Equador, através do Peru até a Bolívia. Um grande exército e um sistema de fortalezas mantinham a ordem. A organização social baseava-se num sistema de classes sociais e conferia papel importante ao Estado. A religião era centralizada e os deuses locais eram respeitados, mas subordinados ao culto do Sol.
Os Incas desenvolveram tecnologia que incluia fábricas e ateliês de produção de cerâmica, têxteis e artefatos de metal com belas decorações. A arquitetura incluia a construção com pedras precisamente encaixadas. As ruinas de Machu Pichu , nos altiplanos dos Andes, perto de Cuzco, constituem um bom exemplo, aliás considerado uma das sete maravilhas do mundo moderno.
 

 CONHECENDO A HISTÓRIA DA I GUERRA MUNDIAL

 


A primeira guerra mundial ( 1.914 - 1.918 ) foi um conflito armado entre os Aliados - Grã-Bretanha, França, Rússia, Japão, Sérvia e, mais tarde, Estados Unidos; e as Potências Centrais - Alemanha, Império Austro- Húngaro e Império Otomano ( Turquia ). As duas principais causas foram: a) medo da ambição colonialista alemã; b) a rivalidade comercial entre os grandes estados europeu do século XIX.
A guerra foi travada em vários campos de batalha, conhecidos como: Campanha da França; Frente Ocidental; Campanha da Rússia; Frente Italiana; Campanha da Turquia, Guerra dos Balcãs, etc. Também foram travados combates navais e realizados bombardeios aéreos. O coflito terminou com a vitória dos Aliados.
O Brasil participou ao lado dos Aliados, em 1.917-1.918, enviando forças militares e navios.
Uma estimativa modesta das perdas de guerra chega a 10 milhões de mortos e 20 milhões de feridos. O conflito terminou com um armistício e o Acordo de Paz de Versalhes, assinado em novembro de 1.918.

 

 

 

 

 

 

 

 

 CONHECENDO A LENDA DOS CÍCLOPES

 


Os Cíclopes são criaturas da mitologia greco-romana, descritos como gigantes com um único olho fulgurante no meio da testa. Viviam numa ilha, que teria sido a Sicília, como simples pastores, alimentando-se de leite e queijo, se bem que, de vez em quando, algum viajante perdido lhes proporcionava um banquete de carne humana. Eram em número de três, filhos do Céu e da Terra: Esterópes (tormenta ), Arges ( relâmpago ) e Brontes ( trovão ).
Combateram ao lado de Zeus, contra os Titãs. A seguir, foram os ferreiros de Vulcano e em seu penhasco, sob o Étna, forjaram os raios de Zeus, o capacete de Plutão e o tridente de Netuno. Finalmente, foram exterminados por Apolo, por terem fornecido o raio que
fulminou seu filho Esculápio.
As grandes muralhas de algumas cidades antigas eram tidas como construídas pelos Cíclopes; e ainda hoje costuma-se empregar a palavra ciclópica para designar sólidas construções de pedra.
 
 
 
 

 CONHECENDO A LENDA DE TUPÃ

 


Tupã é uma divindade indígena brasileira, do grupo tupi-guarani. Entre os indígenas Tupã era um personagem ligado às tempestades, aos raios e trovões, que lhe eram atribuidos, Posteriormente os jesuítas, pela necessidade de catequese, identificaram Tupã, que habitava o céu, com o Deus dos cristãos.
Na mitologia tupi-guarani, porém, Tupã era um personagem de segunda ordem e não desempenhava, de modo algum, o papel que os jesuítas quiseram lhe atribuir. Os catequisadores é que, no período de colonização, iniciaram a sua valorização como como entidade semelhante a Deus.
Portanto, é indispensavel distiguir o mito indígena, onde Tupã é apenas uma entidade que provocava chuvas, raios e tempestades, e o mito filosófico de Tupã criado na época da catequese dos jesuitas. Esse problema foi esclarecido pelo etnólogo francês Alfred Métraux, na obra " A relação dos Tupinambás ".
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 CONHECENDO O CÉU

 


Do ponto de vista astronômico, céu é o espaço infinito no qual se encontram os astros. Visto da Terra, o céu parece uma grande abóboda, de cor azul-pálido durante o dia, limitado pelo horizonte. Essa impressão da abóboda celeste resulta, em parte, de três camadas de gases da atmosfera que circundam o planeta e dispersam a luz solar.
Para chegar até nós, a luz do Sol atravessa 180 km de atmosfera terrestre; durante esse trajeto, a luz é refletida pelas partículas do ar. Durante o dia, o céu parece azulado porque a luz, ao passar através dos gases e das partículas de poeira, se espalha mais intensa e rapidamente. Ao amanhecer e entardecer, o céu mostra, à certa altura, uma cor avermelhada. Isto se deve às ondas de maior comprimento ( vermelhas e amarelas ), que passam pela camada espessa da atmosfera, sem sofrer o processo de filtração a que estão sujeitas os raios azuis. Nos dias nublados o céu é escuro porque as nuvens retêm maior quantidade de luz.
Do ponto de vista religioso, céu é o lugar que se acredita ser habitado por Deus, pelos anjos e pelos bem-aventurados.
 
Veja ! Conhecimentos Gerais em : Plantas Trepadeiras, Esclarecendo algumas duvidas, Cipós e Lianas, Plantas Caducifólias e Perenifólias, Carnívoros, Plantas Suculentas, Marsupias, Fósseis, Bactérias, Planeta Vênus e Cobras... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 16 de Março de 2015 08:50

 Conhecendo as Plantas trepadeiras

 

Planta trepadeira ou escandente é a denominação que se dá às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive em outras plantas.
Certas trepadeiras possuem gavinhas, que são folhas ou ramos modificados, as quais permitem a fixação ao suporte; elas crescem formando espirais que se enrolam no suporte. Exemplos: videira, ervilha, chuchuzeiro, etc.
Outras trepadeiras possuem raízes adventícias, que se fixam até em muros e paredes, como a hera. Outras ainda, possuem o caule volúvel, isto é, que cresce dando voltas em torno do suporte, como os cipós ou lianas.
Os cipós são plantas herbáceas ou arbustivas pertencentes a várias famílias botânicas, de pequeno e médio porte, geralmente fibrosas. Encontram-se frequentemente nas florestas tropicais, pendentes ou enroscadas nas árvores. 
Existem centenas de espécies, podendo ser anuais ou perenes.
Algumas plantas trepadeiras são parasitas de outras plantas, como o cipó-chumbo. O guaranazeiro é um arbusto trepador, primitivamente encontrado na floresta amazônica.Muitas trepadeiras possuem belas flores, sendo empregadas como plantas ornamentais, tais como: maracujá, alamanda, glicínia, primavera, etc. O maracujá, por exemplo, além de lindas flores, produz frutos muito apreciados.

 

 

 

 

Esclarecendo algumas dúvidas

 


a) Por que o Brasil é chamado " terra dos papagaios?
A explicação é a seguinte: o navio que levou a notícia do descobrimento ao rei de Portugal, Manuel I, foi carregado de objetos, plantas e animais da região. Entre os bichos, os que mais chamaram a atenção da corte foram os papagaios. Por isso, o Brasil ganhou o seu primeiro apelido: " terra dos papagaios ".
b) Qual a origem do nome Amazonas?
Essa denominação foi dada pelo explorador espanhol Francisco de Orellana ao grande rio, em 1.541. Ao descer o rio, ele travou combate com uma tribo indígena da qual faziam parte várias mulheres guerreiras, que comparou às amazonas - mulheres lendárias da antiguidade, habitantes das margens do mar Negro. Assim, " amazonas " primeiro designou o rio, depois a região e, por fim, o estado.
c) Por que a Holanda é chamada " Países-Baixos " ?
A Holanda, nome que significa " país côncavo ", é também chamada " Países-Baixos " porque o seu território corresponde a uma grande depressão formada por extensas planícies, semelhantes a um grande delta onde desembocam os rios Reno, Mosa e Escalda. Sua altitude média não ultrapassa 45 metros, sendo que um quinto do território fica abaixo do nível do mar; são terras conquistadas ao mar mediante a instalação de " polders ", que são constituídos por um complexo sistema de diques, canais, drenos e bombas para a retirada de água.

 

 

 

Conhecendo cipós e lianas

 


A denominação cipó é aplicada às plantas sarmentosas ou trepadeiras, isto é, capazes de crescer usando como suporte os caules e demais partes de outra planta de crescimento ereto. Por lianas são conhecidas os cipós de consistência lenhosa, embora alguns autores as considerem como qualquer vegetal que, enraizado no solo, pode expandir a sua folhagem em condições de luminosidade favoráveis, longe do solo, por meio de ramos longos e flexíveis.
O fato de a liana ou cipó escorar-se em outras plantas é mera questão de disponibilidade, porquanto em situações diferentes podemos encontrá-los alçando-se sobre rochas, ou suportes propiciados pelo homem, como pérgulas e caramanchões.
Mais de 90% das lianas e cipós ocorrem nas florestas tropicais, principalmente na floresta Amazônica.
Algumas famílias vegetais apresentam-se muito ricas em lianas e cipós, como a das Bignoniáceas, na qual se destacam duas trepadeiras muito conhecidas: o cipó-de-são-joão e o cipó-cravo. Na Amazônia destaca-se o guaranazeiro. Algumas espécies possuem propriedades medicinais, como o cipó-azougue e o cipó-cabeludo. 
Há também o cipó-chumbo, do gênero Cuscuta, desprovido de clorofila e que, por essa razão, vive como parasita de outras plantas.
 
 
 
 
 
 

Conhecendo as plantas caducifólias e perenifólias

 


Denominam-se plantas caducifólias aquelas que derrubam as folhas no inverno ou na estação seca; e plantas perenifólias ou sempre-verdes as que mantêm, permanentemente, folhas verdes.
Nas regiões onde há uma estação muito fria, com inverno rigoroso, alternada com estação quente, a maioria das plantas perde as folhas no outono, antes da chegada do inverno. Passam esta estação em repouso, num estado de dormência. Chegada a primavera, brotam e retornam à atividade, com novas folhas que perduram no verão e parte do outono, em cujo término caem. Porém, nessas regiões há plantas que persistem sempre-verdes, isto é, não perdem as folhas no inverno. São , em geral, coníferas, de folhas duras e aciculares, como os pinheiros.
Nas regiões tropicais não há essa nítida distinção de estações, pois as temperaturas não são, em geral, muito baixas. Assim, a maior parte das plantas 
pode ter folhagem sempre verde, como a laranjeira. Contudo, na caatinga do Nordeste Brasileiro, a maioria das plantas são decíduas ou caducifólias, isto é, derrubam as folhas. Mas, neste caso, a queda das folhas não é causada pelo frio, e sim pela falta de água no solo.
Nos demais tipos de vegetação, as plantas não derrubam todas as folhas de uma só vez. Persistem sempre enfolhadas, sendo chamadas sempre-verdes. É que renovam suas folhas paulatinamente, substituindo as folhas velhas que caem, por outras folhas novas.
Dentre as espécies nativas, por exemplo, são perenifólias : pau-brasil, figueira-branca, pinheiro-do-paraná, etc.; são caducifólias: paineira, jequitibá, ipê,etc.

 

 

Conhecendo os Carnívoros



O termo carnívoro é usado com dois significados: a) todo animal que se alimenta de carne; b) uma ordem de mamíferos terrestres portadores de unhas em forma de garras e dentes especializados para dilacerar e mastigar a carne dos animais que caçam. Geralmente comem herbívoros, ou outros carnívoros.
Embora sejam predominantemente predadores, alguns também se alimentam de plantas; e apenas um membro dessa ordem é herbívoro - o panda-gigante. Podem ser terrestres ou aquáticos.
Os carnívoros terrestres dividem-se em duas grandes superfamílias - canídeos e felídeos, centrados no cão e no gato, respectivamente.
Os canídeos incluem: cães, lobos, ursos, raposas, etc. Os felídeos abrangem: gatos, hienas, leões, tigres, leopardos, onça, jaguatirica, lince, etc.
As focas, leões-marinhos e morsas costumavam ser incluídos entre os carnívoros, mas atualmente são classificados numa outra ordem - Pinípedes. São piscívoros ( comem peixe ).
Os ursos são carnívoros, mas praticamente comportam-se como onívoros ( que comem tanto alimentos animais como vegetais ). Alguns carnívoros também comem insetos e frutos.
De acordo com o conceito mais amplo, são carnívoros os cetáceos - baleia, boto, cachalote, etc. e também as aves de rapina - falcão, gavião, águia, coruja, etc.
 

Conhecendo as Plantas Suculentas

 



Denominam-se plantas suculentas aquelas que armazenam água em certos órgãos, que se apresentam espessos e carnosos, com muito suco. O exemplo clássico são os cáctos, adaptados à vida em ambiente seco e, por isso, contêm muita água armazenada em seus caules.
Não só em caules, mas também em raízes e folhas, podem ser feitas as reservas de água. Por exemplo, a beldroega, uma planta herbácea, tem folhas suculentas, consumidas como verdura; o umbuzeiro, uma árvore da caatinga do Nordeste, forma em suas raízes grandes tubérculos que armazenam muita água, que permite à planta sobreviver em períodos de seca prolongada. 
Assim, as plantas suculentas encontram-se, de preferência, nos lugares onde costuma haver falta de água no solo, como nos desertos. No Brasil não existem desertos, mas há a caatinga do Nordeste, com estação seca prolongada, onde ocorrem numerosas cactáceas, que podem ser pequenas como a coroa-de-frade, ou grandes, como o facheiro, o xique-xique e o mandacaru.
Não só as cactáceas são suculentas. Por exemplo, na caatinga do Nordeste encontra-se uma planta aparentada com a paineira - a barriguda, assim chamada porque seu caule armazena água e fica intumescido, dando a impressão que a planta é barriguda. Aliás, a própria paineira chega, por vezes, a apresentar o mesmo fenômeno
 


Conhecendo os Marsupiais

 



A palavra marsupial é de origem grega e significa " que tem bolsa ". É empregada para designar os mamíferos da ordem Marsupial, que se caracterizam por terem as fêmeas uma bolsa abdominal onde guardam os filhotes recém-nascidos, que aí recebem amamentação e completam o seu desenvolvimento.
Os marsupiais se diferenciam de outros mamíferos também pelo seu processo reprodutivo, já que os filhotes não são alimentados no útero pela placenta, mas nascem prematuramente. Grande parte do seu crescimento acontece dentro da bolsa, que é uma dobra da pele localizada na frente do corpo, encobrindo as tetas. 
A maior parte dos marsupiais vive na Austrália, como o canguru e o coala. Na América do Sul e Central encontram-se o gambá e a cuíca-d'água
Os cangurus se locomovem como bípedes, andando e pulando no solo com as patas traseiras, bem maiores que as dianteiras. Os coalas são arborícolas, assim como os gambás. Já a cuíca-d'água é anfíbia, tal como a lontra.
Sua alimentação é variada: o coala come folhas de eucalipto; o lobo-da-Tasmânia é carnívoro. Algumas espécies de pequeno porte são insetívoros; e outras, comem tudo o que encontram, como o gambá.
 
 

Conhecendo os Fósseis

 



Dá-se o nome de fósseis aos restos ou vestígios de plantas e animais antigos, preservados no gelo ou em rochas sedimentares. Há quatro tipos principais de fósseis: a) restos originais; b) restos substituídos; c) moldes; d) impressões.
Restos originais. Em casos raros, os fósseis são os restos verdadeiros de animais e plantas. Nas regiões de gelo eterno da Sibéria, por exemplo, foram encontrados corpos inteiros de mamutes ( ancestrais dos elefantes ), em bom estado de conservação, que viveram numa época primitiva chamada Pleistoceno. Outros exemplos são os ossos e dentes de dinossauros e outros animais de épocas passadas.
Restos substituídos. Muitos fósseis não contêm os materiais originais que os formavam, embora pareçam intatos. É que os restos originais foram substituídos, no decorrer dos séculos, por minerais duros, como por exemplo a sílica e o ferro. Um bom exemplo são as árvores petrificadas do Arizona ( Estados Unidos ): a madeira em decomposição foi aos poucos substituídas por sílica.
Moldes. Outras vezes, conchas de moluscos e ossos de vertebrados dissolveram-se completamente no interior da rocha que os conservou, deixando um molde que mostra apenas a forma do organismo desaparecido. 
Impressões. São as pegadas que os animais deixam na areia ou na lama, que foram conservados quando o sedimento se transformou em rocha. Em depósitos de xistos, por exemplo, foram encontradas pegadas de dinossauros e outros animais pré históricos
Importância. Os fósseis prestam-se ao estudo da vida no passado e também para a datação e correlação das camadas que os contêm.
 
 

Conhecendo as Bactérias

 



As bactérias são vegetais primitivos ( Talófitas ), unicelulares e microscópicas, pertencentes à classe Esquizomicetos, figurando entre os menores seres vivos conhecidos. Suas dimensões variam de 0,5 a 15 micros ( 1 micro = milésima parte do milímetro ). 
São encontradas por toda parte, livres ou de vida fixa, inclusive na neve e no intestino. A estrutura das bactérias é simples: uma célula constituída de protoplasma com membrana e núcleo difuso. A sua forma pode ser: a) esférica ( cocos ); b) bastonete ( bacilos ); c) espiralada ( espirilos ); d) filamentosa ( colônias ), etc.
As bactérias desempenham papel ecológico importante, atuando em vários fenômenos, tais como: a) decomposição da matéria orgânica; b) fixação biológica do nitrogênio do ar atmosférico; c) liberação do nitrogênio para a nutrição das plantas; d) transformações do fósforo, do enxofre, do ferro e de outros compostos inorgânicos; e) intervém na digestão intestinal de vários animais superiores, principalmente dos ruminantes. Também desempenham papel importante na preparação de muitos produtos derivados do leite, bem como em processos industriais que envolvem fermentações
Grande parte das bactérias necessita de oxigênio, chamadas bactérias aeróbias; outra parte se adapta à ausência de oxigênio, sendo denominadas anaeróbias.
Muitas bactérias são patogênicas, isto é, causam doenças tanto no homem e nos animais, como nas plantas. Dentre as doenças que causam no homem podem ser citadas: tétano, tifo, difteria, etc.
 

Conhecendo o Planeta Vênus

 
 
 
 
Venus é o segundo planeta a partir do Sol, do qual dista 106 milhões de quilômetros. Seu nome é uma homenagem à deusa do amor e da beleza, na mitologia romana. Depois do Sol e da Lua, é o astro que se apresenta com brilho mais intenso, sendo também chamado Vésper - a estrela vespertina, ou Estrela d'Alva - a estrela matutina. 
Venus descreve uma trajetória quase circular, levando 225 dias para completar uma órbita. Quase do tamanho da Terra, seu diâmetro vale 0,966 ; sua massa, o,818; a densidade média, o,91 e a gravidade, 0,88 ( dados comparativos com os da Terra ).
Possui uma atmosfera formada por densas nuvens, sujeita a fortes ventos. Na sua composição predominam gás carbônico e oxigênio. Sua pressão superficial é 91 vezes a da Terra e a temperatura superficial mantém-se em torno de 475 graus centígrados devido ao efeito estufa.
As sondas Venera 9 e 10, da antiga União Soviética, forneceram as primeiras imagens da superfície de Venus em 1.975. As duas sondas pousaram suavemente e enviaram imagens mostrando paisagens desérticas e pedregosas. Estudos recentes com radar sugerem que essa paisagem é típica de todo o planeta e que a sua superfície é marcada por inúmeras crateras e cadeias de montanhas. 
Venus não possui satélites naturais.
 

Conhecendo as Cobras

 


Cobras ou serpentes é a designação geral dada aos animais pertencentes à ordem Ofídios, da classe Répteis, representados por cerca de 2.500 espécies, vivendo na terra, na água e nas árvores.
Possuem corpo alongado, coberto de escamas, desprovidos de pata, locomovendo-se por reptação, isto é, arrastando-se no chão. A boca é facilmente dilatável, permitindo engolir presas maiores do que o seu tamanho. Seus dentes, virados para trás, não servem para mastigar, mas sim para prender as vítimas, que são engolidas inteiras.
As cobras mudam de pele frequentemente. Algumas põem ovos ( ovíparas ); outras chocam os ovos dentro do seu oviduto ( ovovivíparas ), podendo as cobrinhas nascerem antes da postura dos ovos ou depois da mesma, no exterior. As crias, desde o momento que nascem são capazes de cuidar de si mesmas.
As cobras alimentam-se de pequenos mamíferos ( principalmente roedores ), aves, lagartos, rã e peixes. A maioria das cobras pode passar vários dias sem se alimentar, porque a digestão é lenta.
Podem ser venenosas ou não-venenosas. As venenosas picam suas vítimas para matá-las ou paralisá-las, antes de engoli-las, como a cascavel. As não venenosas geralmente matam suas vítimas por constrição ( aperto ), como a sucuri.
Entre as cobras venenosas estão: cascavel, jararaca, coral-venenosa, naja, etc. Entre asa cobras não-venenosas incluem-se: jibóia, sucuri, coral não-venenosa, piton, etc.
A muçurana é uma cobra que se alimenta de outras cobras.
 
Veja ! Um dos Alimentos mais Saudáveis do Mundo, Importância da Eletricidade no Campo, Inseminação Artificial, Tilápia, Kit Ordenha, Irrigação e a Importância do Couve... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 12 de Março de 2015 08:24

 Um dos Alimentos mais Saudáveis do Mundo

    
 

 

 
 
LEITE DE CABRA

 

Enquanto na Europa, Américas do Norte e Sul (incluindo o Brasil), podemos pensar no leite de cabra como uma bebida alternativa ao leite de vaca, na maioria das localidades do mundo, é o oposto que se aplica. Por todo o mundo, há mais pessoas a beber leite de cabra do que de vaca.

A maioria das pessoas parte do princípio que o leite de cabra terá o mesmo sabor forte e almiscarado pelo qual o queijo de cabra é famoso. Mas, na realidade, o leite de cabra de boa qualidade tem um sabor delicioso, levemente doce e, por vezes, também levemente salgado. Ao contrário do leite de vaca, não é necessário homogeneizar o de cabra. Enquanto os glóbulos de gordura no leite de vaca tendem a separar-se até à superfície, os glóbulos do leite de cabra são bastante mais pequenos e permanecem suspensos na solução. O leite de cabra pode por vezes ser usado como alternativa por quem é sensível ao de vaca.

O nome científico da cabra é Capra hircus.

 

245 grs / 168.12 Calorias
NUTRIENTES
qUANT.
DDR (%)

DENSIDADE DO NUTRIENTE

CLASS.
triptofanos
0.11 g
34.4
3.7
muito bom
cÁlcio
325.74 mg
32.6
3.5
muito bom
fÓsforo
270.11 mg
27.0
2.9
bom
vitamina B2 (riboflavina)
0.34 mg
20.0
2.1
bom
proteÍnas
8.69 g
17.4
1.9
bom
potÁssio
498.74 mg
14.2
1.5
bom

 

 
IMPORTÂNCIA DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL   
 
 
Eficientização Energética na Propriedade Rural                                                                  l

A energia elétrica na propriedade rural destina-se à produção agropecuária e ao consumo residencial.
Dimensionar a rede interna e a potência total a ser instalada são providências que se deve tomar antes de contratar um profissional para fazer o serviço.
A potência a ser instalada é calculada da seguinte maneira: 
se alguém deseja instalar 6 tomadas e 5 lâmpadas de 100 Watts, a potência total será de 1.100 Watts. O cálculo é assim:

6 tomadas x 100 Watts600 Watts
5 tomadas x 100 Watts500 Watts
TOTAL1.100 Watts

Para a instalação de um chuveiro elétrico, é preciso acrescentar mais 3.600 Watts.
O processo para se dimensionar as instalações elétricas de produção é semelhante ao adotado para as instalações elétricas residenciais.
O ramal para a alimentação de motores e equipamentos é dimensionado em função da carga a ser ligada, da sua 
distância em relação ao padrão de entrada e da corrente elétrica solicitada para essa carga.
No caso de ramais que alimentam motores, deve haver uma proteção junto deles. Quando o ramal de alimentação do motor derivar direto da rede, deve haver uma proteção do ramal na derivação, que é feita por um disjuntor ou chave fusível.
Este ramal pode partir diretamente do padrão de entrada daquele ramal que atende sua residência ou do quadro de distribuição instalado na residência. Ele deve ser aéreo, com condutores nus, ou subterrâneo, com condutores isolados.

Principais defeitos de uma instalação elétrica:
O curto-circuito se caracteriza pela elevação excessiva e rápida da corrente elétrica provocada por defeito de isolamento no condutor ou nos motores. Suas principais causas são:
  • emendas mal feitas em condutores
  • contato do condutor nu com a terra ou outro condutor defeitos no isolamento dos condutores
  • aquecimento excessivo dos motores com a conseqüente quebra do isolamento nos enrolamentos, causado pela má operação da máquina, proteção inadequada ou sobrecarga.


Em caso de defeito por curto-circuito no equipamento, a proteção elétrica (fusíveis, disjuntores) deverá atuar. Por isso, é importante dimensionar bem todos os dispositivos utilizados na proteção dos circuitos elétricos, evitando a queima de motores, condutores e até mesmo a ocorrência de incêndios de grandes proporções.

Motores:
Antes de adquirir um motor, é preciso levar em conta a máquina à qual ele será acoplado. O manual da máquina especifica a potência do motor que é mais adequada.

Instalação – o motor deve ser abrigado em local bem ventilado e instalado preferencialmente com a máquina sobre uma única base devidamente assentada. Para motores monofásicos, recomenda-se base com dispositivo aliviador de partida que proporcione o tensionamento gradual das correias, até o motor alcançar a sua rotação de trabalho. Esse dispositivo melhora as condições de partida dos motores.

Partida – a chave de partida deve estar de acordo com o motor a ser acionado. Motores monofásicos de 12,5 cv ( 1 cv=736Watts) só podem ser ligados com chaves limitadoras de corrente de partida.

Proteção – todo motor deve ter disjuntor, contator, relé térmico, etc.


Atualmente, o Procel concedeu seu Selo de eficiência ao Motor Elétrico de Indução Trifásico: Motores Elétricos da linha Padrão e de Alto Rendimento, de 2, 4, 6 e 8 polos, nas potências e rendimentos mínimos estabelecidos em tabela específica.

Triturador de ração:
Para o dimensionamento de um triturador, deve-se considerar:
  • a mão-de-obra disponível para picar e distribuir a forragem
  • a potência dos motores que poderão ser utilizados
  • a quantidade de forragem para a alimentação dos animais.

A localização do triturador é importante para racionalizar a mão-de-obra do operador e para obter o maior rendimento. Ele deve ser colocado em uma área ampla para que a forrageira a ser picada fique próxima à bica alimentadora da máquina.
A máquina e o motor devem ser instalados sobre uma única base, mantendo-os bem fixos.

Ordenhadeira mecânica:
A ordenha mecânica é a maneira mais higiênica e rápida para a coleta do leite. Cada máquina pode ordenhar entre 10 e 12 vacas por hora.
Para escolher o tipo de ordenhadeira, é necessário saber o que é “unidade de ordenha”: é um conjunto de teteiras que ordenha uma vaca de cada vez.
Deve-se, então, considerar a quantidade de vacas que se pretende ter e dividir a quantidade de vacas pela quantidade de horas em que se pretende ordenhá-las. 
Vamos supor que sejam duas horas. Devemos, então, dividir esse resultado por 12, já que é possível ordenhar 
essa quantidade de vacas por hora.
O resultado obtido será o número de unidades de ordenha que se necessita.

Cálculo do consumo de energia elétrica com a ordenhadeira:
Unidade de ordenha
Potência do motor (cv)Consumo em kW hora2 (móvel)3/40,842 (móvel) ,04411,04621,94821,94832,791032,791232,791432,79 
Se a ordenhadeira mecânica ideal para determinado caso possui 6 unidades de ordenha, isso significa que ela virá equipada com um motor de 2 cv, o que corresponde, conforme a tabela acima, a um consumo de 1,94 kWh. Se 1,94 é o consumo em 1 hora, em 4 horas teremos 7,76 kWh/dia. Aí, é só multiplicar por 30 (dias do mês) e termos o consumo total da ordenhadeira no mês.

Resfriador de leite:
Este equipamento conserva a temperatura do leite em torno de 4ºC. A operação de alguns tipos deste equipamento é automática, como uma geladeira. O único cuidado a ser observado diz respeito ao nível da água e sua troca. 
Há vários tipos: resfriador de imersão (móvel ou fixo), pré-resfriador, e resfriador instantâneo.

Motobomba:
Uma vaca leiteira necessita de cerca de 2,5 litros de água para cada litro de leite produzido. Assim sendo, deve haver bebedouros de fácil acesso na propriedade para que a produção de leite não seja prejudicada.
A bomba elétrica pode também ser utilizada para aumentar a pressão de água para lavar as instalações dos currais, conforme exigências sanitárias.

Cerca elétrica:
A cerca elétrica é composta de um aparelho eletrificador e de um fio de arame nu, colocado ao redor de uma área que se quer isolar.
O fio de arame emite um pequeno choque elétrico cada vez que é tocado pelo animal, forte o suficiente para afastá-lo, sem machucá-lo.
Seu uso não é recomendado nos seguintes casos:
  • em áreas urbanas
  • em divisas de propriedades
  • em divisas com estradas
  • em locais que servem de acesso a pessoas
  • em locais públicos
  • em proximidade e cruzamento com redes telefônicas.


A cerca elétrica não pode ser energizada com a energia fornecida pela Celesc. 
O sistema só pode ser alimentado por baterias ou pilhas. 

É recomendável procurar os serviços de um profissional, já que este equipamento pode apresentar ameaça à vida humana. 

 

ETAPAS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS

 


A inseminação artificial é o ato de deposição do sêmen no útero da fêmea, ao invés de ocorrer a cópula com um touro. O sêmen utilizado é diluído, o que evita perda de grande parte dos espermatozoides, ao contrário do  que acontece na monta natural. A fecundação, no entanto, depende, também, da presença do óvulo fértil no útero.

O objetivo  do manejo reprodutivo é fazer com que a vaca tenha maior número de crias ao longo de sua vida, garantindo mais tempo de lactação. Além disso, possui a vantagem de fazer com que as crias sejamanimais geneticamente superiores.

1. Verifique na ficha da vaca se existe alguma informação que impeça a inseminação. Não inseminar vacas com menos de 45 dias de parida ou que tenham apresentado cio a menos de 18 ou mais que 24 dias.
2. Realize a contenção da vaca e então introduza uma mão enluvada no reto, removendo as fezes até esvaziá-lo completamente. 
3. Limpe a região da vulva com papel toalha, deixando-a bem seca. 
4. Arrume os materiais (aplicador, bainhas francesas, termômetro, cortador de palheta, papel higiênico, luvas de inseminação, água morna) da inseminação sobre uma mesa ou bancada. 
5. Identifique o caneco e a rack onde o sêmen a ser utilizado está guardado. Retire a dose de sêmen sem levantar o caneco acima de 5 cm da borda do botijão. 
6. Descongele a palheta de sêmen em água a 37C, durante 30 segundos. Nunca retorne para o botijão um sêmen após ser descongelado. 
7. Seque a palheta, com papel toalha limpo e seco. Confira o sêmen e faça a bolha de ar passar para a extremidade oposta à bucha. 
8. Corte a extremidade contrária à bucha com uma tesoura limpa ou um cortador de palhetas e encaixe a extremidade cortada no aplicador. 
9. Monte o aplicador fixando-o à bainha com a borracha, lembrando de deixar o mandril puxado para evitar que parte do sêmen seja desperdiçado durante a montagem. 
10. Abra os lábios vulvares para introduzir o aplicador sem encostar a ponta na pele da vulva. O aplicador deverá ser introduzido inicialmente com a ponta voltada para o teto da vagina. 
11. Introduza a mão enluvada no reto e segurar a cérvix, fazendo o aplicador passar por ela. 
12. Confirme a posição da ponta da pipeta no corpo do útero e faça então a deposição do sêmen no corpo do útero, comprimindo o mandril do aplicador. 
13. Retire o aplicador e massageie o clitóris por 10 segundos. Confirme o número do animal e solte-o devagar. 
14. Desmonte o aplicador, limpe e guarde todo o material utilizado. Jogue o material sujo (luva e bainha em recipiente de lixo apropriado). 
15. Confira o sêmen utilizado, faça as devidas anotações na ficha da vaca.

 

 

Programa busca melhores tecnologias para o mercado da tilápia

 

 

http://1.bp.blogspot.com/_n1nscFlcQS8/S8Zwtdc_1dI/AAAAAAAAAwQ/ovaupfO60Dc/s1600/Tilapia.jpgO objetivo das pesquisas é fazer com que peixes e camarão branco sejam mais resistentes a doenças e ao estresse, para uma produção capaz de atender aos mercados nacional e internacional. A tilápia é uma das quatro espécies estudadas pelo projeto, além do tambaqui, cachara e camarão branco.

Para isso está em desenvolvimento o projeto Aquabrasil que é um projeto em rede da Embrapa em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) que busca criar as bases tecnológicas para o desenvolvimento sustentável da aquicultura no Brasil.

 O programa traz o enfoque agroindustrial do projeto, com destaque para o processamento e a comercialização. “Uma das possibilidades é a produção minimamente processada, que são os filés resfriados que tem sua vida de prateleira aumentada com o mínimo de processamento industrial possível, mantendo a qualidade e segurança para o consumidor, devidamente embalados e passíveis de rastreamento”, disse o pesquisador Jorge Antônio Ferreira de Lara.

Um dos diferenciais do Aquabrasil é ouvir as demandas do setor produtivo. “A Embrapa tem esse papel, de pesquisar e procurar facilitar a comunicação entre o mercado, a agroindústria, a ciência e tecnologia inovadoras”, concluiu o pesquisador.

 

Kit para ordenha de bovinos é adaptado para ordenha em cabras

 


Para produzir leite de melhor qualidade e mais adequado ao consumo humano, o produtor deve adotar boas práticas agropecuárias de ordenha. Nessa linha a Embrapa Caprinos e Ovinos adaptou a tecnologia de ordenha já utilizada na bovinocultura para cabras leiteiras. O kit de ordenha manual é composto por materiais simples, como um balde plástico, uma caneca telada, mangueira, esguicho de jardim, dosador, coador, garrafa pet, cloro comercial, um par de luvas de borracha, detergente em pó e escova ou bucha natural, com objetivo de evitar a contaminação do leite por bactérias e resíduos .

 A maioria dos materiais já é conhecida dos produtores, que precisam apenas ser incentivados a fazer o uso correto deles. “É preciso chamar atenção para aspectos como a limpeza do local da ordenha, o uso da água clorada para higiene dos baldes, as mãos do ordenhadores, que devem estar limpas e com unhas cortadas. Cerca de 80% das contaminações ocorrem nas salas de ordenha, com prejuízos aos produtores. A ocorrência de mastite, por exemplo, pode gerar a perda de 250 gramas de leite por dia em cada animal.”

 

Irrigação correta garante vitalidade do jardim e economia de água; conheça sistemas

  • Jardim irrigado por aspersor. Em geral, eles são ligados ao esguicho e funcionam pela pressão da água nas torneiras. Nos sistemas automáticos a irrigação é feita com controle eletrônico

    Jardim irrigado por aspersor. Em geral, eles são ligados ao esguicho e funcionam pela pressão da água nas torneiras. Nos sistemas automáticos a irrigação é feita com controle eletrônico

A beleza de um jardim não se restringe apenas à escolha das plantas. A irrigação na medida certa é que vai definir não só a vitalidade da paisagem por muitos anos, como garantir a economia de água. O engenheiro agrônomo e paisagista Rodolfo Geiser explica que, em geral, o solo supre as necessidades das plantas: “Ele permanece úmido por conta das águas que vem das partes mais profundas e sobem por percolação [de grão em grão do solo] e também pelas águas das chuvas”.

Mas há momentos em que uma complementação da irrigação se faz necessária. “Cada espécie vegetal, fruto de ecossistemas diferentes, necessita de uma determinada quantidade de água para exercer suas funções. Se falta água, as plantas murcham e, caso não sejam irrigadas a tempo, morrem. Existe um ‘ponto de murchamento’ a partir do qual as plantas não se recuperam mais, mesmo que sejam irrigadas. Por isso, uma irrigação equilibrada é fundamental,” diz o profissional. O excesso de água também é prejudicial porque causa a proliferação de fungos e bactérias.

Geiser dá uma dica bastante lógica: usar plantas nativas da região onde o jardim está sendo cultivado e, portanto, adaptadas ao ecossistema local, facilita o controle de pragas e da necessidade de irrigação.

Arte/UOLNão se pode esquecer também de irrigar plantas em vasos. Há um mineral chamado vermiculita que, ao ser misturado na terra, armazena mais água e supre aos poucos as deficiências de umidade do solo. “Mas é uma solução temporária que não dispensa o controle constante da irrigação”, afirma o engenheiro. Portanto, fique atento. Plantas sem viço, murchas ou com folhas e ramos herbáceos tombados mostram sintomas de irrigação deficiente.

Métodos eficazes

Em geral, para a irrigação de pequenas áreas ou de plantas em vasos, o processo manual com o uso de regadores e esguichos simples é uma boa escolha. Para jardins maiores existem os aspersores que são ligados ao esguicho e funcionam pela pressão da água nas torneiras. “São úteis para gramados pequenos. Mas a pessoa vai mudando o aspersor de posição na medida em que vai regando. Existem também processos automáticos com controladores, bombas e sistema de canos e aspersores embutidos”, diz Geiser.

Há aspersores para as mais variadas situações, como para raio de rega de um metro, de dois metros e até raio de nove metros. Eles são colocados alinhados em função da dimensão da área a ser irrigada.


  • A irrigação por gotejamento permite maior controle da umidade, porque a água é vagarosamente fornecida a uma área específica, próxima às raízes da planta, por uma rede de gotejadores


  • Couve pode prevenir doenças como Mal de Alzheimer
  • A verdura pode também prevenir osteoporose e faz bem para o cérebro.

  • http://galeria.blogs.sapo.pt/arquivo/Couve-flor.jpg

    Pode não ser a verdura mais deliciosa do mundo, mas depois de ver esta reportagem tenho certeza que muita gente vai passar a comer o alimento que previne a osteoporose e até o Alzheimer.

    Essas folhas são poderosas.

    “Ela é rica em cálcio, o cálcio é legal para quem tem problema de osteoporose e também prevenção de osteoporose. No caso do ferro é legal também pro tratamento e também prevenção de anemia. Outro benefício também a B12 é importante na prevenção também de Alzheimer. Além de ter também vitamina C, que previne resfriado, melhora a imunidade”.

    E exigem uma quantidade certa no preparo.

    “Se a pessoa tomar um copo de suco fazendo com três folhas ao dia já é interessante, ou se ela tentar comer umas quatro colheres de sopa dela picada ou refolgada já é uma quantidade boa”.

    O ideal é comer crua pra manter todos os nutrientes, mas se for refogar, 30 segundos no fogo já bastam. E tem mais a couve faz bem para quem se exercita. Ela auxilia na formação de novos músculos. Tanto faz comer antes ou depois da malhação.

    Comer couve também faz bem para o cérebro. Ela tem nutrientes que ajudam a memória e o desenvolvimento intelectual. Uma ótima notícia para estudantes. Principalmente para aquelas crianças que estão se alfabetizando. Começando o aprendizado..

    E há boas maneiras de colocar essa verdura no cardápio. O suco de couve com maçã, cenoura e laranja é uma delas. Uma combinação perfeita.

    “O ferro combina muito bem com vitamina C, aí já fica legal o suco. Uma couve que é rica em ferro e tem vitamina C a gente coloca uma laranja, uma acerola um limão, rico em Vitamina C”.

 
Veja ! Como Compra um Cavalo?...Normas sem Oferecer riscos a Saúde, Rotação de Culturas, A Maior Ave do Planeta, Variedades Curiosas, Veneno de Jararaca, A Raça Dorper, Anglo Nubiana do Azulão... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 05 de Março de 2015 08:44

Eqüinos (cavalos) Para o lazer,esportes,fisioterapias,fonte de renda entre outras funções

 

Como escolher e comprar um cavalo

 

 
O aumento do interesse por cavalos e os esportes ligados a esse animal tem provocado um aquecimento no mercado de compra e venda de eqüinos. Desta forma, os novos “candidatos” a proprietários acabam em meio a uma situação a qual nunca antes vivenciaram: o momento da escolha e da compra do animal.

 

Comprar algo do qual não se conhece a fundo, seja qual for o produto ou animal, é sempre arriscado, pois se pode comprar “gato por lebre” ou, neste caso, “pangaré por cavalo de raça”. Em primeiro lugar, o comprador deve ter consciência exata do seu grau de conhecimento sobre cavalos e raças, para que não se arrependa depois. Não é vergonha assumir precisar de auxílio especializado para a operação de compras, pelo contrário, é a opção mais indicada na maioria dos casos, até mesmo para pessoas que já possuem um bom conhecimento sobre esses animais.

 

Por envolver muitos aspectos práticos, a análise do animal antes da decisão de compra, deve levar em conta muitos fatores, que podem ser divididos, basicamente, em dois grupos: os aspectos e desejos do cavaleiro ou amazona e as características e estado do cavalo.

 

Características e objetivos do comprador

 

Em primeiro lugar, ao comprar um cavalo, é preciso saber se este será utilizado para tração, montaria e que tipo de montaria. O objetivo do cavaleiro ou amazona pode ser a prática de cavalgadas, saltos, corrida de velocidade, jogo de Pólo, etc. Desta forma, o cavalo escolhido deverá ser escolhido por apresentar características mais favoráveis aos objetivos de seu dono.

 

Outro fator importante, relacionado diretamente ao futuro proprietário, são suas próprias características físicas, isto é, o porte do cavalo deverá ser apropriado ao porte físico do cavaleiro ou amazona. Por este motivo, não seria adequado, por exemplo, comprarmos um animal de grande altura para a prática de equitação de uma criança ou adolescente de estatura baixa. 

 

Características e estado físico do cavalo

 

O exame clínico de um animal, antes de sua compra, deve ser feito, preferencialmente, por um Médico Veterinário, especialista em eqüinos, para evitarmos surpresas posteriores com possíveis doenças ou problemas físicos, por exemplo. Além dos aspectos relacionados às possíveis doenças, o profissional deverá avaliar as funções reprodutivas do animal.

 

É necessário levar em conta a idade do cavalo, comportamento (se é um animal arisco ou mais dócil), problemas de aprumos e possíveis conseqüências no andar do animal, além das características específicas da raça do animal.

 

Existem raças mais ou menos indicadas para determinadas atividades, pois há animais mais aptos a prática de corridas de velocidade, resistência às longas cavalgadas, saltos, prática do jogo de pólo e provas de agilidade, entre tantas atividades que podem ser praticadas com estes magníficos animais.
 
 
 

Produtos precisam seguir normas do Ministério da Agricultura para não oferecer risco à saúde


 Shutterstock

Ao comprar produtos típicos das ceias de Natal e de Ano Novo, o consumidor deve ficar atento para os itens que podem levar o produto a ser considerado fora do padrão de qualidade exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As frutas frescasrequerem cuidados e são controlados na importação pelo governo. Maçãpêrauva rústica e uva finade mesa são frutas inspecionadas na entrada do país para avaliar a sua qualidade. 

O coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Fábio Florêncio, explica que o estado de conservação da fruta é observado para evitar o ingresso de frutas impróprias para o consumo. As normas fazem parte do padrão oficial de classificação do Mapa. 

As frutas secas também não podem ficar de fora das festas de fim de ano. Desta forma, frutas desidratadas como figo secodamasco, uvas passas importadas, quando ingressam no Brasil, são inspecionados pelo ministério. Durante a vistoria, os técnicos verificam se há contaminação por micotoxinas acima dos limites permitidos pela legislação brasileira

No caso das nozesamêndoasamendoins e pistaches o consumidor deve ficar atento, pois elas podem abrigar substâncias nocivas à saúde. A aflatoxina é produzida por um fungo que aparece quando o produto, depois de colhido, não é bem seco ou quando é armazenado em lugar úmido. O mais seguro é comprar as oleaginosas empacotadas, com informações de procedência na embalagem. A dica vale também para asfrutas cristalizadas e secas. 

O Mapa orienta as cadeias produtivas do amendoim e da castanha do Brasil (castanha-do-pará) a seguir as boas práticas de processamento do produto. O coordenador Fábio Florêncio afirma que “as orientações sobre os cuidados necessários para evitar contaminação e risco de má qualidade do produto são repassadas aos processadores e aos embaladores para que os seus produtos cheguem aos consumidores inócuos e sadios”.

 

 

Rotação de Culturas

 A monocultura ou mesmo o sistema contínuo de sucessão do tipo trigo-soja ou milho safrinha-soja, tende a provocar a degradação física, química e biológica do solo e a queda da produtividade das culturas.

 


    Também proporciona condições mais favoráveis para o desenvolvimento de doenças, pragas e plantas daninhas. Nas regiões dos Cerrados predomina a monocultura de soja entre as culturas anuais. Há a necessidade de introduzir, no sistema agrícola, outras espécies, de preferência gramíneas, como milho, pastagem e outras.

A rotação de culturas consiste em alternar, anualmente, espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

As vantagens da rotação de culturas são inúmeras. Além de proporcionar a produção diversificada de alimentos e outros produtos agrícolas, se adotada e conduzida de modo adequado e por um período suficientemente longo, essa prática melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo; auxilia no controle de plantas daninhas, doenças e pragas; repõe matéria orgânica e protege o solo da ação dos agentes climáticos e ajuda a viabilização do Sistema de Semeadura Direta e dos seus efeitos benéficos sobre a produção agropecuária e sobre o ambiente como um todo.

Para a obtenção de máxima eficiência, na melhoria da capacidade produtiva do solo, o planejamento da rotação de culturas deve considerar, preferencialmente, plantas comerciais e, sempre que possível, associar espécies que produzam grandes quantidades de biomassa e de rápido desenvolvimento, cultivadas isoladamente ou em consórcio com culturas comerciais.

Nesse planejamento, é necessário considerar que não basta apenas estabelecer e conduzir a melhor seqüência de culturas, dispondo-as nas diferentes glebas da propriedade. É necessário que o agricultor utilize todas as demais tecnologias à sua disposição, entre as quais destacam-se: técnicas específicas para controle de erosão; calagem, adubação; qualidade e tratamento de sementes, época e densidade de semeadura, cultivares adaptadas, controle de plantas daninhas, pragas e doenças.

 

 O ALBATOZ E O DESPERDÍCIO QUE FAZEMOS.

O    ALBATROZ   É    A   AVE     DE   MAIOR   ENVERGADURA    DO  PLANETA  .SUAS   ASAS   CHEGAM   A   MEDIR   3.5   METROS   DE   UMA   PONTA   A  OUTRA   E    VIVE   CERCA   DE   80   ANOS  .A   MAIOR   PARTE   DO  TEMPO   PASSA  VOANDO   SOBRE   OS    MARES ,  AONDE     PESCA      PEIXES   PARA   SE  ALIMENTAR  .  PRECISA   DE    ALGUMA   ILHA  OU  TERRA  PARA   POUSAR   E  DESCANSAR  .QUANDO   OS  ANTIGOS   NAVEGANTES   AVISTAVAM    ALBATROZES ,  SABIAM    QUE  HAVIA   TERRA   PRÓXIMA . A    PETROBRÁS    FINANCIA   O   PROJETO   ALBATROZ    C OM    FINALIDADE   DE   PRESERVAR     A   ESPÉCIE  .

DESPERDÍCIO   DE    COMIDA

64%    do    que   se   planta   no   País  ,  é   perdido   ao   longo   da   cadeia   produtiva . 10     milhões    de   toneladas  de   grãos    são   derramados   no  caminho  entre  o  produtor   e   o   consumidor   .50%    das    hortaliças   é      a   perda    média   entre   a   colheita  e  oferta   no  mercado  .A  nível    mundial  ,  a   FAO   ESTIMA , QUE   33 %   DE  TUDO  QUE  É   PRODUZIDO  NO  MUNDO  É  DESPERDIÇADO  .

DESPERDÍCIO    DE    ÁGUA    E   ENERGIA   ELETRICA

42%      de    toda  água   potável  se  perde   no   processo   de   captação ,reservatório   e   consumidor   final  . Cada    brasileiro   desperdiça  de   50   a  100   litros    diários   por  vazamentos   ou  maus    hábitos  , como    escovar  os  dentes  e  fazer   a  barba   com  a  torneira   aberta  .

 

 

 

 

A    energia   elétrica  distribuida    no   país  é  desperdiçada   por    maus  hábitos    como   não   apagar   a   luz  quando   deixa   um  cômodo  ou    deixar   os   aparelhos    eletrônicos   na   posição  stand   by .  MAIS   DE  UM  TERÇO   DOS   CONSUMIDORES   NÃO   PAGAM    A   CONTA   DE    LUZ .  POR   CONTA   DESSES   DESPERDÍCIOS   MAIS   DE  2   BILHÕES   DE  PESSOAS   PASSAM  FOME   E  NÃO  TEEM  ELETRICIDADE
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 VARIEDADES 

Você sabia...?

http://netobio.files.wordpress.com/2007/04/curiosidades.jpg... que a cauda de animais domésticos indica felicidade? Isso nos sonhos. Se sonhar com cauda de animais selvagens, é sinal de lucros. Se a cauda for de peixes indica especulações bem sucedidas. Se a cauda for de cabrito, significa alegrias. Se for de carneiro, significa trabalho.

... que o manejo sanitário adequado melhora a saúde dos animais? Melhora também a fertilidade, a produção, o ganho de peso e a produção de leite.

... que a Bíblia diz que o leite indica fartura e felicidade? Diz Provérbios 27:27:

“E haverá bastante leite de cabra para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas”.

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Frase

- Tem raça de cachorro para tudo: o que trabalha e o que dá trabalho. Geralmente só dá trabalho. (Frase de Expositora)

- O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna. (Salomão)

- Para filosofia barata não adianta inseticida. (Simone Dias Marques)

- Onde há muitos a comandar, nasce a confusão. (Luigi Einaudi, 1874-1961)

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Provérbio

- O avaro teme a pobreza, mas vive nela. (Provérbio árabe)

- Se teu inimigo é o mosquito, vê nele um elefante. (Provérbio árabe)

- Pela repetição até o asno aprende.

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Ditado

- Quando o esforçado só trabalha, o folgado leva a fama.

- É mais fácil chegar-se um touro a um mourão do que um estúpido à razão.

- Aonde vai o ferro vai a ferrugem.

- O risco que corre o pau, corre o machado.

- Quem em novo não trabalha, em velho dorme na palha.

- Cabrita ruim não precisa de chocalho.

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Ditado Esquisito

- Antes dava um boi para não entrar numa briga, hoje brigo por um bife.

- Suba na vida, mas não faça ninguém de escada.

- Se a botina é boa, não precisa de turbina.

- Por favor, não respire, pois estou fumando.

- Salário de pobre é troco de rico.

 

 Pesquisa utiliza veneno de jararaca contra hipertensão em gestantes

 

Foto: Arqueos

Em grávidas, perigo é o desenvolvimento de eclampsia.A jararaca é uma das cobras mais perigosas do mundo. Uma picada pode ser fatal, mas esse poderoso veneno já é usado como aliado no combate de uma doença que atinge 3 em cada 10 brasileiros: a hipertensão arterial.

Pesquisadores descobriram agora que uma molécula extraída da serpente tem uma ação diferenciada e pode servir de base para a produção de um remédio específico para pressão alta em mulheres grávidas.

Nas grávidas, a hipertensão pode levar a complicações durante a gestação e no parto. Entre as complicações estão a eclampsia e a pré-eclampsia, principais causas de doenças e mortes de mães e recém-nascidos. “Não existe pervenção, não existem grandes sinais clínicos. Por isso que é essencial o acompanhamento pré-natal”, diz o médico obstetra Nilson Abrão Szylit.

A pressão da advogada Stela Maris disparou no sétimo mês de gestação e o parto de Pedro teve que ser antecipado. “Eu tinha picos de pressão alta. Tinha horários em que eu media e estava 12 por 8, normal, e no final do dia estava 16 por 12″, conta Stela. “Ele poderia morrer.”

A molécula extraída do veneno da jararaca para controlar a hipertensão na gravidez já está sendo testada em laboratório. Os pesquisadores fizeram os testes em ratos sadios e em células da placenta e do cordão umbilical para saber se a substância poderia ser usada sem afetar o feto.

“Apesar de ser necessário testar nas mulheres, todos os parâmetros que estão sendo analisados in vitro têm sido muito promissores”, diz a coordenadora da pesquisa, Claudiana Lameu.

“A jararaca é injustiçada porque o estudo do seu veneno tem trazido muitos benefícios para a ciência, muitos trabalhos estão sendo realizados na busca de novos medicamentos que poderiam ser muito úteis para as pessoas”, diz a pesquisadora.

 
 OVINOCULTURA: Por que criar Dorper?

O dorper é extremamente bem sucedido e próspero na África do Sul

 

- Foi desenvolvido na África do Sul há mais de 60 anos 
- A popularidade de raça continua aumentando 
- Tem como raças fundadoras: Dorset Horn e Blackhead Persa (raça de rabo-largo, bem adaptada às condições áridas) 
- O rebanho de Dorper e seus mestiços já somam um terço das 30 milhões de ovelhas na África do Sul. 
- Dorper é a segunda raça mais popular na África do Sul.


Boa Aparência

- É um ovino muito bem proporcionado, evidenciando lucratividade. 
- Excelente conformação para carne. 
- Apresenta cabeça preta e corpo branco (Dorper) ou é completamente branco (Dorper Branco). 
- Traseiro com possante musculatura. 
- Tamanho agradável: as ovelhas adultas pesam cerca de 94,0 kg.


Soberbas carcaças de Cordeiro

- Os cordeiros Dorper normalmente vencem as competições de carcaça na África do Sul. 
- Na África do Sul, 90% dos cordeiros Dorper recebem pontuação "Super", equivalente ao "Choice Grade" dos Estados Unidos. 
- Os cordeiros da África do Sul pesam entre 36-45 kg, ou mais, aos 100 dias de idade. SOMENTE EM REGIME DE PASTO. 
- Traseiros bem musculados e pesados. 
- Carne magra.


Tosquia desnecessária

- As mechas, que são uma mistura de lã e de pêlos, caem todos os anos. 
- As mechas lanosas duram um pequeno tempo. 
- Mais carne, menos lã! 
- O couro do Dorper atinge altos preços na África do Sul.


Extremamente Robusto e Adaptável

- O Dorper é um pastador não-seletivo. 
- Tem grande tolerância aos parasitas internos e externos. 
- É longevo. 
- Os animais são fáceis de serem manejados e guardados. Assim, os custos de manutenção são baixos. 
- O Dorper prospera em condições marginais. 
- Os cordeiros são muito vigorosos logo ao nascer. Assim, a taxa de mortalidade de cordeiros é baixa. 
- A raça sai-se bem em climas variados: árido, úmido, quente e frio. 
- Notável desempenho sob manejo extensivo ou intensivo.


Muito fértil e precoce

- Os carneiros podem acasalar já aos 100 dias de vida. 
- Os machos podem acasalar o ano inteiro. 
- Pode-se conseguir facilmente 3 cordeiros a cada 2 anos.
- Resultado de 150-180% de crias na África do Sul (2,25 - 2,7 crias/ano).


Mães maravilhosas

- Alta produção de leite e boa conformação do úbere. 
- Fácil parição. Os cordeiros são bem proporcionados com pequena cabeça ao nascimento. A musculatura começa a se desenvolver entre 2-3 semanas de idade) 
- Dóceis.

 
 
  • ANGLO NUBIANO DO AZULÃO -  DRAGÃO DO AZULÃO
  •  
     

     

    DRAGÃO é um animal de conformação impressionante. Alia padrão racial com características produtivas interessantes. Seu porte realmente impressiona. São 134kg muito bem distribuídos em forte esqueleto e articulações, ótimas pernas e aprumos. Tem um pescoço lançado e imponentemente implantado nas paletas, formando um conjunto de peito e paletas muito musculoso e aberto. É extremamente comprido, mas mantém uma linha de dorso impecável, finalizando em uma garupa de boa angulação e muito musculosa, além de pernil avantajado
  • Por todos esses atributos, DRAGÃO se destacou em diversas pistas no Nordeste: Campeão Cabrito Menor em Afogados da Ingazeira, Sertânia, Floresta e Arcoverde em 2008; Reservado Grande Campeão Serra Talhada 2008; Grande Campeão Sertânia 2009; e Grande Campeão na Nacional em 2009, refl etindo o belo trabalho de seleção realizado por seu criador e proprietário AZULÃO, numa história de mais de 35 anos de melhoramento genético da raça;

    Apesar de jovem, DRAGÃO já demonstra todo seu potencial como grande padreador. Sua progênie em destaque:

    - MAYA DO AZULÃO é destaque onde apresenta-se, foi Grande Campeã Cabrita Menor em Afogados da Ingazeira, Sertânia, Floresta, Arco Verde e Campeã Nacional 2009 cabrita maior, alem de ser o maior preço do leilão Nacional da raça;

    - CLAUDIA DO AZULÃO foi o melhor Úbere Jovem na Nacional 2009, que apresentou inclusive uma precocidade incrível, parida aos 11 meses e que úbere, que produção!;

    - HOLANDA DO AZULÃO, Campeã Cabrita Menor na Festa da Boi 2009;

    - MADALENA DO AZULÃO, Reservada Campeã Cabrita Menor na Festa da Boi 2009;

    - COLOMBIA DO AZULÃO foi Campeã Cabrita Jovem e Campeã Úbere Jovem em Sertânia e Floresta/PE em 2010;

    - VULCÃO DO AZULÃO foi Campeão Cabrito Menor e compôs o conjunto Progênie de pai Campeã também em Sertânia e Floresta-PE - 2010;

    - FURACÃO DO AZULÃO; Campeão Cabrito Menor nas Exposições de Ibimirim, Floresta, Petrolândia e Sertânia, todas em 2010;

    - VIVIANE DO AZULÃO; Campeã Cabrita Menor em Ibimirim, Floresta, Petrolândia e Sertânia em 2010;

    - ELIA DO AZULÃO; Res.Campeã Cabrita Menor nas cidades de Ibimirim, Floresta, Petrolândia e Sertânia em 2010;
  • DRAGÃO é uma boa opção para quem busca melhoria na arquitetura de úbere na raça anglo, conforme demonstra a foto de COLOMBIA DO AZULÃO.
  •  A Top in Life é especializada na comercialização de sêmen resfriado e criopreservado de ovinos e caprinos de elevada qualidade genética. Possuímos uma rede de representantes de vendas distribuída pelo Brasil e América Latina. Todo o material comercializado é coletado e processado em sua Central, onde seguem um rígido controle de qualidade que garante o alto padrão de produtos.
  •  Situada no município de Jaboticabal, próxima à cidade de Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, a Top in Life Biotecnologia & Genética Anima é uma das maiores empresas da America Latina especializada.
  •  
    Veja ! Verminose (O.P.G), Variedades, Ração Suplementar, Energia Solar, Avanço da Genética, Mamão Cultivo e Manejo, Aparelho Reprodutivo, Uso indiscriminado de Herbicidas e Cultivo de Hidroponia... PDF Imprimir E-mail
    Escrito por Lívio Chaves   
    Seg, 02 de Março de 2015 08:37

     Parasitoses Gatrointestinais (Verminoses)

    Contagem de Ovos por Gramas de Fezes (O.P.G)

     

    • t_dsc08274.jpg

    As parasitoses ovinas estão entre as principais preocupações dos produtores, sendo apontadas como limitantes para o desenvolvimento dos sistemas de produção, provocando perdas de peso, queda na produção de lã e alta mortalidade de animais;  frutos da espoliação do hospedeiro e o desenvolvimento da resistência aos anti-helmínticos disponíveis.

     

     

    Manifestações mais comuns da verminose são: 

      • perda de peso e apetite;  

      • diarréia;

      • anemia e papeira;

      • desidratação;

      • morte.

      Ciclo biológico direto – Endoparasitas
      Haemonchus contortus – ciclo de 28 dias

       image002.jpg

      Apenas 5% dos vermes estão no interior do animal, com isso, 95% encontram-se no ambiente na forma de ovos e larvas, portanto, só evermifugar os animais não adianta, estaria apenas eliminando os vermes internos, infestando-se novamente ao ingerir novas larvas presentes na pastagem.
      Fatores comuns que causam a resistência são super-doses, sub-doses, aumento na freqüência de uso, aplicação incorreta, mistura errônea(banho ou pulverização).
      O manejo correto das pastagens é uma das proteções do rebanho no combate a verminose.
      O controle estratégico de vermifugação deve ser ajustado em consonância com as condições climáticas de cada região, procurando sempre concentrar a vermifugação no período seco
      A principal parasitose na região é a hemoncose, que causa surtos nos meses de primavera, verão e outono, conforme as chuvas, e se manifesta por anemia, papeira e alta mortalidade. Outra é a trichostrongilose, causadora de diarréia no outono e inverno.
      O exame de fezes, chamado de contagem e ovos por grama de fezes ou OPG, é um método bastante simples para monitorar as parasitoses nos rebanhos ovinos.
      As amostras de fezes são colhidas diretamente do reto do animal, e com cuidado remove-se um bolo fecal, que deve ser embalado, resfriado e enviado ao laboratório para exame e possível definição do tratamento. Não pode misturar as amostras, colocando cada uma em embalagem individual, identificando espécie, lote, potreiro; como melhor o próprio proprietário possa identificá-los após o resultado dos exames para o possível tratamento.
      Coletar uma amostra de 7 a 10% do rebanho separado por idade. Um exemplo seria um campo com 500 borregas, coletar 50 amostras, e para fazer um controle correto do rebanho, seguir fazendo as coletas a cada 28,30 dias. 
      Resultados da contagem de ovos por grama de fezes (OPG) maiores de 500, se faz necessário dosificar, menores ou igual a 500 não necessita. 
      Para verificar a eficiência do medicamento é recomendado fazer a coleta 7-10 dias após a dosificação para verificar se foram eliminados ovos.
      Ciclo Biológico
      Os nematóides apresentam um ciclo de vida simples, com uma fase parasitária no hospedeiro(ovino) e em outra não parasitária, de vida livre na pastagem. Um exemplo, a partir de uma fêmea fecunda do Haemonchus contortus (lombriga da coalheira), está põe os ovos que saem misturados com a matéria fecal. No meio externo, com condições de alta umidade e temperatura, se formam três estágios larvais consecutivos (L1, L2 e L3). A L3, em geral, se observa em pequenas gotas d’água no pasto à espera de ser consumida por um ovino. Se isto ocorre, a L3 muda para L4 e logo amadurece para fêmea ou macho adulto que copulam, fechando o ciclo com uma nova postura de ovos. Em períodos frios, o ciclo dos parasitas não é cortado, somente retarda, esperando melhores condições ambientais.

       

       

      VARIEDADES 
       

       

      Você sabia...?

      ... que o mundo é dos ratos? De fato, há mais de 1.700 espécies de ratos distribuídas pelo mundo, dentre as quais cerca de 125 estão classificadas como pragas.  A Organização Mundial da Saúde estima que haja cerca de três ratos por habitante no mundo, o que resultaria em cerca de 21 bilhões.

      ... que, na antiga Roma, era costume fazer queijos enormes?  Alguns chegaram a pesar 1.000 libras, ou 450 kg.

      ... que um comportamento bem intrigante que todos os caprinos fazem, é o movimento rápido do balanço do rabo após defecar? Até o presente momento não há uma explicação cientifica para esse balanço de rabo.

      ... que o peso do estrume diário de um caprino ou ovino adulto equivale a 5% de seu peso vivo?

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      Provérbio

      - Vender e se arrepender é melhor do que não vender e se arrepender. (Ditado árabe)

      - Melhor negar o favor do que fazer esperar. (Provérbio árabe)

      - Só cheira a alho quem come alho. (Provérbio árabe)

      - As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu próprio amigo se separa.

      - Só vem na concha o que você mesmo colocou no pote. (Provérbio árabe)

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      Ditado Esquisito

      - Se correr o guarda multa, se parar o banco toma!

      - Fácil é empurrar bêbado na ladeira.

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      Ditado

      - Gente nova e burros velhos botam o mundo a perder.

      - Hóspede de avarento não precisa de purgante.

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      Frase

      - O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. (Isaac Newton)

      - Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas. (Voltaire)

      - Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas. (Voltaire)

      - Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha. (Vitor Hugo)

      - Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas. (Voltaire)

      - A fórmula do sucesso eu ainda não sei; mas a do fracasso é contentar a todos.

      - Não existe caminho para a felicidade... A felicidade é o caminho! (Gandhi)

       

       

      RAÇÃO SUPLEMENTAR ELEVA QUALIDADE DO LEITE

       


      Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

      Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
      “Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

      Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

      “As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

      O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

      No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

      “Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.
       
       Celpe vai usar energia solar para bombear água na Zona Rural

       

      A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) obteve aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para implantar um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de geração de energia solar fotovoltaica destinado ao bombeamento de água em poços da zona rural de Pernambuco com equipamentos nacionais. O sistema inclui a instalação de painéis fotovoltaicos para captação da energia do sol e transformação em energia elétrica para acionamento do motor de sucção que bombeará água do poço para um reservatório elevado (caixa d´água).

      O projeto da Celpe será executado em parceria com a Universidade Salvador (UNIFACS), Universidade de São Paulo (USP), o Centro Brasileiro de Energia e Mudanças Climáticas (CBEM) e o Governo do Estado de Pernambuco, que será feito no âmbito do Programa Estadual de Eletrificação de Poços. A iniciativa contribuirá para a substituição do consumo de combustíveis fósseis, como óleo diesel e gasolina, usados em poços distantes da rede de energia elétrica. Também servirá de base para futuras ações de enfrentamento às dificuldades de suprimento de água nas áreas remotas do estado.  

       

       

      Avanço da genética: primeira clonagem de bovinos totalmente feita em laboratório

       

       

      O experimento foi realizado a partir de células da orelha de um animal recém-falecido.  Foram produzidos no laboratório de reprodução animal do Centro de Transferência de Tecnologias de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira (CTZL), os primeiros embriões clonados a partir de células de uma vaca da raça Gir de alto valor genético. “É nossa rotina produzir embriões por meio de fecundação in vitro e de transferência de embriões. Mas, foi a primeira vez que realizamos a tecnologia de transferência nuclear, a clonagem,  integralmente no laboratório”, afirmou o pesquisador da Embrapa Cerrados, Carlos Frederico Martins.

      De acordo com ele, os embriões foram conseguidos na primeira tentativa de manipulação. “Agora vamos testar outros tipos celulares para verificar se influenciam na melhoria da tecnologia. Para esse trabalho podemos utilizar células do líquido amniótico, do cordão umbilical, e de tecidos adiposos. As células amnióticas e do cordão umbilical apresentam memória embrionária recente e nunca foram utilizadas nos procedimentos de clonagem”, explicou. Segundo o pesquisador, nas próximas semanas vão ser produzidos outros embriões que serão transferidos para animais receptores.

      Um dos principais objetivos da clonagem de bovinos está relacionado ao melhoramento genético do rebanho. “A clonagem comercial tem sido utilizada para criar cópias de animais com elevado valor genético, tais como vacas com alta produção de leite ou touros com qualidade de carne superior”, explicou o estudioso. De acordo com ele, a tecnologia também pode ser utilizada para produzir animais transgênicos, os quais podem apresentar no leite proteínas para utilização humana, tais como fatores de coagulação sanguínea e insulina.

       

       

       Mamão Cultivo e Manejo

      Nomes Populares :Mamoeiro 
      Família :Família Caricaceae
       
      Origem:Originária da América tropical.

       


      Descrição:

      Planta herbácea de altura entre 2 e 10,0 metros, poucas raízes superficiais, caule fibroso e frágil de cor verde acinzentado com as folhas em coroa na parte apical.As folhas são grandes, verdes e recortadas, com pecíolo de quase um metro de comprimento, oco e frágil. As flores são masculinas, femininas ou hermafroditas pequenas e branco-amareladas. 

      O fruto é do tipo baga, de casca fina amarelada quando maduro, polpa sumarenta, doce e perfumada de cor laranja ou amarela com muitas sementes pretas dentro da cavidade do fruto. Toda a planta tem látex que contém papaína, empregue em indústria para amaciamento de carnes, confecção de queijos, chicletes e na indústria de couros.

      O mamoeiro apresenta uma curiosidade: plantas masculinas tem inflorescências de longo pecíolo, com estames e anteras bem desenvolvidas mas partes femininas rudimentares.
      Se chegar a produzir frutos, este é deformado. É o chamado mamão-macho. 

      Nas plantas femininas as flores são amarelas solitárias ou em grupo de 2 a 3 unidades inseridas diretamente no caule. Os frutos resultantes são arredondados a meio ovais. 
      Para a produção de frutos será necessário uma muda de mamoeiro masculino senão não haverá frutos. 

      Já o mamoeiro hermafrodita tem flores completas, com os órgãos femininos e masculinos na mesma flor e produzem frutos cilíndricos ou arredondados. 
      Só saberemos a qual tipo pertence nossa planta após a emissão de suas flores.


      Modo de Cultivo :

      O clima ideal para o mamoeiro é com temperaturas entre 22-26 ºC e um regime de chuvas ao redor de 2000 mm anuais. Aprecia umidade relativamente alta, em torno de 80%, mas não tolera ventos fortes. Pode ser cultivado em regiões a menos de 800m de altitude.
      O solo para o mamoeiro é o areno-argiloso, poroso e profundo, com alto teor de matéria orgânica e pH em torno de 5,5 até 6,6. 

      Plantio e Adubação :

      Para plantar mais de uma muda observar o espaçamento de 3,0 x 1,80m.
      Abrir covas de 30 x 30 x 30 cm e colocar 5 litros de adubo animal curtido, gado ou aves, misturando bem na terra, acrescentando depois adubo granulado formulação 10-10-10, cerca de 200 gramas por cova, colocando uma camada fina de composto orgânico ou húmus de minhoca em cima para a planta não queimar as raízes em contato direto com o adubo. 
      Tutorar a muda para evitar que tombe. 
      Não esquecer de regar. 
      A melhor época de plantio é no início do período das chuvas. 
      O mamoeiro consome bastante água então devemos ficar atentos à rega do pomar e não esquecê-lo.
       
       
      APARELHO REPRODUTIVO DAS NOSSAS MATRIZES
       

      Vulva 
      É a abertura externa do aparelho genital feminino, formada pelos lábios maiores que fecham a entrada dos tratos reprodutivo e urinário. 

      Vestíbulo 
      É a região onde os tratos reprodutivo e urinário se encontram. Ela se estende da vulva até a abertura da uretra. O clitóris que tem a mesma origem embrionária do pênis, está localizada na porção ventral do vestíbulo. 
      Vagina  
      É a porção do trato reprodutivo localizada entre o vestíbulo e a cérvice. É o órgão copulatório feminino, onde o sêmen é depositado. 

      Cérvice  
      É a região de estreitamento do canal genital que separa a vagina do útero. Sua função primária é prevenir a passagem de microorganismos da vagina para o útero. Durante o diestro e a gestação, a produção de um muco altamente viscoso forma um tampão que obstrui a entrada do canal cervical. A liquefação desse tampão mucoso e a dilatação da cérvice uterina ocorrem durante o cio, permitindo assim a passagem do ejaculado para o útero e a penetração da pipeta de inseminação. Convém lembrar que a cérvice é o ponto de transição entre o meio semi-estéri] do útero e a região freqüentemente contaminada da vagina. 

      Útero 
      É a região do trato reprodutivo que abriga o embrião ou feto durante a gestação, sendo composto de um corpo e dois cornos uterinos. A mucosa uterina contém de 70 a 120 carúnculas, que são estruturas que ligam as membranas fetais ao útero durante a gestação.

      0vidutos 
      São dois túbulos que se estendem dos ovários aos cornos uterinos. Na extremidade próxima a cada ovário, o oviduto forma o infundíbulo estrutura em forma de funil que envolve o ovário e recebe o óvulo por ocasião da ovulação. 

       Ovários  
      São as duas gônadas femininas responsáveis pela formação do óvulo, que após fertilizado dará origem ao embrião. Os ovários atuam também como glândula endócrina, produzindo os hormônios esteróides estradiol e progesterona. O estradiol é produzido pelos folículos em desenvolvimento, e a progesterona pelo corpo lúteo.
       
       

      Uso indiscriminado de herbicidas faz surgir as plantas daninhas resistentes na cultura do milho

       

       

      Estima-se que o uso de herbicidas na cultura do milho tenha alcançado 70% das áreas cultivadas no Brasil. Segundo o pesquisador Décio Karam, o uso da atrazina tem ocorrido na maioria das aplicações. Além desse último herbicida, o glifosato e o 2,4D correspondem a aproximadamente 76% do volume comercializado no Brasil.

      De acordo com Karam, os herbicidas têm sido o agrotóxico mais utilizado na agricultura brasileira. Em relatório apresentado pelo Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis -, a comercialização de herbicidas superou 127 mil toneladas em 2009 distribuídos em 90 ingredientes ativos e em mais de 440 marcas comerciais.

      Entre em contato com a Embrapa Milho e Sorgo e saiba os principais métodos usados para o controle de plantas daninhas na cultura do milho, como operações que devem ser realizadas na fase pós-colheita, tecnologias disponíveis de aplicação e as práticas da dessecação e do manejo da resistência.

      Para o pesquisador Décio Karam, da área de Fitossanidade da Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, Minas Gerais, a resistência de determinadas plantas daninhas a herbicidas foi primeiramente notificada no Brasil na década de 1980 com o surgimento da enzima ALS (acetolactato sintase).

      Práticas culturais ineficientes e utilização inadequada de herbicidas na cultura do milhosão os principais fatores que provocam aumento dos custos de produção, impactos ambientais e maior resistência de plantas daninhas a herbicidas.   “Com a introdução das culturas transgênicas resistentes ao herbicida glyphosate, a pressão de seleção imposta pelas glicinas tende a aumentar e veremos, consequentemente, o surgimento de mais populações resistentes a esse grupo herbicida”, explica Karam.

      Entre as ocorrências mais recentes, Décio Karam alerta para o surgimento do azevém, gramínea agressiva resistente aos herbicidas da classe das glicinas, o “que poderá ocasionar alguma dificuldade de controle em cultivares de milho resistentes ao glifosato”. Situações semelhantes têm sido verificadas em relação às seguintes plantas daninhas: buva, leiteiro, comum em áreas de pastagens, e capim amargoso, já relatadas no Brasil como resistentes ao glifosato. “O surgimento de plantas daninhas resistentes a herbicidas sempre estará associado a mudanças genéticas na população em função da seleção ocasionada pela aplicação repetida de um mesmo herbicida ou herbicidas com um mesmo mecanismo de ação”, alerta o pesquisador.

       

       

      Hidroponia alternativa de renda para horticultores

       

       


      cultivo de hidroponia

      Hidroponia é a técnica de cultivo de plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução equilibrada de nutrientes que contém a água e todos os nutrientes essenciais para o crescimento da planta. Na hidroponia, as raízes podem ser suspensas em meio líquido (NFT) ou apoiadas em um substrato inerte (areia lavada, por exemplo). 
      Crescendo em uma solução nutritiva utilizando um substrato inerte (por exemplo, húmus), aceita-se que um solo menos, mas é apropriado para se referir a como hidroponia. Quando a solução é aplicado no solo, tem a ferti-irrigação. Não há crescimento sem solo ou hidroponia. Em geral, esta solução não é completa, tem um modo complementar. 
      Portanto, na hidroponia a única fonte de nutrientes para as plantas é a solução nutritiva, pois se não houver substrato, que é inerte. Cultivo sem solo, como o terreno não é usado. Um exemplo é o cultivo somente em minhocas. 
      A palavra hidroponia vem do grego hydro = água e ponos = trabalho radical. Apesar de ser um relativamente antigos, apenas os hidroponia termo foi usado pela primeira vez em 1935 pelo Dr. W. F.Gericke da Universidade da Califórnia. 
      Gericke adotou o sistema de cultivo sem solo para condições de campo, por isso tornou-se o primeiro passo para permitir o cultivo em escala comercial. Quando você diz "Gericke é o pai da hidroponia" não significa que inventou o cultivo sem solo, mas é uma homenagem aos avanços científicos feitos por ele e quem primeiro usou o termo hidroponia. [Edit] princípios de funcionamento 
      As plantas são colocadas em recipientes ou canais de circulação de uma solução nutritiva composta de água pura e de nutrientes dissolvidos em quantidades que satisfaçam as necessidades individuais de cada tipo de cultura. Estes canais, ou reservatórios podem ou não ter meios para suportar plantas, substrato, como pedras ou areia. A solução nutritiva é um controle rigoroso para manter suas propriedades é feita a monitorização regular do pH e da concentração de nutrientes, assim as plantas crescem nas melhores condições possíveis.
       

       

      O secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos, acompanhado do engenheiro agrônomo do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Júlio Mesquita, visitou recentemente duas Unidades Produtivas de Horticultura voltadas ao cultivo hidropônico nos municípios de Goiana e Chã Grande. Durante a visita, Ranilson Ramos ressaltou que a orientação do governador Eduardo Campos é de implementar novas unidades de horticultura hidropônica, tanto em áreas urbanas quanto em colônias penais do estado.

      O plantio visitado em Goiana pertence ao Grupo Extrabom e destina a produção de nove culturas - alface, coentro, salsa, salsão, rúcula, pepino, pimentão, couve-folha e cebolinho - ao abastecimento da rede de lojas de supermercados. De acordo com o proprietário da unidade e dono do grupo Extrabom, Wellington Borba, são produzidas por mês, em três hectares, 150 mil folhagens, além de 12 toneladas de pepino e pimentão. “Nossa maior fonte de renda vem do coentro que, em 30 dias, produz cerca de 80 mil molhos”, acrescentou Wellington. O secretário parabenizou a iniciativa da equipe por implantar tecnologias de ponta em áreas antes desvalorizadas.

      Já na área de produção, localizada no Sítio Valado das Palmeiras, em Chã Grande, o plantio é direcionado ao abastecimento de frutas e verduras das lojas Verd Frut e Verdão Hortifrut. Por meio da hidroponia são produzidas oito culturas, em um hectare. Segundo a engenheira agrônoma do grupo Verd Frut, Rejane Falcão, o maior volume de renda também é oriundo do coentro e do alface.

       
      Veja ! Floresta de Eucalipto, Viagem com Pets, Galinhas em Produção, Culinaria Bodistica, Curiosidades, Aleitamento Artificial e Abelhas ajudam a combater Cáries... PDF Imprimir E-mail
      Escrito por Lívio Chaves   
      Ter, 24 de Fevereiro de 2015 08:36

      Floresta de eucalipto promove recuperação do meio ambiente e mais renda para o produtor

       

      O eucalipto vêm desempenhando uma importante função de floresta de substituição, para a produção sustentada de madeira para múltiplas finalidades, reduzindo significativamente a pressão de consumo sobre as florestas naturais de todo o mundo. O Brasil conta com aproximadamente 523,70 milhões de hectares de florestas, sendo 517,09 milhões de hectares de florestas naturais, representando seus distintos biomas , os dados são do Anuário Estatístico da ABRAF.

      O setor de florestas plantadas vem desempenhando importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens e serviços, agregação de valor aos produtos florestais e para a geração de empregos, divisas, tributos e rendas, segundo análise dos pesquisadores da Embrapa Floresta.

      Uma ou mais espécies de eucalipto são cultivadas em aproximadamente 100 países tropicais e subtropicais, mas são poucas aquelas plantadas comercialmente. Provavelmente, não mais de 20 espécies e algumas outras poucas resultantes da hibridação interespecífica vêm sendo utilizadas, em escala comercial, nesses países.

      No Brasil e no mundo, espécies de eucalipto têm sido preferencialmente utilizadas devido ao seu rápido crescimento, capacidade de adaptação às diversas regiões ecológicas e pelo potencial econômico de utilização diversificada de sua madeira. Em 2009, o Brasil passou para a sétima posição mundial, em produção de madeira plantada, alcançando 6,78 milhões de hectares de florestas plantadas principalmente com espécies de eucalipto (66,58 %), pínus (26,46 %) e outras espécies (6,96 %) , mais uma vez, com base nos dados do Anuário Estatístico de ABRAF. 

      O plantio do eucalipto, presente em mais de 450 municípios, está em franca expansão na maioria dos estados brasileiros com tradição na silvicultura deste gênero ou em estados considerados como novas fronteiras da silvicultura, com crescimento médio anual de 7,1% no período de 2004 a 2009 (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA ABRAF, 2010). O aumento da área plantada com eucalipto no Brasil tem sido resultante de seu rápido crescimento em ciclo de curta rotação, alta produtividade florestal decorrente da tecnologia de ponta aplicada à produção e novos investimentos das empresas que utilizam a sua madeira como matéria-prima nos processos industriais.

       

       

      Viagem de férias com pets requer cuidados obrigatórios   
       
       

      Bichinhos(animais) de estimação

       

      O mês de julho que já se aproxima é sinônimo de férias para muitos brasileiros e os bichinhos de estimação seguem como companheiros de seus donos em passeios pelo país e também para o exterior. Entretanto, paratransportar um animal doméstico é necessário estar atento a vários cuidados.

      Em 2010, cerca de 13,2 mil cães e gatos passaram pelos três principais aeroportos do Brasil (Guarulhos, em SP, Galeão, no RJ, e Juscelino Kubitschek, no DF). Fiscais do Ministério da Agricultura são responsáveis por esse trânsito dos animais e dizem que certoscuidados são essenciais para evitar disseminação de doenças nos bichinhos ou a transmissão para humanos.

      Confira algumas dicas para não correr o risco de ficar sem o se pet ou sem a viagem:

      1 – Para viagens nacionais: para cães e gatos, leve carteira de vacinação do animal contra a raiva e atestado de saúde, emitido pelo veterinário. Para outras espécies como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a Guia de Trânsito Animal (GTA), expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou emitida pelo órgão executor da defesa sanitária nas unidades da federação. Este guia contém informações sobre a origem e destino do animal e outras informações como a exigência de vacina para algumas espécies.

      2 – Para viagens internacionais as regras são mais rígidas: para sair do Brasil, o animal precisa ter oCertificado Zoossanitário Internacional (CZI), expedido por um fiscal federal agropecuário, com formação em medicina veterinária e pertencente ao Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, em 106 postos localizados em aeroportos, portos e em postos de fronteira. O documento é gratuito e fica pronto na hora, mas recomenda-se não deixar para solicitá-lo no dia da viagem, o ideal é fazê-lo no dia anterior, pois se a demanda estiver grande, pode demorar até 48 horas para ser liberado.

      3 – Sem a documentação necessária, o animal está sujeito a apreensão e deportação ou sacrifíciopelas autoridades sanitárias do destino. Rações e qualquer tipo de alimentação não podem ser transportados de um país para o outro, nem fechadas nem abertas, pois oferecem riscos sanitários à agropecuária local.

      4 – Ao organizar sua viagem, é importante buscar o consulado ou embaixada do país de origem para ver as regras do país, pois cada local tem regras específicas. Alguns países que são considerados livres deraiva não aceitam animais do Brasil ou exigem que seja feita uma longa quarentena. A Austrália, por exemplo, não aceita cães e gatos oriundos do Brasil. Outros proíbem algumas raças, como a China, que não aceita cães das raças pit bull terrier ou fila brasileiro. Já no Reino Unido, o animal deve ficar em quarentena antes de ser liberado.

      5 – No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Ibama para o trânsito, a consulta pode ser feita no site www.ibama.gov.br.

       

      PRODUZINDO GALINHAS

       



      A galinha bota um ovo por dia, atingindo a média de 13 a 15 ovos em todo o período de postura. Mas há exemplares que chegam a colocar até 20 ovos no total. A diferença na quantidade produzida vai depender da genética de cada ave. Após botar todos os ovos, a galinha se coloca sobre eles e inicia o choco - fase de incubação realizada pela própria ave no intervalo da parada de produção. Essa etapa demora 21 dias, quando então ocorre o nascimento dos pintinhos.

      Durante a época do choco, a galinha deve contar com alimento e água fresca perto do ninho, pois muitas vezes ela não sai de cima dos ovos nem para comer. Nesse período, a alimentação mais adequada para a ave é o milho. Forneça os grãos à vontade e acompanhe a frequência das refeições, para se assegurar de que a galinha está sendo bem alimentada.
      Enquanto a galinha choca os ovos, é comum o surgimento de piolhos, parasitas que se desenvolvem em ambientes quentes. Como se alimenta de sangue, a praga pode provocar anemia na ave. 

      Se não for realizado um tratamento correto, a presença dos piolhos pode levar o animal e sua ninhada à morte.Após um dia do nascimento, quando já estão secos, os pintinhos saem do ninho acompanhados pela mãe. A partir daí, eles já podem comer ração inicial para pintos de um dia, alimento específico para filhotes de galinha, que pode ser encontrado em lojas de produtos agropecuários. Disponibilize a refeição em comedouros baixos, para que as avezinhas alcancem a comida com facilidade. 

      A mãe também pode aproveitar a mesma ração para se alimentar. Ofereça ainda água fresca para beber.Existem galinhas de raça pura que não são consideradas boas mães, dificilmente chocando seus próprios ovos. Nesse caso, uma alternativa é recorrer a outra ave que esteja no mesmo período de choco para desempenhar a função de ama. Outra opção é utilizar uma chocadeira. É importante saber que, antes de os ovos serem transferidos para o novo local onde serão chocados, eles podem ser armazenados por um prazo de sete a 10 dias.


      Período de Choco:

      A capacidade de uma chocadeira é indicada para a quantidade de ovos de galinha - se é para 60 ovos, ela tem possibilidade de acomodar 40 ovos de gansa, por exemplo. O investimento não é baixo, mas o aparelho é recomendado para o criador que não pretende esperar a disponibilidade de outra ave em choco para servir de ama para a incubação.

      Após o nascimento dos pintinhos em chocadeiras, eles devem ser colocados em outro equipamento com aquecimento, chamado de criadeira. Como nascem molhados, os filhotes devem estar secos antes de serem levados para o aparelho, que também é elétrico ou a gás. Nele deve haver ração inicial para pintos de um dia, pois as aves recém-nascidas não se alimentam nas primeiras 24 horas de vida, período que ainda estão digerindo a gema.

      As criadeiras são ainda usadas se o produtor quiser "dobrar o choco" - jargão adotado pelos criadores quando a intenção é liberar a galinha para incubar novos ovos - ou evitar que filhotes chocados por amas sejam agredidos. Há casos em que galinhas que chocam ovos de gansas não aceitam as aves ao nascerem, passando a bicá-las na cabeça, o que pode até matá-las.

       

       

      Cabrito a Padeiro


      Ingredientes:

      - 1,5 kg a 2 kg de cabrito

        cortado em pedaços

      - 5 dentes de alho

      - 1 colher de chá de colorau

      - 2 folhas de louro

      - 50 ml de vinho branco

      - 100 g de banha

      - 1 kg de batatas pequeninas com pele

      - 100 ml de azeite

      - sal e pimenta a gosto

       

       

       

      Preparação:

      - Colocar o cabrito num recipiente grande, juntar os alhos picados, o louro, o colorau, o vinho branco, o sal e a pimenta e deixar  marinar 24 horas.

      - Na hora de ir ao forno, colocar a carne num tabuleiro fundo, juntar as batatas lavadas, a marinada, o azeite e a banha e levar para assar cerca de 1h 30min. Servir quente. Acompanhar com uma salada, laranja, ou ananás em rodelas.

       

       

       VARIEDADES 

      Você sabia...?

       

      cabra.jpg

      ...que, durante a lactação, a fêmea caprina ou ovina precisa de 25%, ou mesmo 50% a mais de água? Se não estiver amamentando, a necessidade cai, imediatamente, para o normal, que é entre 2 a 5 litros/dia.

      ... que um caprino ou ovino adulto defeca de 8 a 10 vezes por dia?

      ... que os caprinos podem distinguir, pelos lábios, sensações adstringentes, dolorosas e mudanças súbitas de temperaturas?

      Provérbio

      - Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer.

      - Quem fica com a viúva, fica com os filhos. (Provérbio árabe)

      - No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Anônimo)

      - Tu és o que te habituaste a ser. (Provérbio árabe)

      - O diabo coloca a mulher sob o homem para ter o homem sob o seu jugo. (Provérbio corsa)

      Frase

      - Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha. (Confúcio)

      - Quem sabe, muitas vezes não diz. E quem diz muitas vezes não sabe. (Fernando Pessoa)

      - Não é a nossa condição social, mas a qualidade da nossa alma que nos torna felizes. (Voltaire)

      - Teoria é quando se sabe tudo e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe o por quê. Dureza é conjugar teoria e prática: nada funciona e ninguém sabe o porquê. (Popular)

      Ditado

      - Cavalo de cachaceiro conhece o caminho da bodega.

      - Goiabada sem queijo é como abraço sem beijo.

      - Ovelha não é pra mato.

      - Diga-me com quem vais, que lhe direi o que farás.

      - Cuidado com homem que não fala e com cachorro que não late.

      - O verdadeiro amigo é aquele que aparece quando o resto do mundo desaparece.

      Ditado esquisito

      - Esse negócio de chifres não existe. Foi coisa que botaram na sua cabeça.

      - Cachorro que foi picado por cobra corre até de barbante.

      - Chato é estar mais por fora do que dedão de franciscano.

      - Malandro é cavalo marinho que se finge de peixe pra não puxar carroça.

      - Quem não tem cão, não compra ração.

       

       

      Aleitamento Artificial de Bezerras   
       
       

      BOVINOCULTURA O FUTURA ESTA NOS BEZERROS

       


      O fornecimento de leite para bezerras em aleitamento artificial, visando a desmama precoce, pode ser realizado com baldes, prática usada desde os primórdios da implementação da atividade (foto 1, década de 1940, na Inglaterra), até os dias atuais, para possibilitar economia no processo de criação de novilhas. Por instinto, o bezerro recém nascido estica o pescoço e levanta a cabeça para mamar (foto 2) mas, para receber leite no balde, há necessidade de ensiná-lo a sugar com a cabeça para baixo como visualizado na foto histórica.
      uso de balde no aleitamento de recém nascidos requer treinamento do animal por uma pessoa pacienciosa, que ensina o bezerro a sugar lentamente o leite. Para tanto, o bezerro é induzido a sugar o dedo, e então a mão é introduzida no balde e quando houver a sucção o dedo é lentamente retirado. O aprendizado pode ser curto ou longo, dependendo do animal. Quando bem conduzido, o método traz bons resultados, e uma das vantagens refere-se ao fato de que a limpeza do recipiente é mais fácil de ser executada.

      Bicos colocados em baldes ou em mamadeiras podem ser utilizados para aleitamento artificial por facilitar a tarefa de fornecimento de leite, eliminando o tempo dedicado ao treinamento do bezerro, que às vezes pode ser longo e exigir a contenção do animal entre as pernas ou em um canto da baia. Entretanto, exigirão cuidados maiores com limpeza dos recipientes. Apresentam a vantagem de possibilitar ao bezerro exercer um ato reflexo com o pescoço e a cabeça na posição natural, como pode ser visto nas fotos 3 e 4. 
        
      Outra utilização de bicos diz respeito à possibilidade de contar com recipientes para aleitamento de bezerros em baias coletivas, onde grande número de animais a serem alimentados torna a atividade difícil de ser executada por causa de escassez e custo elevado da mão de obra. Nessas condições um volume de leite adequado é oferecido, e parte-se da premissa de que todos receberão a mesma quantidade. As fotos 5 e 6 mostram exemplos de aleitadores para vários animais.

      Quando se usa recipiente com bico, algumas vezes corta-se a ponta ou faz-se a ampliação do orifício, visando acelerar o processo de fornecimento de leite. Essa atitude poderá provocar problemas sérios pois, se o leite ingerido com sofreguidão entrar pela traquéia, pode resultar em infecção pulmonar séria e grande mortalidade. Este problema foi detectado em várias fazendas brasileiras, por falta de orientação dos tratadores.

      É importante que o orifício do bico imponha alguma resistência (como o esfíncter da teta), pois o bezerro geralmente executa de 80 a 120 sucções por minuto e consegue criar uma pressão diferencial no canal da teta de cerca de 535 mmHg, o que possibilita um fluxo mais rápido de leite que as ordenhadeiras. Assim, o aumento no volume sugado pela ampliação do orifício do bico, além de reduzir o tempo de sucção, também poderá causar dificuldades na tarefa de criar bem as bezerras.
       
       
       

      Um grupo de cientistas mexicanos usa própolis, uma substância produzida pelas abelhas, para combater as cáries.

       

      Um grupo de cientistas mexicanos usa própolis, uma substância produzida pelas abelhas, para combater as cáries. A equipe estuda também se a substância tem propriedades que auxiliam no combate à hipertensão, informou a Unam (Universidade Nacional Autônoma do México).

      O própolis é um composto de cera elaborado pelas abelhas para tapar fissuras em suas colmeias à base de compostos aromáticos, ceras, flavonoides, terpenoides, álcoois e pólen. A estrutura química dessa substância varia de acordo com fatores como a estação do ano, a floração e a região onde os insetos fazem suas coletas, explica a universidade.

      José Fausto Rivero Cruz, da Faculdade de Química, e os médicos veterinários zootecnistas Ángel López Ramírez e Adriana Correa Benítez são os responsáveis pela pesquisa, cujo objetivo é fomentar o uso e o aproveitamento de um “recurso desperdiçado” no México.

      Os estudiosos da Unam estimam que no México são aproveitadas apenas 6 toneladas anuais de própolis, apesar de o país ser considerado o sexto produtor de mel no mundo. O própolis é utilizado com mais frequência na prevenção e no tratamento da tosse, embora sua ação terapêutica seja variada e sirva também para tratar cicatrizes, inflamações, alergias, viroses e dores.

      Os cientistas comprovaram os efeitos dessa substância sobre os microorganismos que causam as cáries - Porphyromonas gingivalis e Streptococcus mutans - e já conseguiram isolar alguns compostos que servem para combatê-las.

      Alguns compostos atuam sobre as enzimas glicosiltransferases do Streptococcus mutans, responsáveis pelo aumento na produção da placa bacteriana, e outros inibiram o crescimento das bactérias em diferentes focos.

      HIPERTENSÃO

      O estudo dos benefícios do própolis no combate à hipertensão, por outro lado, marcha mais devagar.

      Com apoio do governo da capital mexicana, os pesquisadores desenvolvem um projeto para determinar o efeito cardiovascular dos compostos de própolis, já que “em outros países são empregados para doenças de circulação, cardíacas e de hipertensão”, disse.

      Para isso, os especialistas vão ter que separar os compostos com procedimentos químicos e avaliar a reação biológica. Depois, em colaboração com a Universidade Autônoma de Querétaro, farão testes com a aorta isolada de ratos. Posteriormente, algumas cobaias vão tomar a substância por via oral.

      As duas pesquisas serão realizadas com 15 tipos de própolis, concedidos por produtores do Centro Ecológico Acuexcómatl, e por apicultores das zonas rurais de Topilejo em Tlalpan, Xochimilco e Milpa Alta, na Cidade do México.

       
      Veja ! Alimento Natural para Pets, Cão com Próteses, Banho a Vapor, Compostagem de Dejetos, Irrigação, Fruta Engorda?, Caixinha de Vitaminas, Fruto ou Fruta, Valor Nutritivo das Plantas, Secagem de Vacas, Criando Galinhas, Chip em Vacas e Cacatua... PDF Imprimir E-mail
      Escrito por Lívio Chaves   
      Sáb, 21 de Fevereiro de 2015 09:01

      Alimento Natural em Alta para os Pets

       


      Em vez de encher a tigela de seu animal de estimação com ração, coloque beterraba, arroz, cenoura, chuchu, aveia, algas marinhas, frango cozido…
      Pode soar estranho, mas há vários indícios de que a mistura faz um bem danado à saúde do seu pet. Tendência no exterior, a onda de alimentação natureba canina e felina também vem crescendo a passos largos por aqui. Não se trata de uma dieta vegetariana. O que vale é servir alimentos frescos, repletos de nutrientes, que ajudam no processo de digestão.
      “A maioria das rações vendidas hoje é fabricada com matérias-primas de má qualidade, com base de milho, farinha e soja”. Aberta em dezembro de 2010, a maior rede de alimentos do segmento saudável tem até uma espécie de restaurante canino no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde eles servem suas “quentinhas” na hora. No ano passado, suas receitas congeladas nos sabores carne, frango e cordeiro para quinze lojas. Hoje, só em São Paulo conta com cerca de cinquenta pontos de venda.
      É claro que ser adepto da prática pode pesar mais no bolso. Tudo depende de que tipo de produtos comprar e onde e quanto come seu animal – ler bastante sobre o assunto e pesquisar lojas e supermercados bacanas pode ajudar na empreitada. Se estiver cogitando entrar na onda, reserve espaço no seu freezer para congelar os itens e tente fazer uma transição vagarosa entre a ração e os novos ingredientes. O pessoal da cachorro verde pode ajudar na missão: além de ter um site repleto de informações, ministra cursos esporádicos sobre o assunto e presta consultoria veterinária em domicílio.

      Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artifícios




      Pay de Limón teve membros decepados por gangue de criminosos.
      Ele foi levado para abrigo, onde ganhou próteses.


      Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.

      O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.

      Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.

      O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.

      As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.
       

      Banho de Vapor com Plantas

       

      Continuando o assunto sobre aromaterapia, uma importante forma de sua utilização é através dos banhos de vapor com plantas. O vapor de água é um dos mucolíticos conhecidos mais eficientes. a inalação do vapor de água, à qual se podem juntar algumas gotas de essência para reforçar o efeito, combinando os efeitos terapêuticos da água com os da planta medicinal utilizada.
      Aplicam-se os banhos de vapor com plantas na cabeça, no tórax ou até mesmo no corpo todo.  São indicadas no tratamento das sinutites, faringites, laringite, traqueíte, catarros e bronquites. Também são indicados contra a otite. Essas plantas facilitam a eliminação do muco, germes e restos celulares depositados nas mucosas respiratórias, com o que se acelera o processo de regeneração e cura.

      Conheça algumas técnicas de banhos de vapor com plantas:

      1. Coloca-se uma panela de água fervente com as plantas ou essências a utilizar, em cima de um banco. A panela deve estar tapada. Em vez de plantas, podem-se acrescentar à água 2 ou 3 gotas de algum óleo essencial.
      2. O doente se senta em uma cadeira e se cobre com uma toalha grande ou com um lençol, de forma que não escape o vapor. Destapa-se a panelaprogressivamente para deixar sair o vapor.
      3. A aplicação dura de 10 a 15 minutos, até que pare de sair vapor. Convém terminar o banho com uma fricção de água fria ou álcool sobre a zona que esteve exposta ao vapor.

      Um kit básico para utilização na aromaterapia:

      - Antivirótico, anti-séptico, descongestionante: Eucalipto
      - Calmante, anti-séptico: Alfazema
      - Digestivo, refrescante, estimulante: Hortelã
      - Calmante, suavizante, afrodisíaco: Salvia
      - Estimulante, refrescante, anti-séptico: Limão
      - Antidepressivo, relaxante, calmante: Petitgrain (folhas de citrus aurantium)
       
       

      Aproveitamento dos dejetos suínos evita poluição ambiental e melhora qualidade do solo

       

      A compostagem de dejetos suínos é uma das tecnologias que mais recebeu atenção nos últimos anos da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia, Santa Catarina. O principal resultado prático desse esforço de pesquisa foi o desenvolvimento de uma máquina que mistura os dejetos a um substrato sólido, como maravalha, serragem, palha ou cama de aviário. Como produto final, o sistema gera um composto orgânico que pode substituir o adubo químico. O equipamento foi gerado em conjunto pela Embrapa Suínos e Aves e a empresa  Bergamini, e deve ser lançado no mercado até final deste ano.

      Segundo o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Armando de Oliveira, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, disse Oliveira.

      Outra vantagem está na questão ambiental. “O sistema de compostagem minimiza significativamente os riscos de poluição ambiental, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e de odores gerados”, explica o pesquisador.

      Para implantar o sistema de compostagem mecanizado, o produtor precisa investir especialmente na edificação para as leiras e na máquina, mas o retorno é garantido. “O produto gerado é um adubo orgânico, que pode ser vendido”, explica o pesquisador. 

      Para Paulo Armando, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, acredita.

       

      Uso da irrigação promove um aumento na produção de alimentos

       

      Irrigação de Pastagens

       A irrigação é considerada uma tecnologia importante para aumentar a produtividade agrícola de pequenas, médias ou grandes propriedades, especialmente para atender a demanda hídrica das culturas nos períodos críticos e de forte estiagem. Para o secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, o uso da irrigação é um dos itens mais importantes para a modernização e o aumento da produtividade da agricultura brasileira.

      Segundo ele, o utilização dessa ferramenta permite o uso intensivo dos solos reduzindo a pressão por abertura de novas áreas, além de qualificar a lavoura. O objetivo é mostrar e conscientizar para a necessidade do uso dessa ferramenta para produzir. O crescimento das áreas irrigadas é apontado como um dos principais fatores que garantiram o suprimento de alimentos em décadas de explosão demográfica.

      Dados mostram que o setor agropecuário é o maior consumidor de água em todo planeta, correspondendo a 70% da água doce existente, enquanto o uso doméstico responde por aproximadamente 10%, sendo o restante consumido pela indústria.  

       

       

      FRUTA  ENGORDA?

       

      crédito da imagem: http://pnepigreja.blogspot.com/2008/10/receita_20.html
      É um dos tabus mais espalhados acerca da fruta e, em alguns casos, uma desculpa para não comê-la. O consumo abundante de fruta não só não engorda mas é também uma das melhores maneiras de perder peso.
      É certo que a fruta contém açúcares, e que estes fornecem calorias. Apesar disso, com a mesma quantidade de calorias, comparada com outros alimentos, a fruta:

      • produz maior sensação de saciedade,
      • praticamente não contém gorduras
      • exerce um efeito diurético natural que contribui para a redução do peso
      • devido à sua riqueza em vitaminas do grupo B, os seus açúcares metabolizam-se facilmente e não se transformam em gordura, como acontece com os produtos de pastelaria refinada.
      Por exemplo, uma maçã grande de uns 200 gramas fornece cerca de 120 kcal, as mesmas que um donut em compensação, sacia mais, não fornece gordura e engorda muito menos.

      Inconveniente da Fruta
      Embora seja o tipo de alimento mais saudável e com maior poder curativo dentre todos os que existem, algumas delas devem ser usadas com precaução nos seguintes casos:

      Diarréias: certas frutas são laxantes e devem ser evitadas, como a uva, o melão ou a ameixa; no entanto, outras são adstringentes e podem ser usadas, como a maçã, o marmelo ou a nêspera.
      Cáries: se houver propensão para sofrer de cárie, deve-se reduzir o consumo de cítricos e beber os seus sucos com um canudinho.
       

      UMA CAIXINHA DE VITAMINAS

       

      Originária da Ásia, as cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho o mais comum entre as variedades comestíveis. Também conhecida como amarena, é uma espécie do género Prunus, pertencendo ao subgênero Cerasus (cereja), nativo de grande parte da Europa e do sudoeste asiático. É um parente próximo da cereja Prunus avium, também conhecida como cereja-doce, mas o seu fruto é mais ácido, sendo útil principalmente para fins culinários.


      cereja
      Possui todos os nutrientes em pequena quantidades, exceto a vitamina B12. Contém vitaminas A, B, E, bem como os cálcio, fósforo, magnésio, ferro, sódio, potássio (o mais abundante), zinco e cobre.
      Além disso, contém pequenas quantidade de componentes tais como:
      - ácidos organicos - málico, succinio e cítrico - que atuam como estimulante das glândulas digestivas e depurador sanguineo;
      - fibra vegetal, em maior parte formada por pectina, que lhe confere o efeito laxante e hipolipemiante (redução de colesterol);
      - flavonóides que lhe conferem propriedades diuréticas, antioxidantes e anticancerígenas,
      - ácido salicílico - ação antiinflamatória e antireumática.

      A cereja é uma fruta que por seu efeito diurético e depurativo, assim como por sua escasses de sódio e gorduras, potencializa sua ação emagrecedora. Seu uso abundante, especialmente em forma de cura semanal, é recomendado em todo tipo de doença crônicas tais como artritismo, gota, reumatismo crônico, arteriosclerose, prisão de ventre crônica, intoxicação por uma dieta pesada, hepatopatias crônicas, insuficiência cardíaca, convalescença de processos infecciosos e doenças cancerosas.
       
       

      FRUTO OU FRUTA?

       

      O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

      Entre toda a grande variedade de produtos alimentares que a natureza nos oferece, nenhum é tão agradável à vista e ao paladar, nem tão salutar como a fruta.

      Fruto: conceito botânico onde a parte comestível do vegetal que se desenvolve e que contém em seu interior as sementes. O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

      Fruta: conceito alimentar onde chama-se 'fruta' ao 'fruto' de uma planta, doce e suculento, que se costuma comer no seu estado natural e que proporciona sensações agradáveis aos cinco sentidos.

      Embora tomates, pepinos e berinjelas sejam frutos do ponto de vista botânico, não se consideram frutas do ponto de vista alimentar, mas sim hortaliças. Esta classificação tradicional é um tanto arbitrária, pois os tomates, por exemplo, cumprem todos os critérios para serem considerados uma autêntica fruta.

       

      O VALOR NUTRITIVO DAS PLANTAS

       

      fruta é saúdeO que a fruta proporciona

      água: constitui entre 80 e 93% da maioria das fruta-se de uma água não contaminada, que contém dissolvidas numerosas substancias biologicamente ativas.

      açúcares: os mais abundantes são a glucose e a frutose, que passam diretamente para o sangue sem precisarem ser digeridos, proporcionando energia de maneira rápida. Algumas frutas como as laranjas, as maçãs, o melão e a melancia e a manga contém tambémsacarose.

      amido: é muito escasso ou inexistente na maior parte das frutas. Isso porque com a maturação, o amido vai se transformando em açúcares simples (glucose e frutose). A banana é, de todas, a fruta mais rica em amido (1% a 2%).

      fibra: na sua maior parte, do tipo solúvel (pectina e hemicelulose).

      ácidos orgânicos como o cítrico, que potencializam a ação da vitamina C: são anti-sépticos e produzem alcalinização do sangue e do interior do organismo.

      vitaminas: sobretudo a vitamina C e a provitamina A (betacaroteno), que são potentes antioxidantes.


      minerais: especialmente potássio, magnésio, cálcio e ferro.

      flavonóidesantocianinas e outros elementos fitoquímicos, que atuam como verdadeiros medicamentos evitando a arteriosclerose, fluidificando o sangue e prevenindo o câncer.

      O que a fruta não contém
      - colesterol
      - purinas
      - substâncias tóxicas

       

      Vacas devem ser secadas dois meses antes da nova parição



      A secagem de vacas é uma técnica simples usada para fazer com que o animal interrompa a lactação. O objetivo é proporcionar um descanso à vaca no fim da gestação para que o animal possa gerar uma cria saudável. Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, Minas Gerais, vacas que procriam dando leite, produzem bezerros fracos e não apresentam condições corporais durante o parto, o que pode ocasionar sérios problemas para a vaca e o bezerro e, consequentemente, gerar prejuízos para o produtor.

      A secagem é recomendada até dois meses antes do parto. Mas os especialistas aconselham adotar o procedimento quando a produção de leite do animal fica muito baixa, tornando antieconômico manter o animal em lactação. Outra vantagem de efetuar a secagem é o fato de ela proporcionar maior produção de colostro, alimento fundamental para que o bezerro cresça de forma saudável.

      A secagem é feita por meio do esgotamento do úbere. É importante que o produtor observe se há mamite antes de iniciar a secagem para evitar maiores complicações durante o processo, o que aumentaria o custo do tratamento. O veterinário Antônio Cândido Cerqueira Leite, responsável clínico pelo rebanho da Embrapa Gado de Leite recomenda que um veterinário seja consultado sobre a secagem da vaca no final da gestação.

       

      Agricultor rural deve criar galinhas para melhorar a renda na pequena propriedade

       


      Atualmente a carne de frango é a mais consumida no país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Produtores de Pintos de Corte. De acordo com o estudo, só no ano passado, cada brasileiro consumiu 44 quilos e meio de carne de frango, o que equivale a mais ou menos cem gramas por dia. Segundo a Embrapa Suínos e Aves, a avicultura que viabilizou esse sucesso de consumo é a industrial. Foi ela que deu qualidade e preço acessível à carne de frango. O mercado brasileiro, no entanto,  também tem espaço para outros tipos de frango. É para essa fatia que a Embrapa Suínos e Aves tem apresentado o frango alternativo.

      O especialista apto a falar sobre os cuidados na produção de frango alternativo de corte, é o técnico da Embrapa Suínos e Aves, Márcio Saatkamp. Ele explica que o frango alternativo é todo aquele produzido fora do processo de uma grande indústria, em sistemas menores de produção e que busca atingir nichos de mercado especiais.

      Dentre as diversas denominações que este tipo de produção recebe incluem-se caipira,  orgânico, agroecológico e colonial. “Em função desses vários nomes, optamos por chamar tudo isso de frango alternativo”, esclarece Saatkamp.

      Na visão da Embrapa, O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

      A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

      O Frango de Corte Colonial Embrapa 041, apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.

      “No quesito de produção, temos material genético muito bem desenvolvido, com indíces zootécnicos muito bons. Porém, o produtor deve seguir orientações básicas sobre manejo, nutrição, saúde das aves e segurança do alimento”, destaca Saatkamp.

       

       

      CHIP NAS VACAS

       

      NÃO   FAZ  MUITO  TEMPO  QUE    OS  APARELHOS   DOMÉSTICOS ERAM   ELÉTRICOS .ENORMES  ,  PESADOS  ,  INTRANSPORTÁVEIS .

      NÃO  HAVIA   TV .O  LUXO   ERA  UM  PESADÍSSIMO   RÁDIO   DE VÁVULAS  E  OLHO MÁGICO   .

      APARECEU   O  TRANSISTOR  E  FOI  UMA   REVOLUÇÃO . OS  RÁDIOS TRANSFORMARAM-SE   EM  PEQUENOS   OBJETOS   ,FUNCIONAVAM A  PILHA  E  PODIAM    SER  OUVIDOS     AONDE  VOCÊ  DESEJASSE  .

      O   TRANSISTOR  DESAPARECEU   TRAGADO  PELO    CHIP,   MENOR DO   QUE  UMA  UNHA   E   CONTENDO   FUNÇÕES   E  INFORMAÇÕES INIMAGINÁVEIS.TEM   CELULAR   COM  4  CHIPS ,MARCAPASSO  ,SE IMPLANTA  NO    CÉREBRO  PARA  FAZER    OS  CEGOS  ENXERGAREM.

      AGORA  AS  VACAS  SÃO  CRIADAS   COM   CHIP  IMPLANTADOS   NAS  ORELHAS .ELES  FORNECEM  AO  PROPRIETÁRIO   TODA  INFORMAÇÃO   SOBRE  A  SAUDE  DA   VACA ,IDENTIFICA  AONDE  ELA  SE  ENCONTRA  ,SE  ESTÁ  GRÁVIDA ,  QUANDO   NASCE  O  BEZERRO  .   A   QUANTIDADE  DE  LEITE  NAS  TETAS  .O  MUNDO   MODERNO   E  A  VIDA  DAS  PESSOAS   DEPENDEM  HOJE  DOS  CHIPS .

       

       

      Produtores e especialistas vão discutir as potencialidades agregadas à Pecuária de corte

       


      Alimentos saudáveis, seguros e sustentáveis, são adjetivos que fazem a diferença para o consumidor e seus reflexos chegam a todos os atores de uma cadeia produtiva. Com a pecuária de corte a qualidade da carne, características nutricionais, origem, meio ambiente e sistema de produção são fatores decisivos. A Indicação Geográfica (IG) chega como um diferencial. Proporciona identidade própria ao produto e fornece componentes inconfundíveis que o distingue dos demais, perfeita para um consumidor exigente.

      Para valorizar essa necessidade, a Embrapa realizará o I Seminário sobre Potencialidades de Agregação de valor na Cadeia Produtiva de Pecuária de corte no Mato Grosso do Sul. O encontro começou ontem e termina hoje, dia 27 de novembro, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

      Para Guilherme Cunha Malafaia, coordenador do evento, atualmente, “a pecuária de corte é caracterizada como produtora de commodities, mas possui grande potencial de mercado para atuar em mercados premium que valorizam produtos diferenciados. Os produtos tradicionais típicos e/ou diferenciados, embasados no tripé sustentabilidade, qualidade e valorização de território, começam a despertar elevado interesse como alternativa à produção convencional de carne, podendo tornar-se um recurso importante na diversificação desses sistemas produtivos”.

       

       

      Mais vitamina nas folhas da alface pode prevenir doenças nos bebês

       

       

      O Brasil é o quarto país do mundo com maior prevalência de nascimentos de bebês com anencefalia, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Apesar de a causa da anencefalia ainda não estar completamente definida - provavelmente é desencadeada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais - já se sabe que a ingestão de ácido fólico meses antes da concepção pode prevenir em mais de 50% a ocorrência dessa doença.

      Os pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, vem desenvolvendo uma pesquisa para aumentar o teor de ácido fólico, ou vitamina B9, nas plantas de alface. A pesquisa, coordenada pelo pesquisador Francisco Aragão, começou em 2006 com o objetivo de desenvolver plantas de alface geneticamente modificadas com maior teor de ácido fólico. Segundo ele, a alface já produz essa vitamina, mas em pequenas quantidades. O que ele e sua equipe fizeram foi aumentar a produção das moléculas que dão origem ao ácido fólico através da introdução de genes de Arabidopsis thaliana, que é uma planta-modelo, muito utilizada na biotecnologia vegetal.

      Os primeiros estudos resultaram em linhagens de plantas com até 15 vezes mais ácido fólico e a segunda, com duas vezes mais. Aragão pretende iniciar o cruzamento entre as duas variedades para tentar alcançar índices ainda maiores da vitamina nas plantas. “Manipulando as duas rotas, pode ser que essa quantidade chegue a até 30 vezes mais, como indicam alguns estudos semelhantes realizados nos Estados Unidos”, afirma.

      Mas, mesmo antes dos cruzamentos, os resultados da pesquisa são muito satisfatórios, como explica Aragão. A dose diária de ácido fólico recomendada para um adulto a partir de 15 anos é de 0.4 mg (=400µg), o que significa que a ingestão de apenas duas folinhas das alfaces GM desenvolvidas pela Embrapa representa 70% da vitamina que precisamos diariamente. “É uma perspectiva muito promissora, especialmente se levarmos em consideração que os programas de biofortificação de alimentos, geralmente, consideram 30% uma quantidade suficiente. Conseguimos mais do que o dobro”, comemora o pesquisador.

       

       

      Cacatua

       

      Companheira para a vida toda, esperta e brincalhona, a ave agrada como animal de estimação e também pode participar de concursos e exposições de pássaros


      Editora Globo

      Marca característica da cacatua, o penacho vistoso no topo da cabeça exibe tanto a beleza quanto sinaliza o estado de humor da ave. Quando eriçado, o topete indica que a cacatua sente-se bem e, se for formoso e imponente, pode render prêmios em participações de concursos e exposições de animais. Porém, no caso de a crista se encolher, melhor não mexer com a ave, pois ela não está para brincadeiras. 

      A cacatua, na verdade, é uma ótima companhia, inclusive para a vida toda, visto que chega a viver por mais de 70 anos. As espécies existentes se adaptam muito bem como animais de estimação. Tratada em ambiente saudável e em condições adequadas, a cacatua se afeiçoa às pessoas, torna-se dócil e brincalhona. 

      Originária da Oceania, por aqui a cacatua ainda não é muito comum na criação em cativeiro, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos e em países da Europa, onde há anos é popular e bem aceita como ave doméstica. No entanto, a cacatua, com sua beleza e graça, vem conquistando mais admiradores e criando um comércio promissor. A ave ainda se destaca pela inteligência que possui. Algumas chegam a imitar a voz humana e podem aprender a cantar. Como também tem habilidade e destreza para fazer movimentos, como abrir gaiolas e pegar pequenos objetos, exige atenção do criador para não deixar nada ao alcance dela. Em lojas de produtos agropecuários e de animais de estimação, há brinquedos específicos que ajudam a entreter a cacatua. 

      Por ser muito ativa, a ave precisa se manter ocupada. Como bicar e mastigar são atividades que ela adora praticar, produtos comestíveis para pets, como ossos de couro de boi para cães, e outros alimentos –nozessementescastanhas e vagens – são recomendados. 

      Pertencente à família Cacatuidae, a cacatua é um psitacídeo com semelhanças com o papagaio. Tembico encurvado em forma de banana e os pés, com dois dedos para frente e dois para trás, dão capacidade à ave para andar, subir em árvores e até levar comida à boca. De plumagem de cores simples e definidas, a cacatua tem tamanho que varia de 35 a 70 centímetros. 

      No manejo de muitos exemplares, a aproximação entre as aves sempre deve ser feita progressivamente, para que haja um período de adaptação. No entanto, mesmo depois de juntas, precisam ser acompanhadas para evitar brigas. 

      Apesar do elevado preço de cada exemplar – as cacatuas galerita e alba, as mais conhecidas, custam R$ 25 mil cada, mas os valores variam conforme a espécie, o sexo e a época do ano –, o custo de manutenção é baixo. A partir de dois anos de reprodução, que começa por volta dos 4 anos de idade da ave, o investimento inicial já pode ser pago. 

      RAIO X 

      >>> CRIAÇÃO MÍNIMA: um casal 
      >>> CUSTO: R$ 25 mil o exemplar das espécies mais conhecidas 
      >>> RETORNO: a partir de 2 anos de iniciada a reprodução 
      >>> REPRODUÇÃO: de 2 a 5 ovos por postura 

       

      MÃOS À OBRA
       
      >>> INÍCIO A criação pode começar com um par de cacatuas, mas, no caso de mais casais, mantenha-os distantes entre si para evitar disputa de território. A aquisição mais fácil é a de filhotes, pois dificilmente criadores vendem matrizes boas e prontas para reproduzir. Para manejar qualquer uma delas, no entanto, é preciso solicitar autorização em um Oema (Órgão Estadual de Meio Ambiente). 

      >>> AMBIENTE A limpeza do local de criação é essencial para o desenvolvimento saudável da cacatua. Faça regularmente a higienização da gaiola ou viveiro, que devem ser instalados em lugar calmo, sem correnteza de ar e, preferencialmente, voltado para o norte, para receber o sol da manhã. 

      >>> INSTALAÇÕES Use gaiola grande de, no mínimo, 60 x 60 x 60 centímetros para cada ave, ou um viveiro amplo de 120 x 60 x 60 centímetros, que pode ser construído pelo criador. Indica-se malha de arame fio 14 com 2,5 centímetros de espaçamento. Evitar estacas de madeira, material que a ave rói com facilidade. Chão de cimento e com leve inclinação facilita a limpeza. Para a reprodução, reserve um viveiro de, pelo menos, 300 x 120 x 120 centímetros apoiado em ferro ou concreto a 120 centímetros do chão. Feche 100 centímetros das laterais com chapa de zinco e cubra com telhas de barro, sem deixar acesso ao madeiramento do telhado. 

      >>> ACESSÓRIOS Para os poleiros, aproveite galhos redondos e de superfície áspera em boas condições, com 2 a 6 centímetros de diâmetro, de árvores como a goiabeira, que possui tanino, uma substância de gosto amargo que desestimula as cacatuas a roer madeira. Instale a 100 centímetros do chão o comedouro e o bebedouro de porcelana. Caixa de madeira dura é aceita como ninho para postura (ou tronco de árvore oco). 

      >>> ALIMENTAÇÃO O bico da cacatua é forte para quebrar sementes, grãos e castanhas, que junto com vegetais são os alimentos básicos da ave. Porém, de 150 a 200 gramas por dia de ração balanceada atendem às necessidades nutritivas do pássaro. Se for preciso, acrescente às refeições suplementos de frutas ou vitamínicos. Milho verde e pedaços de cana-de-açúcar servem como tira-gosto

      >>> REPRODUÇÃO Com quatro anos, a cacatua pode reproduzir e chegar a quatro posturas por ano, se os ovos ficarem em uma chocadeira ou os filhotes forem criados na mão. São de dois a cinco ovos por postura chocados pela mãe durante cerca de um mês. A cacatua macho ajuda a fêmea no choco e na alimentação por quatro meses, quando os filhotes passam a comer sozinhos. Chocadeiras são de uso essencial em criações comerciais, pois triplicam a produção de filhotes. Para amansar a cacatua nova, separe-a dos pais com 15 a 25 dias.
       
      Veja ! Águas Subterrâneas, Soro do Leite, Raios no meio Rural, Defensivo Natural Tecnologia no campo, Criação de Caprinos e Ovinos, Coqueiros, Creep-feeding ...l PDF Imprimir E-mail
      Escrito por Lívio Chaves   
      Sáb, 14 de Fevereiro de 2015 09:25

      Águas Subterrâneas

       

      Água subterrânea é toda a água que ocorre abaixo da superfície da Terra, preenchendo os poros ou vazios intergranulares das rochas sedimentares, ou as fraturas, falhas e fissuras das rochas compactas, e que sendo submetida a duas forças (de adesão e de gravidade) desempenha um papel essencial na manutenção da umidade do solo, do fluxo dos rios, lagos e brejos. As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma parcela da água precipitada.

      Após a precipitação, parte das águas que atinge o solo se infiltra e percola no interior do subsolo, durante períodos de tempo extremamente variáveis, decorrentes de muitos fatores:

      - porosidade do subsolo: a presença de argila no solo diminui sua permeabilidade, não permitindo uma grande infiltração;
      - cobertura vegetal: um solo coberto por vegetação é mais permeável do que um solo desmatado;
      - inclinação do terreno: em declividades acentuadas a água corre mais rapidamente, diminuindo a possibilidade de infiltração;
      - tipo de chuva: chuvas intensas saturam rapidamente o solo, ao passo que chuvas finas e demoradas têm mais tempo para se infiltrarem.

      Durante a infiltração, uma parcela da água sob a ação da força de adesão ou de capilaridade fica retida nas regiões mais próximas da superfície do solo, constituindo a zona não saturada. Outra parcela, sob a ação da gravidade, atinge as zonas mais profundas do subsolo, constituindo a zona saturada (figura 2.1).


      - CARACTERIZAÇÃO ESQUEMÁTICA DAS ZONAS NÃO SATURADA E SATURADA NO SUBSOLO

      Zona não saturada: também chamada de zona de aeração ou vadosa, é a parte do solo que está parcialmente preenchida por água. Nesta zona, pequenas quantidades de água distribuem-se uniformemente, sendo que as suas moléculas se aderem às superfícies dos grãos do solo. Nesta zona ocorre o fenômeno da transpiração pelas raízes das plantas, de filtração e de autodepuração da água. Dentro desta zona encontra-se:

      - Zona de umidade do solo: é a parte mais superficial, onde a perda de água de adesão para a atmosfera é intensa. Em alguns casos é muito grande a quantidade de sais que se precipitam na superfície do solo após a evaporação dessa água, dando origem a solos salinizados ou a crostas ferruginosas (lateríticas). Esta zona serve de suporte fundamental da biomassa vegetal natural ou cultivada da Terra e da interface atmosfera / litosfera.
      - Zona intermediária: região compreendida entre a zona de umidade do solo e da franja capilar, com umidade menor do que nesta última e maior do que a da zona superficial do solo. Em áreas onde o nível freático está próximo da superfície, a zona intermediária pode não existir, pois a franja capilar atinge a superfície do solo. São brejos e alagadiços, onde há uma intensa evaporação da água subterrânea.
      - Franja de capilaridade: é a região mais próxima ao nível d'água do lençol freático, onde a umidade é maior devido à presença da zona saturada logo abaixo.

      Zona saturada: é a região abaixo da zona não saturada onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água. As águas atingem esta zona por gravidade, através dos poros ou fraturas até alcançar uma profundidade limite, onde as rochas estão tão saturadas que a água não pode penetrar mais. Para que haja infiltração até a zona saturada, é necessário primeiro satisfazer as necessidades da força de adesão na zona não saturada. Nesta zona, a água corresponde ao excedente de água da zona não saturada que se move em velocidades muito lentas (em/dia), formando o manancial subterrâneo propriamente dito. Uma parcela dessa água irá desaguar na superfície dos terrenos, formando as fontes, olhos de água. A outra parcela desse fluxo subterrâneo forma o caudal basal que deságua nos rios, perenizando-os durante os períodos de estiagem, com uma contribuição multianual média da ordem de 13.000 km3/ano (PEIXOTO e OORT, 1990, citado por REBOUÇAS, 1996), ou desagua diretamente nos lagos e oceanos.

      A superfície que separa a zona saturada da zona de aeração é chamada de nível freático, ou seja, este nível corresponde ao topo da zona saturada (IGM, 2001). Dependendo das características climatológicas da região ou do volume de precipitação e escoamento da água, esse nível pode permanecer permanentemente a grandes profundidades, ou se aproximar da superfície horizontal do terreno, originando as zonas encharcadas ou pantanosas, ou convertendo-se em mananciais (nascentes) quando se aproxima da superfície através de um corte no terreno.




       Qualidade das Águas Subterrâneas

      Durante o percurso no qual a água percola entre os poros do subsolo e das rochas, ocorre a depuração da mesma através de uma série de processos físico-químicos (troca iônica, decaimento radioativo, remoção de sólidos em suspensão, neutralização de pH em meio poroso, entre outros) e bacteriológicos (eliminação de microorganismos devido à ausência de nutrientes e oxigênio que os viabilizem) que agindo sobre a água, modificam as suas características adquiridas anteriormente, tornando-a particularmente mais adequada ao consumo humano (SILVA, 2003).

      Sendo assim, a composição química da água subterrânea é o resultado combinado da composição da água que adentra o solo e da evolução química influenciada diretamente pelas litologias atravessadas, sendo que o teor de substâncias dissolvidas nas águas subterrâneas vai aumentando à medida que prossegue no seu movimento (SMA, 2003).

      As águas subterrâneas apresentam algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação ao das águas dos rios: são filtradas e purificadas naturalmente através da percolação, determinando excelente qualidade e dispensando tratamentos prévios; não ocupam espaço em superfície; sofrem menor influência nas variações climáticas; são passíveis de extração perto do local de uso; possuem temperatura constante; têm maior quantidade de reservas; necessitam de custos menores como fonte de água; as suas reservas e captações não ocupam área superficial; apresentam grande proteção contra agentes poluidores; o uso do recurso aumenta a reserva e melhora a qualidade; possibilitam a implantação de projetos de abastecimento à medida da necessidade (WREGE,1997).





      2. Aqüíferos

      Aqüífero é uma formação geológica do subsolo, constituída por rochas permeáveis, que armazena água em seus poros ou fraturas. Outro conceito refere-se a aqüífero como sendo, somente, o material geológico capaz de servir de depositório e de transmissor da água aí armazenada. Assim, uma litologia só será aqüífera se, além de ter seus poros saturados (cheios) de água, permitir a fácil transmissão da água armazenada.

      Um aqüífero pode ter extensão de poucos quilômetros quadrados a milhares de quilômetros quadrados, ou pode, também, apresentar espessuras de poucos metros a centenas de metros (REBOUÇAS et al., 2002). Etimologicamente, aqüífero significa: aqui = água; fero = transfere; ou do grego, suporte de água (HEINEN et al., 2003).

      Os aqüíferos mais importantes do mundo, seja por extensão ou pela transnacionalidade, são: o Guarani - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai (1,2 milhões de km2); o Arenito Núbia ­Líbia, Egito, Chade, Sudão (2 milhões de km2); o KalaharijKaroo -Namíbia, Bostwana, África do Sul (135 mil km2); o Digitalwaterway vechte - Alemanha, Holanda (7,5 mil km2); o Slovak­Karst-Aggtelek -República Eslováquia e Hungria); o Praded - República Checa e Polônia (3,3 mil km2) (UNESCO, 2001); a Grande Bacia Artesiana (1,7 milhões km2) e a Bacia Murray (297 mil km2), ambos na Austrália. Em um recente levantamento, a UNECE da Europa constatou que existem mais de 100 aqüíferos transnacionais naquele continente (ALMASSY e BUZAS, 1999 citado em UNESCO, 2001).



       Tipos de Aqüíferos

      A litologia do aqüífero, ou seja, a sua constituição geológica (porosidade/permeabi­lidade intergranular ou de fissuras) é que irá determinar a velocidade da água em seu meio, a qualidade da água e a sua qualidade como reservatório. Essa litologia é decorrente da sua origem geológica, que pode ser fluvial, lacustre, eólica, glacial e aluvial (rochas sedimentares), vulcânica (rochas fraturadas) e metamórfica (rochas calcáreas), determinando os diferentes tipos de aqüíferos.

      Quanto à porosidade, existem três tipos aqüíferos



      - TIPOS DE AQüíFEROS QUANTO À POROSIDADE

      Aqüífero poroso ou sedimentar - é aquele formado por rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados ou solos arenosos, onde a circulação da água se faz nos poros formados entre os grãos de areia, silte e argila de granulação variada. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Esses aqüíferos ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. Uma particularidade desse tipo de aqüífero é sua porosidade quase sempre homogeneamente distribuída, permitindo que a água flua para qualquer direção, em função tão somente dos diferenciais de pressão hidrostática ali existente. Essa propriedade é conhecida como isotropia.
      Aqüífero fraturado ou fissural - formado por rochas ígneas, metamórficas ou cristalinas, duras e maciças, onde a circulação da água se faz nas fraturas, fendas e falhas, abertas devido ao movimento tectônico. Ex.: basalto, granitos, gabros, filões de quartzo, etc. (SMA, 2003). A capacidade dessas rochas de acumularem água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação, permitindo a infiltração e fluxo da água. Poços perfurados nessas rochas fornecem poucos metros cúbicos de água por hora, sendo que a possibilidade de se ter um poço produtivo dependerá, tão somente, desse poço interceptar fraturas capazes de conduzir a água. Nesses aqüíferos, a água só pode fluir onde houverem fraturas, que, quase sempre, tendem a ter orientações preferenciais. São ditos, portanto, aqüíferos anisotrópicos. Um caso particular de aqüífero fraturado é representado pelos derrames de rochas vulcânicas basálticas, das grandes bacias sedimentares brasileiras.
      Aqüífero cárstico (Karst) - formado em rochas calcáreas ou carbonáticas, onde a circulação da água se faz nas fraturas e outras descontinuidades (diáclases) que resultaram da dissolução do carbonato pela água. Essas aberturas podem atingir grandes dimensões, criando, nesse caso, verdadeiros rios subterrâneos. São aqüíferos heterogêneos, descontínuos, com águas duras, com fluxo em canais. As rochas são os calcários, dolomitos e mármores.

      Quanto à superfície superior (segundo a pressão da água), os aqüíferos podem ser de dois tipos (figura 2.3):



      - TIPOS DE AQÜÍFEROS QUANTO À PRESSÃO

      Aqüífero livre ou freático - é aquele constituído por uma formação geológica permeável e superficial, totalmente aflorante em toda a sua extensão, e limitado na base por uma camada impermeável. A superfície superior da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. Os aqüíferos livres têm a chamada recarga direta. Em aqüíferos livres o nível da água varia segundo a quantidade de chuva. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados pela população. São também os que apresentam maiores problemas de contaminação.
      Aqüífero confinado ou artesiano - é aquele constituído por uma formação geológica permeável, confinada entre duas camadas impermeáveis ou semipermeáveis. A pressão da água no topo da zona saturada é maior do que a pressão atmosférica naquele ponto, o que faz com que a água ascenda no poço para além da zona aqüífera. O seu reabastecimento ou recarga, através das chuvas, dá-se preferencialmente nos locais onde a formação aflora à superfície. Neles, o nível da água encontra-se sob pressão, podendo causar artesianismo nos poços que captam suas águas. Os aqüíferos confinados têm a chamada recarga indireta e quase sempre estão em locais onde ocorrem rochas sedimentares profundas (bacias sedimentares).

      O aqüífero semi-confinado que é aquele que se encontra limitado na base, no topo, ou em ambos, por camadas cuja permeabilidade é menor do que a do aqüífero em si. O fluxo preferencial da água se dá ao longo da camada aqüífera. Secundariamente, esse fluxo se dá através das camadas semi-confinantes, à medida que haja uma diferença de pressão hidrostática entre a camada aqüífera e as camadas subjacentes ou sobrejacentes. Em certas circunstâncias, um aqüífero livre poderá ser abastecido por água oriunda de camadas semi­confinadas subjacentes, ou vice-versa. Zonas de fraturas ou falhas geológicas poderão, também, constituir-se em pontos de fuga ou recarga da água da camada confinada.

      Em uma perfuração de um aqüífero confinado, a água subirá acima do teto do aqüífero, devido à pressão exercida pelo peso das camadas confinantes sobrejacentes. A altura a que a água sobe chama-se nível potenciométrico e o furo é artesiano. Numa perfuração de um aqüífero livre, o nível da água não varia porque corresponde ao nível da água no aqüífero, isto é, a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. O nível da água é designado então de nível freático

       

      Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

       

      O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

      De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

      Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

       

      PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

       



      O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno. 

      A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais. 

      Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

      RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

      O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

      ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

      Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais. 


      Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

      ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

      Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte. 


      Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento. 

      Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

      SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

      As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível. 


      Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz. 

       DEFENSIVO NATURAL

       


      Calda Viçosa

      É uma calda para controle de doenças de plantas que age também como adubo foliar. A base é a calda bordalesa, acrescida de sais de cobre, zinco, magnésio e boro. Para uso na agricultura orgânica a calda é preparada sem adição de uréia, presente na composição original.

      Para o preparo de 10 litros, deve-se usar:
      • 50 g de sulfato de cobre
      • 10 a 20 gramas de sulfato de zinco
      • 80 gramas de sulfato de magnésio
      • 10 a 20 gramas de ácido bórico
      • 50 a 75 gramas de cal hidratada

      A preparação deve ser seguida dos seguintes cuidados:

      Misturar a cal na metade do volume de água. Na outra porção de água, dissolver os sais minerais. Ir misturando aos poucos a solução de sais, jogando-a sobre a água de cal sob agitação constante. A cal é a mesma que se utiliza para pintura de paredes e os sais minerais não podem estar úmidos.

      A calda tem um pH final entre 7,5 e 8,5 (usar papel tornassol ou peagâmetro para verificar o pH da mistura) e apresenta uma cor azul. Os vasilhames devem ser de plástico pois os metais são atacados pelos sais. As sobras não devem ser guardadas, desse modo, deve-se calcular com cuidado a quantidade a ser utilizada. Coar antes da pulverização.

      Café: Aplicar na pré-florada quando necessário. Aplicar a cada 30 dias a partir do início das chuvas (out/nov), indo até abril. Dosagens menores p/cafezais novos e quando sadios.

      Citrus: Aplicar na pré-florada quando necessário. No final da queda das flores, repetindo a cada 30 dias, no total de 3 a 5 pulverizações

      Feijão: Intervalos de 10 a 14 dias. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

      Morango: Aplicar a cada 7 a 15 dias até a fase de floração. Utilizar dosagens maiores para intervalos maiores e períodos desfavoráveis

      Maracujá: Aplicar a cada 7 a 15 dias na fase de crescimento dos frutos. Dosagens maiores para intervalos maiores

      Manga: Aplicar em intervalos de 10 a 14 dias dependendo das condições

      Videira: Aplicar na fase de brotação c/15 cm. c/menores dosagens, intervalos de 7 a 14 dias. Aumentar a dose na fase de frutificação

      Beterraba e Cenoura: Aplicações a cada 7 a 15 dias dependendo da necessidade. Dosagens menores em intervalos mais curtos

      Batata: Aplicar na muda c/15 cm.c/menores dosagens. Intervalos de 7 a 10 dias. Aumentar dosagem 15 a 20 dias após a primeira pulverização

      Pimentão e Tomate: Após 15 dias após o transplante em local definitivo, c/intervalos de 7 a 14 dias. Dosagens menores nos intervalos mais curtos

      Alho e Cebola: Aplicar 20 dias após a germinação. Intervalos de 7 a 10 dias

      Berinjela e Jiló: Aplicar após o pegamento em local definitivo, cada 7 a 12 dias. 
      Dosagens menores nos intervalos mais curtos


      Goiaba: Aplicar até os frutos atingirem 3 cm. Intervalos de 7 a 14 dias. Usar dosagens baixas, aumentando em pós-colheita

      Plantas Ornamentais: Aplicar em Intervalos de 7 a 14 dias, conforme necessidade. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

       

      ESTUDO AFIRMA A BAIXA UTILIZAÇÂO DE TECNOLOGIA NO CAMPO

       

       
      Mais da metade dos estabelecimentos agropecuários do país utiliza baixo conteúdo tecnológico em sua produção, informa estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quase 22% dos entrevistados responderam que usam só sete de 22 métodos de auxílio à produção. 

      Esses métodos incluem utilização de fertilizantes, corretivos de solo, defensivos, tratores, orientação técnica, financiamento, cooperativismo, controle de pragas, unidades armazenadoras, entre outros exemplos. 

      Do total de 5,2 milhões de estabelecimentos rurais no país, listados no último Censo Agropecuário do IBGE, apenas 983 mil usavam alta tecnologia, ou seja, mais de nove dos 22 métodos de produção. O estudo, que fez 22 perguntas a produtores e pecuaristas, dividiu as unidades de produção em 4,3 milhões daAGRICULTURA FAMILIAR e 809 mil da empresarial. 

      Do total familiar, 19% usam alta tecnologia. Na agricultura empresarial, 18% dos estabelecimentos usam mais de nove métodos, o que os classifica como usuários de alta tecnologia. 

      Além do pouco uso da tecnologia, a pesquisa do Ipea incorporou critérios econômicos para identificar o valor que cada unidade monetária de custo gera de renda bruta. Do total dos 5,2 milhões estabelecimentos rurais, 40% apresentaram renda bruta superior aos custos totais e a maioria, 60%, foi classificada como deficitária , ano da realização do Censo do IBGE. 

      O técnico da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea, Gesmar Rosa, afirma ser necessário fazer uma análise temporal sobre os dados. "Esses números não querem dizer, obrigatoriamente, que 60% são deficitários sempre. Temos que ter em mente que em determinado ano pode ter havido alguma flutuação de preços ou choques exógenos, como mudanças climáticas, quebra de safra, surgimento de novas pragar, dentre outros", diz. 

      O Ipea também mediu o nível de concentração da produção no setor agropecuário brasileiro. Menos de 10% dos estabelecimentos agropecuários eram responsáveis, segundo a pesquisa, por 86% do valor bruto da produção. "A maior concentração de estabelecimentos está na faixa de zero a dois salários mínimos mensais. São 3,1 milhões dos 5,2 milhões de estabelecimentos no país. Mas essa alta concentração não se reflete em uma produção maior. Apenas 3,4% da renda bruta total fica por conta deles", afirma Gesmar Rosa. 

      O trabalho do Ipea identificou que a agricultura empresarial, responsável por 76% da área cultivada no país, gera somente 66% da renda bruta total do setor agrícola. "Esse dado é interessante pois mesmo com mais terra, a agricultura comercial não consegue produzir o equivalente em renda", avalia o técnico do Ipea.
       
       
       

      Aprenda a criar caprinos e ovinos no Semiárido

       

      Todas as orientações para que os produtores possam ter uma boa estrutura na criação de caprinos e ovinos estão disponíveis no livro Produção de Caprinos e Ovinos no Semiárido, lançado pela Embrapa. O objetivo é buscar alternativas sustentáveis que possam contribuir com a criação dos animais nesse ambiente típico do nordeste.

      A produção de caprinos e ovinos é uma atividade historicamente marcante para o Nordeste do Brasil. É nesta região que se encontra o maior número desses animais no país, correspondendo a cerca de 93 de caprinos no país e 58% de ovinos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

      O trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores da Embrapa Semiárido, em parceria com diversas outras instituições. De acordo com o editor do livro, o pesquisador Tadeu Vinhas Voltolini, a caprinovinocultura é uma opção racional para as áreas onde a agricultura dependente de chuva se constitui em uma atividade de alto risco – como é o caso da região semiárida brasileira, onde a precipitação pluviométrica é baixa e irregular.

      O livro Produção de Caprinos e Ovinos no Semiárido traz importantes informações sobre esta atividade, abordando questões como a alimentação dos animais, uso da água, ambiente e instalações, manejos reprodutivo e sanitário, genética e melhoramento. Nele também é apresentada uma caracterização sócio-econômica e ambiental da região e os principais sistemas de produção, além das boas práticas na criação e aspectos relacionados a produtos como a carne e o leite.

      De acordo com o Chefe-Geral da Embrapa Semiárido, Natoniel Franklin de Melo, o objetivo dessa publicação é disponibilizar informações que possam contribuir no aperfeiçoamento dos sistemas produtivos regionais, promovendo o aumento da renda dos produtores, a melhoria da qualidade dos produtos e a segurança alimentar dos consumidores.

      O livro já está à venda, ao preço de R$ 50,00, e pode ser adquirido no Escritório de Apoio da Embrapa Semiárido, localizado no Centro de Convenções em Petrolina-PE, ou através do Serviço de Atendimento ao Cidadão, que pode ser acessado no site www.cpatsa.embrapa.br, no link “Fale Conosco”.

       

      Motivos que provocam a queda de frutos jovens do coqueiro

       

       

      A queda dos frutos jovens é um dos mais importantes problemas que afetam os coqueirais do Brasil. Segundo a pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Joana Maria Santos Ferreira, existem vários fatores que determinam a causa da queda dos frutos jovens do coqueiro. Plantações sujeitas a períodos de baixas radiação solar e temperatura; períodos prolongados de seca, causando um estresse hídrico,  e períodos com quedas bruscas de temperaturas são propícias a apresentar problemas na frutificação das plantas.

       

      Segundo a pesquisadora,  “é comum a planta em estresse emitir um grande número de flores femininas. Esse excesso na emissão faz com que muitas destas não sejam fecundadas e, não havendo fecundação, entram em processo de abortamento natural, quando adquirem coloração marrom-escura, secam e ficam presas no cacho”, explica Joana Maria.

       

      A queda de frutos novos também é determinada em função dos danos causados por pragas, também por causa de insetos, ácaros, doenças, que são agentes que, ao atacarem uma estrutura vegetal, deixam marcas que denunciam sua presença, a exemplo de dejetos presos em fios de seda, galerias, necroses, manchas, podridões etc., sintomas específicos de cada espécie/doença e diferentes do secamento dos frutos.


      Creep-feeding ( ou cocho privado)

       




      "Creep-feeding" é uma forma de suplementação com ração balanceada no cocho, dentro de um cercado, com acesso somente ao bezerro. É um sistema prático que visa à suplementação da cria sem separá-la de sua mãe.
      Embora haja indícios de uma melhora da eficiência reprodutiva da vaca, o "creep-feeding" visa especialmente ao bezerro. Tem como objetivo o aumento do peso à desmama, bem como acostumá-lo à suplementação no cocho.
      Essa prática deve trazer vantagens econômicas, quando os animais são submetidos a sistemas mais intensivos de criação, como, por exemplo, o confinamento logo após a desmama para engorda e abate com pouco mais de 12 meses. Entretanto, quando esta suplementação é feita em bezerros que serão recriados e engordados a pasto, os resultados não são favoráveis, sob o ponto de vista econômico. À medida que o período da recria se prolonga, o efeito da suplementação se dilui.
      Um outro aspecto a ser considerado é o da eficiência do "creep-feeding" em função da época da estação de monta. Como era de se esperar, tal sistema apresenta melhores resultados com a monta de outono, quando os bezerros serão suplementados justamente durante a estação seca. Com relação à monta de primavera/verão (usual), essa prática pode não ser vantajosa economicamente, pois as pastagens apresentam boa qualidade e quantidade à época da suplementação.
      O sistema de "creep-feeding" exige a instalação de um cercado resistente, com seis fios de arame liso e distância entre os postes de, no máximo, quatro metros. Seu tamanho depende do número de bezerros a serem suplementados. A localização do cercado deve ser junto às áreas de descanso das vacas (malhadouro), às aguadas, ou nas proximidades do cocho de sal.
      Sugestões de dimensões para o cercado e o cocho:
      área do cercado: ± 1,5 m2/cria (deixando espaço de, no mínimo,
      2 m entre o cocho e a cerca para circulação). 
      acesso de entrada exclusivo ao bezerro: 0,40 m de largura x 1,20m de altura (com esteios fincados bem firmes).
      número de entradas: 4 para 50 bezerros 8 para 200 bezerros
      cocho com comprimento de 0,10 m/cria, e largura possibilitando a alimentação de dois animais (um de cada lado), simultaneamente.


      É bom lembrar, entretanto, que o êxito de qualquer suplementação depende dos bezerros consumirem, de fato, a ração oferecida. Para tanto, algumas práticas de manejo podem ser observadas, inicialmente, quando se usa o sistema de cocho privativo:
      1.  
        1. reunir às crias um bezerro mais erado, já iniciado no sistema, servindo como chamariz por alguns dias;
        2. espalhar um pouco de ração do lado de fora do cercado, junto aos locais de passagem dos bezerros, de maneira que as vacas possam "ensinar" suas crias a comer. Depois colocar próximo ao cocho, dentro do cercado; e
        3. permitir o acesso ao cocho, tanto das vacas quanto dos bezerros, durante alguns dias.   
      Admitindo-se que muitos criadores não contam com uniformidade dos bezerros, recomenda-se, ainda, separar bezerros e suas mães em dois ou três lotes de idades mais próximas. Destarte, assegura-se na ingestão satisfatória de forragem para todos os animais. O mais prático, entretanto, é o uso de uma estação de monta mais curta (2-3 meses), quando possível.
       
      Veja ! Valores medicicínais das Hortaliças, Elevando a Qualidade do leite, Morango Ecológico, Suco de Umbu, Tangerina, Torre para Cabras, Nutrição das Crias, Culinaria Bodistica, Curiosidades, Combatendo a Compulsão... PDF Imprimir E-mail
      Escrito por Lívio Chaves   
      Seg, 09 de Fevereiro de 2015 08:51

      Valores Medicinais das Hortaliças

       


      As hortaliças, além de fonte importante de minerais, vitaminas e fibras, essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo, são produtoras de metabólitos secundários (princípios ativos) que conferem a muitas delas valor nutracêutico e medicinal, ou seja, as tornam eficazes na prevenção e cura de várias doenças.

      Neste artigo, divulgamos o valor medicinal de algumas hortaliças, esperando que seja um fator a mais para aumentar o seu consumo pela família brasileira.

      Abóbora – Cucurbita moschata: antiinflamatória, cicatrizante, calmante, vermífuga, diurética, laxante, anti-hemorrágica, emoliente. Indicada para o tratamento de: erisipela, queimaduras, furúnculos, pneumonia, colite, otite, uretrite, verminose e prisão de ventre.

      Alface – Lactuca sativa: laxante, diurética, depurativa, calmante, mineralizante, vitaminizante, antitussígena, analgésica, antiinflamatória, emoliente. Indicada para o tratamento de: arteriosclerose, nefrite, hemorróidas, bronquite, artrite, gota, diabetes, acidoses, eczemas, bócio, varizes, gastrite, cólicas, insônia, ansiedades, prisão de ventre, inflamações e edemas externos.

      Alho – Allium sativum: hipotensora, antiinflamatória, antitussígena, laxante, vermífuga, diurética, depurativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: bronquite, tuberculose, hipertensão arterial, diabetes, difteria, reumatismo, tifo, cistite, nefrite, litíase, prisão de ventre e úlceras purulentas.

      Berinjela – Solanum melongena: mineralizante, alcalinizante, calmante, emoliente, cicatrizante, diurética, antiinflamatória, digestiva, laxante. Indicada para o tratamento de: queimaduras, abscessos, furúnculos, herpes, artrite, gota, reumatismo, diabetes, indigestão, prisão de ventre, insônia, nefrite, uretrite, cistite, colesterolemia, afecções hepáticas.

      Brócolo – Brassica oleracea var. italica: calcificante, antiinflamatória, vitaminizante, emoliente, laxante, diurética, calmante. Indicada para o tratamento de: irritabilidade, ansiedade, colite, anemia, avitaminoses, deficiência de calcificação, prisão de ventre.

      Cebola – Allium cepa: depurativa, emoliente, diurética, laxante, antibiótica, antitérmica, antitussígena, anti-hemorrágica, anti-reumática, calmante, alcalinizante, mineralizante, anticoagulante, vermífuga. Indicada para o tratamento de: insônia, cólicas, prisão de ventre, difteria, diabetes, traqueobronquite, gripe, úlceras e ferimentos, verminoses, dermatoses, reumatismo, gota, artrite, queda de cabelo e litíase renal.

      Cenoura – Daucus carota: vitamizante, aperiente, colagoga, antianêmica, diurética, antiespasmódica, laxante, antiinflamatória, antitussígena, carminativa, neurotônica, vermífuga, depurativa, emenagoga, lactígena. Indicada para o tratamento de: erisipela, afecções hepáticas, anemia, reumatismo, gota, prisão de ventre, psoríase, eczema, asma, bronquite, laringite, verminose, amenorréia, litíase renal.

      Chuchu – Sechum edule: diurética, hipotensora, vitaminizante, mineralizante. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, hipertensão arterial e afecções renais.

      Couve-flor – Brassica oleracea var. botrytis: antiácida, laxante, mineralizante, vitaminizante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: hiperacidez gástrica, calcificação deficiente em crianças, prisão de ventre.

      Jiló – Solanum gilo: hepática, eupéptica, mineralizante. Indicada para o tratamento de: afecções hepáticas, dispepsias, resfriados, febres.

      Melancia – Citrullus lanatus: diurética, laxante, antiinflamatória, hipotensora, carminativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: gota, reumatismo, afecções renais, hipertensão arterial, uretrite, cistite, cólicas, flatulência, prisão de ventre, bronquites e erisipelas.

      Melão – Cucumis melo: emoliente, alcalinizante, diurética, laxante, mineralizante, calmante, antilítica, tenífuga. Indicada para o tratamento de: gota, artrite, colite, prisão de ventre, litíase renal, nefrite, cistite, uretrite, acidoses, febre tifóide, hepatite, cirrose, teníase e disminorréia.

      Morango – Fragaria x ananassa: diurética, adstringente, antilítica, antianêmica, vulnerária, neurotônica. Indicada para o tratamento de: diarréias crônicas, ulcerações, feridas, litíases, afecções renais, bronquite, hepatite, gota, artrite, dispepsia e anemia.

      Pepino – Cucumis sativus: alcalinizante, emoliente, laxante, tônica, mineralizante, diurética, anti-reumática, hipotensora, antiinflamatória, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: reumatismo, gota, erupções cutâneas, cistite, enterocolite, amidalite, laringite, prisão de ventre e cólicas em geral.

      Pimenta – Capsicum spp: anti-séptica, antiinflamatória, adstringente. Indicada para o tratamento de: amidalites, aftas, gengivites, estomatites, faringites e hemorróidas.

      Pimentão – Capsicum annuum: vitaminizante, digestiva, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, cólicas abdominais.

      Quiabo – Hibiscus esculentus: emoliente, laxante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: tuberculose, bronquite, pneumonia, prisão de ventre.

      Rabanete – Raphanus sativus: mineralizante, aperiente, antiinflamatória, antitussígena, vermífuga. Indicada para o tratamento de: dispepsias, resfriados, bronquites, reumatismo, artrite, gota e verminose.

      Repolho – Brassica oleracea var. capitata: antiinflamatória, antiálgica, emoliente, cicatrizante, alcalinizante e vitaminizante. Indicada para o tratamento de: abscessos purulentos, hemorróidas, reumatismo, gota, cefaléias, nevralgias faciais, anemias, tuberculose, úlcera gástrica, alcoolismo, queda de cabelo.

      Tomate – Lycopersicon esculentum: depurativa, anti-séptica, emoliente, alcalinizante, mineralizante, laxante, vitaminizante, cicatrizante. Indicada para o tratamento de: avitaminose, tuberculose, anemia, prisão de ventre, hemorróidas, furúnculos, úlceras e feridas, queimaduras de sol.

       


      Ração Suplementar eleva qualidade do leite


      Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

      Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
      “Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

      Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

      “As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

      O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

      No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

      “Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.

       

      Morango ecológico: um produto saudável com melhoria da renda do agricultor

       

      Morangos

      O morango adquiriu nos últimos anos a imagem de ser um produto contaminado por agrotóxicos, o que gera insegurança. A Embrapa Clima Temperado busca alternativas para ajudar os agricultores a transformar a produção desse fruto, com dois sistemas de produção diferenciados: o sistema de produção integrada e o sistema de produção de base ecológica. Em termos de produção por planta, dependendo do sistema adotado pelo agricultor, pode-se ter um rendimento entre 800g e 1 quilo e meio de frutos.

      Para se alcançar uma alta produção de morango alguns agricultores consideram formas especiais de produção. Eles tratam o cultivo na propriedade considerando o solo um organismo vivo, onde a planta vive com a microfauna e a mesofauna local. O sistema utiliza preparados biodinâmicos e repelentes naturais para resultar num fruto colorido e saboroso. E o melhor, é possível produzir aproximadamente 1kg de frutas por planta cultivada. É o que se pode obter adotando o sistema de produção de base ecológica.  

      O morango orgânico é produzido sem a utilização de agrotóxicos, o que reduz os riscos de contaminação oriundos de seu consumo. O sistema de produção de morangos na propriedade sem os fatores contaminantes é um exemplo para a comunidade em busca de novas formas de produção. E favorece, principalmente, na melhoria da renda porque toda a produção encontra consumo imediato.

       

      Suco de umbu é rico em nutrientes para a saúde

       

      Os pesquisadores descobriram substâncias chamados polifenóis que, de acordo com estudos científicos das áreas médica e nutrição, ajudam a combater radicais e doenças cardiovasculares, prevenir a formação de tumores e retardar envelhecimento. Em algumas das amostras analisadas, as quantidades encontradas (IPT 36) ficaram próximas das registradas em sucos de uva processados a partir da variedade Isabel Precoce (IPT 40).

      Os dados são de estudos realizados por pesquisadoras da Embrapa Semiárido e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF-Sertão), e acrescentam à cadeia de conhecimento da fruta nativa da caatinga, uma importante informação nutricional e de apelo comercial.

      Características antioxidantes são muito valorizadas na indústria de alimentos. Produtos com essas qualidades adquirem mais e mais consumidores cativos. Assim, a presença de compostos dessa natureza é um ingrediente valoroso para as pequenas fábricas de processamento de umbu agregarem aos seus produtos.

      Os resultados ainda não são definitivos, afirma a pesquisadora da Embrapa Ana Cecília Poloni Rybka. Os dados foram obtidos com o aparelho Espectofotômetro e por meio de um método que é mais utilizado para determinar Índice de Polifenóis Totais (IPT) em vinhos. O próximo passo da pesquisa será medir a quantidade de compostos fenólicos com procedimentos técnicos usados com mais frequência na sua identificação.

       

      Os Segredos da Tangerina

       


      ESPECTOS GERAIS
      Árvore de porte médio, copa arredondada ou mais ou menos piramidal, com folhas aparentemente simples, coriáceas, de coloração verde, com glândulas de óleo essencial na forma de pontos translúcidos, variando um pouco na forma e em tamanho. As flores são normalmente solitárias, com cinco pétalas brancas, numerosos estames e um pistilo.
      VARIEDADE OU CULTIVARES
      As espécies mais cultivadas são: mexerica, Ponkan, Dancy, Cravo, Montenegrina. Murcott: híbridos de tangerina e laranja.
      ORIGEM
      As frutas cítricas em geral são originárias da Ásia, provavelmente da Índia, China e países vizinhos de clima sub-tropical e tropical úmido. Cultivadas nos pomares da Babilônia e da Palestina, entre outros locais do Oriente Médio, foram daí levadas para a Europa bem antes do desenvolvimento da América, e trazidas para o Brasil pêlos portugueses.
      PROPAGAÇÃO
      Por enxertia: o enxerto com as copas escolhidas se faz seis a oito meses depois do transplante dos cavalos. Os tipos de enxertia mais usados são: T normal ou T invertido, a 10 ou 15 cm do solo. As borbulhas deverão ser triangulares ou redondas. A amarração, com fita plástica, deverá ser cortada quinze a vinte dias depois da enxertia. Como principais porta-enxerto são indicados, o limão "Cravo", as tangerinas "Cleopatra" e "Sunki".
      PLANTIO
      As mudas são plantadas sempre no início do período chuvoso de cada região ou quando exista água suficiente para irrigar ou regar as mudas. Deve-se dar preferência aos dias nublados e de temperaturas mais amenas, sem ventos.
      O espaçamento recomendado é de 6 m x 4 m x 5 m x 4 m. As covas devem ter dimensões de 60 cm x 60 cm.
      A correção da acidez do solo (calagem) e adubação devem ser feitas com base em análises de solo efetuadas por laboratórios competentes, que emitirão as devidas orientações.
      Procede-se ao plantio dispondo-se a muda de modo que seu colo fique um pouco acima do nível do solo (mais ou menos 5 cm). Faz-se, em seguida, uma bacia em torno da muda e rega-se, e finalmente cobre-se com palha ou capim-seco. Deve-se tutorar a muda se houver ventos fortes.
      As podas são práticas imprescindíveis na cultura do citros. A poda lateral é conveniente em caso de superpopulação, quando os espaçamentos adotados tornam-se insuficientes para as plantas, que se tocam, sombreando abordo da árvore e impedindo a frutificação em maior área.
      A capina dos pomares pode ser manual, mecânica ou química, desde se que tenha cuidado para não danificar o sistema radicular das plantas.
       
       

      Cabras ganham torre de quase 10 metros de altura nos EUA



      A torre das cabras foi construída com cerca de 5 mil tijolos feitos à mão. As cabras conseguem subir e descer porque a torre conta com escada espiral.

       

       

      O norte-americano David Johnson, da cidade de Findlay, no estado de Illinois (EUA), construiu uma torre de quase 10 metros de altura e cerca de 2,1 metros de diâmetro, que permite que as cabras da fazenda subam até o topo, segundo o site “Farm Show”.

      A “torre das cabras” foi construída com cerca de 5 mil tijolos feitos à mão, cada um com diferente tamanho e forma. A torre tem 276 degraus, formando uma escada espiral, o que permite que as cabras subam e desçam com facilidade.

      “Os caprinos são os animais mais curiosos do mundo.

      Eles utilizam muito a torre. Eles vêm e vão”, disse Johnson, que conta com 34 cabras em sua fazenda. A torre tem seis andares, com três aberturas em cada lado.

      Johnson teve a ideia de construir a edificação após ver em uma revista uma foto de uma torre localizada na África. “Pelo o que eu sei, existem apenas três torres de cabras em todo o mundo. Há também uma na África do Sul e outra em Portugal”, disse Johnson.

       Ele destacou ainda, em entrevista ao site “Farm Show”, que nunca aconteceu nenhum acidente envolvendo os animais. “As pessoas muitas vezes me perguntam se alguma cabra já caiu da torre, e eu sempre dou a mesma resposta, que é não”, afirmou.

       

       

       

      Torre tem 276 degraus, formando uma escada espiral, o que permite que as cabras subam e desçam com facilidade. 

       

      Mãe bem nutrida, cria lucrativa


      A estatística é clara: mais de 20% das crias morrem, por falta de cuidados dos proprietários, todos os anos e tamanha perda não precisaria acontecer.

       

       

      Na criação nordestina, em regime de pasto, as crias nascem e logo são sufocadas pelo calor ardente. No inverno, as crias ficam geladas, nas noites, e perigosamente quentes durante o dia. O frágil organismo não aguenta e sucumbe.

      Na criação gaúcha, também nos campos, os ventos gelados liquidam parte das crias e a chuva piora a situação.

      A “criação em regime de campo” é um mito perigoso, quando encobre a falta de cuidados necessários à criação. Os campos nativos são pobres em vários meses e as ovelhas prenhes não recebem o sustento adequado. Então irá parir crias frágeis. As condições ambientais não são satisfatórias para as exigências de uma ovelha prenhe, pois ela também está nutrindo o feto. A precária alimentação acarreta baixo peso corporal do recém-nascido, fazendo crescer os índices de mortalidade. Parece que o fazendeiro não se importa e, assim, por deixar perder as crias também fica no prejuízo. O correto seria deixar de perder as crias para poder lucrar mais.

      A característica orientadora, nesse caso, é o peso da cria ao nascer. A Embrapa Sul analisou milhares de dados, chegando a algumas conclusões importantes:

      Ou seja, cria que nasce pesando até 3,0 kg tem um triste destino pela frente. Até os 3 kg, a sobrevivência não passa de 65%, sendo até de 43% em pesos corporais inferiores. O peso ao nascer mais desejável é superior a três quilos.

       

       

       

       

      Em ambientes quentes, a cria precisa ser hábil, logo ao nascer.

       

       

       

       

      u Solução - No terço final da gestação, geralmente final do inverno, uma alimentação adequada (reforçada) possibilita um aumento de peso no feto, o qual poderá melhor enfrentar as condições adversas do início da vida e não ser mais um na lista dos que perecem por frio e fome.

      Ou pelos dois fatores, ao mesmo tempo. O animal com pouca nutrição apresenta uma queda no metabolismo, tornando-se vítima fácil no momento de frio.

       

      u Resumo: fêmea gestante no final da lactação bem nutrida tem cria garantida.


       

       

       

       

      Culinaria Bodistica ,Cabrito de Páscoa



       

       

      Modo de preparo

      Na véspera

      - Se for um cabritinho, limpar as peles e gorduras, retirando os boduns.

      - Picar 2 cebolas médias, ou 1 grande.

      - Picar 125 gramas de presunto e 6 dentes de alho.

      - Juntar 3 colheres de sopa de azeite virgem, 1/2 copo de vinho branco e um pouco de pimentão doce. Misturar tudo até ficar numa papa. Temperar com sal e pimenta preta moída na ocasião.

      - Num tabuleiro grande, fazer uma cama com cebola cortada em rodelas, duas ou três, e colocar o cabrito inteiro, depois de bem untado, por dentro e por fora, com a papa. Distribuir pelo tabuleiro 2 ou 3 folhas de louro e 1 ramo de salsa.

       

      No dia

      - Regar o cabrito com mais 2 copos de vinho branco e azeite virgem, temperar com mais um pouco de pimenta preta moída na ocasião, e levar ao forno previamente aquecido. 30 minutos depois, virar o cabrito, juntar algumas batatinhas descascadas, temperar com mais um pouco de sal grosso e pimenta preta e voltar para o forno.

      - 30 minutos depois, virar o cabrito novamente. Regar com o molho que se foi formando. Se estiver muito seco, juntar mais um pouco de vinho branco. Voltar ao forno e 30 minutos depois está assado.

       

       Arroz de Miúdos

      - Picar muito fino os miúdos do cabrito, coração, rins e fígado. Picar 1 cebola média e refogar num pouco de azeite virgem. Juntar 4 dentes de alho picados e 1 folha de louro e deixar refogar mais um pouco. Acrescentar os miúdos do cabrito picadinhos e continuar a refogar. Refrescar com meio copo de vinho branco, tapar e deixar refogar mais um pouco. Temperar com sal e pimentão doce. Tapar e continuar em fogo baixo por mais 10 minutos. Juntar o arroz e, logo mais, adicionar água quente, o dobro do volume de arroz. Mexer e deixar acabar de cozer em fogo baixo, até quase secar.

      - Colocar o arroz numa travessa e o cabrito vai para a mesa no tabuleiro em que assou. Enfeitar com um raminho de alecrim seco. Pode acompanhar salada de alface.

       

      Curiosidades

      VARIEDADES

      Você sabia...?

      ... que as árvores, na pastagem, além de amenizar os efeito do excesso de insolação, do vento e da chuva, constituem verdadeiras “bombas de adubação”, canalizando nutrientes das camadas mais profundas do solo para a superfície, através dos galhos e folhas?  Tanto melhor se forem leguminosas, com capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico! Assim, elas melhoram o equilíbrio ecológico e o microclima da pastagem.

      ... que o Tzar russo instituiu imposto sobre as barbas? Barbudo tinha que pagar imposto! Foi Pedro, o Grande, o grande Tzar que modernizou a Rússia no século 18, quem inventou imposto sobre barbas, na tentativa de melhorar a higiene pessoal dos súditos.

      O tributo era anual e o contribuinte recebia um “cartão” como comprovante de quitação. Os fiscais raspavam a cara dos sonegadores.

      ... que a minhoca é um tesouro? Ela ingere um volume de solo e matéria orgânica equivalente ao seu peso. O dejeto da minhoca é muito rico. Tem 2,5 vezes mais Cálcio e Magnésio que o solo. Tem 5 vezes mais Nitrogênio, como nitrato. Tem 7 vezes mais Fósforo assimilável. Tem 11 vezes mais Potássio assimilável.

      ... que , embora a Inglaterra tenha ficado rica com a produção de lã, este produto teve origem na Espanha (Ibéria)? Foi ali que a raça Merino predominou por séculos. Somente no final do século XVIII, os animais dessa raça chegaram à Inglaterra, de onde rumaram para o restante do mundo. A Espanha perdeu, então, sua reputação de produtora de ovinos de lã fina.

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      Frase

      - Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

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      Vocabodário

      - Cabrim - Pele curtida de ca­bra.

      - Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

       

      Descobrir prazeres e ocupar tempo livre ajuda a combater a compulsão

      Especialistas explicaram como ocorre a compulsão por comida e compras.
      No caso da alimentação, anotar o que come e se planejar pode ajudar.

       

      Comer e fazer compras são atividades que dão prazer, mas algumas pessoas ficam “viciadas” por essas atitudes e isso pode ser um sinal de compulsão. Pessoas com comportamento compulsivo realizam essas atividades sem planejamento, com urgência e necessidade, e acabam se culpando e se arrependendo depois.

      Por isso, a disciplina é fundamental no tratamento dessa patologia. Ocupar os períodos ociosos da agenda com atividades saudáveis evita com que esses tempos vazios sejam aproveitados com comportamentos impulsivos. Além disso, encontrar novos prazeres é uma alternativa para substituir as atividades que estimulam a compulsão.

      Cozinhar, ir ao cinema, ouvir novas músicas, começar a freqüentar a academia, estudar ou até mesmo criar um animal de estimação são algumas das opções para evitar a depressão. Ou seja, quando você retira ou diminui da sua vida um ato que te dá prazer, você precisa de algo para ocupar e substituir esse ato.

      info Bem Estar compulsão alimentar (Foto: arte/G1)

      Como a impulsividade faz a pessoa perder o controle em determinado momento, ter um amigo para conversar também pode ajudar a evitar que isso aconteça.

      É importante, então, escolher alguém que não julgue e não dê bronca, mas que ajude a refletir sobre o problema e até interfira com atitudes simples, como diminuir o limite do cartão de crédito ou acompanhar nas idas aos supermercados, por exemplo. Caso esse amigo não possa acompanhar nos locais de "tentações", é preciso então evitá-los para não despertar vontades e impulsos. 

      Segundo o psiquiatra Alexandre Azevedo, saber diferenciar a compulsão da permissão também é importante. Por exemplo, a pessoa que vai ao shopping porque precisa de um sapato e acaba comprando vários pode ser compulsiva. Mas se ela vai já sabendo que vai gastar muito dinheiro, existe um planejamento, coisa que o compulsivo não faz, ou seja, é apenas perda de controle e irresponsabilidade.

      No caso da comida, o endocrinologista Alfredo explicou que a compulsão acontece quando a pessoa come por desejo, sem limites e por necessidade. Por isso, uma das dicas é, quando ir ao supermercado, não estar com fome para não acabar comprando alimentos sem necessidade.

      Além disso, fazer um diário da sua alimentação no dia a dia ajuda a recordar exatamente o que você comeu. Só o fato de parar para anotar já faz a pessoa pensar e até deixar de comer. Caso isso não aconteça, ela poderá analisar no dia seguinte se o que comeu foi dentro do normal ou exagerado.

      Existe também a psicoterapia individual ou em grupo como forma de tratamento. Ela é feita baseada na reeducação através de situações, gatilhos e armadilhas. Além disso, também faz com que a pessoa discuta questões relativas ao seu problema e divida experiências com outras que sofrem da mesma coisa.

      O psiquiatra Alexandre Azevedo deu algumas dicas para contornar períodos e situações que podem favorecer o comportamento compulsivo. Veja no quadro abaixo:

      Dicas para evitar comportamentos compulsivos
      Problema
      O que fazer?
      Tempo livre Organize uma agenda
      Solidão Aumente o número de amigos
      Notícia ruim Compartilhe com alguém
      Ouvir um 'não' Tenha sempre um plano B
      Estresse Escolha momentos da semana para relaxar
      Dia longo de trabalho Faça pausas para conversar, ouvir música ou ler
      Fim da tarde Mantenha-se ocupado com atividades agradáveis
      Domingo Faça que seja o dia do lazer, sem nenhum trabalho
      Achar-se feio Identifique partes do seu corpo que acha bonitas e as explore
      Supermercado Vá sem fome
      Shopping Faça sempre uma lista de compras
      Depósito do salário

      Coloque as contas principais no débito automático

       
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