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Veja ! Curiosidades, Consaquinidade no Rebanho, Cordeiro Ensopado, Qualidade da Água, Valorizando a Genética, Miniatura Pinscher, Manejo Sanitario e Nutrição Bovina... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 20 de Setembro de 2014 08:32
Curiosidades
VARIEDADES


Você sabia...?

... que, somente depois de aprovada e testada a refeição, o caprino irá ingerir cerca de 100 gramas de Matéria Seca por metro percorrido?

... que caprinos adultos mastigam bem grãos inteiros? Já cabritos novos  tiram maior  proveito deles  após a trituração.

... que, em 1984, um fazendeiro canadense começou a alugar  o espaço no corpo  de suas vacas para  fazer propaganda?

... que as cabras prestam um grande serviço, pela “limpeza “ do pasto? Ou seja, elas comem o que os outros ruminantes não comem.

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Provérbios

- Um dia do sábio vale mais que a vida inteira do ignorante. (Provérbio árabe)

- Deus seja tão bom contigo que te dê vizinhos sem olhos. (Provérbio árabe)

- O cobiçoso cobiça todo o dia, mas o justo dá e nada retém.

- Vale mais uma hora de sábio que a vida inteira de tolo. (Provérbio Chinês)

- Quem rouba uma agulha, rouba um camelo. (Provérbio árabe)

- Antes de comprar a casa examine os vizinhos.

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Ditados

- Cada cuba cheira ao vinho que tem.

- Não se pressiona demais o covarde, pois ele pode virar valente. (ditado árabe)

- Quem é torto e mal se ajeita, tarde ou nunca se endireita.

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Frases

- Ser um empreendedor é: executar os sonhos mesmo que haja riscos; enfrentar os problemas mesmo não tendo forças; caminhar por lugares desconhecidos mesmo sem bússola; tomar atitudes que ninguém tomou; ter a consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória; não esperar uma herança,mas construir uma história...

- Esta lei do olho por olho deixa todo mundo meio cego. (Gandhi)

 

Consanquinidade em Rebanhos Leiteiro

 


Qual é a melhor maneira de definir consanguinidade?

A consanguinidade é uma medida (ou medida prevista) na relação de parentesco entre dois indivíduos relacionados, ou seja, é a união de indivíduos mais aparentados do que a média da população. Tecnicamente, é a percentagem de genes que estejam idênticos na descendência, o que significa que um animal reparte uma cópia de genes de ambos progenitores, pai e mãe, e que pode ser rastreado através do pedigree de um ascendente comum.


Qual é a diferença entre "consanguinidade" e "consanguinidade dentro de linhagens genéticas"?

Tecnicamente são a mesma coisa. "Consanguinidade dentro de linhagens genéticas" descreve o foco em determinadas linhagens (ou animais específicos), que tenham características de interesse particular. "Consanguinidade dentro de linhagens genéticas" é um termo geralmente associado a um acasalamento planeado, ou um esforço consciente de aumentar a probabilidade de ocorrência de genes específicos, buscando um determinado resultado. 

Um bom exemplo disso são os cavalos de corrida. "Consanguinidade" é basicamente a mesma coisa, no entanto, geralmente tem uma conotação negativa associada ao termo, porque muitas vezes acontece sem planeamento. "Consanguinidade" é um termo comumente usado para descrever os efeitos negativos numa raça ou efectivo, de acasalamentos com estreito grau de parentesco.

Por que razão existe preocupação com a consanguinidade?

Como os animais podem ficar cada vez mais aparentados, a depressão pela consanguinidade ocorre para certas características, o que significa que o desempenho é menor do que o esperado. O que não é o ideal, pois estará contrariando o potencial do ganho genético.
A tendência de consanguinidade está aumentando? Estamos a atingir um nível crítico?

Um dos equívocos mais comuns sobre consanguinidade é que existe um nível crítico e que o mesmo não deve ser ultrapassado. Não há nenhuma pesquisa que sustente esta afirmação, ao contrário dos efeitos da depressão por consanguinidade, que parecem ser lineares de acordo com a tabela abaixo:


Caracter Cada 1% consanguinidade
Leite menos 37 kg/lactação
Gordura menos 1,2 kg/lactação
Proteína menos 1,2 kg/ lactação
Idade ao primeiro parto mais 0,4 dias
Intervalo entre partos mais 0,3 dias
Longevidade menos 13 dias
Rendimento Liquido Vitalício menos US$ 23,11
Portanto, um aumento de 6% para 7% na consanguinidade tem o mesmo "custo" que entre 1% e 2%.

 

Cordeiro ensopado com anchovas



Ingredientes:

 

- 1/2 kg de carne de carneiro (pernil ou costelas)

- 02 colheres (sopa) de farinha de trigo

- 1/2 colher (sopa) de margarina

- 03 colheres (sopa) de óleo

- sal e pimenta-do-reino

- 02 colheres (sopa) de vinagre

- 02 galhos de alecrim

- 03 filés de enchovas ao óleo

- 02 copos de caldo de carne

- 01 dente de alho

- salsa picadinha

 

 

 

 

 

Modo de fazer

- Corte a carne em pedaços grandes, lave e enxugue. A seguir, passe os pedaços na farinha de trigo. Leve ao fogo uma panela grande com a manteiga e o óleo. Quando estiver quente, doure a carne, deixando que frite de todos os lados. Tempere então com sal e pimenta-do-reino a gosto.

- Acrescente o vinagre, pique as folhas de alecrim, misture as enchovas ao óleo e polvilhe a carne. Regue, sempre que necessário, com um pouco de caldo de carne. Deixe cozinhar em fogo brando por 45 minutos.

- Retire quando a carne estiver cozida e o molho grosso, junte o alho e a salsa bem picados. Antes de levar a mesa, arrume os pedaços de carneiro no centro de uma travessa, decore ao redor com meios tomates assados ao forno e recheados com ervilhas previamente passadas na manteiga. Acompanhe com purê de batatas e arroz branco.

 

 

A importância da qualidade da água para o rebanho bovinos

 

 

A água é um recurso fundamental para a produção de bovinos de corte e de leite, além de ser o principal alimento. Por isso, a água deve estar disponível em quantidade e qualidade, o que exige manejo adequado, tanto para saciar a sede dos animais como na higienização das instalações e na retirada dos dejetos. O animal que não bebe água suficiente pode apresentar problemas de sanidade, o que prejudica a qualidade da carne e do leite.

Um dos fatores que explicam o sucesso da pecuária no Brasil é justamente a disponibilidade de recursos hídricos e de solos para o cultivo de pastagens, mas a produção de bovinos ainda não é hidricamente sustentável. Contudo, por meio de técnicas adequadas, é possível produzir carne e leite de qualidade e conservar os recursos hídricos, garantindo segurança sanitária e ambiental.

O tema é de extrema relevância para a produção animal, mas ainda é tratado por técnicos e produtores de forma marginal e pontual. Como a água é um insumo produtivo e um recurso natural finito, daí a necessidade de tratar a questão em todas as suas dimensões para preservação e conservação da quantidade e qualidade. Então é preciso que o manejo hídrico se torne uma prática cotidiana, assim como o manejo nutricional, reprodutivo e sanitário. Além disso, o produtor deve conhecer e aplicar as legislações relacionadas aos padrões de qualidade da água para bovinos e ao descarte de efluentes no solo e em corpos de água naturais.

 

A Utilização de Material Genético de Qualidade Valoriza o Rebanho

 


O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento é responsável pelo registro de todos os estabelecimentos que produzem, processam e comercializam sêmen e embriões de animais. O material genético de bovinos, bubalinos, caprinos, eqüídeos, ovinos e suínos, ovos férteis de aves domésticas e ovos e larvas de bicho-da-seda é registrado pelo ministério.

Hoje, 2.050 estabelecimentos trabalham com a multiplicação animal e estão registrados. O controle é feito pela Divisão de Fiscalização de Material Genético Animal (DMG/DFIP), por meio do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP/DAS), órgão que integra a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

Para a comercialização de sêmen, os estabelecimentos que processam o material, denominados Centros de Coleta e Processamento de Sêmen, devem inscrever os animais doadores no cadastro do Ministério da Agricultura.

Todos os animais são previamente submetidos a exames sanitários e avaliações clínicas. Também são realizados testes de identificação genética e análises de desempenho zootécnico. O procedimento tem como objetivo selecionar os melhores animais com aptidão para a produção de carne e de leite.

O aumento da produtividade de um rebanho está relacionado com a qualidade do material genético usado na propriedade.


“É fundamental que o produtor se conscientize da importância de se adquirir material genético somente de empresas registradas no ministério”, afirma o chefe da divisão do ministério, Beronete Barros. A fiscalização busca verificar a conformidade com os dispositivos legais vigentes para que o material seja comercializado com identidade e qualidade.

Saiba mais

No portal do Ministério http://www.agricultura.gov.br/, no menu “Animal”, estão disponíveis os estabelecimentos registrados e os reprodutores inscritos e aptos à coleta de sêmen, além da legislação vigente. Para visualizar estas informações, basta escolher uma espécie, e selecionar a opção “Material Genético”.
 
 

Miniatura Pinscher

 

dog
 
Tamanho: de 25 a 30 cm na cernelha pelos padrões da FCI (Federação Internacional de Cinofilia).

Peso: o peso médio fica entre 4 e 7 quilos.

Aparência: corpo bem balanceado; movimentos vivos e energéticos. Vigoroso e alerta.

Pelagem e cor: pêlos curtos e densos, suavemente assentada, lustrosa e sem falhas. Cores sólidas, em várias tonalidades, do castanho ao vermelho cervo ou black-and-tam (preto com marcas castanhas). Nos cães pretos e castanho é desejável marcas castanhas bem nítidas localizadas nas faces, no focinho, acima dos olhos, sob o queixo, na garganta, dois triângulos no peito na altura do externo, nas patas, e sob a cauda.

Cabeça: forte e alongada. A testa deve ser achatada e sem rugas. A mordedura deve ser em tesoura. Os olhos devem ser escuros, ovais e de tamanho médio. As orelhas podem ser cortadas ou não.

Cauda: de inserção alta e portada erguida, deve ser cortada na terceira vértebra.
Expectativa de vida: Acima de 15 anos.
Em Alemão, pinscher quer dizer mordida, que deriva do hábito dos cachorros de pular e morder ferozmente sua caça. Originários do cruzamento de English Black and Tan Terrier, German Pinscher, Dachshund e Italian Greyhound, os cãezinhos dessa raça são considerados cães de guarda, estando classificados pela Federação Internacional de Cinofilia (FCI) no mesmo grupo de outros animais, como o Rottweiler, o Dobermann, o Mastife, o Boxer e o Dogue Alemão.

O Miniatura Pinscher tem características bastante peculiares: personalidade forte, muita energia, apego ao dono, entre outras que o torna perfeito como cão doméstico. Os cuidados com o tratamento desses cachorros não exigem muito esforço por parte dos seus donos. Pelo contrário, para que o pêlo desses animais permaneça sedoso e com brilho intenso, por exemplo, uma escovadinha esporádica dá conta do recado. Além disso, os banhos freqüentes não são muito recomendáveis. Às vezes uma toalha molhada com água morna substitui muito bem as lavagens.

Por ser um animalzinho extremamente perspicaz, e tendo em vista sua tendência a investigador, é extremamente importante tomar cuidado com objetos pequenos soltos pela casa. É muito comum esses cãezinhos ingerirem os objetos que encontrarem pela frente.

Os problemas de saúde que geralmente atingem essa raça são: dentição dupla (os dentes de leite não caem), luxação de patela (deslocamento do joelho) e problemas na cabeça do fêmur.

Ao contrário da maioria dos cães domésticos, os animais dessa raça são exímios cães de guarda. Entretanto, isso não os faz perder o gosto pelas brincadeiras. Também adoram aprender truques.

São cães possessivos e com presença de espírito, curiosos, mas desconfiados com estranhos. E por serem sensíveis e delicados, não devem ser deixados sozinhos com crianças pequenas, porque alguma brincadeira mais bruta pode machucá-los seriamente. Contudo, são excelentes companhias para crianças maiores e adolescentes.

Apesar de terem a fama de histéricos, se bem educados serão uma excelente companhia. Entretanto, os donos desses animais devem estar cientes de que eles não são cães de companhia, pois, caso o contrário, poderão mimar excessivamente o animal tornando-o insuportável. Portanto, o tratamento adequado que deve ser dado aos Miniatura Pinscher é o de um cão de guarda.

Teimosos, orgulhosos e independentes, esses animais não se sentem intimidados quando em contato com animais maiores, muito pelo contrário, enfrentam-os sem o menor receio. Por isso, é indispensável que o dono desse pequeno feroz, seja uma pessoa preparada para enfrentar um cachorrinho invocado Por serem naturalmente dominantes, muitos enfrentam os próprios donos quando contrariados.
Quanto à capacidade de aprendizado, normalmente serão precisas de 15 a 20 repetições antes que esses animais obedeçam de forma imediata. Depois que eles aprendem e adquirem o hábito do novo comportamento, eles geralmente retêm os comandos com uma certa facilidade. Outra característica destes cães é que eles costumam responder logo no primeiro comando. O que os diferencia dos melhores cães em obediência, todavia, é o fato de que eles tendem a demorar um pouquinho mais de tempo entre o comando e a resposta, além disso eles tendem a apresentar um maior grau de dificuldade em se concentrar no comando quando o dono se distancia fisicamente deles. No entanto, dedicação, paciência e persistência são peças-chave para um maior grau de obediência desta raça.
 


Manejo Sanitario dos Caprinos

 



Verminose

A verminose é uma doença causada por helmintos ou vermes que vivem, principalmente, no abomaso (coalho) e intestinos dos animais, podendo atacar todo o rebanho. Quando acometidos pelos vermes, os caprinos se tornam fracos, magros, com pêlos arrepiados, apresentando diarréia, edema submandibular (papada) e anemia.

A verminose é a doença que mais mata caprinos, sobretudo, os animais mais jovens. Os seus principais prejuízos são:

Diminuição dos índices de parição.
Diminuição do crescimento dos animais.
Diminuição da produção de leite.
Aumento do número de mortes no rebanho.

Recomenda-se vermifugar periodicamente todos os caprinos da propriedade, a fim de evitar que animais não medicados venham a contaminar os pastos com os ovos dos vermes presentes nas suas fezes.  Na época seca há poucas condições de sobrevivência das larvas dos vermes nas pastagens. A vermifugação, nesse período, reduz a infecção no animal e evita que o mesmo fique com uma carga muito grande de vermes na época das chuvas.


Verificar na embalagem do produto, a quantidade de dias que o produtor deve esperar para utilizar o leite e a carne dos animais vermifugados (carência), se o produto é indicado para o rebanho caprino e qual a quantidade que deve ser aplicada em cada animal. É importante observar, no momento da compra do vermífugo, a validade ao produto.


A dose do vermífugo depende do peso de cada animal. Se o criador estimar o peso do animal de modo empírico (no olho), ele deve ter o cuidado de calcular a dose do produto para um peso superior ao estimado, já que uma dose abaixo das necessidades do animal, além de não controlar os vermes, causa também a resistência destes ao produto.
 

ALIMENTOS NA NUTRIÇÃO DE BOVINOS

 


1. ALIMENTOS, RESÍDUOS E SUBPRODUTOS

Os alimentos são classificados de acordo com a Associação Americana Oficial de Controle de Alimentos (AAFCO) e o Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA (NRC) e adaptada por F.B. MORRISON:
  • Alimentos volumosos - são aqueles alimentos de baixo teor energético, com altos teores em fibra ou em água. Possuem menos de 60% de NDT e ou mais de 18% de fibra bruta (FB) e podem ser divididos em secos e úmidos. São os de mais baixo custo na propriedade. Os mais usados para os bovinos de corte são as pastagens naturais ou artificiais (braquiárias e panicuns em sua maioria), capineiras (capim elefante), silagens (capim, milho, sorgo), cana-de-açúcar, bagaço de cana hidrolisado; entre os menos usados estão: milheto, fenos de gramíneas, silagem de girassol, palhadas de culturas, etc.
  • Alimentos concentrados - são aqueles com alto teor de energia, mais de 60% de NDT, menos de 18% de FB, sendo divididos em:
    • Energético: alimentos concentrados com menos de 20% de proteína bruta (PB); origem vegetal - milho, sorgo, trigo, arroz, melaço, polpa cítrica; origem animal - sebos e gordura animal;

    • Protéicos: alimentos concentrados com mais de 20% de PB; origem vegetal - farelo de soja, farelo de algodão, farelo de girassol, soja grão, farelo de amendoim, caroço de algodão, cama de frango -; origem animal - farinha de sangue, de peixe, carne e ossos (sendo esta última atualmente proibida pelo Ministério Agricultura para uso em ruminantes).

  • Minerais - compostos de minerais usados na alimentação animal: fosfato bicálcico, calcário, sal comum, sulfato de cobre, sulfato de zinco, óxido de magnésio, etc.
  • Vitaminas - compostas das vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis;
  • Aditivos - compostos de substâncias como antibióticos, hormônios, probióticos, antioxidante, corantes, etc.
  • Outros alimentos - aqueles que não se classificam nos itens anteriores
 
Veja ! Poder Curativo dos Vegetais, Sugestão para Gatos, Vitamina da Beleza, Plantas para os Olhos, Substituindo o Açucar Branco e Saiba prepara alguns Sucos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 19 de Setembro de 2014 08:31

O Poder Curativo dos Vegetais

 

Os alimentos vegetais, assim como as plantas medicinais, contém substâncias que produzem efeitos farmacológicos semelhantes aos de qualquer medicamento, com as vantagens de prevenir, além de corrigir a tendência para adoecer. Em geral não têm efeitos secundários. Descubra a farmácia natural que existe em sua despensa. Veja algumas propriedades curativas de alguns alimentos vegetais:

ANTI-SÉPTICOS URINÁRIOS
ArandoArando trepador ou vermelho- Combate cistites e outras infecções urinárias sem provocar resistência nas bactérias. Suas folhas também são hipoglicemiantes, como as do arando(mirtilo). Os frutos, por sua vez, são adstringentes.


DIURÉTICOS
Aipo-  aumenta a produção de urina, favorecendo as funções dos rins e reduzindo os edemas.
Outros alimentos diuréticos: beringela, melão, melancia, alho-porro, aspargo.

ADSTRINGENTES
Caqui- contém taninos que secam a mucosa intestinal e mucilagens que a suavizam.
Outros alimentos diuréticos: marmelo, maçã, caimito, romã, nêspera.


PROTETORES HEPÁTICOS
Alcachofra: aumenta a produção de bílis e descongestiona o fígado.
Outros alimentos protetores hepáticos: nêspera, cardo.

REMINERALIZANTES
Coco- muito rico em magnésio, cálcio e fósforo.
Outros alimentos remineralizantes: amêndoa, alfafa, couve, laranja, nabo(folhas).
abacate
HIPOLIPEMIANTES
Abacate- baixa o nivel de colesterol e triglicérides no sangue, é antianêmico, protetor da mucosa digestiva e tonificante
Outros alimentos Hipolipemiantes: feijão, semente de girassol, inhame, nozes.

DIGESTIVOS
Abacaxi- facilita a digestão gástrica.
Outros alimentos digestivos: abóbrinha, mamão, batata, quiabo.

LAXANTES
Ameixas- estimulam o funcionamento intestinal.
Outros alimentos Laxantes: beringela, acelga, cereais integrais.

ANTIOXIDANTES
Laranjas- contém quatro potentes antioxidantes:vitamina C, beta-caroteno (provitamina A), flavonóides e ácido fólico. Evitam a arteriosclerose e a tendência a trombose.
Outros alimentos antioxidantes: morango, cítricos, frutos secos.

PREVENTIVOS DO CÂNCER
Brócolis- os seus elementos fitoquimicos detêm o crescimento das células cancerosas.
Outros preventivos do câncer: couve-flor, laranja, limão, ameixa, uva, tomate.
pistache
ANTIANÊMICOS
Pistácios: contém tanto mais ferro do que as lentilhas, além de cobre e outros oligoelementos que favorecem a produção de sangue.
Outros alimentos diuréticos: beterraba-vermelha, damasco, maracujá, espinafre, alface-da-terra.

"O método pelo qual a Natureza executa seu processo de purificação, fortalecimento, regeneração e reconstrução através de alimentos apropriados, é um processo normal e não um milagre. Frutas , Hortaliças frescas são rica fonte de minerais orgânicos e vitaminas, e a presença destes fatores vitais nos alimentos, torna-os de fato alimento superior."
 
 
 

Sofá com Túnel para Gatos

 

O designer de interiores coreano Seiguil resolveu criar um sofá para que o dono e o bichano fiquem em harmonia e aproveitem os momentos como assistir tv, ler, para que nenhum atrapalhe o momento do outro ele criou o Cat Tunnel (túnel de gatos) onde o gato pode se divertir enquanto seu dono assiste tv, por exemplo.

“Sofá túnel Cat foi concebido para o gato e o seu dono. Após a análise e observação dos hábitos e comportamentos através de peritos em gatos  e pesquisas na área, nós projetamos a estrutura e a forma do sofá para estar em plena harmonia.”


Segundo Mun, o fato de animais compartilharem um espaço com as pessoas faz com que eles também tenham o direito de ter móveis planejados para suas necessidades. Assim, o bichinho pode se divertir no túnel enquanto seu dono pode ver televisão, ler e descansar. Por enquanto, ainda não há informações sobre preços e disponibilidade do sofá.
 
 A VITAMINA DA BELEZA

 

Um documento antigo chamado Papiro de Ebers, escrito por volta de 1500 a.C. no Egito, recomendava a cenoura como cosmético, aplicada em rodelas sobre o rosto. atualmente sabemos que seu efeito benéfico sobre nossa pele se deve principalmente por seu conteúdo em provitamina A.

Na cenoura é abundante a pectina, substância de ação absorvente e antidiarréica; sais minerais diversos, oligoelementos, vitaminas do grupo B, C, e sobretudo o caroteno. È um dos vegetais mais ricos em provitamina A, apenas superada pela alfafa. Outras fontes importantes de caroteno são o espinafre, a couve, os damascos, tomates e pimentões. "As cenouras, originalmente, apareciam com cores púrpura, branca e amarela. A cenoura laranja, que é hoje sinónimo de cenoura, foi desenvolvida na Holanda como tributo a Guilherme I de Orange  ("orange" = "laranja") durante a luta holandesa de independência da Espanha, no século XVI".1

A cenoura (Daucus carota L) é um alimento-remédio ideal para as crianças, pois estimula o seu crescimento, aumentando suas defesas; evita diarréias, desenvolve uma boa visão e dá beleza à pele e ao cabelo. Além disso contribui para a formação de uma dentição forte e bem desenvolvida, especialmente quando ingerida crua.

"Os alimentos de origem animal, como o fígado dos mamíferos ou dos peixes contém abundante retinol (vitamina A animal) que pode chegar a ter efeitos tóxicos, se ingerido em doses elevadas, ao contrário do caroteno (provitamina A vegetal), que não contém nenhum risco de toxidade. Nosso organismo só transforma em vitamina A (retinol) o caroteno de que necessita. Nosso organismo é incapaz de produzir vitamina A se não é fornecido o seu precursor, o caroteno." .

Cada 100 gramas de Cenoura  contém:
        - Calorias - 51kcal
          - Proteínas - 1,5g
          - Gorduras - 0,3g
          - Provitamina A - 14500 U.l.
          - Vitamina B2 (Riboflavina) - 30 mcg
          - Vitamina B3 (Niacina) - 0,3 mg
          - Vitamina C (Ácido ascórbico) - 27 mg
          - Potássio - 290 mg
          - Sódio - 100 mg
          - Cálcio - 45 mg
          - Fósforo - 40 mg
          - Enxofre - 22 mg
          - Cloro - 5 mg
          - Magnésio - 4 mg
          - Silício - 2 mg
          - Ferro - 1 mg


 Nossas necessidades diárias de vitamina A são:  400 microgramas para crianças; 750 microgramas para adultos e 1200 microgramas para grávidas ou que amamentam. Os problemas relacionados à falta da vitamina A, são; problemas na acomodação visual; distúrbios na percepção das cores e secura nos olhos; sensibilidade à luz; cegueira noturna; problemas nas células da pele; problemas relacionados ao metabolismo e queda do sistema imunológico.
 
 

PLANTAS PARA OS OLHOS

 


Dados do IBGE, dão conta que 70% das pessoas com alguma deficiência no Brasil são cegas ou têm baixa visão. No mundo, somam entre 40 e 45 milhões de indivíduos. Segundo a OMS, 80% dos casos de cegueira seriam evitáveis com cuidados básicos. Dia 10 de julho se comemorou o Dia Mundial da Saúde Ocular. Os especialistas afirmam  que a prevenção deve começar logo nos primeiros dias de vida com o “O teste do olhinho" que deve ser feito tão logo a criança nasça. Mesmo com o teste do olhinho, os pais precisam ficar atentos à saúde ocular dos filhos durante toda a infância. A visita ao oftalmologista deve ocorrer anualmente. “Uma criança pode ser completamente saudável no aspecto físico, mas ter problemas sérios nos olhos”, segundo afirma o oftalmologista Sebastião Ferreira Neto, especialista em retina[1].

As plantas medicinais podem contribuir para o bom funcionamento da visão, através de suas propriedades anti-séptica e antiinflamatoria, aplicadas localmente.  Por via oral, algumas plantas fornecem vitaminas A e Antocianinas, substâncias que melhoram a acuidade visual. A vitamina A é necessária para o bom funcionamento das células da retina e as antocianinas são antissépticas, antiinflamatórias e antes de tudo, exercem uma função protetora sobre os vasos capilares  e sobre os da retina, em particular.
As plantas mais empregadas para lavar os olhos em caso de ardor, irritação ou cansaço ocular por ter que forçar muito a vista (quem fica muito tempo em frente ao computador, por exemplo) são a Camomila, Eufrásia, Escovinha, Hamamélis e Rosa-Primitiva. As lavagens e compressas com estas plantas diminuem as olheiras e embelezam os olhos, dando-lhes um olhar límpido e brilhante.

Diminuição da visão
As plantas que protegem os capilares da retina, como o Arando, ou a Cenoura, que fornecem vitamina A necessária para as células sensíveis à luz, podem melhorar nossa acuidade visual. A Cenoura melhora nossa acuidade visual, sobretudo na escuridão. Combate também a hemeralopia (dificuldade para ver durante a noiite ou com pouca luz), a secura do pólo anterior do olho, a inflamação das palpebras (blefarite) e a queratite (inflamação das córneas).

Com o uso abundante de cenoura obtem-se excelentes resultados nos casos em que a sua perda seja causada por carência de vitamina A. O Arando  ou Mirtilo, melhora a irrigação sanguinea na retina. O uso do suco fresco ou decocção dos seus frutos tem o  poder de melhorar, a visão,  e esse poder lhe é  atribuído  desde a Segunda Guerra Mundial, quando os pilotos britânicos comiam mirtilo antes dos vôos noturnos. Eles acreditavam que assim enxergavam melhor os alvos inimigos.  

Além do Arando, há outras plantas que podem ser usadas como alternativa, que são ricas em antocianinas:
- Escovinha - desinflama o pólo anterior dos olhos. Compressas sobre os olhos,  lavagens e gotas sobre os olhos (colírio) com água de escovinha.
- Cenoura - fortelece e hidrata as mucosas oculares. Usa-se crua ou em suco.
- Monarda -
- Roseira - Alivia o ardor, desinflamando e deseinfetando. Infusão das pétalas.
- Salgueirinha -
- Videira - Antiinflamatória e cicatrizante, através de lavagens oculares com a seiva dos sarmentos.
- Violeta - suavizante especialmente útil na blefarite, através de lavagens oculares com a infusão das folhas/flores.
 

Substituindo o Açucar Branco

 

A melhor opção para comermos doce é comer mais frutas, preferencialmente orgânicas e da época, no dia a dia. Esta atitude, além de ampliar o potencial de energia vital em seu ser, aumentará sua defesa imunológica e alegria de viver. Procure variar as frutas, mas não misturá-las muito em uma só refeição.

Frutas doces e ácidas jamais devem ser misturadas na mesma salada, mas ambas combinam com semi-ácidas. Misture mamão com maçã, mas não misture mamão com laranja. Jamais! Fato, é que o melhor açúcar projetado pela natureza é a frutose natural obtida das frutas.




Caldo de Canasubstituindo o açúcar
é o primeiro estágio de extração da sacarose. É o mais bruto dos adoçantes naturais. Quando recém tirado é boa fonte de energia vital, fibras e minerais. Beba caldo de cana com algumas gotas de limão para quebrar o doce intenso que provoca enjôo em algumas pessoas. Normalmente coloca-se um pouco de água para quebrar o sabor intenso.


Melado de Cana
Quando fervemos o caldo de cana, após algum tempo de apuração, temos o melado. Sua duração é longa e dispensa geladeira. Voce pode utilizar melado para fazer pães, bolos, adoçar iogurte, embora o melhor seja adoçar com frutas.

Açúcar Mascavo Escuro
açúcar mascavoMuita gente que não está acostumada com o açúcar mascavo decepciona-se ao iniciar pelo tipo mais escuro. Após o caldo de cana, o melado e a rapadura, numa primeira moagem, temos este produto mais bruto. Recomenda-se autilização do mascavo escuro para fins culinários como bolos e cucas.



Glicose de Milho
O xarope de milho e a glicose líquida são obtidos do amido de milho através de processo não natural. Da mesma forma que a glicose, o xarope de glicose também contém maltose e outros carboidratos, podendo até mesmo conter açúcares complexos. A marca mais comum é conhecida como Karo.

Açúcar Demerara

É a consequencia imediata do refino do açucar mascavo. Neste estágio já temos um produto quase refinado. O demerara é um açúcar cristal levemente marrom ou amarelado. É melhor, entretanto, utilizarmos o demerara do que o cristal. Este produto pode ser utilizado como intermediário por pessoas que estão largando o vício do açúcar branco.

 

 

 

Stévia Líquida ou em Pó


Tenha o maior cuidado ao adquirir Stévia. Se a embalagem apresentar a inscrição "plus" é porque a stévia foi misturada com outros adoçantes. Normalmente os nocivos: sacarina, aspartame, ciclamato... Não se preocupe, entretanto, se nas primeiras vezes sentir um sabor doce fraco ao utiliizá-la. Na medida que nosso vício do pó branco vai passando, o gosto da stévia vai se destacando. A Stévia é o melhor adoçante natural para adoçar bebidas em geral, sobremesas e matinais. Isento de calorias, quatro gotas equivalem a uma colher de sobremesa de açúcar.




Frutose em Pó
Frutose ou levulose é um açúcar natural encontrado na maiorida dos frutos maduros, em alguns vegetais e no mel. A frutose pura na sua forma cristalina, é o mais doce dos açúcares naturais. Apesar de algumas vantagens devemos ter cuidado porque normalmente são necessários produtos químicos para conservação e estabilização do produto, ou seja, dificilmente voce encontrará uma frutose realmente natural, apesar das propagandas. Mesmo assim, sua eficácia de adoçar é grande e sem prejuízos para a saúde.


Mel de Abelha
Não é considerado um alimento, mas um remédio para uso eventual. Sua acidez é normalmente muito alto o que torna o sangue humano muito ácido. A alternativa para a utilização do mes de abelha é o polén de flores que possui todo os principais nutrientes sem o PH (potencial de hidrogênio) baixo desse alimento das abelhas. Quando o assunto é mel devemos ter muita cautela, pois, além dos problemas do mel natural há as falsificações descaradas que são vendidas por aí.

 


Adoçantes artificiais

 
Liberte-se totalmente de qualquer adoçante artificial. Aspartame, sacarina, ciclamato e outros são causadores de doenças a médio e longo prazo. Cuidado: Não os derrame no vaso do banheiro e nem na pia da cozinha para jogá-los fora. Poluem a natureza! São venenos potentes. E você percebe esta verdade ao observar que até os insetos mais ávidos por doces os dispensam.
 
 
 
 
 
 Confira 10 sucos diferentes e saiba como prepará-los para ter uma dieta saudável e refrescar os dias de calor.

 

Divulgação/Codeagro

Chá Mate com Cascas de Abacaxi
Chá
Ingredientes
*2 xícaras (chá) de água (480ml)
*2 colheres (sopa) de erva mate (12g)

Preparo
Coloque a água em uma panela ou chaleira e deixe ferver. Retire do fogo e adicione a erva mate. Abafe e deixe descansar por 5 minutos. Coe e reserve.



Suco da casca do abacaxi
Ingredientes
*4 xícaras (chá) de casca de abacaxi picada (520g)
*3 xícaras (chá) de água (720ml)

Preparo
Em uma panela, coloque as cascas do abacaxi para cozinhar com a água, até ficarem macias. Retire do fogo e espere esfriar. Coe e misture com o chá. Adoce a gosto. Sirva gelado.

Divulgação/Codeagro

Refresco de repolho roxo com acerola
Ingredientes
*4 folhas de repolho roxo (284g)
*2 pacotes de polpa de acerola (200g)
*750ml de água
*2 colheres (sopa) de adoçante (4g)

Preparo
Higienize as folhas de repolho. Rasgue as folhas de repolho e bata no liquidificador com a polpa de acerola e a água. Adoce e volte a bater por alguns segundos e sirva.

 

Divulgação/Codeagro

Suco de laranja com gérmen de trigo
Ingredientes
*Suco de 3 laranjas (150ml)
*1 banana nanica (160g)
*2 colheres (sopa) de gérmen de trigo torrado (40g)
*2 colheres (sopa) de mel (36g)
*1/2 xícara (chá) de água (120ml)
*1 laranja para decorar (218g)

Preparo
Higienize as laranjas e a banana. Pique-as e reserve. Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva. Para decorar, use uma rodela de laranja.

 

Editora Globo

Suco refrescante
Ingredientes
*1 limão grande (116g)
*1 colher (sopa) de hortelã (2g)
*1/4 de melão (675g)
*4 folhas de agrião (2g)
*1/4 xícara (chá) de gelo (38g)
*2 colheres (sopa) de açúcar (28g)
*1 xícara (chá) de água (240ml)

Preparo
Esprema o suco do limão. Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe com uma peneira e reserve. Distribua dois cubos de gelo em cada copo e acrescente o suco reservado.

 

Divulgação/Codeagro

Suco de cenoura, maçã, gengibre e salsinha
Ingredientes
*3 cenouras médias (450g)
*1 pedaço de gengibre de 1,5cm (12g)
*2 maçãs (322g)
*3 galhos de salsinha (8g)
*1 litro de água gelada

Preparo
Higienize as cenouras, o gengibre, as maçãs e a salsinha. Descasque o gengibre e reserve. Retire as sementes das maçãs e o excesso de talo da salsinha. Descasque as cenouras, o gengibre, as maçãs, e a salsinha com a água e coe. Adoce, se necessário, e sirva gelado.

 

Divulgação/Codeagro

Suco de capim santo e tangerina
Ingredientes
*1 litro de água
*8 folhas de capim santo
*1 xícara (chá) de suco de tangerina (240ml)

Preparo
Em uma panela, coloque a água e o capim santo. Leve ao fogo e deixe ferver em fogo alto por três minutos. Espere esfriar. Coe o chá com uma peneira e transfira para uma jarra, adicione o suco de tangerina e misture bem. Adoce, se necessário, e sirva gelado.

Coroa vermelha
Ingredientes
*1 cacho médio de uva rubi (266g)
*2 fatias finas de beterraba (45g)
*1/2 goiaba grande (102g)
*1 litro de água de coco

Preparo
Higienize as uvas, a beterraba e a goiaba. Retire as sementes das uvas e descasque a beterraba e a goiaba. Em um liquidificador, bata as uvas, a beterraba, a goiaba e a água de coco e coe. Adoce, se necessário, e sirva gelado.

 

Divulgação/Codeagro

Suco de pêssego com alface
Cubos de laranja com alface
Ingredientes
*5 folhas grandes de alface lisa (30g)
*6 laranjas grandes (1308g)

Preparo
Higienize e pique as folhas de alface e reserve. Higienize e esprema as laranjas, reservando o suco. Bata no liquidificador o suco de laranja e a alface reservados e despeje em uma forma para gelo. Leve ao congelador por 3 horas ou até endurecer.

Suco de pêssego
Ingredientes
*3 pêssegos grandes (870g)
*2 xícaras (chá) de água (480ml)

Preparo
Bata os pêssegos com a água por 2 minutos e reserve. No momento de servir, distribua os cubos de suco de laranja congelados em 6 copos, despeje o suco de pêssego e sirva.

 

Divulgação/Codeagro

Suco de abacaxi com couve e hortelã
Ingredientes
*1/2 abacaxi (887g)
*4 xícaras (chá) de água filtrada (960ml)
*2 folhas de couve (40g)
*1 ramo de hortelã (2g)

Preparo
Higienize as folhas de couve e hortelã, descasque o abacaxi e corte em fatias. Em um liquidificador, coloque o abacaxi, a água, a couve, e as folhas de hortelã e bata tudo. Coe o suco e adoce, se necessário.

 

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Smoothie de verão
*1 polpa de maracujá (100g)
*1 polpa de morango (100g)
*1 iogurte natural desnatado congelado (200g)
*1 colher (sopa) de hortelã picada (2g)
*1 colher (sopa) de granola (8g)
*3 colheres (sopa) de mel (54g)

Preparo
Bata no liquidificador as polpas com iogurte, a hortelã, a granola e o mel até ficar cremoso.

 
Veja ! Conhecimento Gerais em Fauna Marinha, Reino Vegetal, Hortaliças, Insetos Sociais, Aves Aquaticas, Flores Ornamentais, Dispersão das Sementes, Animais que Voam e Animais Quadrúpedes... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 18 de Setembro de 2014 13:11

Conhecendo a Fauna Marinha




Os mares e oceanos são meios privilegiados para várias formas de vida. Aliás, admite-se que a vida iniciou-se no mar.
            Como meio favorável para a vida, as águas salgadas do mar abrigam maior número de organismos do que os meios terrestres, por diversas razões: a) temperaturas menos instáveis; b)suprimento de água muito mais fácil; c) suprimento de oxigênio e dióxido de carbono necessários à sua existência; d) suprimento de sais minerais indispensáveis ao seu crescimento; e) voracidade com que os animais maiores devoram os menores.
            De modo geral, existem vários grupos de animais marinhos, dentre os quais se destacam os seguintes:
          a) Peixes, com milhares de espécies, incluindo: atum, bacalhau, sardinha, cavalo-marinho, tubarão, etc.
         b) Mamíferos aquáticos, tais como baleia, orca, foca, golfinho, etc.
         c) Moluscos: ostra, polvo, lula, etc.
          d) Crustáceos: caranguejo, camarão, lagosta, etc.
          e) Equinodermas: estrela-do-mar, ouriço-do-mar, etc.
          f) Celenterados: anêmona-do-mar,coral, medusa, etc.
          g) Espongiários: esponjas
              h) Anelídeos: vermes segmentados
              i) Platielmintos: vermes achatados
              j) Nematelmintos: nematóides
              k) Animais microscópicos que constituem o zooplâncton.
      A comunidade  dos animais marinhos distribui-se por três ambientes distintos:
a) camada superficial das águas marinhas, habitada por numerosos animais microscópicos  e plantinhas flutuantes que constituem o plâncton; b) zona costeira ou litorânea, onde se encontram vermes, moluscos ( caracol, lesma ), corais e esponjas, crustáceos (caranguejo, camarão) e a maior parte dos cardumes de peixes comerciais; c) zona do mar alto, onde vivem peixes, lulas e polvos, tartarugas marinhas e cetáceos (baleia, golfinho) .
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 




a) Os cactos são plantas adaptadas às regiões áridas, podendo passar longos períodos sem água. São plantas suculentas, geralmente desprovidas de folhas. Em vez de folhas normais, que transpiram muito, possuem espinhos ou simples escamas, que não só evitam a
perda de água, mas também protegem essas plantas do assédio dos animais.
      b) Cipós e lianas. O termo cipó se aplica às plantas trepadeiras, isto é, capazes de se distribuírem no espaço usando como suportes os caules e os ramos de outras plantas. Por lianas são conhecidos os cipós de consistência lenhosa. As lianas ou cipós também podem escorar-se sobre rochas ou suportes metálicos como pérgulas, caramanchões, colunas, etc. São muito comuns nas florestas das regiões tropicais e subtropicais.
        c) O guaranazeiro é um arbusto trepador, que ocorre naturalmente na Bacia Amazônica. Também é cultivado para a produção de guaraná, uma bebida estimulante extraída de suas sementes. A ação estimulante do guaraná é devido ao seu alto conteúdo de cafeína.
          d) As micorrizas são associações simbióticas entre as raízes de muitas plantas superiores e determinados fungos do solo. As micorrizas proporcionam às plantas maior absorção dos nutrientes minerais, através das hifas ou micélios dos fungos; e estes, por sua vez, retiram nutrientes orgânicos da seiva elaborada das plantas. 
 

Curiosidades do Reino Vegetal




a) O girassol é uma planta anual que se caracteriza por apresentar uma  grande inflorescência ( reunião de flores ) com 10 a 15cm de diâmetro, a qual possui  heliotropismo positivo, isto é, gira lentamente, acompanhando o movimento do sol.
            b) A era é uma planta trepadeira  que possui raízes adventícias fixadoras,  que permitem o seu crescimento até em muros e paredes.
             c) O estranho baobá, árvore típica das savanas africanas, é a árvore mais volumosa: apesar de não ultrapassar 30m de altura, possui tronco bastante engrossado, chegando a medir 20m de diâmetro, na base.
              d) A jaca é uma fruta exótica, de grande tamanho, chegando a pesar até 20kg. Na realidade, é uma infrutescência, isto é, um agregado de frutas, que nasce no tronco e nos galhos mais grossos da jaqueira.  
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 





a) Líquen: associação de  alga com fungo
 b) Drosera: planta carnívora, com armadilhas para pegar insetos.
 c) Indaiá: palmeirinha  sem caule, comum no cerrado.
 d) Bananeira: planta com pseudocaule  formado por pecíolos foliares.
  e) Caju: fruta cuja parte comestível é o pedúnculo.       
 
 
 
 
 

Conhecendo as Hortaliças

 




 Hortaliças é a designação dada às plantas cultivadas em hortas, as quais  desempenham papel de grande importância na alimentação humana como fontes de vitaminas e sais minerais. Muitas delas são chamadas de verduras e outras, impropriamente de " legumes ", termo que em Botânica tem um significado preciso, aplicando-se aos frutos secos e deiscentes ( tipo vagem ), característicos  das plantas da família Leguminosas, que inclui a soja, o feijão e o amendoim.
       As hortaliças podem ser melhor classificadas em 4 grupos: a) hortaliças tuberosas, que produzem bulbos, tubérculos ou raízes tuberosas, tais como: batatinha, cebola, beterraba, cenoura, mandioca, rabanete, etc.; b) hortaliças herbáceas, das quais se consomem as folhas, caule ou inflorescências, cozidas ou como salada, exemplificadas por: agrião, alface,couve, couve-flor, espinafre, repolho, etc.; c) hortaliças de frutos, das quais se consomem os frutos ou sementes, tais como: abóbora, abobrinha, chuchu, berinjela, ervilha, feijão-de-vagem, pepino, pimentão, tomate, etc.; d) hortaliças de condimento, usadas como tempero, tais como: alho, cebolinha, hortelã, pimenta, orégano, etc.

Conhecendo os Insetos Sociais

 




Denominam-se insetos sociais os que vivem em colônias, formando sociedades organizadas, com várias castas de indivíduos que diferem tanto na função como na estrutura. Os indivíduos não sobrevivem fora da colonia, cujo desenvolvimento é controlado por um ou mais indivíduos reprodutores.
         São representados por duas ordens da classe Insetos: a) Himenópteros - abelhas, vespas e formigas; b) Isópteros - cupins.
        1. Abelhas. Formam colonias que vivem em ninhos chamados colméias, produzindo mel e cera. Numa colônia de abelhas encontram-se indivíduos de três castas: uma rainha, numerosas operárias e vários zangões.
       A rainha é responsável pelo desenvolvimento da prole; sua única função é por ovos. As operárias sâo fêmeas estéreis, que se encarregam de todos os trabalhos da colméia: limpeza das células, construção de favos, alimentação da rainha e das larvas que darão origem a novas operárias. Também defendem a colméia e fazem a coleta de pólen e néctar.
     2. Vespas e marimbondos.Constroem ninhos de arquitetura variada, desde células individuais conjugadas até vespeiros  enormes, com grandes populações.Possuem um ferrão venenoso, cuja picada é muito dolorosa.
      3. Formigas. Formam colônias que vivem em formigueiros, onde se encontram  fêmeas fecundas, machos e operárias ( fêmeas estéreis ). Seus ninhos podem estas localizados no solo, com várias câmaras ou " panelas " ligadas por galerias subterrâneas, ou em ocos de paus, troncos de árvores ou embaixo de pedras. Existem vários tipos de formigas: cortadeiras (saúvas, quenquens), lava-pés, caseiras correição, etc.
      4. Cupins.Também chamados térmitas, apresentam castas reprodutoras – casal real, e não-reprodutoras - operárias e soldados. Distinguem-se: a) cupins de madeira, na qual escavam galerias; b) cupins de solo, no qual  erguem ninhos em forma de montículos, chamados cupinzeiros ou " murundus ". 

 

 

Conhecendo as Aves Aquáticas

 


A maioria das aves tem habitat terrestre, seja no solo, como o avestruz e a ema, seja nas árvores, como o tucano, o papagaio e os pássaros. Porém, existem muitas aves adaptadas à vida aquática.
Em primeiro lugar, devem ser citados os pinguins, cujos membros anteriores se transformaram em aletas que lhes permitem nadar. Habitam a Antártida e regiões vizinhas, alimentando-se de peixes e um pequeno camarão chamado krill.
Um grupo de aves aquáticas é constituído pelas aves marinhas, que possuem
os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, como a gaivota, o albatroz, a fragata e o pelicano, que se alimentam de peixes apanhados no mar.
Outro grupo de aves aquáticas são as chamadas palmípedes, isto é, que possuem as patas palmadas, como: pato, ganso, marreco, cisne, etc., que se alimentam de peixes, rãs, moluscos, crustáceos, etc.
Outro grupo de aves aquáticas é representado pelas pernaltas, isto é, aves que têm pernas e pescoço compridos, como: flamingo, garça, cegonha, jaburu, etc. Sem serem exclusivamente aquáticas, freqüentam os pântanos e beiras de rios e lagos, sendo chamadas "aves ribeirinhas". Alimentam-se de animais que vivem nos alagadiços: peixinhos, rãs, caranguejos, lesmas, tatuzinhos, etc.
 

Conhecendo as Flores Ornamentais


FloresEm mensagem anterior, focalizamos as flores do ponto de vista botânico. Além de serem os órgãos reprodutores das plantas superiores, as flores são admiradas pela beleza de suas formas e cores e se perfume, sendo utilizadas para ornamentação.
As plantas floríferas são cultivadas em floriculturas e jardins, públicos ou residenciais.
As floriculturas geralmente são administradas por profissionais e visam o abastecimento dos mercados floristas. Os amadores cultivam flores em jardins residenciais ( canteiros ) ou em vasos.
As plantas floríferas podem ser de ciclo curto ou longo. As de ciclo curto vivem desde 1 ano até 3 anos; florescem uma ou mais vezes e necessitam ser plantadas de novo. Exemplos: amor-perfeito, petúnia, margarida, boca-de-leão, ervilha-de-cheiro, etc. As floríferas de ciclo longo têm um ciclo de vida superior a 3 anos, tais como: roseira,primavera, angélica, camélia, violeta, etc.
O plantio das plantas floríferas pode ser feito de várias maneiras: sementes, mudas, estacas, bulbos, etc.
Muitas plantas floríferas são trepadeiras, tais como: alamanda, maracujá ( flor-da- paixão ), roseira, primavera, etc.; algumas são epífitas, como as orquídeas; e outras são aquáticas, como: nenúfar, vitória-régia, etc.
 

Conhecendo a Dispersão das Sementes


  Fotos de floresAs sementes são os órgãos de reprodução das plantas superiores, isto é, que produzem flores (Fanerógamas). Elas resultam do amadurecimento do ovário da flor e precisam ser dispersadas para garantir a sobrevivência das plantas. A disseminação das sementes é feita por vários agentes, tais como: vento, água, animais e o próprio homem.
Algumas sementes, como as das orquídeas, são tão pequenas e leves que basta ma ligeira brisa para dispersá-las. Outras plantas desenvolveram estruturas apropriadas para facilitar o seu transporte pelos agentes de dispersão.
Muitas sementes dependem dos animais para a sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos, como o picão e o carrapicho, os quais se prendem aos pêlos dos animais ou à roupa do homem. Outras desenvolveram expansões finas e dilatadas que funcionam como pára-quedas, como é o caso da paineira e da barba-de-bode.
Algumas leguminosa, como a ervilha, quando as vagens secam, se abrem e lançam as sementes à certa distacia da planta.
Animais frugívoros (que comem frutas), como o esquilo, também contribuem para espalhar as sementes de certas plantas.
Outras sementes, como as do lótus, flutuam na água, graças aos espaços cheios de ar que possuem.
A erva-de-passarinho é uma planta parasita, cujas sementes viscosas são dejetadas por passarinhos e grudam nos ramos da p lanta hospedeira, onde germinam.
 

Conhecendo os Animais que Voam

 
 


Os animais que voam são aqueles providos de asas, a saber: a) aves; b) insetos adultos; c) morcego.
As asas são apêndices torácicos que funcionam como órgão motor e como superfície de sustentação, que permitem a certos animais locomover-se no ar ( voar ) ou manter-se no ar flutuando ( planar ).
No caso das aves, são duas as asas, constituídas pelos membros anteriores modificados: os dedos têm tamanho reduzido e os ossos do pulso são alongados e soldados, formando uma estrutura de apoio para as penas de vôo. As asas são ligadas ao esqueleto por articulações móveis. A força necessária para voar é dada por dois músculos peitorais, que agitam as asas.
No caso dos morcegos, as asas são os membros anteriores modificados, formados por uma membrana coberta de pêlos, que une os quatro dedos muito alongados de cada mão; só os polegares ficam fora da asa, sendo usados pelo morcego para se dependurar.
Dentre as aves, possuem excelente aptidão para o vôo: a) as aves marinhas ( albatroz, gaivota, pelicano ); b) as aves de rapina (águia, falcão, gavião); c) a maioria dos pássaros (andorinha, beija-flor, pombo ). O beija-flor é a única ave que paira no ar, agitando as asas, para sugar o néctar das flores.
Dentre as aves que não voam, destacam-se os pingüins, cujas asas foram transformadas em nadadeiras; e as ratitas ou aves corredoras ( avestruz, ema, casuar ). Possuem baixa aptidão para o vôo: galinha, peru, pavão, codorna.
No caso dos insetos, só as formas adultas aladas (com asas) voam, podendo ter um único par de asas ( mosca, mosquito ) ou dois pares de asas ( cigarra, gafanhoto, besouro ). Não voam os insetos adultos desprovidos de asas ( traça, formiga, cupim ) e as formas lar-
vais ( lagartas ).
Dentre os mamíferos, à rigor só os morcegos conseguem realizar vôo autêntico. Porém, existem várias espécies que se deslocam pelo ar, planando ou saltando de um galho para outro. Assim, os chamados esquilos-voadores e lêmures-voadores, na realidade não voam mas planam no ar, flutuando com o auxílio de membranas que unem os membros anteriores aos posteriores.
 

Conhecendo os Animais Quadrúpedes

 



O termo quadrúpedes é usado para designar os animais que têm quatro patas, em contraposição aos bípedes ( duas patas ) e aos ápodes ( sem patas ). As aves, o canguru e o homem são exemplos de bípedes, enquanto a baleia, os peixes e as cobras são ápodes.
Entre os mamíferos quadrúpedes, distinguem-se dois tipos de patas: a) com garras; b) com cascos.
São quadrúpedes possuindo patas com garras: a) desdentados - tatu, tamanduá, etc.; b) insetívoros - ouriço, toupeira, etc.; c) roedores - rato, paca, capivara, etc.; d) felinos - gato, leão, tigre, onça, etc.
São quadrúpedes possuindo patas com cascos: a) perissodáctilos - cavalo, burro, anta, elefante, etc.; b) artiodáctilos - boi, cabra, carneiro, veado, etc.
Além dos citados mamíferos, também são quadrúpedes: a) anfíbios - sapo, rã, perereca, etc.; b) lacertílios - lagarto, camaleão, jacaré, crocodilo, etc.; c) quelônios - cágado, jabuti, tartaruga,etc.
Os quadrúpedes de patas com cascos abrangem diversos animais domésticos, quer ruminantes - boi, cabra, carneiro, etc., quer não-ruminantes - cavalo, burro, porco, etc.

 
Veja ! Produção de Leite de Cabra, Como escolher Peixe, Genoma de Bovinos, Conviver com a Seca, Sincronização do Cio, Criação de Aves e Criação de Codornas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 17 de Setembro de 2014 08:46

O custo e as balelas sobre Leite de Cabra



O que importa é ter certeza de que o uso de animais de alta produção

será sempre melhor que o uso de animais de fraca produção.

 


Existem sim alguns erros de conotação que ao meu ver, tornam-se grande mal entendido, tais como a expressão “bombar”. Há quem diga que qualquer bom programa de alimentação já seja “bombar” e isso não é verdade. Alimentar bem não significa superalimentar. É claro que em tudo existem os excessos, tais como:

l sondar vacas em julgamentos de pista,

l canular a veia de animais em pleno torneio leiteiro,

l represar leite nos animais em exposições para julgamentos,

l etc.

Na verdade é preciso separar as críticas construtivas daquelas conversas de pessoas invejosas que, não querendo ou não podendo estar no topo da fama, articulam sua defesa, fazendo acusações, inventando fofocas, etc. Além de não terem animais à altura, ainda exibem um caráter melífluo e inferior. É preciso separar o joio do trigo - diz a Bíblia.

 

Progresso

 

É normal desejar o progresso - antes de tudo! A maior ferramenta para o progresso, ou seja, para melhorar a produtividade chama-se “melhoramento genético” e só é possível fazer melhoramento genético observando os fenótipos. O que seria um fenótipo? É aquilo que está visível no animal: é a soma de “Ambiente + qualidade genética”.

 

 

O leite tem um custo e precisa ser analisado.

 

Então só podemos medir e avaliar genótipos quando o ambiente for favorável, possibilitando assim a máxima expressão produtiva do animal.

Isso está bem claro naquele antigo ditado: "não se gasta vela com defunto ruim".

Exatamente! De nada adianta superalimentar um animal que não tem uma genética favorável e produtiva. Isso tem que ficar claro, pois muitos confundem as coisas. Criticar o bom manejo que tem por objetivo expressar melhor o potencial genético do animal pode se tornar uma armadilha para o novo criador (cliente). É muito comum encontrar no gado, cavalos, etc. espertalhões que dizem que “o animal, em sua essência, pode ser improdutivo”. Dizendo de outra forma, eles afirmam que “o animal produz menos por ser muito mais rústico”. Ou vão mais longe, dizendo que “o animal parece improdutivo, mas é o legítimo e verdadeiro em sua essência”. Balelas! Parece conversa de político demagogo, sobre o palanque onde consegue enganar as multidões ignorantes.

Estou acostumado a mencionar para meus alunos de Melhoramento Genético da Faculdade de Veterinária de Três Corações (Unincor):

- Um animal bem alimentado custa muito caro e é por isso que ele precisa ser muito produtivo.

No último Fórum de produtividade animal da Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostrei uma conta interessante  para cabras leiteiras, que é mais ou menos, o que está nas Tabelas 1 e 2.

 

 

 

 

 

 

Por isso eu digo que o barato sai caro em relação à cabra de leite! De fato, um animal que não produz 800 kg de leite na segunda cria será muito caro e o melhor é encaminhá-lo para ser abatido.

Outro ponto a ser discutido, são as terapias hormonais como o “Bustim” e o “Lactoprim” que, ao meu ver, quando bem aplicadas auxiliam os bons animais em sua melhora de produção. É preciso deixar claro que um animal ruim vai passar a produzir 20% a mais e vai continuar ruim enquanto um animal extremamente leiteiro também vai ter um acréscimo de 20%. Digo isso porque já ouvi criadores falando que animais de alta produção estão “bombados” e produzem o mesmo que outros animais que não utilizam hormônios.

Estamos vivendo nas cabras leiteiras o que aconteceu com a Natação Olímpica: recordes foram quebrados com au­xí­lio do macacão antiaderente aquático que os atletas utilizavam nos novos tempos. A nova roupa ajudou! Então, mensurar e adotar novas tecnologias, não gera um resultado distorcido, quando todos podem ter a mesma condição. Quando todas as cabras forem aferidas pelo mesmo critério, essas acusações provarão ser apenas balelas!

Por último, mas não menos importante, falam sobre a produtividade ao longo da vida do animal. Muitos criadores até bem conceituados, estão defendendo uma bandeira de baixa e média produção e uma vida longa. Será verdade? Vamos aos números:

s Um animal de alta produção, 2.000 kg de lactação, produz na média 200 kg de sólidos por lactação. Multiplicado por 5 lactações são 10.000 kg de leite e 1.000 kg de sólidos na vida toda.

s Um animal de baixa produção, 800 kg de lactação, produz na média 80 kg de sólidos por lactação. Multiplicado por 10 lactações são 8.000 kg de leite e 800 kg de sólidos na vida toda.

No correr do tempo, obviamente o animal de maior produtividade é muito mais recompensador. Então, essa acusação também é balela. Por que esperar pelo amanhã, se  pode fazer hoje?

 

Conclusão

 

O melhor caminho é selecionar cada vez mais os animais que dão mais lucro. Os bons animais, para transmitirem, fielmente, suas características (e chances de lucro, na progênie) precisarão, sempre, ser de altíssima genética. Quanto mais puro, maior confiança transmitirá.

 

 

 

 

Peixes: saiba como escolher e armazenar

O produto exige cuidado extra na hora da estocagem. Confira no gráfico!


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GENOMA DE BOVINOS TAURINOS COM ZEBUINOS É COMPARADO EM ESTUDO



Um consórcio internacional de cientistas, liderado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), deverá concluir ainda no primeiro semestre de 2012 o sequenciamento do genoma de referência bovino da subespécie zebuína (Bos indicus), originária da Índia, cujas raças nelore e gir, voltadas para a produção de carne, são de interesse comercial do Brasil e de outros países de clima tropical.

Mas, antes mesmo de o trabalho ser finalizado, pesquisadores do grupo já fazem comparações preliminares com o genoma da subespécie taurina (Bos taurus), que completaram em 2009, e a qual pertencem raças chamadas de europeias, como a angus e a holandesa, direcionadas tanto para produção de leite como de carne.
Um grupo coordenado por pesquisadores do Laboratório de Genômica Funcional de Bovinos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) comparou o genoma de cinco animais, sendo três da raça angus, um da raça holandesa e um nelore.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Genome Research e, segundo os pesquisadores, podem contribuir para o melhoramento genético das raças de bovinos taurinos e zebuínos.
Os pesquisadores identificaram por meio do estudo 1,265 mil variações no número de cópias de genes (CNV, na sigla em inglês de copy number variations) – perdas e ganhos de sequências completas de DNA entre indivíduos da mesma espécie, que em humanos, por exemplo, podem explicar a razão da ocorrência de doenças genéticas, como o autismo e a esquizofrenia.
Utilizando novas tecnologias de sequenciamento de genoma, os pesquisadores observaram alterações no número de cópias de genes dos animais, sendo muitas delas inéditas, relacionadas a fatores como adaptação e metabolismo.

A presidente Dilma anunciou mais um programa do governo de combate à seca. Tudo bem: numa hora dessas, quando 26 milhões de pessoas estão sem água, o jeito é mandar centenas de carros-pipa para o sertão nordestino.

Mas a seca faz parte da natureza do Nordeste e o Brasil precisa aprender a conviver com ela. Tecnologia não falta.

 

 

REQUISITO ESSECIAS PARA SUCESSO DA SINCRONIZAÇÃO DE CIO

 

 
 
O sucesso de um programa de sincronização depende basicamente de alguns fatores, tais como: 
 
a) Os animais devem estar em bom estado de carne e em regime de ganho de peso.
 
b) Animais isentos de problemas sanitários.
 
c) Instalações adequadas, de modo a facilltar o trabalho de inseminação e evitar o estresse animal.
 
d) Eficácia na observação do cio.
 
e) Inseminador experiente.
 
f) Cuidados na manipulação do sêmen.
 
g) Sêmen de qualidade comprovada.
 
h) Número de animais tratados deve corresponder a capacidade de inseminação diária.
 
i) Intervalo parto-tratamento de, no mínimo, 35 dias.
 
j) Os benefícios da conveniência, economia de mão-de-obra e melhoria na eficiência reprodutiva devem compensar os custos do tratamento.

 

 

Criação de Aves - Atividade Lucrativa
 

galinha caipira 250x202 Frango e Galinha Caipira: incubação, alimentação e manejo
A avicultura representa, atualmente, uma das maiores atividades agropecuárias por ser uma das que propiciam maiores lucros. Além disso, o maior custo da carne bovina sempre foi um fator importante para aumentar a atratividade da carne de aves, principalmente da carne de frango. A carne de frango é sempre o substituto imediato da carne bovina, devido ao seu custo menor, mas, também, por apresentar algumas características que tornam seu consumo mais indicado como, por exemplo, ser uma carne mais saudável e que engorda menos.

A carne das aves é uma das que apresenta maiores e melhores vantagens para a alimentação humana. É produzida em escala industrial, em todo o mundo, inclusive no Brasil, que possui uma das maiores produções do planeta e, ainda, apresenta um potencial para expandir essa produção, várias vezes. A produção brasileira é destinada tanto ao consumo interno quanto às exportações, principalmente para os países da comunidade européia. A produção de frangos de corte é a maior atividade da avicultura brasileira.

Reunir algumas fêmeas e machos e soltá-los nos quintais ou terreiros, deixando-os se reproduzirem, como ocorre em geral nos sítios, e fazendas, não é realmente praticar a avicultura. Para isso, é necessário que sejam reunidos machos e fêmeas selecionados, para que haja maior produtividade e para a obtenção de aves de elevado padrão, que produzam bons lucros. Além disso, a avicultura, por definição, é a criação racional de aves, ou seja, uma série de técnicas e procedimentos devem estar associados à criação para que esta seja, de fato, racional e com alta produtividade.

Idade para a reprodução

Quando as aves entram em reprodução muito cedo, podem ter prejudicados o seu desenvolvimento e a sua produção. No entanto, quanto mais tarde é iniciada a reprodução, maiores são os gastos do avicultor, com a sua manutenção, o que diminui os seus lucros. Por esse motivo damos, a seguir, as idades mais indicadas para cada ave iniciar a reprodução.

Galinha: 5 a 7 meses
Peru-macho: 2 a 3 anos
Peru-fêmea: 1
Faisão-macho: 2 a 6 anos
Faisão-fêmea: 1 ano
Marreco: 6 meses em diante
Patos: 7 meses em diante
Ganso: 2 anos em diante
Cisne: 2 anos em diante

 
Número de fêmeas para cada macho

O número de machos é muito importante em um plantel pois, se houver machos demais, as despesas aumentam, sem necessidade, e os lucros diminuem. Além disso, as fêmeas são muito incomodadas, o que as prejudica.

Quando o número de machos é menor do que o necessário, a quantidade de ovos claros ou inférteis é grande, trazendo sérios prejuízos ao avicultor pela baixa porcentagem de eclosão.

Nos lotes para a produção de ovos para consumo, não há necessidade de machos, pois as aves põem ovos, embora estéreis, mesmo sem serem acasaladas, o que é até melhor, pois eles se conservam melhor.

Damos a seguir uma tabela sobre o número de fêmeas para cada macho, nas diversas espécies de aves domésticas:

Galo ? raças leves: 10 a 12 fêmeas
Galo ? raças pesadas: 8 a 10 fêmeas
Peru: 8 a 15 fêmeas
Faisão: 6 a 8 fêmeas
Marreco: 6 a 8 fêmeas
Pato: 6 fêmeas
Ganso: 4 fêmeas
Cisne: 1 fêmea

 
Período de aproveitamento dos reprodutores

As aves podem procriar por um período, as vezes longo. É aconselhável, no entanto, que só sejam aproveitados as seus produtos até que elas atinjam certa idade. Além disso, depois de certo tempo sua produção baixa muito, tornando-se antieconômico. Por esse motivo, as aves devem ser mantidas, em reprodução, somente até as idades apresentadas, a seguir:

Galinha: 1, 2 ou 3 posturas, no máximo, dependendo da raça
Peru: 4 anos
Faisão: vários anos
Marreco: 1 postura (da raça Pequim)
Pato: vários anos
Ganso: vários anos
Cisne: vários anos

Quando indicamos "vários anos", significa que as aves devem ser mantidas em reprodução enquanto seus filhos nascerem fortes e sadios.

Número de ovos por ano

O ovo tem grande importância na avicultura, não só por ser fonte de lucros para o avicultor mas, e principalmente, por ser através dele que as aves se reproduzem.

Cada espécie, e mesmo raça, produz uma quantidade deferente de ovos, como verificamos nos dados, a seguir:

Galinha crioula: 80
Galinha de raça: 120 a 365
Perua: 30 a 60
Faisão: 10 a 40
Marreca (Pekim): 120
Pata: 60 a 100
Gansa: 30 a 60
Cisne: 5 a 8

 
Período de incubação

Para que os filhotes nasçam, é necessário que os ovos sejam incubados durante um certo número de dias, que varia de acordo com a ave. Além disso, é preciso um certo grau de temperatura e uma determinada umidade.

Os dados a seguir, são referentes ao período de incubação dos ovos de cada espécie de ave:

Galinha: 21 dias
Perus: 28 dias
Faisão: 24 a 29 dias, variando de acordo com a espécie
Marreca: 28 a 30 dias
Pata: 30 dias
Gansa: 28 a 31 dias
Cisne: 28 a 30 dias

A avicultura é uma das mais lucrativas atividades criatórias, desde que baseada em:

- bons reprodutores;

- boas instalações;

- boa alimentação e

- bom manejo.
 
 
 
 
Recria e engorda das codornas
 
Recria

A recria é o período de crescimento das codornas, desde que dispensam o calor artificial até serem selecionadas para a reprodução ou abate (engorda).

Engorda

A engorda é o período, após a seleção, no qual as codornas são separadas em lotes para a produção de carne e durante o qual, em geral, podem receber uma alimentação especial para engorda, devendo ser levado em consideração que elas são abatidas entre os 30 e 45 a 50 dias de idade.

A recria e a engorda das codornas podem ser feitas no solo, sobre uma cama de material absorvente como a marvalha fina, capim seco e picado, sabugo de milho triturado, etc., ou em baterias. Temos, ainda, um terceiro método, o misto, que consiste em manter as codorninhas até 15 dias sobre a cama e depois colocá-las em baterias.

A engorda no chão tem, entre outros, os inconvenientes de as codornas consumirem mais 3 a 5% de ração para obterem o mesmo peso que obteriam nas baterias e, ainda, estão mais sujeitas a doenças, principalmente à coccidiose. É, por essa razão, pouco empregado na criação comercial ou industrial dessas aves.

A recria e engorda, em baterias, tem uma série de vantagens sobre o método anterior sendo, por esse motivo, o mais usado nas criações comerciais e industriais. As baterias podem ser de folhas metálicas, madeira ou arame galvanizado mas, sempre, com o piso de tela de arame, de preferência, com malhas retangulares e de 10mm, para facilitar a passagem dos excrementos. Existem, no comércio, vários tipos, tamanhos e modelos de baterias, de acordo com a marca ou fábrica que as produzem.

Cada gaiola deve medir 13 a 15cm de altura, por 20cm de comprimento e 15cm de largura. O espaço entre o piso da gaiola e a bandeja deve ser de 5cm. Para fêmeas, o piso deve ser inclinado e ter mais 8cm na sua parte da frente, para ai serem colhidos os ovos.

Essas baterias ou gaiolas são equipadas com comedouros retangulares, medindo 10 a 12cm de largura e uma profundidade de 5 a 8cm. O seu lado que fica encostado à parede da gaiola deve ter a beirada virada para dentro, para evitar a queda e o desperdício de ração, pois as codornas têm o hábito de ciscar a ração para catar os grãos maiores ou os alimentos de que mais gostam, o que faz com que entornem muita ração, quando a beirada do comedouro não é virada. Pelos mesmos motivos, a parte de fora do comedouro deve ser mais alta e virada para fora, para reter melhor a ração.

As grades das gaiolas só devem permitir a passagem da cabeça e do pescoço das codornas, para que possam alcançar a comida.

Quanto à iluminação ou claridade, deve atingir mais os comedouros com a ração, pois uma luminosidade mais intensa, sobre as codornas, faz com que fiquem excitadas, briguem mais, dispendam mais energia e gastem, consequentemente, maior quantidade de ração para o mesmo ganho de peso que teriam sob uma luz menos intensa.

Período de engorda e época de abate

Normalmente, as codornas são abatidas dos 30 aos 45 dias de idade, embora alguns criadores as abatam com 50 a 55 dias. Não cremos ser vantajosa essa prática porque, quanto mais velha a ave, depois de certa idade, maior será seu índice de conversão, o que significa um gasto maior de ração, para obter o mesmo peso vivo. Existe uma tendência entre os criadores para abater as codornas com 28 a 30 dias de idade, ou seja, quatro semanas.

O rendimento líquido das carcaças é de 75 a 78%, tanto de fêmeas quanto de machos, embora as fêmeas da mesma idade tenham, em média, um peso vivo superior ao dos machos. Com cinco semanas de idade, as codornas atingem, em média, 100 a 120g e até 170 a 180g quando alcançam 45 dias.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 16 de Setembro de 2014 13:12

CONHECENDO OS MAMÍFEROS COM CASCO



Os mamíferos com os dedos protegidos por casco são chamados Ungulados, os quais se dividem em duas ordens que se distinguem pelo número de dedos de seus membros.

A menos numerosa é a ordem dos Perissodáctilos, com 16 espécies, pertencentes a três famílias de Ungulados que possuem número ímpar de  dedos: cavalos, rinocerontes e antas.

A maior ordem é a dos Artiodáctilos,com cerca de 200 espécies distribuídas em 10 famílias, abrangendo:Cabras, Ovelhas,veados,bois,porcos,camelos,girafas,antílopes,etc.
         São todos herbívoros e, com  exceção dos porcos, pecaris e hipopótamos, são também ruminantes.

 

 

Plantas Carnivoras

 




CONHECENDO AS PLANTAS CARNÍVORAS


Normalmente, as plantas servem de alimento para muitos animais, principalmente os herbívoros. Entretanto, algumas plantas invertem essa regra do jogo ecológico e devoram pequenos animais, principalmente insetos ( larvas e adultos ), sendo por isso chamadas plantas carnívoras ou insetívoras. Elas possuem folhas modificadas, isto é, transformadas em armadilhas para capturar insetos e outros pequenos animais; também segregam enzimas que digerem os animais capturados.
A maioria dessas plantas crescem nos pântanos, e algumas em solos pobres em nutrientes minerais. As principais plantas carnívoras são as seguintes:
1. Drósera. Planta herbácea comum nos terrenos pantanosos, com ampla distribuição
mundial. Possuem folhas redondas providas de longos pêlos pegajosos, aos quais ficam presos os insetos que nela pousam; e em seguida, são digeridos.
2. Nepenthes. Gênero de plantas trepadeiras e epífitas, que ocorrem nas matas, cujas folhas se modificaram formando urnas pendentes e cheias de água, nas quais os insetos são aprisionados e digeridos.
3. Dionéia. É uma planta herbácea cujas folhas são dobradas em duas lâminas com bordos denteados. Quando um inseto pousa sobre uma das lâminas, a folha se fecha subitamente e os bordos denteados se entrelaçam, aprisionando o pequeno animal que é digerido. Dias após, a folha volta a se abrir.
4. Utriculária. É uma planta herbácea aquática, cujos caules submersos possuem folhas profundamente modificadas, formando urnas ou ascídeas que têm na parte superior uma abertura com alçapão coberto de pêlos. Ao contato com um inseto, o alçapão se abre e o animalzinho cai no interior da urna. A seguir o alçapão se fecha e a presa é digerida.
Êta plantinhas danadas!

 

 

CONHECENDO AS ARANHAS





As aranhas são Artrópodes ( pés articulados ), apresentando o corpo dividido em cefalotórax e abdome, sendo conhecidas mais de 20.000 espécies. Têm um par de quelíceras, um par de pedipalpos e quatro pares de patas. O abdome possui glândulas elaboradoras do fio elástico e resistente, com o qual tecem teias que capturam pequenos animais para a sua alimentação, principalmente pequenos insetos, que matam com as quelíceras. Estas, que substituem as mandíbulas, funcionam como agulhas hipodérmicas, por terem a ponta dura e afiada, na qual desembocam as glândulas produtoras de veneno, localizadas no cefalotórax.
Muitas aranhas devoram os machos, após a fecundação. Há várias espécies cuja picada pode causar dores fortes e paralisantes nas mãos, pernas ou outras regiões do corpo humano. Entre as espécies perigosas podem ser citadas: armadeira, tarântula, caranguejeira, viúva-negra, etc. O Instituto Butantã fabrica soros específicos contra as picadas de aranhas.

 

   CONHECENDO OS TIPOS E EFEITOS DE QUEIMADAS




O uso do fogo como prática agrícola é tão antigo como a própria agricultura. Existem vários tipos de queimadas, a saber:
a) Queimada após a derrubada da mata. É feita uma única vez, para desimpedir o terreno. Além disso, a ação do fogo libera os nutrientes minerais contidos na biomassa, tornando-os disponíveis à absorção pelas raízes.
b) Queimada anual dos restos de culturas. Neste caso, a prática não se justifica, pois tais resíduos podem ser enterrados pelas operações de preparo do solo, deixados em cobertura sobre a superfície o solo ou enleirados acompanhando as curvas de nível (para evitar a erosão ).
c) Na cultura do algodoeiro, os restos devem ser arrancados e queimados, medida obrigatória por lei para o controle de pragas.
d) Queima da cana em pé, antes do corte. É prática generalizada nas lavouras canavieiras, mais como uma exigência da mão-de-obra, porque aumenta o rendimento de corte manual (praticamente o dobro daquele do corte da cana se queimar). Todavia, lei recentemente aprovada proíbe esse tipo de queimada, estabelecendo prazos para a sua completa eliminação.
e) Queimada anual das sobras de capim (macega). É prática usual, principalmente nas pastagens naturais ( cerrados e campos ), a fim de eliminar a macega não-palatável e estimular o crescimento de novos brotos. Esse tipo de queimada é um processo rápido e, por isso, admite-se que seja menos prejudicial que a queima anual dos restos de culturas. No entanto, deve-se procurar evitá-la mediante um manejo adequado, que inclui a divisão das pastagens e a rotação do pastejo.
Quando a queima ocorre fora de controle, é denominada incêndio, sendo mais frequentes os incêndios florestais.
O fogo tem sido usado pelo homem desde os primórdios, na abertura e limpeza de áreas com vegetação natural ou restos de culturas, preparando o terreno para a construção de moradias ou instalação de culturas e pastagens. O processo de queima da vegetação segue o sentido inverso da fotossíntese: enquanto esta se caracteriza pela construção de cadeias de compostos orgânicos, o fogo provoca a sua destruição, transformando-as em cinzas.
Há muita controvérsia sobre os efeitos das queimadas. Os partidários dessa prática, principalmente os agricultores, apontam as seguintes vantagens:
a) meio mais fácil e econômico de conseguir, após a derrubada da mata, a limpeza do terreno para a instalação de culturas.
b) processo rápido e econômico de eliminar as sobras de capim e estimular a brotação nas pastagens.
c) modo de facilitar as operações de preparo anual do solo.
d) medida profilática de controle de pragas (caso do algodoeiro ).
e) meio de simplificar a colheita manual da cana-de-açúcar.
f) liberação de nutrientes minerais ( fósforo, potássio, cálcio, magnésio, etc. ) que estavam imobilizados na biomassa e passam às cinzas que, assim, têm ação fertilizante.
Os que são contrários à tal prática, principalmente os técnicos, apontam as seguintes desvantagens:
a) destruição da matéria orgânica, de grande importância para a fertilidade do solo.
b) perda de nitrogênio e enxofre, por volatilização.
c) redução do número de pequenos animais, inclusive microorganismos.
d) degradação da estrutura do solo, provocando a diminuição da aeração, permeabilidade e resistência à erosão.
e) aumento do deflúvio ( enxurrada ) e das perdas por erosão.
f) redução da produtividade das culturas e das pastagens.
g) poluição do ambiente pela emissão de fuligem e gases tóxicos.
h) risco de fugir do controle e se transformar em incêndio.

 

 

CONHECENDO OS ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS





É grande o número de animais que existiram sobre a superfície terrestre ou no mar e depois desapareceram. Porém, a sua existência é comprovada pelos fósseis que deixaram.
Os geólogos dividem a história da erra em dois grandes períodos, de duração desigual e denominados "eons " : a) Eon Criptozóico ( do grego " vida oculta " ); b) Eon Fanerozóico (do grego " vida visível " ).
O Eon Criptozóico abrange o longo período que vai desde os primórdios até cerca de 600 milhões de anos atrás, ou seja, durou aproximadamente 3 bilhões de anos. Já o Eon Fanerozóico tem duração bem menor, pois iniciou-se há 600 milhões de anos, estendendo-se até hoje.
As rochas criptozóicas - granitos, gnaisses e xistos - revelam poucos fósseis desse longo período. Os animais eram predominantemente aquáticos e poucos deles possuíam partes duras, como carcaças, conchas e ossos que pudessem ser fossilizadas. Porém, os poucos vestígios encontrados permitem admitir que a vida surgiu no mar.
O Eon Fenerozóico é subdividido em três eras: a) Paleozóico ( do grego " vida antiga " ); b) Mesozóico ( do grego " vida intermediária " ); c) Cenozóico ( do grego " vida recente " ).
Assim como o eon antigo foi muito mais longo do que o mais recente, as três eras apresentam durações diferentes. A era Paleozóica teve a duração de 370 milhões de anos; a era Mesozóica durou apenas 167 milhões de anos ; e a era Cenozóica iniciou-se apenas há 63 milhões de anos.
Dentre os animais do início da era Paleozóica, destacam-se os trilobitas - artrópodes primitivos; em seguida apareceram moluscos cefalópodes (amonites), corais e os primeiros peixes, anfíbios e répteis.
Na era Mesozóica surgiram os dinossauros - grandes répteis que passaram a dominar, tanto na terra como no mar; surgiram também as primeiras aves ( arqueópterix ).
A maioria dos dinossauros eram herbívoros, como o diplodoco, o brontossauro e o estegossauro. Porém, alguns eram carnívoros vorazes, como o ictiossauro, o alossauro e o tiranossauro. Passados 100 milhões de anos, extinguiram-se os dinossauros e multiplicaram-se os pequenos mamíferos primitivos. A seguir, surgiram os mamíferos de porte maior, entre eles os macacos antropóides. Finalmente, surgiu o homem primitivo (pitecântropo ).
A era Cenozóica caracteriza-se pelo grande desenvolvimento dos mamíferos e do homem. Dentre os mamíferos extintos, destacam-se o mamute e o tigre-de-dentes-de-sabre.
 
 
 
 
CONHECENDO OS TIPOS DE ÁGUA

 



A água é a única substância encontrada na natureza, simultaneamente, nos três estados da matéria: a) sólido - geleiras; b) líquido - oceanos, mares, rios, lagos e aqüíferos; c) gasoso - vapor d'água – nuvens. É uma substância essencial à vida das plantas, dos animais e do homem. A seiva das plantas e o sangue do homem e dos animais são, em grande parte, formados de água.
A água recebe diferentes nomes, conforme o ponto de vista considerado. Vejamos alguns exemplos:
1. Água meteórica. É a água de chuva, proveniente da atmosfera.
2. Água edáfica - água armazenada no solo e que é absorvida pelas plantas.
3. Água subterrânea - água armazenada nos aquíferos e que alimenta os poços.
4. Água salgada - água dos oceanos e mares.
5. Água doce - água dos rios, lagos e aquíferos.
6. Água capilar - água retida nos poros do solo.
7. Água disponível - parte da água capilar que pode ser absorvida pelas raízes das plantas.
8. Água gravitativa - água contida no solo, acima da sua capacidade de retenção e, portanto, sujeita à ação da gravidade, indo alimentar os aqüíferos.
9. Água de infiltração - parte da água de chuva que penetra no solo.
10. Água de rolamento - parte da água de chuva que corre sobre a superfície do solo, indo alimentar os córregos e rios. Também chamada água de escoamento ou enxurrada.
11. Água de cristalização - água que faz parte da composição dos minerais.
 

 CONHECENDO OS RECURSOS NATURAIS

 


ÁGUA - É um recurso natural essencial à vida das plantas, dos animais e do homem.
As várias formas de sua utilização geram, às vezes, conflitos de interesses. Dentre as várias maneiras de sua utilização destacam-se: geração de energia, água para consumo humano e animal água do solo para as plantas, água para irrigação de culturas, águas superficiais como ambiente para os animais aquáticos, meio de transporte, meio de limpeza, etc.
Como medidas de conservação da água, recomendam-se: a) manter florestas nas cabeceiras de nascentes; b) preservar as matas ciliares, que acompanham as margens dos rios; c) evitar a poluição das águas.
PASTAGENS NATURAIS - Constituem um dos principais tipos de vegetação que formam a cobertura do solo, servindo para protegê-lo e para alimentação dos animais, selvagens e domésticos. São geralmente formadas por uma mistura de gramíneas e outras plantas herbáceas, às quais se juntam arbustos e árvores esparsas. Como exemplos podem ser citados: as savanas da África, as estepes da Rússia, as pradarias dos Estados Unidos e os cerrados do Brasil.
Como medidas de conservação das pastagens em geral, recomendam-se: a) divisão e lotação adequada; b) evitar o superpastoreio; c) evitar o uso do fogo.
FLORESTAS - São formações arbóreas que desempenham papel importante no equilíbrio ecológico de uma região, com destaque para os seguintes aspectos: a) conservação da água, aumentando a infiltração no solo e diminuindo o escoamento superficial; b) eficiente proteção do solo contra a erosão; c) regularização da vazão das nascentes; d) ambiente adequado para a fauna silvestre; e) fonte de diversas matérias-primas para muitas indústrias - madeira, celulose, látex, cortiça, resinas, óleos essenciais,etc.
As florestas temperadas da Europa e América do Norte já foram grande parte devastadas; e o mesmo está acontecendo com as florestas tropicais da Amazônia, bacia do Congo ( África ) e Sudeste da Ásia.
Como medidas de conservação das florestas recomendam-s: a) controle do desmatamento; b) preservação das matas ciliares; c) reflorestamento das terras impróprias para uso agrícola.
FAUNA SILVESTRE - Refere-se aos animais não domesticados, muitos dos quais são utilizados em benefício das populações humanas ( caça e pesca ).
Como medidas de conservação da fauna silvestre, recomendam-se: a) evitar a poluição das reservatórios de água ( rios, lagos e represas ); b) restauração das matas ciliares; c) proibição da caça e peca em áreas de reserva florestal.

 

 CURIOSIDADES GEOGRÁFICAS

 



a) As Ilhas Hawaí são um arquipélago situado no meio do Oceano Pacífico e que constituem um estado dos Estados Unidos. Suas origens estão ligadas a erupções vulcânicas da plataforma submarina. As ilhas do arquipélago correspondem aos cones emersos de uma cadeia de vulcões.
b) O Krakatoa, um vulcão situado numa pequena ilha entre Sumatra e Java, é um vulcão do tipo explosivo, isto é, o material expelido consiste principalmente de gases misturados com cinza, sem derramamento de lava. Em 1.883, entrou em violenta erupção que eliminou todas as formas de vida da pequena ilha.
c) Tomando como referência o nível do mar, o ponto culminante da crosta terrestre é o pico do Everest, localizado na Cordilheira do Himalaia, na Ásia Central, com 8.880 metros de altitude. Por outro lado, a fossa submarina mais profunda fica no Oceano Pacífico, à leste da Ilha de Mindanao, nas Filipinas, que atinge 11.200 metros de profundidade.
d) O Mar Cáspio é um mar fechado ( sem comunicação com o oceano ), localizado na região fronteiriça entre Rússia, Irã e Casaquistão. Apesar de ser um dos maiores mares fechados e receber as águas de grandes rios como o Volga, vem diminuindo paulatinamente, em consequência de forte evaporação
 

 CURIOSIDADES GEOGRÁFICAS

 



a) " Grandes Lagos " é o nome dado à extensa área lacustre localizada no centro-les-
te da América do Norte, na região fronteiriça entre os Estados Unidos e o Canadá. É constituída por nada menos de 5 grandes lagos interligados: Superior, Michigan, Hudson, Erie e Ontário.
b) O " Grand Canyon " é uma das maravilhas criadas pela natureza, localizado no Planalto do Colorado, a noroeste do estado do Arizona ( Estados Unidos ). Trata-se do mais grandioso exemplo de garganta escavada pelo Rio Colorado. É um vale profundo que se estende por 350 km, chegando a ter 29 km na sua parte mais larga e 1.500 m de profundidade média. Transportando 500.000 toneladas de terra por ano, o rio vem escavando formas espetaculares de erosão.
c) Considerando a Austrália como continente, a maior ilha do mundo é a Groenlândia, com cerca de 2.175.600 quilômetros quadrados. É cortada pelo Círculo Polar Ártico e cercada pelo Oceano Glacial Ártico ao norte e pelo Oceano Atlântico ao sul.
d) A maior ilha fluvial do Brasil é a Ilha de Bananal, formada por uma bifurcação do Rio Araguaia, no Estado de Goiás. Estende-se por 320 km no sentido N - S e mede, em seu trecho mais largo, 70 km no sentido E - O.

 
CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

 



a) O maior ovo é o do avestruz, que mede 15 - 20 cm e pesa 1,2 kg, equivalente a duas dúzias de ovos de galinha; enquanto o menor ovo é o do beija-flor, com 1,2 cm.
b) As cobras comem a cada 15 dias, em média. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, já que elas engolem suas presas inteiras,sem mastigar.
c) Conforme a espécie, uma lacraia ou centopéia tem de 28 a 354 patinhas!
d) Testes feitos por cientistas com diversos animais, mostram que o chimpanzé e o golfinho são os mais inteligentes.
e) O falcão voa bem alto e possui excelente visão. Quando ele avista uma presa, se lança sobre ela num vôo tão rápido que chega a atingir 300 km/hora!
f) As formigas-correição são conhecidas por saírem de seu ninho em bandos enormes, que caminham em fileira, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.
 

 CONHECENDO SIMBIOSE E PARASITISMO

 



Do grego " syn " = junto e " bios " = vida, é um termo usado para designar a vida em comum de duas plantas, ou de uma planta e um animal. Neste tipo de associação, também chamado mutualismo, os organismos que dela participam são chamados simbiontes e, ao contrário do parasitismo, se beneficiam mutuamente,
O exemplo clássico é representado pelos liquens, que são uma associação de um
fungo com uma alga, para formar um novo ser simbiótico.
Outro exemplo é o das bactérias do gênero Rhizobium, que vivem em simbiose nas raízes das plantas da família Leguminosas e são responsáveis pela fixação biológica do nitrogênio atmosférico, elemento necessário à nutrição das plantas.
Por outro lado, parasita ( do grego" para " = sobre e " sitos " = comida ) é o nome dado ao organismo que vive associado a outro ser vivo, de espécie diferente, denominado hospedeiro, do qual depende para retirar o seu alimento - seiva das plantas ou sangue dos animais.
O parasitismo pode ocorrer tanto entre vegetais como entre animais. No caso dos vegetais, os parasitas são plantas heterótrofas, isto é, incapazes de realizar a fotossíntese, ou seja, de produzir compostos orgânicos a partir de inorgânicos; portanto, devem recebê-los de outras plantas capazes dessa função ( plantas autótrofas ).
As plantas parasitas desenvolvem haustórios, isto é, raízes sugadoras, que penetram nos tecidos das plantas parasitadas, chamadas plantas hospedeiras, dela retirando os elementos que necessitam. É uma situação diferente da planta heterótrofa que obtém seu alimento de organismos mortos e que é chamada saprófita; e contrapõem-se à simbiose, pelo fato de a parasita prejudicar a hospedeira.
Como exemplo de parasita entre os vegetais,pode ser citado o cipó-chumbo. As ferrugens do cafeeiro e da cana-de-açúcar são causadas por fungos que parasitam essas plantas. Como exemplos de parasitas entre os animais, podem ser citados: protozoários, vermes, pulgas, carrapatos, etc.
 

 CONHECENDO AS ROCHAS


Vulgarmente chamadas pedras, as rochas são agregados naturais, compactos e duros, encontrados na crosta terrestre e formados pela associação de um ou mais minerais. Quando constituídas por um único mineral, são chamadas rochas simples, como por exemplo o quartzito, formado praticamente só de grãos de quartzo. Quando constituídas por dois ou mais minerais são chamadas rochas compostas, como por exemplo o granito, formado por uma associação de quartzo, feldspato e mica.
De acordo com a sua origem, as rochas são classificadas em três grupos: a) ígneas ou magmáticas; b) metamórficas; c) sedimentares.
A. Rochas ígneas ou magmáticas. São originadas quando o magma irrompe na superfície e depois esfria, solidificando-se. Subdividem-se em? a) rochas intrusivas ou plutônicas, se o magma se solidificou lentamente, a uma certa profundidade; b) rochas extrusivas ou vulcânicas, quando o magma extravasou, como lava, sobre a superfície do solo, solidificando-se rapidamente.
Como exemplos de rochas intrusivas podem ser citados o granito e o diorito; como exemplos de rochas vulcânicas, o basalto e o gabro.
B. Rochas metamórficas. São as que se formam a partir de outras rochas ( ígneas
ou sedimentares ),por metamorfismo, ou seja, por efeito de alta temperatura e/ou alta pressão com o auxílio de água e outros agentes químicos. Como exemplos, podem ser citados: gnaisse, x isto e mármore.
C. Rochas sedimentares. Derivam do intemperismo ( desagregação e decomposição ) de rochas preexistentes; o material resultante é transportado e depositado pela água, vento ou gelo. Geralmente são estratificadas (depositadas em sucessivas camadas ). Como exemplos podem ser citados: arenito, folhelho, calcário.
D. Importância. Além de constituírem o material de origem dos solos, as rochas
são utilizadas principalmente como material de construção e como um importante componente do concreto ( pedra britada ).
 
Veja ! Floresta de Eucalipto, Dejetos de Bovinos, Produzindo Côco, Produção de Galinhas, Período do Choco, Culinaria Bodistica e Variedades... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 15 de Setembro de 2014 08:36

Floresta de eucalipto promove recuperação do meio ambiente e mais renda para o produtor

 

O eucalipto vêm desempenhando uma importante função de floresta de substituição, para a produção sustentada de madeira para múltiplas finalidades, reduzindo significativamente a pressão de consumo sobre as florestas naturais de todo o mundo. O Brasil conta com aproximadamente 523,70 milhões de hectares de florestas, sendo 517,09 milhões de hectares de florestas naturais, representando seus distintos biomas , os dados são do Anuário Estatístico da ABRAF.

O setor de florestas plantadas vem desempenhando importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens e serviços, agregação de valor aos produtos florestais e para a geração de empregos, divisas, tributos e rendas, segundo análise dos pesquisadores da Embrapa Floresta.

Uma ou mais espécies de eucalipto são cultivadas em aproximadamente 100 países tropicais e subtropicais, mas são poucas aquelas plantadas comercialmente. Provavelmente, não mais de 20 espécies e algumas outras poucas resultantes da hibridação interespecífica vêm sendo utilizadas, em escala comercial, nesses países.

No Brasil e no mundo, espécies de eucalipto têm sido preferencialmente utilizadas devido ao seu rápido crescimento, capacidade de adaptação às diversas regiões ecológicas e pelo potencial econômico de utilização diversificada de sua madeira. Em 2009, o Brasil passou para a sétima posição mundial, em produção de madeira plantada, alcançando 6,78 milhões de hectares de florestas plantadas principalmente com espécies de eucalipto (66,58 %), pínus (26,46 %) e outras espécies (6,96 %) , mais uma vez, com base nos dados do Anuário Estatístico de ABRAF.  

O plantio do eucalipto, presente em mais de 450 municípios, está em franca expansão na maioria dos estados brasileiros com tradição na silvicultura deste gênero ou em estados considerados como novas fronteiras da silvicultura, com crescimento médio anual de 7,1% no período de 2004 a 2009 (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA ABRAF, 2010). O aumento da área plantada com eucalipto no Brasil tem sido resultante de seu rápido crescimento em ciclo de curta rotação, alta produtividade florestal decorrente da tecnologia de ponta aplicada à produção e novos investimentos das empresas que utilizam a sua madeira como matéria-prima nos processos industriais.

 

 

Manejo correto para os dejetos bovino 

 

Os resíduos orgânicos, ou dejetos animais constituídos pelas fezes e urina, adequadamente manejados e reciclados no solo, deixam de ser poluentes e passam a constituir valiosos insumos para a produção agrícola sustentável. Para os pesquisadores da Embrapa, produzir de forma sustentável implica reduzir custos e evitar desperdícios de energia e de matéria-prima, aumentando a produtividade, a competitividade do capital e da mão-de-obra,na propriedade.

Nesse sentido, tecnologias eficientes de tratamento e reciclagem de efluentes da produção animal, para fins agrícolas, constituem importante ferramenta para otimizar a relação custo/benefício dos sistemas de produção.

Para se ter o manejo correto de dejetos de bovinos,há diversos sistemas de produção que podem ser implementados. Para cada caso, deve-se projetar um sistema de tratamento e manejo mais apropriado àquela situação em particular. Na exploração de leite, em regime de semiconfinamento ou de confinamento total, é preciso planejar os melhores métodos de tratamento e aproveitamento desses dejetos. O conteúdo de umidade do esterco determina parcialmente como ele pode ser manejado e armazenado. Segundo estudos dos pesquisadores da Embrapa Gado de Leite o esterco pode ser classificado de acordo com três consistências:  Sólido, com 16% ou mais de sólidos totais (ST); Semi-sólido, com 12% a 16% de ST; e Líquido, com 12% ou menos de ST.

O manejo do esterco pode ser conduzido de várias formas de acordo com a conveniência e o tipo de sistema de produção a ser adotado. No caso do esterco seco, deve ser feita uma raspagem, manual ou mecanicamente, e amontoado para a coleta e transporte. Para facilitar a raspagem, deve-se evitar ao máximo o excesso de água. O esterco retirado diariamente pode ser armazenado em locais cobertos, ou não, também pode ser levado para esterqueira ou para compostagem.

Normalmente, não se faz nenhum tipo de processamento ou tratamento prévio do esterco antes de sua utilização como fertilizante. Em sistemas de confinamento de bovinos leiteiros em baias coletivas, com utilização de camas, ou de gado de corte a céu aberto, a opção mais econômica, quando possível, é a distribuição do esterco diretamente nas áreas de cultivo, sem qualquer tratamento prévio, e a incorporação no/ao solo por meio de aração ou gradagem, para que a microbiota do solo se encarregue de oxidar e mineralizar a matéria orgânica. Essa operação deve ser feita entre 30 e 60 dias, pelo menos, antes de qualquer plantio.

 

 

VAMOS PRODUZIR CÔCO, LUCRO GARANTIDO.



Como escolher a área


O coqueiro requer clima quente, com temperatura o o média em torno de 27 C. Temperaturas inferiores a 15 C prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos
frutos pequenos. Solos profundos de textura leve, com boa disponibilidade de água, profundidade mínima de 1m, são os mais adequados, não sendo indicados os solos
excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento.

Como marcar as covas

O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo, no espaçamento de 7,5m x 7,5m x 7,5m (205 plantas/ha).A partir de uma linha básica, orientada no sentido Norte-Sul, as covas são marcadas a cada 7,5m, originando a primeira linha. Depois, com o auxílio de uma corrente, com 15m de extensão, tendo em cada extremidade e no meio uma
argola, marca-se a segunda linha. A partir da segunda linha marca-se a terceira e, assim, sucessivamente, até completar a marcação de toda a área. Em grandes áreas podese optar pela marcação com o uso do teodolito.

Como Plantar

O plantio deve ser feito com mudas de boa qualidade, adquiridas de produtores idôneos. Preferencialmente, o plantio deve ser efetuado no início do período chuvoso, sendo as covas preparadas com 30 dias de antecedência. Para isto, abrir covas de 60cm x 60cm x 60cm a 80cm x 80cm x 80cm, dependendo do tipo do solo (leve ou pesado), tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 20cm).

Depois de aberta, preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície, adubo orgânico (uma lata de 20 litros de esterco bovino ou quantidade
equivalente de outra fonte orgânica) e 800g de superfosfato simples. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. Para o plantio, retirar um
pouco de terra do centro da cova e colocar a muda, fixando-a ao solo, e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente. Após um mês do plantio, fazer a adubação de cobertura na cova, usando 300g de uréia e 200g de cloreto de potássio, espalhados e incorporados ao solo, em torno da muda.

Tratos Culturais e Irrigação

Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes, é indispensável fazer o coroamento, ou seja, a limpeza de uma área ao redor da planta. O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta, acompanhando, mais ou menos, a projeção da copa, iniciando com 0,50m e 

O coqueiro é muito exigente em água, necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. A necessidade e quantidade de água dependem de vários
fatores: idade da planta, o clima, o tipo de solo, etc. De maneira geral, no primeiro período seco após o plantio, o coqueiro deve receber de 20 a 40 litros/água/dia.

Quando e Como Adubar

A adubação deve ser realizada anualmente, para repor os nutrientes retirados do solo pela planta, baseada sempre nas análises de solo e folha. Em cultivos sem irrigação, os fertilizantes podem ser aplicados de uma só vez, no final do período chuvoso. Em plantios irrigados, a adubação anual deve ser fracionada em, pelo menos, seis aplicações. Quando
os fertilizantes forem aplicados via fertirrigação a frequência será preferencialmente semanal.

No caso de adubação convencional, os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura 3. É nesta zona, entre 0,50 e 2,00m da base do coqueiro, onde
está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro.

A Colheita

Os frutos verdes, para o consumo da água, devem ser colhidos com a idade de 6 a 7 meses, ocasião em que apresentam maiores quantidade de água e de concentração de

açúcares. Os frutos secos, para o consumo in natura e indústria ou produção de semente, devem ser colhidos na idade de 11 a 12 meses.

 

 

PRODUZINDO GALINHAS



A galinha bota um ovo por dia, atingindo a média de 13 a 15 ovos em todo o período de postura. Mas há exemplares que chegam a colocar até 20 ovos no total. A diferença na quantidade produzida vai depender da genética de cada ave. Após botar todos os ovos, a galinha se coloca sobre eles e inicia o choco - fase de incubação realizada pela própria ave no intervalo da parada de produção. Essa etapa demora 21 dias, quando então ocorre o nascimento dos pintinhos.

Durante a época do choco, a galinha deve contar com alimento e água fresca perto do ninho, pois muitas vezes ela não sai de cima dos ovos nem para comer. Nesse período, a alimentação mais adequada para a ave é o milho. Forneça os grãos à vontade e acompanhe a frequência das refeições, para se assegurar de que a galinha está sendo bem alimentada.
Enquanto a galinha choca os ovos, é comum o surgimento de piolhos, parasitas que se desenvolvem em ambientes quentes. Como se alimenta de sangue, a praga pode provocar anemia na ave.

Se não for realizado um tratamento correto, a presença dos piolhos pode levar o animal e sua ninhada à morte.Após um dia do nascimento, quando já estão secos, os pintinhos saem do ninho acompanhados pela mãe. A partir daí, eles já podem comer ração inicial para pintos de um dia, alimento específico para filhotes de galinha, que pode ser encontrado em lojas de produtos agropecuários. Disponibilize a refeição em comedouros baixos, para que as avezinhas alcancem a comida com facilidade.

A mãe também pode aproveitar a mesma ração para se alimentar. Ofereça ainda água fresca para beber.Existem galinhas de raça pura que não são consideradas boas mães, dificilmente chocando seus próprios ovos. Nesse caso, uma alternativa é recorrer a outra ave que esteja no mesmo período de choco para desempenhar a função de ama. Outra opção é utilizar uma chocadeira. É importante saber que, antes de os ovos serem transferidos para o novo local onde serão chocados, eles podem ser armazenados por um prazo de sete a 10 dias.


Período de Choco:

A capacidade de uma chocadeira é indicada para a quantidade de ovos de galinha - se é para 60 ovos, ela tem possibilidade de acomodar 40 ovos de gansa, por exemplo. O investimento não é baixo, mas o aparelho é recomendado para o criador que não pretende esperar a disponibilidade de outra ave em choco para servir de ama para a incubação.

Após o nascimento dos pintinhos em chocadeiras, eles devem ser colocados em outro equipamento com aquecimento, chamado de criadeira. Como nascem molhados, os filhotes devem estar secos antes de serem levados para o aparelho, que também é elétrico ou a gás. Nele deve haver ração inicial para pintos de um dia, pois as aves recém-nascidas não se alimentam nas primeiras 24 horas de vida, período que ainda estão digerindo a gema.

As criadeiras são ainda usadas se o produtor quiser "dobrar o choco" - jargão adotado pelos criadores quando a intenção é liberar a galinha para incubar novos ovos - ou evitar que filhotes chocados por amas sejam agredidos. Há casos em que galinhas que chocam ovos de gansas não aceitam as aves ao nascerem, passando a bicá-las na cabeça, o que pode até matá-las.

 

 

Culinaria Bodistica com Cabrito a Padeiro


Ingredientes:

- 1,5 kg a 2 kg de cabrito

  cortado em pedaços

- 5 dentes de alho

- 1 colher de chá de colorau

- 2 folhas de louro

- 50 ml de vinho branco

- 100 g de banha

- 1 kg de batatas pequeninas com pele

- 100 ml de azeite

- sal e pimenta a gosto

 

 

 

Preparação:

- Colocar o cabrito num recipiente grande, juntar os alhos picados, o louro, o colorau, o vinho branco, o sal e a pimenta e deixar  marinar 24 horas.

- Na hora de ir ao forno, colocar a carne num tabuleiro fundo, juntar as batatas lavadas, a marinada, o azeite e a banha e levar para assar cerca de 1h 30min. Servir quente. Acompanhar com uma salada, laranja, ou ananás em rodelas.

 

 

 

 

 VARIEDADES

Você sabia...?

 

cabra.jpg

...que, durante a lactação, a fêmea caprina ou ovina precisa de 25%, ou mesmo 50% a mais de água? Se não estiver amamentando, a necessidade cai, imediatamente, para o normal, que é entre 2 a 5 litros/dia.

... que um caprino ou ovino adulto defeca de 8 a 10 vezes por dia?

... que os caprinos podem distinguir, pelos lábios, sensações adstringentes, dolorosas e mudanças súbitas de temperaturas?

Provérbio

- Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer.

- Quem fica com a viúva, fica com os filhos. (Provérbio árabe)

- No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Anônimo)

- Tu és o que te habituaste a ser. (Provérbio árabe)

- O diabo coloca a mulher sob o homem para ter o homem sob o seu jugo. (Provérbio corsa)

Frase

- Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha. (Confúcio)

- Quem sabe, muitas vezes não diz. E quem diz muitas vezes não sabe. (Fernando Pessoa)

- Não é a nossa condição social, mas a qualidade da nossa alma que nos torna felizes. (Voltaire)

- Teoria é quando se sabe tudo e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe o por quê. Dureza é conjugar teoria e prática: nada funciona e ninguém sabe o porquê. (Popular)

Ditado

- Cavalo de cachaceiro conhece o caminho da bodega.

- Goiabada sem queijo é como abraço sem beijo.

- Ovelha não é pra mato.

- Diga-me com quem vais, que lhe direi o que farás.

- Cuidado com homem que não fala e com cachorro que não late.

- O verdadeiro amigo é aquele que aparece quando o resto do mundo desaparece.

Ditado esquisito

- Esse negócio de chifres não existe. Foi coisa que botaram na sua cabeça.

- Cachorro que foi picado por cobra corre até de barbante.

- Chato é estar mais por fora do que dedão de franciscano.

- Malandro é cavalo marinho que se finge de peixe pra não puxar carroça.

- Quem não tem cão, não compra ração.

 
Veja ! Silo de Cana de Açucar, Batata-doce para Galinhas, Vacinação correta em Suinos, Estresse Prejudica a Carne... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 13 de Setembro de 2014 08:05

Cana-de-açúcar é bom silo para alimentar o gado na época da seca

 

 

A silagem de cana-de-açúcar é uma das alternativas para alimentar o gado bovino na época das secas, quando os pastos ficam altamente prejudicados, em volume de alimento e em qualidade nutritiva. Muitos pecuaristas utilizam a cana fornecida diretamente ao gado, picada logo após a colheita. Mas a silagem de cana traz algumas vantagens, como a concentração de do corte,  da picagem, e do transporte em poucos dias, com  melhor eficiência de colheita e manejo dos canaviais e dos rebanhos.

A silagem é feita também quando ocorrem sobras nos canaviais ao final da safra, sendo também indicada como solução de emergência na ocorrência de incêndios e geadas, para evitar a perda total da forragem.

Um aspecto que dificulta a silagem de cana, mas que pode ser solucionado adotando técnicas e manejo adequados, é o fato de fermentar intensamente, devido à atividade de leveduras que utilizam os açúcares para seu crescimento, produzindo etanol. O teor de etanol em silagens de cana pode chegar a 23%, acarretando perdas de até 30% da matéria seca durante a fermentação, com grande redução no valor nutritivo da silagem. Desta forma, para que a produção de silagem de cana-de-açúcar seja viável, é fundamental o uso de aditivos capazes de controlar a fermentação alcoólica nestas silagens.

Diversos aditivos têm sido avaliados com vistas ao controle da fermentação alcoólica em silagens de cana-de-açúcar. Entre os mais estudados estão a ureia, os inoculantes bacterianos e a cal virgem micro pulverizada. Resultados da pesquisa indicam que silagens de cana-de-açúcar aditivadas podem ser utilizadas sem problemas na alimentação de vacas leiterias, bovinos de corte e ovinos, permitindo bons índices de desempenho dos animais. O custo adicional que os aditivos representam são altamente compensados pelo menor custo da silagem em si, quando comparada com a silagem de milho, por exemplo.

 

Batata-doce é excelente alimento para a galinha caipira

 

http://3.bp.blogspot.com/-9-doGG1haKQ/TYuP4spXDII/AAAAAAAAGIQ/6OgOqiIV2jg/s400/galinhas%255B1%255D.jpgEm busca de aproveitar resíduos  disponíveis nas propriedades rurais para garantir maior agregação de valor à agricultura familiar, a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, está indicando o uso da ração a base de farinha de batata-doce, especialmente, na criação de frangos coloniais.

Trocar o milho por batata-doce é a estratégia para diminuir custos para o produtor, ter maior renda de produção, simplificar a oferta de alimento às aves, facilitar o manejo e contribuir com a preservação do meio ambiente. “Estamos trabalhando com o sistema colonial de produção de frangos, abatidos após 85 dias, onde a ração das aves deve ser adaptada à idade do animal.

Toda a ração deve fornecer energia, encontrada no milho e na própria batata-doce, proteína, que está no farelo de soja ou girassol ou farinha de folhas de mandioca, vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais”, esclarece João Pedro Zabaleta, pesquisador responsável pelo projeto de pesquisa com aves coloniais.

A ração a base de batata-doce para aves é viável pelo fato de que o produtor comercializa a parte nobre da batata-doce para o consumo humano e os resíduos que ficam na lavoura transformam-se em farinha, que adicionada a uma formulação adequada com vitaminas, minerais, proteínas e aminoácidos é oferecida às aves. “O resíduo é transformado em energia, ou seja, em carnes e ovos, com custo muito baixo, está se aproveitando o que se tornaria lixo”, adverte o pesquisador João Pedro Zabaleta.

Essa farinha passa por um processo de trituração, secagem ao sol, moagem e  embalagem, que possuem uma durabilidade de até dois anos.  Há ainda benefícios econômicos, sociais e ambientais. Para o agricultor familiar que cultiva batata-doce o uso dos resíduos  é mais conveniente que a aquisição de milho, ou mesmo do plantio do milho. A sua utilização permite que o produtor tenha maior renda e ainda diversifica a oferta de alimentos para os consumidores, através da produção de frangos coloniais.

 

REGRAS DE UMA BOA PRATICA PARA VACINAÇÃO CORRETA EM SUINOS




Armazenamento 

1. Mantenha uma área limpa para armazenamento de vacinas e Medicamentos.
2. Utilize um refrigerador com bom funcionamento, limpo e de uso exclusivo para as vacinas. Nenhum outro item (comidas, bebidas, amostras) pode estar compartilhando o local.
3. Descongele o refrigerador regularmente, para evitar o entupimento das mangueiras com o excesso de gelo, o que prejudica a manutenção da temperatura adequada.
4. Utilize o sistema PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) para evitar o vencimento dos produtos armazenados.
5. Mantenha a temperatura sempre entre +2ºC e +8ºC, verificando regularmente com ajuda de termômetros.
6. Não permita que as vacinas congelem, pois isso compromete a eficácia do produto. 

Utilização 

7. Verifique com freqüência a data de validade das vacinas, e descarte imediatamente as vencidas.
8. Utilize a vacina assim que ela for reconstituída (geralmente dentro de 2 horas).
9. Não permita que a vacina seja aquecida durante a vacinação. Evite exposição solar, locais quentes, etc.
10. Utilize tamanhos de pacotes adaptados de acordo com o número de suínos que serão vacinados.
11. Compare o número de doses usadas com o número de leitões, regularmente. 

Equipamento 

12. Utilize equipamentos limpos e adaptados à vacinação, sem qualquer resíduo químico (anti-sépticos, desinfetantes, etc.) 
a. Seringas 
Leitões: suínos de engorda: seringa automática (revolver), ou aplicador
Porcas: seringa descartável. 
b. Agulhas. Reta, limpa e afiada.
De tamanho adaptado ao suíno a ser vacinado. 

Condições gerais 

13. Vacine suínos saudáveis (sem febre).
14. Contenha os animais adequadamente em área bem iluminada. 

Injeções 

15. Inocule a vacina no local adequado. Injeção intra-muscular 
a.Em suínos pesando de 25 a 60 kg: 5 cm abaixo da linha da coluna e 5cm atrás da orelha
b. Em marrãs, porcas e cachaços: 10cm abaixo da linha da coluna e 10cm atrás da orelha. 
16. Descarte as agulhas em local adequado. 

Programa de vacinação 

18. Siga o programa prescrito pelo médico veterinário, ou de acordo com o fabricante. 

Limpeza e desinfecção do equipamento 

19. Limpe bem o equipamento após cada sessão de vacinação.
20. Esterilize o equipamento de inoculação, em água fervente, autoclave, incubador químico ou solução desinfetante (enxágüe e seque antes de usar novamente), e armazene o equipamento em armário limpo.

 

Bem estar animal é um conceito que começa a ser adotado pelos criadores de aves, suínos e bovinos e frigoríficos. Além da questão humanitária, de evitar tratamento cruel aos bichos, há uma razão econômica – segundo os especialistas, animais estressados fornecem carne de baixa qualidade. Pressionados pelos consumidores, os supermercados e redes de fast food também tendem a rejeitar produtos de fornecedores que maltratam os animais e não seguem normas de bem-estar.

 
Veja ! Forragens para Pastejo, Diversidades nas Culturas, Apicultura, Curiosidades, Quarentena, Caprinos e Ovinos, Bovinos e Bubalinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 12 de Setembro de 2014 08:53

 A escolha de uma espécie forrageira para pastejo no início da criação é importante, pois a forragem deve estar de acordo com as condições edafoclimáticas.

 
O manejo e consequentemente o sistema de produção que será utilizado uma vez que para o pastejo, é fundamental o conhecimento do comportamento e hábitos de crescimento da forrageira, bem como as exigências nutricionais das classes animais dos quais se alimentarão desta forragem.

Cabe salientar que é em vão procurar por capins "milagrosos" (mais produtivos, baixa exigência em fertilidade, tolerantes a seca, resistentes a pragas e que não possuam estacionalidade de produção). Com certeza absoluta, este capim não existe. Toda planta forrageira apresenta determinadas vantagens e limitações. Todavia para que haja produção e consequentemente correta utilização da pastagem escolhida, é fundamental que se estabeleçam inicialmente, níveis de fertilidade e manejos adequados para cada forrageira em questão.

Para equídeos, algumas características inerentes a espécie, como o comportamento de corrida, brincadeira (principalmente de potros) área de defecação, pastejo localizado e o próprio pisoteio em algumas áreas do piquete (por exemplo perto de cercas), limitam a escolha de alguns capins.




Para tanto, alguns capins como os do gênero Cynodon são os mais indicados pois apresentam boa cobertura do solo, boa aceitabilidade e bom rebrote . Alguns aspectos como custo de implantação, também deve ser levado em conta, pois espécies deste gênero se multiplicam por muda, dentre eles o Tifton ( 1 ) , Coastcross  ( 2 )  e o Capim Estrela. Estes capins, quando comparados aos que se multiplicam por semente (Mombaça, Gramão (batatais) ou até mesmo a Brachiaria Humidicola (semente e muda)) são por volta de 30 a 50 % mais caros a sua implantação. Para tanto, cabe ao produtor avaliar os custos e benefícios do uso destes capins.

Um fator interessante para ressaltarmos é que o uso da Brachiaria humidicola para pastejo é possível mas, o uso intensivo desta pastagem para equinos pode levar a um problema chamado de cara-inchada, que nada mais é que o inchaço na face do animal provocado pelo preenchimento dos ossos da face do animal por um tecido conjuntivo fibroso em função da anterior retirada do cálcio destes ossos e abertura de lacunas no mesmo.

O consumo deste capim, aumenta o consumo de Oxalato, composto encontrado na Brachiaria humidicola que "sequestra" ou rouba o cálcio ingerido pelo animal em sua dieta e obriga o mesmo a retirar o cálcio dos ossos. No entanto, o animal não apresenta grandes limitações em virtude disso para trabalho mas acaba comprometendo a estética do animal prejudicando a sua futura comercialização.
 
 

Diversidade de cultivos: garantia de renda na agricultura familiar

 

A diversificação de culturas na propriedade rural, também chamada de pluriatividades de cultivos, é uma estratégia que viabiliza a sustentabilidade da agricultura familiar. Entre os benefícios de sua adoção estão a garantia de renda, mesmo em períodos de entressafra, a segurança alimentar da família, além de benefícios para o meio ambiente.

  Explica-se como conduzir, de forma bem-sucedida, múltiplas atividades em agroecossistemas de base familiar. Trata-se de um arranjo produtivo onde o agricultor trabalha a exploração e a interação de diferentes culturas, podendo ainda agregar outras atividades ao trabalho da família, como o artesanato, por exemplo.

O modelo de exploração integrada de diferentes culturas foi implementado após a constatação da existência de mercado consumidor para os seguintes produtos: banana, uva, urucum e flores. Além de obter renda com a venda das frutas e das flores, as propriedades também lucram vendendo o urucum como matéria-prima para a indústria de corantes.

A interação entre as culturas acontece de diferentes formas: os troncos das bananeiras, utilizados para a retenção de águas de chuva e conservação do solo no pomar de videiras, também fornecem a matéria-prima para o artesanato produzido por jovens e mulheres das comunidades. As cascas dos frutos, assim como os restos vegetais de todas as culturas, passam por um processo de compostagem e são aproveitados como adubo orgânico para o solo.

Arranjos como esse, baseados nas potencialidades dos produtos típicos de cada região, ajudam a manter a renda familiar durante todo o ano, proporcionando sustentabilidade econômica e ambiental para a propriedade e, consequentemente,  melhor qualidade de vida para as famílias rurais. Uma das recomendações é optar pela tecnificação de ao menos uma das culturas integrantes do sistema.

 

 

Há 20 anos, a Apta mantém um serviço postal que entrega abelhas em todo o país, para renovar as colmeias e aumentar a produtividade


Editora Globo 

Responsável pela postura de ovos e a manutenção da colmeia, a abelha rainha é a mais importante do enxame – e a que determina o nível de produtividade. No Brasil, as rainhas têm vida útil de cerca de um ano, bem mais curta do que na Europa, onde costumam avançar até os cinco anos. Isso acontece porque nosso clima tropical propicia a produção de mel o ano inteiro, o que acaba por debilitá-las. E, se o apicultor não fizer a troca, as próprias abelhas farão, mas a colmeia pode ser perdida, porque a escolhida pode não ser fecundada e interromper a atividade. “Por isso é preciso que o criador esteja atento ao manejo e busque constantemente ter uma rainha jovem e produtiva”, diz Maria Luisa Teles Marques Florêncio Alves, zootecnista e pesquisadora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), instituto que, desde os anos 1980, envia pelo correio abelhas novinhas em folha para todo o país.

Segundo Maria Luisa, a criação de rainhas é um segmento da cadeia apícola nos grandes produtores mundiais. Já no Brasil, que oferta em torno de 50 mil toneladas ao ano de mel e é o 11º no ranking de produção, essa prática não é muito comum. “Apostamos na técnica de substituição dessas abelhas porque sabemos que, com isso, os apiários têm condições de aumentar sensivelmente a produtividade”, explica. A estimativa é que a simples troca do inseto mãe promova um ganho de 20% a 40%. No caso de uma rainha melhorada geneticamente, esse número sobe para 40% a 50%.

A rainha é identificada por seu porte grande a abdômem comprido.



O criatório da Apta fica em Pindamonhangaba (SP) e vende por ano quase 2 mil rainhas a outras cidades paulistas e a estados como Espírito Santo e Santa Catarina. Para o transporte, foi desenvolvido um recipiente especial, com base na adaptação de uma gaiola tipo Benton, tradicionalmente usada na apicultura. A embalagem é feita de duas tiras de madeira, tendo o tamanho mínimo de um envelope pequeno (11 por 16 centímetros) e o máximo de um envelope padrão (25 por 30 centímetros), que unirão as gaiolas na parte superior e inferior, formando uma caixa. A rainha vai na companhia de seis operárias, que produzem a geleia real para alimentá-la, em um trajeto que pode durar até sete dias. “A mortalidade na viagem é mínima”, garante a pesquisadora.

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VARIEDADES


Você sabia...?

... que a cauda de animais domésticos indica felicidade? Isso nos sonhos. Se sonhar com cauda de animais selvagens, é sinal de lucros. Se a cauda for de peixes indica especulações bem sucedidas. Se a cauda for de cabrito, significa alegrias. Se for de carneiro, significa trabalho.

... que o manejo sanitário adequado melhora a saúde dos animais? Melhora também a fertilidade, a produção, o ganho de peso e a produção de leite.

... que a Bíblia diz que o leite indica fartura e felicidade? Diz Provérbios 27:27:

“E haverá bastante leite de cabra para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas”.

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Frase

- Tem raça de cachorro para tudo: o que trabalha e o que dá trabalho. Geralmente só dá trabalho. (Frase de Expositora)

- O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna. (Salomão)

- Para filosofia barata não adianta inseticida. (Simone Dias Marques)

- Onde há muitos a comandar, nasce a confusão. (Luigi Einaudi, 1874-1961)

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Provérbio

- O avaro teme a pobreza, mas vive nela. (Provérbio árabe)

- Se teu inimigo é o mosquito, vê nele um elefante. (Provérbio árabe)

- Pela repetição até o asno aprende.

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Ditado

- Quando o esforçado só trabalha, o folgado leva a fama.

- É mais fácil chegar-se um touro a um mourão do que um estúpido à razão.

- Aonde vai o ferro vai a ferrugem.

- O risco que corre o pau, corre o machado.

- Quem em novo não trabalha, em velho dorme na palha.

- Cabrita ruim não precisa de chocalho.

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Ditado Esquisito

- Antes dava um boi para não entrar numa briga, hoje brigo por um bife.

- Suba na vida, mas não faça ninguém de escada.

- Se a botina é boa, não precisa de turbina.

- Por favor, não respire, pois estou fumando.

- Salário de pobre é troco de rico.

 
 
 

Com nova norma, a partir deste mês de janeiro, período de quarentena poderá ser realizado na casa do proprietário do animal


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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) retirou a exigência de que o período de quarentena de aves ornamentais, importadas com a finalidade de companhia, seja realizado na Estação Quarentenária de Cananeia (EQC). A partir de janeiro, com a publicação da Instrução Normativa nº 1, no Diário Oficial da União (DOU), o procedimento poderá ser realizado no domicílio do proprietário.

Com a nova regra, a legislação vigente – IN n° 17, de 3 de agosto de 2010 – terá ainda outra alteração. A coleta de material para testes diagnósticos deverá ser efetuada no ponto de ingresso do animal. A colheita, o acondicionamento e o envio das amostras para os laboratórios oficiais ou credenciados pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários deverão atender às exigências dispostas na norma atual.

O Departamento de Saúde Animal (DSA) também poderá autorizar outros pontos de ingresso – além dos aeroportos internacionais de Viracopos e de Guarulhos –, considerando a infraestrutura para recebimento de animais vivos. Os procedimentos para o transporte das aves até o local de quarentena serão definidos pelo Ministério da Agricultura.

Tratando-se de importação com o objetivo de comercialização, deverão ser cumpridas as exigências zoossanitárias aplicáveis às aves em quarentena no país, ou seja, o período de isolamento precisa ser cumprido na EQC.

 

 

 CAPRINOS E OVINOS

Foto de CaprinoA caprinocultura e a ovinocultura têm se destacado no agronegócio brasileiro. A criação de caprinos, com rebanho estimado em 14 milhões de animais, distribuído em 436 mil estabelecimentos agropecuários, colocou o Brasil em 18º lugar do ranking mundial de exportações.

Grande parte do rebanho caprino encontra-se no Nordeste, com ênfase para Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará. A ovinocultura tem representatividade na região Nordeste e no estado do Rio Grande do Sul.

Carne, pele e lã estão entre os principais produtos. A produção de leite de cabra é de cerca de 21 milhões de litros e envolve, em grande parte, empresas de pequeno porte.

 

Bovinos

Foto de BoiA bovinocultura é um dos principais destaques do agronegócio brasileiro no cenário mundial. O Brasil é dono do segundo maior rebanho efetivo do mundo, com cerca de 200 milhões de cabeças. Além disso, desde 2004, assumiu a liderança nas exportações, com um quinto da carne comercializada internacionalmente e vendas em mais de 180 países.

O rebanho bovino brasileiro proporciona o desenvolvimento de dois segmentos lucrativos. As cadeias produtivas da carne e leite. O valor bruto da produção desses dois segmentos, estimado em R$ 67 bilhões, aliado a presença da atividade em todos os estados brasileiros, evidenciam a importância econômica e social da bovinocultura em nosso país. 

O clima tropical  a extensão territorial do Brasil contribuem para esse resultado, uma vez que permitem a criação da maioria do gado em pastagens. Além disso, o investimento em tecnologia e capacitação profissional; o desenvolvimento de políticas públicas, que permitem que o animal seja rastreado do seu nascimento até o abate; o controle da sanidade animal e segurança alimentar, contribuíram para que o País atendesse às exigências dos mercados rigorosos e conquistasse espaço no cenário mundial. 

Bubalinos

Foto de um BubalinoEmbora ainda mais tímida, a bubalinocultura está se desenvolvendo no país como uma alternativa rentável e saudável. Isso porque o búfalo se adapta facilmente em qualquer ambiente. A produção e o consumo de leite de búfalo vêm crescendo em função da demanda por alimentos como queijos e manteiga. Os elevados teores de gordura e sólidos totais no leite de búfala aumentam o rendimento na fabricação dos derivados em relação ao leite de vaca. A carne desses animais também é apreciada, contém menores índices de gordura, colesterol, calorias e contém mais proteína e minerais que a dos bovinos.

O rebanho brasileiro está estimado em torno de 1,15 milhão de bubalinos, sendo a região Norte, com 720 mil animais, a maior produtora do País, com destaque para o Pará, que responde por 39% do rebanho nacional.  Em seguida aparecem o Nordeste e o Sudeste, com 135 e 104 mil cabeças, respectivamente.

 
Veja ! Sablose em Cavalos, Carne Ovina, Importancia de Bons Tratadores, Técnica em Embriões, Águas Subterrãneas, Soro de Leite e Raios no meio Rural... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 11 de Setembro de 2014 08:11
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CAVALOS: Sablose - Ocorrência, Diagnóstico e Prevenção.

 


Os equinos, mesmo sendo seletivo para alimentos, quando mantidos sob manejo inadequado podem não preservar essa característica. Quando esta situação acontece pode levar à ingestão de areia pela água ou forragem oferecida no solo, acumulando no intestino do cavalo (Sullins, 1990).

A ingestão e o acúmulo de areia no trato gastrointestinal do equino, sablose, em quantidade limitada, normalmente não resulta em manifestações clínicas, mas se em quantidade significativa pode levar a diarreia crônica, perda de peso, quadros de abdome agudo e até a morte (Meagher, 1972; Specht e Colahan, 1988 e Ramey e Reinertson, 1984).

As características individuais, alterações sazonais de pastagem e distúrbios comportamentais em determinadas ocasiões também levam a ingestão de areia (Golouberff, 1993). Práticas indevidas de manejo tais como manter os animais em pasto com pouca cobertura vegetal e arenoso, disponibilizar alimento granulado diretamente no solo ou em quantidade insuficiente são condições favoráveis para a ocorrência de sablose (Ramey e Reinertson, 1984).

O diagnóstico dessa complicação pode ser feito pelo teste de sedimentação das fezes. (Ragle et al., 1989; Snyder e Spier, 1993; Ramey e Reinertson, 1984). Não há estudos controlados padronizando os sítios de acúmulo de areia no trato gastrointestinal dos equinos (Ragle et al., 1989).

Entretanto, em relatos de casuística, os locais mais comuns de acúmulo ou obstrução em ordem decrescente são o cólon dorsal direito, cólon transverso, cólon dorsal esquerdo e flexura pélvica, em se tratando de areia grossa (Ragle et al., 1989, Snyder e Spier, 1993). A areia fina tende a acumular normalmente nos cólons ventrais (Snyder e Spier, 1993).
O volume de areia suficiente para causar obstrução intestinal não é conhecido (Colahan, 1987).

Esse volume e as características individuais determinam a gravidade dos quadros clínicos, sendo possível a resolução com controle da dor, administração de laxativos e hidratação enteral e parenteral. Entretanto, uma quantidade maior de areia acarreta em maiores danos na mucosa intestinal e piora do prognóstico (Colahan, 1987).Considerando os animais sem resposta ao tratamento clínico e com necessidade de intervenção cirúrgica, o prognóstico varia de reservado à ruim (Colahan, 1987). 

Além desse prognóstico reservado, os animais submetidos à cirurgia podem desenvolver um quadro de laminite no período pós operatório, devido à maior absorção de bactérias e toxinas por conta do aumento da permeabilidade da mucosa intestinal lesada pela abrasividade da areia, conforme consideraram Snyder e Spier (1993). Estes fatores implicam em perdas econômicas para o criador.

Mesmo com o tratamento cirúrgico, é impossível remover completamente toda a areia presente nos cólons, sendo necessário um tratamento no pós operatório com laxativos lubrificantes até que a areia restante seja eliminada (Ragle et al., 1989). Ainda são utilizados laxativos como Psyllium mucciloid para o tratamento e prevenção da sablose (Golouberff, 1993), apesar de pesquisas demonstrarem a sua falha na evacuação da areia dos cólons (Hammock et al., 1998).

A mudança de manejo alimentar, ou seja, não disponibilizar alimento granulado no solo ou em quantidade insuficiente e em pastos com pouca corbertura vegetal, é de suma importância para minimizar a incidência de ingestão de areia pelos animais (Ragle et al., 1989).   Nestes casos, a disposição de ração em cocho coletivo, instável e solto ao nível do solo acarreta em aumento da competição, derramamento da ração no solo e possibilidade de ingestão de areia. Da mesma forma, a ingestão de feno após ser disponibilizado e pisoteado no solo facilita a ocorrência de sablose.

Portanto, a falta de adequação na oferta de alimentos aumenta a ocorrência de sablose nos equinos. Visando minimizar as perdas econômicas com cólicas, o ideal é minimizar o manejo inadequado e os fatores do meio que reúnem condições que colaboram para a ingestão de areia junto com os alimentos.

 

 

 

Consumo de carne de ovinos


Há dez anos, o consumo de carne de caprinos e ovinos era de apenas de 500 gramas por habitante ao ano (Bezerra, 2004). Segundo Garcia (2004) o consumo per capita de carne/ano no Brasil é de 0,7 kg, mas cerca de 50% da carne ovina consumida é importada do Uruguai, Argentina e Nova Zelândia. No inicio da década passada, o Brasil importava cerca de 2.000 toneladas de carne ovina por ano, tendo estes números quadruplicados no ano de 2.000 (Simplício, 2001), concluindo-se que há imensa possibilidades de ampliação do mercado.

 

 

 

Mercado interno precisa crescer


O mercado tem se mostrado consumidor tanto no Brasil como no exterior.

A tendência do mercado é de aumentar o consumo de carne fresca ou resfriada em substituição à carne congelada.

Esta tendência do mercado consumidor poderá favorecer as regiões que tenham maior presença no mercado durante maior número de meses ao ano. Assim, os efetivos de ovinos precisam ser aumentados rapidamente para diminuir as importações e cobrir as ociosidades existentes nos abatedouros e frigoríficos. Portanto, planejamento adequado aliado à organização dos produtores e a pesquisas bem orientadas poderão aumentar o período de oferta de animais para abate por maior número de meses do ano.

 

 

 

Tratador com bons olhos



Cada vez mais a criação de ovinos tem-se tornado um negócio lucrativo. Com o mercado mais competitivo é necessário minimizar, ao máximo, as perdas produtivas e a mortalidade desse tipo de animais, para a garantia da permanência do produtor nessa modalidade de criação.

O treinamento dos funcionários responsáveis pelo manejo diário do rebanho é de fundamental importância. Por lidarem diretamente com o rebanho podem observar melhor o seu comportamento e as alterações que possam acontecer, promovendo o atendimento veterinário por um profissional habilitado, de maneira mais rápida e eficaz, evitando perdas significativas dos animais e consequentes danos ao rebanho e à produção como um todo.

 

 

 

Técnica antiga pode dobrar o número de embriões em caprinos


Uma técnica, esquecida ao longo do tempo, criada há mais de dez anos, a técnica da bipartição de embriões, pode aumentar a produtividade do rebanho caprino, já que aumenta o número de embriões. Consiste em cortar os embriões em duas partes e implantá-los em uma fêmea produtiva, o que, antigamente, se realizava, com facilidade. De fato, segundo Hévila Salles, da Embrapa Ovinos, antigamente usava-se um estilete adaptado a uma pipeta pasteur, e com o uso de um estereoscópio, visualizava-se o embrião que, em seguida, era fixado e cortado com a lâmina em duas partes.  Hoje, existem equipamentos mais sofisticados que podem ser utilizados para realizar a bipartição. Com o uso da bipartição embrionária, consegue-se dobrar o número de embriões, mas isso apresenta alguns riscos, pois o embrião possui uma barreira de proteção sanitária que é rompida durante a técnica. Caso ele não tenha sido bem lavado e venha de fêmeas portadoras de alguma doença, o embrião deve ser descartado.

 

 

 

 

Para que a técnica tenha sucesso, é necessário que o produtor tome vários cuidados, como a seleção das fêmeas, utilizando as melhores e mais saudáveis; um manejo nutricional e sanitário é, igualmente, importante.

O produtor, tomando os devidos cuidados, poderá dobrar seu rebanho, tornando sua atividade mais lucrativa. 

 
 
 

Águas Subterrâneas

 

Água subterrânea é toda a água que ocorre abaixo da superfície da Terra, preenchendo os poros ou vazios intergranulares das rochas sedimentares, ou as fraturas, falhas e fissuras das rochas compactas, e que sendo submetida a duas forças (de adesão e de gravidade) desempenha um papel essencial na manutenção da umidade do solo, do fluxo dos rios, lagos e brejos. As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma parcela da água precipitada.

Após a precipitação, parte das águas que atinge o solo se infiltra e percola no interior do subsolo, durante períodos de tempo extremamente variáveis, decorrentes de muitos fatores:

- porosidade do subsolo: a presença de argila no solo diminui sua permeabilidade, não permitindo uma grande infiltração;
- cobertura vegetal: um solo coberto por vegetação é mais permeável do que um solo desmatado;
- inclinação do terreno: em declividades acentuadas a água corre mais rapidamente, diminuindo a possibilidade de infiltração;
- tipo de chuva: chuvas intensas saturam rapidamente o solo, ao passo que chuvas finas e demoradas têm mais tempo para se infiltrarem.

Durante a infiltração, uma parcela da água sob a ação da força de adesão ou de capilaridade fica retida nas regiões mais próximas da superfície do solo, constituindo a zona não saturada. Outra parcela, sob a ação da gravidade, atinge as zonas mais profundas do subsolo, constituindo a zona saturada (figura 2.1).


- CARACTERIZAÇÃO ESQUEMÁTICA DAS ZONAS NÃO SATURADA E SATURADA NO SUBSOLO

Zona não saturada: também chamada de zona de aeração ou vadosa, é a parte do solo que está parcialmente preenchida por água. Nesta zona, pequenas quantidades de água distribuem-se uniformemente, sendo que as suas moléculas se aderem às superfícies dos grãos do solo. Nesta zona ocorre o fenômeno da transpiração pelas raízes das plantas, de filtração e de autodepuração da água. Dentro desta zona encontra-se:

- Zona de umidade do solo: é a parte mais superficial, onde a perda de água de adesão para a atmosfera é intensa. Em alguns casos é muito grande a quantidade de sais que se precipitam na superfície do solo após a evaporação dessa água, dando origem a solos salinizados ou a crostas ferruginosas (lateríticas). Esta zona serve de suporte fundamental da biomassa vegetal natural ou cultivada da Terra e da interface atmosfera / litosfera.
- Zona intermediária: região compreendida entre a zona de umidade do solo e da franja capilar, com umidade menor do que nesta última e maior do que a da zona superficial do solo. Em áreas onde o nível freático está próximo da superfície, a zona intermediária pode não existir, pois a franja capilar atinge a superfície do solo. São brejos e alagadiços, onde há uma intensa evaporação da água subterrânea.
- Franja de capilaridade: é a região mais próxima ao nível d'água do lençol freático, onde a umidade é maior devido à presença da zona saturada logo abaixo.

Zona saturada: é a região abaixo da zona não saturada onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água. As águas atingem esta zona por gravidade, através dos poros ou fraturas até alcançar uma profundidade limite, onde as rochas estão tão saturadas que a água não pode penetrar mais. Para que haja infiltração até a zona saturada, é necessário primeiro satisfazer as necessidades da força de adesão na zona não saturada. Nesta zona, a água corresponde ao excedente de água da zona não saturada que se move em velocidades muito lentas (em/dia), formando o manancial subterrâneo propriamente dito. Uma parcela dessa água irá desaguar na superfície dos terrenos, formando as fontes, olhos de água. A outra parcela desse fluxo subterrâneo forma o caudal basal que deságua nos rios, perenizando-os durante os períodos de estiagem, com uma contribuição multianual média da ordem de 13.000 km3/ano (PEIXOTO e OORT, 1990, citado por REBOUÇAS, 1996), ou desagua diretamente nos lagos e oceanos.

A superfície que separa a zona saturada da zona de aeração é chamada de nível freático, ou seja, este nível corresponde ao topo da zona saturada (IGM, 2001). Dependendo das características climatológicas da região ou do volume de precipitação e escoamento da água, esse nível pode permanecer permanentemente a grandes profundidades, ou se aproximar da superfície horizontal do terreno, originando as zonas encharcadas ou pantanosas, ou convertendo-se em mananciais (nascentes) quando se aproxima da superfície através de um corte no terreno.




 Qualidade das Águas Subterrâneas

Durante o percurso no qual a água percola entre os poros do subsolo e das rochas, ocorre a depuração da mesma através de uma série de processos físico-químicos (troca iônica, decaimento radioativo, remoção de sólidos em suspensão, neutralização de pH em meio poroso, entre outros) e bacteriológicos (eliminação de microorganismos devido à ausência de nutrientes e oxigênio que os viabilizem) que agindo sobre a água, modificam as suas características adquiridas anteriormente, tornando-a particularmente mais adequada ao consumo humano (SILVA, 2003).

Sendo assim, a composição química da água subterrânea é o resultado combinado da composição da água que adentra o solo e da evolução química influenciada diretamente pelas litologias atravessadas, sendo que o teor de substâncias dissolvidas nas águas subterrâneas vai aumentando à medida que prossegue no seu movimento (SMA, 2003).

As águas subterrâneas apresentam algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação ao das águas dos rios: são filtradas e purificadas naturalmente através da percolação, determinando excelente qualidade e dispensando tratamentos prévios; não ocupam espaço em superfície; sofrem menor influência nas variações climáticas; são passíveis de extração perto do local de uso; possuem temperatura constante; têm maior quantidade de reservas; necessitam de custos menores como fonte de água; as suas reservas e captações não ocupam área superficial; apresentam grande proteção contra agentes poluidores; o uso do recurso aumenta a reserva e melhora a qualidade; possibilitam a implantação de projetos de abastecimento à medida da necessidade (WREGE,1997).





2. Aqüíferos

Aqüífero é uma formação geológica do subsolo, constituída por rochas permeáveis, que armazena água em seus poros ou fraturas. Outro conceito refere-se a aqüífero como sendo, somente, o material geológico capaz de servir de depositório e de transmissor da água aí armazenada. Assim, uma litologia só será aqüífera se, além de ter seus poros saturados (cheios) de água, permitir a fácil transmissão da água armazenada.

Um aqüífero pode ter extensão de poucos quilômetros quadrados a milhares de quilômetros quadrados, ou pode, também, apresentar espessuras de poucos metros a centenas de metros (REBOUÇAS et al., 2002). Etimologicamente, aqüífero significa: aqui = água; fero = transfere; ou do grego, suporte de água (HEINEN et al., 2003).

Os aqüíferos mais importantes do mundo, seja por extensão ou pela transnacionalidade, são: o Guarani - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai (1,2 milhões de km2); o Arenito Núbia ­Líbia, Egito, Chade, Sudão (2 milhões de km2); o KalaharijKaroo -Namíbia, Bostwana, África do Sul (135 mil km2); o Digitalwaterway vechte - Alemanha, Holanda (7,5 mil km2); o Slovak­Karst-Aggtelek -República Eslováquia e Hungria); o Praded - República Checa e Polônia (3,3 mil km2) (UNESCO, 2001); a Grande Bacia Artesiana (1,7 milhões km2) e a Bacia Murray (297 mil km2), ambos na Austrália. Em um recente levantamento, a UNECE da Europa constatou que existem mais de 100 aqüíferos transnacionais naquele continente (ALMASSY e BUZAS, 1999 citado em UNESCO, 2001).



 Tipos de Aqüíferos

A litologia do aqüífero, ou seja, a sua constituição geológica (porosidade/permeabi­lidade intergranular ou de fissuras) é que irá determinar a velocidade da água em seu meio, a qualidade da água e a sua qualidade como reservatório. Essa litologia é decorrente da sua origem geológica, que pode ser fluvial, lacustre, eólica, glacial e aluvial (rochas sedimentares), vulcânica (rochas fraturadas) e metamórfica (rochas calcáreas), determinando os diferentes tipos de aqüíferos.

Quanto à porosidade, existem três tipos aqüíferos



- TIPOS DE AQüíFEROS QUANTO À POROSIDADE

- Aqüífero poroso ou sedimentar - é aquele formado por rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados ou solos arenosos, onde a circulação da água se faz nos poros formados entre os grãos de areia, silte e argila de granulação variada. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Esses aqüíferos ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. Uma particularidade desse tipo de aqüífero é sua porosidade quase sempre homogeneamente distribuída, permitindo que a água flua para qualquer direção, em função tão somente dos diferenciais de pressão hidrostática ali existente. Essa propriedade é conhecida como isotropia.
- Aqüífero fraturado ou fissural - formado por rochas ígneas, metamórficas ou cristalinas, duras e maciças, onde a circulação da água se faz nas fraturas, fendas e falhas, abertas devido ao movimento tectônico. Ex.: basalto, granitos, gabros, filões de quartzo, etc. (SMA, 2003). A capacidade dessas rochas de acumularem água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação, permitindo a infiltração e fluxo da água. Poços perfurados nessas rochas fornecem poucos metros cúbicos de água por hora, sendo que a possibilidade de se ter um poço produtivo dependerá, tão somente, desse poço interceptar fraturas capazes de conduzir a água. Nesses aqüíferos, a água só pode fluir onde houverem fraturas, que, quase sempre, tendem a ter orientações preferenciais. São ditos, portanto, aqüíferos anisotrópicos. Um caso particular de aqüífero fraturado é representado pelos derrames de rochas vulcânicas basálticas, das grandes bacias sedimentares brasileiras.
- Aqüífero cárstico (Karst) - formado em rochas calcáreas ou carbonáticas, onde a circulação da água se faz nas fraturas e outras descontinuidades (diáclases) que resultaram da dissolução do carbonato pela água. Essas aberturas podem atingir grandes dimensões, criando, nesse caso, verdadeiros rios subterrâneos. São aqüíferos heterogêneos, descontínuos, com águas duras, com fluxo em canais. As rochas são os calcários, dolomitos e mármores.

Quanto à superfície superior (segundo a pressão da água), os aqüíferos podem ser de dois tipos (figura 2.3):



- TIPOS DE AQÜÍFEROS QUANTO À PRESSÃO

- Aqüífero livre ou freático - é aquele constituído por uma formação geológica permeável e superficial, totalmente aflorante em toda a sua extensão, e limitado na base por uma camada impermeável. A superfície superior da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. Os aqüíferos livres têm a chamada recarga direta. Em aqüíferos livres o nível da água varia segundo a quantidade de chuva. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados pela população. São também os que apresentam maiores problemas de contaminação.
- Aqüífero confinado ou artesiano - é aquele constituído por uma formação geológica permeável, confinada entre duas camadas impermeáveis ou semipermeáveis. A pressão da água no topo da zona saturada é maior do que a pressão atmosférica naquele ponto, o que faz com que a água ascenda no poço para além da zona aqüífera. O seu reabastecimento ou recarga, através das chuvas, dá-se preferencialmente nos locais onde a formação aflora à superfície. Neles, o nível da água encontra-se sob pressão, podendo causar artesianismo nos poços que captam suas águas. Os aqüíferos confinados têm a chamada recarga indireta e quase sempre estão em locais onde ocorrem rochas sedimentares profundas (bacias sedimentares).

O aqüífero semi-confinado que é aquele que se encontra limitado na base, no topo, ou em ambos, por camadas cuja permeabilidade é menor do que a do aqüífero em si. O fluxo preferencial da água se dá ao longo da camada aqüífera. Secundariamente, esse fluxo se dá através das camadas semi-confinantes, à medida que haja uma diferença de pressão hidrostática entre a camada aqüífera e as camadas subjacentes ou sobrejacentes. Em certas circunstâncias, um aqüífero livre poderá ser abastecido por água oriunda de camadas semi­confinadas subjacentes, ou vice-versa. Zonas de fraturas ou falhas geológicas poderão, também, constituir-se em pontos de fuga ou recarga da água da camada confinada.

Em uma perfuração de um aqüífero confinado, a água subirá acima do teto do aqüífero, devido à pressão exercida pelo peso das camadas confinantes sobrejacentes. A altura a que a água sobe chama-se nível potenciométrico e o furo é artesiano. Numa perfuração de um aqüífero livre, o nível da água não varia porque corresponde ao nível da água no aqüífero, isto é, a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. O nível da água é designado então de nível freático

 

Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

 

O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno.

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais.

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais.


Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte.


Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento.

Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível.


Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz.
 
Veja ! Fazendo Grandes Campeões, Fatores no Desempenho da Produção e Curiosidades entre Bovinos e Caprinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 10 de Setembro de 2014 09:46
COMO FAZER GRANDES CAMPEÕES

Como Avaliar Corretamente o Animal  

 

Temas que dão ênfase aos métodos utilizados na avaliação de caprinos, ética, raças, mensurações e mercado. Criatórios especializados em sistemas de produção com raças específicas para corte e leite.

O principal objetivo é que você aprenda a avaliar um animal para fins econômicos, pois um ovino ou caprino funcional significa produção e rentabilidade.


Objetivos de uma avaliação:

- Permanência ou descarte de animais no rebanho.
- Melhoramento genético
- Participação dos animais em exposições, leilões, julgamentos e provas zootécnicas.
- Aquisição de animais para formação de rebanho.
- Financiamento bancário.
- Peritagem.
- Inscrição em sociedade de Registro Genealógico.


Desenvolver aptidões é necessário para que os futuros animais se tornem grandes campeões.

- Olho clínico – Sensibilidade, imaginação, concentração, segurança e arte.
- Ciência – Genética, geometria (ân­gulos, comprimentos e formas), histórico das raças, geografia (habitat) e zoognósia (estudo do exterior dos animais).
- Critérios.
- Honestidade.
- Atualização com o mercado.


Parâmetros utilizados na avaliação individual do animal


- Idade.
- Saúde.
- Boa produção - fertilidade, ossatura e ligamentos.
- Temperamento - calmo, agressivo, habilidade materna.
- Órgãos genitais - desenvolvimento e conformação normal.
- Sexualidade normal.
- Economia – leite, carne e pele.
- Padrão racial.
- Desempenho.
- Compensações.
- Ascendência.
- Descendência – progênie, o mais seguro.
- Colaterais – irmãos e primos.
- Cada parte do corpo do animal recebe notas de 0 a 100 atribuídas pelo inspetor de registro.

 

 ALIMENTAÇÃO X RAÇA

FATORES IMPORTANTES NO DESEMPENHO DA PRODUÇÃO     

         

Dentro da produção animal, três fatores assumem capital importância no desempenho dos indivíduos: a genética, através da raça, da variedade ou da linhagem; o ambiente, através do clima, da alimentação/nutrição, do manejo, etc. e a interação entre eles.

 

No Nordeste, onde se encontram os maiores rebanhos caprino e ovino do País - 92% e 58%, respectivamente, do total existente - a produção é extremamente baixa e grandemente afetada pelo desequilíbrio entre a raça e a nutrição dos animais. Este desequilíbrio quase sempre é resultante de um manejo cuja idéia central tem a raça como única e independente saída para o sucesso produtivo desses animais. Grande equívoco!

 

A raça tem uma grande parcela no desempenho produtivo dos rebanhos. Mas, mesmo raças especializadas na produção de carne ou leite, sem um manejo alimentar/nutricional que faça jus à bagagem genética que as caracteriza, têm se apresentado com produções medíocres, muitas vezes inferiores às das raças naturalizadas e menos especializadas, porém adaptadas ao meio.

 

A introdução de novas raças especializadas, tanto para a produção de carne como de leite, tem sido utilizada nos rebanhos caprinos e ovinos de todo território nacional, e isto já vem acontecendo há algumas décadas. São raças de origens européia, africana, asiática, americana etc. afora, as raças naturalizadas que já passaram por algum tipo de melhoramento produtivo, como os ovinos Santa Inês, Morada Nova e Somalis Brasileira.

 

 CURIOSIDADES COMPARATIVAS

CURIOSIDADES COMPETITIVAS ENTRE A CAPRINO-OVINOCULTURA E A BOVINOCULTURA


  • Um ovino mestiço (cruzamento com a raça Dorper ou Texel, por exemplo) atinge 40kg de peso vivo em apenas quatro meses.
  • Em um ano, onde se cria 1 bovino, criam-se 24 ovinos;
  • Um bovino com quatro anos pesa em torno de 400kg, enquanto na mesma área e no mesmo período são produzidos 96 ovinos, que pesam  3.840kg (96 cabeças x 40kg);
  • Um bovino bebe 80 litros de água por dia. E um mês, bebe 2.400 litros de água, quantidade suficiente para o consumo de 80 ovinos; e
  • Em geral, os ovinos são criados e engordados com alimentação à base de pastagens cultivadas ( leucena, cunhã, gandú, gramíneas etc.) e/ou nativas melhoradas, enquanto os bovinos, normalmente, exigem, além das pastagens, alimentação suplementar à base de concentrados.

 

Os quadros 1e 2, anexos, mostram evolução de planteis bovinos e caprinos, comparando o crescimento vegetativo de cada rebanho, o investimento inicial com a aquisição de 10 vacas e  10 cabras e a respectiva a recuperação do capital inicial, acrescido do valor dos animais nascidos ao longo de 12 anos.
Quadro 1 – Comparação entre as evoluções dos rebanhos bovino e caprino, em um período de 12 anos...

Rebanho bovino

 

Ano

Fêmeas

Vacas

Crias

Total

1

10

4 bezerras

14

2

9

4 bezerras + 4 garrotas

17

3

8

3 bezerras + 4 garrotas + 4 novilhas

19

4

11

4 bezerras + 3 garrotas + 4 novilhas

22

5

13

5 bezerras + 4 garrotas + 3 novilhas

25

6

14

6 bezerras + 5 garrotas + 4 novilhas

29

7

16

6 bezerras + 6 garrotas + 5 novilhas

33

8

19

8 bezerras + 6 garrotas + 6 novilhas

39

9

22

9 bezerras + 6 garotas + 6 novilhas

45

10

25

10 bezerras + 8 garotas + 8 novilhas

51

11

28

11 bezerras + 9 garrotas + 8 novilhas

56

12

31

12 bezerras + 9 garrotas + 9 novilhas

62

Rebanho caprino

 

Ano

Fêmeas

Cabras

Crias

Total

1

10

8 até um ano

18

2

12

10 até um ano + 3 mais de um ano

25

3

18

15 até um ano + 4 mais de um ano

37

4

24

21 até u ano + 6 mais de um ano

51

5

34

29 até um ano + 9 mais ed um ano

72

6

48

41 até um ano + 13 mais de um ano

102

7

70

59 até um ano + 18 mais de um ano

147

8

98

82 até um ano + 26 mais de um ano

206

9

138

116 até um ano + 37 mais de um ano

291

10

195

164 até um ano + 52 mais de um ano

396

11

275

231 até um ano + 74 mais de um ano

580

12

389

327 até um ano + 104 mais de u ano

820

 
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