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Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 05 de Julho de 2014 08:25

GENÉTICA DAS PELAGENS DOS CAVALOS

GENÉTICA DE PELAGENS



Pouco se conhece sobre o modo de herança dos genes envolvidos com as pelagens e existem muitas divergências entre autores.

A espécie eqüina apresenta grande variedade de pelagens, que são determinadas por vários pares de genes proporcionando uma infinidade de combinações gênicas.

No Brasil são usadas várias nomeclaturas para definir as pelagens, isso se da por regionalismo causando alguma confusão.

Existem diversas teorias sobre a forma de transmissão dos genes envolvidos com as pelagens dos eqüinos. A mais estudada é a da escola americana de Castle, que propõe um abecedário para designar esses genes.

No ABC da genética das pelagens dos eqüinos, alguns genes, tem ação bem conhecida, mas, muitos são desconhecidos ou sem comprovação.

Genes da série C (Color)

Vamos mencionar a letra (C) em primeiro lugar devido a sua importância. Nesta série tem-se o alelo dominante (C) e o recessivo (c). O (C) é responsável pela produção do pigmento melânico, pois permite que a reação bioquímica, descrita a seguir, aconteça em todas as suas etapas.

Tirosina + Dopa tirosinase + cobre Melanóide + Proteína = MELANINA

Na presença do alelo recessivo e, na forma homozigota (cc) o animal é incapaz de formar o pigmento denominado MELANINA, por uma deficiência da enzima tirosinase. A reação descrita não se completa. Esses animais são chamados de ALBINOS e possuem pelos brancos, pele e olhos róseos, pois o sangue é visualizado por transparência. O verdadeiro albino é observado nos coelhos e ratos. Na espécie eqüina nunca foi descrito nenhum animal com deficiência total de pigmento melânico. Na verdade os cavalos conhecidos como albinos possuem na verdade deficiência de produção de melanina e não ausência total.

(CAVALO ALBINO)

Genes da serie B (Black)

Os alelos desta série, (B e b), são responsáveis pela cor do pigmento produzido. O (B), dominante, quando acontece no genótipo nas formas homozigotas (BB) e heterozigota (Bb), determina que o pigmento produzido seja preto. Seu alelo recessivo em homozigose (bb) leva a produção do pigmento vermelho. Com esse conhecimento será possível definir os genótipos das pelagens preta e alazã.

(CAVALO PRETO)

Pelagem Preta CCBB x CCBb = 25% BB Preto, 50% Bb Preto e 25% bb Alazã

(CAVALO ALAZÃO)

Pelagem Alazão CCbb x CCbb = 100% Alazã

Genes da serie A (Aguti)

Os alelos desta série são responsáveis pela produção da FEOMELANINA, que determina clareamento da pelagem em áreas especificas. Desta forma, se o animal estiver produzindo pigmento preto (B) e o gene para feomelanina estiver presente no genótipo, determinadas áreas da pelagem serão de coloração vermelha e se o pigmento produzido for vermelho (bb) a presença da feomelanina tomará áreas especificas de tonalidade amarelada.

Na serie (A) deve-se considerar, em ordem de dominância, os alelos relacionados a seguir:

(A +, A, a + a) Determina clareamento que fica restrito as áreas da cabeça, flancos e focinhos.

(B_A+) Na presença de (B), alelo responsável pela produção do pigmento preto, o (A) determina a pelagem conhecida como castanho pinhão. O animal terá produção do pigmento preto com clareamento (tonalidade avermelhada) na cabeça, flancos e axilas.

(BbA+) Pelagem vermelha com áreas amareladas na cabeça, flanco e axilas.

(A) Clareamento de toda a cabeça, pescoço e tronco.

(B_A) Pelagem castanha. O animal terá crina, cauda e membros pretos demonstrando a presença do (B_) no genótipo. O alelo (A) provoca clareamento da pelagem na cabeça, pescoço e tronco tomando o pigmento de tonalidade avermelhada.

(CAVALO CASTANHO)

B_A_bb Pelagem Castanha

(bbA_) Pelagem alazã sobre baia. Com esse genótipo o animal vai se apresentar com crina, cauda e membros vermelhos, pois o pigmento produzido será o vermelho (alelo b em homozigose), mas a presença do (A) no genótipo provoca clareamento nas regiões da cabeça, pescoço e tronco, tornando a pelagem dessas regiões de tonalidade amarelada.

Genes da Série D (Dilution)

A ação do alelo dominante (D), desta série é provocar diluição na tonalidade da pelagem, agindo na intensidade de produção e distribuição do pigmento produzido. Assim, animais que possuem esse alelo na forma dominante (D) terão menor produção de pigmento melânico. Seu efeito é somativo, ou seja, na forma dominante homozigota (DD) haverá menor produção de pigmento que na forma dominante heterozigota (Dd).

(CAVALO BAIO)

A_B_DD Pelagem Baia

(CAVALO BAIO AMARILHO)

A_bbDd

(CAVALO LOBUNO)

aaB_D

Genes da Série E_ (Extension)

(E e ED) O alelo (E) é um fator de extensão e determina que o pigmento produzido seja uniformemente distribuído em toda extensão do corpo. Sua ação é antagônica ao alelo (A), pois este determina clareamento em regiões especificas e aquele, que o animal seja uniformemente pigmentado. Portanto o (E) é hipostático sobre o (A), ou seja, na presença de (A) ele não se manifesta no fenótipo do animal. O eqüino poderá ser portador do (E) e conseqüentemente transmiti-lo a prole, mas não saberemos identificar a presença desse alelo no seu genótipo pela observação de sua pelagem

O alelo recessivo (e) restringe a distribuição do pigmento na cabeça. Nas demais regiões do corpo, alguns pigmentos pretos tornam-se vermelhos e os vermelhos passam a ter tonalidades amareladas.

O alelo (ED) é um mutante da série (E). Sua ação é produzir muito pigmento que será uniformemente distribuído por toda extensão do corpo. Tem efeito epistático sobre (A), ou seja, na sua presença o (A) não se manifesta. Assim o acasalamento de animais de pelagem preta comum, oriundos do genótipo (aaB_E_) poderá ocorrer nascimentos de potros de pelagem preta ou alazã. No entanto, quando os reprodutores pretos forem portadores do alelo (ED) (Preta Azeviche), pode-se esperar desse acasalamento a ocorrência também da pelagem castanha. O preto (B ED) poderá carrear o alelo (A) sem que este se manifeste no fenótipo. Os portadores do (E) possuem intensa pigmentação na pelagem e seu efeito traz como conseqüência variedades:

(CAVALO ALAZÃO TOSTADO)

(BbaaE) Alazã Tostada ou (BbA_E) Alazã Tostada

Genes da Série G (Gray)

O alelo dominante da série (G) é responsável pela pelagem tordilha. Quando acontece na forma homozigota (GG) ou heterozigota (Gg) em qualquer dos genótipos, o animal nascerá com a pelagem determinada por esse genótipo e terá aparecimento gradativo de pêlos brancos até se tornarem completamente brancos.

(FOTO DE UM CAVALO TORDILHO)

A ação do (G) é impedir que o pigmento produzido pelo melanócito (célula produtora de melanina) seja distribuído para o pêlo.esse pigmento se acumulará dentro da célula e migrará para as extremidades do corpo. Em conseqüência desse acumulo gradativo de pigmento nas células das extremidades, alguns autores sugerem que o gene da pelagem tordilha (G) predisponha a uma patologia denominada “MELANOSE”. Essa suspeita, entretanto, ainda não teve comprovação cientifica.

Outra particularidade desse alelo é seu efeito somativo, ou seja, sua forma homozigota (GG), o clareamento da pelagem será mais rápido que na forma heterozigota (Gg). É importante ressaltar também que o (G) é um gene epistático sobre todos os outros, ou seja, somente vai se manifestar no fenótipo quando estiver presente no genótipo, levando a um clareamento gradativo da pelagem e nunca será mascarado por um outro gene. Então, um animal para ser tordilho terá, obrigatoriamente, um de seus pais também tordilho.

Na seleção para a pelagem tordilha é fundamental considerar os seguintes aspectos:

O animal com o genótipo (GG) clareará mais rapidamente que o de genótipo (Gg).

Do acasalamento de dois reprodutores tordilhos com clareamento rápido, tem-se 100% da progênie também da pelagem tordilha.

GG x GG = s 100% Tordilhos

Do acasalamento de dois reprodutores tordilhos de clareamento lento, 75% dos potros nascerão de pelagem tordilha.

Gg x Gg = 25% (GG%) Tordilhos, 50% (Gg) Tordilhos e (gg) 25% outra pelagem.

Do acasalamento de um animal tordilho de clareamento rápido com outro de qualquer outra pelagem, 100% dos produtos serão de pelagem tordilho de clareamento lento.

(GG x gg) 100% (Gg) Tordilho

Do acasalamento de um animal tordilho de clareamento lento com outro de qualquer outra pelagem, 50% dos potros serão também de pelagem tordilha.

Gg x gg = 50% Tordilho e 50% de outra pelagem

Por seu efeito epistático, sempre que o alelo (G) estiver presente no genótipo, o animal será de pelagem tordilha e, portanto, um eqüino de pelagem tordilha terá, obrigatoriamente, um de seus pais também de pelagem tordilha.

Genes da Série M (Markings)

Aralelos (M) e (m) são os genes responsáveis pelo aparecimento das particularidades das pelagens (calçamentos, estrela, cordão, etc) tem sido amplamente estudados e os autores divergem quanto à letra a ser utilizada para a sua designação.

O gene para particularidades de pelagem (calçamento e particularidades de cabeça) é recessivo (mm).

Na seleção para animais sem particularidades, seria necessário eliminar todos os animais que apresentassem particularidades.

(mm) x (mm) = 100% mm

Na seleção para animais sem particularidades, seria necessária a eliminação de todos os reprodutores, machos e fêmeas, que tivessem filhos com particularidades.

(Mm) x (Mm) = 25% MM (Sem particularidades), 50% Mn (sem particularidades) e 25% mm (com particularidades)

Sempre que o animal tiver particularidades nos membros terá também algum sinal na cabeça, pois existe associação entre calçamento e algumas particularidades de cabeça.

Sempre que o animal tiver particularidades nos membros terá também algum sinal. Parece haver sinais de cabeça com herança independente da dos membros.

Tamanho e forma das particularidades de membros e cabeça são ocasionados por genes modificadores independentes.

Genes da Série R (Roan)

(R) e (r) o alelo dominante desta série (R) é responsável pela pelagem rosilha. Este gene, atuando sobre a cor base (qualquer outra pelagem), determina que o animal apresente interpolação de pêlos brancos e pêlos pigmentados disseminados pelo corpo, sem caráter invasivo nem evolutivo. A proporção de pêlos brancos é maior no pescoço e tronco que na cabeça e extremidades dos membros, os quais se destacam por uma tonalidade mais escura.

(FOTOS DE UM ANIMAL ROSILHO)

O portador do alelo (R) diferencia-se daqueles que tem o (G), pois sua ação faz com que o potro, já ao nascimento, apresente interpolação de pêlos brancos no pescoço e tronco. Na pelagem tordilha, o branqueamento é progressivo e a interpolação de pêlos brancos ocorre em toda a extensão do corpo, inclusive na cabeça. Podem haver casos de potros que nascem Rosilhos e apresentam um branqueamento gradativo. Essa situação acontece quando, alem do (R), ocorre também o (G) epistático no genótipo do animal.

A expressão desse gene ainda não está totalmente esclarecida, existindo, por exemplo, informações contraditórias sobre seu efeito letal embrionário, quando em homozigose dominante (Caldeiras & Portas, 1999) e sobre sua condição de epistasia, pois (Bowling, 1997) citou que o animal Rosilho não terá necessariamente de ter um dos pais também de pelagem Rosilha.

Genes da Série W (White) - (W) e (w)

O (W) dominante é responsável pela pelagem branca. Tem características de epistasia, ou seja, mascara o efeito de todos os outros genes que já foram mencionados. Seu alelo recessivo (w) permite a manifestação do restante do genótipo. Os cavalos brancos ocasionados pelo alelo (W) apresentam pêlos brancos, olhos azulados, castanhos ou amarelados e apenas algumas áreas do corpo pigmentadas. Esses indivíduos são sempre heterozigotos (Ww). Os fetos portadores do genótipo (WW) são reabsorvidos ou abortados. Essa combinação genética leva a deficiência de assimilação do cobre e o feto morre de anemia, em conseqüência da importante função desse mineral na formação da hemoglobina.

Ww x Ww = 25% Morte Embrionária, 50% Brancos e 25% Outra Pelagem

Existem também outra séries de genes como o (LP – Leopard) encontrado em cavalos Apalloosa, genes da série (O – Overo) responsável pelo aparecimento de malhas brancas na pelagem, genes da série (P – Paint) também conhecido como Tobiano onde os animais apresentam malhas brancas despigmentadas.

Desta forma, é de grande importância que os criadores e técnicos tenham um certo conhecimento sobre a genética das pelagens, podendo assim, direcionar sua criação visando na medida do possível a pelagem favorita.

 
Veja ! Leite de Cabra, Energia Elétrica Rural, Inseminação Artificial, Saiba escolher Frutas e Curiosidades sobre Rescém-Nascidos e Peso de Animais... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 04 de Julho de 2014 08:39

Um dos Alimentos mais Saudáveis do Mundo

       
 
 
 
 
LEITE DE CABRA

 

Enquanto na Europa, Américas do Norte e Sul (incluindo o Brasil), podemos pensar no leite de cabra como uma bebida alternativa ao leite de vaca, na maioria das localidades do mundo, é o oposto que se aplica. Por todo o mundo, há mais pessoas a beber leite de cabra do que de vaca.

A maioria das pessoas parte do princípio que o leite de cabra terá o mesmo sabor forte e almiscarado pelo qual o queijo de cabra é famoso. Mas, na realidade, o leite de cabra de boa qualidade tem um sabor delicioso, levemente doce e, por vezes, também levemente salgado. Ao contrário do leite de vaca, não é necessário homogeneizar o de cabra. Enquanto os glóbulos de gordura no leite de vaca tendem a separar-se até à superfície, os glóbulos do leite de cabra são bastante mais pequenos e permanecem suspensos na solução. O leite de cabra pode por vezes ser usado como alternativa por quem é sensível ao de vaca.

O nome científico da cabra é Capra hircus.

 

245 grs / 168.12 Calorias
NUTRIENTES
qUANT.
DDR (%)

DENSIDADE DO NUTRIENTE

CLASS.
triptofanos
0.11 g
34.4
3.7
muito bom
cÁlcio
325.74 mg
32.6
3.5
muito bom
fÓsforo
270.11 mg
27.0
2.9
bom
vitamina B2 (riboflavina)
0.34 mg
20.0
2.1
bom
proteÍnas
8.69 g
17.4
1.9
bom
potÁssio
498.74 mg
14.2
1.5
bom

 

 
IMPORTÂNCIA DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL      
 
 
Eficientização Energética na Propriedade Rural                                                                  l

A energia elétrica na propriedade rural destina-se à produção agropecuária e ao consumo residencial.
Dimensionar a rede interna e a potência total a ser instalada são providências que se deve tomar antes de contratar um profissional para fazer o serviço.
A potência a ser instalada é calculada da seguinte maneira:
se alguém deseja instalar 6 tomadas e 5 lâmpadas de 100 Watts, a potência total será de 1.100 Watts. O cálculo é assim:

6 tomadas x 100 Watts 600 Watts
5 tomadas x 100 Watts 500 Watts
TOTAL 1.100 Watts

Para a instalação de um chuveiro elétrico, é preciso acrescentar mais 3.600 Watts.
O processo para se dimensionar as instalações elétricas de produção é semelhante ao adotado para as instalações elétricas residenciais.
O ramal para a alimentação de motores e equipamentos é dimensionado em função da carga a ser ligada, da sua
distância em relação ao padrão de entrada e da corrente elétrica solicitada para essa carga.
No caso de ramais que alimentam motores, deve haver uma proteção junto deles. Quando o ramal de alimentação do motor derivar direto da rede, deve haver uma proteção do ramal na derivação, que é feita por um disjuntor ou chave fusível.
Este ramal pode partir diretamente do padrão de entrada daquele ramal que atende sua residência ou do quadro de distribuição instalado na residência. Ele deve ser aéreo, com condutores nus, ou subterrâneo, com condutores isolados.

Principais defeitos de uma instalação elétrica:
O curto-circuito se caracteriza pela elevação excessiva e rápida da corrente elétrica provocada por defeito de isolamento no condutor ou nos motores. Suas principais causas são:
  • emendas mal feitas em condutores
  • contato do condutor nu com a terra ou outro condutor defeitos no isolamento dos condutores
  • aquecimento excessivo dos motores com a conseqüente quebra do isolamento nos enrolamentos, causado pela má operação da máquina, proteção inadequada ou sobrecarga.


Em caso de defeito por curto-circuito no equipamento, a proteção elétrica (fusíveis, disjuntores) deverá atuar. Por isso, é importante dimensionar bem todos os dispositivos utilizados na proteção dos circuitos elétricos, evitando a queima de motores, condutores e até mesmo a ocorrência de incêndios de grandes proporções.

Motores:
Antes de adquirir um motor, é preciso levar em conta a máquina à qual ele será acoplado. O manual da máquina especifica a potência do motor que é mais adequada.

Instalação – o motor deve ser abrigado em local bem ventilado e instalado preferencialmente com a máquina sobre uma única base devidamente assentada. Para motores monofásicos, recomenda-se base com dispositivo aliviador de partida que proporcione o tensionamento gradual das correias, até o motor alcançar a sua rotação de trabalho. Esse dispositivo melhora as condições de partida dos motores.

Partida – a chave de partida deve estar de acordo com o motor a ser acionado. Motores monofásicos de 12,5 cv ( 1 cv=736Watts) só podem ser ligados com chaves limitadoras de corrente de partida.

Proteção – todo motor deve ter disjuntor, contator, relé térmico, etc.


Atualmente, o Procel concedeu seu Selo de eficiência ao Motor Elétrico de Indução Trifásico: Motores Elétricos da linha Padrão e de Alto Rendimento, de 2, 4, 6 e 8 polos, nas potências e rendimentos mínimos estabelecidos em tabela específica.

Triturador de ração:
Para o dimensionamento de um triturador, deve-se considerar:
  • a mão-de-obra disponível para picar e distribuir a forragem
  • a potência dos motores que poderão ser utilizados
  • a quantidade de forragem para a alimentação dos animais.

A localização do triturador é importante para racionalizar a mão-de-obra do operador e para obter o maior rendimento. Ele deve ser colocado em uma área ampla para que a forrageira a ser picada fique próxima à bica alimentadora da máquina.
A máquina e o motor devem ser instalados sobre uma única base, mantendo-os bem fixos.

Ordenhadeira mecânica:
A ordenha mecânica é a maneira mais higiênica e rápida para a coleta do leite. Cada máquina pode ordenhar entre 10 e 12 vacas por hora.
Para escolher o tipo de ordenhadeira, é necessário saber o que é “unidade de ordenha”: é um conjunto de teteiras que ordenha uma vaca de cada vez.
Deve-se, então, considerar a quantidade de vacas que se pretende ter e dividir a quantidade de vacas pela quantidade de horas em que se pretende ordenhá-las.
Vamos supor que sejam duas horas. Devemos, então, dividir esse resultado por 12, já que é possível ordenhar
essa quantidade de vacas por hora.
O resultado obtido será o número de unidades de ordenha que se necessita.

Cálculo do consumo de energia elétrica com a ordenhadeira:
Unidade de ordenha
Potência do motor (cv)Consumo em kW hora2 (móvel)3/40,842 (móvel) ,04411,04621,94821,94832,791032,791232,791432,79
Se a ordenhadeira mecânica ideal para determinado caso possui 6 unidades de ordenha, isso significa que ela virá equipada com um motor de 2 cv, o que corresponde, conforme a tabela acima, a um consumo de 1,94 kWh. Se 1,94 é o consumo em 1 hora, em 4 horas teremos 7,76 kWh/dia. Aí, é só multiplicar por 30 (dias do mês) e termos o consumo total da ordenhadeira no mês.

Resfriador de leite:
Este equipamento conserva a temperatura do leite em torno de 4ºC. A operação de alguns tipos deste equipamento é automática, como uma geladeira. O único cuidado a ser observado diz respeito ao nível da água e sua troca.
Há vários tipos: resfriador de imersão (móvel ou fixo), pré-resfriador, e resfriador instantâneo.

Motobomba:
Uma vaca leiteira necessita de cerca de 2,5 litros de água para cada litro de leite produzido. Assim sendo, deve haver bebedouros de fácil acesso na propriedade para que a produção de leite não seja prejudicada.
A bomba elétrica pode também ser utilizada para aumentar a pressão de água para lavar as instalações dos currais, conforme exigências sanitárias.

Cerca elétrica:
A cerca elétrica é composta de um aparelho eletrificador e de um fio de arame nu, colocado ao redor de uma área que se quer isolar.
O fio de arame emite um pequeno choque elétrico cada vez que é tocado pelo animal, forte o suficiente para afastá-lo, sem machucá-lo.
Seu uso não é recomendado nos seguintes casos:
  • em áreas urbanas
  • em divisas de propriedades
  • em divisas com estradas
  • em locais que servem de acesso a pessoas
  • em locais públicos
  • em proximidade e cruzamento com redes telefônicas.


A cerca elétrica não pode ser energizada com a energia fornecida pela Celesc.
O sistema só pode ser alimentado por baterias ou pilhas.

É recomendável procurar os serviços de um profissional, já que este equipamento pode apresentar ameaça à vida humana.

 

ETAPAS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS

 


A inseminação artificial é o ato de deposição do sêmen no útero da fêmea, ao invés de ocorrer a cópula com um touro. O sêmen utilizado é diluído, o que evita perda de grande parte dos espermatozoides, ao contrário do  que acontece na monta natural. A fecundação, no entanto, depende, também, da presença do óvulo fértil no útero.

O objetivo  do manejo reprodutivo é fazer com que a vaca tenha maior número de crias ao longo de sua vida, garantindo mais tempo de lactação. Além disso, possui a vantagem de fazer com que as crias sejam animais geneticamente superiores.

1. Verifique na ficha da vaca se existe alguma informação que impeça a inseminação. Não inseminar vacas com menos de 45 dias de parida ou que tenham apresentado cio a menos de 18 ou mais que 24 dias.
2. Realize a contenção da vaca e então introduza uma mão enluvada no reto, removendo as fezes até esvaziá-lo completamente.
3. Limpe a região da vulva com papel toalha, deixando-a bem seca.
4. Arrume os materiais (aplicador, bainhas francesas, termômetro, cortador de palheta, papel higiênico, luvas de inseminação, água morna) da inseminação sobre uma mesa ou bancada.
5. Identifique o caneco e a rack onde o sêmen a ser utilizado está guardado. Retire a dose de sêmen sem levantar o caneco acima de 5 cm da borda do botijão.
6. Descongele a palheta de sêmen em água a 37C, durante 30 segundos. Nunca retorne para o botijão um sêmen após ser descongelado.
7. Seque a palheta, com papel toalha limpo e seco. Confira o sêmen e faça a bolha de ar passar para a extremidade oposta à bucha.
8. Corte a extremidade contrária à bucha com uma tesoura limpa ou um cortador de palhetas e encaixe a extremidade cortada no aplicador.
9. Monte o aplicador fixando-o à bainha com a borracha, lembrando de deixar o mandril puxado para evitar que parte do sêmen seja desperdiçado durante a montagem.
10. Abra os lábios vulvares para introduzir o aplicador sem encostar a ponta na pele da vulva. O aplicador deverá ser introduzido inicialmente com a ponta voltada para o teto da vagina.
11. Introduza a mão enluvada no reto e segurar a cérvix, fazendo o aplicador passar por ela.
12. Confirme a posição da ponta da pipeta no corpo do útero e faça então a deposição do sêmen no corpo do útero, comprimindo o mandril do aplicador.
13. Retire o aplicador e massageie o clitóris por 10 segundos. Confirme o número do animal e solte-o devagar.
14. Desmonte o aplicador, limpe e guarde todo o material utilizado. Jogue o material sujo (luva e bainha em recipiente de lixo apropriado).
15. Confira o sêmen utilizado, faça as devidas anotações na ficha da vaca.

 

 

 Saiba escolher frutas corretamente

 

Tem gente que compra fruta verde pra durar mais tempo, só que algumas delas não amadurecem em casa. Confira as dicas  para evitar o desperdício.

- Compre frutas para consumir no máximo em três dias

- Escolha as que tiverem cabinhos, ela dura mais. Se não tiver o cabinho na fruta ela perde água mais fácil, fica murcha, perde o brilho, o sabor piora porque a fruta ‘respira’ mais e neste processo consome o açúcar que dá o sabor a fruta, assim como os nutrientes. E se o cabinho estiver solto significa que a frutas foi colhida há mais tempo.

 

Limão e laranja e tangerina

A cor não faz diferença. As que têm a casca bem lisinha têm mais suco do que as que estiverem mais enrugadas.

A doçura depende da região de onde a fruta vem. Converse com o vendedor para saber quais as regiões que produzem as mais doces.

A laranja serra d’água tem a mesma quantidade de açúcar que uma laranja pêra, porém a serra d’água ela tem menos ácidos orgânicos (vitamina a ácido ascórbico). Isto faz com que ela pareça ser mais doce que as outras

Maçã

A maça mais brilhante quer dizer que ela tá mais fresquinha, que ela tem mais água em relação aquela que está opaca. Isto vale também pra goiaba e pêra.

Não aperte as frutas. A fruta respira e se apertamos ela vai respirar mais e perder os nutrientes e o sabor.

Manga

O toque, a firmeza, o brilho, estas são as características para saber se manga está boa.

Banana

Tem que ser arredondada não pode ter quina, se tiver as quinas salientes ela foi colhida antes do tempo.

Banana não se armazena na geladeira. Se você armazenar a banana na geladeira ela vai ficar preta e vai alterar bastante o sabor. Quando está soltando da penca quer dizer que ela não ta tão fresca. Leve a penca firme, vai durar mais.
A banana que tiver completamente verde, sem nenhum pontinho amarelo, pode não amadurecer na sua casa. Se quiser ela mais verde, o ideal é comprar quando ela está começando a amarelar. Quanto mais ela for manuseada, mais machucada ela vai ficar e vai durar menos na sua casa.

Mamão

A cor que demostra se ele está bom ou não.

Maracujá

Aquele que estiver mais pesado terá mais polpa

Abacate

Se você balançar e o carocinho estiver solto, significa que ele vai amadurecer na sua casa. O abacate amadurece depois de colhido.

Determinadas frutas como o melão, uva, melancia, abacaxi, não amadurecem depois de colhidas porque liberam um hormônio chamado etileno em menor quantidade.

Dicas para saber se elas estão no ponto:

Melão

Aperte no fundo, se estiver macio tá no ponto, se estiver muito macio ele passou do ponto e se estiver bem duro o melão ta verde. Não vai ficar saboroso.

Uva

Com cabinhos verdes significa que está fresquinha, que foi colhida recentemente. Com os cabinhos escurecidos ela mais velha.

Outra dica: A cerinha que cobre a uva é chamada de pruinase. Se ela não foi retirada da uva quer dizer que ela foi menos manuseada, então ela tende a durar mais. A uva tem que ser armazenada na geladeira.

Abacaxi

Quem pensa que se tirar uma folha e ela sair com facilidade, significa que o abacaxi está maduro, está errado. Cada um tem uma força diferente.

A cor também não é parâmetro, porque tem abacaxi de regiões em que mesmo com a cor verde, ele está maduro.

Observe a casca. Entre cada quadrado, quanto mais fundo mais verde. Quanto mais aberto tiver a malha (casca) do abacaxi, quanto mais lisa, mais maduro ele está. Se esta malha estiver fechada ele está menos doce.

Quanto mais úmida estiver a base do abacaxi quer dizer que ele foi colhido recentemente. Se ele tiver ressecado quer dizer que ele foi colhido há mais tempo.

 

Melancia

Faça lembre um teste: bata com a palme da mão em seu braço e depois na sua barriga. Perceba que o som que produz é diferente. Na hora de escolher a melancia, bata nela levemente com os dedos e -se de que quanto mais firme for o som, mais saborosa ela estará.

 

  CURIOSIDADES SOBRE OS RECÉM-NASCIDOS DE ALGUMAS ESPÉCIES:




O filhote do boi recebe três diferentes nomes: vitelo, novilho ou bezerro.

Um elefante recém-nascido pesa cem quilos.

Os bebês de algumas baleias chegam a mamar quinhentos litros de leite num único dia.

Os filhotes do urso cinzento nascem com meio quilo. Em compensação, no período de um ano, atingem os noventa quilos. O ursinho polar nasce om sete quilos e chega aos 725 na fase adulta.

A girafinha já nasce com altura de jogador de basquete: até dois metros. As girafas não se deitam para dar à luz. Por isso, ao nascer, o nenê despenca de uma altura de dois metros e meio.


VAMOS PESAR OS BICHOS?

ANIMAL: PESO.
BEIJA-FLOR: 10 GRAMAS.
PARDAL: 50 GRAMAS.
HAMSTER: 120 GRAMAS.
RATO: 450 GRAMAS.
CHINCHILA: 700 GRAMAS.
FRANGO: 3 QUILOS.
COELHO: 3,5 QUILOS.
GATO: 6 QUILOS.
RAPOSA: 6,5 QUILOS.
COIOTE: 34 QUILOS.
CHIMPANZÉ: 70 QUILOS.
FOCA: 80 QUILOS.
AVESTRUZ: 100 QUILOS.
VEADO: 180 QUILOS.
URSO POLAR: 320 QUILOS.
CAVALO: 450 QUILOS.
DROMEDÁRIO: 500 QUILOS.
CAMELO: 700 QUILOS.
VACA: 700 QUILOS.
HIPOPÓTAMO:

3 TONELADAS.

ELEFANTE AFRICANO: 6,5 TONELADAS.
Última atualização em Sex, 04 de Julho de 2014 08:47
 
Veja ! Tecnologias em sua Propriedade, Culinária Bodistica, Criação de Suinos, Minhocário, Carne de Cordeiro, Leite de Cabra e Aminoácidos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 02 de Julho de 2014 09:14

Melhorando o Desempenho de uma Propriedade

 

Aprenda a usar a agricultura de precisão para melhorar o desempenho da propriedade

 

 

A agricultura de precisão envolve um conjunto de tecnologias destinadas ao manejo de solos, a culturas e ao uso de alguns insumos, como adubo, calcário e defensivos. Com a agricultura de precisão, o produtor pode obter redução de custos em todas as etapas da agricultura, desde a semeadura até a colheita. São técnicas ainda pouco conhecidas no Brasil, que utilizam equipamentos como GPS, sensores e aparelhos para mapeamento.

 

E, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, isso tudo não é só para o grande produtor que dispõe de muito dinheiro. O pequeno também pode fazer uso desses novos instrumentos. Um dos procedimentos mais conhecidos da agricultura de precisão é com a adubação. A partir das informações obtidas pelos mapas de características do solo, as máquinas não se limitam a adubar, de maneira igual, uma determinada extensão de terra. Um dispositivo automático, previamente elaborado a partir de um programa de computador, faz com que a adubadeira coloque diferentes volumes de fertilizante, em maiores ou menores quantidades, de acordo com a necessidade de cada parte do terreno. É, portanto, uma adubação diferenciada, identificando as “manchas” de terras que diferem do padrão da maior parte do terreno.

Atualmente, a agricultura de precisão no Brasil já vem sendo aplicada e está reduzindo custos em culturas de cana-de-açúcar, milho e soja, entre outras. A Embrapa tem pesquisas com culturas perenes, como a cana-de-açúcar, uva, pêssego, laranja, eucalipto e pastagens. Também trabalha com culturas anuais, como trigo, arroz irrigado, soja, milho e algodão, além do desenvolvimento e adaptação de novos equipamentos. Esse trabalho é coordenado pelo pesquisador Ricardo Inamasu, da Embrapa Instrumentação Agropecuária.

 

Culinária Bodistica. Costelas, mel & pimenta


Ingredientes

- 1 quilo de costeletas de cordeiro

- 3 colheres (sopa) de mel

 -3 colheres (sopa) de molho de soja

- 1 colher (sopa) de molho hoisin

- 5 colheres (sopa) de azeite de oliva

- 1/2 xícara cebolinha picada

- 1/2 xícara cebola picada

- 2 colheres (sopa) de alho picado

- 1 colher (sopa) pimenta do Chile

- 1 colher (chá) de sal

- 1 colher (chá) de sementes de anis

 

 

 

Modo de Preparo

- Em um prato raso de cozimento, misture o mel, molho de soja e molho hoisin. Coloque a costeleta de cordeiro na mistura; cobrir e levar à geladeira por 3 horas. Aqueça o azeite em uma frigideira rasa sobre fogo médio-alto. Adicione as sementes de anis, alho, cebola e os pimentões verdes, e refogue até a cebola ficar macia, por cerca de 5 minutos.

- Coloque o cordeiro na panela e mexa. Cozinhe por 20 minutos, em seguida, retire a tampa e continue a cozinhar até que o líquido tenha evaporado. Misture as cebolinhas e cozinhe, mexendo sempre, até que a temperatura interna da carne chegue a 63 ºC. A receita original rende 8 porções.

- Asse por mais 55 a 60 minutos.

A receita original rende de 6 a 8 porções.

 

Técnicas para o pequeno produtor criar porcos

 

 

http://1.bp.blogspot.com/-uQ3wfgQK1X0/TZWsCPLDhyI/AAAAAAAAE4A/lCScBzUaigc/s1600/suinos_large11.jpgA produção de suínos em família é indicada especialmente para o agricultor familiar, que possui um número reduzido de matrizes, em comparação com o sistema convencional intensivo ou industrial. No sistema industrial, que segue uma estrita escala de produção, leitões de várias fêmeas se misturam e isto gera muito estresse.

A nova técnica consiste, entre outras coisas, em promover a permanência dos leitões que devem ficar juntos do nascimento até o abate, por isso foi chamado de criação de suínos em família porque sofrem menos estresse, o que contribui para uma melhor sanidade e bem-estar animal, reduzindo perdas na produção. 

O sistema é mais econômico para o pequeno produtor porque evita a compra de remédios usados em tratamentos preventivos para os suínos.  Os tratamentos preventivos são muito comuns na suinocultura intensiva convencional, que requer uma maior quantidade de animais em espaços reduzidos, o que geralmente pode desencadear doenças; daí a necessidade dos tratamentos.

O pesquisador Nelson Mores, da Embrapa Suínos e Aves, explica que a produção de suínos em família é perfeitamente viável para os pequenos produtores como alternativa para agregar valor, ofertando ao mercado um produto diferenciado.

 

 

Maneira simples de criar um minhocário na propriedade

 

 

A idéia é promover uma melhor produção de húmus para melhorar o desempenho agrícola. Uma das vantagens para se construir um minhocário, é a possibilidade de usar o material localmente disponível. “Pode-se usar tábuas, tijolos, pedras, varas de bambu para se fazer a sua contenção”.

A minhocultura é uma atividade importante na produção de húmus, servindo como alternativa para a adubação orgânica em pequenas propriedades. De manejo considerado fácil, simples e útil nas áreas rurais, a minhoculutra busca dar qualidade à produção, principalmente, de frutas e hortaliças.

No entanto, o mais interessante ainda é a possibilidade de utilização dos diversos resíduos orgânicos gerados nas propriedades. “Podem ser resíduos de cozinha, como também estercos de cavalo, de galinha, de porco. Mas, o de vaca é o mais fácil de obter em Maneira grande volume e o mais fácil adaptação para as minhocas”.

Quanto aos cuidados para se fazer um minhocário, o local a ser escolhido. “ deve ser aquele onde nas horas centrais do dia, as mais quentes, não incida a radiação solar direta sobre o minhocário, além de o espaço ter um pouco de declividade, pois se sofrer alguma inundação, as minhocas não morrerão com excesso de chuva”.

]Esclarecemos ainda que as minhocas Vermelhas-da-Califórnia ou “californianas” (Eisenia Andrei) são as mais indicadas para a produção de húmus e manutenção dos minhocários. “Minhocas comuns não trabalham com a mesma intensidade”.

 

Carne de cordeiro, uma tendência de consumo em crescimento no Brasil

 

 

Para atender a necessidade do mercado é preciso produzir animais cada vez mais precoces. A produção de cordeiro precoce busca aprimorar e atender consumidores cada vez  mais  exigentes. Aparência, cor, maciez, aroma e sabor diferenciados são características bastante desejadas por eles, e são conseguidas quando os animais são abatidos precocemente, ou seja,  com 90  a 150 dias de vida. Para oferecer essa carne, que é, principalmente, mais tenra e mais suculenta, o produtor também precisa estar atento a outros aspectos, como a raça dos animais.

A fim de promover o melhoramento dos rebanhos na região, ultimamente vem sendo introduzidos reprodutores e matrizes das raças Santa Inês, Dorper e,  especificamente no Pará, a Texel.  Enfatiza-se que o importante é o produtor optar por raças que tenham potencial para ganhar peso rapidamente.

Sob o aspecto econômico, a produção de cordeiro precoce pode ser mais vantajosa para o produtor.  “Em algumas casas de carnes e supermercados, enquanto o carneiro é vendido a treze reais o quilo, o cordeiro precoce pode chegar de vinte e cinco a  trinta reais o quilo”, porém, para  uma exigência do mercado: a regularidade da oferta. “Por exemplo: os grandes supermercados costumam exigir que o fornecedor entregue determinada quantidade de carne toda semana ou a cada quinze dias. Assim, se não se programar, o produtor pode não conseguir atender a essa exigência”.

O produtor também precisa estar atento à alimentação dos animais – garantindo ganho de peso – e à sanidade do rebanho, evitando doenças, principalmente a verminose, um  dos grandes problemas da criação de ovinos. Por isso, é recomendado que o criador sempre recorra  à assistência de um técnico que conheça bem a atividade e o auxilie no planejamento e na manutenção do rebanho.

 

 

O mercado de leite de cabra tem exigido capacitação profissional adequada e qualificada

Produção de leite de cabra

A caprinocultura leiteira está mais presente na agropecuária brasileira, conquistando e mantendo novos mercados para o leite de cabra e seus derivados. Entre os produtos dessa atividade, destacam-se: leite pasteurizado, leite ultrapasteurizado (UHT), leite esterilizado, leite em pó, iogurtes, sorvetes, doces e queijos. Entretanto, como a oferta de produtos tem crescido, a competição pelo mercado também é uma realidade, exigindo maior eficiência de todos os componentes da cadeia produtiva.

Para criar cabras você precisa, basicamente, de bons animais, instalações confortáveis,  que facilitem o manejo, e de boa alimentação. Mas, também, precisa decidir sobre como será feita a comercialização do leite, vendendo o produto cru, ou se fará o processamento na propriedade. Se optar pelo processamento, terá que escolher quais produtos pretende elaborar, se somente leite para consumo in natura ou também seus derivados, e como será a distribuição.

Além da produção leiteira, o carprinocultor pode investir no melhoramento genético do seu rebanho, visando comercializar matrizes e reprodutores para outros criadores.

No planejamento, a localização do empreendimento tem grande importância. Essa, de forma estratégica, possibilita o crescimento das vendas de todos os produtos do laticínio e também de animais vivos. Por isso, na hora de planejar, pense na importância da proximidade com os centros consumidores, do bom acesso a estradas e na facilidade de aquisição de insumos.

  

 

 AMINOÁCIDOS

 

Ao longo dos últimos anos, a utilização de aminoácidos na agricultura do Brasil e nos demais países vem aumentando de forma bastante acentuada, devido aos inúmeros benefícios que estas substâncias orgânicas vêm proporcionando às plantas. A utilização de aminoácidos aumenta a produtividade das mais diversas culturas e a qualidade dos produtos agrícolas.

Atualmente, no Brasil, os aminoácidos são largamente utilizados em hortaliças e frutíferas e o seu consumo vem aumentando significativamente em citros, cafeeiro, algodoeiro e culturas produtoras de grãos, tais como, feijoeiro e soja.

O que vem a ser aminoácidos? Do ponto de vista bioquímico, os aminoácidos são as unidades orgânicas que formam as proteínas e são constituídas basicamente por um grupo nitrogenado de nominado de amina  (NH2)   e   um grupo com carbono denominado carboxílico (COOH). Todas as proteínas das plantas são produzidas a partir de 20 aminoácidos.

As suplementações dos aminoácidos às plantas proporcionam uma série de benefícios, dentre os quais:

Proporciona um metabolismo mais equilibrado das plantas:

Os aminoácidos estão intimamente relacionados com o metabolismo das plantas e quando fornecidos são incorporados rapidamente nas vias metabólicas estimulando a síntese de proteínas.  Os aminoácidos atuam na germinação, estádio vegetativo, florada e na maturação dos frutos. Em leguminosas tem sido verificado que plantas bem suprida com aminoácidos possuem uma nodulação mais efetiva.

Ativação da fotossíntese das plantas:

Os aminoácidos atuam na síntese e ativação da clorofila tornando a fotossíntese nas plantas muito mais eficiente e aumentando a reserva de carboidratos disponíveis aos diversos processos metabólicos das plantas. Além disso, atrasa o envelhecimento das folhas prolongando o seu ciclo produtivo (maior produção de carboidratos por maior período de tempo).

Redução de fitotoxicidade de determinados defensivos agrícolas:

Os aminoácidos estimulam a síntese de proteínas, que por sua vez, facilitam e aceleram as reações químicas celulares funcionando como catalisadores biológicos e aumentando a capacidade das plantas na degradação dos herbicidas. A época mais adequada para a aplicação dos aminoácidos é logo após a aplicação dos herbicidas. De maneira geral, o intervalo das aplicações é de 7dias.

Maior tolerância das plantas às pragas e doenças (papel imunológico):

Os aminoácidos também são responsáveis pela ativação do sistema imunológico das plantas através da síntese de determinadas proteínas. Além disso, os aminoácidos proporcionam redução dos compostos solúveis nas plantas que são um dos responsáveis pela susceptibilidade das plantas às pragas e doenças.

Aumenta a absorção e a translocação dos nutrientes aplicados na parte aérea das plantas:

Os aminoácidos têm ação quelatizante, promovendo uma absorção mais eficiente dos nutrientes catiônicos (nutrientes com carga positiva) aplicados na parte aérea das plantas. Além disso, tem participação direta no transporte de nutrientes pelo floema

Sistema radicular mais desenvolvido e vigoroso:

A aplicação de aminoácidos com fertilizantes foliares contendo fósforo em plantas cultivadas em solos com alta incidência de doenças de solo tem proporcionado maior desenvolvimento radicular através da emissão de radicelas. Este maior desenvolvimento do sistema radicular favorece a absorção dos nutrientes e da água do solo.

Os aminoácidos proporcionam recuperação mais rápida do sistema radicular das plantas sob situações de estresses, tais como, doses excessivas de fertilizantes (salinização do solo) e déficit hídrico moderado.

Regulador da atividade hormonal das plantas:

Os aminoácidos estimulam às plantas a produzirem proteínas, enzimas e hormônios. Portanto, é um estimulante à síntese hormonal das plantas com todos os benefícios proporcionados por estes compostos orgânicos.

Maior tolerância das plantas ao stress hídricas e geadas:

Maior taxa fotossintética, maior desenvolvimento do sistema radicular e nutrição balanceada e equilibrada são exemplos da maior tolerância às condições ambientais adversas sendo conseqüências de todos os benefícios apontados anteriormente.

Aumento o florescimento das plantas:

Os aminoácidos promovem o pleno florescimento nas plantas aumentando a produtividade das culturas.

Qualidade dos produtos agrícolas:

Favorece a uniformidade da colheita, aumenta o peso específico dos frutos e grãos e aumenta o teor de sólidos solúveis nos frutos.

Uma das culturas mais promissoras à utilização dos aminoácidos é a cana-de-açúcar. É uma cultura de ciclo longo, susceptível a uma série de estresses ambientais e induzidos pelo homem (herbicidas) e é altamente dependente da fotossíntese para a síntese de carboidratos que posteriormente serão acumuladas no colmo na forma de sacarose.

O produtos comercias da Agro-Oceânica possuem 18 tipos de Aminoácidos Carbono orgânico 8 %, densidade de 1,250 g/L, além de Macro-micronutrientes, hormônios, vitaminas, quitosana.

Os aminoácidos são de origem de pescados marinhos e sofrem hidrólise enzimática conservando assim as propriedades química-físicas sendo estes absorvidos pelo solo e plantas, através de suas raízes, caule e folhas, ativando o seu metabolismo e melhorando a fotossíntese e outros processos fisiológicos. Com isso a planta resiste melhor a pragas e doenças, dá mais vigor a brotação e frutos elevando os teores de açúcares, e proporcionando maiores resultados por hectare ao produtor “ Produção com qualidade”.

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 30 de Junho de 2014 07:05

ALIMENTAÇÃO  X  RAÇA

 

FATORES IMPORTANTES NO DESEMPENHO DA PRODUÇÃO

              

Dentro da produção animal, três fatores assumem capital importância no desempenho dos indivíduos: a genética, através da raça, da variedade ou da linhagem; o ambiente, através do clima, da alimentação/nutrição, do manejo, etc. e a interação entre eles.

 

No Nordeste, onde se encontram os maiores rebanhos caprino e ovino do País - 92% e 58%, respectivamente, do total existente - a produção é extremamente baixa e grandemente afetada pelo desequilíbrio entre a raça e a nutrição dos animais. Este desequilíbrio quase sempre é resultante de um manejo cuja idéia central tem a raça como única e independente saída para o sucesso produtivo desses animais. Grande equívoco!

 

A raça tem uma grande parcela no desempenho produtivo dos rebanhos. Mas, mesmo raças especializadas na produção de carne ou leite, sem um manejo alimentar/nutricional que faça jus à bagagem genética que as caracteriza, têm se apresentado com produções medíocres, muitas vezes inferiores às das raças naturalizadas e menos especializadas, porém adaptadas ao meio.

 

A introdução de novas raças especializadas, tanto para a produção de carne como de leite, tem sido utilizada nos rebanhos caprinos e ovinos de todo território nacional, e isto já vem acontecendo há algumas décadas. São raças de origens européia, africana, asiática, americana etc. afora, as raças naturalizadas que já passaram por algum tipo de melhoramento produtivo, como os ovinos Santa Inês, Morada Nova e Somalis Brasileira.

 

 

Padrão Racial Quarto de Milha
 
 

Padrão da Raça Quarto de Milha

Padrão da Raça Quarto de Milha

APARÊNCIA - de força e tranquilidade. Quando não trabalhando, deve conservar-se calmo, mantendo a própria força sob controle. Na posição parado, mantém-se reunido, com os posteriores sob a massa, apoiando nos quatro pés, podendo partir rapidamente em qualquer direção.

PELAGEM - admite-se que a pelagem do Quarto de Milha possa ser alazã, alazã tostada, baia, baia amarilha ou palomina, castanha, rosilha, tordilha, lobuna, preta e zaina. Não serão admitidos, para registro, animais pampas, pintados e brancos, em todas as suas variedades.

ANDAMENTO - harmonioso, em reta, natural, baixo. O pé é levantado livremente e recolocado de uma só vez no solo, constituindo-se no trote de campo.

ALTURA - são cavalos cuja altura é, em média, de 1,50 m. São robustos e muito musculados.

PESO - 500 quilogramas, em média.

CABEÇA - pequena e leve. Em posição normal, deve-se ligar ao pescoço em ângulo de 45º. Perfill anterior reto.

FACES - cheias, grandes, muito musculosas, redondas e chatas, vistas de lado; discretamente convexas e abertas de dentro para fora, vista de frente, o que proporciona ganachas bem mais largas que a garganta. Desta forma, a flexão da cabeça é muito acentuada, permitindo grande obediência às rédeas.

FRONTE - ampla.

ORELHAS - pequenas, alertas, bem distanciadas entre si.

OLHOS - grandes e, devido ao fato de a testa ser larga, bem afastados entre si permitindo um amplo campo visual, tanto para a frente como para trás, ao mesmo tempo, com o mesmo olho.

NARINAS - grandes.

BOCA - pouco profunda, permitindo grande sensibilidade às embocaduras.

FOCINHO - pequeno.

PESCOÇO - comprimento médio. Deve inserir-se no tronco em ângulo de 45º porém, bem destacado do mesmo. Somente a JUNÇÃO entre o pescoço e a cernelha deve ser gradual.

O BORDO INFERIOR - do pescoço é comparativamente reto e deve destacar-se nitidamente do tronco assegurando flexibilidade.

O BORDO SUPERIOR - é reto, quando o cavalo está com a cabeça na posição normal.

GARGANTA - estreita, permitindo grande obediência às rédeas.

MUSCULATURA - bem pronunciada, tanto vista de lado, como de cima. As fêmeas têm pescoço proporcionalmente mais longo, garganta mais estreita e desenvolvimento muscular menor. O Quarto de Milha, quando em trabalho, mantém a cabeça baixa, podendo, assim, usá-la melhor e permitindo ao cavaleiro uma perfeita visão sobre ela.

TRONCO - da cernelha ao lombo deve ser curto e bem musculado: Não "selado" especialmente nos animais de lida. Isto permite mudanças rápidas de direção e grande resistência ao peso do cavaleiro e arreamentos. De perfil, é aceitável o declive gradual de 5º a 8º da garupa à base da cernelha. O vértice da cernelha e a junção do lombo com a garupa devem estar aproximadamente no mesmo nível.

CERNELHA - bem definida, de altura e espessura médias.

DORSO - bem musculado ao lado das vértebras e, visto de perfil, com muita discreta inclinação de trás para frente. Tendo aparência semi-chata, o arreamento comum deve cobrir toda essa área.

LOMBO - curto, com musculatura acentuadamente forte.

GARUPA - longa, discretamente inclinada, para permitir ao animal manter os posteriores normalmente embaixo da massa (engajamento natural).

PEITO - profundo e amplo. O peito visto de perfil, deve ultrapassar nitidamente a linha dos antebraços, estreitando-se porém, no ponto superior da curvatura, de forma a diferenciar-se nitidamente do pescoço. Vista de frente, a interaxila tem forma de "V" invertido, devido à desenvolvida musculatura dos braços e antebraços.

TÓRAX - amplo, com costelas largas, próximas, inclinadas, elásticas. O cilhadouro deve ser bem mais baixo que o codilho.

Membros Anteriores

ESPÁDUA - deve ter ângulo de aproximadamente 45º , denotado, equilíbrio e permitindo a absorção dos choques transmitidos pelos membros.

BRAÇOS - musculosos, interna e externamente.

ANTEBRAÇOS - o prolongamento da musculatura interna dos braços proporciona ao bordo inferior do peito, quando visto de frente, a forma de "V" invertido, dando ao cavalo a aparência atlética e saudável. Externamente, a musculatura do antebraço também é pronunciada. O comprimento do antebraço é um terço a um quarto maior que a canela.

JOELHOS - vistos de frente são cheios, grandes e redondos; vistos de perfil, retos e sem desvios.

CANELAS - não muito curtas. Vistas de lado, são chatas, seguindo o prumo do joelho ao boleto; vista de frente, igualmente sem desvios.

QUARTELAS - de comprimento médio, limpas, em ângulo de 45º, idêntico a da espádua, e continuam pelos cascos com a mesma inclinação.

CASCOS - de tamanho médio, formato aproximadamente semi-circular, com talões bem afastados, sem desvios.


Membros Posteriores


COXAS - longas, largas, planas, poderosas, bem conformadas, fortemente musculadas, mais largas que a garupa.

SOLDRA - recoberta por musculatura bem destacada, poderosa.

PERNAS - muito musculosas. Essencialmente importante é o desenvolvimento muscular homogêneo, tanto interna, quanto externamente.

JARRETES - baixos. Por trás, são largos, limpos, aprumados; de perfil, largos, poderosos, estendendo-se em retaaté os boletos.

CANELAS - mais largas, discretamente mais longas e mais grossas que as anteriores. De lado, são chatas. São convenientes canelas mais curtas, tornando o jarrete mais próximo do solo, permitindo voltas rápidas e paradas curtas.

 

Sua Propriedade é uma Empresa

 

Analisando o ambiente

 

A análise de ambiente, além de ser o primeiro passo do Plano de Marketing, resume todas as informações pertinentes à empresa ou propriedade, informações essas que serão fundamentais para que você possa ter uma visão panorâmica de seu negócio.

A análise de ambiente se divide em duas frentes: o ambiente externo que a envolve e a influencia de maneira positiva ou negativa, sendo composto pelos concorrentes, consumidores, clientes, e fatores: políticos, econômicos, sociais, culturais, legais, tecnológicos, que quando analisamos, estamos analisando as ameaças e oportunidades do negócio. E o ambiente interno da empresa ou propriedade, que também deve ser levado em consideração na análise, pois envolve aspectos fundamentais sobre o seu bom ou mau funcionamento, como: os equipamentos disponíveis, a tecnologia, os recursos financeiros e humanos utilizados, os valores e os objetivos que norteiam as suas ações.

A partir daí, você conseguirá ter uma visão maior das forças e fraquezas que também poderão afetar positiva ou negativamente o desempenho do seu negócio. A análise de ambiente deve incluir todos os fatores relevantes que podem exercer pressão direta ou indireta sobre o seu negócio, tais como:

Fatores Econômicos;

Fatores Sócio-culturais;

Fatores Políticos/legais;

Fatores Tecnológicos;
Concorrência;

 

CURIOSIDADES COMPETITIVAS ENTRE A CAPRINO-OVINOCULTURA E A BOVINOCULTURA

  • Um ovino mestiço (cruzamento com a raça Dorper ou Texel, por exemplo) atinge 40kg de peso vivo em apenas quatro meses.
  • Em um ano, onde se cria 1 bovino, criam-se 24 ovinos;
  • Um bovino com quatro anos pesa em torno de 400kg, enquanto na mesma área e no mesmo período são produzidos 96 ovinos, que pesam  3.840kg (96 cabeças x 40kg);
  • Um bovino bebe 80 litros de água por dia. E um mês, bebe 2.400 litros de água, quantidade suficiente para o consumo de 80 ovinos; e
  • Em geral, os ovinos são criados e engordados com alimentação à base de pastagens cultivadas ( leucena, cunhã, gandú, gramíneas etc.) e/ou nativas melhoradas, enquanto os bovinos, normalmente, exigem, além das pastagens, alimentação suplementar à base de concentrados.

 

Os quadros 1e 2, anexos, mostram evolução de planteis bovinos e caprinos, comparando o crescimento vegetativo de cada rebanho, o investimento inicial com a aquisição de 10 vacas e  10 cabras e a respectiva a recuperação do capital inicial, acrescido do valor dos animais nascidos ao longo de 12 anos.
Quadro 1 – Comparação entre as evoluções dos rebanhos bovino e caprino, em um período de 12 anos...

 

Animais que entram em Cio

TINTA PARA INDENTIFICAÇÃO DO CIO

Ingredientes:

1 kg de sebo bovino ou ovino

1 pacote de 250 g de tinta em pó xadrez, comprado em ferragem

Modo de Preparo:

Aquecer o sebo até derreter. Ir misturando a tinta em pó xadrez aos poucos. Deixar esfriar.

Para temperaturas quentes, esta mistura funciona bem. Já para regiões mais frias, a mistura pode ficar muito consistente e de difícil manuseio. Recomenda-se, neste caso, reaquecer a mistura e colocar óleo vegetal (exemplo: de soja), até conseguir a consistência adequada.

Local de Aplicação:

Passar a tinta a partir da linha dos membros anteriores do carneiro até próximo ao prepúcio. Se passar muito na ponta do peito do carneiro, pode haver falha na identificação da cobertura (ou da identificação do cio) pelo simples fato de encostar nas ovelhas.

CUIDADOS: outros tipos de óleos (sintéticos ou graxas, derivados de petróleo), podem causar irritação na pele dos animais e até mesmo ferimentos. 

 

 

 

Criação de Aves - Atividade Lucrativa
 

galinha caipira 250x202 Frango e Galinha Caipira: incubação, alimentação e manejo
A avicultura representa, atualmente, uma das maiores atividades agropecuárias por ser uma das que propiciam maiores lucros. Além disso, o maior custo da carne bovina sempre foi um fator importante para aumentar a atratividade da carne de aves, principalmente da carne de frango. A carne de frango é sempre o substituto imediato da carne bovina, devido ao seu custo menor, mas, também, por apresentar algumas características que tornam seu consumo mais indicado como, por exemplo, ser uma carne mais saudável e que engorda menos.

A carne das aves é uma das que apresenta maiores e melhores vantagens para a alimentação humana. É produzida em escala industrial, em todo o mundo, inclusive no Brasil, que possui uma das maiores produções do planeta e, ainda, apresenta um potencial para expandir essa produção, várias vezes. A produção brasileira é destinada tanto ao consumo interno quanto às exportações, principalmente para os países da comunidade européia. A produção de frangos de corte é a maior atividade da avicultura brasileira.

Reunir algumas fêmeas e machos e soltá-los nos quintais ou terreiros, deixando-os se reproduzirem, como ocorre em geral nos sítios, e fazendas, não é realmente praticar a avicultura. Para isso, é necessário que sejam reunidos machos e fêmeas selecionados, para que haja maior produtividade e para a obtenção de aves de elevado padrão, que produzam bons lucros. Além disso, a avicultura, por definição, é a criação racional de aves, ou seja, uma série de técnicas e procedimentos devem estar associados à criação para que esta seja, de fato, racional e com alta produtividade.

Idade para a reprodução

Quando as aves entram em reprodução muito cedo, podem ter prejudicados o seu desenvolvimento e a sua produção. No entanto, quanto mais tarde é iniciada a reprodução, maiores são os gastos do avicultor, com a sua manutenção, o que diminui os seus lucros. Por esse motivo damos, a seguir, as idades mais indicadas para cada ave iniciar a reprodução.

Galinha: 5 a 7 meses
Peru-macho: 2 a 3 anos
Peru-fêmea: 1
Faisão-macho: 2 a 6 anos
Faisão-fêmea: 1 ano
Marreco: 6 meses em diante
Patos: 7 meses em diante
Ganso: 2 anos em diante
Cisne: 2 anos em diante

 
Número de fêmeas para cada macho

O número de machos é muito importante em um plantel pois, se houver machos demais, as despesas aumentam, sem necessidade, e os lucros diminuem. Além disso, as fêmeas são muito incomodadas, o que as prejudica.

Quando o número de machos é menor do que o necessário, a quantidade de ovos claros ou inférteis é grande, trazendo sérios prejuízos ao avicultor pela baixa porcentagem de eclosão.

Nos lotes para a produção de ovos para consumo, não há necessidade de machos, pois as aves põem ovos, embora estéreis, mesmo sem serem acasaladas, o que é até melhor, pois eles se conservam melhor.

Damos a seguir uma tabela sobre o número de fêmeas para cada macho, nas diversas espécies de aves domésticas:

Galo ? raças leves: 10 a 12 fêmeas
Galo ? raças pesadas: 8 a 10 fêmeas
Peru: 8 a 15 fêmeas
Faisão: 6 a 8 fêmeas
Marreco: 6 a 8 fêmeas
Pato: 6 fêmeas
Ganso: 4 fêmeas
Cisne: 1 fêmea
 
Veja ! Cães das Raças Miniatura Pinscher e Labrador, Culinária Bodistica, Instalações e Nutrição para Caprinos, PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 26 de Junho de 2014 07:25
Cães: Miniatura Pinscher
dog
 
 
Tamanho: de 25 a 30 cm na cernelha pelos padrões da FCI (Federação Internacional de Cinofilia).

Peso: o peso médio fica entre 4 e 7 quilos.

Aparência: corpo bem balanceado; movimentos vivos e energéticos. Vigoroso e alerta.

Pelagem e cor: pêlos curtos e densos, suavemente assentada, lustrosa e sem falhas. Cores sólidas, em várias tonalidades, do castanho ao vermelho cervo ou black-and-tam (preto com marcas castanhas). Nos cães pretos e castanho é desejável marcas castanhas bem nítidas localizadas nas faces, no focinho, acima dos olhos, sob o queixo, na garganta, dois triângulos no peito na altura do externo, nas patas, e sob a cauda.

Cabeça: forte e alongada. A testa deve ser achatada e sem rugas. A mordedura deve ser em tesoura. Os olhos devem ser escuros, ovais e de tamanho médio. As orelhas podem ser cortadas ou não.

Cauda: de inserção alta e portada erguida, deve ser cortada na terceira vértebra.
Expectativa de vida: Acima de 15 anos.

Em Alemão, pinscher quer dizer mordida, que deriva do hábito dos cachorros de pular e morder ferozmente sua caça. Originários do cruzamento de English Black and Tan Terrier, German Pinscher, Dachshund e Italian Greyhound, os cãezinhos dessa raça são considerados cães de guarda, estando classificados pela Federação Internacional de Cinofilia (FCI) no mesmo grupo de outros animais, como o Rottweiler, o Dobermann, o Mastife, o Boxer e o Dogue Alemão.

 

 

Labrador

 

Originário da região da Terra Nova, no Canadá, o Labrador Retriever combina as características do Labrador original e de outros Retrievers. Essa raça apresenta aparência forte, pêlo macio e de diversas cores, temperamento tranqüilo, amigável e equilibrado, além de mostrar grande adaptabilidade a diferentes condições, bem como e  versatilidade no desempenho de tarefas (busca e resgate de sobreviventes e desaparecidos, guia para cegos, etc.
 
Levando em consideração a diversidade de cores nessa raça, algumas pessoas ainda acreditam que existe uma predominância dos genes das cores escuras sobre os das cores claras. No cruzamento de um Labrador Amarelo, com outro Amarelo só nascerão filhotes Amarelos. Se os dois pais são Chocolates, os filhotes podem ser Chocolates ou Amarelos, mas nunca Pretos. Quando dois Labradores Pretos cruzam, os filhotes podem nascer Amarelos, Chocolates ou Pretos.
 
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Tamanho - Machos: de 57 a 62 centímetros; Fêmeas: de 54 a 60 centímetros.
 
Peso - Machos: de 28 a 36 quilos; Fêmeas: de 24 a 30 quilos.
 
Aparência: Corpo compacto e quadrado, com movimentos enérgicos e fáceis.
 
Pelagem e Cor: Pelagem lisa, curta, espessa e forte. Cores: Preto, amarelo (do creme ao vermelho profundo) ou marrom (tons claros e escuros).
 
Cabeça: Crânio largo, focinho reto; olhos de tamanho médio, de preferência castanhos ou pretos; orelhas de tamanho médio pendendo junto à cabeça.
 
Cauda: De comprimento médio, bem grossa, reta e afilada, nunca curva. A aparência é de uma cauda de lontra, de altura e comprimento perfeito para derrubar tudo que estivem em cima de uma mesinha de centro.
 

Expectativa de vida: De 10 a 15 anos.

 

 Culinária bodistica

Cabrito Assado


Ingredientes:

- 1/4 de traseiro de cabrito

- alho

- sal

- óleo

- pimenta-do-reino

- vinagre

- louro

- toucinho defumado

 

 

 

 

Modo de Fazer:

- Depois de bem limpo o cabrito, esfregue-o com alho socado e sal. Embeba-o no azeite, num pouco de vinagre, louro, pimenta e deixe-o descansar algumas horas nesse molho.

- Depois ponha-o numa assadeira, cubra com tiras de toucinho e junte o molho em que ficou temperado. Leve ao forno e vire-o de vez em quando para dourar por igual. Quando pronto, retire do forno.

- Coe o molho em que foi assado e aproveite para dourar algumas batatas, já cozidas à parte.

 

 

Construção de instalações para caprinos leiteiros

 

As construções das instalações para caprinos leiteiros devem sempre ser orientadas por um profissional. O aspecto econômico deve sempre ser levado em consideração desde o planejamento até a execução da construção, procurando utilizar matérias-primas da própria fazenda com vistas a minimizar os custos e viabilizar o sistema de exploração, atentando, sobretudo, para o poder aquisitivo do criador, o seu sistema de criação e a região.

Rústicas ou sofisticadas, as instalações devem ser funcionais para facilitar o manejo dos animais, de modo a não afetar o comportamento dos mesmos para que os desempenhos produtivos e reprodutivos não sejam prejudicados. Devem ser construídas de material adequado, adaptadas às condições climáticas da região, ao tipo de animal e ao sistema de produção adotado, além disso, deve ser localizado em terrenos livres de umidade, ter boa ventilação, permitir a entrada e saída de sol durante algumas horas do dia, e de preferência, ficarem próximas à sede da propriedade. Devem ser de fácil acesso para que uma boa higienização seja feita, pois este é um aspecto de grande importância na criação de caprinos leiteiros. Uma instalação muito importante na criação de caprinos leiteiros é a sala de ordenha, que deve ser planejada de acordo com o sistema de produção utilizado na propriedade.

 

 

Cuidados com a nutrição dos caprinos recém-nascidos

 

 

Alguns cuidados são recomendados para evitar a subnutrição numa criação de caprinos pois ela provoca uma queda na taxa de crescimento, atrasando o início da fase reprodutiva, aumentando o intervalo entre partos e produzindo cabritos com baixo peso e conseqüentemente com menor capacidade de sobrevivência.

 

São os cabritos recém-nascidos os principais focos de atenção dos especialistas de pesquisadores da Embrapa Caprinos que orientam técnicas de manejo que facilitam a criação e garantem a sanidade dos animais. Para evitar as diarréias, por exemplo, os técnicos recomendam que os cabritos devem mamar várias vezes por dia, evitando assim, uma ingestão grande de leite em apenas uma mamada.  

 

Outra orientação importante é quanto ao uso do leite de vaca. Quando as cabras de baixa produção de leite têm partos duplo ou triplo, geralmente a quantidade de leite produzida não é suficiente para alimentar os cabritos. Nesse caso, é necessário completar a dieta do cabrito utilizando leite de vaca aquecido a 38°C. Essa mesma recomendação deve ser seguida para crias que perdem a mãe ou que são rejeitadas.

 

O aleitamento artificial também é recomendado para caprinos leiteiros porque é uma prática que oferece ao produtor maior rendimento no sistema de exploração. Para facilitar a antecipação do desmame o produtor deve fornecer forragem aos cabritos a partir do 100 dia de idade. Com esse procedimento, o rúmen se desenvolve muito mais cedo, favorecendo o desmame precoce e a redução dos custos com aleitamento.

 
Veja ! Como Criar Cabras, Culinaria Bodistica, Rotação de Culturas, Suinos, Crias Ovinos, Silo e Galinha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 25 de Junho de 2014 13:29

Como criar cabras

 

Sem necessidade de muitos cuidados, o negócio pode ser voltado para fins de subsistência ou comercialização de carne, leite e derivados

 

Apesar de seu aspecto frágil, a cabra não mostra fraqueza diante das adversidades. Na verdade, ela é um animal muito resistente e de boa adaptação aos mais diversos tipos de ambiente, de desertos a regiões com nevasca. A grande tolerância do mamífero às intempéries facilita o trabalho de quem se lança na atividade de criação, que pode ser para a produção de carne, leite e derivados, produtos que estão ganhando mais espaço no varejo brasileiro, além da comercialização de matrizes e reprodutores. De pecuária familiar de subsistência a empreendimentos altamente tecnificados, há modelos de criação de cabras para todos os bolsos. Entre os mais simples, como o manejo de poucas cabeças em um espaço pequeno, o produtor pode aproveitar a rusticidade do animal para fazer uso de sobras de materiais na propriedade a fim de montar um abrigo. A mão de obra dos próprios familiares dá conta da lida com o plantel.

A cabra também não exige muitos cuidados nem necessita de muita dedicação. Não adoece com facilidade e, portanto, não demanda práticas veterinárias. Como gosta de pastar, é indicado apenas realizar vermifugação e exame de fezes. Herbívora e ruminante, ela aprecia comer plantas arbustivas de folhas largas e forrageiras, como gramíneas e leguminosas, alimentos que não pesam muito no orçamento.

Na escolha de caprinos, sempre prefira os puros de origem

Dócil e de baixa estatura, quando adulta a cabra tem peso que varia de 45 a 70 quilos. Em um período médio de nove meses de lactação, as raças leiteiras conseguem fornecer diariamente de dois a cinco quilos de leite, o produto mais adequado para o comércio de criações de baixo custo. Na caprinocultura leiteira, o retorno financeiro é mais rápido que na de corte. No varejo, o leite alcança preços superiores aos de vaca, pois contém mais vitaminas A, B12, C e D. Além disso, o leite de cabra é muito digestível e indicado para quem tem alergia a caseína – proteína existente no leite de vaca.

A cabra foi um dos primeiros animais domesticados no mundo, milhares de anos antes de iniciar a era cristã. Para cá, foi trazida pelos colonizadores e teve o plantel incrementado na época da chegada dos imigrantes. Quando tiveram interesse em adquirir mais matrizes e reprodutores, criadores instalados em território brasileiro ainda recorreram ao mercado internacional. Europa, América do Norte e África foram os principais fornecedores dos novos exemplares.

As importações ainda ocorrem, principalmente de animais com aptidão para a produção de carne vindos do continente africano. Mais de 90% da população de cabras no país está na Região Nordeste, onde se localizam as raças canindé, marota, repartida e moxotó.

MÃOS À OBRA
INÍCIO: Na escolha de animais para uso como matrizes ou reprodutores, prefira os que são puros de origem. Para cabras leiteiras ou produtoras de carne, fique atento se possuem bom porte e aprumo, ligamentos fortes e úberes volumosos. O preço dos animais depende muito da genética e do estado fisiológico. Cabras gestantes ou em lactação são mais caras. Faça o registro genealógico dos exemplares junto às entidades da região credenciadas pela Associação Brasileira dos Criadores de Caprinos (ABCC).

FINALIDADE: Entre as raças há as que apresentam boa produção de leite, como saanen, alpina e toggenburg, de origem europeia. Há as de dupla aptidão, como a inglesa anglo-nubiana, e as que rendem leite, como mambrina, jamnapari e bhuj, da Ásia. Para carne, destaca-se a boer, da África do Sul.

SISTEMAS: As cabras podem ser criadas em três sistemas. No extensivo, os animais ficam soltos no pasto. No semi-intensivo, parte do dia a criação pasta e depois recebe suplementação de volumoso e concentrado no cocho. Já no intensivo, os caprinos são mantidos confinados e toda a alimentação é fornecida no cocho.

INSTALAÇÃO: O capril pode ser feito de estrutura simples, mas é importante que tenha boas condições para abrigar os animais. Se houver no local uma instalação ociosa, ela pode ser adaptada com divisão de baias para acomodar as cabras, de acordo com a fase de desenvolvimento. Essas opções reduzem os custos da atividade. É bom que o abrigo seja confortável, ofereça segurança e proteção contra vento e chuva. Cubra o chão com cama de maravalha ou use sarrafos de 3 centímetros de espessura por 5 centímetros de largura para fazer um piso ripado. Deixe um espaço de 2 centímetros entre os sarrafos e de 0,5 a 1,8 centímetro de altura do solo.

HIGIENIZAÇÃO: Recomenda-se manter o capril sempre limpo para conservar a saúde das cabras. Diariamente, retire os dejetos do chão e as sobras de alimentos que ficam nos cochos. No mínimo a cada 30 dias aplique vassoura de fogo ou desinfetante químico nas instalações.

ALIMENTAÇÃO: Plantas são a base das refeições das cabras. As arbustivas de folhas largas, como amoreira, rami e feijão-guandu, são bem aceitas, como também capins, silagem de milho e feno de leguminosas. Enquanto as forrageiras são boas para a digestão dos caprinos, os grãos são usados como complemento nutricional para favorecer a alta produção. Sais minerais podem ser fornecidos em cochos diferentes dos alimentos. Mantenha água limpa e fresca à disposição, pois as cabras consomem de cinco a seis litros por dia.

REPRODUÇÃO: Cabras leiteiras de origem europeia podem procriar a partir dos quatro meses. Há casos que ocorrem até antes desse período. Contudo, por ainda não contarem com um desenvolvimento adequado, a reprodução entre animais jovens não é indicada. Desde os três primeiros meses de vida, crie os caprinos separados por sexo, para evitar coberturas precoces.

 

No Centro-Oeste, a integração lavoura-pastagem favorece ovinos


O uso de braquiária, no momento certo, garante lucro quando

não se tinha nada, constituindo uma interessante soma de dinheiro

para os agricultores, colocando em uso todas as terras.

 

 

No Centro-Oeste brasileiro, os meses de outubro a abril são os mais favoráveis em termos de produção de pasto, devido ao calor e principalmente às chuvas.

Após o período de abundância de alimento, sobrevêm alguns meses de seca, em alguns lugares acompanhados também do frio, e aí o pasto cresce mais lentamente e o criador de ovinos tem dificuldade de alimentar seu rebanho.

Como consequência, temos a diminuição do ganho de peso dos borregos e borregas e, na maioria das vezes, até mesmo perda de peso das ovelhas de cria. Este é um dos motivos principais da dificuldade encontrada pelos criadores do Centro-Oeste para aumentar seus rebanhos de ovinos. Ao mesmo tempo, o fato de as ovelhas não se alimentarem de forma adequada durante parte do ano implica diretamente em diminuição das taxas de prenhez, parição e desmama.

 

l Integração - Em algumas regiões de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, no entanto, esta realidade começa a mudar. Nas áreas de lavoura, é comum que o agricultor plante braquiária no final da cultura de verão, para servir de cobertura verde durante a época de estiagem. Lá pelo mês de novembro, esta braquiária é dessecada, para a execução do plantio direto de grãos.

A braquiária costuma ser plantada no final da estação chuvosa, em fevereiro ou março. Ela germina, mas com o sombreamento provocado pela soja ou pelo milho ela não consegue crescer. Logo após a colheita, aproveitando as últimas chuvas da temporada, o pasto apresenta um crescimento vigoroso. Assim, a pastagem pode ser utilizada cerca de 30-40 dias depois, no final de maio ou início de junho. O cuidado que deve ser tomado pelo agricultor é retirar os animais da área de lavoura no início de outubro, para que o pasto possa crescer e formar a massa que o plantio direto necessita para ter sucesso.

 

 

 

O manejo correto de pastagens garante lucros na integração com lavouras.

 

A espécie preferida pelos agricultores para essa cobertura de inverno é a braquiária ruziziensis que, para sorte dos criadores de ovelhas, é também a braquiária de melhor qualidade nutricional. Assim, conseguem-se pastagens de bom valor nutricional e que podem manter lotações significativas, de 25-40 ovelhas adultas por hectare, preferencialmente animais solteiros, ovelhas que não estejam com cria ao pé. Eventualmente, também borregas de recria. Ou seja, existe um recurso forrageiro abundante, à disposição das ovelhas durante a época em que as pastagens perenes diminuem sua produção.

Os criadores do Centro-Oeste têm aproveitado esta possibilidade de integração de duas formas principais. A mais comum é que o criador de ovelhas acerte com o agricultor um valor para colocar seus animais na área de lavoura/pastagem. Para este ano de 2011, o valor praticado no Centro-Oeste variou de R$ 2 a 4 por ovelha adulta por mês.

 

l Outra versão - Mas outro formato de negócio tem ganhado força nos últimos tempos. Vários agricultores têm-se tornado, também, criadores de ovelhas. Durante a época de chuvas, as ovelhas são criadas de forma intensiva em pastos situados nas chamadas áreas marginais de lavoura. São partes da propriedade que não se prestam para a produção de grãos, mas são ótimas para pastagem. Durante a seca, os animais são transferidos para as áreas onde foi plantado braquiária, ajudando a preservar os pastos perenes da propriedade.

Assim, a integração agricultura com ovinos no Centro-Oeste tem proporcionado benefícios diretos aos criadores de ovelhas, com alimentação disponível na época seca e aos agricultores, com uma renda nada desprezível em aluguel de pasto em áreas que antes não rendiam nenhum centavo.

Mas é interessante observar como esta disponibilidade de pastagem durante a seca também serve como atrativo para a entrada de novos investidores na ovinocultura. E sempre é importante lembrar que os agricultores costumam apresentar boa capacidade de gestão e gostam de exploração econômica que possibilite obter grande escala de produção. Com isto podemos antever que em breve deveremos ter carne ovina de boa qualidade e em abundância à disposição do consumidor, mantendo a ovinocultura como a atividade pecuária que mais cresce no Brasil.

 

Cordeiro com apricots


Ingredientes:

- 1/2 colher (chá) de sementes de cominho

- 1 xícara de óleo

- 1 pedaço grande de canela

- 3-4 cardamomos

- 2 colheres (chá) de cominho em pó

- 1 cebola grande (finamente picada)

- 2 colheres (chá) de alho (picado)

- 2 colheres (chá) de gengibre ralado

- 1 kg de cordeiro desossado cortado em cubos

- 1 colher (chá) de açafrão

- 2 colheres (chá) sal

- 2 tomates (picados)

- 4 pimentões verdes (picados)

- 4 damascos frescos (cortados em pedaços)

- 2 colheres (sopa) de hortelã (fresco/picado)

- 1 colher (chá) de coentro (picado)

 

 


 

Modo de fazer:

- Aquecer o óleo e adicionar a canela, carda­momo e cravo. Adicionar a cebola, o alho e o gengibre e cozinhar lentamente até a cebola começar a ficar marrom claro.

- Adicionar o cominho, o coentro, o cordeiro, o sal e o açafrão e cozinhar mexendo lentamente ­durante cerca de 10 minutos.

- Adicionar o tomate, a hortelã, o apricots e os pimentões; cozinhar por mais 5 minutos. Adi­cionar cerca de 1/2 xícara de água e cozinhar sob pressão por aproximadamente 15 mi­n.

- Retirar a pressão, misturar bem e cozinhar por mais 5-7 minutos até que o molho fique espesso e bastante seco. Adicionar o coentro.

- Serve 4 pessoas.

 

Cabrito ao vinho seco


Ingredientes:

- 2 kg de cabrito (em pedaços)

- 4 tomates

- 1 folha de louro

- 1 dente de alho

- 1 cebola picada

- 1 xícara (chá) de vinho branco seco

- 3 colheres (sopa) de óleo

- 1 colher (sopa) de manteiga

- 1 pitada de mostarda (em pó)

- 1 colher (café) de pimenta-do-reino moída

- Sal a gosto

 

 

 

 

Modo de Fazer:

- Corte o cabrito em pedaços não muito pequenos e deixe de molho em água com 2 colheres (sopa) de vinagre, durante 1 hora. Lave bem para que saia toda a gosma. No momento de cortar, retirar a glândula que fica entre o tendão e o osso da perna.

- Leve uma panela ao fogo com o óleo, a cebola e os tomates, refogue por 15 minutos, junte o cabrito com os outros temperos. Abafe a panela e deixe secar toda a água. Adicione a manteiga e deixe fritar até ficar bem corado. Acrescente uma xícara de água e deixe cozinhar em fogo brando.

- Caso não cozinhe com essa água, vá acrescentando mais água aos poucos até ficar pronto. Deve ficar com pouco caldo.

 

 

 ROTAÇÃO DE CULTURAS


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A monocultura ou mesmo o sistema contínuo de sucessão do tipo trigo-soja ou milho safrinha-soja, tende a provocar a degradação física, química e biológica do solo e a queda da produtividade das culturas. Também proporciona condições mais favoráveis para o desenvolvimento de doenças, pragas e plantas daninhas. Nas regiões dos Cerrados predomina a monocultura de soja entre as culturas anuais. Há a necessidade de introduzir, no sistema agrícola, outras espécies, de preferência gramíneas, como milho, pastagem e outras.

A rotação de culturas consiste em alternar, anualmente, espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

As vantagens da rotação de culturas são inúmeras. Além de proporcionar a produção diversificada de alimentos e outros produtos agrícolas, se adotada e conduzida de modo adequado e por um período suficientemente longo, essa prática melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo; auxilia no controle de plantas daninhas, doenças e pragas; repõe matéria orgânica e protege o solo da ação dos agentes climáticos e ajuda a viabilização do Sistema de Semeadura Direta e dos seus efeitos benéficos sobre a produção agropecuária e sobre o ambiente como um todo.

Para a obtenção de máxima eficiência, na melhoria da capacidade produtiva do solo, o planejamento da rotação de culturas deve considerar, preferencialmente, plantas comerciais e, sempre que possível, associar espécies que produzam grandes quantidades de biomassa e de rápido desenvolvimento, cultivadas isoladamente ou em consórcio com culturas comerciais.

Nesse planejamento, é necessário considerar que não basta apenas estabelecer e conduzir a melhor seqüência de culturas, dispondo-as nas diferentes glebas da propriedade. É necessário que o agricultor utilize todas as demais tecnologias à sua disposição, entre as quais destacam-se: técnicas específicas para controle de erosão; calagem, adubação; qualidade e tratamento de sementes, época e densidade de semeadura, cultivares adaptadas, controle de plantas daninhas, pragas e doenças.

 

REGRAS DE UMA BOA PRATICA PARA VACINAÇÃO CORRETA EM SUINOS




Armazenamento 

1. Mantenha uma área limpa para armazenamento de vacinas e Medicamentos.
2. Utilize um refrigerador com bom funcionamento, limpo e de uso exclusivo para as vacinas. Nenhum outro item (comidas, bebidas, amostras) pode estar compartilhando o local.
3. Descongele o refrigerador regularmente, para evitar o entupimento das mangueiras com o excesso de gelo, o que prejudica a manutenção da temperatura adequada.
4. Utilize o sistema PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) para evitar o vencimento dos produtos armazenados.
5. Mantenha a temperatura sempre entre +2ºC e +8ºC, verificando regularmente com ajuda de termômetros.
6. Não permita que as vacinas congelem, pois isso compromete a eficácia do produto. 

Utilização 

7. Verifique com freqüência a data de validade das vacinas, e descarte imediatamente as vencidas.
8. Utilize a vacina assim que ela for reconstituída (geralmente dentro de 2 horas).
9. Não permita que a vacina seja aquecida durante a vacinação. Evite exposição solar, locais quentes, etc.
10. Utilize tamanhos de pacotes adaptados de acordo com o número de suínos que serão vacinados.
11. Compare o número de doses usadas com o número de leitões, regularmente. 

Equipamento 

12. Utilize equipamentos limpos e adaptados à vacinação, sem qualquer resíduo químico (anti-sépticos, desinfetantes, etc.) 
a. Seringas 
Leitões: suínos de engorda: seringa automática (revolver), ou aplicador
Porcas: seringa descartável. 
b. Agulhas. Reta, limpa e afiada.
De tamanho adaptado ao suíno a ser vacinado. 

Condições gerais 

13. Vacine suínos saudáveis (sem febre).
14. Contenha os animais adequadamente em área bem iluminada. 

Injeções 

15. Inocule a vacina no local adequado. Injeção intra-muscular 
a.Em suínos pesando de 25 a 60 kg: 5 cm abaixo da linha da coluna e 5cm atrás da orelha
b. Em marrãs, porcas e cachaços: 10cm abaixo da linha da coluna e 10cm atrás da orelha. 
16. Descarte as agulhas em local adequado. 

Programa de vacinação 

18. Siga o programa prescrito pelo médico veterinário, ou de acordo com o fabricante. 

Limpeza e desinfecção do equipamento 

19. Limpe bem o equipamento após cada sessão de vacinação.
20. Esterilize o equipamento de inoculação, em água fervente, autoclave, incubador químico ou solução desinfetante (enxágüe e seque antes de usar novamente), e armazene o equipamento em armário limpo.

 

Cuidados com as crias na ovinocaprinocultura

 

As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

O médico veterinário Samuel Figueiredo de Souza, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, mostra como práticas de manejo simples e de baixo custo podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.

 

Cana-de-açúcar é bom silo para alimentar o gado na época da seca

 

 

A silagem de cana-de-açúcar é uma das alternativas para alimentar o gado bovino na época das secas, quando os pastos ficam altamente prejudicados, em volume de alimento e em qualidade nutritiva. Muitos pecuaristas utilizam a cana fornecida diretamente ao gado, picada logo após a colheita. Mas a silagem de cana traz algumas vantagens, como a concentração de do corte,  da picagem, e do transporte em poucos dias, com  melhor eficiência de colheita e manejo dos canaviais e dos rebanhos.

A silagem é feita também quando ocorrem sobras nos canaviais ao final da safra, sendo também indicada como solução de emergência na ocorrência de incêndios e geadas, para evitar a perda total da forragem.

Um aspecto que dificulta a silagem de cana, mas que pode ser solucionado adotando técnicas e manejo adequados, é o fato de fermentar intensamente, devido à atividade de leveduras que utilizam os açúcares para seu crescimento, produzindo etanol. O teor de etanol em silagens de cana pode chegar a 23%, acarretando perdas de até 30% da matéria seca durante a fermentação, com grande redução no valor nutritivo da silagem. Desta forma, para que a produção de silagem de cana-de-açúcar seja viável, é fundamental o uso de aditivos capazes de controlar a fermentação alcoólica nestas silagens.

Diversos aditivos têm sido avaliados com vistas ao controle da fermentação alcoólica em silagens de cana-de-açúcar. Entre os mais estudados estão a ureia, os inoculantes bacterianos e a cal virgem micro pulverizada. Resultados da pesquisa indicam que silagens de cana-de-açúcar aditivadas podem ser utilizadas sem problemas na alimentação de vacas leiterias, bovinos de corte e ovinos, permitindo bons índices de desempenho dos animais. O custo adicional que os aditivos representam são altamente compensados pelo menor custo da silagem em si, quando comparada com a silagem de milho, por exemplo.

 

Batata-doce é excelente alimento para a galinha caipira

 

http://3.bp.blogspot.com/-9-doGG1haKQ/TYuP4spXDII/AAAAAAAAGIQ/6OgOqiIV2jg/s400/galinhas%255B1%255D.jpgEm busca de aproveitar resíduos  disponíveis nas propriedades rurais para garantir maior agregação de valor à agricultura familiar, a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, está indicando o uso da ração a base de farinha de batata-doce, especialmente, na criação de frangos coloniais.

Trocar o milho por batata-doce é a estratégia para diminuir custos para o produtor, ter maior renda de produção, simplificar a oferta de alimento às aves, facilitar o manejo e contribuir com a preservação do meio ambiente. “Estamos trabalhando com o sistema colonial de produção de frangos, abatidos após 85 dias, onde a ração das aves deve ser adaptada à idade do animal.

Toda a ração deve fornecer energia, encontrada no milho e na própria batata-doce, proteína, que está no farelo de soja ou girassol ou farinha de folhas de mandioca, vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais”, esclarece João Pedro Zabaleta, pesquisador responsável pelo projeto de pesquisa com aves coloniais.

A ração a base de batata-doce para aves é viável pelo fato de que o produtor comercializa a parte nobre da batata-doce para o consumo humano e os resíduos que ficam na lavoura transformam-se em farinha, que adicionada a uma formulação adequada com vitaminas, minerais, proteínas e aminoácidos é oferecida às aves. “O resíduo é transformado em energia, ou seja, em carnes e ovos, com custo muito baixo, está se aproveitando o que se tornaria lixo”, adverte o pesquisador João Pedro Zabaleta.

Essa farinha passa por um processo de trituração, secagem ao sol, moagem e  embalagem, que possuem uma durabilidade de até dois anos.  Há ainda benefícios econômicos, sociais e ambientais. Para o agricultor familiar que cultiva batata-doce o uso dos resíduos  é mais conveniente que a aquisição de milho, ou mesmo do plantio do milho. A sua utilização permite que o produtor tenha maior renda e ainda diversifica a oferta de alimentos para os consumidores, através da produção de frangos coloniais.

 
Veja ! Dicas de Nutrição para Caprinos, Purberdade, Bovinos X Ovinos, Bode Historico e algumas Curiosidades... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 24 de Junho de 2014 09:50

Os 10 Mandamentos da boa nutrição

 

  1. Garantir água sempre limpa e de boa qualidade, de fácil acesso para todos animais, desde cordeiros recém-nascidos até animais adultos. Observar a altura dos bebedouros para que todos alcancem a água.

 

  1. Fazer sempre rodízio e manejo de pastagem. O pastejo contínuo aumenta a infesta­ção parasitária e então cai a qualidade da forragem. 

 

  1. Respeitar os períodos de descanso das gramíneas, pois é essencial para a rebrota.

 

  1. Evitar as braquiá­rias pois podem causar fotossensibilização no rebanho. Se não for possível, fornecer mineral com níveis de Zinco (Zn) acima de 3.500 mg (PPM) no rótulo do sal (níveis de garantia por kg do produto). O zinco é protetor do organismo e mantém a integridade da pele contra os raios solares.

 

  1. Pastagens consorciadas de gramíneas e leguminosas são mais nutritivas. Têm mais proteínas, energia, etc.

 

  1. Fazer sempre feno e silagem com o excesso de forragem do verão pa­ra evitar queda na produção durante o período da estiagem, quando não haverá pasto.

 

  1. Se for possível, então cultivar milho, sorgo, milheto, etc., para baixar o custo da ração. Estes produtos são essenciais para a fabricação de alimentos concentrados e ri­cos.

 

  1. Nunca deixar o rebanho sem sal mineral, pois é fundamental para todas as funções vitais do organismo animal.

 

  1. Nunca fornecer mineral de bovinos, pois o Cobre (Cu) é muito alto e pode causar graves intoxicações e distúrbios renais nos machos. O ideal são níveis entre 300 a 600 mg (PPM) no rótulo (Níveis de garantia por kg do produto). Não se esquecer também da relação cál­­cio/Fósforo 2:1 (uro­li­tíase)

 

  1. Sempre testar novos alimentos com alguns animais, para ter certeza da confiabilidade. Só depois do teste, introduzir para todo o rebanho.
 
Dicas e Curiosidades
 
Hora de acasalar

 

A puberdade nos caprinos ocorre, normalmente, entre cinco e sete meses. Mas para a época de acasalamento, o ideal é esperar o desenvolvimento completo da fêmea, o que acontece aos 12 meses de vida, ou quando ela atinge 70% do peso adulto.



 

Bovinos X ovino


Os bovinos demoram tr ês anos para chegar ao peso de 400 Kg, e ficar prontos para o abate. No mesmo período de tempo e no mesmo espaço, podem ser criados 72 ovinos, pesando o total de 2.880 Kg. No quesito alimentação, a mesma quantidade diária de volumoso necessária para um bovino adulto de 450 Kg é suficiente para alimentar oito ovinos adultos. 

 

 

 
Sua realeza o bode

 

Em Cabaceiras, no interior da Paraíba, Bode vira rei. A coroação acontece durante a tradicional Festa do Bode Rei depois do animal passar pelo julgamento e ser avaliado por um júri composto de produtores e técnicos em caprinocultura e autoridades do governo. O animal vencedor desfila nos quatro dias da festa, em carro aberto, acompanhado da cabra rainha, da garota do bode rei, do bode-príncipe, da cabra-princesa e dos bodes-súditos. O trono do monarca fica na praça do Bode Rei, onde foi erguida uma estátua do animal e acontecem os shows.

 

 

Cabras na passarela


Na Ásia, as cabras selvagens dão um show de moda. Por mais de mil anos, o fio pashmina, produzido a partir do sub-pêlo da barriga desses animais, é sonho de consumo tanto da realeza como da plebe. Transformado em blusas, cobertores, xales e mantas, esse artigo esbanja glamour. No entanto, o pashmina é bastante fino e, para completar um xale pequeno, é preciso um fio de mais de três quilômetros. Isso significa sete animais para produzir uma única peça... muita cabra pra pouco pano!
 

Bode histórico


 

 

Na Grécia Antiga, o bode já era figura de destaque. Nos rituais dedicados ao deus Dionísio, por exemplo, um dos momentos mais esperados era o sacrifício do bode. Acompanhado por uma procissão, o caprino era levado até o altar ao som de um coro cujos integrantes vestiam roupas feitas com a pele do animal. Movimentos dramáticos e hinos apropriados também faziam parte do festival que era tradição em Atenas.  

 

 



Cidadão Cearense

Fortaleza não é só a cidade das praias e do turismo. Por lá, já passaram histórias interessantes como a do bode Ioiô. Amigo dos boêmios e escritores, o caprino que tomava cachaça e tinha preferência pelas moças ainda hoje é um dos ícones famosos entre os cearenses. Com a popularidade em alta, Ioiô participou de atos políticos em coretos, praças e saraus literários, por volta de 1920. Foi também à inauguração do Cine Moderno, assistiu a uma peça no Theatro José de Alencar, passeou de bonde, perambulou pelas igrejas e até pela Câmara Municipal. Era um cidadão com tamanha importância que, hoje, esses e outros relatos estão presentes no Museu Histórico e Antropológico do Ceará.

 

 
Da caatinga às geleiras

É incrível a facilidade de adaptação dos caprinos. Enquanto alguns alimentam os sobreviventes da seca, outros vivem em regiões como a tundra gelada da Lacônia. O fator determinante dessa capacidade é a presença de quatro estômagos, o que proporciona a digestão de quase todos os alimentos ingeridos. Pesquisas realizadas na Alemanha constataram cientificamente essa característica, colocando à disposição 576 variedades de plantas das quais 476 alimentaram os bodes. 

Primeiro amigo

 

Muita gente nem imagina, mas o cachorro não foi o primeiro animal domesticado. Na verdade, a cabra é que foi o primeiro amigo do homem. Os relatos dão conta de que isso aconteceu há 10 mil anos, na região do Crescente Fértil, no Oriente Médio. Os povos da região sempre apreciaram as cabras por causa da produção de leite, pele e pêlos. Já as ovelhas tinham como objetivo a produção de lã, do leite, pele e carne. Hoje, caprinos e ovinos podem ser encontrados nos mais distintos cantos do globo.


 

Clima e lã

Desde os tempos antigos, os ovinos foram divididos em dois grupos: lanados e deslanados. Em geral, os lanados são encontrados nas regiões frias e se prestam à produção de fibras longas, a lã. Os deslanados, por sua vez, são mais adaptáveis a áreas de clima quente e se destacam como produtores de carne e pele. Daí a predominância da raça Santa Inês no Nordeste Brasileiro.
Última atualização em Ter, 24 de Junho de 2014 09:57
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 23 de Junho de 2014 08:16

Orgânicos:mais sabor com menos aditivos

 

Ninguém quer comprar uma goiaba com bicho ou, pior ainda, encontrar a metade dele em uma mordida. Esse exemplo pode parecer estranho, mas é para evitar pragas como o famoso bicho da goiaba que a agricultura convencional usa agroquímicos. Para resolver a mesma questão, um dos procedimentos utilizados pela produção orgânica é ensacar cada fruta ainda no pé para que a larva não se reproduza.”A agricultura orgânica é uma agricultura de paciência “resume a engenheira agrônoma e professora da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ingrid de Barros.
A frase é uma ótima forma de definir a produção de alimentos sem o uso de fertilizantes sintéticos ou agroquímicos, que, ao mesmo tempo, não pode ser resumida a uma simples troca de adubo. Por exemplo, o uso de esterco de vaca, de acordo com Ingrid, não é considerado uma forma de agricultura orgânica. O cuidado com as sementes utilizadas, a atenção ao comercio justo, a não admissão de mão de obra infantil, a policultura e a preocupação com os resíduos são exigências de quem produz orgânicos. ”Não é voltar para o passado como muita gente pensa, é outra forma de produzir”esclarece a engenheira agrônoma.
Por todas essas questões, a extensão da produção orgânica no Brasil passa obrigatoriamente pelo investimento em pesquisa e apoio técnico e financeiro para os pequenos produtores. Hoje, os orgânicos vendidos principalmente no varejo carregam um selo nacional que garante a qualidade do produto. Já os feirantes que passaram pela auditoria federal têm um número de cadastro que pode ser consultado no site do Ministério da Agricultura.
Por isso, o esforço do Ministério do Desenvolvimento Agrário é para fornecer conhecimento e técnicas para que os produtores sejam certificados e eventos como a Copa de 2014 tenham seu potencial de venda absorvido ao máximo.”O estímulo tributário e o apoio do varejo também são questões fundamentais para o crescimento”afirma o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)

 


 

Morfologia Equina

 

 

 
 
Segurança nas instalações rurais

 

 
É necessário que protejamos o sítio, fazenda ou empresa rural, de maneira geral, para evitar a sua invasão por animais e, principalmente, por ladrões e outros maus elementos. Além disso, há necessidade de evitarmos a saída ou fuga de animais, a saída de crianças menores e também o "desvio" de materiais, frutas ou animais.

Para obtermos essa segurança, podemos lançar mão de algumas técnicas, como as que se seguem:

Cercas

A medida de segurança, talvez a mais importante em uma propriedade rural é mantermos suas cercas externas sempre firmes e seguras, não permitindo a passagem de homens ou animais. Conforme a localização da propriedade, devem ter, no mínimo, 1,70m de altura, formando um ângulo para o exterior, na sua parte superior.

Os mourões podem ser de achas de madeira, madeira serrada, madeira roliça, cimento armado, canos de ferro, etc., de acordo com as necessidades e com o fator econômico (preço). Podem ser de arame farpado de 8 a 12 fios, conforme a necessidade e até de 4 fios, quando se tratar de conter somente grandes animais (bois, cavalos, etc.); tela de arame e de bambu, taquaras, etc. A cerca pode ser, ainda, de tábuas de madeira bem trabalhadas.

Para as cercas internas, quando for para conter os grandes animais, bastam 4 fios de arame farpado e 7 a 12 para os médios, como as cabras. Por medida de economia de tempo e de dinheiro, não devemos ficar mudando cercas de lugar e só o fazemos quando for absolutamente necessário.

Vigia

Toda fazenda ou sítio deve ter, no mínimo, um empregado residente, de preferência casado, pois além do trabalho normal, ainda serve de vigia dia e noite, pois tem que zelar por sua própria segurança e a de sua família. Em caso de haver mercadoria estocada, de valor, que pode ser alvo de furto, em alguns casos, torna-se necessária a contratação de seguranças que trabalhem 24 horas por dia ou somente à noite, quando todos os outros funcionários tenham ido embora, mesmo que haja um que resida na propriedade.

Cães de guarda

Sua presença é de grande importância, pois evitam a entrada de elementos estranhos e indesejáveis que eles denunciam e atacam, quando conseguem penetrar no imóvel, inclusive animais domésticos ou selvagens. Devem ser, de preferência, de raças puras especializadas para tal tarefa, como o Pastor alemão, o Dobermann, etc.

Gansos

Essas aves podem ser transformadas em bons vigias, desde que localizadas estrategicamente, pois começam a gritar alto e estridente, ao menor ruído ou barulho estranho, além de quase não dormirem, ficando sempre alertas.

Luzes

A claridade espanta os ladrões. Por isso, quando possível, é melhor manter lâmpadas acesas, durante a noite, em pontos estratégicos. Para economia, no entanto, podemos instalar lâmpadas nesses locais, de maneira tal que possam ser acesas em casos de necessidade, como barulhos estranhos, vistorias, etc. Naturalmente, isso só é possível quando há eletricidade ou uma outra maneira ou sistema de iluminação.

Muros

De acordo com as circunstâncias, possibilidades ou mesmo necessidades, as cercas podem ser total ou parcialmente substituídas por muros de alvenaria, blocos de cimento ou de pré-moldados (chapas) de cimento ou mesmo por materiais mais baratos ou produzidos na propriedade.

Grades e segurança eletrônica

Se a propriedade rural ficar situada em uma região muito sujeita a assaltos e roubos, podemos utilizar uma segurança mais eficiente e ostensiva. Grades nas janelas e forro do teto sem passagem livre para ladrões são essenciais nesses casos.

A utilização de alarmes eletrônicos e sensores de presença, como os de infravermelho, podem detectar e avisar sobre a presença de intrusos. Outra possibilidade, também, é a instalação de cercas eletrificadas em torno da casa.
 
 

CORRIGINDO CÃES QUE MASTIGAM O QUE NÃO DEVE


5 Passos para Corrigir Cães que Mastigam Coisas Inapropriadas
por Kristy Conn



fisioanimal
Este tipo de comportamento é comum em cães jovens e vem do fato dos filhotes usar suas bocas para explorar o mundo ao seu redor.

Mastigar é um comportamento normal para filhotes, mas torna-se indesejável quando direcionada a objetos inapropriados, como seus sapatos, mobilha, ou até mesmo seus pés e mãos. Se este comportamento não for corrigido, pode levar à destruição em larga escala na propriedade, problemas médicos e deterioração dos laços entre humano e animal.

Os dentes decíduos do cão nascem entre três e oito semanas de idade e, entre quatro e seis meses, são gradualmente substituídos pelos dentes permanentes. Este é um processo doloroso e os filhotes mordem mais neste período, pois as gengivas ficam muito irritadas, e mastigar alivia o desconforto.

O comportamento de mastigar acontece com mais frequência nesta época do aparecimento da dentição, mas se não for corrigido pode persistir, até mesmo depois da época dos dentes permanentes aparecerem.

Para isso, observe estas 5 regras:

1 – Descarte problemas médicos: deficiências nutricionais causadas por dietas pobres em nutrientes, problemas gastrointestinais ou parasitas intestinais podem levar ao distúrbio alimentar que pode levar à mastigação.

2 – Ambiente à prova de filhotes: procure por perigos em potencial para o seu filhote curioso. Mantenha produtos de limpeza fora do alcance, assim como plantas tóxicas. Cabos de energia devem ser protegidos para evitar choque elétricos. Esconda objetos como sapatos, brinquedos de criança e restrinja o acesso à cômodos que não foram preparados para o filhote.

3 – Encoraje-o a mastigar o que ele deve: disponibilize brinquedos apropriados para que ele possa mastigar. Cada cão tem sua preferência. Tome cuidado com ossos e brinquedos que possam sem quebrados em pequenas partes, o cão pode engolir e se machucar, se algum pedaço perfurar alguma estrutura interna ou interromper o fluxo normal de alimento e ar. Procure adquirir brinquedos adequados ao tamanho do seu animal, de maneira que ele consiga abocanhá-lo facilmente, sem forçar uma abertura exagerada da boca. Evite dar ao cão um objeto que lembre outro que ele não deveria mastigar, como um sapato velho; ele não conseguirá distinguir entre aquele que ele pode mastigar e o que ele não pode.

4 – Desestimule a mastigação em objetos inapropriados: se você pegar seu cão mastigando algo que não devia, esconda o objeto e direcione a atenção do cão para o objeto que ele pode mastigar. Às vezes pode ser difícil desencoraja-lo se este padrão já estiver estabelecido. Você pode aplicar algo que tenha um gosto ruim ao objeto, para ajudar.

5 – Gaste algum tempo para brincar com seu cão: um cão cansado é um bom cão! Reserve um tempo para brincadeiras e exercício com seu cão regularmente. Isto não só reforça os laços entre você e seu cão, mas gasta e energia do cão em algo positivo, e não a direciona para a mastigação e comportamento inapropriado.
 
 
 
 

Consultório agrícola: formigas apodrecem a goiabeira

É possível combater a praga e salvar a planta com formicidas

 

 Shutterstock
Para combater o apodrecimento da goiabeira provocado pelo ataque de formigas, recomenda-se o uso de calda bordalesa (Foto: Shutterstock)
Quais são os métodos eficientes para afastar as formigas que estão entrando pelo tronco da goiabeira e se espalhando por toda a planta, levando-a ao apodrecimento?


R: As formigas são responsáveis por grandes perdas na agricultura. Para combatê-las no ataque à goiabeira, utilize formicidas à base de sulfuramida ou fipronil. No mercado, há disponíveis as versões dos produtos na forma granulada, em pó e em solução. Em geral, a solução está pronta e conta com aplicador (borrifador). É importante seguir as orientações do fabricante, quanto ao uso e à utilização de equipamentos de proteção. Em relação ao apodrecimento, utilize na região afetada calda bordalesa, que é uma solução de cal com sulfato de cobre, eficiente contra bactérias e doenças fúngicas e repelente para diversas pragas. A calda também é facilmente encontrada em casas que vendem produtos agropecuários.


 

 

Os Animais Mentem?

Se fazer de doente ou desinteressado em algo são algumas das trapaças dos bichos
 
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento animal, Hannelore Fuchs, os bichinhos mentem sim, mas é uma mentira um pouco diferente da dos humanos. Ela conta que, na verdade, os bichos mais trapaceiam do que mentem. Um exemplo dado por ela é quando os cachorros fingem estar desinteressados em algum brinquedo e, quando o dono se afasta, o totó corre e pega o brinquedo de novo. Outro exemplo é quando os bichos, principalmente os cães, fingem estar mancando outossindo para chamar a atenção do dono.
A psicóloga ressalta que a mentira nada mais é que um situação social em que um quer tirar vantagem sobre o outro e exemplifica isso também quando um pássaro solta um grito de alerta aos outros companheiros do bando para que eles fujam e ele fique com a presa.
Hannelore também revela que os pets sabem quando mentimos para eles e cita o velho hábito de os donos prometerem algo aos bichos para que eles saiam do sofá ou de dentro de casa e não cumprem a promessa. “Quando o dono freqüentemente promete algo ao bicho e não cumpre, depois de algum tempo, os animais param de obedecer pois percebem que não há recompensa”, conta a especialista
 
 
Muitas histórias contadas sobre a saúde de seu totó são puras invenções

1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

4. Todos os cães gostam de ser acariciados na cabeça

Alguns cães gostam de ser acariciado na cabeça mas muitos não.

5. Cães, quando felizes, abanam a cauda

Isso pode ser verdade, mas os cães agressivos, muitas vezes, abanam o rabo também. Há vários movimentos do corpo físico e pistas que ajudam os cães a comunicarem a sua intenção. Um rabo abanando podem significar tanto agitação ou excitação. Um cão que abana o rabo devagar é, geralmente, um totó amigável.

6. Apenas os machos levantam a perna para urinar

Isso não é verdade. Cadelas, principalmente as dominante, levantam a perna para urinar. Isso pode ser verdade mesmo em cadelas castradas.

7. Os restos de alimentos são bons para os cães

Alguns alimentos como ossos e pedaços de gordura podem ser perigosos para alguns animais de estimação. Os cães não podem digerir os ossos e a gordura pode causar problemas gastrontestinais, tais como pancreatite.

8. O alho evita pulgas

Alho não foi comprovadao útil para o controle de pulgas. Grandes quantidades de alho podem até ser prejudiciais.

9. Cães domésticos não precisam de treinamento

Isso não é verdade. Todo cão deve ser treinado.

10. Os cães comem grama quando estão doentes

Os cães descendem de lobos e raposas selvagens que comiam todas as partes da mata. Isto incluiu o conteúdo do estômago de muitos animais que comeram frutas e ervas. Muitos cientistas acreditam que a grama era uma vez parte da dieta normal do cão e que era normal eles comerem pequenas quantidades de grama.

11. Os cães gostam de comida saborosa

Os cães têm paladar muito pobre e comem principalmente baseados em seu olfato.

12. Lambidas de cachorro curam

É natural um cão lamber suas feridas, mas isso não necessariamente garante sempre a "cura". Muitas vezes a lambida pode inibir a cura.

13. Cães vão demonstrar quando estão doentes

Isso não é verdade. Cães geralmente são muito bons em esconder que eles estão doentes por instinto de sobrevivência e não parecerem mais vulneráveis ​​à presa. Muitas vezes, pelo tempo que eles escondem que estão doentes, a doença pode estar bastante avançada.

14. Cães que ficam somente no interior das casa não precisam de prevenção de dirofilariose

Isso não é verdade. Animais de estimação interior também estão em risco de dirofilariose, que é transmitida por mosquitos que podem entrar nas casas.

15. Os cães comem pedras, concreto ou lambem suas fezes ou de outros animais por causa de desequilíbrios nutricionais

Ninguém sabe por que cães comem "coisas" que não devem comer. Alguns veterinários acreditam que alguns cães que comem estas "coisas" podem estar tentando chamar a atenção ou tentando escapar do tédio. É importante para que os cães tenham uma dieta bem equilibrada, que atenda as suas necessidades alimentares e nutricionais e pratiquem exercícios físicos.

16. Os cães não precisam guia - eles naturalmente sabem para onde ir

Ah ... se isso fosse verdade. Você precisa treinar seu cão para onde ir. Essa preferência acontece quando você começa em uma idade jovem e incentiva o cão positivamente para trabalhos bem feitos.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 22 de Junho de 2014 10:54

As doenças respiratórias


 

 

http://3.bp.blogspot.com/_LoY7FxqTk7Q/TFcnkbY4RzI/AAAAAAAABeE/OSQsuCgjfsg/s1600/Leil%C3%A3o+de+Caprinos+e+Ovinos+Gravat%C3%A1+31+de+julho+de+2010+049.jpg

As doenças respiratórias representam a segunda causa de perdas econômicas em um sistema de produção de ovinos, perdendo apenas para as verminoses.

 

As bactérias e vírus são os maiores responsáveis por essas enfermidades, que se manifestam com a presença dos fatores predisponentes de estresse, tais como: transporte; variações climáticas; ventilação inadequada; desequilíbrio nutricional; confinamento e desmama. Geralmente ocorre uma virose com consequente infecção secundária por bactérias.

 

 


 

Pasteurelose

 

 

 

É causada pela bactéria Pasteurella haemolytica e se destaca como a principal enfermidade pulmonar em ovinos. Os surtos começam com mortes súbitas e sem a presença de sinais clínicos característicos. O envolvimento respiratório torna-se mais evidente ao longo do surto, aparecendo quadros de pneumonia aguda, febre, depressão, perda de peso, secreção nasal, tosse e ruídos pulmonares anormais.

 

O animal pode ser acometido em qualquer idade, independente da raça e do sexo, sendo que cordeiros entre 2 semanas a 2 meses de idade são os mais acometidos. A transmissão ocorre por inalação de partículas contaminadas e também pode ocorrer por contato direto. Um exemplo deste último é um cordeiro lactente infectado através de uma ovelha portadora de mastite causada por P. Haemolytica.

 

A taxa de morbidade pode chegar a 40% e de mortalidade a 5%. O curso da doença geralmente é de três dias, embora possa ocorrer morte em apenas 12 horas. A recuperação total dos animais pode ser observada em 14 dias (se forem corretamente tratados).

 

O diagnóstico é feito através dos achados clínicos, necropsia (hemorragia pulmonar e lesões ulcerativas na faringe e laringe), exame histopatológico e isolamento da bactéria.

 

 

 

Micoplasmose

 

 

 

Também é uma doença respiratória de grande importância para ovinos. Conhecida como pneumonia enzoótica, é causada pela bactéria Mycoplasma sp. Acomete animais de diferentes idades, porém, cordeiros com menos de um ano geralmente são os mais infectados (maior incidência entre 5 a 10 semanas de vida).

 

Os cordeiros contaminados apresentam tosse crônica e dificuldade para respirar, além de secreções nasais mucopurulentas e febre. Realiza-se a necropsia, exame histopatológico e Elisa (método de detecção de anticorpos) para um diagnóstico mais preciso.

 

 

 

Tratamento e prevenção das doenças respiratórias bacterianas

 

 

 

As doenças infecciosas do trato respiratório, como mencionado anteriormente, são causadas pela combinação de agentes infecciosos (bactérias e vírus) e causas predisponentes (estresse).

 

Uma conduta racional para o controle e prevenção das doenças respiratórias seria a obtenção de diagnóstico clínico e laboratorial preciso e técnicas de manejo que minimizem as causas de estresse.

 

Devem-se utilizar antibióticos como tratamento principal, assim como toda patologia de origem bacteriana. As oxitetraciclinas de longa ação apresentam bons resultados contra a Pasteurelose.

 

Está se tornando cada vez mais difícil obter um diagnóstico etiológico específico, pois os problemas respiratórios parecem estar sendo causados por infecções múltiplas. Nestes casos, recomenda-se utilizar antibióticos de amplo espectro, como as cefalosporinas.

 

Métodos profiláticos apresentam boa eficiência no controle e profilaxia dessas infecções. São exemplos:

 

1) a minimização das alterações climáticas;

 

2) manejar os cordeiros e suas mães em galpões cobertos durante as primeiras semanas de vida;

 

3) taxa de lotação adequada dos galpões-maternidade e de confinamentos;

 

4) boa ventilação dos galpões.

 

 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1) 
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5) 
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9) 
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10) 
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12) 
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13) 
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14) 
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas.Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 

Conhecendo os Animais com nome " Peixe"

 



Peixe é a designação geral de uma classe de animais vertebrados aquáticos, que compreende cerca de 20.000 espécies. Acrescida de qualificativos, a palavra é usada para indicar espécies de peixes com características especiais e também duas espécies de mamíferos aquáticos. Vejamos alguns exemplos:
1. Peixe-agulha. Nome de um peixe escombrídeos, de forma cilíndrica e alongada.
2. Peixe-boi. Mamífero aquático da ordem dos sirênios.
3. Peixe-boto. Mamífero aquático da ordem dos cetáceos.
4. Peixe-cachorro. Nome de vários peixes de água doce, da família dos caracídeos.
5. Peixe-de-briga. Peixe asiático da família dos ananubatídeos, frequentemente criado em aquários.
6. Peixe-elétrico. O mesmo que poraquê.
7. Peixe-espada. Nome de vários peixes com prolongamento da nadadeira caudal.
8. Peixe-lua. Grande peixe discóide, quase sem cauda.
9. Peixe-martelo. Espécie de cação com a cabeça prolongada lateralmente, assemelhando-se a um martelo.
10. Peixe-mulher. A fêmea do peixe-boi.
11. Peixe-serra. Peixe que possui na parte frontal da cabeça um prolongamento ósseo chamado " rostro " , tendo nos bordos várias saliências ou dentes, assemelhando-se a uma serra.
12. Peixe-voador. Nome dado a várias espécies de peixes marinhos que, para escapar de seus predadores, saltam para fora d'água e planam no ar com auxílio de suas grandes nadadeiras peitorais.
 

Conhecendo os tipos de Precipitação Atmosférica

 



Precipitação atmosférica é o nome que se dá ao fenômeno de queda ao solo, do vapor d'água contido na atmosfera e que resulta dos processos de : a) condensação; b) congelamento; c) saturação. O conceito abrange, portanto, não somente a chuva, que é a precipitação líquida, mas também a neve, o granizo, o nevoeiro, o orvalho e a geada.
Do ponto de vista prático é a chuva ou precipitação pluvial que apresenta maior interesse, pois dela depende o abastecimento de água para as plantas, os animais e o homem. 
A chuva cai em forma de pequenas gotas que resultam da condensação do vapor d'água. Essa queda pode ocorrer de diversos modos, distinguindo-se: a) chuva leve; b) chuva forte; c) temporal. A intensidade ( mm/h ), o diâmetro das gotas ( mm ) e a velocidade de queda ( m/seg ) aumentam de (a) para (c).
O granizo ou chuva de pedra ocorre por congelamento das gotas d'água, quando a temperatura se aproxima de zero grau. A neve ocorre nas regiões frias, resultando da mudança da fase gasosa diretamente para a fase sólida, sem a passagem pela fase líquida.
Orvalho é a precipitação que ocorre por condensação da umidade do ar junto à superfície do solo ou de objetos expostos.
A geada se forma pelo congelamento do orvalho à temperatura de zero grau.
Um tipo especial de precipitação é o nevoeiro, que se forma próximo ao solo, afetando a visibilidade; resulta da saturação do ar pelo esfriamento ou evaporação. Ao nevoeiro tênue dá-se o nome de neblina; e ao nevoeiro espesso, de cerração.

Conhecendo os Bovinos

 



Os bovinos constituem a família Bovídeos, que são mamíferos quadrúpedes, herbívoros e ruminantes, ungulados ( que têm os dedos das patas protegidos por cascos). Possuem os cascos fendidos e, em geral, um par de chifres. O estômago, volumoso, ocupa quase ¾ partes da cavidade abdominal e divide-se em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador, este último o verdadeiro estômago.
São animais de grande porte, incluindo espécies domésticas e selvagens.
Dentre as espécies domésticas destacam-se três, muito exploradas como animais de trabalho na agricultura e como transporte, ou como produtoras de carne e leite:a) boi europeu; b) zebu ou boi indiano; c) búfalo. Distribuem-se por todo o mundo, havendo numerosas raças, especializadas para várias finalidades.
Dentre as espécies selvagens destacam-se: a) bisão norte-americano; b) bisão europeu; c) iaque, das regiões do Himalaia e do Tibete; d) banteng, que vive em Java, Bornéo e Indochina; e) gaial, habitante das selvas da Índia e da Indochina; f) gaur, que vive nas florestas da Índia e da Birmânia; g) gnu, nas savanas da África.
No Brasil, criam-se principalmente raças de boi europeu ( Holandesa, Jersey ) para a produção de leite; e raças zebuínas ( Gir, Nelore, Guzerá, etc. ) para a produção de carne.
 

Conhecendo a Litosfera

 



Dá-se o nome de litosfera ao envoltório sólido da Terra. Antigamente, era considerada sinônimo de " crosta terrestre ", mas atualmente é conceituada como a " esfera rochosa ", incluindo a crosta terrestre e também a parte externa, sólida, do manto. Portanto, a litosfera compõe-se de uma parte externa ou crosta e da capa externa 
do manto, estendendo-se a uma profundidade de 100 km da superfície.
A maior parte da superfície da litosfera - cerca de três quartas partes - fica submersa nos mares e oceanos. Daí a distinção entre: a) crosta oceânica, mais delgada; b) crosta continental, emersa e mais espessa.
A litosfera é composta por duas camadas, denominadas sial e sima. O sial é a camada externa, encontrada nos continentes e ilhas, e constituída predominantemente por rochas graníticas, nas quais os componentes principais são o silício e o alumínio, daí o seu nome. O sima é uma camada constituída predominantemente por rochas basálticas, formando o piso dos oceanos e estendendo-se sob o sial, nos continentes. Os componentes principais das rochas do sima são o silício e o magnésio, donde se originou o nome desta camada.
A litosfera não é tão estática quanto parece. Na realidade, passa por constantes modificações causadas por: a) forças internas, que causam intrusões de magma, erupções vulcânicas, terremotos e outros processos que provocam soerguimentos, afundamentos, falhamentos e dobramentos das camadas de rochas; b) forças externas ( água, vento, gelo, etc. ) que causam intemperismo - desagregação e decomposição das rochas; e erosão - remoção e transporte de material de um local para outro.
Esses processos são responsáveis pelas modificações que ocorrem no relevo terrestre.

Conhecendo os Suínos

 


Suínos é a denominação geral dos mamíferos da família Suídeos, possuidores de cascos nas extremidades dos dedos, sendo o casco sulcado ou dividido. São onívoros, digerindo bem todos os alimentos, exceto os celulósicos. Podem ser domésticos, como o porco; ou selvagens, como o porco-do-mato e o javali.
As duas espécies brasileiras selvagens são o cateto e a queixada, que se distinguem do porco doméstico por terem as pernas mais longas e a cauda curta ou inexistente. Outras espécies selvagens são o javali europeu, o javali indiano e a babirussa da Ásia. O javali possui presas ( dentes caninos ) longas e afiadas, chegando a medir 30 cm.
Precoce e prolífico, o porco doméstico é utilizado para a produção de carne e banha sendo grande transformador de produtos agrícolas e sub-produtos da indústria vegetal em produtos de alta qualidade alimentar, exigindo pouco espaço para a sua criação. Existem raças especializadas para a produção de mais carne e menos banha, ou vice-versa; sendo as raças exóticas as mais indicada. O Brasil é um dos maiores criadores de porcos do mundo.

Conhecendo os Animais Anfíbios

 




A palavra anfíbio ( do grego " amphi=duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água. 
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pinguim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuídas em três subclasses: a) Ápodes - sem patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituídas por pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra. 
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.
 

Conhecendo a Oceania

 



Oceania é o nome dado a uma das sub-divisões das massas continentais, correspondente ao Novíssimo Continente, que abrange a Austrália e um grande número de ilhas e arquipélagos situados no oceano Pacífico. Costuma-se subdividir a Oceania em 4 áreas distintas: a) Australásia; b) Melanésia; c) Micronésia; d) Polinésia.
A. Australásia. Compreende a Austrália e as ilhas maiores: Tasmânia, Nova Zelândia e parte da Nova Guiné, que formam um grande retângulo.
B. Melanésia. Está localizada à nordeste da Austrália e compreende o grupo de ilhas situadas a NE da Austrália que, estendendo-se em arco, abrange o NE da Nova Guiné e vários arquipélagos, entre os quais se incluem os de Bismark, Salomão, Novas Hébridas e várias ilhas.
C. Micronésia. É assim chamada por abranger grande número de pequenas ilhas, estando localizada ao norte da Melanésia. Entre outras, inclui as ilhas Marianas, Carolinas, Marshall, etc.
D. Polinésia. Como indica o seu nome,a Polinésia é constituída por numerosas ilhas, que cobrem vasta área triangular do oceano Pacífico, dentre as quais as ilhas Hawaí e as ilhas Christmas.
A Austrália corresponde a 9/10 da área total de terras emersas da Oceania, sendo que a superfície oceânica ocupa uma enorme área -167.000.000 km2.

Conhecendo as Plantas para Papel e Celulose

 



Além do fornecimento de madeira, lenha e carvão, muitas espécies vegetais são utilizadas para obtenção de matéria-prima para a fabricação de papel e celulose.
Nos países europeus e norte-americanos, onde a indústria de papel é mais desenvolvida, a matéria-prima provém de espécies do gênero Pinus e de outros pinheiros.Na Austrália empregam-se várias espécies de eucalipto para a mesma finalidade.
No Brasil, utilizam-se as seguintes espécies para a fabricação de papel e celulose: a) Araucaria angustifólia, o nosso pinheiro-do-Paraná; b) Eucalyptus saligna e E. tereticornis, de origem australiana; c) Cunninghamia lanceolata, muito cultivado em Caieiras ( SP ); d) Pinus elliotti e P. taeda, espécies exóticas e precoces: enquanto o eucalipto é cortado aos 7-8 anos, estes Pinus podem ser cortados aos 5 anos; e) Agave sisalana - o sisal, cultivado principalmente no Nordeste brasileiro.
Além dessas plantas, deve ser citado o aproveitamento de alguns resíduos de indústrias agrícolas, como por exemplo: a) bagaço de cana - um resíduo da indústria açucareira; b) palha de cera - resíduo da indústria de cera de carnaúba.

Última atualização em Dom, 22 de Junho de 2014 11:07
 
Veja ! Doenças em Caprinos, Historia Classificação do Queijo, Peixe, Atmosfera, Bovinos, Litosfera, Suínos, Anfíbios, Oceania e Papel e Celulose... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 22 de Junho de 2014 10:54

As doenças respiratórias


 

 

http://3.bp.blogspot.com/_LoY7FxqTk7Q/TFcnkbY4RzI/AAAAAAAABeE/OSQsuCgjfsg/s1600/Leil%C3%A3o+de+Caprinos+e+Ovinos+Gravat%C3%A1+31+de+julho+de+2010+049.jpg

As doenças respiratórias representam a segunda causa de perdas econômicas em um sistema de produção de ovinos, perdendo apenas para as verminoses.

 

As bactérias e vírus são os maiores responsáveis por essas enfermidades, que se manifestam com a presença dos fatores predisponentes de estresse, tais como: transporte; variações climáticas; ventilação inadequada; desequilíbrio nutricional; confinamento e desmama. Geralmente ocorre uma virose com consequente infecção secundária por bactérias.

 

 


 

Pasteurelose

 

 

 

É causada pela bactéria Pasteurella haemolytica e se destaca como a principal enfermidade pulmonar em ovinos. Os surtos começam com mortes súbitas e sem a presença de sinais clínicos característicos. O envolvimento respiratório torna-se mais evidente ao longo do surto, aparecendo quadros de pneumonia aguda, febre, depressão, perda de peso, secreção nasal, tosse e ruídos pulmonares anormais.

 

O animal pode ser acometido em qualquer idade, independente da raça e do sexo, sendo que cordeiros entre 2 semanas a 2 meses de idade são os mais acometidos. A transmissão ocorre por inalação de partículas contaminadas e também pode ocorrer por contato direto. Um exemplo deste último é um cordeiro lactente infectado através de uma ovelha portadora de mastite causada por P. Haemolytica.

 

A taxa de morbidade pode chegar a 40% e de mortalidade a 5%. O curso da doença geralmente é de três dias, embora possa ocorrer morte em apenas 12 horas. A recuperação total dos animais pode ser observada em 14 dias (se forem corretamente tratados).

 

O diagnóstico é feito através dos achados clínicos, necropsia (hemorragia pulmonar e lesões ulcerativas na faringe e laringe), exame histopatológico e isolamento da bactéria.

 

 

 

Micoplasmose

 

 

 

Também é uma doença respiratória de grande importância para ovinos. Conhecida como pneumonia enzoótica, é causada pela bactéria Mycoplasma sp. Acomete animais de diferentes idades, porém, cordeiros com menos de um ano geralmente são os mais infectados (maior incidência entre 5 a 10 semanas de vida).

 

Os cordeiros contaminados apresentam tosse crônica e dificuldade para respirar, além de secreções nasais mucopurulentas e febre. Realiza-se a necropsia, exame histopatológico e Elisa (método de detecção de anticorpos) para um diagnóstico mais preciso.

 

 

 

Tratamento e prevenção das doenças respiratórias bacterianas

 

 

 

As doenças infecciosas do trato respiratório, como mencionado anteriormente, são causadas pela combinação de agentes infecciosos (bactérias e vírus) e causas predisponentes (estresse).

 

Uma conduta racional para o controle e prevenção das doenças respiratórias seria a obtenção de diagnóstico clínico e laboratorial preciso e técnicas de manejo que minimizem as causas de estresse.

 

Devem-se utilizar antibióticos como tratamento principal, assim como toda patologia de origem bacteriana. As oxitetraciclinas de longa ação apresentam bons resultados contra a Pasteurelose.

 

Está se tornando cada vez mais difícil obter um diagnóstico etiológico específico, pois os problemas respiratórios parecem estar sendo causados por infecções múltiplas. Nestes casos, recomenda-se utilizar antibióticos de amplo espectro, como as cefalosporinas.

 

Métodos profiláticos apresentam boa eficiência no controle e profilaxia dessas infecções. São exemplos:

 

1) a minimização das alterações climáticas;

 

2) manejar os cordeiros e suas mães em galpões cobertos durante as primeiras semanas de vida;

 

3) taxa de lotação adequada dos galpões-maternidade e de confinamentos;

 

4) boa ventilação dos galpões.

 

 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1) 
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5) 
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9) 
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10) 
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12) 
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13) 
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14) 
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas.Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 

Conhecendo os Animais com nome " Peixe"

 



Peixe é a designação geral de uma classe de animais vertebrados aquáticos, que compreende cerca de 20.000 espécies. Acrescida de qualificativos, a palavra é usada para indicar espécies de peixes com características especiais e também duas espécies de mamíferos aquáticos. Vejamos alguns exemplos:
1. Peixe-agulha. Nome de um peixe escombrídeos, de forma cilíndrica e alongada.
2. Peixe-boi. Mamífero aquático da ordem dos sirênios.
3. Peixe-boto. Mamífero aquático da ordem dos cetáceos.
4. Peixe-cachorro. Nome de vários peixes de água doce, da família dos caracídeos.
5. Peixe-de-briga. Peixe asiático da família dos ananubatídeos, frequentemente criado em aquários.
6. Peixe-elétrico. O mesmo que poraquê.
7. Peixe-espada. Nome de vários peixes com prolongamento da nadadeira caudal.
8. Peixe-lua. Grande peixe discóide, quase sem cauda.
9. Peixe-martelo. Espécie de cação com a cabeça prolongada lateralmente, assemelhando-se a um martelo.
10. Peixe-mulher. A fêmea do peixe-boi.
11. Peixe-serra. Peixe que possui na parte frontal da cabeça um prolongamento ósseo chamado " rostro " , tendo nos bordos várias saliências ou dentes, assemelhando-se a uma serra.
12. Peixe-voador. Nome dado a várias espécies de peixes marinhos que, para escapar de seus predadores, saltam para fora d'água e planam no ar com auxílio de suas grandes nadadeiras peitorais.
 

Conhecendo os tipos de Precipitação Atmosférica

 



Precipitação atmosférica é o nome que se dá ao fenômeno de queda ao solo, do vapor d'água contido na atmosfera e que resulta dos processos de : a) condensação; b) congelamento; c) saturação. O conceito abrange, portanto, não somente a chuva, que é a precipitação líquida, mas também a neve, o granizo, o nevoeiro, o orvalho e a geada.
Do ponto de vista prático é a chuva ou precipitação pluvial que apresenta maior interesse, pois dela depende o abastecimento de água para as plantas, os animais e o homem. 
A chuva cai em forma de pequenas gotas que resultam da condensação do vapor d'água. Essa queda pode ocorrer de diversos modos, distinguindo-se: a) chuva leve; b) chuva forte; c) temporal. A intensidade ( mm/h ), o diâmetro das gotas ( mm ) e a velocidade de queda ( m/seg ) aumentam de (a) para (c).
O granizo ou chuva de pedra ocorre por congelamento das gotas d'água, quando a temperatura se aproxima de zero grau. A neve ocorre nas regiões frias, resultando da mudança da fase gasosa diretamente para a fase sólida, sem a passagem pela fase líquida.
Orvalho é a precipitação que ocorre por condensação da umidade do ar junto à superfície do solo ou de objetos expostos.
A geada se forma pelo congelamento do orvalho à temperatura de zero grau.
Um tipo especial de precipitação é o nevoeiro, que se forma próximo ao solo, afetando a visibilidade; resulta da saturação do ar pelo esfriamento ou evaporação. Ao nevoeiro tênue dá-se o nome de neblina; e ao nevoeiro espesso, de cerração.

Conhecendo os Bovinos

 



Os bovinos constituem a família Bovídeos, que são mamíferos quadrúpedes, herbívoros e ruminantes, ungulados ( que têm os dedos das patas protegidos por cascos). Possuem os cascos fendidos e, em geral, um par de chifres. O estômago, volumoso, ocupa quase ¾ partes da cavidade abdominal e divide-se em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador, este último o verdadeiro estômago.
São animais de grande porte, incluindo espécies domésticas e selvagens.
Dentre as espécies domésticas destacam-se três, muito exploradas como animais de trabalho na agricultura e como transporte, ou como produtoras de carne e leite:a) boi europeu; b) zebu ou boi indiano; c) búfalo. Distribuem-se por todo o mundo, havendo numerosas raças, especializadas para várias finalidades.
Dentre as espécies selvagens destacam-se: a) bisão norte-americano; b) bisão europeu; c) iaque, das regiões do Himalaia e do Tibete; d) banteng, que vive em Java, Bornéo e Indochina; e) gaial, habitante das selvas da Índia e da Indochina; f) gaur, que vive nas florestas da Índia e da Birmânia; g) gnu, nas savanas da África.
No Brasil, criam-se principalmente raças de boi europeu ( Holandesa, Jersey ) para a produção de leite; e raças zebuínas ( Gir, Nelore, Guzerá, etc. ) para a produção de carne.
 

Conhecendo a Litosfera

 



Dá-se o nome de litosfera ao envoltório sólido da Terra. Antigamente, era considerada sinônimo de " crosta terrestre ", mas atualmente é conceituada como a " esfera rochosa ", incluindo a crosta terrestre e também a parte externa, sólida, do manto. Portanto, a litosfera compõe-se de uma parte externa ou crosta e da capa externa 
do manto, estendendo-se a uma profundidade de 100 km da superfície.
A maior parte da superfície da litosfera - cerca de três quartas partes - fica submersa nos mares e oceanos. Daí a distinção entre: a) crosta oceânica, mais delgada; b) crosta continental, emersa e mais espessa.
A litosfera é composta por duas camadas, denominadas sial e sima. O sial é a camada externa, encontrada nos continentes e ilhas, e constituída predominantemente por rochas graníticas, nas quais os componentes principais são o silício e o alumínio, daí o seu nome. O sima é uma camada constituída predominantemente por rochas basálticas, formando o piso dos oceanos e estendendo-se sob o sial, nos continentes. Os componentes principais das rochas do sima são o silício e o magnésio, donde se originou o nome desta camada.
A litosfera não é tão estática quanto parece. Na realidade, passa por constantes modificações causadas por: a) forças internas, que causam intrusões de magma, erupções vulcânicas, terremotos e outros processos que provocam soerguimentos, afundamentos, falhamentos e dobramentos das camadas de rochas; b) forças externas ( água, vento, gelo, etc. ) que causam intemperismo - desagregação e decomposição das rochas; e erosão - remoção e transporte de material de um local para outro.
Esses processos são responsáveis pelas modificações que ocorrem no relevo terrestre.

Conhecendo os Suínos

 


Suínos é a denominação geral dos mamíferos da família Suídeos, possuidores de cascos nas extremidades dos dedos, sendo o casco sulcado ou dividido. São onívoros, digerindo bem todos os alimentos, exceto os celulósicos. Podem ser domésticos, como o porco; ou selvagens, como o porco-do-mato e o javali.
As duas espécies brasileiras selvagens são o cateto e a queixada, que se distinguem do porco doméstico por terem as pernas mais longas e a cauda curta ou inexistente. Outras espécies selvagens são o javali europeu, o javali indiano e a babirussa da Ásia. O javali possui presas ( dentes caninos ) longas e afiadas, chegando a medir 30 cm.
Precoce e prolífico, o porco doméstico é utilizado para a produção de carne e banha sendo grande transformador de produtos agrícolas e sub-produtos da indústria vegetal em produtos de alta qualidade alimentar, exigindo pouco espaço para a sua criação. Existem raças especializadas para a produção de mais carne e menos banha, ou vice-versa; sendo as raças exóticas as mais indicada. O Brasil é um dos maiores criadores de porcos do mundo.

Conhecendo os Animais Anfíbios

 




A palavra anfíbio ( do grego " amphi=duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água. 
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pinguim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuídas em três subclasses: a) Ápodes - sem patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituídas por pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra. 
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.
 

Conhecendo a Oceania

 



Oceania é o nome dado a uma das sub-divisões das massas continentais, correspondente ao Novíssimo Continente, que abrange a Austrália e um grande número de ilhas e arquipélagos situados no oceano Pacífico. Costuma-se subdividir a Oceania em 4 áreas distintas: a) Australásia; b) Melanésia; c) Micronésia; d) Polinésia.
A. Australásia. Compreende a Austrália e as ilhas maiores: Tasmânia, Nova Zelândia e parte da Nova Guiné, que formam um grande retângulo.
B. Melanésia. Está localizada à nordeste da Austrália e compreende o grupo de ilhas situadas a NE da Austrália que, estendendo-se em arco, abrange o NE da Nova Guiné e vários arquipélagos, entre os quais se incluem os de Bismark, Salomão, Novas Hébridas e várias ilhas.
C. Micronésia. É assim chamada por abranger grande número de pequenas ilhas, estando localizada ao norte da Melanésia. Entre outras, inclui as ilhas Marianas, Carolinas, Marshall, etc.
D. Polinésia. Como indica o seu nome,a Polinésia é constituída por numerosas ilhas, que cobrem vasta área triangular do oceano Pacífico, dentre as quais as ilhas Hawaí e as ilhas Christmas.
A Austrália corresponde a 9/10 da área total de terras emersas da Oceania, sendo que a superfície oceânica ocupa uma enorme área -167.000.000 km2.

Conhecendo as Plantas para Papel e Celulose

 



Além do fornecimento de madeira, lenha e carvão, muitas espécies vegetais são utilizadas para obtenção de matéria-prima para a fabricação de papel e celulose.
Nos países europeus e norte-americanos, onde a indústria de papel é mais desenvolvida, a matéria-prima provém de espécies do gênero Pinus e de outros pinheiros.Na Austrália empregam-se várias espécies de eucalipto para a mesma finalidade.
No Brasil, utilizam-se as seguintes espécies para a fabricação de papel e celulose: a) Araucaria angustifólia, o nosso pinheiro-do-Paraná; b) Eucalyptus saligna e E. tereticornis, de origem australiana; c) Cunninghamia lanceolata, muito cultivado em Caieiras ( SP ); d) Pinus elliotti e P. taeda, espécies exóticas e precoces: enquanto o eucalipto é cortado aos 7-8 anos, estes Pinus podem ser cortados aos 5 anos; e) Agave sisalana - o sisal, cultivado principalmente no Nordeste brasileiro.
Além dessas plantas, deve ser citado o aproveitamento de alguns resíduos de indústrias agrícolas, como por exemplo: a) bagaço de cana - um resíduo da indústria açucareira; b) palha de cera - resíduo da indústria de cera de carnaúba.

 
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