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Veja informações Técnicas sobre, Ecológia, Escolher frutas corretamente, Hábitos de vida, Cultura do cajueiro, Énergia eólica... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 27 de Fevereiro de 2014 15:46

Técnica ecológica permite aumento da produtividade e ainda protege o meio ambiental

 

O objetivo da técnica é aumentar a produção das lavouras a partir da melhoria da fertilidade do solo sem dependência de insumos externos à propriedade. Trata-se da adubação verde, técnica que contribui com a conservação ambiental e uma prática agrícola utilizada há mais de 2.000 anos por gregos, romanos e chineses.  

 

A prática consiste no plantio de espécies vegetais, principalmente leguminosas, em rotação ou consórcio com lavouras. Essas espécies podem ser roçadas e deixadas no terreno para servirem de adubo natural, ou podem ser usadas para o plantio direto. Neste caso, em cima da palhada, são cultivadas outras culturas. Leguminosas perenes também são usadas em sistemas de faixas ou aleias. Cultivadas próximas da área do cultivo principal, periodicamente são podadas e suas folhas acrescentadas à área de produção.

A matéria orgânica disponibilizada pela adubação verde retém nutrientes na superfície do solo e aumenta a fertilidade do terreno. As raízes profundas dessas plantas trazem para a superfície  nutrientes levados pela água para o subsolo. O pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, Walter Matrangolo explica que leguminosas, como feijão guandu, mucuna e crotalária, são capazes de ampliar o teor de matéria orgânica no solo pela fixação biológica de nitrogênio, que é realizada em simbiose com bactérias presentes em suas raízes. “Assim, é possível aumentar a produtividade das culturas sem depender de fertilizantes químicos, que têm alto custo econômico e ambiental”, comenta Walter.

Além do benefício da redução dos custos de produção, a adubação verde contribui com a conservação da biodiversidade. O pesquisador explica os prejuízos gerados pelo uso intensivo de adubos minerais solúveis, que provoca a eutrofização do solo, ou seja, o excesso de nutrientes estimula o desenvolvimento de microrganismos que consomem rapidamente grande parte da matéria orgânica. Esse processo pode causar aumento da compactação do terreno, diminuição da capacidade de retenção de água e aumento da erosão.

Por outro lado, os adubos verdes promovem o equilíbrio ecológico, protegem o terreno contra radiação solar e erosão. Também promovem a descompactação e aeração do solo, o que aumenta sua capacidade de armazenamento de água e de nutrientes. Além disso, algumas espécies utilizadas como adubos verdes são úteis para reduzir a infestação de pragas nas culturas, pois diversificam

 

 Saiba escolher frutas corretamente

 Tem gente que compra fruta verde pra durar mais tempo, só que algumas delas não amadurecem em casa. Confira as dicas.

- Compre frutas para consumir no máximo em três dias

- Escolha as que tiverem cabinhos, ela dura mais. Se não tiver o cabinho na fruta ela perde água mais fácil, fica murcha, perde o brilho, o sabor piora porque a fruta ‘respira’ mais e neste processo consome o açúcar que dá o sabor a fruta, assim como os nutrientes. E se o cabinho estiver solto significa que a frutas foi colhida há mais tempo.

 

Limão e laranja e tangerina

A cor não faz diferença. As que têm a casca bem lisinha têm mais suco do que as que estiverem mais enrugadas.

A doçura depende da região de onde a fruta vem. Converse com o vendedor para saber quais as regiões que produzem as mais doces.

A laranja serra d’água tem a mesma quantidade de açúcar que uma laranja pêra, porém a serra d’água ela tem menos ácidos orgânicos (vitamina a ácido ascórbico). Isto faz com que ela pareça ser mais doce que as outras

Maçã

A maça mais brilhante quer dizer que ela tá mais fresquinha, que ela tem mais água em relação aquela que está opaca. Isto vale também pra goiaba e pêra.

Não aperte as frutas. A fruta respira e se apertamos ela vai respirar mais e perder os nutrientes e o sabor.

Manga

O toque, a firmeza, o brilho, estas são as características para saber se manga está boa.

Banana

Tem que ser arredondada não pode ter quina, se tiver as quinas salientes ela foi colhida antes do tempo.

Banana não se armazena na geladeira. Se você armazenar a banana na geladeira ela vai ficar preta e vai alterar bastante o sabor. Quando está soltando da penca quer dizer que ela não ta tão fresca. Leve a penca firme, vai durar mais.
A banana que tiver completamente verde, sem nenhum pontinho amarelo, pode não amadurecer na sua casa. Se quiser ela mais verde, o ideal é comprar quando ela está começando a amarelar. Quanto mais ela for manuseada, mais machucada ela vai ficar e vai durar menos na sua casa.

Mamão

A cor que demostra se ele está bom ou não.

Maracujá

Aquele que estiver mais pesado terá mais polpa

Abacate

Se você balançar e o carocinho estiver solto, significa que ele vai amadurecer na sua casa. O abacate amadurece depois de colhido.

Determinadas frutas como o melão, uva, melancia, abacaxi, não amadurecem depois de colhidas porque liberam um hormônio chamado etileno em menor quantidade.

Dicas para saber se elas estão no ponto:

Melão

Aperte no fundo, se estiver macio tá no ponto, se estiver muito macio ele passou do ponto e se estiver bem duro o melão ta verde. Não vai ficar saboroso.

Uva

Com cabinhos verdes significa que está fresquinha, que foi colhida recentemente. Com os cabinhos escurecidos ela mais velha.

Outra dica: A cerinha que cobre a uva é chamada de pruinase. Se ela não foi retirada da uva quer dizer que ela foi menos manuseada, então ela tende a durar mais. A uva tem que ser armazenada na geladeira.

Abacaxi

Quem pensa que se tirar uma folha e ela sair com facilidade, significa que o abacaxi está maduro, está errado. Cada um tem uma força diferente.

A cor também não é parâmetro, porque tem abacaxi de regiões em que mesmo com a cor verde, ele está maduro.

Observe a casca. Entre cada quadrado, quanto mais fundo mais verde. Quanto mais aberto tiver a malha (casca) do abacaxi, quanto mais lisa, mais maduro ele está. Se esta malha estiver fechada ele está menos doce.

Quanto mais úmida estiver a base do abacaxi quer dizer que ele foi colhido recentemente. Se ele tiver ressecado quer dizer que ele foi colhido há mais tempo.

 

Melancia

Faça lembre um teste: bata com a palme da mão em seu braço e depois na sua barriga. Perceba que o som que produz é diferente. Na hora de escolher a melancia, bata nela levemente com os dedos e -se de que quanto mais firme for o som, mais saborosa ela estará.

 

 Dez passos para um coração mais saudável

 Mudar os hábitos de vida é uma necessidade para quem precisa conviver com uma doença cardíaca ou quer se prevenir de uma

Dez pequenos hábitos de vida saudável que podem fazer uma grande diferença/ Arquivo

          Infelizmente, muitas pessoas precisam passar por um susto para tomar essa atitude. Se você não quer fazer parte nesse grupo, reproduzimos uma lista elaborada pela Harvard Medical School com dez pequenas atitudes que podem, depois de um tempo, fazer uma grande diferença para a saúde do seu coração.

 

1- Faça uma caminhada de dez minutos. Se você não se exercita nunca, uma pequena caminhada é uma boa forma de começar.

2- Levante um pouco de peso. Levantar que pese um pouco menos de um quilo algumas vezes por dia pode ajudar a tonificar os músculos. Quando ficar fácil, mude para itens mais pesados ou matricule-se na academia.

3- Coma uma porção de frutas ou vegetais todos os dias. Eles são baratos, gostosos e fazem bem para muitas coisas, desde o seu cérebro cérebro ao intestino.

4- Tome café da manhã. Comece o dia com alguma fruta e grãos integrais como aveia, farelo de flocos e torrada integral.

5- Pare de beber suas calorias. Cortar refrigerantes ou bebidas com muito leite pode fazer você facilmente economizar cem ou mais calorias por dia. Em um ano, isso pode se traduzir numa perda de 4,54 kg.

6- Carregue uma porção de noz. Nozes, amêndoas e amendoins fazem bem para o coração. Tente consumí-los quando você precisar de um lanche rápido. E adicione-os a saladas e use-os para substituir as carnes em massas e outros pratos.

7- Prove frutos do mar. Coma peixes ou outros alimentos do mar em vez de carne vermelha uma vez por semana. Faz bem para o coração, o cérebro e as medidas da sua cintura.

8- Respire fundo. Tente respirar devagar e profundamente por alguns minutos do dia. Pode ajudar a relaxar. Uma respiração lenta e profunda também pode ajudar a baixar a pressão arterial.

9- Lave as mãos com frequência. Usar água e sabão durante o dia é um bom jeito de proteger seu coração e sua saúde. Gripe, pneumonia e outras infecções podem ser muito danosas para o coração.

10- Contabilize as coisas boas. Tirar um momento por dia para lembrar das coisas boas da sua vida é uma forma de começar a ativar outras emoções positivas. Elas estão relacionadas a uma saúde melhor e sensação de bem-estar.

 

Necessidades climáticas da cultura do cajueiro

 

O cajueiro apresenta resistência à seca, mas apenas em condições de solos profundos e com boa retenção de umidade. Para os pesquisadores da Embrapa, o cultivo do cajueiro em regiões de solos rasos e excessivamente arenosos, com precipitações inferiores a 800 mm anuais, apresenta perdas no ano de plantio e reflexos negativos até a fase produtiva, com complicações no florescimento e frutificação.

A orientação dos especialistas é para regiões onde as chuvas ou a pluviosidades aconteçam entre 800 mm e 1.500 mm anuais, distribuídas entre cinco e sete meses, seguidos de estação seca definida que coincida com as fases de floração e frutificação da planta. Em regiões com precipitações muito elevadas, superiores a 2.000 mm, os solos devem ser bem drenados, pois a cultura não suporta encharcamento.

Como recomendação, os pesquisadores da Embrapa demonstram aos produtores que as regiões com precipitações pluviais bem distribuídas, durante todo o ano, não são recomendadas para o plantio do cajueiro.  Quando o período de floração ou frutificação coincide com chuvas constantes, a produção fica bastante prejudicada pelo alto nível de umidade relativa do ar, que favorece a incidência de doenças fúngicas, principalmente a antracnose, o oídio e o mofo-preto. Chuvas fortes também contribuem para a queda de flores.

Da mesma forma que o cajueiro não se adapta bem com regiões de chuva intensa, também não se adapta as regiões frias onde há geadas.  O cajueiro pode ser cultivado em locais com baixas temperaturas, desde  que não ocorram por períodos muitos longos, do ano.

 

 

Energia eólica não tem prioridade para expansão no Brasil, diz estudo

Pesquisadora da USP mostra que os planos existentes podem aumentar a capacidade para 6 GW até 2019, muito abaixo do potencial eólico do país, estimado em 143 GW


ThinkStock

As turbinas movidas pela força dos ventos (eólicas) são uma fonte limpa e renovável de energia, porém não constam como prioridade nos planos oficiais de geração energética, revela pesquisa do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP. A capacidade atual instalada é de 1 Gigawatt (GW), o que representa apenas 0,88% do total da energia disponível no Brasil. O trabalho da pesquisadora Juliana Chade mostra que os planos existentes podem aumentar essa capacidade para 6 GW até 2019, muito abaixo do potencial eólico do país, estimado em 143 GW, segundo informações da Agência USP.

O plano decenal da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão do governo federal, insere a energia eólica como alternativa ao atendimento da carga. “Ele prevê uma capacidade instalada de aproximadamente 6 GW em 2019”, afirma a pesquisadora. “Entretanto, o plano energético oficial, com horizonte até 2030, elaborado pela EPE, dá ênfase à geração térmica, ao gás natural, carvão e nuclear, como alternativa de complementação à geração hídrica”.

De acordo com Juliana, o custo do investimento pode ser a maior dificuldade para a inserção da energia eólica no Brasil. “Mas os custos tendem a ser reduzidos com o aprendizado da tecnologia e incentivos governamentais”, destaca. “Outra dificuldade seria a falta de histórico de medição de ventos, pois dados de medição de longo prazo conduzem a projetos mais eficientes e com menos risco de incerteza na previsão de geração”, explica a pesquisadora.

A pesquisadora lembra que o Brasil possui pouco histórico com a tecnologia eólica e necessita treinar pessoas para manutenção e operação das usinas. “É preciso uma estratégia de inserção de fontes eólicas por meio de pacotes de fornecimento com a progressiva nacionalização da cadeia produtiva”, sugere. “Além disso, deve haver mecanismos de mobilidade de ciência e tecnologia para desenvolvimento da infraestrutura e logística, com programas de incentivos tecnológicos, recursos humanos, pesquisa, materiais, componentes, a fim de se obter ganho de escala na indústria”.

Ventos
Segundo o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, publicado pelo Centro Brasileiro de Referência para as Energias Solar e Eólica (CRESESB) do Centro de Pesquisas em Energia Elétrica (Cepel) das Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás), o Brasil possui um potencial eólico de 143 GW, valor analisado em 2001, quando haviam menores torres e ventos a 50 metros (m) de altura. “Hoje há torres mais altas, o que aumentaria o potencial estudado”, conta Juliana. “A região Nordeste possui aproximadamente metade do potencial do Brasil, outra região que se destaca é o litoral e interior do Rio Grande do Sul, que apresentam as maiores velocidades de ventos para a geração de energia”.

A energia eólica é uma fonte alternativa de energia limpa, renovável, ou seja, que não se esgota, diferentemente das fontes térmicas de combustíveis fósseis, que além dos custos com combustível, geram gases de efeito estufa. “A eólica apresenta características de geração distribuída, o que reduz perdas na transmissão e a necessidade de investimentos de ampliação da rede”, diz a pesquisadora.

Juliana observa que existem fábricas de pás e turbinas eólicas no Brasil, apesar de alguns materiais serem importados para a construção dos parques. “Nos últimos leilões de energia que contaram com fontes eólicas, em 2009 e 2010, houve uma maior participação da tecnologia e também redução em seus preços”, completa.

 

 
Nosso Setor Agropecuário com Florestamento com Eucalipto, Dejetos Bovino, Produção de Côco e galinhas, Culinaria e Curiosidades... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 24 de Fevereiro de 2014 07:18

Floresta de eucalipto promove recuperação do meio ambiente e mais renda para o produtor

 

O eucalipto vêm desempenhando uma importante função de floresta de substituição, para a produção sustentada de madeira para múltiplas finalidades, reduzindo significativamente a pressão de consumo sobre as florestas naturais de todo o mundo. O Brasil conta com aproximadamente 523,70 milhões de hectares de florestas, sendo 517,09 milhões de hectares de florestas naturais, representando seus distintos biomas , os dados são do Anuário Estatístico da ABRAF.

O setor de florestas plantadas vem desempenhando importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens e serviços, agregação de valor aos produtos florestais e para a geração de empregos, divisas, tributos e rendas, segundo análise dos pesquisadores da Embrapa Floresta.

Uma ou mais espécies de eucalipto são cultivadas em aproximadamente 100 países tropicais e subtropicais, mas são poucas aquelas plantadas comercialmente. Provavelmente, não mais de 20 espécies e algumas outras poucas resultantes da hibridação interespecífica vêm sendo utilizadas, em escala comercial, nesses países.

No Brasil e no mundo, espécies de eucalipto têm sido preferencialmente utilizadas devido ao seu rápido crescimento, capacidade de adaptação às diversas regiões ecológicas e pelo potencial econômico de utilização diversificada de sua madeira. Em 2009, o Brasil passou para a sétima posição mundial, em produção de madeira plantada, alcançando 6,78 milhões de hectares de florestas plantadas principalmente com espécies de eucalipto (66,58 %), pínus (26,46 %) e outras espécies (6,96 %) , mais uma vez, com base nos dados do Anuário Estatístico de ABRAF.  

O plantio do eucalipto, presente em mais de 450 municípios, está em franca expansão na maioria dos estados brasileiros com tradição na silvicultura deste gênero ou em estados considerados como novas fronteiras da silvicultura, com crescimento médio anual de 7,1% no período de 2004 a 2009 (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA ABRAF, 2010). O aumento da área plantada com eucalipto no Brasil tem sido resultante de seu rápido crescimento em ciclo de curta rotação, alta produtividade florestal decorrente da tecnologia de ponta aplicada à produção e novos investimentos das empresas que utilizam a sua madeira como matéria-prima nos processos industriais.

 

 

Manejo correto para os dejetos bovino 

 

Os resíduos orgânicos, ou dejetos animais constituídos pelas fezes e urina, adequadamente manejados e reciclados no solo, deixam de ser poluentes e passam a constituir valiosos insumos para a produção agrícola sustentável. Para os pesquisadores da Embrapa, produzir de forma sustentável implica reduzir custos e evitar desperdícios de energia e de matéria-prima, aumentando a produtividade, a competitividade do capital e da mão-de-obra,na propriedade.

Nesse sentido, tecnologias eficientes de tratamento e reciclagem de efluentes da produção animal, para fins agrícolas, constituem importante ferramenta para otimizar a relação custo/benefício dos sistemas de produção.

Para se ter o manejo correto de dejetos de bovinos,há diversos sistemas de produção que podem ser implementados. Para cada caso, deve-se projetar um sistema de tratamento e manejo mais apropriado àquela situação em particular. Na exploração de leite, em regime de semiconfinamento ou de confinamento total, é preciso planejar os melhores métodos de tratamento e aproveitamento desses dejetos. O conteúdo de umidade do esterco determina parcialmente como ele pode ser manejado e armazenado. Segundo estudos dos pesquisadores da Embrapa Gado de Leite o esterco pode ser classificado de acordo com três consistências:  Sólido, com 16% ou mais de sólidos totais (ST); Semi-sólido, com 12% a 16% de ST; e Líquido, com 12% ou menos de ST.

O manejo do esterco pode ser conduzido de várias formas de acordo com a conveniência e o tipo de sistema de produção a ser adotado. No caso do esterco seco, deve ser feita uma raspagem, manual ou mecanicamente, e amontoado para a coleta e transporte. Para facilitar a raspagem, deve-se evitar ao máximo o excesso de água. O esterco retirado diariamente pode ser armazenado em locais cobertos, ou não, também pode ser levado para esterqueira ou para compostagem.

Normalmente, não se faz nenhum tipo de processamento ou tratamento prévio do esterco antes de sua utilização como fertilizante. Em sistemas de confinamento de bovinos leiteiros em baias coletivas, com utilização de camas, ou de gado de corte a céu aberto, a opção mais econômica, quando possível, é a distribuição do esterco diretamente nas áreas de cultivo, sem qualquer tratamento prévio, e a incorporação no/ao solo por meio de aração ou gradagem, para que a microbiota do solo se encarregue de oxidar e mineralizar a matéria orgânica. Essa operação deve ser feita entre 30 e 60 dias, pelo menos, antes de qualquer plantio.

 

 

VAMOS PRODUZIR CÔCO, LUCRO GARANTIDO.



Como escolher a área


O coqueiro requer clima quente, com temperatura o o média em torno de 27 C. Temperaturas inferiores a 15 C prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos
frutos pequenos. Solos profundos de textura leve, com boa disponibilidade de água, profundidade mínima de 1m, são os mais adequados, não sendo indicados os solos
excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento.

Como marcar as covas

O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo, no espaçamento de 7,5m x 7,5m x 7,5m (205 plantas/ha).A partir de uma linha básica, orientada no sentido Norte-Sul, as covas são marcadas a cada 7,5m, originando a primeira linha. Depois, com o auxílio de uma corrente, com 15m de extensão, tendo em cada extremidade e no meio uma
argola, marca-se a segunda linha. A partir da segunda linha marca-se a terceira e, assim, sucessivamente, até completar a marcação de toda a área. Em grandes áreas podese optar pela marcação com o uso do teodolito.

Como Plantar

O plantio deve ser feito com mudas de boa qualidade, adquiridas de produtores idôneos. Preferencialmente, o plantio deve ser efetuado no início do período chuvoso, sendo as covas preparadas com 30 dias de antecedência. Para isto, abrir covas de 60cm x 60cm x 60cm a 80cm x 80cm x 80cm, dependendo do tipo do solo (leve ou pesado), tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 20cm).

Depois de aberta, preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície, adubo orgânico (uma lata de 20 litros de esterco bovino ou quantidade
equivalente de outra fonte orgânica) e 800g de superfosfato simples. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. Para o plantio, retirar um
pouco de terra do centro da cova e colocar a muda, fixando-a ao solo, e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente. Após um mês do plantio, fazer a adubação de cobertura na cova, usando 300g de uréia e 200g de cloreto de potássio, espalhados e incorporados ao solo, em torno da muda.

Tratos Culturais e Irrigação

Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes, é indispensável fazer o coroamento, ou seja, a limpeza de uma área ao redor da planta. O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta, acompanhando, mais ou menos, a projeção da copa, iniciando com 0,50m e 

O coqueiro é muito exigente em água, necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. A necessidade e quantidade de água dependem de vários
fatores: idade da planta, o clima, o tipo de solo, etc. De maneira geral, no primeiro período seco após o plantio, o coqueiro deve receber de 20 a 40 litros/água/dia.

Quando e Como Adubar

A adubação deve ser realizada anualmente, para repor os nutrientes retirados do solo pela planta, baseada sempre nas análises de solo e folha. Em cultivos sem irrigação, os fertilizantes podem ser aplicados de uma só vez, no final do período chuvoso. Em plantios irrigados, a adubação anual deve ser fracionada em, pelo menos, seis aplicações. Quando
os fertilizantes forem aplicados via fertirrigação a frequência será preferencialmente semanal.

No caso de adubação convencional, os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura 3. É nesta zona, entre 0,50 e 2,00m da base do coqueiro, onde
está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro.

A Colheita

Os frutos verdes, para o consumo da água, devem ser colhidos com a idade de 6 a 7 meses, ocasião em que apresentam maiores quantidade de água e de concentração de

açúcares. Os frutos secos, para o consumo in natura e indústria ou produção de semente, devem ser colhidos na idade de 11 a 12 meses.

 

 

PRODUZINDO GALINHAS



A galinha bota um ovo por dia, atingindo a média de 13 a 15 ovos em todo o período de postura. Mas há exemplares que chegam a colocar até 20 ovos no total. A diferença na quantidade produzida vai depender da genética de cada ave. Após botar todos os ovos, a galinha se coloca sobre eles e inicia o choco - fase de incubação realizada pela própria ave no intervalo da parada de produção. Essa etapa demora 21 dias, quando então ocorre o nascimento dos pintinhos.

Durante a época do choco, a galinha deve contar com alimento e água fresca perto do ninho, pois muitas vezes ela não sai de cima dos ovos nem para comer. Nesse período, a alimentação mais adequada para a ave é o milho. Forneça os grãos à vontade e acompanhe a frequência das refeições, para se assegurar de que a galinha está sendo bem alimentada.
Enquanto a galinha choca os ovos, é comum o surgimento de piolhos, parasitas que se desenvolvem em ambientes quentes. Como se alimenta de sangue, a praga pode provocar anemia na ave.

Se não for realizado um tratamento correto, a presença dos piolhos pode levar o animal e sua ninhada à morte.Após um dia do nascimento, quando já estão secos, os pintinhos saem do ninho acompanhados pela mãe. A partir daí, eles já podem comer ração inicial para pintos de um dia, alimento específico para filhotes de galinha, que pode ser encontrado em lojas de produtos agropecuários. Disponibilize a refeição em comedouros baixos, para que as avezinhas alcancem a comida com facilidade.

A mãe também pode aproveitar a mesma ração para se alimentar. Ofereça ainda água fresca para beber.Existem galinhas de raça pura que não são consideradas boas mães, dificilmente chocando seus próprios ovos. Nesse caso, uma alternativa é recorrer a outra ave que esteja no mesmo período de choco para desempenhar a função de ama. Outra opção é utilizar uma chocadeira. É importante saber que, antes de os ovos serem transferidos para o novo local onde serão chocados, eles podem ser armazenados por um prazo de sete a 10 dias.


Período de Choco:

A capacidade de uma chocadeira é indicada para a quantidade de ovos de galinha - se é para 60 ovos, ela tem possibilidade de acomodar 40 ovos de gansa, por exemplo. O investimento não é baixo, mas o aparelho é recomendado para o criador que não pretende esperar a disponibilidade de outra ave em choco para servir de ama para a incubação.

Após o nascimento dos pintinhos em chocadeiras, eles devem ser colocados em outro equipamento com aquecimento, chamado de criadeira. Como nascem molhados, os filhotes devem estar secos antes de serem levados para o aparelho, que também é elétrico ou a gás. Nele deve haver ração inicial para pintos de um dia, pois as aves recém-nascidas não se alimentam nas primeiras 24 horas de vida, período que ainda estão digerindo a gema.

As criadeiras são ainda usadas se o produtor quiser "dobrar o choco" - jargão adotado pelos criadores quando a intenção é liberar a galinha para incubar novos ovos - ou evitar que filhotes chocados por amas sejam agredidos. Há casos em que galinhas que chocam ovos de gansas não aceitam as aves ao nascerem, passando a bicá-las na cabeça, o que pode até matá-las.

 

 

Culinaria Bodistica com Cabrito a Padeiro


Ingredientes:

- 1,5 kg a 2 kg de cabrito

  cortado em pedaços

- 5 dentes de alho

- 1 colher de chá de colorau

- 2 folhas de louro

- 50 ml de vinho branco

- 100 g de banha

- 1 kg de batatas pequeninas com pele

- 100 ml de azeite

- sal e pimenta a gosto

 

 

 

Preparação:

- Colocar o cabrito num recipiente grande, juntar os alhos picados, o louro, o colorau, o vinho branco, o sal e a pimenta e deixar  marinar 24 horas.

- Na hora de ir ao forno, colocar a carne num tabuleiro fundo, juntar as batatas lavadas, a marinada, o azeite e a banha e levar para assar cerca de 1h 30min. Servir quente. Acompanhar com uma salada, laranja, ou ananás em rodelas.

 

 VARIEDADES

Você sabia...?

 

cabra.jpg

...que, durante a lactação, a fêmea caprina ou ovina precisa de 25%, ou mesmo 50% a mais de água? Se não estiver amamentando, a necessidade cai, imediatamente, para o normal, que é entre 2 a 5 litros/dia.

... que um caprino ou ovino adulto defeca de 8 a 10 vezes por dia?

... que os caprinos podem distinguir, pelos lábios, sensações adstringentes, dolorosas e mudanças súbitas de temperaturas?

Provérbio

- Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer.

- Quem fica com a viúva, fica com os filhos. (Provérbio árabe)

- No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Anônimo)

- Tu és o que te habituaste a ser. (Provérbio árabe)

- O diabo coloca a mulher sob o homem para ter o homem sob o seu jugo. (Provérbio corsa)

Frase

- Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha. (Confúcio)

- Quem sabe, muitas vezes não diz. E quem diz muitas vezes não sabe. (Fernando Pessoa)

- Não é a nossa condição social, mas a qualidade da nossa alma que nos torna felizes. (Voltaire)

- Teoria é quando se sabe tudo e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe o por quê. Dureza é conjugar teoria e prática: nada funciona e ninguém sabe o porquê. (Popular)

Ditado

- Cavalo de cachaceiro conhece o caminho da bodega.

- Goiabada sem queijo é como abraço sem beijo.

- Ovelha não é pra mato.

- Diga-me com quem vais, que lhe direi o que farás.

- Cuidado com homem que não fala e com cachorro que não late.

- O verdadeiro amigo é aquele que aparece quando o resto do mundo desaparece.

Ditado esquisito

- Esse negócio de chifres não existe. Foi coisa que botaram na sua cabeça.

- Cachorro que foi picado por cobra corre até de barbante.

- Chato é estar mais por fora do que dedão de franciscano.

- Malandro é cavalo marinho que se finge de peixe pra não puxar carroça.

- Quem não tem cão, não compra ração.

 
No Setor Agropecuário veja; Rotação de Culturas, Cuidados com as Crias, Alimentos para Gado e Galinha, Suinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 18 de Fevereiro de 2014 22:31

 

Bem estar animal é um conceito que começa a ser adotado pelos criadores de aves, suínos e bovinos e frigoríficos. Além da questão humanitária, de evitar tratamento cruel aos bichos, há uma razão econômica – segundo os especialistas, animais estressados fornecem carne de baixa qualidade. Pressionados pelos consumidores, os supermercados e redes de fast food também tendem a rejeitar produtos de fornecedores que maltratam os animais e não seguem normas de bem-estar.

Última atualização em Ter, 18 de Fevereiro de 2014 22:40
 
Setor Agropecuário; Equinos, Abelhas, Caprinos e Curiosidades. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 16 de Fevereiro de 2014 12:15

 A escolha de uma espécie forrageira para pastejo no início da criação é importante, pois a forragem deve estar de acordo com as condições edafoclimáticas.

 
O manejo e consequentemente o sistema de produção que será utilizado uma vez que para o pastejo, é fundamental o conhecimento do comportamento e hábitos de crescimento da forrageira, bem como as exigências nutricionais das classes animais dos quais se alimentarão desta forragem.

Cabe salientar que é em vão procurar por capins "milagrosos" (mais produtivos, baixa exigência em fertilidade, tolerantes a seca, resistentes a pragas e que não possuam estacionalidade de produção). Com certeza absoluta, este capim não existe. Toda planta forrageira apresenta determinadas vantagens e limitações. Todavia para que haja produção e consequentemente correta utilização da pastagem escolhida, é fundamental que se estabeleçam inicialmente, níveis de fertilidade e manejos adequados para cada forrageira em questão.

Para equídeos, algumas características inerentes a espécie, como o comportamento de corrida, brincadeira (principalmente de potros) área de defecação, pastejo localizado e o próprio pisoteio em algumas áreas do piquete (por exemplo perto de cercas), limitam a escolha de alguns capins.




Para tanto, alguns capins como os do gênero Cynodon são os mais indicados pois apresentam boa cobertura do solo, boa aceitabilidade e bom rebrote . Alguns aspectos como custo de implantação, também deve ser levado em conta, pois espécies deste gênero se multiplicam por muda, dentre eles o Tifton ( 1 ) , Coastcross  ( 2 )  e o Capim Estrela. Estes capins, quando comparados aos que se multiplicam por semente (Mombaça, Gramão (batatais) ou até mesmo a Brachiaria Humidicola (semente e muda)) são por volta de 30 a 50 % mais caros a sua implantação. Para tanto, cabe ao produtor avaliar os custos e benefícios do uso destes capins.

Um fator interessante para ressaltarmos é que o uso da Brachiaria humidicola para pastejo é possível mas, o uso intensivo desta pastagem para equinos pode levar a um problema chamado de cara-inchada, que nada mais é que o inchaço na face do animal provocado pelo preenchimento dos ossos da face do animal por um tecido conjuntivo fibroso em função da anterior retirada do cálcio destes ossos e abertura de lacunas no mesmo.

O consumo deste capim, aumenta o consumo de Oxalato, composto encontrado na Brachiaria humidicola que "sequestra" ou rouba o cálcio ingerido pelo animal em sua dieta e obriga o mesmo a retirar o cálcio dos ossos. No entanto, o animal não apresenta grandes limitações em virtude disso para trabalho mas acaba comprometendo a estética do animal prejudicando a sua futura comercialização.
 
 

Diversidade de cultivos: garantia de renda na agricultura familiar

 

A diversificação de culturas na propriedade rural, também chamada de pluriatividades de cultivos, é uma estratégia que viabiliza a sustentabilidade da agricultura familiar. Entre os benefícios de sua adoção estão a garantia de renda, mesmo em períodos de entressafra, a segurança alimentar da família, além de benefícios para o meio ambiente.

  Explica-se como conduzir, de forma bem-sucedida, múltiplas atividades em agroecossistemas de base familiar. Trata-se de um arranjo produtivo onde o agricultor trabalha a exploração e a interação de diferentes culturas, podendo ainda agregar outras atividades ao trabalho da família, como o artesanato, por exemplo.

O modelo de exploração integrada de diferentes culturas foi implementado após a constatação da existência de mercado consumidor para os seguintes produtos: banana, uva, urucum e flores. Além de obter renda com a venda das frutas e das flores, as propriedades também lucram vendendo o urucum como matéria-prima para a indústria de corantes.

A interação entre as culturas acontece de diferentes formas: os troncos das bananeiras, utilizados para a retenção de águas de chuva e conservação do solo no pomar de videiras, também fornecem a matéria-prima para o artesanato produzido por jovens e mulheres das comunidades. As cascas dos frutos, assim como os restos vegetais de todas as culturas, passam por um processo de compostagem e são aproveitados como adubo orgânico para o solo.

Arranjos como esse, baseados nas potencialidades dos produtos típicos de cada região, ajudam a manter a renda familiar durante todo o ano, proporcionando sustentabilidade econômica e ambiental para a propriedade e, consequentemente,  melhor qualidade de vida para as famílias rurais. Uma das recomendações é optar pela tecnificação de ao menos uma das culturas integrantes do sistema.

 

 

Há 20 anos, a Apta mantém um serviço postal que entrega abelhas em todo o país, para renovar as colmeias e aumentar a produtividade


Editora Globo 

Responsável pela postura de ovos e a manutenção da colmeia, a abelha rainha é a mais importante do enxame – e a que determina o nível de produtividade. No Brasil, as rainhas têm vida útil de cerca de um ano, bem mais curta do que na Europa, onde costumam avançar até os cinco anos. Isso acontece porque nosso clima tropical propicia a produção de mel o ano inteiro, o que acaba por debilitá-las. E, se o apicultor não fizer a troca, as próprias abelhas farão, mas a colmeia pode ser perdida, porque a escolhida pode não ser fecundada e interromper a atividade. “Por isso é preciso que o criador esteja atento ao manejo e busque constantemente ter uma rainha jovem e produtiva”, diz Maria Luisa Teles Marques Florêncio Alves, zootecnista e pesquisadora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), instituto que, desde os anos 1980, envia pelo correio abelhas novinhas em folha para todo o país.

Segundo Maria Luisa, a criação de rainhas é um segmento da cadeia apícola nos grandes produtores mundiais. Já no Brasil, que oferta em torno de 50 mil toneladas ao ano de mel e é o 11º no ranking de produção, essa prática não é muito comum. “Apostamos na técnica de substituição dessas abelhas porque sabemos que, com isso, os apiários têm condições de aumentar sensivelmente a produtividade”, explica. A estimativa é que a simples troca do inseto mãe promova um ganho de 20% a 40%. No caso de uma rainha melhorada geneticamente, esse número sobe para 40% a 50%.

A rainha é identificada por seu porte grande a abdômem comprido.



O criatório da Apta fica em Pindamonhangaba (SP) e vende por ano quase 2 mil rainhas a outras cidades paulistas e a estados como Espírito Santo e Santa Catarina. Para o transporte, foi desenvolvido um recipiente especial, com base na adaptação de uma gaiola tipo Benton, tradicionalmente usada na apicultura. A embalagem é feita de duas tiras de madeira, tendo o tamanho mínimo de um envelope pequeno (11 por 16 centímetros) e o máximo de um envelope padrão (25 por 30 centímetros), que unirão as gaiolas na parte superior e inferior, formando uma caixa. A rainha vai na companhia de seis operárias, que produzem a geleia real para alimentá-la, em um trajeto que pode durar até sete dias. “A mortalidade na viagem é mínima”, garante a pesquisadora.

Como encomendar: tel. (12) 3642-7822 / e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 
 
 
VARIEDADES


Você sabia...?

... que a cauda de animais domésticos indica felicidade? Isso nos sonhos. Se sonhar com cauda de animais selvagens, é sinal de lucros. Se a cauda for de peixes indica especulações bem sucedidas. Se a cauda for de cabrito, significa alegrias. Se for de carneiro, significa trabalho.

... que o manejo sanitário adequado melhora a saúde dos animais? Melhora também a fertilidade, a produção, o ganho de peso e a produção de leite.

... que a Bíblia diz que o leite indica fartura e felicidade? Diz Provérbios 27:27:

“E haverá bastante leite de cabra para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas”.

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Frase

- Tem raça de cachorro para tudo: o que trabalha e o que dá trabalho. Geralmente só dá trabalho. (Frase de Expositora)

- O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna. (Salomão)

- Para filosofia barata não adianta inseticida. (Simone Dias Marques)

- Onde há muitos a comandar, nasce a confusão. (Luigi Einaudi, 1874-1961)

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Provérbio

- O avaro teme a pobreza, mas vive nela. (Provérbio árabe)

- Se teu inimigo é o mosquito, vê nele um elefante. (Provérbio árabe)

- Pela repetição até o asno aprende.

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Ditado

- Quando o esforçado só trabalha, o folgado leva a fama.

- É mais fácil chegar-se um touro a um mourão do que um estúpido à razão.

- Aonde vai o ferro vai a ferrugem.

- O risco que corre o pau, corre o machado.

- Quem em novo não trabalha, em velho dorme na palha.

- Cabrita ruim não precisa de chocalho.

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Ditado Esquisito

- Antes dava um boi para não entrar numa briga, hoje brigo por um bife.

- Suba na vida, mas não faça ninguém de escada.

- Se a botina é boa, não precisa de turbina.

- Por favor, não respire, pois estou fumando.

- Salário de pobre é troco de rico.

 
 
 

Com nova norma, a partir deste mês de janeiro, período de quarentena poderá ser realizado na casa do proprietário do animal


 Shutterstock

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) retirou a exigência de que o período de quarentena de aves ornamentais, importadas com a finalidade de companhia, seja realizado na Estação Quarentenária de Cananeia (EQC). A partir de janeiro, com a publicação da Instrução Normativa nº 1, no Diário Oficial da União (DOU), o procedimento poderá ser realizado no domicílio do proprietário.

Com a nova regra, a legislação vigente – IN n° 17, de 3 de agosto de 2010 – terá ainda outra alteração. A coleta de material para testes diagnósticos deverá ser efetuada no ponto de ingresso do animal. A colheita, o acondicionamento e o envio das amostras para os laboratórios oficiais ou credenciados pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários deverão atender às exigências dispostas na norma atual.

O Departamento de Saúde Animal (DSA) também poderá autorizar outros pontos de ingresso – além dos aeroportos internacionais de Viracopos e de Guarulhos –, considerando a infraestrutura para recebimento de animais vivos. Os procedimentos para o transporte das aves até o local de quarentena serão definidos pelo Ministério da Agricultura.

Tratando-se de importação com o objetivo de comercialização, deverão ser cumpridas as exigências zoossanitárias aplicáveis às aves em quarentena no país, ou seja, o período de isolamento precisa ser cumprido na EQC.

 

 

 CAPRINOS E OVINOS

Foto de CaprinoA caprinocultura e a ovinocultura têm se destacado no agronegócio brasileiro. A criação de caprinos, com rebanho estimado em 14 milhões de animais, distribuído em 436 mil estabelecimentos agropecuários, colocou o Brasil em 18º lugar do ranking mundial de exportações.

Grande parte do rebanho caprino encontra-se no Nordeste, com ênfase para Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará. A ovinocultura tem representatividade na região Nordeste e no estado do Rio Grande do Sul.

Carne, pele e lã estão entre os principais produtos. A produção de leite de cabra é de cerca de 21 milhões de litros e envolve, em grande parte, empresas de pequeno porte.

 

Bovinos

Foto de BoiA bovinocultura é um dos principais destaques do agronegócio brasileiro no cenário mundial. O Brasil é dono do segundo maior rebanho efetivo do mundo, com cerca de 200 milhões de cabeças. Além disso, desde 2004, assumiu a liderança nas exportações, com um quinto da carne comercializada internacionalmente e vendas em mais de 180 países.

O rebanho bovino brasileiro proporciona o desenvolvimento de dois segmentos lucrativos. As cadeias produtivas da carne e leite. O valor bruto da produção desses dois segmentos, estimado em R$ 67 bilhões, aliado a presença da atividade em todos os estados brasileiros, evidenciam a importância econômica e social da bovinocultura em nosso país. 

O clima tropical  a extensão territorial do Brasil contribuem para esse resultado, uma vez que permitem a criação da maioria do gado em pastagens. Além disso, o investimento em tecnologia e capacitação profissional; o desenvolvimento de políticas públicas, que permitem que o animal seja rastreado do seu nascimento até o abate; o controle da sanidade animal e segurança alimentar, contribuíram para que o País atendesse às exigências dos mercados rigorosos e conquistasse espaço no cenário mundial. 

Bubalinos

Foto de um BubalinoEmbora ainda mais tímida, a bubalinocultura está se desenvolvendo no país como uma alternativa rentável e saudável. Isso porque o búfalo se adapta facilmente em qualquer ambiente. A produção e o consumo de leite de búfalo vêm crescendo em função da demanda por alimentos como queijos e manteiga. Os elevados teores de gordura e sólidos totais no leite de búfala aumentam o rendimento na fabricação dos derivados em relação ao leite de vaca. A carne desses animais também é apreciada, contém menores índices de gordura, colesterol, calorias e contém mais proteína e minerais que a dos bovinos.

O rebanho brasileiro está estimado em torno de 1,15 milhão de bubalinos, sendo a região Norte, com 720 mil animais, a maior produtora do País, com destaque para o Pará, que responde por 39% do rebanho nacional.  Em seguida aparecem o Nordeste e o Sudeste, com 135 e 104 mil cabeças, respectivamente.

 

Última atualização em Dom, 16 de Fevereiro de 2014 12:23
 
Produros da Caprino-ovinocultura, Equinos e Áquas Subterrâneas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 14 de Fevereiro de 2014 23:22
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O caprino-ovinocultura se transformou no melhor site de "Classificados" do agronegócio . Administrado por profissionais experientes com uma grande rede de relacionamentos,  permitindo assim, uma grande visibilidade ao seu produto. 

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CAVALOS: Sablose - Ocorrência, Diagnóstico e Prevenção.

 


Os equinos, mesmo sendo seletivo para alimentos, quando mantidos sob manejo inadequado podem não preservar essa característica. Quando esta situação acontece pode levar à ingestão de areia pela água ou forragem oferecida no solo, acumulando no intestino do cavalo (Sullins, 1990).

A ingestão e o acúmulo de areia no trato gastrointestinal do equino, sablose, em quantidade limitada, normalmente não resulta em manifestações clínicas, mas se em quantidade significativa pode levar a diarreia crônica, perda de peso, quadros de abdome agudo e até a morte (Meagher, 1972; Specht e Colahan, 1988 e Ramey e Reinertson, 1984).

As características individuais, alterações sazonais de pastagem e distúrbios comportamentais em determinadas ocasiões também levam a ingestão de areia (Golouberff, 1993). Práticas indevidas de manejo tais como manter os animais em pasto com pouca cobertura vegetal e arenoso, disponibilizar alimento granulado diretamente no solo ou em quantidade insuficiente são condições favoráveis para a ocorrência de sablose (Ramey e Reinertson, 1984).

O diagnóstico dessa complicação pode ser feito pelo teste de sedimentação das fezes. (Ragle et al., 1989; Snyder e Spier, 1993; Ramey e Reinertson, 1984). Não há estudos controlados padronizando os sítios de acúmulo de areia no trato gastrointestinal dos equinos (Ragle et al., 1989).

Entretanto, em relatos de casuística, os locais mais comuns de acúmulo ou obstrução em ordem decrescente são o cólon dorsal direito, cólon transverso, cólon dorsal esquerdo e flexura pélvica, em se tratando de areia grossa (Ragle et al., 1989, Snyder e Spier, 1993). A areia fina tende a acumular normalmente nos cólons ventrais (Snyder e Spier, 1993).
O volume de areia suficiente para causar obstrução intestinal não é conhecido (Colahan, 1987).

Esse volume e as características individuais determinam a gravidade dos quadros clínicos, sendo possível a resolução com controle da dor, administração de laxativos e hidratação enteral e parenteral. Entretanto, uma quantidade maior de areia acarreta em maiores danos na mucosa intestinal e piora do prognóstico (Colahan, 1987).Considerando os animais sem resposta ao tratamento clínico e com necessidade de intervenção cirúrgica, o prognóstico varia de reservado à ruim (Colahan, 1987). 

Além desse prognóstico reservado, os animais submetidos à cirurgia podem desenvolver um quadro de laminite no período pós operatório, devido à maior absorção de bactérias e toxinas por conta do aumento da permeabilidade da mucosa intestinal lesada pela abrasividade da areia, conforme consideraram Snyder e Spier (1993). Estes fatores implicam em perdas econômicas para o criador.

Mesmo com o tratamento cirúrgico, é impossível remover completamente toda a areia presente nos cólons, sendo necessário um tratamento no pós operatório com laxativos lubrificantes até que a areia restante seja eliminada (Ragle et al., 1989). Ainda são utilizados laxativos como Psyllium mucciloid para o tratamento e prevenção da sablose (Golouberff, 1993), apesar de pesquisas demonstrarem a sua falha na evacuação da areia dos cólons (Hammock et al., 1998).

A mudança de manejo alimentar, ou seja, não disponibilizar alimento granulado no solo ou em quantidade insuficiente e em pastos com pouca corbertura vegetal, é de suma importância para minimizar a incidência de ingestão de areia pelos animais (Ragle et al., 1989).   Nestes casos, a disposição de ração em cocho coletivo, instável e solto ao nível do solo acarreta em aumento da competição, derramamento da ração no solo e possibilidade de ingestão de areia. Da mesma forma, a ingestão de feno após ser disponibilizado e pisoteado no solo facilita a ocorrência de sablose.

Portanto, a falta de adequação na oferta de alimentos aumenta a ocorrência de sablose nos equinos. Visando minimizar as perdas econômicas com cólicas, o ideal é minimizar o manejo inadequado e os fatores do meio que reúnem condições que colaboram para a ingestão de areia junto com os alimentos.

 

Treinamento para interessados em produzir tomates especiais

 

 

Uma das inovações introduzidas recentemente no mercado brasileiro de hortaliças é o cultivo de tomates especiais, conhecidos também como mini tomates. Devido ao alto conteúdo de açúcar e baixa acidez, essas cultivares são muito doces e saborosas, agradando ao paladar de consumidores de todas as idades e, por conta disso, aumentando a demanda a cada ano.

Com coordenação do professor Paulo Cesar Tavares de Melo, do Departamento de Produção Vegetal (LPV), da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ), foi organizada uma  visita técnica para apresentação das novas cultivares, na cidade de Elias Fausto, em São Paulo. Será no dia 26 de maio, das 07h30 às 12h. Na ocasião serão apresentadas, na prática, as principais técnicas culturais adotadas pelo produtor para obtenção de frutos de qualidade e boa produção que garantam a comercialização, desde o transplante, condução e técnicas culturais até colheita e embalagem do alimento.

O objetivo é fornecer ao produtor informações sobre como cultivar tomates especiais em estufas agrícolas, com frutos de alto padrão de qualidade, com excelente comercialização e lucratividade. Produtores rurais e profissionais do setor interessados podem se inscrever na Casa do Produtor Rural (CPR), na avenida Pádua Dias, 11, bairro São Dimas, de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h, e das 14h às 18h. Informações pelo telefone (19) 3429-4178 ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

Campanha pernambucana livra a mata sul das embalagens de agrotóxicos

 

 

Foram 5 toneladas de embalagens contaminadas por agrotóxicos recolhidas durante a campanha ambiental promovida pelos produtores pernambucanos de cana de açúcar. A quantidade do material coletado preencheu dois caminhões e serão reciclados e transformados em produtos de uso diversos.  A iniciativa foi da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP) que convocou os produtores da região para espontaneamente entregarem os recipientes vazios no pátio da Usina Pumaty.

Segundo o vice-presidente da AFCP, Paulo Giovanni, coordenador da Campanha Ambiental Campo Limpo, a retirada do material da natureza foi fundamental para proteção do meio ambiente. “Além de evitar a poluição da natureza, também cuidamos da saúde humana e dos animais, com e retirada desse passivo ambiental que, se reutilizadas erroneamente para outros fins, como, armazenagem de produtos, poderiam causar sérios prejuízos”, conta.

Além da AFCP e da Usina Pumaty, a campanha ambiental também contou com a parceria da Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (Arpan) e da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro). O dirigente informa que o órgão público acompanhou e fiscalizou a entrega dos recipientes, e a Arpan vai encaminhar o material coletado para uma fábrica em São Paulo. As embalagens serão transformadas em produtos de usos diversos, passando a ter utilidade social novamente.

 

 

Consumo de carne de ovinos


Há dez anos, o consumo de carne de caprinos e ovinos era de apenas de 500 gramas por habitante ao ano (Bezerra, 2004). Segundo Garcia (2004) o consumo per capita de carne/ano no Brasil é de 0,7 kg, mas cerca de 50% da carne ovina consumida é importada do Uruguai, Argentina e Nova Zelândia. No inicio da década passada, o Brasil importava cerca de 2.000 toneladas de carne ovina por ano, tendo estes números quadruplicados no ano de 2.000 (Simplício, 2001), concluindo-se que há imensa possibilidades de ampliação do mercado.

 

 

 

Mercado interno precisa crescer


O mercado tem se mostrado consumidor tanto no Brasil como no exterior.

A tendência do mercado é de aumentar o consumo de carne fresca ou resfriada em substituição à carne congelada.

Esta tendência do mercado consumidor poderá favorecer as regiões que tenham maior presença no mercado durante maior número de meses ao ano. Assim, os efetivos de ovinos precisam ser aumentados rapidamente para diminuir as importações e cobrir as ociosidades existentes nos abatedouros e frigoríficos. Portanto, planejamento adequado aliado à organização dos produtores e a pesquisas bem orientadas poderão aumentar o período de oferta de animais para abate por maior número de meses do ano.

 

 

Leite na Paraíba


Estimular Com uma produção diária de aproximadamente 18 mil litros, a Paraíba é o maior produtor de leite de cabra do Brasil. O Governo assinou contrato para compra de até 30.000 litros/dia de leite de cabra, que absorve a produção por meio dos Programa Fome Zero e Programa Leite da Paraíba.

"Considerando a produção diária, essa atividade gera anualmente cerca de R$ 9 milhões só com o leite", calcula Everaldo Cadena, médico-veterinário da Emater e especialista em caprino-ovinocultura. Na opinião dele "essa atividade ameniza a situação de pobreza de uma região sofrida e castigada por longos períodos de estiagens.

É no Cariri, no Sertão e no Curimataú que a caprinocultura tornou-se principal atividade agropecuária e econômica".

Nessas regiões, circula um rebanho de 624 mil cabeças de caprinos, dos quais 25% são cabras leiteiras. Nas três principais regiões, 1.133 famílias agricultoras dependem da atividade e estão distribuídas em 37 associações, que possuem 11 pequenas usinas de beneficiamento.

 

 

Tratador com bons olhos



Cada vez mais a criação de ovinos tem-se tornado um negócio lucrativo. Com o mercado mais competitivo é necessário minimizar, ao máximo, as perdas produtivas e a mortalidade desse tipo de animais, para a garantia da permanência do produtor nessa modalidade de criação.

O treinamento dos funcionários responsáveis pelo manejo diário do rebanho é de fundamental importância. Por lidarem diretamente com o rebanho podem observar melhor o seu comportamento e as alterações que possam acontecer, promovendo o atendimento veterinário por um profissional habilitado, de maneira mais rápida e eficaz, evitando perdas significativas dos animais e consequentes danos ao rebanho e à produção como um todo.

 

 

 

Técnica antiga pode dobrar o número de embriões em caprinos


Uma técnica, esquecida ao longo do tempo, criada há mais de dez anos, a técnica da bipartição de embriões, pode aumentar a produtividade do rebanho caprino, já que aumenta o número de embriões. Consiste em cortar os embriões em duas partes e implantá-los em uma fêmea produtiva, o que, antigamente, se realizava, com facilidade. De fato, segundo Hévila Salles, da Embrapa Ovinos, antigamente usava-se um estilete adaptado a uma pipeta pasteur, e com o uso de um estereoscópio, visualizava-se o embrião que, em seguida, era fixado e cortado com a lâmina em duas partes.  Hoje, existem equipamentos mais sofisticados que podem ser utilizados para realizar a bipartição. Com o uso da bipartição embrionária, consegue-se dobrar o número de embriões, mas isso apresenta alguns riscos, pois o embrião possui uma barreira de proteção sanitária que é rompida durante a técnica. Caso ele não tenha sido bem lavado e venha de fêmeas portadoras de alguma doença, o embrião deve ser descartado.

 

 

 

 

Para que a técnica tenha sucesso, é necessário que o produtor tome vários cuidados, como a seleção das fêmeas, utilizando as melhores e mais saudáveis; um manejo nutricional e sanitário é, igualmente, importante.

O produtor, tomando os devidos cuidados, poderá dobrar seu rebanho, tornando sua atividade mais lucrativa. 

 
 
 

Águas Subterrâneas

 

Água subterrânea é toda a água que ocorre abaixo da superfície da Terra, preenchendo os poros ou vazios intergranulares das rochas sedimentares, ou as fraturas, falhas e fissuras das rochas compactas, e que sendo submetida a duas forças (de adesão e de gravidade) desempenha um papel essencial na manutenção da umidade do solo, do fluxo dos rios, lagos e brejos. As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma parcela da água precipitada.

Após a precipitação, parte das águas que atinge o solo se infiltra e percola no interior do subsolo, durante períodos de tempo extremamente variáveis, decorrentes de muitos fatores:

- porosidade do subsolo: a presença de argila no solo diminui sua permeabilidade, não permitindo uma grande infiltração;
- cobertura vegetal: um solo coberto por vegetação é mais permeável do que um solo desmatado;
- inclinação do terreno: em declividades acentuadas a água corre mais rapidamente, diminuindo a possibilidade de infiltração;
- tipo de chuva: chuvas intensas saturam rapidamente o solo, ao passo que chuvas finas e demoradas têm mais tempo para se infiltrarem.

Durante a infiltração, uma parcela da água sob a ação da força de adesão ou de capilaridade fica retida nas regiões mais próximas da superfície do solo, constituindo a zona não saturada. Outra parcela, sob a ação da gravidade, atinge as zonas mais profundas do subsolo, constituindo a zona saturada (figura 2.1).


- CARACTERIZAÇÃO ESQUEMÁTICA DAS ZONAS NÃO SATURADA E SATURADA NO SUBSOLO

Zona não saturada: também chamada de zona de aeração ou vadosa, é a parte do solo que está parcialmente preenchida por água. Nesta zona, pequenas quantidades de água distribuem-se uniformemente, sendo que as suas moléculas se aderem às superfícies dos grãos do solo. Nesta zona ocorre o fenômeno da transpiração pelas raízes das plantas, de filtração e de autodepuração da água. Dentro desta zona encontra-se:

- Zona de umidade do solo: é a parte mais superficial, onde a perda de água de adesão para a atmosfera é intensa. Em alguns casos é muito grande a quantidade de sais que se precipitam na superfície do solo após a evaporação dessa água, dando origem a solos salinizados ou a crostas ferruginosas (lateríticas). Esta zona serve de suporte fundamental da biomassa vegetal natural ou cultivada da Terra e da interface atmosfera / litosfera.
- Zona intermediária: região compreendida entre a zona de umidade do solo e da franja capilar, com umidade menor do que nesta última e maior do que a da zona superficial do solo. Em áreas onde o nível freático está próximo da superfície, a zona intermediária pode não existir, pois a franja capilar atinge a superfície do solo. São brejos e alagadiços, onde há uma intensa evaporação da água subterrânea.
- Franja de capilaridade: é a região mais próxima ao nível d'água do lençol freático, onde a umidade é maior devido à presença da zona saturada logo abaixo.

Zona saturada: é a região abaixo da zona não saturada onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água. As águas atingem esta zona por gravidade, através dos poros ou fraturas até alcançar uma profundidade limite, onde as rochas estão tão saturadas que a água não pode penetrar mais. Para que haja infiltração até a zona saturada, é necessário primeiro satisfazer as necessidades da força de adesão na zona não saturada. Nesta zona, a água corresponde ao excedente de água da zona não saturada que se move em velocidades muito lentas (em/dia), formando o manancial subterrâneo propriamente dito. Uma parcela dessa água irá desaguar na superfície dos terrenos, formando as fontes, olhos de água. A outra parcela desse fluxo subterrâneo forma o caudal basal que deságua nos rios, perenizando-os durante os períodos de estiagem, com uma contribuição multianual média da ordem de 13.000 km3/ano (PEIXOTO e OORT, 1990, citado por REBOUÇAS, 1996), ou desagua diretamente nos lagos e oceanos.

A superfície que separa a zona saturada da zona de aeração é chamada de nível freático, ou seja, este nível corresponde ao topo da zona saturada (IGM, 2001). Dependendo das características climatológicas da região ou do volume de precipitação e escoamento da água, esse nível pode permanecer permanentemente a grandes profundidades, ou se aproximar da superfície horizontal do terreno, originando as zonas encharcadas ou pantanosas, ou convertendo-se em mananciais (nascentes) quando se aproxima da superfície através de um corte no terreno.




 Qualidade das Águas Subterrâneas

Durante o percurso no qual a água percola entre os poros do subsolo e das rochas, ocorre a depuração da mesma através de uma série de processos físico-químicos (troca iônica, decaimento radioativo, remoção de sólidos em suspensão, neutralização de pH em meio poroso, entre outros) e bacteriológicos (eliminação de microorganismos devido à ausência de nutrientes e oxigênio que os viabilizem) que agindo sobre a água, modificam as suas características adquiridas anteriormente, tornando-a particularmente mais adequada ao consumo humano (SILVA, 2003).

Sendo assim, a composição química da água subterrânea é o resultado combinado da composição da água que adentra o solo e da evolução química influenciada diretamente pelas litologias atravessadas, sendo que o teor de substâncias dissolvidas nas águas subterrâneas vai aumentando à medida que prossegue no seu movimento (SMA, 2003).

As águas subterrâneas apresentam algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação ao das águas dos rios: são filtradas e purificadas naturalmente através da percolação, determinando excelente qualidade e dispensando tratamentos prévios; não ocupam espaço em superfície; sofrem menor influência nas variações climáticas; são passíveis de extração perto do local de uso; possuem temperatura constante; têm maior quantidade de reservas; necessitam de custos menores como fonte de água; as suas reservas e captações não ocupam área superficial; apresentam grande proteção contra agentes poluidores; o uso do recurso aumenta a reserva e melhora a qualidade; possibilitam a implantação de projetos de abastecimento à medida da necessidade (WREGE,1997).





2. Aqüíferos

Aqüífero é uma formação geológica do subsolo, constituída por rochas permeáveis, que armazena água em seus poros ou fraturas. Outro conceito refere-se a aqüífero como sendo, somente, o material geológico capaz de servir de depositório e de transmissor da água aí armazenada. Assim, uma litologia só será aqüífera se, além de ter seus poros saturados (cheios) de água, permitir a fácil transmissão da água armazenada.

Um aqüífero pode ter extensão de poucos quilômetros quadrados a milhares de quilômetros quadrados, ou pode, também, apresentar espessuras de poucos metros a centenas de metros (REBOUÇAS et al., 2002). Etimologicamente, aqüífero significa: aqui = água; fero = transfere; ou do grego, suporte de água (HEINEN et al., 2003).

Os aqüíferos mais importantes do mundo, seja por extensão ou pela transnacionalidade, são: o Guarani - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai (1,2 milhões de km2); o Arenito Núbia ­Líbia, Egito, Chade, Sudão (2 milhões de km2); o KalaharijKaroo -Namíbia, Bostwana, África do Sul (135 mil km2); o Digitalwaterway vechte - Alemanha, Holanda (7,5 mil km2); o Slovak­Karst-Aggtelek -República Eslováquia e Hungria); o Praded - República Checa e Polônia (3,3 mil km2) (UNESCO, 2001); a Grande Bacia Artesiana (1,7 milhões km2) e a Bacia Murray (297 mil km2), ambos na Austrália. Em um recente levantamento, a UNECE da Europa constatou que existem mais de 100 aqüíferos transnacionais naquele continente (ALMASSY e BUZAS, 1999 citado em UNESCO, 2001).



 Tipos de Aqüíferos

A litologia do aqüífero, ou seja, a sua constituição geológica (porosidade/permeabi­lidade intergranular ou de fissuras) é que irá determinar a velocidade da água em seu meio, a qualidade da água e a sua qualidade como reservatório. Essa litologia é decorrente da sua origem geológica, que pode ser fluvial, lacustre, eólica, glacial e aluvial (rochas sedimentares), vulcânica (rochas fraturadas) e metamórfica (rochas calcáreas), determinando os diferentes tipos de aqüíferos.

Quanto à porosidade, existem três tipos aqüíferos



- TIPOS DE AQüíFEROS QUANTO À POROSIDADE

- Aqüífero poroso ou sedimentar - é aquele formado por rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados ou solos arenosos, onde a circulação da água se faz nos poros formados entre os grãos de areia, silte e argila de granulação variada. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Esses aqüíferos ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. Uma particularidade desse tipo de aqüífero é sua porosidade quase sempre homogeneamente distribuída, permitindo que a água flua para qualquer direção, em função tão somente dos diferenciais de pressão hidrostática ali existente. Essa propriedade é conhecida como isotropia.
- Aqüífero fraturado ou fissural - formado por rochas ígneas, metamórficas ou cristalinas, duras e maciças, onde a circulação da água se faz nas fraturas, fendas e falhas, abertas devido ao movimento tectônico. Ex.: basalto, granitos, gabros, filões de quartzo, etc. (SMA, 2003). A capacidade dessas rochas de acumularem água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação, permitindo a infiltração e fluxo da água. Poços perfurados nessas rochas fornecem poucos metros cúbicos de água por hora, sendo que a possibilidade de se ter um poço produtivo dependerá, tão somente, desse poço interceptar fraturas capazes de conduzir a água. Nesses aqüíferos, a água só pode fluir onde houverem fraturas, que, quase sempre, tendem a ter orientações preferenciais. São ditos, portanto, aqüíferos anisotrópicos. Um caso particular de aqüífero fraturado é representado pelos derrames de rochas vulcânicas basálticas, das grandes bacias sedimentares brasileiras.
- Aqüífero cárstico (Karst) - formado em rochas calcáreas ou carbonáticas, onde a circulação da água se faz nas fraturas e outras descontinuidades (diáclases) que resultaram da dissolução do carbonato pela água. Essas aberturas podem atingir grandes dimensões, criando, nesse caso, verdadeiros rios subterrâneos. São aqüíferos heterogêneos, descontínuos, com águas duras, com fluxo em canais. As rochas são os calcários, dolomitos e mármores.

Quanto à superfície superior (segundo a pressão da água), os aqüíferos podem ser de dois tipos (figura 2.3):



- TIPOS DE AQÜÍFEROS QUANTO À PRESSÃO

- Aqüífero livre ou freático - é aquele constituído por uma formação geológica permeável e superficial, totalmente aflorante em toda a sua extensão, e limitado na base por uma camada impermeável. A superfície superior da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. Os aqüíferos livres têm a chamada recarga direta. Em aqüíferos livres o nível da água varia segundo a quantidade de chuva. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados pela população. São também os que apresentam maiores problemas de contaminação.
- Aqüífero confinado ou artesiano - é aquele constituído por uma formação geológica permeável, confinada entre duas camadas impermeáveis ou semipermeáveis. A pressão da água no topo da zona saturada é maior do que a pressão atmosférica naquele ponto, o que faz com que a água ascenda no poço para além da zona aqüífera. O seu reabastecimento ou recarga, através das chuvas, dá-se preferencialmente nos locais onde a formação aflora à superfície. Neles, o nível da água encontra-se sob pressão, podendo causar artesianismo nos poços que captam suas águas. Os aqüíferos confinados têm a chamada recarga indireta e quase sempre estão em locais onde ocorrem rochas sedimentares profundas (bacias sedimentares).

O aqüífero semi-confinado que é aquele que se encontra limitado na base, no topo, ou em ambos, por camadas cuja permeabilidade é menor do que a do aqüífero em si. O fluxo preferencial da água se dá ao longo da camada aqüífera. Secundariamente, esse fluxo se dá através das camadas semi-confinantes, à medida que haja uma diferença de pressão hidrostática entre a camada aqüífera e as camadas subjacentes ou sobrejacentes. Em certas circunstâncias, um aqüífero livre poderá ser abastecido por água oriunda de camadas semi­confinadas subjacentes, ou vice-versa. Zonas de fraturas ou falhas geológicas poderão, também, constituir-se em pontos de fuga ou recarga da água da camada confinada.

Em uma perfuração de um aqüífero confinado, a água subirá acima do teto do aqüífero, devido à pressão exercida pelo peso das camadas confinantes sobrejacentes. A altura a que a água sobe chama-se nível potenciométrico e o furo é artesiano. Numa perfuração de um aqüífero livre, o nível da água não varia porque corresponde ao nível da água no aqüífero, isto é, a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. O nível da água é designado então de nível freático

 

Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

 

O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno.

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais.

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais.


Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte.


Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento.

Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível.


Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 11 de Fevereiro de 2014 21:45

 COMO FAZER GRANDES CAMPEÕES

Como Avaliar Corretamente o Animal  

 

Temas que dão ênfase aos métodos utilizados na avaliação de caprinos, ética, raças, mensurações e mercado. Criatórios especializados em sistemas de produção com raças específicas para corte e leite.

O principal objetivo é que você aprenda a avaliar um animal para fins econômicos, pois um ovino ou caprino funcional significa produção e rentabilidade.


Objetivos de uma avaliação:

- Permanência ou descarte de animais no rebanho.
- Melhoramento genético
- Participação dos animais em exposições, leilões, julgamentos e provas zootécnicas.
- Aquisição de animais para formação de rebanho.
- Financiamento bancário.
- Peritagem.
- Inscrição em sociedade de Registro Genealógico.


Desenvolver aptidões é necessário para que os futuros animais se tornem grandes campeões.

- Olho clínico – Sensibilidade, imaginação, concentração, segurança e arte.
- Ciência – Genética, geometria (ân­gulos, comprimentos e formas), histórico das raças, geografia (habitat) e zoognósia (estudo do exterior dos animais).
- Critérios.
- Honestidade.
- Atualização com o mercado.


Parâmetros utilizados na avaliação individual do animal


- Idade.
- Saúde.
- Boa produção - fertilidade, ossatura e ligamentos.
- Temperamento - calmo, agressivo, habilidade materna.
- Órgãos genitais - desenvolvimento e conformação normal.
- Sexualidade normal.
- Economia – leite, carne e pele.
- Padrão racial.
- Desempenho.
- Compensações.
- Ascendência.
- Descendência – progênie, o mais seguro.
- Colaterais – irmãos e primos.
- Cada parte do corpo do animal recebe notas de 0 a 100 atribuídas pelo inspetor de registro.

 

 ALIMENTAÇÃO X RAÇA

FATORES IMPORTANTES NO DESEMPENHO DA PRODUÇÃO     

         

Dentro da produção animal, três fatores assumem capital importância no desempenho dos indivíduos: a genética, através da raça, da variedade ou da linhagem; o ambiente, através do clima, da alimentação/nutrição, do manejo, etc. e a interação entre eles.

 

No Nordeste, onde se encontram os maiores rebanhos caprino e ovino do País - 92% e 58%, respectivamente, do total existente - a produção é extremamente baixa e grandemente afetada pelo desequilíbrio entre a raça e a nutrição dos animais. Este desequilíbrio quase sempre é resultante de um manejo cuja idéia central tem a raça como única e independente saída para o sucesso produtivo desses animais. Grande equívoco!

 

A raça tem uma grande parcela no desempenho produtivo dos rebanhos. Mas, mesmo raças especializadas na produção de carne ou leite, sem um manejo alimentar/nutricional que faça jus à bagagem genética que as caracteriza, têm se apresentado com produções medíocres, muitas vezes inferiores às das raças naturalizadas e menos especializadas, porém adaptadas ao meio.

 

A introdução de novas raças especializadas, tanto para a produção de carne como de leite, tem sido utilizada nos rebanhos caprinos e ovinos de todo território nacional, e isto já vem acontecendo há algumas décadas. São raças de origens européia, africana, asiática, americana etc. afora, as raças naturalizadas que já passaram por algum tipo de melhoramento produtivo, como os ovinos Santa Inês, Morada Nova e Somalis Brasileira.

 

 CURIOSIDADES COMPARATIVAS

CURIOSIDADES COMPETITIVAS ENTRE A CAPRINO-OVINOCULTURA E A BOVINOCULTURA


  • Um ovino mestiço (cruzamento com a raça Dorper ou Texel, por exemplo) atinge 40kg de peso vivo em apenas quatro meses.
  • Em um ano, onde se cria 1 bovino, criam-se 24 ovinos;
  • Um bovino com quatro anos pesa em torno de 400kg, enquanto na mesma área e no mesmo período são produzidos 96 ovinos, que pesam  3.840kg (96 cabeças x 40kg);
  • Um bovino bebe 80 litros de água por dia. E um mês, bebe 2.400 litros de água, quantidade suficiente para o consumo de 80 ovinos; e
  • Em geral, os ovinos são criados e engordados com alimentação à base de pastagens cultivadas ( leucena, cunhã, gandú, gramíneas etc.) e/ou nativas melhoradas, enquanto os bovinos, normalmente, exigem, além das pastagens, alimentação suplementar à base de concentrados.

 

Os quadros 1e 2, anexos, mostram evolução de planteis bovinos e caprinos, comparando o crescimento vegetativo de cada rebanho, o investimento inicial com a aquisição de 10 vacas e  10 cabras e a respectiva a recuperação do capital inicial, acrescido do valor dos animais nascidos ao longo de 12 anos.
Quadro 1 – Comparação entre as evoluções dos rebanhos bovino e caprino, em um período de 12 anos...

Rebanho bovino

 

Ano

Fêmeas

Vacas

Crias

Total

1

10

4 bezerras

14

2

9

4 bezerras + 4 garrotas

17

3

8

3 bezerras + 4 garrotas + 4 novilhas

19

4

11

4 bezerras + 3 garrotas + 4 novilhas

22

5

13

5 bezerras + 4 garrotas + 3 novilhas

25

6

14

6 bezerras + 5 garrotas + 4 novilhas

29

7

16

6 bezerras + 6 garrotas + 5 novilhas

33

8

19

8 bezerras + 6 garrotas + 6 novilhas

39

9

22

9 bezerras + 6 garotas + 6 novilhas

45

10

25

10 bezerras + 8 garotas + 8 novilhas

51

11

28

11 bezerras + 9 garrotas + 8 novilhas

56

12

31

12 bezerras + 9 garrotas + 9 novilhas

62

Rebanho caprino

 

Ano

Fêmeas

Cabras

Crias

Total

1

10

8 até um ano

18

2

12

10 até um ano + 3 mais de um ano

25

3

18

15 até um ano + 4 mais de um ano

37

4

24

21 até u ano + 6 mais de um ano

51

5

34

29 até um ano + 9 mais ed um ano

72

6

48

41 até um ano + 13 mais de um ano

102

7

70

59 até um ano + 18 mais de um ano

147

8

98

82 até um ano + 26 mais de um ano

206

9

138

116 até um ano + 37 mais de um ano

291

10

195

164 até um ano + 52 mais de um ano

396

11

275

231 até um ano + 74 mais de um ano

580

12

389

327 até um ano + 104 mais de u ano

820

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 10 de Fevereiro de 2014 05:27

Quais, como e quando utilizar as vacinas



Vacinação é sinônimo de lucro para o criador e a não-vacinação pode resultar em graves prejuízos.

 

 

 

O correto manejo sanitário torna-se imprescindível para o sucesso dos criatórios de caprinos e ovinos, em virtude dos altos custos da produção e da competitividade dos mercados mundiais. Este controle é possível a partir da adoção de medidas preventivas para uma série de enfermidades dos animais (Langoni, 2004), que ressaltam a importância da vacinação no manejo dos rebanhos.

Vacinas são produtos biológicos que servem para a imunização contra diversas doenças causadas por vírus e bactérias, conhecidos como micróbios, ou seja, organismos vistos no microscópio (Instituto Fiocruz, do Rio de Janeiro). Os chamados antígenos representam os constituintes ativos das vacinas e são os responsáveis pela imunidade. As vacinas são produzidas e classificadas de acordo com os tipos de antígenos, representados pelos próprios micro-organismos, ou por suas partes estruturais e produtos de seu metabolismo.

Um programa efetivo de imunização deve propiciar a proteção para controlar, ou prevenir as moléstias infecciosas que naturalmente ocorrem nos rebanhos (Brumbaugh & Hjerpe, 1993).

A vacinação de pequenos ruminantes não é obrigatória, segundo a Instrução Normativa n° 87 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos (PNSCO). A vacinação não é realizada, mesmo contra a febre aftosa, responsável por prejuízos devido às condições internacionais para a exportação. Algumas vacinas são proibidas para ovinos e caprinos, segundo o “Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa” (PNEFA, 2007) do MAPA. A vacinação, no entanto, é uma das práticas mais garantidoras da sanidade e, por consequência, do lucro.

Algumas vacinas são essenciais como medida preventiva. As doenças no rebanho causam um impacto econômico negativo para o criador. Os tópicos abaixo ilustrarão as principais e os métodos de vacinação.

 

Raiva

 

 

A raiva representa uma doença causada por vírus que acomete diversos animais e também o homem. O cão é o principal reservatório da doença para disseminação nas áreas urbanas e em ambiente rural são os morcegos hematófagos (Desmodus rotundus).

Esta doença manifesta-se com uma gama de sinais clínicos, citados a seguir:

1 - isolamento do rebanho;

2 - apatia;

3 - perda do apetite e dor;

4 - excitabilidade;

5 - salivação abundante e dificuldade de deglutição;

6 - incoordenação motora e tremores;

7- paralisia respiratória.

Estes sintomas podem evoluir até a morte dos animais.

 

Clostridioses

 

Medidas preventivas devem ser adotadas, pois é uma doença de caráter agudo e há dificuldade em estabelecer tratamentos para ela. A vacina é a principal estratégia para combater a clostridiose (Lobato et al., 2004).

Na clostridiose há uma variedade de manifestações clínicas causadas por diferentes bactérias anaeróbicas (produtoras de toxinas) que acometem diferentes espécies.

Os principais sinais clínicos apresentados por ovinos e caprinos acometidos incluem:

1 - dificuldade de locomoção;

2 - aumento de volume dos membros posteriores;

3 - excitabilidade;

4 - desvio lateral de cabeça;

5 - morte súbita.

 

Ovinos podem contrair o carbúnculo sintomático, tipo de clostridiose causada pela bactéria Clostridium chauvoei, através da contaminação de ferimentos. Estes podem ser causados durante o parto, castração, ou lesões de umbigo (Riet-Correa, 2001).

 

Linfadenite Caseosa

 

A linfadenite caseosa, ou mal- do-caroço é uma enfermidade contagiosa causada pelo Corynebacterium pseudotuberculosis, atingindo preferencialmente ovinos e caprinos. Causa perdas econômicas por condenação de carcaças (Riet-Correa, 2001). A doença é caracterizada pela formação de abscessos em diferentes partes do corpo dos animais, podendo levar a: emagrecimento progressivo e deficiência respiratória, ou hepática (abscessos nas vísceras).

 

Ectima Contagioso

 

O ectima contagioso, ou dermatite pustular, é infecto-contagiosa causada pelo vírus Parapoxvirus e também afeta os pequenos ruminantes. A enfermidade é caracterizada por: desenvolvimento de lesões na pele do focinho e formação de bolha, úlceras e crostas grosseiras no úbere e boca do animal.

Borregos ou cabritos não recebem anticorpos contra esta doença junto ao colostro materno (Barros, 2001). Os animais afetados podem perder peso pela dificuldade de alimentação, sendo que em jovens as lesões na língua impedem a amamentação. É prejuízo ao criador e uma alerta para a importância da vacinação em surtos.

A Tabela ilustra as principais vacinas e a vacinação indicada para a prevenção de doenças dos pequenos ruminantes.

 

Leptospirose

 

Caprinos e ovinos são susceptíveis aos mesmos sorovares (variedades) de leptospiras que acometem os bovinos (Langoni, 2005), motivo que preconiza a utilização das mesmas vacinas após a identificação sorológica da variedade de leptospira .

Os ovinos correspondem ao grupo de animais domésticos menos susceptíveis à doença, embora a leptospirose possa manifestar-se na forma aguda ou crônica . Esta doença pode ter as seguintes manifestações: quadros de septicemia, ou infecção generalizada; hemorragia; problemas renais; mastite sanguinolenta; retorno ao cio; abortamento e morte precoce de cordeiros (Hermann et al., 2004).

Após a identificação do surto preconiza-se a vacinação com duas doses em intervalos de 3 a 5 semanas e reaplicação semestral. O tratamento sistêmico com antibióticos também é recomendado.

 

Foot Root

 

Caracteriza-se por uma doença bacteriana, contagiosa, que afeta todos os aspectos do ciclo produtivo da ovinocultura. Pode levar à inflamação dos cascos e laminite (Burke & Parker, 2007). Vacinação estratégica é indicada coincidindo com os períodos favoráveis dos surtos.

A prevenção da doença no outono, segundo Ribeiro (2001), é recomendada com vacinação em fevereiro e reforço em maio. Já na primavera, indica-se a aplicação em julho e a revacinação em agosto. Os animais já imunizados, incluindo fêmeas em gestação, passam por manutenção anual. Trabalhos recentes exploram o efeito da raça, categoria e grau de acometimento dos animais sobre a resistência e sua herdabilidade na produção.

 



Cuidados com vacinas - Representam fatores que devem ser evitados para o sucesso dos programas de vacinação:

- conservação inadequada (temperatura de estocagem ideal é entre 2 a 8°C);

- aplicação após o vencimento;

- dose incorreta ou insuficiente;

- falta de assepsia ou limpeza no local de aplicação.

 

 

 

 

Considerações finais

 

As boas práticas aliadas às vacinas de qualidade representam o primeiro passo para o manejo sanitário dos criatórios de caprinos e ovinos, merecendo, portanto, total atenção dos produtores e técnicos envolvidos nessa cadeia produtiva.


Curiosidades

 
VARIEDADES

Você sabia...?

... que as fezes do caprino apresentam entre 40 a 45% de água?

... que as cabras em pastoreio, podem gastar de 7 a 10 horas por dia nesta tividade?

... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.

... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?

... que os caprinos geralmente dormem em duplas, encostando-se uns aos outros pelos flancos? Normalmente adotam essa posição

em decúbito esternal.

 

 

 

 

 

 

CUIDADOS COM O POTRO RECÉM NASCIDO

 

 
Nesta terceira e última parte serão discutidos os processos que levam á interrupção da unidade égua-potro. Estes fatores poderão ter origem na égua ou no potro neonato, através de problemas infecciosos ou não, mas sempre afetando negativamente a sobrevida principalmente do potro. Este será o foco deste artigo, a identificação do potro de alto-risco, suas causas e possíveis tratamentos na primeira semana de vida.
 
 
 
 

IDENTIFICAÇÃO DO POTRO DE ALTO RISCO
 
a) Condições Maternas
- As condições maternas predisponentes poderão ser de origem infecciosa. Estas infecções poderão ser virais ou bacterianas, causando infecção sistêmica e produzindo toxinas que passam a barreira placentária e são nocivas para o feto. Poderão ocorrer também focos localizados, como placentite, que levam a uma infecção fetal e falta de circulação e oxigenação na placenta resultando em hipóxia do feto, levando ao óbito prematuro do neonato.
- A falta de leite da égua ou lactação prematura poderá levar á falta de ingestão adequada de anticorpos e conseqüentemente o potro ficará mais vulnerável a infecções.
- Um quadro de anemia materna prejudica o desenvolvimento fetal além de falha na oxigenação.
- Outros fatores maternos que poderão levar a um quadro de alto-risco são a administração de drogas abortivas ou supressoras, traumas á barreira placentária e seus vasos sanguíneos, colocando o sangue do feto em contato com o sistema imune materno, stress por viagens e manejo inadequado.

b) Condições do parto
- As distocias levam a traumas diretos ou indiretos no potro, asfixia neonatal e hemorragias intrcranianas.
- Um cordão umbilical curto poderá se romper antes da saída do feto e sua primeira respiração levando á asfixia. Um cordão longo poderá se enrolar a algum membro e também se romper internamente, levando á mesma situação.
- O descolamento prematuro da placenta causa falha na circulação sanguínea e asfixia. Uma placenta pequena está associada á falta de vilosidades (unidade anatômica circulatória) e uma placenta pesada está associada a infecções bacterianas e a edema.
- O uso de alguns medicamentos depressivos durante os procedimentos do parto causam também depressão respiratória e circulatória, levando a hipotensão fetal.

c) Condições do potro neonato
- Dentre as condições inerentes ao potro estão aspiração de mecônio (a asfixia leva o potro a defecar ainda no útero), gestação de gêmeos (diminuição da área placentária e conseqüentemente do fluxo sanguíneo causando subdesenvolvimento fetal), potros órfãos, atraso na ingestão de colostro (levando a diminuição da imunidade passiva), stress neonatal (leva á diminuição das células intestinais que absorvem os anticorpos causando falha na sua absorção) e potro prematuro.
 
 

FALHA NA TRANFERÊNCIA DE IMUNIDADE PASSIVA (FTIP)
 

Devido ao mecanismo de transferência da imunidade passiva em potros já ter sido anteriormente descrito nas partes I e II, focaremos agora as causas que interferem na aquisição de uma boa imunidade e seus possíveis tratamentos.

a) Causas
- Falha da glândula mamária em produzir e concentrar anticorpos (IgG) 4 a 2 semanas antes do parto. A lactação precoce também leva a esta falha, pois o colostro é substituído pelo leite em 12 horas.
- O pico de absorção da IgG é atingido 6 a 12 horas após a primeira mamada. Se ocorrerem fatores que levem a uma má absorção, como stress ou administração de inócuos orais, a imunidade ficará debilitada. A eficiência da absorção das células é máxima logo após o nascimento (22 %) e de 1 % após 24 horas.
- Anormalidades musculoesqueléticas ou traumas não permitem o potro se levantar e mamar.

b) Diagnóstico
(ver parte II – Imunidade)

c) Tratamento
- Potros com menos de 12 horas de vida: fornecer colostro via oral. É imperativo que o colostro seja de boa qualidade. Como regra geral o potro deverá receber de 2 a 3 litros de colostro nas primeiras 24 horas de vida. Poderá ser fracionado em porções de 300 ml com intervalos de 1 hora. Apesar da absorção diminuída, teremos uma proteção local do aparelho digestivo.
- Potros com mais de 12 horas de vida: a absorção de IgG estará nos seu nível mínimo, e a correção da falta desta através de colostro será pouco eficaz. Então a suplementação de IgG deverá ser realizada intravenosamente através de plasma hiperimune de origem comprovadamente confiável. A desvantagem deste método é a concentração desconhecida de IgG e o risco de choque anafilático, principalmente pelos grupos sanguíneos Aa- e Qa-, comumente associados com isoelitrólise. A quantidade de plasma a ser administrado varia de 1 a 2 litros de plasma.
 

INFECÇÃO NEONATAL

- A septicemia e a infecção local são as principais causa de morbidade e mortalidade em potros neonatos. As tentativas de redução das perdas por estas infecções deverão envolver a prevenção da FTIP, identificação do potro de alto-risco e seleção de uma estratégia terapêutica adequada.
- A Infecção neonatal poderá ser adquirida no útero (placentite, infecção materna via sangue), durante o parto (portas de entrada a mucosa oral, inalação de aerosóis, contaminação umbilical, manipulação excessiva e sem higiene do trato reprodutivo da égua, aspiração do mecônio) e após o parto (FTIP, ambiente sujo com pouca ventilação, doenças endêmicas)
- Os agentes causadores mais comuns são Rotavírus, Rhodococcus equi, Streptococcus sp e Staphylococcus sp.
- As principais afecções são, na ordem de ocorrência, pneumonia, poliartrite, enterite, úlcera gástrica, peritonite, nefrite e pleurisia.
- Os sinais clínicos incluem letargia, mamar fracamente, temperaturas superiores a 39 ° C ou menor que 37,5° C, mucosas congestas, alteração do ritmo respiratório e aumento da freqüência cardíaca (> 120 bpm). Mais raramente convulsões e claudicação.
- O diagnóstico é realizado com base nos sinais clínicos e hemograma, além de avaliação clínica veterinária.
- O tratamento tem como base principal o uso de antibióticos de amplo espectro, e medicação sintomática suporte como melhoradores da ventilação e antiinflamatórios. Exames laboratoriais poderão ser realizados para se determinar que antibiótico terá melhor resultado. Enquanto se espera, poderão ser usadas Cefalosporinas (Ceftiofur), Penicilinas, Sulfas ou Aminoglicosídeos (Gentamicina).
- A duração e prognóstico dependem do status clínico e do tipo de infecção diagnosticada.

OUTRAS AFECÇÕES
 

Outras alterações patológicas poderão ocorrer decorrentes de do que já foi relatado.  Apesar de menos freqüentes, não são menos importantes, mas nos levariam a um longo capítulo. Então, apenas para constar cito a Asfixia neonatal, Síndrome hipóxico-isquêmica (mal ajustamento causado por falta de oxigenação durante o parto levando a edema cerebral), Isoelitrólise neonatal (anticorpos colostrais que atacam as hemácias do potro) e Síndrome cólica. Em todas elas é recomendada a presença de um veterinário apto a dar o suporte clínico necessário.
 
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 06 de Fevereiro de 2014 10:15

Raças novas no campo (trecho)

Ovinocultores do sul e sudeste do país melhoram a renda produzindo leite para fabricação de queijos finos
 
 

 

Ernesto de Souza
OVELHAS lacune, east-friesian e mestiças formam o rebanho do criador Érico Tormen em Chapecó, SC

A criação de ovelhas no Brasil sempre teve duas finalidades básicas, a produção de carne e de lã. Nos últimos quatro anos, no entanto, a exploração de leite para fabricação de queijos finos e iogurtes virou negócio promissor, principalmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde grandes criadores chegam a tirar 400 litros de leite por dia em escala industrial e famílias envolvidas na atividade conseguem litragens médias de 20 a 100 litros. Foram os gaúchos os introdutores de ovinos com aptidão leiteira no Brasil, em 1992, quando a Cabanha Dedo Verde, hoje referência na difusão de qualidade e cuja sede fica no município de Viamão, trouxe da França a raça lacaune. Apesar do pioneirismo do Rio Grande do Sul, Santa Catarina vem se destacando no setor, ao implementar um amplo programa de organização da cadeia produtiva e de incentivo à criação, com assistência da Empresa de Pesquisa e Extensão Rural (Epagri), orientação do Sebrae, verba do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e apoio do estado e municípios.

 

 

Uma pesquisa revela que o peixe ornamental acará disco cuida de suas crias de maneira semelhante dos mamíferos

 

Jonathan Buckley
O acará disco produz um muco que, segundo os pesquisadores, é rico em nutrientes e tem função similar ao leite materno nos mamíferos (como acontece em humanos)

O peixe acará disco (Symphysodon spp), comum em Barcelos (interior do Amazonas), é um dos protagonistas do festival folclórico da cidade. Porém, algo mais chamou atenção dos cientistas que estudam as características dos peixes na região.

Uma pesquisa de cooperação internacional envolvendo o Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) projeto ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), revela que o peixe ornamental tem uma característica própria na hora de cuidar dos filhotes.

O acará disco produz um muco que, segundo os pesquisadores, é rico em nutrientes e tem função similar ao leite materno nos mamíferos (como acontece em humanos). Os estudos foram feitos pelos pesquisadores estrangeiros Jonathan Buckley, Richard J. Mauder, Andrew Foey, Janet Pearce e Katherine Sloman em parceria com o cientista brasileiro Adalberto Val, coordenador geral do projeto Adapta e diretor do Inpa. Neste processo de alimentação, os filhotes "beliscam" a pele dos pais para obterem o alimento.

O diretor do Inpa afirma que foi necessário desenvolver uma nova tecnologia para realizar o estudo. "Foi desenvolvida uma esponja especial onde coletamos todo esse material, depois dissolvemos essa esponja no laboratório para fazer a análise. Outro fator importante do estudo foi a descoberta que por meio desse muco há a passagem de substâncias essenciais para o crescimento e imunidade do peixe", explica.

Ainda de acordo com as pesquisas, os poluentes presentes na água podem ser passados dos pais para os filhotes onde através do muco os filhotes geram uma espécie de defesa. "Alguns poluentes são passados por meio do muco e esses poluentes servem para desencadear um processo de resistência a essas substâncias", afirma o pesquisador.

 Desmame

As pesquisas revelaram ainda que este tipo de alimentação diferenciada para os filhotes se dá em um período de três semanas onde os pais começam o processo semelhante ao de desmame. Isso ocorre por apenas três semanas e a partir daí o filhote de acará disco já busca seus alimentos motivados pelo afastamento dos pais.

O próximo passo agora é fazer a análise genética para saber quais são os genes responsáveis pelo estímulo à produção do muco com nutrientes que só ocorre no período em que há filhotes. "O muco é produzido sempre, mas o muco com essa composição só ocorre quando há filhotes. Deve haver um mecanismo que estimula a mudanças da composição química do muco durante aproximadamente três semanas e após esse período tudo isso desaparece e o filhote começa a ter vida independente", diz Val.

A pesquisa foi destaque no site da BBC e deve ser publicada ainda este ano no The Journal of Experimental Biology, publicação internacional sendo a mais importante na área de biologia experimental.

 

 

PARABÉNS AO DORPER


Parabéns ao Dorper, por muitos motivos. A raça nunca patinou; sempre investiu pesadamente na promoção, atraindo novos investidores, de norte a sul. O Dorper é o “rei” do jogo, no bom momento brasileiro.

Ao mesmo tempo, é uma raça que tem a felicidade de já ter passado por muitas provas zootécnicas no mundo. Assim, quando chegou ao Brasil, já havia percorrido um grande ca­minho.

O Dorper é um exemplo marcante: buscou um porte adequado ao mundo inteiro. Nem alto, nem baixo demais. Nem comprido, nem curto demais. Nem profundo, nem longilíneo demais. É a raça da economicidade fanerótica.

A carcaça do Dorper é exemplarmente obtida por meio de alta consanguinidade na África do Sul. Por isso, o reprodutor Dorper parece fazer milagre logo no mestiço meio-sangue. A diferença é nítida, com massas musculares evidentes em praticamente 100% dos produtos nascidos. O Dorper aproveitou bem a alta herdabilidade da musculosidade e concentrou a prepotência nos fatores que enchem os olhos e os bolsos.

Na habilidade materna, o Dorper conquista adeptos nas regiões tropicais amenas com insolações meio altas. O White-Dorper conquista muitos adeptos nas regiões com menor insolação, exibindo esplêndida conformação muscular.

Assim, a Dorper é uma raça que fez o dever-de-casa, antes de ser lançada no mercado. Estão de parabéns os criadores que estão impulsionando a produção de carne ovina para um novo patamar. Se o Dorper garante uma carcaça imediata, os produtores de carne podem almejar melhores lucros e, à frente, estipular novos acasalamentos com características específicas.

 

 

O Dorper inaugura um novo momento na pecuária brasileira

 

O Dorper, então, resolve a busca de uma boa carcaça inicial nos mestiços de corte. Afinal, não é sensato investir em produção de carne sem uma boa carcaça inicial. Esta carcaça ideal pode ser obtida por outras raças? Sim, mas o Dorper tem dado um resultado tão imediato que garante a presença da raça na maioria dos rebanhos.

O papel do selecionador vem antes do papel do produtor. É preciso ter a boa carcaça já selecionada para entregá-la ao mercado de produtores de carne. No Brasil, onde é muito grande o uso de raças maternas sem boa carcaça, torna-se imperioso utilizar uma raça como a Dorper, para obter meios-sangues gratificantes. Cada vez mais o produtor de carne será exigente. Reprodutor sem confiabilidade ficará de lado!

O que fazer com fêmeas meios-sangues? Muita coisa pode ser feita, como por exemplo:

u a) o tricross para continuar na produção de carne;

u b) um programa introduzindo várias raças;

u c) um retorno ao Dorper puro-sangue;

u d) o surgimento de um ecótipo partindo de raça deslanada altamente rústica e de boa habilidade materna, etc.

São muitos os caminhos que podem, facilmente, ser percorridos, desde que se tenha uma boa carcaça inicial.

Por isso, o Dorper merece a glória que vem tendo, pois seus criadores esmeram-se para produzir corretamente o animal que atenda grande parte do território nacional. Na moderna história da ovinocultura, o Dorper é um degrau importante que tem economizado escorregões na evolução seletiva. Isso é muito importante!

Por seu lado, as raças brasileiras estão apenas começando a trajetória evolutiva, na busca de uma moderna carcaça, precisando de provas zootécnicas que atestem suas virtudes com exatidão e consolidem-nas por meio de um programa adequado de prepotência genética. Por enquanto, somente o Santa Inês deu início a um trabalho de melhoramento, com lastro corporativo. Há, no entanto, muito espaço para trabalhos semelhantes, individualizados, de resultados mais rápidos. Há também grandes chances de fixação de um moderno deslanado como “linhagem materna” na produção de carne, tanto quanto para fixação de ecótipos interessantes. Trabalho é que não falta para os selecionadores que enxergam o futuro.

O caminho, portanto, está traçado e, com o Dorper, é possível avançar mais, com certeza do sucesso.

 

 

Caprinos: alimentação deve ser oferecida três vezes ao dia

 

A nutrição de caprinos no Brasil ainda é uma questão delicada. Muitos produtores não sabem fazer uma alimentação equilibrada, na proporção que os animais precisam, e acabam gerando problemas no rebanho por causa dos descuidos. Em regiões como o Semiárido, em que a época seca se estende durante um grande período do ano e inviabiliza a produção de forragem, os produtores precisam ficar atentos à suplementação alimentar e suprir essa carência com rações. Uma das principais recomendações para estes produtores é acumular forragem em abundância no período chuvoso e aumentar a quantidade de ração na seca para o animal não ficar muito magro.

Mas se engana o produtor que acha que é só em condições de seca que é preciso ter cuidado com a alimentação do rebanho. Mesmo no Sudeste e Sul, em que a seca ocorre durante um período curto e a oferta de silagem e feno existe durante praticamente todo o ano, é preciso ficar bem atento. O desequilíbrio alimentar pode acontecer não só pela falta de alimentos, mas também pelo seu excesso. Existem produtores que oferecem ração demais para o seu rebanho em uma única dose, o que pode gerar um processo de acidificação no estômago dos animais. Por isso, é recomendado que a alimentação diária seja divida em porções durante três momentos do dia para que não haja sobrecarga na digestão e o animal ingira o que comeu da melhor forma possível.

Essa ração deve ser balanceada e, dependendo da quantidade de concentrado utilizado, é importante que a alimentação seja dividida de duas a três vezes por dia para evitar problemas digestivos. Se você oferece uma quantidade muito grande de concentrados de uma única vez pode acarretar uma acidificação no estômago destes animais que pode trazer uma série de problemas. O produtor deve procurar dividir as refeições no maior número de vezes possível. A alimentação é o elemento de maior custo da produção. Se nós olharmos para o Sul e Sudeste, em que nós temos produção de leite de cabra muito forte com animais criados intensivamente temos um problema, às vezes, de desbalanceamento de rações, em função do excesso de alimentos oferecido. Já no Nordeste, o cenário é contrário com a falta de alimentos numa grande parte do ano e os produtores precisando balancear esta alimentação com oferta de rações.

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 03 de Fevereiro de 2014 04:49
A pasteurização é um processo que submete um produto alimentício



O que é 

A pasteurização é um processo que consiste em submeter um produto alimentício (leite, por exemplo) à alta temperatura e, logo em seguida, à baixa temperatura. Com essa rápida variação de temperatura é possível matar os germes e bactérias existentes nos alimentos. Este processo ocorre num aparelho conhecido pelo nome de pasteurizador.

Este processo foi desenvolvido pelo cientista francês Louis (1822-1895). Além de eliminar os agentes causadores de doenças, este processo permite que os alimentos possam ser conservados por um tempo maior.

Existem leis em nosso país que obrigam a pasteurização do leite, como forma de garantir ao consumidor um produto alimentar livre de bacterias.

Curiosidade


As bactérias e germes do leite têm como origem o próprio animal, vivendo em seu organismo e saindo junto com o leite. Por isso, é importante tomar somente o leite pasteurizado. Em sítios ou fazendas o leite deve ser fervido antes de se tomar.
Quando o leite é submetido a temperaturas elevadas, principalmente por tempo prolongado, ele pode mudar de sabor e cor, por este motivo há limites de temperatura e tempo para a manutenção de suas características.

Existem três tipos de pasteurização:

Pasteurização lenta: também conhecida como LTLT (Low Temperature Short Time, ou seja, temperatura baixa tempo longo) a temperatura chega a 63°C por um tempo de 30 minutos.

Pasteurização rápida: este processo recebe também o nome de HTST (High Temperature and Short Time, ou seja, alta temperatura e curto tempo) a temperatura chega a 72°C por um tempo de 15 segundos.

Pasteurização muito rápida: recebe também o nome de UHT (Ultra High Temperatura ou temperatura ultra-elevada), onde a temperatura varia de 130°C a 150°C, por um período de três a cinco segundos.

 

 

A importância da floresta na propriedade rural

 

No momento em que se discute um novo código florestal, fica cada vez mais evidente a importância do plantio e manejo de florestas que podem representar maior retorno econômico para  propriedades rurais, onde pequenos e médios produtores podem utilizar parte de sua propriedade para a produção florestal com consequente inserção em um mercado representativo no País.

Na questão ambiental, o manejo de áreas de reserva legal e a preservação de áreas de mata ciliar também representam ganhos significativos aos produtores, uma vez que a sustentabilidade ambiental tem se tornado cada vez mais um diferencial na comercialização de seus produtos, além de trazer ganhos tais como qualidade de água, retorno de inimigos naturais de pragas das lavouras para as áreas preservadas, entre outros sub-produtos das florestas.

Em algumas regiões já se usa o eucalipto para ajudar na recuperação da área de reserva legal, bem como a manutenção da área de espécies nativas onde se forma corredores ecológicos. Com isso os produtores podem obter uma renda complementar na propriedade rural. 

 

 

Desvendando o cerrado brasileiro

 

O cerrado brasileiro possui 207 milhões de hectares e é o segundo maior bioma do pais com ampla biodiversidade, cuja flora abriga mais de seis mil espécies. Para melhor aproveitar a riqueza ecológica da região, a Embrapa investe em pesquisas de identificação, distribuição e aproveitamento dessas espécies para estudar e desenvolver seu potencial alimentício, forrageiro, madeireiro, medicinal e ornamental. O conceito do trabalho de investir em pesquisas que estimulam a utilização sustentável das espécies do cerrado é uma forma de contribuir para a preservação desse bioma.

 

Desde 1996, as equipes de coleta e de conservação da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia atuam no resgate e na conservação de espécies vegetais procedentes das áreas do cerrado nos estados de Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rondônia, Santa Catarina, Tocantins, e Distrito Federal.

O material coletado é conservado no Banco de Conservação de Sementes da Embrapa. A conservação da variabilidade genética de culturas agrícolas é fundamental para a segurança alimentar e para a sustentabilidade do agronegócio. É a variabilidade que garante o desenvolvimento de espécies melhoradas geneticamente capazes de atender a demandas atuais e futuras, como a resistência a pragas e doenças e a estresses abióticos decorrentes de mudanças climáticas. Por esse motivo, a Embrapa investe na conservação de espécies vegetais de importância para a alimentação. Muitas pessoas não sabem, mas as frutas do cerrado são muito saborosas e dão origem a produtos deliciosos, como sorvetes, bolos, entre outras guloseimas.

 

 

Alimento Natural em Alta para os Pets

 


Em vez de encher a tigela de seu animal de estimação com ração, coloque beterraba, arroz, cenoura, chuchu, aveia, algas marinhas, frango cozido…
Pode soar estranho, mas há vários indícios de que a mistura faz um bem danado à saúde do seu pet. Tendência no exterior, a onda de alimentação natureba canina e felina também vem crescendo a passos largos por aqui. Não se trata de uma dieta vegetariana. O que vale é servir alimentos frescos, repletos de nutrientes, que ajudam no processo de digestão.
“A maioria das rações vendidas hoje é fabricada com matérias-primas de má qualidade, com base de milho, farinha e soja”. Aberta em dezembro de 2010, a maior rede de alimentos do segmento saudável tem até uma espécie de restaurante canino no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde eles servem suas “quentinhas” na hora. No ano passado, suas receitas congeladas nos sabores carne, frango e cordeiro para quinze lojas. Hoje, só em São Paulo conta com cerca de cinquenta pontos de venda.
É claro que ser adepto da prática pode pesar mais no bolso. Tudo depende de que tipo de produtos comprar e onde e quanto come seu animal – ler bastante sobre o assunto e pesquisar lojas e supermercados bacanas pode ajudar na empreitada. Se estiver cogitando entrar na onda, reserve espaço no seu freezer para congelar os itens e tente fazer uma transição vagarosa entre a ração e os novos ingredientes. O pessoal da cachorro verde pode ajudar na missão: além de ter um site repleto de informações, ministra cursos esporádicos sobre o assunto e presta consultoria veterinária em domicílio.

Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artificios




Pay de Limón teve membros decepados por gangue de criminosos.
Ele foi levado para abrigo, onde ganhou próteses.


Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.

O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.

Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.

O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.

As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.
 

Banho de Vapor com Plantas

 

Continuando o assunto sobre aromaterapia, uma importante forma de sua utilização é através dos banhos de vapor com plantas. O vapor de água é um dos mucolíticos conhecidos mais eficientes. a inalação do vapor de água, à qual se podem juntar algumas gotas de essência para reforçar o efeito, combinando os efeitos terapêuticos da água com os da planta medicinal utilizada.
Aplicam-se os banhos de vapor com plantas na cabeça, no tórax ou até mesmo no corpo todo.  São indicadas no tratamento das sinutites, faringites, laringite, traqueíte, catarros e bronquites. Também são indicados contra a otite. Essas plantas facilitam a eliminação do muco, germes e restos celulares depositados nas mucosas respiratórias, com o que se acelera o processo de regeneração e cura.

Conheça algumas técnicas de banhos de vapor com plantas:

  1. Coloca-se uma panela de água fervente com as plantas ou essências a utilizar, em cima de um banco. A panela deve estar tapada. Em vez de plantas, podem-se acrescentar à água 2 ou 3 gotas de algum óleo essencial.
  2. O doente se senta em uma cadeira e se cobre com uma toalha grande ou com um lençol, de forma que não escape o vapor. Destapa-se a panela progressivamente para deixar sair o vapor.
  3. A aplicação dura de 10 a 15 minutos, até que pare de sair vapor. Convém terminar o banho com uma fricção de água fria ou álcool sobre a zona que esteve exposta ao vapor.

Um kit básico para utilização na aromaterapia:

- Antivirótico, anti-séptico, descongestionante: Eucalipto
- Calmante, anti-séptico: Alfazema
- Digestivo, refrescante, estimulante: Hortelã
- Calmante, suavizante, afrodisíaco: Salvia
- Estimulante, refrescante, anti-séptico: Limão
- Antidepressivo, relaxante, calmante: Petitgrain (folhas de citrus aurantium)

 

 

PRODUZINDO LEITE DE MELHOR QUALIDADE      
 
 

Kit para ordenha de bovinos é adaptado para ordenha em cabras

 


Para produzir leite de melhor qualidade e mais adequado ao consumo humano, o produtor deve adotar boas práticas agropecuárias de ordenha. Nessa linha a Embrapa Caprinos e Ovinos adaptou a tecnologia de ordenha já utilizada na bovinocultura para cabras leiteiras. O kit de ordenha manual é composto por materiais simples, como um balde plástico, uma caneca telada, mangueira, esguicho de jardim, dosador, coador, garrafa pet, cloro comercial, um par de luvas de borracha, detergente em pó e escova ou bucha natural, com objetivo de evitar a contaminação do leite por bactérias e resíduos .

 A maioria dos materiais já é conhecida dos produtores, que precisam apenas ser incentivados a fazer o uso correto deles. “É preciso chamar atenção para aspectos como a limpeza do local da ordenha, o uso da água clorada para higiene dos baldes, as mãos do ordenhadores, que devem estar limpas e com unhas cortadas. Cerca de 80% das contaminações ocorrem nas salas de ordenha, com prejuízos aos produtores. A ocorrência de mastite, por exemplo, pode gerar a perda de 250 gramas de leite por dia em cada animal.”

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 31 de Janeiro de 2014 11:36

Voltar para Casa após as Férias


ENTRAR    DE  FÉRIAS   E   VIAJAR   É    UM   GRANDE  PRAZER .VIAJAR  FAZ MUITO   BEM. VEMOS  COISAS  DIFERENTES ,  OUTRAS  PESSOAS ,  OUTRAS  CURIOSIDADES .MAS   A   ALEGRIA   MAIOR   É  QUANDO   CHEGA   O  MOMENTO     DE   VOLTAR  PARA  CASA .

TALVEZ  NEM  TODOS   TENHAM   A   SUA   CASA   COMO   UM    LOCAL   ACONCHEGANTE  ,QUE  NOS  ENVOLVE   REVELANDO  PEQUENOS  DETALHES   DA  VIDA   QUE   VIVEMOS . SÃO  COISAS  ANTIGAS  COMO  FOTOS , CORRESPONDÊNCIA   ANTIGA, ADORNOS    OU  ARTESANATO    QUE   JUNTAMOS   AO  LONGO   DA   EXISTÊNCIA  .A  MAIORIA   NÃO  TEM  VALOR  PARA  NINGUÉM   MAS  PARA  NÓS   SÃO   COISAS   INSEPARÁVEIS .

UM   DITADO  MUITO  ANTIGO  ,  MARIO  CESAR  CORTELA   DIZ :  CASA   LIMPA   O   BASTANTE  PARA   SER   SAUDÁVEL   SUJA    E   DESARRUMADA   O   SUFICIENTE   PARA   SERMOS   FELIZES  .

LIMPEZA   EM   UMA   CASA  NÃO    PODE  SIGNIFICAR   UMA  PREPARAÇÃO  PARA  UMA  CENA  DE  FOTO GRAFIA  . SUJEIRA   E   DESARRUMAÇÃO   SIGNIFICA   QUE  MUITAS  COISAS   ESTARIAM   FORA   DO   LUGAR  PARA  ESTRANHOS  MAS  NUNCA    PARÁ  NÓS  . MUITO   DO  LARGAMOS   EM   CIMA DE  MÓVEIS   OU  MESAS , SIGNIFICA  QUE  NAQUELA   TEM  VIDA  .

DANUSA  LEÃO  JÁ  TINHA  FEITO  UMA  CRÔNICA   A   RESPEITO .MOSTRANDO  QUE  AS  VIAGENS  AO  EXTERIOR     JÁ   TINHAM    SE  TRANSFORMADO   EM   ROTINA   SEM   NOVIDADE   E   A  VOLTA  PARA  CASA  UMA  PRAZER  MAIOR   DO  QUE  A  VIAGEM .

SEJAM  FELIZES  NAS   SUAS   CASINHAS .

 

 

Queda de Raios


Na  última  década   1574  pessoas  morreram   no    BRASIL , vítimas  de  raios .Isso   significa   em   média   uma   morte   a   cada   três   dias .

O    GRUPO     ELETRICIDADE  ATMOSFÉRICA  DO  INPE  , monitora  desde  o  ano  2000   a  queda  de  raios  no    BRASIL  , concluindo  que  o    BRASIL  é  o  país  com  maior  incidência   de  queda   de  raios   em   todo  o  planeta  .  O   SEGUNDO   LUGAR   cabe   ao    CONGO   na   ÁFRICA .

NUMA  TEMPESTADE   DE  RAIOS  , O  MELHOR   LUGAR  PARA   SE  ABRIGAR  É  DENTRO   DE   UM   CARRO   FECHADO  OU  QUALQUER   OUTRO   VEÍCULO .

A  FÍSICA  EXPLICA  QUE  QUALQUER  VEÍCULO   É    ELETRIFICADO   E  ESSA  ELETRIFICAÇÃO  REPELE  A  GIGANTESCA  ELETRICIDADE  DOS  RAIOS .

É  O  QUE  ACONTECE  COM  UM  AVIÃO  .ELE  PODE  PENETRAR  EM  UMA  TEMPESTADE  DE  RAIOS ,  HAVERÁ  APENAS  TURBULÊNCIA. O  AVIÃO  É  TOTALMENTE   ELETRIFICADO   E  REPELE   OS  RAIOS  JOGANDO   A  CARGA  ELÉTRICA  AGRESSIVA  E  MORTAL  PARA  LONGE .

 

 

PSICOPATA

 

O    MUNDO  ASSISTE   ESTARRECIDO , A  AÇÃO   CRUEL  DE  PSICOPATAS  ATIRANDO EM PESSOAS   INOCENTES   E   ASSASSINANDO  CRIANÇAS  EM  ESCOLAS .  OS  MORTOS  SÃO  GERALMENTE   PESSOAS   QUE  NÃO  TINHAM   NENHUMA  RELAÇÃO  ANTERIOR  COM    O   ATIRADOR . É  O  CASO  TÍPICO   DE  UMA   SANHA    ASSASSINA   PRATICADA  POR   UM PSICOPATA .

O    PSICOPATA  É   UM  INDIVIDUO   PERVERSO , COM    AUSENCIA   TOTAL    DE SENTIMENTOS  , REMORSO  OU   CULPA  .

PRATICA   CRUELDADE ,INDIFERENTE   A   DOR   QUE  PODE  PROVOCAR  .NÃO   TEM  SENTIMENTO   DO    MEDO  .PORTANTO  ÃO  TEM   FREIO   PARA  SUA   CONDUTA  CRUEL .

QUANDO  ALGUÉM  TEM  A   INFELICIDADE  DE  ENCONTRAR   UM  PSICOPATA  ,  ESTÁ  MAIS  INDEFESO  QUE  O  RATO  QUANDO   ENCONTRA   O   GATO  .

O  RATO  NÃO  TEM  CONSCIENCIA   PARA  ENTENDER   QUE   GATOS  DEVORAM   RATOS   MAS  POR  INSTINTO  QUANDO  AVISTA  UM  GATO  ,  FOGE .  O  SER  HUMANO ,QUANDO  ENCONTRA   UM  PSICOPATA , PERMANECE  NO  LOCAL  E  GERALMENTE  É  MORTO  .

OS   SERES  HUMANOS  NÃO   TEM  INSTINTO   MAS  CONSCIENCIA  E  NA  MAIORIA  DAS  VEZES   NÃO  TEM  COMO  IDENTIFICAR  UM PSICOPATA   QUE   LHE  PERMITIRIA   FUGIR.

FRASE    CÉLEBRE

O  MAIOR  INIMIGO   DA  VERDADE  NÃO  É   A  MENTIRA  MAS   O   MITO  . ( JONH  KENNEDY )

 

 

TOMAR BANHO

 

 

Hoje ,  tomar   banho   é  uma  rotina   diária  .Mas  nem  sempre   foi   assim  .Antes  do  século  xvIII  ,mesmo    nos  palácios  residenciais  dos   poderosos , não  se  ouvia  falar  em  banheiros  .quando  existia  algum  ,  era  só  para  exibição   e  nunca  usado  . O   banho  era   um   evento  excepcional  que  acontecia raramente  .

Da   idade  média   até  o  início  do   século   xvIII , o   banho  não  desempenhava  um  papel  central  na  vida  cotidiana  . Depencias   exclusivas   para   banho   eram   extremamente  raras  .

No  início  ,as  pessoas  se  banhavam  sentadas  no  tacho   redondo  banheira  e  os  criados jogavam  água  quente  .O   tacho   PODIA   SER   COMPARTILHADO   COM  OUTRA  PESSOA   .

SÓ  DEPOIS  DO  SÉCULO XVIII   , SOBRETUDO  EM   PARIS ,  PASSOU  A  EXISTIR    UM  LOCAL  EXCLUSIVO  PARA  BANHO ,  GERALMENTE  PRIVATIVO  E   PERTO  DA  PRIVADA  .

NA  SOCIEDADE  ARABE  E  JAPONESA  ,  É  COMUM  O  USO  DOS  BANHOS  EM  GRANDES  ESPAÇOS  COLETIVOS ,  PARA  AMBOS  OS  SEXOS   NO  JAPÃO  E  EXCLUSIVO  PARA  HOMENS  E  MULHERES  NO  MUNDO  ÁRABE  .

NO  MUNDO  ARABE  ,  O  BANHO  COLETIVO   FEMININO    TEM   UMA   GRANDE IMPORTANCIA  SOCIAL  . É  NESSE  MOMENTO   QUE   SÃO  ACERTADOS    OS  CASAMENTOS  DOS  FILHOS  E   FILHAS .

QUANDO  AS  PESSOAS  NÃO  TOMAM  BANHO, COMEÇAM  A  FEDER   IMEDIATAMENTE .SHAMPOO , CONDICIONADOR ,  SABONETES  AROMÁTICOS   SÃO  COISAS  MUITO  RECENTES 

 

 

Alimentação saudável e equilibrada deve ter carboidratos e proteínas

Carboidratos são fontes imediatas de energia para o cérebro e sangue.
Já as proteínas são essenciais para os músculos e defesa do organismo.


Os carboidratos e as proteínas são dois elementos básicos e importantes para a saúde que devem estar presentes no prato todos os dias para manter uma alimentação saudável e equilibrada. Restringir a dieta a apenas um deles ou consumi-los em excesso pode ser perigoso e fazer mal ao organismo, como alertou o endocrinologista Alfredo no Bem Estar da ultima quarta-feira (27).

Os carboidratos, por exemplo, são fontes primárias de energia e funcionam como combustível para o cérebro, medula, nervos e células vermelhas do sangue, ou seja, mantêm o corpo funcionando. Por isso, a deficiência deles pode trazer riscos para o sistema nervoso central e para o organismo, de maneira geral.

A dica da nutricionista Rosana Raele é que os carboidratos façam parte de, pelo menos, metade da dieta diária, principalmente pela manhã, quando o corpo e o cérebro precisam de mais energia.

Entre os alimentos ricos em carboidrato, estão o arroz, os cereais, os pães, massas, batatas e até mesmo as frutas. A falta de energia por causa da pouca ingestão desses alimentos pode logo dar sintomas, como fome, tontura, mal-estar e até mesmo prejudicar a memória.

Bem Estar - Infográfico fala de carboidratos e proteínas (Foto: Arte/G1)

Já as proteínas são constituintes básicos da vida, tanto que seu nome deriva da palavra grega "proteios", que significa "em primeiro lugar". Nos animais, as proteínas correspondem a cerca de 80% do peso dos músculos desidratados, cerca de 70% da pele e 90% do sangue seco – elas estão presentes até mesmo nos vegetais.

As proteínas são fundamentais sob todos os aspectos da estrutura e função celulares e também para expressar maior parte da informação genética. Além disso, elas são fundamentais para a defesa do organismo e para abastecer a musculatura. No entanto, a importância desses elementos está relacionada com suas funções, e não com sua quantidade já que todas as enzimas conhecidas, por exemplo, são proteínas.

 

Porém, como explicou o endocrinologista Alfredo Halpern, ao contrário dos carboidratos, as proteínas são difíceis de serem digeridas - a quebra começa na boca com a saliva, depois no estômago e intestino, onde ela será absorvida na forma de aminoácidos. No entanto, como mostrou o médico, elas são boas para aumentar a saciedade e diminuir a vontade de comer mais.

 

 

 
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