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Veja ! Produtos orgânicos, Morfologia Equina, Estalações Rurais, Criação de Cães, Goiaberas e Pscólogia em Cães PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 23 de Junho de 2014 08:16

Orgânicos:mais sabor com menos aditivos

 

Ninguém quer comprar uma goiaba com bicho ou, pior ainda, encontrar a metade dele em uma mordida. Esse exemplo pode parecer estranho, mas é para evitar pragas como o famoso bicho da goiaba que a agricultura convencional usa agroquímicos. Para resolver a mesma questão, um dos procedimentos utilizados pela produção orgânica é ensacar cada fruta ainda no pé para que a larva não se reproduza.”A agricultura orgânica é uma agricultura de paciência “resume a engenheira agrônoma e professora da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ingrid de Barros.
A frase é uma ótima forma de definir a produção de alimentos sem o uso de fertilizantes sintéticos ou agroquímicos, que, ao mesmo tempo, não pode ser resumida a uma simples troca de adubo. Por exemplo, o uso de esterco de vaca, de acordo com Ingrid, não é considerado uma forma de agricultura orgânica. O cuidado com as sementes utilizadas, a atenção ao comercio justo, a não admissão de mão de obra infantil, a policultura e a preocupação com os resíduos são exigências de quem produz orgânicos. ”Não é voltar para o passado como muita gente pensa, é outra forma de produzir”esclarece a engenheira agrônoma.
Por todas essas questões, a extensão da produção orgânica no Brasil passa obrigatoriamente pelo investimento em pesquisa e apoio técnico e financeiro para os pequenos produtores. Hoje, os orgânicos vendidos principalmente no varejo carregam um selo nacional que garante a qualidade do produto. Já os feirantes que passaram pela auditoria federal têm um número de cadastro que pode ser consultado no site do Ministério da Agricultura.
Por isso, o esforço do Ministério do Desenvolvimento Agrário é para fornecer conhecimento e técnicas para que os produtores sejam certificados e eventos como a Copa de 2014 tenham seu potencial de venda absorvido ao máximo.”O estímulo tributário e o apoio do varejo também são questões fundamentais para o crescimento”afirma o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)

 


 

Morfologia Equina

 

 

 
 
Segurança nas instalações rurais

 

 
É necessário que protejamos o sítio, fazenda ou empresa rural, de maneira geral, para evitar a sua invasão por animais e, principalmente, por ladrões e outros maus elementos. Além disso, há necessidade de evitarmos a saída ou fuga de animais, a saída de crianças menores e também o "desvio" de materiais, frutas ou animais.

Para obtermos essa segurança, podemos lançar mão de algumas técnicas, como as que se seguem:

Cercas

A medida de segurança, talvez a mais importante em uma propriedade rural é mantermos suas cercas externas sempre firmes e seguras, não permitindo a passagem de homens ou animais. Conforme a localização da propriedade, devem ter, no mínimo, 1,70m de altura, formando um ângulo para o exterior, na sua parte superior.

Os mourões podem ser de achas de madeira, madeira serrada, madeira roliça, cimento armado, canos de ferro, etc., de acordo com as necessidades e com o fator econômico (preço). Podem ser de arame farpado de 8 a 12 fios, conforme a necessidade e até de 4 fios, quando se tratar de conter somente grandes animais (bois, cavalos, etc.); tela de arame e de bambu, taquaras, etc. A cerca pode ser, ainda, de tábuas de madeira bem trabalhadas.

Para as cercas internas, quando for para conter os grandes animais, bastam 4 fios de arame farpado e 7 a 12 para os médios, como as cabras. Por medida de economia de tempo e de dinheiro, não devemos ficar mudando cercas de lugar e só o fazemos quando for absolutamente necessário.

Vigia

Toda fazenda ou sítio deve ter, no mínimo, um empregado residente, de preferência casado, pois além do trabalho normal, ainda serve de vigia dia e noite, pois tem que zelar por sua própria segurança e a de sua família. Em caso de haver mercadoria estocada, de valor, que pode ser alvo de furto, em alguns casos, torna-se necessária a contratação de seguranças que trabalhem 24 horas por dia ou somente à noite, quando todos os outros funcionários tenham ido embora, mesmo que haja um que resida na propriedade.

Cães de guarda

Sua presença é de grande importância, pois evitam a entrada de elementos estranhos e indesejáveis que eles denunciam e atacam, quando conseguem penetrar no imóvel, inclusive animais domésticos ou selvagens. Devem ser, de preferência, de raças puras especializadas para tal tarefa, como o Pastor alemão, o Dobermann, etc.

Gansos

Essas aves podem ser transformadas em bons vigias, desde que localizadas estrategicamente, pois começam a gritar alto e estridente, ao menor ruído ou barulho estranho, além de quase não dormirem, ficando sempre alertas.

Luzes

A claridade espanta os ladrões. Por isso, quando possível, é melhor manter lâmpadas acesas, durante a noite, em pontos estratégicos. Para economia, no entanto, podemos instalar lâmpadas nesses locais, de maneira tal que possam ser acesas em casos de necessidade, como barulhos estranhos, vistorias, etc. Naturalmente, isso só é possível quando há eletricidade ou uma outra maneira ou sistema de iluminação.

Muros

De acordo com as circunstâncias, possibilidades ou mesmo necessidades, as cercas podem ser total ou parcialmente substituídas por muros de alvenaria, blocos de cimento ou de pré-moldados (chapas) de cimento ou mesmo por materiais mais baratos ou produzidos na propriedade.

Grades e segurança eletrônica

Se a propriedade rural ficar situada em uma região muito sujeita a assaltos e roubos, podemos utilizar uma segurança mais eficiente e ostensiva. Grades nas janelas e forro do teto sem passagem livre para ladrões são essenciais nesses casos.

A utilização de alarmes eletrônicos e sensores de presença, como os de infravermelho, podem detectar e avisar sobre a presença de intrusos. Outra possibilidade, também, é a instalação de cercas eletrificadas em torno da casa.
 
 

CORRIGINDO CÃES QUE MASTIGAM O QUE NÃO DEVE


5 Passos para Corrigir Cães que Mastigam Coisas Inapropriadas
por Kristy Conn



fisioanimal
Este tipo de comportamento é comum em cães jovens e vem do fato dos filhotes usar suas bocas para explorar o mundo ao seu redor.

Mastigar é um comportamento normal para filhotes, mas torna-se indesejável quando direcionada a objetos inapropriados, como seus sapatos, mobilha, ou até mesmo seus pés e mãos. Se este comportamento não for corrigido, pode levar à destruição em larga escala na propriedade, problemas médicos e deterioração dos laços entre humano e animal.

Os dentes decíduos do cão nascem entre três e oito semanas de idade e, entre quatro e seis meses, são gradualmente substituídos pelos dentes permanentes. Este é um processo doloroso e os filhotes mordem mais neste período, pois as gengivas ficam muito irritadas, e mastigar alivia o desconforto.

O comportamento de mastigar acontece com mais frequência nesta época do aparecimento da dentição, mas se não for corrigido pode persistir, até mesmo depois da época dos dentes permanentes aparecerem.

Para isso, observe estas 5 regras:

1 – Descarte problemas médicos: deficiências nutricionais causadas por dietas pobres em nutrientes, problemas gastrointestinais ou parasitas intestinais podem levar ao distúrbio alimentar que pode levar à mastigação.

2 – Ambiente à prova de filhotes: procure por perigos em potencial para o seu filhote curioso. Mantenha produtos de limpeza fora do alcance, assim como plantas tóxicas. Cabos de energia devem ser protegidos para evitar choque elétricos. Esconda objetos como sapatos, brinquedos de criança e restrinja o acesso à cômodos que não foram preparados para o filhote.

3 – Encoraje-o a mastigar o que ele deve: disponibilize brinquedos apropriados para que ele possa mastigar. Cada cão tem sua preferência. Tome cuidado com ossos e brinquedos que possam sem quebrados em pequenas partes, o cão pode engolir e se machucar, se algum pedaço perfurar alguma estrutura interna ou interromper o fluxo normal de alimento e ar. Procure adquirir brinquedos adequados ao tamanho do seu animal, de maneira que ele consiga abocanhá-lo facilmente, sem forçar uma abertura exagerada da boca. Evite dar ao cão um objeto que lembre outro que ele não deveria mastigar, como um sapato velho; ele não conseguirá distinguir entre aquele que ele pode mastigar e o que ele não pode.

4 – Desestimule a mastigação em objetos inapropriados: se você pegar seu cão mastigando algo que não devia, esconda o objeto e direcione a atenção do cão para o objeto que ele pode mastigar. Às vezes pode ser difícil desencoraja-lo se este padrão já estiver estabelecido. Você pode aplicar algo que tenha um gosto ruim ao objeto, para ajudar.

5 – Gaste algum tempo para brincar com seu cão: um cão cansado é um bom cão! Reserve um tempo para brincadeiras e exercício com seu cão regularmente. Isto não só reforça os laços entre você e seu cão, mas gasta e energia do cão em algo positivo, e não a direciona para a mastigação e comportamento inapropriado.
 
 
 
 

Consultório agrícola: formigas apodrecem a goiabeira

É possível combater a praga e salvar a planta com formicidas

 

 Shutterstock
Para combater o apodrecimento da goiabeira provocado pelo ataque de formigas, recomenda-se o uso de calda bordalesa (Foto: Shutterstock)
Quais são os métodos eficientes para afastar as formigas que estão entrando pelo tronco da goiabeira e se espalhando por toda a planta, levando-a ao apodrecimento?


R: As formigas são responsáveis por grandes perdas na agricultura. Para combatê-las no ataque à goiabeira, utilize formicidas à base de sulfuramida ou fipronil. No mercado, há disponíveis as versões dos produtos na forma granulada, em pó e em solução. Em geral, a solução está pronta e conta com aplicador (borrifador). É importante seguir as orientações do fabricante, quanto ao uso e à utilização de equipamentos de proteção. Em relação ao apodrecimento, utilize na região afetada calda bordalesa, que é uma solução de cal com sulfato de cobre, eficiente contra bactérias e doenças fúngicas e repelente para diversas pragas. A calda também é facilmente encontrada em casas que vendem produtos agropecuários.


 

 

Os Animais Mentem?

Se fazer de doente ou desinteressado em algo são algumas das trapaças dos bichos
 
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento animal, Hannelore Fuchs, os bichinhos mentem sim, mas é uma mentira um pouco diferente da dos humanos. Ela conta que, na verdade, os bichos mais trapaceiam do que mentem. Um exemplo dado por ela é quando os cachorros fingem estar desinteressados em algum brinquedo e, quando o dono se afasta, o totó corre e pega o brinquedo de novo. Outro exemplo é quando os bichos, principalmente os cães, fingem estar mancando outossindo para chamar a atenção do dono.
A psicóloga ressalta que a mentira nada mais é que um situação social em que um quer tirar vantagem sobre o outro e exemplifica isso também quando um pássaro solta um grito de alerta aos outros companheiros do bando para que eles fujam e ele fique com a presa.
Hannelore também revela que os pets sabem quando mentimos para eles e cita o velho hábito de os donos prometerem algo aos bichos para que eles saiam do sofá ou de dentro de casa e não cumprem a promessa. “Quando o dono freqüentemente promete algo ao bicho e não cumpre, depois de algum tempo, os animais param de obedecer pois percebem que não há recompensa”, conta a especialista
 
 
Muitas histórias contadas sobre a saúde de seu totó são puras invenções

1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

4. Todos os cães gostam de ser acariciados na cabeça

Alguns cães gostam de ser acariciado na cabeça mas muitos não.

5. Cães, quando felizes, abanam a cauda

Isso pode ser verdade, mas os cães agressivos, muitas vezes, abanam o rabo também. Há vários movimentos do corpo físico e pistas que ajudam os cães a comunicarem a sua intenção. Um rabo abanando podem significar tanto agitação ou excitação. Um cão que abana o rabo devagar é, geralmente, um totó amigável.

6. Apenas os machos levantam a perna para urinar

Isso não é verdade. Cadelas, principalmente as dominante, levantam a perna para urinar. Isso pode ser verdade mesmo em cadelas castradas.

7. Os restos de alimentos são bons para os cães

Alguns alimentos como ossos e pedaços de gordura podem ser perigosos para alguns animais de estimação. Os cães não podem digerir os ossos e a gordura pode causar problemas gastrontestinais, tais como pancreatite.

8. O alho evita pulgas

Alho não foi comprovadao útil para o controle de pulgas. Grandes quantidades de alho podem até ser prejudiciais.

9. Cães domésticos não precisam de treinamento

Isso não é verdade. Todo cão deve ser treinado.

10. Os cães comem grama quando estão doentes

Os cães descendem de lobos e raposas selvagens que comiam todas as partes da mata. Isto incluiu o conteúdo do estômago de muitos animais que comeram frutas e ervas. Muitos cientistas acreditam que a grama era uma vez parte da dieta normal do cão e que era normal eles comerem pequenas quantidades de grama.

11. Os cães gostam de comida saborosa

Os cães têm paladar muito pobre e comem principalmente baseados em seu olfato.

12. Lambidas de cachorro curam

É natural um cão lamber suas feridas, mas isso não necessariamente garante sempre a "cura". Muitas vezes a lambida pode inibir a cura.

13. Cães vão demonstrar quando estão doentes

Isso não é verdade. Cães geralmente são muito bons em esconder que eles estão doentes por instinto de sobrevivência e não parecerem mais vulneráveis ​​à presa. Muitas vezes, pelo tempo que eles escondem que estão doentes, a doença pode estar bastante avançada.

14. Cães que ficam somente no interior das casa não precisam de prevenção de dirofilariose

Isso não é verdade. Animais de estimação interior também estão em risco de dirofilariose, que é transmitida por mosquitos que podem entrar nas casas.

15. Os cães comem pedras, concreto ou lambem suas fezes ou de outros animais por causa de desequilíbrios nutricionais

Ninguém sabe por que cães comem "coisas" que não devem comer. Alguns veterinários acreditam que alguns cães que comem estas "coisas" podem estar tentando chamar a atenção ou tentando escapar do tédio. É importante para que os cães tenham uma dieta bem equilibrada, que atenda as suas necessidades alimentares e nutricionais e pratiquem exercícios físicos.

16. Os cães não precisam guia - eles naturalmente sabem para onde ir

Ah ... se isso fosse verdade. Você precisa treinar seu cão para onde ir. Essa preferência acontece quando você começa em uma idade jovem e incentiva o cão positivamente para trabalhos bem feitos.
 
Veja ! Doenças em Caprinos, Historia e Classificação do Queijo, Peixe, Atmosfera, Bovinos, Litosfera, Suínos, Anfíbios, Oceania e Papel e Celulose... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 22 de Junho de 2014 10:54

As doenças respiratórias


 

 

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As doenças respiratórias representam a segunda causa de perdas econômicas em um sistema de produção de ovinos, perdendo apenas para as verminoses.

 

As bactérias e vírus são os maiores responsáveis por essas enfermidades, que se manifestam com a presença dos fatores predisponentes de estresse, tais como: transporte; variações climáticas; ventilação inadequada; desequilíbrio nutricional; confinamento e desmama. Geralmente ocorre uma virose com consequente infecção secundária por bactérias.

 

 


 

Pasteurelose

 

 

 

É causada pela bactéria Pasteurella haemolytica e se destaca como a principal enfermidade pulmonar em ovinos. Os surtos começam com mortes súbitas e sem a presença de sinais clínicos característicos. O envolvimento respiratório torna-se mais evidente ao longo do surto, aparecendo quadros de pneumonia aguda, febre, depressão, perda de peso, secreção nasal, tosse e ruídos pulmonares anormais.

 

O animal pode ser acometido em qualquer idade, independente da raça e do sexo, sendo que cordeiros entre 2 semanas a 2 meses de idade são os mais acometidos. A transmissão ocorre por inalação de partículas contaminadas e também pode ocorrer por contato direto. Um exemplo deste último é um cordeiro lactente infectado através de uma ovelha portadora de mastite causada por P. Haemolytica.

 

A taxa de morbidade pode chegar a 40% e de mortalidade a 5%. O curso da doença geralmente é de três dias, embora possa ocorrer morte em apenas 12 horas. A recuperação total dos animais pode ser observada em 14 dias (se forem corretamente tratados).

 

O diagnóstico é feito através dos achados clínicos, necropsia (hemorragia pulmonar e lesões ulcerativas na faringe e laringe), exame histopatológico e isolamento da bactéria.

 

 

 

Micoplasmose

 

 

 

Também é uma doença respiratória de grande importância para ovinos. Conhecida como pneumonia enzoótica, é causada pela bactéria Mycoplasma sp. Acomete animais de diferentes idades, porém, cordeiros com menos de um ano geralmente são os mais infectados (maior incidência entre 5 a 10 semanas de vida).

 

Os cordeiros contaminados apresentam tosse crônica e dificuldade para respirar, além de secreções nasais mucopurulentas e febre. Realiza-se a necropsia, exame histopatológico e Elisa (método de detecção de anticorpos) para um diagnóstico mais preciso.

 

 

 

Tratamento e prevenção das doenças respiratórias bacterianas

 

 

 

As doenças infecciosas do trato respiratório, como mencionado anteriormente, são causadas pela combinação de agentes infecciosos (bactérias e vírus) e causas predisponentes (estresse).

 

Uma conduta racional para o controle e prevenção das doenças respiratórias seria a obtenção de diagnóstico clínico e laboratorial preciso e técnicas de manejo que minimizem as causas de estresse.

 

Devem-se utilizar antibióticos como tratamento principal, assim como toda patologia de origem bacteriana. As oxitetraciclinas de longa ação apresentam bons resultados contra a Pasteurelose.

 

Está se tornando cada vez mais difícil obter um diagnóstico etiológico específico, pois os problemas respiratórios parecem estar sendo causados por infecções múltiplas. Nestes casos, recomenda-se utilizar antibióticos de amplo espectro, como as cefalosporinas.

 

Métodos profiláticos apresentam boa eficiência no controle e profilaxia dessas infecções. São exemplos:

 

1) a minimização das alterações climáticas;

 

2) manejar os cordeiros e suas mães em galpões cobertos durante as primeiras semanas de vida;

 

3) taxa de lotação adequada dos galpões-maternidade e de confinamentos;

 

4) boa ventilação dos galpões.

 

 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1) 
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5) 
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9) 
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10) 
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12) 
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13) 
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14) 
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas.Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 

Conhecendo os Animais com nome " Peixe"

 



Peixe é a designação geral de uma classe de animais vertebrados aquáticos, que compreende cerca de 20.000 espécies. Acrescida de qualificativos, a palavra é usada para indicar espécies de peixes com características especiais e também duas espécies de mamíferos aquáticos. Vejamos alguns exemplos:
1. Peixe-agulha. Nome de um peixe escombrídeos, de forma cilíndrica e alongada.
2. Peixe-boi. Mamífero aquático da ordem dos sirênios.
3. Peixe-boto. Mamífero aquático da ordem dos cetáceos.
4. Peixe-cachorro. Nome de vários peixes de água doce, da família dos caracídeos.
5. Peixe-de-briga. Peixe asiático da família dos ananubatídeos, frequentemente criado em aquários.
6. Peixe-elétrico. O mesmo que poraquê.
7. Peixe-espada. Nome de vários peixes com prolongamento da nadadeira caudal.
8. Peixe-lua. Grande peixe discóide, quase sem cauda.
9. Peixe-martelo. Espécie de cação com a cabeça prolongada lateralmente, assemelhando-se a um martelo.
10. Peixe-mulher. A fêmea do peixe-boi.
11. Peixe-serra. Peixe que possui na parte frontal da cabeça um prolongamento ósseo chamado " rostro " , tendo nos bordos várias saliências ou dentes, assemelhando-se a uma serra.
12. Peixe-voador. Nome dado a várias espécies de peixes marinhos que, para escapar de seus predadores, saltam para fora d'água e planam no ar com auxílio de suas grandes nadadeiras peitorais.
 

Conhecendo os tipos de Precipitação Atmosférica

 



Precipitação atmosférica é o nome que se dá ao fenômeno de queda ao solo, do vapor d'água contido na atmosfera e que resulta dos processos de : a) condensação; b) congelamento; c) saturação. O conceito abrange, portanto, não somente a chuva, que é a precipitação líquida, mas também a neve, o granizo, o nevoeiro, o orvalho e a geada.
Do ponto de vista prático é a chuva ou precipitação pluvial que apresenta maior interesse, pois dela depende o abastecimento de água para as plantas, os animais e o homem. 
A chuva cai em forma de pequenas gotas que resultam da condensação do vapor d'água. Essa queda pode ocorrer de diversos modos, distinguindo-se: a) chuva leve; b) chuva forte; c) temporal. A intensidade ( mm/h ), o diâmetro das gotas ( mm ) e a velocidade de queda ( m/seg ) aumentam de (a) para (c).
O granizo ou chuva de pedra ocorre por congelamento das gotas d'água, quando a temperatura se aproxima de zero grau. A neve ocorre nas regiões frias, resultando da mudança da fase gasosa diretamente para a fase sólida, sem a passagem pela fase líquida.
Orvalho é a precipitação que ocorre por condensação da umidade do ar junto à superfície do solo ou de objetos expostos.
A geada se forma pelo congelamento do orvalho à temperatura de zero grau.
Um tipo especial de precipitação é o nevoeiro, que se forma próximo ao solo, afetando a visibilidade; resulta da saturação do ar pelo esfriamento ou evaporação. Ao nevoeiro tênue dá-se o nome de neblina; e ao nevoeiro espesso, de cerração.

Conhecendo os Bovinos

 



Os bovinos constituem a família Bovídeos, que são mamíferos quadrúpedes, herbívoros e ruminantes, ungulados ( que têm os dedos das patas protegidos por cascos). Possuem os cascos fendidos e, em geral, um par de chifres. O estômago, volumoso, ocupa quase ¾ partes da cavidade abdominal e divide-se em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador, este último o verdadeiro estômago.
São animais de grande porte, incluindo espécies domésticas e selvagens.
Dentre as espécies domésticas destacam-se três, muito exploradas como animais de trabalho na agricultura e como transporte, ou como produtoras de carne e leite:a) boi europeu; b) zebu ou boi indiano; c) búfalo. Distribuem-se por todo o mundo, havendo numerosas raças, especializadas para várias finalidades.
Dentre as espécies selvagens destacam-se: a) bisão norte-americano; b) bisão europeu; c) iaque, das regiões do Himalaia e do Tibete; d) banteng, que vive em Java, Bornéo e Indochina; e) gaial, habitante das selvas da Índia e da Indochina; f) gaur, que vive nas florestas da Índia e da Birmânia; g) gnu, nas savanas da África.
No Brasil, criam-se principalmente raças de boi europeu ( Holandesa, Jersey ) para a produção de leite; e raças zebuínas ( Gir, Nelore, Guzerá, etc. ) para a produção de carne.
 

Conhecendo a Litosfera

 



Dá-se o nome de litosfera ao envoltório sólido da Terra. Antigamente, era considerada sinônimo de " crosta terrestre ", mas atualmente é conceituada como a " esfera rochosa ", incluindo a crosta terrestre e também a parte externa, sólida, do manto. Portanto, a litosfera compõe-se de uma parte externa ou crosta e da capa externa 
do manto, estendendo-se a uma profundidade de 100 km da superfície.
A maior parte da superfície da litosfera - cerca de três quartas partes - fica submersa nos mares e oceanos. Daí a distinção entre: a) crosta oceânica, mais delgada; b) crosta continental, emersa e mais espessa.
A litosfera é composta por duas camadas, denominadas sial e sima. O sial é a camada externa, encontrada nos continentes e ilhas, e constituída predominantemente por rochas graníticas, nas quais os componentes principais são o silício e o alumínio, daí o seu nome. O sima é uma camada constituída predominantemente por rochas basálticas, formando o piso dos oceanos e estendendo-se sob o sial, nos continentes. Os componentes principais das rochas do sima são o silício e o magnésio, donde se originou o nome desta camada.
A litosfera não é tão estática quanto parece. Na realidade, passa por constantes modificações causadas por: a) forças internas, que causam intrusões de magma, erupções vulcânicas, terremotos e outros processos que provocam soerguimentos, afundamentos, falhamentos e dobramentos das camadas de rochas; b) forças externas ( água, vento, gelo, etc. ) que causam intemperismo - desagregação e decomposição das rochas; e erosão - remoção e transporte de material de um local para outro.
Esses processos são responsáveis pelas modificações que ocorrem no relevo terrestre.

Conhecendo os Suínos

 


Suínos é a denominação geral dos mamíferos da família Suídeos, possuidores de cascos nas extremidades dos dedos, sendo o casco sulcado ou dividido. São onívoros, digerindo bem todos os alimentos, exceto os celulósicos. Podem ser domésticos, como o porco; ou selvagens, como o porco-do-mato e o javali.
As duas espécies brasileiras selvagens são o cateto e a queixada, que se distinguem do porco doméstico por terem as pernas mais longas e a cauda curta ou inexistente. Outras espécies selvagens são o javali europeu, o javali indiano e a babirussa da Ásia. O javali possui presas ( dentes caninos ) longas e afiadas, chegando a medir 30 cm.
Precoce e prolífico, o porco doméstico é utilizado para a produção de carne e banha sendo grande transformador de produtos agrícolas e sub-produtos da indústria vegetal em produtos de alta qualidade alimentar, exigindo pouco espaço para a sua criação. Existem raças especializadas para a produção de mais carne e menos banha, ou vice-versa; sendo as raças exóticas as mais indicada. O Brasil é um dos maiores criadores de porcos do mundo.

Conhecendo os Animais Anfíbios

 




A palavra anfíbio ( do grego " amphi=duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água. 
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pinguim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuídas em três subclasses: a) Ápodes - sem patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituídas por pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra. 
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.
 

Conhecendo a Oceania

 



Oceania é o nome dado a uma das sub-divisões das massas continentais, correspondente ao Novíssimo Continente, que abrange a Austrália e um grande número de ilhas e arquipélagos situados no oceano Pacífico. Costuma-se subdividir a Oceania em 4 áreas distintas: a) Australásia; b) Melanésia; c) Micronésia; d) Polinésia.
A. Australásia. Compreende a Austrália e as ilhas maiores: Tasmânia, Nova Zelândia e parte da Nova Guiné, que formam um grande retângulo.
B. Melanésia. Está localizada à nordeste da Austrália e compreende o grupo de ilhas situadas a NE da Austrália que, estendendo-se em arco, abrange o NE da Nova Guiné e vários arquipélagos, entre os quais se incluem os de Bismark, Salomão, Novas Hébridas e várias ilhas.
C. Micronésia. É assim chamada por abranger grande número de pequenas ilhas, estando localizada ao norte da Melanésia. Entre outras, inclui as ilhas Marianas, Carolinas, Marshall, etc.
D. Polinésia. Como indica o seu nome,a Polinésia é constituída por numerosas ilhas, que cobrem vasta área triangular do oceano Pacífico, dentre as quais as ilhas Hawaí e as ilhas Christmas.
A Austrália corresponde a 9/10 da área total de terras emersas da Oceania, sendo que a superfície oceânica ocupa uma enorme área -167.000.000 km2.

Conhecendo as Plantas para Papel e Celulose

 



Além do fornecimento de madeira, lenha e carvão, muitas espécies vegetais são utilizadas para obtenção de matéria-prima para a fabricação de papel e celulose.
Nos países europeus e norte-americanos, onde a indústria de papel é mais desenvolvida, a matéria-prima provém de espécies do gênero Pinus e de outros pinheiros.Na Austrália empregam-se várias espécies de eucalipto para a mesma finalidade.
No Brasil, utilizam-se as seguintes espécies para a fabricação de papel e celulose: a) Araucaria angustifólia, o nosso pinheiro-do-Paraná; b) Eucalyptus saligna e E. tereticornis, de origem australiana; c) Cunninghamia lanceolata, muito cultivado em Caieiras ( SP ); d) Pinus elliotti e P. taeda, espécies exóticas e precoces: enquanto o eucalipto é cortado aos 7-8 anos, estes Pinus podem ser cortados aos 5 anos; e) Agave sisalana - o sisal, cultivado principalmente no Nordeste brasileiro.
Além dessas plantas, deve ser citado o aproveitamento de alguns resíduos de indústrias agrícolas, como por exemplo: a) bagaço de cana - um resíduo da indústria açucareira; b) palha de cera - resíduo da indústria de cera de carnaúba.

Última atualização em Dom, 22 de Junho de 2014 11:07
 
Veja ! Doenças em Caprinos, Historia Classificação do Queijo, Peixe, Atmosfera, Bovinos, Litosfera, Suínos, Anfíbios, Oceania e Papel e Celulose... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 22 de Junho de 2014 10:54

As doenças respiratórias


 

 

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As doenças respiratórias representam a segunda causa de perdas econômicas em um sistema de produção de ovinos, perdendo apenas para as verminoses.

 

As bactérias e vírus são os maiores responsáveis por essas enfermidades, que se manifestam com a presença dos fatores predisponentes de estresse, tais como: transporte; variações climáticas; ventilação inadequada; desequilíbrio nutricional; confinamento e desmama. Geralmente ocorre uma virose com consequente infecção secundária por bactérias.

 

 


 

Pasteurelose

 

 

 

É causada pela bactéria Pasteurella haemolytica e se destaca como a principal enfermidade pulmonar em ovinos. Os surtos começam com mortes súbitas e sem a presença de sinais clínicos característicos. O envolvimento respiratório torna-se mais evidente ao longo do surto, aparecendo quadros de pneumonia aguda, febre, depressão, perda de peso, secreção nasal, tosse e ruídos pulmonares anormais.

 

O animal pode ser acometido em qualquer idade, independente da raça e do sexo, sendo que cordeiros entre 2 semanas a 2 meses de idade são os mais acometidos. A transmissão ocorre por inalação de partículas contaminadas e também pode ocorrer por contato direto. Um exemplo deste último é um cordeiro lactente infectado através de uma ovelha portadora de mastite causada por P. Haemolytica.

 

A taxa de morbidade pode chegar a 40% e de mortalidade a 5%. O curso da doença geralmente é de três dias, embora possa ocorrer morte em apenas 12 horas. A recuperação total dos animais pode ser observada em 14 dias (se forem corretamente tratados).

 

O diagnóstico é feito através dos achados clínicos, necropsia (hemorragia pulmonar e lesões ulcerativas na faringe e laringe), exame histopatológico e isolamento da bactéria.

 

 

 

Micoplasmose

 

 

 

Também é uma doença respiratória de grande importância para ovinos. Conhecida como pneumonia enzoótica, é causada pela bactéria Mycoplasma sp. Acomete animais de diferentes idades, porém, cordeiros com menos de um ano geralmente são os mais infectados (maior incidência entre 5 a 10 semanas de vida).

 

Os cordeiros contaminados apresentam tosse crônica e dificuldade para respirar, além de secreções nasais mucopurulentas e febre. Realiza-se a necropsia, exame histopatológico e Elisa (método de detecção de anticorpos) para um diagnóstico mais preciso.

 

 

 

Tratamento e prevenção das doenças respiratórias bacterianas

 

 

 

As doenças infecciosas do trato respiratório, como mencionado anteriormente, são causadas pela combinação de agentes infecciosos (bactérias e vírus) e causas predisponentes (estresse).

 

Uma conduta racional para o controle e prevenção das doenças respiratórias seria a obtenção de diagnóstico clínico e laboratorial preciso e técnicas de manejo que minimizem as causas de estresse.

 

Devem-se utilizar antibióticos como tratamento principal, assim como toda patologia de origem bacteriana. As oxitetraciclinas de longa ação apresentam bons resultados contra a Pasteurelose.

 

Está se tornando cada vez mais difícil obter um diagnóstico etiológico específico, pois os problemas respiratórios parecem estar sendo causados por infecções múltiplas. Nestes casos, recomenda-se utilizar antibióticos de amplo espectro, como as cefalosporinas.

 

Métodos profiláticos apresentam boa eficiência no controle e profilaxia dessas infecções. São exemplos:

 

1) a minimização das alterações climáticas;

 

2) manejar os cordeiros e suas mães em galpões cobertos durante as primeiras semanas de vida;

 

3) taxa de lotação adequada dos galpões-maternidade e de confinamentos;

 

4) boa ventilação dos galpões.

 

 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1) 
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5) 
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9) 
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10) 
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12) 
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13) 
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14) 
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas.Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 

Conhecendo os Animais com nome " Peixe"

 



Peixe é a designação geral de uma classe de animais vertebrados aquáticos, que compreende cerca de 20.000 espécies. Acrescida de qualificativos, a palavra é usada para indicar espécies de peixes com características especiais e também duas espécies de mamíferos aquáticos. Vejamos alguns exemplos:
1. Peixe-agulha. Nome de um peixe escombrídeos, de forma cilíndrica e alongada.
2. Peixe-boi. Mamífero aquático da ordem dos sirênios.
3. Peixe-boto. Mamífero aquático da ordem dos cetáceos.
4. Peixe-cachorro. Nome de vários peixes de água doce, da família dos caracídeos.
5. Peixe-de-briga. Peixe asiático da família dos ananubatídeos, frequentemente criado em aquários.
6. Peixe-elétrico. O mesmo que poraquê.
7. Peixe-espada. Nome de vários peixes com prolongamento da nadadeira caudal.
8. Peixe-lua. Grande peixe discóide, quase sem cauda.
9. Peixe-martelo. Espécie de cação com a cabeça prolongada lateralmente, assemelhando-se a um martelo.
10. Peixe-mulher. A fêmea do peixe-boi.
11. Peixe-serra. Peixe que possui na parte frontal da cabeça um prolongamento ósseo chamado " rostro " , tendo nos bordos várias saliências ou dentes, assemelhando-se a uma serra.
12. Peixe-voador. Nome dado a várias espécies de peixes marinhos que, para escapar de seus predadores, saltam para fora d'água e planam no ar com auxílio de suas grandes nadadeiras peitorais.
 

Conhecendo os tipos de Precipitação Atmosférica

 



Precipitação atmosférica é o nome que se dá ao fenômeno de queda ao solo, do vapor d'água contido na atmosfera e que resulta dos processos de : a) condensação; b) congelamento; c) saturação. O conceito abrange, portanto, não somente a chuva, que é a precipitação líquida, mas também a neve, o granizo, o nevoeiro, o orvalho e a geada.
Do ponto de vista prático é a chuva ou precipitação pluvial que apresenta maior interesse, pois dela depende o abastecimento de água para as plantas, os animais e o homem. 
A chuva cai em forma de pequenas gotas que resultam da condensação do vapor d'água. Essa queda pode ocorrer de diversos modos, distinguindo-se: a) chuva leve; b) chuva forte; c) temporal. A intensidade ( mm/h ), o diâmetro das gotas ( mm ) e a velocidade de queda ( m/seg ) aumentam de (a) para (c).
O granizo ou chuva de pedra ocorre por congelamento das gotas d'água, quando a temperatura se aproxima de zero grau. A neve ocorre nas regiões frias, resultando da mudança da fase gasosa diretamente para a fase sólida, sem a passagem pela fase líquida.
Orvalho é a precipitação que ocorre por condensação da umidade do ar junto à superfície do solo ou de objetos expostos.
A geada se forma pelo congelamento do orvalho à temperatura de zero grau.
Um tipo especial de precipitação é o nevoeiro, que se forma próximo ao solo, afetando a visibilidade; resulta da saturação do ar pelo esfriamento ou evaporação. Ao nevoeiro tênue dá-se o nome de neblina; e ao nevoeiro espesso, de cerração.

Conhecendo os Bovinos

 



Os bovinos constituem a família Bovídeos, que são mamíferos quadrúpedes, herbívoros e ruminantes, ungulados ( que têm os dedos das patas protegidos por cascos). Possuem os cascos fendidos e, em geral, um par de chifres. O estômago, volumoso, ocupa quase ¾ partes da cavidade abdominal e divide-se em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador, este último o verdadeiro estômago.
São animais de grande porte, incluindo espécies domésticas e selvagens.
Dentre as espécies domésticas destacam-se três, muito exploradas como animais de trabalho na agricultura e como transporte, ou como produtoras de carne e leite:a) boi europeu; b) zebu ou boi indiano; c) búfalo. Distribuem-se por todo o mundo, havendo numerosas raças, especializadas para várias finalidades.
Dentre as espécies selvagens destacam-se: a) bisão norte-americano; b) bisão europeu; c) iaque, das regiões do Himalaia e do Tibete; d) banteng, que vive em Java, Bornéo e Indochina; e) gaial, habitante das selvas da Índia e da Indochina; f) gaur, que vive nas florestas da Índia e da Birmânia; g) gnu, nas savanas da África.
No Brasil, criam-se principalmente raças de boi europeu ( Holandesa, Jersey ) para a produção de leite; e raças zebuínas ( Gir, Nelore, Guzerá, etc. ) para a produção de carne.
 

Conhecendo a Litosfera

 



Dá-se o nome de litosfera ao envoltório sólido da Terra. Antigamente, era considerada sinônimo de " crosta terrestre ", mas atualmente é conceituada como a " esfera rochosa ", incluindo a crosta terrestre e também a parte externa, sólida, do manto. Portanto, a litosfera compõe-se de uma parte externa ou crosta e da capa externa 
do manto, estendendo-se a uma profundidade de 100 km da superfície.
A maior parte da superfície da litosfera - cerca de três quartas partes - fica submersa nos mares e oceanos. Daí a distinção entre: a) crosta oceânica, mais delgada; b) crosta continental, emersa e mais espessa.
A litosfera é composta por duas camadas, denominadas sial e sima. O sial é a camada externa, encontrada nos continentes e ilhas, e constituída predominantemente por rochas graníticas, nas quais os componentes principais são o silício e o alumínio, daí o seu nome. O sima é uma camada constituída predominantemente por rochas basálticas, formando o piso dos oceanos e estendendo-se sob o sial, nos continentes. Os componentes principais das rochas do sima são o silício e o magnésio, donde se originou o nome desta camada.
A litosfera não é tão estática quanto parece. Na realidade, passa por constantes modificações causadas por: a) forças internas, que causam intrusões de magma, erupções vulcânicas, terremotos e outros processos que provocam soerguimentos, afundamentos, falhamentos e dobramentos das camadas de rochas; b) forças externas ( água, vento, gelo, etc. ) que causam intemperismo - desagregação e decomposição das rochas; e erosão - remoção e transporte de material de um local para outro.
Esses processos são responsáveis pelas modificações que ocorrem no relevo terrestre.

Conhecendo os Suínos

 


Suínos é a denominação geral dos mamíferos da família Suídeos, possuidores de cascos nas extremidades dos dedos, sendo o casco sulcado ou dividido. São onívoros, digerindo bem todos os alimentos, exceto os celulósicos. Podem ser domésticos, como o porco; ou selvagens, como o porco-do-mato e o javali.
As duas espécies brasileiras selvagens são o cateto e a queixada, que se distinguem do porco doméstico por terem as pernas mais longas e a cauda curta ou inexistente. Outras espécies selvagens são o javali europeu, o javali indiano e a babirussa da Ásia. O javali possui presas ( dentes caninos ) longas e afiadas, chegando a medir 30 cm.
Precoce e prolífico, o porco doméstico é utilizado para a produção de carne e banha sendo grande transformador de produtos agrícolas e sub-produtos da indústria vegetal em produtos de alta qualidade alimentar, exigindo pouco espaço para a sua criação. Existem raças especializadas para a produção de mais carne e menos banha, ou vice-versa; sendo as raças exóticas as mais indicada. O Brasil é um dos maiores criadores de porcos do mundo.

Conhecendo os Animais Anfíbios

 




A palavra anfíbio ( do grego " amphi=duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água. 
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pinguim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuídas em três subclasses: a) Ápodes - sem patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituídas por pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra. 
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.
 

Conhecendo a Oceania

 



Oceania é o nome dado a uma das sub-divisões das massas continentais, correspondente ao Novíssimo Continente, que abrange a Austrália e um grande número de ilhas e arquipélagos situados no oceano Pacífico. Costuma-se subdividir a Oceania em 4 áreas distintas: a) Australásia; b) Melanésia; c) Micronésia; d) Polinésia.
A. Australásia. Compreende a Austrália e as ilhas maiores: Tasmânia, Nova Zelândia e parte da Nova Guiné, que formam um grande retângulo.
B. Melanésia. Está localizada à nordeste da Austrália e compreende o grupo de ilhas situadas a NE da Austrália que, estendendo-se em arco, abrange o NE da Nova Guiné e vários arquipélagos, entre os quais se incluem os de Bismark, Salomão, Novas Hébridas e várias ilhas.
C. Micronésia. É assim chamada por abranger grande número de pequenas ilhas, estando localizada ao norte da Melanésia. Entre outras, inclui as ilhas Marianas, Carolinas, Marshall, etc.
D. Polinésia. Como indica o seu nome,a Polinésia é constituída por numerosas ilhas, que cobrem vasta área triangular do oceano Pacífico, dentre as quais as ilhas Hawaí e as ilhas Christmas.
A Austrália corresponde a 9/10 da área total de terras emersas da Oceania, sendo que a superfície oceânica ocupa uma enorme área -167.000.000 km2.

Conhecendo as Plantas para Papel e Celulose

 



Além do fornecimento de madeira, lenha e carvão, muitas espécies vegetais são utilizadas para obtenção de matéria-prima para a fabricação de papel e celulose.
Nos países europeus e norte-americanos, onde a indústria de papel é mais desenvolvida, a matéria-prima provém de espécies do gênero Pinus e de outros pinheiros.Na Austrália empregam-se várias espécies de eucalipto para a mesma finalidade.
No Brasil, utilizam-se as seguintes espécies para a fabricação de papel e celulose: a) Araucaria angustifólia, o nosso pinheiro-do-Paraná; b) Eucalyptus saligna e E. tereticornis, de origem australiana; c) Cunninghamia lanceolata, muito cultivado em Caieiras ( SP ); d) Pinus elliotti e P. taeda, espécies exóticas e precoces: enquanto o eucalipto é cortado aos 7-8 anos, estes Pinus podem ser cortados aos 5 anos; e) Agave sisalana - o sisal, cultivado principalmente no Nordeste brasileiro.
Além dessas plantas, deve ser citado o aproveitamento de alguns resíduos de indústrias agrícolas, como por exemplo: a) bagaço de cana - um resíduo da indústria açucareira; b) palha de cera - resíduo da indústria de cera de carnaúba.

 
Veja ! Obtendo Sucesso com Ovinos, Esclha de um Cavalo, Cadela com 19 filhotes, Ectoparasitas, Cio em Cabras, Cio em Gatas, Volta das Férias e Queda de Raios PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 21 de Junho de 2014 08:54

Condições necessárias para se obter sucesso na Criação de Ovinos

 


A criação de ovinos promete ser uma atividade pecuária das mais importantes,com grande potencial para investimentos no Brasil. Criadores criteriosos, usando técnicas adequadas, bons animais e as condições necessárias, podem obter ótimos lucros com esse tipo de criação.

Podem-se relacionar fatores a serem evitados, visando ao sucesso da atividade. Não basta o entusiasmo pela atividade, é necessário conhecimento técnico por parte do criador.

Principalmente a criação de ovinos, dentro da pecuária, exige certos critérios de rotina que vão garantir os bons resultados e o desempenho do trabalho.

Todas as fases da criação requerem certos cuidados para que seja feita uma administração adequada. Para isso, é necessária a ajuda de um profissional especializado, médico veterinário, zootecnista ou técnico agropecuário. Mesmo que o criador tenha amplos conhecimentos sobre o assunto, não se deve dispensar o auxílio desses profissionais.

A escolha de boas matrizes e de animais de raças especializadas é fundamental para se iniciar a criação de ovinos. Sem isso, o criador não terá o material necessário para uma produção de qualidade, obtendo assim, resultados menos satisfatórios ou mesmo, prejuízos.

A saúde dos animais escolhidos deve ser muito bem avaliada. Animais saudáveis produzirão mais e, consequentemente, trarão maiores lucros. Basta que uma unidade desses animais esteja com a saúde comprometida para que se contamine todo o plantel, gerando graves prejuízos ao criador.

O clima deve ser favorável à criação de ovinos, embora a maior parte das raças se adapte melhor a climas mais frios. A umidade do ar deve ser média.

A criação de ovinos, no Brasil, é feita tanto na região Sul, para a produção de lã, quanto no Norte e Nordeste, com ovinos deslanados, indicados para as regiões mais quentes.

Quando a região apresenta grande quantidade de chuvas, a produção de lã fica comprometida.

Esses animais necessitam de grande quantidade de água para sobreviver. Os animais adultos consomem, em média, de 3 a 4 litros de água por dia. Deve-se oferecer água de boa qualidade para garantir a qualidade de vida e de saúde dos animais.

A alimentação, outro fator importante nesse tipo de criação, deve ser feita com a ração, como a principal, caso os ovinos sejam confinados, ou como suplementação, se forem criados a pasto.

Diferentemente de outros ruminantes, no consumo de folhagens, os ovinos sobrevivem apenas com pastagens, e podem ser comercializados mesmo em época de aleitamento.
 
 


Como escolher e comprar um Cavalo

 


O aumento do interesse por cavalos e os esportes ligados a esse animal tem provocado um aquecimento no mercado de compra e venda de eqüinos. Desta forma, os novos “candidatos” a proprietários acabam em meio a uma situação a qual nunca antes vivenciaram: o momento da escolha e da compra do animal.

Comprar algo do qual não se conhece a fundo, seja qual for o produto ou animal, é sempre arriscado, pois se pode comprar “gato por lebre” ou, neste caso, “pangaré por cavalo de raça”. Em primeiro lugar, o comprador deve ter consciência exata do seu grau de conhecimento sobre cavalos e raças, para que não se arrependa depois. Não é vergonha assumir precisar de auxílio especializado para a operação de compras, pelo contrário, é a opção mais indicada na maioria dos casos, até mesmo para pessoas que já possuem um bom conhecimento sobre esses animais.

Por envolver muitos aspectos práticos, a análise do animal antes da decisão de compra, deve levar em conta muitos fatores, que podem ser divididos, basicamente, em dois grupos: os aspectos e desejos do cavaleiro ou amazona e as características e estado do cavalo.

Características e objetivos do comprador

Em primeiro lugar, ao comprar um cavalo, é preciso saber se este será utilizado para tração, montaria e que tipo de montaria. O objetivo do cavaleiro ou amazona pode ser a prática de cavalgadas, saltos, corrida de velocidade, jogo de Pólo, etc. Desta forma, o cavalo escolhido deverá ser escolhido por apresentar características mais favoráveis aos objetivos de seu dono.

Outro fator importante, relacionado diretamente ao futuro proprietário, são suas próprias características físicas, isto é, o porte do cavalo deverá ser apropriado ao porte físico do cavaleiro ou amazona. Por este motivo, não seria adequado, por exemplo, comprarmos um animal de grande altura para a prática de equitação de uma criança ou adolescente de estatura baixa. 

Características e estado físico do cavalo

O exame clínico de um animal, antes de sua compra, deve ser feito, preferencialmente, por um Médico Veterinário, especialista em eqüinos, para evitarmos surpresas posteriores com possíveis doenças ou problemas físicos, por exemplo. Além dos aspectos relacionados às possíveis doenças, o profissional deverá avaliar as funções reprodutivas do animal.

É necessário levar em conta a idade do cavalo, comportamento (se é um animal arisco ou mais dócil), problemas de aprumos e possíveis conseqüências no andar do animal, além das características específicas da raça do animal.

Existem raças mais ou menos indicadas para determinadas atividades, pois há animais mais aptos a prática de corridas de velocidade, resistência às longas cavalgadas, saltos, prática do jogo de pólo e provas de agilidade e em Sertânia e em nossa região a pratica de Vaquejada e pega de Boi, entre tantas atividades que podem ser praticadas com estes magníficos animais.
 
 


Cadela dá à luz a 19 filhotes

 


Em Palmas, TO, a cadela Brama, da raça pit bull deu à luz 19 filhotes, resultado do cruzamento com um cão da mesma raça. Nasceram todos vivos!

O recorde mundial de nascimento de fetos, numa mesma ninhada, é de 22 filhotes. Certamente, Brama é recorde nacional da sua raça. O cruzamento se deu a partir do 9º dia do cio até o final. Não houve controle dos cruzamentos, sendo essa, talvez, a explicação para o nascimento do número de filhotes, acima da média. Por isso, aconselha-se o cruzamento controlado.

Sua gestação foi tranquila, apesar de não ter havido acompanhamento veterinário. Entretanto, Brama foi levada por seu proprietário a uma clínica, aos 58 dias de gestação, quando pariu o primeiro filhote. Cinco horas se passaram e o médico veterinário Juan D. Muñoz optou pela cesariana, ao constatar que seria muito grande a ninhada.

Brama não conseguiu amamentar a todos os filhotes, mesmo porque as cadelas possuem 10 tetas. Os filhotes e Brama receberam alimentação complementar e cuidados especiais.
 
 

Cuidados que podem diminuir ectoparasitas

 


Uma praga rotineira, presente na pecuária brasileira, são as moscas, que podem causar severos danos à produção se não forem controladas nos animais. Principalmente agora, com o início das chuvas, o aparecimento de moscas aumenta, significativamente, pois preferem o clima úmido e temperatura por volta de 25 graus. O ataque das moscas pode reduzir o peso do animal em até 20%, devido ao desconforto que ele causa.

Dentre os insetos que mais afetam os pecuaristas, estão a mosca-do-chifre, carrapato do boi e a mosca-dos-estábulos, responsáveis por grandes prejuízos, uma vez que as moscas atacam, principalmente, as pernas do bovino, com picadas doloridas, além de seu costado e dorso. O inseto, por ser irritante ao gado, faz com que o animal se debata, causando lesões de automutilação, fazendo com que ele perca peso, valor e qualidade.

Segundo o pesquisador da Embrapa Willsonkoller, ”Restos de alimentos úmidos e palha, junto aos dejetos dos animais são os principais motivos do desenvolvimento das moscas que se abrigam em árvores, bosques, cercas, paredes e cochos, e se dispersam de 10 a 30 quilômetros, com possibilidade de atingir até 200 quilômetros a mais de distância. A mosca, em apenas três minutos, suga o suficiente para ficar repleta de sangue”.

O controle destas moscas deve ser feitopela sanidade da pastagem na qual o animal fica, como higienização dos pastos e o manejo adequado dos subprodutos, com o controle dos focos de criação. Isso pode apresentar 90% desucesso no controle destes parasitas.

O grande problema é que os produtores não fazem o controle de modo correto e no tempo certo, pois está ligado ao estágio de desenvolvimento da praga. O certo é o produtor pedir ajuda a um técnico para orientá-lo sobre a melhor forma de manejo dessas pragas.
 
 


Cio das cabras e ovelhas é estimulado pela luminosidade

 

A luminosidade do Nordeste brasileiro oferece as condições especiais para que ovinos e caprinos possam oferecer um aumento no número de partos e, assim, com uma quantidade maior de crias, o agricultor poderá melhorar a renda advinda do rebanho. Mas para que isso ocorra é necessário um eficiente do manejo do rebanho.

 

Estimulado pela luminosidade as cabras e as ovelhas apresentam cio e ovulam ao longo de todos os meses do ano. Entre 35 a 45 dias após o parto o útero das cabras e ovelhas oferecem condições para receber um novo feto. É aí que com manejo adequado, os produtores podem diminuir o intervalo entre os partos das fêmeas.

 

O pesquisador Diônes Oliveira Santos, da Embrapa Caprinos, explica que para obter, de cabras e ovelhas, três parições em dois anos, é preciso que o produtor organize o manejo reprodutivo de seu rebanho, o que, além de aumentar a produtividade evita a incidência de cruzamentos entre animais com estreito laço de parentesco.

 

“É perfeitamente possível obter três partos em dois anos em cabras e ovelhas no Semi-Árido Nordestino, desde que seja mantida uma alimentação adequada para garantir as necessidades nutricionais dos animais”, afirma o pesquisador. O produtor precisa estar atento à qualidade de forragens e ao estado de saúde dos animais, pois estes são fatores que interferem no número de partos.

 

Considerando 150 dias como o período médio da prenhez, pode-se observar que a cabra e a ovelha apresentam potencial biológico para parirem, aproximadamente a cada 7 ou 8 meses. É possível programar as estações de monta para qualquer período do ano, sem lançar mão do uso de hormônios para induzir o estro e a ovulação.


Ciclo Reprodutivo ( estral) das Gatas

 

 

As gatas possuem vários cios, motivo pelo qual são chamadas poliéstricas. O cio das gatas está relacionado a temperaturas mais altas, portanto normalmente ocorre no período da primavera até o verão, pois é quando temos dias mais quentes e longos além de possuir mais luminosidade.

Nas regiões mais quentes do país, como Norte e Nordeste as gatas podem chegar a “ciclar” o ano todo. Sua puberdade (seu primeiro cio) pode ocorrer entre cinco a doze meses de idade, em média, acontece aos dez meses.

O ciclo reprodutivo (estral) dura de 14 a 21 dias, em média, podendo ocorrer novos cios logo após o parto ou no final da amamentação. Como em todo animal, esse ciclo é regulado pelos hormônios ovarianos, sendo denominados de anestro, proestro, estro, diestro e interestro.

O anestro pode ter duração de 1 a 3 meses, normalmente se iniciando entre o final do outono e início do inverno. É um período no qual o ovário praticamente não produz nenhum hormônio.

Proestro – fase em que a gata entra no cio. Inicia-se a fase folicular. Mesmo assim, ainda não permite a cobertura pelo macho. A ovulação só ocorre se houver acasalamento.

O estro apresenta uma duração variável entre 1 a 21 dias (média de 7 dias). Se ocorrer a cópula, o estro irá terminar entre 4 a 5 dias após a ovulação.

Após esse período vem a fase denominada diestro, caso ela não tenha sido coberta, que dura por volta de 15 dias. Há produção do hormônio progesterona pelo corpo lúteo presente no ovário.

Caso ela tenha sido coberta por um macho fértil, a gestação vai durar, em média, 63 dias. Existe uma curiosidade relativa à ovulação das gatas. Caso ela ovule e não seja fertilizada, pode desenvolver gravidez psicológicae até piometra (infecção uterina). Isto ocorre se ela for estimulada a ovular através de medicamentos e não for coberta, ou tenha sido coberta por um macho infértil.
 
 

Voltar para Casa após as Férias


ENTRAR    DE  FÉRIAS   E   VIAJAR   É    UM   GRANDE  PRAZER .VIAJAR  FAZ MUITO   BEM. VEMOS  COISAS  DIFERENTES ,  OUTRAS  PESSOAS ,  OUTRAS  CURIOSIDADES .MAS   A   ALEGRIA   MAIOR   É  QUANDO   CHEGA   O  MOMENTO     DE   VOLTAR  PARA  CASA .

TALVEZ  NEM  TODOS   TENHAM   A   SUA   CASA   COMO   UM    LOCAL   ACONCHEGANTE  ,QUE  NOS  ENVOLVE   REVELANDO  PEQUENOS  DETALHES   DA  VIDA   QUE   VIVEMOS . SÃO  COISAS  ANTIGAS  COMO  FOTOS , CORRESPONDÊNCIA   ANTIGA, ADORNOS    OU  ARTESANATO    QUE   JUNTAMOS   AO  LONGO   DA   EXISTÊNCIA  .A  MAIORIA   NÃO  TEM  VALOR  PARA  NINGUÉM   MAS  PARA  NÓS   SÃO   COISAS   INSEPARÁVEIS .

UM   DITADO  MUITO  ANTIGO  ,  MARIO  CESAR  CORTELA   DIZ :  CASA   LIMPA   O   BASTANTE  PARA   SER   SAUDÁVEL   SUJA    E   DESARRUMADA   O   SUFICIENTE   PARA   SERMOS   FELIZES  .

LIMPEZA   EM   UMA   CASA  NÃO    PODE  SIGNIFICAR   UMA  PREPARAÇÃO  PARA  UMA  CENA  DE  FOTO GRAFIA  . SUJEIRA   E   DESARRUMAÇÃO   SIGNIFICA   QUE  MUITAS  COISAS   ESTARIAM   FORA   DO   LUGAR  PARA  ESTRANHOS  MAS  NUNCA    PARÁ  NÓS  . MUITO   DO  LARGAMOS   EM   CIMA DE  MÓVEIS   OU  MESAS , SIGNIFICA  QUE  NAQUELA   TEM  VIDA  .

DANUSA  LEÃO  JÁ  TINHA  FEITO  UMA  CRÔNICA   A   RESPEITO .MOSTRANDO  QUE  AS  VIAGENS  AO  EXTERIOR     JÁ   TINHAM    SE  TRANSFORMADO   EM   ROTINA   SEM   NOVIDADE   E   A  VOLTA  PARA  CASA  UMA  PRAZER  MAIOR   DO  QUE  A  VIAGEM .

SEJAM  FELIZES  NAS   SUAS   CASINHAS .

 

 

Queda de Raios


Na  última  década   1574  pessoas  morreram   no    BRASIL , vítimas  de  raios .Isso   significa   em   média   uma   morte   a   cada   três   dias .

O    GRUPO     ELETRICIDADE  ATMOSFÉRICA  DO  INPE  , monitora  desde  o  ano  2000   a  queda  de  raios  no    BRASIL  , concluindo  que  o    BRASIL  é  o  país  com  maior  incidência   de  queda   de  raios   em   todo  o  planeta  .  O   SEGUNDO   LUGAR   cabe   ao    CONGO   na   ÁFRICA .

NUMA  TEMPESTADE   DE  RAIOS  , O  MELHOR   LUGAR  PARA   SE  ABRIGAR  É  DENTRO   DE   UM   CARRO   FECHADO  OU  QUALQUER   OUTRO   VEÍCULO .

A  FÍSICA  EXPLICA  QUE  QUALQUER  VEÍCULO   É    ELETRIFICADO   E  ESSA  ELETRIFICAÇÃO  REPELE  A  GIGANTESCA  ELETRICIDADE  DOS  RAIOS .

É  O  QUE  ACONTECE  COM  UM  AVIÃO  .ELE  PODE  PENETRAR  EM  UMA  TEMPESTADE  DE  RAIOS ,  HAVERÁ  APENAS  TURBULÊNCIA. O  AVIÃO  É  TOTALMENTE   ELETRIFICADO   E  REPELE   OS  RAIOS  JOGANDO   A  CARGA  ELÉTRICA  AGRESSIVA  E  MORTAL  PARA  LONGE .

 
Veja ! Club Pedalamil, Parônimos, Reino Mineral, Plantas Carníveros, Aranhas, Efeitos das Queimadas, Animais Pre-Historico e Criação de Codornas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 20 de Junho de 2014 07:47
Ciclismo em Sertânia em busca de Lazer e Saúde

 

Tribo Pedala 1000

 

Foto

Sou muito observador principalmente dos comportamentos e relacionamentos humanos e, desde quando comecei a pedalar percebi que o mundo do ciclismo tem algumas características muito distintas de outros esportes.

Antes de entrar para o ciclismo pratiquei vários outros esportes: tênis, natação, Vaquejada, Super-Cross, Futebol, corrida  entre outros.

Em nenhum destes esportes, pelo menos na minha vivência, encontrei uma comunidade tão unida e receptiva quanto a de ciclistas.

Quando os ciclistas se encontram para fazer um passeio todos parecem ser amigos de infância, quando na realidade muitos deles estão se conhecendo naquele momento do encontro.

Os ciclistas trocam muitas informações a respeito de equipamentos, rotas, dietas, suplementos, roupas, lugares bacanas para pedalar e por aí vai. Não há economia de informação e cada um tem a chance de conhecer as coisas boas do mercado, os lançamentos, o que está na moda, etc.

Outra característica interessante é que não existe distinção entre classes sociais, raça e credos. Um ciclista que tem uma bicicleta muito simples pedala ao lado de ciclistas com bicicletas de alta tecnologia.


Foto: Quem é Sertaniense com Orgulho, COMPARTILHA!

O gosto pelo pedal é o ponto comum e isso basta. O restante não tem tanta importância, por isto qualquer pessoa que ingressa neste esporte é bem recebido e se integra facilmente, fato que alimenta ainda mais a paixão pelo ciclismo.

Não há nada mais gostoso, mais gentil e cativante do que ser super bem recebido por um grupo de esportistas de bem com a vida e amáveis.

Percebi que a única, se é que exista, divisão entre os praticantes do ciclismo dá-se no tipo de pedal, ou seja, de acordo com a modalidade de ciclismo que mais atrai o esportista. Oficialmente o ciclismo é dividido em quatro categorias: provas em estradas, provas em pistas, provas de montanha (Mountain Bike) e BMX. Mas em cada categoria é natural a formação de grupos distintos…

 

Mantedo a Forma com o ciclismo

 

Cardiologistas e especialistas de várias outras áreas afirmam: pedalar é um ótimo exercício para manter a boa saúde e o corpo em forma.

Além de ser excelente para o sistema circulatório, queima muitas calorias, ajuda a eliminar gorduras, tonifica a musculatura das pernas, glúteos e abdome e pode ainda melhorar a postura e aumentar a capacidade pulmonar, além de trazer bem estar físico e mental e todos os benefícios de qualquer outra atividade esportiva.

Na hora de praticar este esporte, há basicamente duas alternativas: frequentar as aulas de spinning na academia ou encarar trilhas ou ruas de bicicleta.

Ambas as alternativas oferecem todos os benefícios citados acima, mas guardam também as suas diferenças.

 

Segurança e Vantagens no Ciclismo

Ponha em prática estas dicas de segurança

Direção defensiva:

 



Foto
1 - Com o carro parado: 

fique atento, pois a porta pode abrir e bater no ciclista.

2 - Com o carro em movimento:

pode cortar a frente do ciclista ou fazer um retorno repentino. O ciclista deve desconfiar que o motorista pode fazer uma manobra brusca a qualquer momento.

3 - Ter muita atenção nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos.

4 - Não usar fones de ouvido. Eles podem bloquear sons que você precisa ouvir para dirigir defensivamente.

5 - Use equipamentos de segurança e equipe sua Magrela !




Vantagens da Bicicleta sobre o Automóvel

• Produz pouquíssimo ruído, e não emite gases (ou seja: poluição atmosférica e sonora iguais a zero)
• A velocidade de deslocamento está adaptada às capacidades de percepção, reação e assimilação humanas, 
as quais levaram centenas de milhares de anos para se desenvolver (o carro oportuniza o deslocamento a velocidade muito acima da capacidade humana de processar dados e tomar decisões com razoável segurança);
• A bicicleta oportuniza a atividade física necessária para a saúde e o bem-estar geral da pessoa (pedalar regularmente reduz a suscetibilidade a males relacionados com o estilo de vida moderno, tais como hipertensão, obesidade, e outros);
• Andar de bicicleta meia hora por dia aumenta o metabolismo em oito calorias ao minuto, consumindo onze quilos de gordura por ano;
• A tecnologia empregada é visível e de fácil compreensão;
• É facilmente reparável, quase sempre pelo próprio usuário;
• Sua fabricação consome pouca energia e matéria-prima;
• Com a bicicleta pode-se percorrer 1000 km, usando a quantidade de energia correspondente a um litro de gasolina;
• Deslocando-se a 15 km/h, um ciclista gasta uma quantidade de energia menor do que aquela que é gasta por um carro apenas para manter os faróis ligados;
• Na bicicleta, o “motor” tem sua força, eficiência e durabilidade aumentadas, quanto mais ele é usado;
• Uma infra-estrutura simples e barata é suficiente;
• É possível, em grande parte, reciclar;
• Há pouca exigência de espaço físico;
• A consciência é influenciada positivamente, através da vivência direta do meio ambiente (por exemplo: percepção de odores, temperatura e mudanças de umidade, ao atravessar um trecho de mata);
• Fomento à capacidade de se conectar socialmente, através do contato visual e auditivo permanente com os demais participantes do tráfego;
• Deslocamento de porta a porta;
• Também utilizável por crianças e idosos;
• Frustração e estresse podem ser transformados em propulsão útil - ao invés de se depositarem prejudicialmente nas artérias.

 

 

Conhecendo os Parônimos

 



            Parônimos são palavras parecidas na escrita e na pronúncia, mas com significados
diferentes. Exemplos:
            
             1. acento e assento
             2. acender e ascender
             3. caçar e cassar
             4. censo e senso
             5. cesta e sexta
             6. coro e couro
             7. comprimento e cumprimento
             8. conjuntura e conjetura
             9. deferir e diferir
            10. emigrante e imigrante
            11. eminente e iminente
            12. empoçar e empossar
            13. estofar e estufar
            14. flagrante e fragrante
            15. fabril e febril
            16. osso e ouço
            17. prescrever e proscrever
            18. ratificar e retificar
            19. tráfego e tráfico
            20. vultoso e vultuoso
 

Curiosidades do Reino Mineral

 




          a) O mercúrio e a água são os únicos minerais considerados líquidos; o petróleo, constituido por uma mistura de vários compostos  hidrocarbonados e não sendo, portanto, homogêneo, não é considerado uma espécie mineral.
         b) Vários minerais não ocorrem como unidades independentes, encontrando-se intimamente ligados uns aos outros, constituindo as rochas, que são agregados de minerais. Dentre os minerais que assim se comportam, destacam-se o quartzo, os feldspatos ( ortoclásio, microclina, albita, anortita, etc. ), as micas, os piroxênios. Os anfibólios, as olivinas, etc.
           c) Chama-se diafaneidade a propriedade  que possuem alguns minerais de permitirem que a luz os atravesse. De acordo com essa propriedade, os minerais podem ser transparentes,  translúcidos e opacos.
           d) A atividade econômica conhecida como mineração consiste na extração e beneficiamento de minerais que se encontram no estado sólido, como o carvão, líquido como o petróleo e gasoso, como o gás natural.

 

 CONHECENDO AS PLANTAS CARNÍVORAS

 



Normalmente, as plantas servem de alimento para muitos animais, principalmente os herbívoros. Entretanto, algumas plantas invertem essa regra do jogo ecológico e devoram pequenos animais, principalmente insetos ( larvas e adultos ), sendo por isso chamadas plantas carnívoras ou insetívoras. Elas possuem folhas modificadas, isto é, transformadas em armadilhas para capturar insetos e outros pequenos animais; também segregam enzimas que digerem os animais capturados.
A maioria dessas plantas crescem nos pântanos, e algumas em solos pobres em nutrientes minerais. As principais plantas carnívoras são as seguintes:
1. Drósera. Planta herbácea comum nos terrenos pantanosos, com ampla distribuição
mundial. Possuem folhas redondas providas de longos pêlos pegajosos, aos quais ficam presos os insetos que nela pousam; e em seguida, são digeridos.
2. Nepenthes. Gênero de plantas trepadeiras e epífitas, que ocorrem nas matas, cujas folhas se modificaram formando urnas pendentes e cheias de água, nas quais os insetos são aprisionados e digeridos.
3. Dionéia. É uma planta herbácea cujas folhas são dobradas em duas lâminas com bordos denteados. Quando um inseto pousa sobre uma das lâminas, a folha se fecha subitamente e os bordos denteados se entrelaçam, aprisionando o pequeno animal que é digerido. Dias após, a folha volta a se abrir.
4. Utriculária. É uma planta herbácea aquática, cujos caules submersos possuem folhas profundamente modificadas, formando urnas ou ascídeas que têm na parte superior uma abertura com alçapão coberto de pêlos. Ao contato com um inseto, o alçapão se abre e o animalzinho cai no interior da urna. A seguir o alçapão se fecha e a presa é digerida.
Êta plantinhas danadas!

 

 

CONHECENDO AS ARANHAS





As aranhas são Artrópodes ( pés articulados ), apresentando o corpo dividido em cefalotórax e abdome, sendo conhecidas mais de 20.000 espécies. Têm um par de quelíceras, um par de pedipalpos e quatro pares de patas. O abdome possui glândulas elaboradoras do fio elástico e resistente, com o qual tecem teias que capturam pequenos animais para a sua alimentação, principalmente pequenos insetos, que matam com as quelíceras. Estas, que substituem as mandíbulas, funcionam como agulhas hipodérmicas, por terem a ponta dura e afiada, na qual desembocam as glândulas produtoras de veneno, localizadas no cefalotórax.
Muitas aranhas devoram os machos, após a fecundação. Há várias espécies cuja picada pode causar dores fortes e paralisantes nas mãos, pernas ou outras regiões do corpo humano. Entre as espécies perigosas podem ser citadas: armadeira, tarântula, caranguejeira, viúva-negra, etc. O Instituto Butantã fabrica soros específicos contra as picadas de aranhas.
 
 

 

   CONHECENDO OS TIPOS E EFEITOS DE QUEIMADAS




O uso do fogo como prática agrícola é tão antigo como a própria agricultura. Existem vários tipos de queimadas, a saber:
a) Queimada após a derrubada da mata. É feita uma única vez, para desimpedir o terreno. Além disso, a ação do fogo libera os nutrientes minerais contidos na biomassa, tornando-os disponíveis à absorção pelas raízes.
b) Queimada anual dos restos de culturas. Neste caso, a prática não se justifica, pois tais resíduos podem ser enterrados pelas operações de preparo do solo, deixados em cobertura sobre a superfície o solo ou enleirados acompanhando as curvas de nível (para evitar a erosão ).
c) Na cultura do algodoeiro, os restos devem ser arrancados e queimados, medida obrigatória por lei para o controle de pragas.
d) Queima da cana em pé, antes do corte. É prática generalizada nas lavouras canavieiras, mais como uma exigência da mão-de-obra, porque aumenta o rendimento de corte manual (praticamente o dobro daquele do corte da cana se queimar). Todavia, lei recentemente aprovada proíbe esse tipo de queimada, estabelecendo prazos para a sua completa eliminação.
e) Queimada anual das sobras de capim (macega). É prática usual, principalmente nas pastagens naturais ( cerrados e campos ), a fim de eliminar a macega não-palatável e estimular o crescimento de novos brotos. Esse tipo de queimada é um processo rápido e, por isso, admite-se que seja menos prejudicial que a queima anual dos restos de culturas. No entanto, deve-se procurar evitá-la mediante um manejo adequado, que inclui a divisão das pastagens e a rotação do pastejo.
Quando a queima ocorre fora de controle, é denominada incêndio, sendo mais frequentes os incêndios florestais.
O fogo tem sido usado pelo homem desde os primórdios, na abertura e limpeza de áreas com vegetação natural ou restos de culturas, preparando o terreno para a construção de moradias ou instalação de culturas e pastagens. O processo de queima da vegetação segue o sentido inverso da fotossíntese: enquanto esta se caracteriza pela construção de cadeias de compostos orgânicos, o fogo provoca a sua destruição, transformando-as em cinzas.
Há muita controvérsia sobre os efeitos das queimadas. Os partidários dessa prática, principalmente os agricultores, apontam as seguintes vantagens:
a) meio mais fácil e econômico de conseguir, após a derrubada da mata, a limpeza do terreno para a instalação de culturas.
b) processo rápido e econômico de eliminar as sobras de capim e estimular a brotação nas pastagens.
c) modo de facilitar as operações de preparo anual do solo.
d) medida profilática de controle de pragas (caso do algodoeiro ).
e) meio de simplificar a colheita manual da cana-de-açúcar.
f) liberação de nutrientes minerais ( fósforo, potássio, cálcio, magnésio, etc. ) que estavam imobilizados na biomassa e passam às cinzas que, assim, têm ação fertilizante.
Os que são contrários à tal prática, principalmente os técnicos, apontam as seguintes desvantagens:
a) destruição da matéria orgânica, de grande importância para a fertilidade do solo.
b) perda de nitrogênio e enxofre, por volatilização.
c) redução do número de pequenos animais, inclusive microorganismos.
d) degradação da estrutura do solo, provocando a diminuição da aeração, permeabilidade e resistência à erosão.
e) aumento do deflúvio ( enxurrada ) e das perdas por erosão.
f) redução da produtividade das culturas e das pastagens.
g) poluição do ambiente pela emissão de fuligem e gases tóxicos.
h) risco de fugir do controle e se transformar em incêndio.

 

 

CONHECENDO OS ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS





É grande o número de animais que existiram sobre a superfície terrestre ou no mar e depois desapareceram. Porém, a sua existência é comprovada pelos fósseis que deixaram.
Os geólogos dividem a história da erra em dois grandes períodos, de duração desigual e denominados "eons " : a) Eon Criptozóico ( do grego " vida oculta " ); b) Eon Fanerozóico (do grego " vida visível " ).
O Eon Criptozóico abrange o longo período que vai desde os primórdios até cerca de 600 milhões de anos atrás, ou seja, durou aproximadamente 3 bilhões de anos. Já o Eon Fanerozóico tem duração bem menor, pois iniciou-se há 600 milhões de anos, estendendo-se até hoje.
As rochas criptozóicas - granitos, gnaisses e xistos - revelam poucos fósseis desse longo período. Os animais eram predominantemente aquáticos e poucos deles possuíam partes duras, como carcaças, conchas e ossos que pudessem ser fossilizadas. Porém, os poucos vestígios encontrados permitem admitir que a vida surgiu no mar.
O Eon Fenerozóico é subdividido em três eras: a) Paleozóico ( do grego " vida antiga " ); b) Mesozóico ( do grego " vida intermediária " ); c) Cenozóico ( do grego " vida recente " ).
Assim como o eon antigo foi muito mais longo do que o mais recente, as três eras apresentam durações diferentes. A era Paleozóica teve a duração de 370 milhões de anos; a era Mesozóica durou apenas 167 milhões de anos ; e a era Cenozóica iniciou-se apenas há 63 milhões de anos.
Dentre os animais do início da era Paleozóica, destacam-se os trilobitas - artrópodes primitivos; em seguida apareceram moluscos cefalópodes (amonites), corais e os primeiros peixes, anfíbios e répteis.
Na era Mesozóica surgiram os dinossauros - grandes répteis que passaram a dominar, tanto na terra como no mar; surgiram também as primeiras aves ( arqueópterix ).
A maioria dos dinossauros eram herbívoros, como o diplodoco, o brontossauro e o estegossauro. Porém, alguns eram carnívoros vorazes, como o ictiossauro, o alossauro e o tiranossauro. Passados 100 milhões de anos, extinguiram-se os dinossauros e multiplicaram-se os pequenos mamíferos primitivos. A seguir, surgiram os mamíferos de porte maior, entre eles os macacos antropóides. Finalmente, surgiu o homem primitivo (pitecântropo ).
A era Cenozóica caracteriza-se pelo grande desenvolvimento dos mamíferos e do homem. Dentre os mamíferos extintos, destacam-se o mamute e o tigre-de-dentes-de-sabre.
 
 
 

Criar codornas, uma proposta grandiosa.

 

A maior vantagem da criação de codorninhas (Coturnix coturnix japonica) é a rapidez com que o investimento retorna. Essas aves, que não devem ser confundidas com a codorna do campo, ave silvestre brasileira de tamanho maior, crescem e se reproduzem em 45/50 dias e com 5 ou 6 semanas de vida estão prontas para abate. Além disso, precisam de muito pouco espaço: na área ocupada por uma só galinha podem ser criadas 42 codornas. Supondo-se que esse plantel seja composto de 21 fêmeas e 21 machos, ele produzirá, diariamente, 21 ovos com 10 a 12 gramas cada um, o que equivale a 5 ovos de galinhas.
O preço de comercialização dos ovos e da carne oscila muito em função dos custos da ração e dos produtos veterinários, mas, em qualquer situação, é sempre melhor que o do frango.


Manejo - Um galpão de alvenaria, com 16m2 e 3 metros de altura abriga 2.000 codornas. O forro desta construção pode ser tábua, as paredes devem ser caiadas e o chão de barro, tijolos ou cimento. As aves ficam acomodadas em gaiolas de arame com 1 metro de comprimento, 30cm de profundidade e largura. cada uma dessas gaiolas comporta 18 fêmeas. Como as codorninhas botam no chão, é importante que o piso tenha ligeira inclinação na direção de uma calha forrada de serragem para a coleta dos ovos.
A temperatura do ambiente deve girar entre 18 a 19 graus.

Reprodução - Após o 21o. dia, o macho tem plumagem do peito lisa, enquanto nas fêmeas surgem pintas da cor-de-chumbo e pretas. Além disso, quando adulto, o macho chega a pesar de 70 a 100 gramas; as fêmeas de 70 a 80 gramas.

O acasalamento pode ocorrer durante o ano inteiro e se dá na proporção de 1 macho para cinco fêmeas. O macho deve ficar 12 horas com a fêmea; depois é isolado 24 horas, para, em seguida, se acasalar com outras fêmeas. É aconselhável que as fêmeas já fertilizadas fiquem distantes dos machos, pois as suas "cantadas" insistentes estressam as aves e acabam prejudicando a sua produção.

Os ovos devem ser armazenados a uma temperatura entre 10 e 16 graus e com umidade relativa entre 75 e 80%, por um período máximo de 12 dias. A incubação dura 16 dias.

A ração é a mesma de galinhas, devendo-se acrescentar um pouco de verdura. A vacinação contra doenças próprias das aves é necessária, bem com a sua proteção contra umidade, ventos e excesso de ruídos. Elas são sensíveis.



A codorna existe desde a antiguidade na Europa como ave migratória - de plumagem cinza-bege e pequenas listas brancas e pretas - foi levada primeiramente para a Ásia - China, Coréia e, depois, para o Japão. A codorna, hoje criada em cativeiro, é o resultado de vários cruzamentos efetuados, no Japão e na China, a partir da sub-espécie selvagem Coturnix coturnix, de origem européia. Já no ano de 1300 d.c. a codorna foi domesticada pelos japoneses em função do canto melodioso dos machos. Na primeira década do Século XX os japoneses conseguiram, após inúmeras tentativas, promover sua criação de forma racional, em pequenas gaiolas, com produção em série, com vistas à exploração comercial. Graças à sua alta fertilidade, abundante postura de ovos e exigência de pouco espaço para seu confinamento, mais a facilidade de transporte, a codorna tornou-se uma das principais fontes de alimentação para os vietnamitas durante a guerra contra os Estados Unidos. No Brasil, as codornas foram trazidas por imigrantes italianos e japoneses na década de 50. A partir daí sua produção vem se consolidando, tornando-a uma importante alternativa alimentar no país.

Mercado

A criação de codornas (coturnicultura) tem apresentado um desenvolvimento bastante acentuado nos últimos tempos. Os principais fatores que contribuem para isso são: o excepcional sabor exótico de sua carne, responsável por iguarias finas e sofisticadas; o baixo custo para implantar uma pequena criação, podendo se tornar uma fonte de renda complementar dos pequenos produtores rurais. Do lado técnico-econômico, torna-se ainda mais atrativa, ao verificar-se o rápido crescimento e atingimento da idade de postura, a elevada prolificidade e o pequeno consumo de ração.

Vantagens da criação de codornas

Este tipo de criação apresenta algumas vantagens, tais como:- Rápido crescimento;- Precocidade sexual;- Alta postura;- Elevada rusticidade;- Baixo consumo alimentar

A criação

A criação de codornas pode ser em dois níveis, que são:- Criação Doméstica: É aquela feita em residências ou em apartamentos, não exige um rigor técnico acentuado, porém, são necessários alguns cuidados básicos, como por exemplo com os dejetos.- Criação Comercial: É aquela feita em grande escala, onde o objetivo do criador será a comercilaização do produto final.
 

O Manejo

Divide-se em: - Manejo de Reprodução. As codornas de reprodução devem, preferentemente, ser mantidas em gaiolas coletivas de macho e fêmea. Semanalmente, o macho de um abrigo deve ser trocado de lugar com o macho do abrigo vizinho e assim sucessivamente. Recomenda-se um macho para cada 2 a 3 fêmeas. Devido à grande sensibilidade das codornas à consangüinidade, com marcados efeitos nocivos, recomenda-se evitar os cruzamentos entre parentes próximos. Os ovos férteis de codornas podem ser incubados naturalmente com galinhas anãs ou pombas, muito embora seja um método de pouca eficiência, devido às grandes perdas. O mais recomendável é através da incubação artificial. - Manejo do Pintinho. Decorridas as primeiras 24 horas da eclosão, os pintinhos devem receber aquecimento, ração e água à vontade. A temperatura inicial de criação deve ser 38ºC. A partir do terceiro dia de vida, procede-se à redução diária de 1ºC até que a temperatura se torne ambiente. O piso da criadeira é forrado com papel durante os três primeiros dias de vida. A ração será distribuída na própria forração de papel por sobre o piso, nos três primeiros dias. Depois oferecida em cochos do tipo bandeja. Os bebedouros devem ser lavados e sua água trocada, no mínimo, duas vezes ao dia. - Manejo da Recria. A recria compreende o período entre 16 e 45 dias de idade. Nesta época, as aves continuam recebendo ração e água à vontade. - Manejo de Postura. A quantidade de ração por ave deve ser de 30 a 35 gramas, e a água deverá ser fornecida a vontade. Para um índice elevado de postura, o ambiente da criação das codornas em produção deve ser iluminado na base de uma lâmpada incandescente de 15 WATTS para cada 5 metros quadrados de galpão. - Manejo dos Ovos. Os ovos serão colhidos duas vezes ao dia. A primeira coleta realizada pela manhã e a outra, à tarde. Eles devem ser acondicionados nos pentes próprios, mantidos sobre refrigeração, para que as suas qualidades nutritivas sejam conservadas. Os ovos destinados à incubação serão mantidos em ambiente fresco, arejado e nunca por um período superior a 7 dias.
 
 
Veja ! Conheça : Animal Carnívero, Plantas Suculentas, Marsupiais, Fósseis, Bactérias, Planeta Vênus, Cobras, Curiosidades Geográficas, Plásticos, Flores e Linhas Imaginárias... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 19 de Junho de 2014 07:56

Conhecendo os Carnívoros



O termo carnívoro é usado com dois significados: a) todo animal que se alimenta de carne; b) uma ordem de mamíferos terrestres portadores de unhas em forma de garras e dentes especializados para dilacerar e mastigar a carne dos animais que caçam. Geralmente comem herbívoros, ou outros carnívoros.
Embora sejam predominantemente predadores, alguns também se alimentam de plantas; e apenas um membro dessa ordem é herbívoro - o panda-gigante. Podem ser terrestres ou aquáticos.
Os carnívoros terrestres dividem-se em duas grandes superfamílias - canídeos e felídeos, centrados no cão e no gato, respectivamente.
Os canídeos incluem: cães, lobos, ursos, raposas, etc. Os felídeos abrangem: gatos, hienas, leões, tigres, leopardos, onça, jaguatirica, lince, etc.
As focas, leões-marinhos e morsas costumavam ser incluídos entre os carnívoros, mas atualmente são classificados numa outra ordem - Pinípedes. São piscívoros ( comem peixe ).
Os ursos são carnívoros, mas praticamente comportam-se como onívoros ( que comem tanto alimentos animais como vegetais ). Alguns carnívoros também comem insetos e frutos.
De acordo com o conceito mais amplo, são carnívoros os cetáceos - baleia, boto, cachalote, etc. e também as aves de rapina - falcão, gavião, águia, coruja, etc.
 

Conhecendo as Plantas Suculentas

 



Denominam-se plantas suculentas aquelas que armazenam água em certos órgãos, que se apresentam espessos e carnosos, com muito suco. O exemplo clássico são os cáctos, adaptados à vida em ambiente seco e, por isso, contêm muita água armazenada em seus caules.
Não só em caules, mas também em raízes e folhas, podem ser feitas as reservas de água. Por exemplo, a beldroega, uma planta herbácea, tem folhas suculentas, consumidas como verdura; o umbuzeiro, uma árvore da caatinga do Nordeste, forma em suas raízes grandes tubérculos que armazenam muita água, que permite à planta sobreviver em períodos de seca prolongada.
Assim, as plantas suculentas encontram-se, de preferência, nos lugares onde costuma haver falta de água no solo, como nos desertos. No Brasil não existem desertos, mas há a caatinga do Nordeste, com estação seca prolongada, onde ocorrem numerosas cactáceas, que podem ser pequenas como a coroa-de-frade, ou grandes, como o facheiro, o xique-xique e o mandacaru.
Não só as cactáceas são suculentas. Por exemplo, na caatinga do Nordeste encontra-se uma planta aparentada com a paineira - a barriguda, assim chamada porque seu caule armazena água e fica intumescido, dando a impressão que a planta é barriguda. Aliás, a própria paineira chega, por vezes, a apresentar o mesmo fenômeno
 


Conhecendo os Marsupiais

 



A palavra marsupial é de origem grega e significa " que tem bolsa ". É empregada para designar os mamíferos da ordem Marsupial, que se caracterizam por terem as fêmeas uma bolsa abdominal onde guardam os filhotes recém-nascidos, que aí recebem amamentação e completam o seu desenvolvimento.
Os marsupiais se diferenciam de outros mamíferos também pelo seu processo reprodutivo, já que os filhotes não são alimentados no útero pela placenta, mas nascem prematuramente. Grande parte do seu crescimento acontece dentro da bolsa, que é uma dobra da pele localizada na frente do corpo, encobrindo as tetas.
A maior parte dos marsupiais vive na Austrália, como o canguru e o coala. Na América do Sul e Central encontram-se o gambá e a cuíca-d'água
Os cangurus se locomovem como bípedes, andando e pulando no solo com as patas traseiras, bem maiores que as dianteiras. Os coalas são arborícolas, assim como os gambás. Já a cuíca-d'água é anfíbia, tal como a lontra.
Sua alimentação é variada: o coala come folhas de eucalipto; o lobo-da-Tasmânia é carnívoro. Algumas espécies de pequeno porte são insetívoros; e outras, comem tudo o que encontram, como o gambá.
 

Conhecendo os Fósseis

 



Dá-se o nome de fósseis aos restos ou vestígios de plantas e animais antigos, preservados no gelo ou em rochas sedimentares. Há quatro tipos principais de fósseis: a) restos originais; b) restos substituídos; c) moldes; d) impressões.
Restos originais. Em casos raros, os fósseis são os restos verdadeiros de animais e plantas. Nas regiões de gelo eterno da Sibéria, por exemplo, foram encontrados corpos inteiros de mamutes ( ancestrais dos elefantes ), em bom estado de conservação, que viveram numa época primitiva chamada Pleistoceno. Outros exemplos são os ossos e dentes de dinossauros e outros animais de épocas passadas.
Restos substituídos. Muitos fósseis não contêm os materiais originais que os formavam, embora pareçam intatos. É que os restos originais foram substituídos, no decorrer dos séculos, por minerais duros, como por exemplo a sílica e o ferro. Um bom exemplo são as árvores petrificadas do Arizona ( Estados Unidos ): a madeira em decomposição foi aos poucos substituídas por sílica.
Moldes. Outras vezes, conchas de moluscos e ossos de vertebrados dissolveram-se completamente no interior da rocha que os conservou, deixando um molde que mostra apenas a forma do organismo desaparecido.
Impressões. São as pegadas que os animais deixam na areia ou na lama, que foram conservados quando o sedimento se transformou em rocha. Em depósitos de xistos, por exemplo, foram encontradas pegadas de dinossauros e outros animais pré históricos
Importância. Os fósseis prestam-se ao estudo da vida no passado e também para a datação e correlação das camadas que os contêm.
 

Conhecendo as Bactérias

 



As bactérias são vegetais primitivos ( Talófitas ), unicelulares e microscópicas, pertencentes à classe Esquizomicetos, figurando entre os menores seres vivos conhecidos. Suas dimensões variam de 0,5 a 15 micros ( 1 micro = milésima parte do milímetro ).
São encontradas por toda parte, livres ou de vida fixa, inclusive na neve e no intestino. A estrutura das bactérias é simples: uma célula constituída de protoplasma com membrana e núcleo difuso. A sua forma pode ser: a) esférica ( cocos ); b) bastonete ( bacilos ); c) espiralada ( espirilos ); d) filamentosa ( colônias ), etc.
As bactérias desempenham papel ecológico importante, atuando em vários fenômenos, tais como: a) decomposição da matéria orgânica; b) fixação biológica do nitrogênio do ar atmosférico; c) liberação do nitrogênio para a nutrição das plantas; d) transformações do fósforo, do enxofre, do ferro e de outros compostos inorgânicos; e) intervém na digestão intestinal de vários animais superiores, principalmente dos ruminantes. Também desempenham papel importante na preparação de muitos produtos derivados do leite, bem como em processos industriais que envolvem fermentações
Grande parte das bactérias necessita de oxigênio, chamadas bactérias aeróbias; outra parte se adapta à ausência de oxigênio, sendo denominadas anaeróbias.
Muitas bactérias são patogênicas, isto é, causam doenças tanto no homem e nos animais, como nas plantas. Dentre as doenças que causam no homem podem ser citadas: tétano, tifo, difteria, etc.
 

Conhecendo o Planeta Vênus

 
 
 
 
Venus é o segundo planeta a partir do Sol, do qual dista 106 milhões de quilômetros. Seu nome é uma homenagem à deusa do amor e da beleza, na mitologia romana. Depois do Sol e da Lua, é o astro que se apresenta com brilho mais intenso, sendo também chamado Vésper - a estrela vespertina, ou Estrela d'Alva - a estrela matutina.
Venus descreve uma trajetória quase circular, levando 225 dias para completar uma órbita. Quase do tamanho da Terra, seu diâmetro vale 0,966 ; sua massa, o,818; a densidade média, o,91 e a gravidade, 0,88 ( dados comparativos com os da Terra ).
Possui uma atmosfera formada por densas nuvens, sujeita a fortes ventos. Na sua composição predominam gás carbônico e oxigênio. Sua pressão superficial é 91 vezes a da Terra e a temperatura superficial mantém-se em torno de 475 graus centígrados devido ao efeito estufa.
As sondas Venera 9 e 10, da antiga União Soviética, forneceram as primeiras imagens da superfície de Venus em 1.975. As duas sondas pousaram suavemente e enviaram imagens mostrando paisagens desérticas e pedregosas. Estudos recentes com radar sugerem que essa paisagem é típica de todo o planeta e que a sua superfície é marcada por inúmeras crateras e cadeias de montanhas.
Venus não possui satélites naturais.
 

Conhecendo as Cobras

 


Cobras ou serpentes é a designação geral dada aos animais pertencentes à ordem Ofídios, da classe Répteis, representados por cerca de 2.500 espécies, vivendo na terra, na água e nas árvores.
Possuem corpo alongado, coberto de escamas, desprovidos de pata, locomovendo-se por reptação, isto é, arrastando-se no chão. A boca é facilmente dilatável, permitindo engolir presas maiores do que o seu tamanho. Seus dentes, virados para trás, não servem para mastigar, mas sim para prender as vítimas, que são engolidas inteiras.
As cobras mudam de pele frequentemente. Algumas põem ovos ( ovíparas ); outras chocam os ovos dentro do seu oviduto ( ovovivíparas ), podendo as cobrinhas nascerem antes da postura dos ovos ou depois da mesma, no exterior. As crias, desde o momento que nascem são capazes de cuidar de si mesmas.
As cobras alimentam-se de pequenos mamíferos ( principalmente roedores ), aves, lagartos, rã e peixes. A maioria das cobras pode passar vários dias sem se alimentar, porque a digestão é lenta.
Podem ser venenosas ou não-venenosas. As venenosas picam suas vítimas para matá-las ou paralisá-las, antes de engoli-las, como a cascavel. As não venenosas geralmente matam suas vítimas por constrição ( aperto ), como a sucuri.
Entre as cobras venenosas estão: cascavel, jararaca, coral-venenosa, naja, etc. Entre asa cobras não-venenosas incluem-se: jibóia, sucuri, coral não-venenosa, piton, etc.
A muçurana é uma cobra que se alimenta de outras cobras.

 

 CURIOSIDADES GEOGRÁFICAS

 



1. A cidade italiana de Veneza foi construída sobre um arquipélago formado por 118 ilhas e ilhotas, possuindo 160 canais e 400 pontes.
2. Alguns países são formados por arquipélagos ou conjunto de ilhas, destacando-se: a) Indonésia, com 13.700 ilhas; b) Filipinas, com 7.107; c) Maldivas, com 1.196.
3. Os continentes ocupam apenas 1/3 da superfície do globo terrestre; os oceanos e mares ocupam 2/3.
A Lagoa dos Patos, situada no litoral do Rio Grande do Sul, é a maior lagoa do Brasil e a segunda da América Latina. Contudo, não tem patos, só um ou outro grupo de marrecos. O seu nome está ligado às tribos de índios que habitavam essa região.
5.O menor país do mundo é o Vaticano, encravado dentro da cidade de Roma, servindo como sede do Papa. Possui apenas 44.000 metros quadrados e menos de 800 habitantes.
6. Escandinávia é o nome de uma grande península situada no norte da Europa, a qual inclui a Suécia, a Noruega e a Dinamarca
 

 CONHECENDO OS PLÁSTICOS

 



Plásticos são compostos sintéticos que se caracterizam por conterem como ingrediente principal um polímero, isto é, uma substância orgânica de elevado peso molecular. O processo para a obtenção dos plásticos chama-se polimerização, que é feita a partir de resinas e gomas naturais.
Os primeiros plásticos produzidos foram: o celulóide, o raion e a borracha sintética. Atualmente, é grande o número de produtos plásticos, que são muito úteis pela sua versatilidade, podendo adquirir a rigidez dos metais, a elasticidade da borracha natural, a transparência do vidro, a leveza da cortiça e muitas outras propriedades. Por isso, encontram grande aplicação como sucedâneos de vários tipos de materiais, inclusive tecidos ( nylon, tergal, etc. ), sendo considerados a substância do século XX.
De acordo com sua reação ao calor, podem ser divididos em dois grupos: a) termo-
plásticos; b) termofixos.
Os termoplásticos são fundíveis, amolecendo quando aquecidos e endurecendo ao
esfriarem. Exemplos: nylon, polietileno, etc. Os termofixos são infundíveis a pressões ordinárias. Exemplos: fórmica, baquelita, etc.
Outra classificação baseia-se na sua composição química. Assim, os que derivam de fenóis e aldeídos classificam-se como plásticos fenólicos, como por exemplo a fórmica.
Exemplos de materiais plásticos: fórmica, poliestireno, polietileno, PVC ( cloreto de polivinila ), baquelita, celulóide, poliéster, borracha sintética, silicone, etc.
Como desvantagem dos plásticos, os produtos descartáveis, como certas embalagens são de difícil decomposição.
 

 CONHECENDO AS LINHAS IMAGINÁRIAS DA TERRA

 

 

a) Equador. Círculo máximo, situado no meio do globo terrestre, dividindo-o em dois hemisférios: norte e sul.
b) Paralelos. Linhas orientadas na direção leste-oeste ( horizontais no mapa ), perpendiculares ao equador, que servem para determinar as latitudes. O equador corresponde ao ponto zero e os pólos, a 90 graus, norte ou sul. Um grau de latitude corresponde a 111 quilômetros.
c) Meridianos. Linhas situadas na direção norte-sul ( verticais no mapa ), perpendiculares ao equador, que servem para determinar as longitudes. O ponto correspondente a zero graus de longitude fica na cidade inglesa de Greenwich. A longitude é usada juntamente com a latitude para localizar, no seu cruzamento, qualquer ponto da superfície da Terra.
d) Trópico de Câncer. Linha paralela de latitude que marca 1/4 da distância entre o
equador e o pólo norte.
e) Trópico de Capricórnio. Outra linha paralela de latitude que indica 1/4 da distância entre o equador e o pólo sul. No Brasil, o Trópico de Capricórnio passa pelos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
f) Círculo Polar Ártico. Círculo paralelo ao equador que indica 3/4 da distância entre o equador e o pólo norte.
g) Círculo Polar Antártico. Círculo paralelo ao equador que marca 3/4 da distância
entre o equador e o pólo sul.

 

 
CONHECENDO AS PLANTAS QUE PRODUZEM FLORES

 




As plantas que produzem flores, chamadas Fanerógamas, abrangem as formas vegetais mais evoluídas; são as plantas predominantes, com mais de 250.000 espécies. Compreendem dois grandes grupos: a) Ginospermas; b) Angios-´permas.
As Angiospermas distinguem -se das Ginospermas ( como as Coníferas ), por produzirem uma ou mais sementes abrigadas dentro de um ovário transformado em fruto; enquanto as Ginospermas produzem sementes nuas, isto é, presas a folhas modificadas, como acontece nas araucárias, pinheiros, etc.
As plantas floríferas se distribuem por quase todos os habitats, exceto geleiras e oceanos, compreendendo a maioria das plantas cultivadas. Apresentam grande diversidade de formas e tamanhos, com alturas variando desde alguns centímetros até cerca de 100 metros ( sequóia, eucalipto ), sendo que alguns exemplares de baobá, na África, chegam a medir mais de 20 metros de circunferência.
A flor completa é composta por uma série de estruturas concêntricas, incluindo: sépalas, pétalas, estigmas com ovário contendo óvulos e estames com bolsa de grãos de pólen. Os óvulos são os gametas femininos e os grãos de pólen, os gametas masculinos.
A polinização ocorre quando um grão de pólen, proveniente dos estames da própria planta ou de flores de plantas vizinhas da mesma espécie, transportado pelo vento ou por insetos, é depositado no estigma e estende o tubo polínico até o ovário. Após a fecundação, o ovário se desenvolve formando o fruto, dentro do qual estão uma ou mais sementes, contendo o embrião de uma nova planta.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 18 de Junho de 2014 08:29

PARA REFLEXÃO

                               Anuncio de Venda de um Sítio

 

Sereno-da-noite_1490

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece.

Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu.

" Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão.

A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda". Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. Nem penso mais nisso, -disse o homem- quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha! As vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros.

Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual. Tenha um Bom Dia nesta quarta-feira 18 de junho!

 

Duas viradas e pronto: no ponto

Carne de boa qualidade, sal grosso e grelha com fogo controlado. Depois, é só deixar sete minutos de um lado, do outro, e servir


Editora Globo

"Eu já fiz churrasco no meio do mato, usando galho de árvore como espeto, e ficou bom”, diz Sylvio Lazzarini Neto, especialista em carnes e proprietário do restaurante Varanda Grill, em São Paulo. A simplicidade com que ele descreve o preparo rústico, em uma ocasião inusitada, parece ser mesmo o que melhor define a origem e o ato de assar uma boa carne na brasa.

O surgimento da técnica – ou seria do evento, ou do alimento? – não é claro. Uma coisa é certa: o domínio do fogo na pré-história mudou tudo, inclusive o prazer de comer. Após uma exaustiva caçada, não seria merecido devorar uma carne macia? Com a percepção de que o processo tornava o alimento agradável, o homem não parou mais de convocar o grupo para uma reunião em torno da fogueira e do assado.

Churrasco é simples. Você pode até requintar o ambiente com música clássica, grandes vinhos, mas o que vai prevalecer é a turma reunida ao redor do fogo, a carne queimando, o som que você está ouvindo... É isso que importa”, conta Sylvio. Essa é a filosofia que o orienta em seu restaurante, onde também segue algumas dicas para que o que serve fique ainda mais saboroso. Com elas, fica fácil transformar o churrasquinho caseiro em um sucesso de churrascaria.

A primeira coisa, segundo ele, é comprar boa matéria-prima. “É uma regra sem exceção”, afirma. “Não existe um churrasco de alto nível com uma carne mais ou menos.” Deixar o supermercado de lado ou mesmo o açougue do bairro e apostar em uma boutique de carnes, especializada em cortes específicos para o preparo, pode ser uma boa. Além disso, de acordo com o empresário, o preço compensa. “Muitas vezes, sai pelo mesmo valor do mercado ou até 20% mais barato.” Procurar um fornecedor confiável, que ofereça carne de qualidade, é garantir grande parte do resultado. “O Brasil já evoluiu bastante e a pecuária de 2012 é muito diferente da de 20 anos atrás. Então, é possível encontrar carne especial”, ensina Sylvio.

Fique atento à cor do produto, que indica saúde e deve ser de um vermelho-cereja, além da quantidade de sangue na embalagem. Quanto mais líquido fora da carne, mais se perde a suculência na hora do churrasco. Outro ponto é o ponto. “Bem passada é quase uma ofensa à carne”, brinca o especialista. Mas ele diz que é uma escolha: 80% dos consumidores preferem ao ponto, 10% preferem mal passada e 10% além do ponto, bem passada ou não têm preferência.

O chef Fábio Lazzarini, filho de Sylvio, voltou há poucas semanas de uma temporada na Itália, onde aprendeu novas técnicas, mas é a carne na grelha sobre o carvão que não deixa erro, ele garante. “Grelha sim, porque no espeto tem o inconveniente de furar a carne, fazendo com que se perca o suco pelo furo. Entretanto, para peças grandes e churrascos de proporções maiores, o espeto é o mais indicado”, afirma Fábio.

“O ideal é sempre usar churrasqueira com carvão. A elétrica até pode ser utilizada em apartamento, mas não dá o gostinho de churrasco. Nada substitui o cheiro e o sabor do preparo tradicional.” No caso da grelha, o ideal é cortar bifes – no sentido contra a fibra – de dois dedos de altura e colocar para assar. “O segredo é fazer duas viradas. Deixe de cinco a sete minutos de um lado e vire. Depois, mais cinco a sete minutos do outro, e aí você vai perceber que a carne começa a soltar um líquido na superfície, isso quer dizer que está na hora de tirar e servir”, explica.

Sobre o preparo antes de ir para o fogo, pai e filho concordam: o corte comprado resfriado no mercado não deve ser congelado. Mantenha na geladeira, mas sem congelar. Se ela veio congelada do frigorífico, não tem problema. “Uma coisa é congelar a carne quando ela está na unidade frigorífica, quando é feito um processo a 40 °C negativos. Em casa, o congelamento no freezer é lento e isso compromete a textura e o sabor final”, diz Sylvio.

Na hora de temperar, é importante manter a simplicidade. Para Fábio, apenas sal é o suficiente. O tempero de um dia para o outro, que é conhecido por dar mais sabor à carne, não funciona para o preparo. No livro A Culinária da Carne e o Churrasco Brasileiro, Sylvio até brinca com o tema. “Lembro-me dos meus primeiros churrascos temperados de um dia para outro, com bifes ‘emborrachados’. Estes, na verdade, só prestavam para matar a fome e serviam como motivo de gozação dos gaúchos, há muito tempo acostumados a comer churrasco com sal grosso”, conta na publicação. Fábio recomenda também temperar com flor de sal, se possível, que é mais delicado e suave e não mascara o sabor, mas é um detalhe a mais. No geral, o que deve ser utilizado, ele diz, é sal grosso moído sobre a carne e pronto.

Carnes exóticas não são muito bem quistas para preparo com a técnica. São mais exigentes no cozimento e pedem modos de preparo específicos. Para Sylvio, o javali é aceitável, mas deve ser criado em cativeiro, pois rende um sabor melhor. Cabrito e cordeiro são cada vez mais solicitados e os bons cortes para churrasco são pernil, paleta e carré. Já os melhores cortes de bovinos para churrasco são da região lombar do animal. “O bife de chorizo, o bife ancho... A região lombar tem 13 vértebras, seis ficam no filé da costela e sete no filé do lombo. Essas são as principais. Depois vêm a picanha, a alcatra, a maminha e a fraldinha”, explica Sylvio, deixando a sensação de que, se feito em churrasco, qualquer um dos cortes é irresistível.

 

Editora Globo

 

 

As oscilações climáticas prejudicam o produtor rural brasileiro

 


As alterações do clima atribuídas à ação do homem, somadas à urbanização crescente e desordenada, são apontadas como as causas principais das oscilações climáticas. Conhecer, portanto, a dimensão disso é essencial para a adoção de medidas que possam contribuir para evitar impactos econômicos negativos à agropecuária brasileira.  No Brasil, desastres como enchentes no Sudeste, a seca no Sul e no Nordeste, para citar os mais recentes episódios, ocorridos entre o final do ano passado e ao longo de 2012, acenderam o sinal de alerta do Ministério da Agricultura, que mobilizou seus departamentos para tratar do assunto considerado prioridade.

 O aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos no País elevou o patamar do debate sobre como minimizar esses impactos sobre a produção agrícola e pecuária brasileira. Por isso, o governo criou o Grupo de Trabalho para monitorar as adversidades climáticas e fornecer informações antecipadas aos agentes do agronegócio brasileiro.

“Vamos subsidiar as decisões dos produtores rurais em relação às intenções de plantio, por exemplo, contratação de seguro agrícola e aquisição de crédito rural. Queremos assim minimizar os impactos que podem ser gerados pelas adversidades climáticas”, salientou o secretário da SDC, Caio Rocha.

Com a ação, o governo espera reduzir o crescente volume anual de recursos despendidos nas respostas a esses acontecimentos e, posteriormente, no apoio para a recomposição do mercado impactado por inundações, alagamentos, estiagens, erosões, vendavais, entre outros fenômenos da natureza. Além dos servidores da SDC, integram o GT dois servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dois servidores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e um servidor da Secretaria de Política Agrícola (SPA). O GT tem caráter permanente devendo entregar informações semanais sobre o tema até o dia 31 de dezembro deste ano.

 


Curiosidades
VARIEDADES


Você sabia...?

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que no Nordeste, os animais são selecionados para carne, pele e rusticidade? Pois, a sobrevivência nas caatingas é exigência primordial.

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que o pedilúvio deve ser utilizado uma vez por semana no período de chuva? No período seco, uma vez por mês.

... que o tempo ocupado na ruminação equivale a três quartos do tempo total na alimentação de todo dia?

 

 

Ditado

- Guardando a língua, se guarda a concórdia.

- Caxumba nos pescoço dos outros não dói.

 

Provérbio

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

 

Vocabodário

Corna - Espécie de meio bastião, nas fortificações. O mesmo que corno. Chavelho de boi, aplicado a recipiente de líquidos ou comestíveis e a outros usos. Colher de ponta de cabra. Buzina, para convocar assembleia local. Espécie de meia lua, feita de tecido consistente, e com que se conservavam erguidos os penteados. (De corno).

Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

Cortando e Separando as partes do Frango



Você sabe fazer isso? Não? Você conhece as partes do frango? Não? Então vem cá que eu vou te ensinar!




Separe o material: Uma faca MUITO BOA, uma tábua de corte e uma tigela para colocar os pedaços. A seguir, retire o frango do pacote. Abra as suas pernas e retire um pacotinho que vem dentro, contendo pés,  pescoço, moela, fígado e coração!
Abra o pacotinho e coloque as carnes na tigela - antes, retire a traqueia do pescoço. 

A maneira clássica de cortar o frango ou galinha consiste em dividir a ave segundo sua própria anatomia, separando-a pelas juntas. Não é preciso força, serrar, usar o martelo.  Antes de cortar, procure sentir exatamente o ponto de junção dos ossos, onde será dado o talho.

A seguir, corte as laterais no sentido de onde estava a coxa para os ombros. Separe-o em duas partes: peito e costas. 

Pegue as costas pelas duas extremidades e mexa-a. Você vai ver que tem um lugar que as costas tem uma maleabilidade. Ali você a corta, dividindo-a em duas partes. Ainda nas costas, Divida de novo a parte de baixo ao meio.
Tudo o que for sendo cortado, vá colocando na tigela.

Pegue o peito. Retire TODA  a sua pele. Jogue-a fora...ela só faz mal!!! Ou mantenha-a nele se seu objetivo for assá-lo. Seguindo...Depois de retirar a pele, Passe os dedos por cima e sinta o osso do meio. Ao lado deste osso, bem coladinho , no sentido longitudinal você vai cortar os bifes do peito do frango - dos dois lados do peito.  Tire com o máximo de carne que conseguir. Coloque na tigela. Guarde o Osso do peito. Dá caldo. 

Então, agora vamos separar: 

* Coloque em saquinhos separados e CONGELE - se o frango for RESFRIADO ( se já tiver sido congelado antes, ATENÇÃO: NÃO PODE SER CONGELADO DE NOVO!!!):

1 - Coxas  (assados, molhos, cozidos...)
2 - Sobre-cochas (assados, molhos, cozidos...)
3 - Asinhas - Sem as pontas (assadas, molhos, cozidos,...)
4 - Peito inteiro ( sem osso) ou fatiado em bifes (bifes, cozidos, assados, sopas,...)
5 - Costas, pontas das asinhas, pescoço,  pés - e cabeça, se quiser (sopas e caldos)
6 - Miúdos ( moela, coração, fígado)  ( Sopas, molhos e caldos)

 

Além de cálcio: Leite auxilia o desenvolvimento do sistema nervoso

 

A Bebida ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos
Todo mundo sabe que o leite é o alimento natural com a maior concentração de cálcio - mineral essencial para a formação e a manutenção da integridade dos ossos, o que acontece da gestação até cerca dos 25 anos. Depois disso, o cálcio é necessário para manter a integridade dos ossos. O que poucos sabem que o consumo da bebida auxilia ainda no desenvolvimento do sistema nervoso.

  Por ser rico em riboflavina, o leite é um importante aliado do organismo para que as atividades nervosas sejam realizadas.

— O leite integral, por exemplo, é um bom fornecedor de energia para as atividades do dia a dia — explica.

  Especialistas ressaltam ainda que o hábito de beber leite precisa ser estimulado nas crianças pelos pais.

— O é ideal é que as crianças bebam três copos diários de leite, o que atende a 25% das suas necessidades diárias de calorias — revela.

  O cálcio do leite, em função de sua forma química e da presença da lactose, é mais facilmente absorvido pelo organismo do que em outros alimentos.


Conheça outros benefícios da bebida:

:: Proteínas: importante por numerosas funções orgânicas: vital para o desenvolvimento cerebral e crescimento dos tecidos corpóreos;

:: Vitamina A: mantém a normalidade da visão e da pele. Ajuda a regular o crescimento das células e integridade do sistema imune;

:: Vitamina B12: essencial para o crescimento e saúde do sistema nervoso. Ligada à atividade normal do ácido fólico e envolvida na formação do sangue;

:: Vitamina D: promove a absorção do cálcio e fósforo, e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

:: Potássio: regula o equilíbrio dos fluidos corporais e pressão sanguínea. É necessário também para a atividade muscular e contrações;

:: Fósforo: ajuda a gerar energia nas células do corpo e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

:: Niacina: mantém o funcionamento normal das enzimas e ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos. É importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso.

Última atualização em Qua, 18 de Junho de 2014 08:46
 
Veja ! Conheça a Arte do Bonsai, Animais com Chifres, Saprófitos, Poluição, Plantas Têxteis, Fauna Marinha, Reino Vegetal e Hortaliças... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 17 de Junho de 2014 08:11

 

 

Conhecendo a Arte do " BONSAI "

 


" Bonsai " é uma palavra japonesa que designa a arte de cultivar árvores mantendo-as anãs guardando, porém, todas as características da árvore de tamanho normal. As miniaturas de árvores como carvalho, pinheiro, cerejeira, cedro, etc. são plantadas em vasos e usadas como ornamento. Em seu estado natural, essas árvores alcançariam vários metros de altura.
O segredo para controlar o seu desenvolvimento é submetê-las a podas periódicas e adubá-las com fertilizantes apresentando deficiências de certos nutrientes, em ambientes com escassez de água e de luz.
O seu sistema radicular permanece reduzido e dotado de pequenos troncos retorcidos e folhas minúsculas. Quanto menores forem,mais tortuosas se tornarão, dando a impressão de serem plantas velhas; e mais apreciadas serão. Algumas dessas árvores mirradas chegam a durar mais de um século.
Os japoneses praticam a arte do bonsai há muitos séculos, a qual vem se expandindo para outros países do Ocidente, principalmente os Estados Unidos.




Conhecendo os Animais com Chifres

 


Chifres são protuberâncias rijas inseridas na cabeça de certos animais, principalmente mamíferos, que lhes servem de arma de ataque e defesa.
Os chifres dos mamíferos podem ser de 4 tipos:
a) Apêndices ósseos derivados do osso frontal, cobertos por uma bainha córnea de ceratina, como nos bovinos, caprinos e ovinos.
Tanto as protuberâncias ósseas como as bainhas são permanentes e de crescimento lento.
b) O segundo tipo é exclusivo do antílope americano, no qual a bainha córnea cai e se renova anualmente.
c) O terceiro tipo ocorre nos cervídeos ( veados em geral ), nos quais os apêndices ósseos são ramificados e revestidos de pele macia e vascularizada, sendo mais propriamente chamados de galhada. Ao completar o crescimento, a pele seca, fende-se e cai em tiras, deixando livre a parte óssea, que acaba por se desprender também. São chifres anuais.
d) A girafa e o ocapi apresentam o quarto tipo, formado também por osso, que é
curto e revestido por pele e pelos; tanto o cerne de osso como o revestimento são permanentes.
Nos rinocerontes existe , sobre o focinho, uma ou duas protuberâncias formadas exclusivamente por fibras aglutinadas longitudinalmente.
Em geral, apenas os machos possuem chifres e, quando ambos os possuem, nas fêmeas eles são mais fracos.
 
 
 

Conhecendo os Saprófitos

 



Denominam-se saprófitos os vegetais heterótrofos, isto é, incapazes de produzir compostos orgânicos a partir de inorgânicos ( fotossíntese ) e que se alimentam de restos de organismos mortos. Não confundir com parasitas, que obtêm alimento de organismos vivos.
Como exemplos de saprófitos podem ser citados a maioria dos fungos e bactérias e
algimas plantas superiores desprovidas de clorofila, como a Neótia - uma orquidácea saprófita.
São os saprófitos que, por fermentação em cadeia , decompõem os excrementos e os restos vegetais e animais, devolvendo ao solo os nutrientes minerais necessários à nutrição das plantas verdes ( providas de clorofila ); e devolvem à atmosfera o gás carbônico que essas plantas assimilam por fotossíntese. Portanto, os saprófitos desempenham papel ecológico muito importante, permitindo a reciclagem dos nutrientes minerais.
 

Conhecendo a Poluição

 


O termo poluição designa o conjunto de compostos tóxicos introduzidos no ambiente, que alteram as condições ecológicas naturais, de modo a prejudicar os recursos biológicos, ou seja, a flora, a fauna e o próprio homem. Os agentes que causam essas alterações são chamados poluentes. Estes são, em geral, substâncias sólidas, líquidas ou gasosa que poluem o ar, a água e o solo.
Os poluentes podem ser naturais, como as erupções vulcânicas, que lançam cinzas e gases tóxicos, ou decorrentes da atividade humana, como o aumento do teor de gás carbônico na atmosfera, em conseqüência do uso de combustíveis.
O homem sempre poluiu a natureza, o problema é que, nos últimos anos, a intensida-
de de poluição vem aumentando progressivamente.
As principais fontes de poluição são: a) produção e utilização de combustíveis, incluindo vazamentos e lançamentos na atmosfera, de diversos compostos tais como: gás carbônico, óxidos de enxofre, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos; b) atividades da indústria química, fonte de numerosos poluentes, alguns de difícil decomposição ( plásticos, pneus velhos, pilhas usadas, etc.); c) atividades agrícolas, pelo uso de fertilizantes, principalmente nitratos; e uso de agrotóxicos ou defensivos agrícolas ( inseticidas, fungicidas, herbicidas, etc. ).
Os poluentes atmosféricos podem passar para a água e o solo, através da chamada chuva ácida. Os óxidos de enxofre, em contato com a água da chuva, são convertidos em ácido sulfúrico; do mesmo modo, os óxidos de nitrogênio são convertidos em ácido nítrico


Conhecendo as Plantas Têxteis

 
 
 
 
Dá-se o nome de plantas têxteis àquelas que produzem fibras que podem ser convertidas em fios para tecelagem. Além das fibras vegetais há também fibras animais, como a lã e a seda, e fibras artificiais, como rayon, nylon, etc.
As fibras vegetais podem proceder: a)das sementes ( algodão, paina ); b) das folhas (sisal, caroá ); c) da entrecasca ( linho, cânhamo, juta, rami ); d) de palmeiras (piaçava, tucum ).
O cultivo das plantas têxteis está relacionado com as condições climáticas, o que explica a sua localização nas regiões tropicais e subtropicais ( algodão, juta ) ou nas regiões temperadas ( linho, cânhamo ).
Cultivam-se dois tipos de algodoeiro; a) herbáceo e anual, de clima tropical úmido; b) arbóreo e perene, de clima semi-árido, como o Nordeste brasileiro. Existem diversas variedades sendo que o algodão mais valorizado é o de fibra longa. Estima-se que 50% da produção mundial de fibras provém do algodoeiro.
O linho é uma planta têxtil de cuja entrecasca é extraído um óleo secativo ( linhaça ), assim como as sementes de algodão fornecem óleo para culinária. São ao mesmo tempo, plantas têxteis e oleaginosas.
Além das fibras para tecidos, são produzidas também fibras para artefatos como esteiras, tapetes, vassouras, cordas, etc. Entre as plantas utilizadas para estas finalidades podem ser citadas: rami, fórmio, juta, piaçava, etc.  
       
 
 

Conhecendo a Fauna Marinha




Os mares e oceanos são meios privilegiados para várias formas de vida. Aliás, admite-se que a vida iniciou-se no mar.
            Como meio favorável para a vida, as águas salgadas do mar abrigam maior número de organismos do que os meios terrestres, por diversas razões: a) temperaturas menos instáveis; b)suprimento de água muito mais fácil; c) suprimento de oxigênio e dióxido de carbono necessários à sua existência; d) suprimento de sais minerais indispensáveis ao seu crescimento; e) voracidade com que os animais maiores devoram os menores.
            De modo geral, existem vários grupos de animais marinhos, dentre os quais se destacam os seguintes:
          a) Peixes, com milhares de espécies, incluindo: atum, bacalhau, sardinha, cavalo-marinho, tubarão, etc.
         b) Mamíferos aquáticos, tais como baleia, orca, foca, golfinho, etc.
         c) Moluscos: ostra, polvo, lula, etc.
          d) Crustáceos: caranguejo, camarão, lagosta, etc.
          e) Equinodermas: estrela-do-mar, ouriço-do-mar, etc.
          f) Celenterados: anêmona-do-mar,coral, medusa, etc.
          g) Espongiários: esponjas
              h) Anelídeos: vermes segmentados
              i) Platielmintos: vermes achatados
              j) Nematelmintos: nematóides
              k) Animais microscópicos que constituem o zooplâncton.
      A comunidade  dos animais marinhos distribui-se por três ambientes distintos:
a) camada superficial das águas marinhas, habitada por numerosos animais microscópicos  e plantinhas flutuantes que constituem o plâncton; b) zona costeira ou litorânea, onde se encontram vermes, moluscos ( caracol, lesma ), corais e esponjas, crustáceos (caranguejo, camarão) e a maior parte dos cardumes de peixes comerciais; c) zona do mar alto, onde vivem peixes, lulas e polvos, tartarugas marinhas e cetáceos (baleia, golfinho) .
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 




a) Os cactos são plantas adaptadas às regiões áridas, podendo passar longos períodos sem água. São plantas suculentas, geralmente desprovidas de folhas. Em vez de folhas normais, que transpiram muito, possuem espinhos ou simples escamas, que não só evitam a
perda de água, mas também protegem essas plantas do assédio dos animais.
      b) Cipós e lianas. O termo cipó se aplica às plantas trepadeiras, isto é, capazes de se distribuírem no espaço usando como suportes os caules e os ramos de outras plantas. Por lianas são conhecidos os cipós de consistência lenhosa. As lianas ou cipós também podem escorar-se sobre rochas ou suportes metálicos como pérgulas, caramanchões, colunas, etc. São muito comuns nas florestas das regiões tropicais e subtropicais.
        c) O guaranazeiro é um arbusto trepador, que ocorre naturalmente na Bacia Amazônica. Também é cultivado para a produção de guaraná, uma bebida estimulante extraída de suas sementes. A ação estimulante do guaraná é devido ao seu alto conteúdo de cafeína.
          d) As micorrizas são associações simbióticas entre as raízes de muitas plantas superiores e determinados fungos do solo. As micorrizas proporcionam às plantas maior absorção dos nutrientes minerais, através das hifas ou micélios dos fungos; e estes, por sua vez, retiram nutrientes orgânicos da seiva elaborada das plantas. 
 

Curiosidades do Reino Vegetal




a) O girassol é uma planta anual que se caracteriza por apresentar uma  grande inflorescência ( reunião de flores ) com 10 a 15cm de diâmetro, a qual possui  heliotropismo positivo, isto é, gira lentamente, acompanhando o movimento do sol.
            b) A era é uma planta trepadeira  que possui raízes adventícias fixadoras,  que permitem o seu crescimento até em muros e paredes.
             c) O estranho baobá, árvore típica das savanas africanas, é a árvore mais volumosa: apesar de não ultrapassar 30m de altura, possui tronco bastante engrossado, chegando a medir 20m de diâmetro, na base.
              d) A jaca é uma fruta exótica, de grande tamanho, chegando a pesar até 20kg. Na realidade, é uma infrutescência, isto é, um agregado de frutas, que nasce no tronco e nos galhos mais grossos da jaqueira.  
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 





a) Líquen: associação de  alga com fungo
 b) Drosera: planta carnívora, com armadilhas para pegar insetos.
 c) Indaiá: palmeirinha  sem caule, comum no cerrado.
 d) Bananeira: planta com pseudocaule  formado por pecíolos foliares.
  e) Caju: fruta cuja parte comestível é o pedúnculo.       
 
 
 
 
 
 

Conhecendo as Hortaliças

 




 Hortaliças é a designação dada às plantas cultivadas em hortas, as quais  desempenham papel de grande importância na alimentação humana como fontes de vitaminas e sais minerais. Muitas delas são chamadas de verduras e outras, impropriamente de " legumes ", termo que em Botânica tem um significado preciso, aplicando-se aos frutos secos e deiscentes ( tipo vagem ), característicos  das plantas da família Leguminosas, que inclui a soja, o feijão e o amendoim.
       As hortaliças podem ser melhor classificadas em 4 grupos: a) hortaliças tuberosas, que produzem bulbos, tubérculos ou raízes tuberosas, tais como: batatinha, cebola, beterraba, cenoura, mandioca, rabanete, etc.; b) hortaliças herbáceas, das quais se consomem as folhas, caule ou inflorescências, cozidas ou como salada, exemplificadas por: agrião, alface,couve, couve-flor, espinafre, repolho, etc.; c) hortaliças de frutos, das quais se consomem os frutos ou sementes, tais como: abóbora, abobrinha, chuchu, berinjela, ervilha, feijão-de-vagem, pepino, pimentão, tomate, etc.; d) hortaliças de condimento, usadas como tempero, tais como: alho, cebolinha, hortelã, pimenta, orégano, etc.
Última atualização em Ter, 17 de Junho de 2014 08:36
 
Veja ! Conhecimentos Gerais em Animais Insetíveros, Meterologia, Ecologia, Vegetais, Plantas Sacarinas, Sementes e Saúde nos Bovinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 16 de Junho de 2014 07:58

CONHECENDO OS ANIMAIS INSETÍVOROS

 
 


O termo insetívoro é usado com dois significados diferentes: a) organismos que se alimentam de insetos, tanto animais - aranha, camaleão, pássaros, etc. como vegetais – plantas carnívoras - drosera, nepenthes, dionéia, etc.; b) ordem de mamíferos - Insetívoros, que compreende animais terrestres, geralmente pequenos, com focinho longo e dentes pontiagudos, que se alimentam basicamente de insetos.
Os mamíferos insetívoros incluem animais familiares como: ouriço, musaranho, toupeira, etc.
Outros animais também se alimentam de insetos, como o tamanduá, que possui língua comprida e pegajosa para apanhar formigas e cupins. O camaleão também possui língua comprida e pegajosa, que usa para capturar insetos.
Entre as aves encontram-se várias espécies que são basicamente insetívoras,
tais como: pica-pau, pardal, tico-tico, andorinha, codorna, tucano, etc.
Algumas espécies de morcegos são frugívoras, isto é, alimentam-se de frutas; porém, a maioria é insetívora, comendo pequenos insetos como mosquitos e pernilongos.
As aranhas constroem teias para capturar insetos, dos quais se alimentam.
 

CONHECENDO AS RELAÇÕES SOLO- ÁGUA- PLANTA

 



A água de precipitação ( chuva) que atinge o solo pode tomar três caminhos: a) infiltração ou penetração no solo; b) deflúvio ou escoamento superficial; c) evaporação.
A água que escoa na superfície do solo forma as enxurradas, que vão desaguar nos rios, lagos e mares. Da água que se infiltra, parte fica retida no solo e parte percola, isto é, sofre drenagem em profundidade, indo abastecer o lençol freático.
Duas são as fôrças responsáveis pela retenção de água pelas partículas de solo: a)força de adesão - atração que as partículas de solo exercem sobre as moléculas de água; b) força de coesão - atração que as moléculas de água exercem entre si.
No solo, distinguem-se três formas de água: a) água higroscópica - uma delgada camada localizada na superfície das partículas coloidais ( argila ), retida sob alta tensão; b) água capilar - localizada nos microporos, em grande parte utilizável pelas plantas; c) água gravitacional -localizada nos macroporos e facilmente removida pela ação da gravidade.
A água capilar é a mais importante, porque inclui a água considerada disponível pa-
ra as plantas, que fica compreendida entre dois limites: a) inferior ou ponto de murchamento -teor de umidade no qual ocorre o murchamento das plantas; b) superior ou capacidade de campo- teor de umidade máxima que o solo pode reter contra a ação da gravidade.
As plantas absorvem grandes quantidades de água do solo para atender às suas necessidades de crescimento e produção. Uma vez que apenas uma pequena proporção de água do solo fica nas proximidades dos pêlos absorventes das raízes, o suprimento de água é garantido por dois mecanismos: a) movimento capilar da água do solo em direção às raízes; b) crescimento das raízes no interior do solo úmido. Além disso, as plantas usam um terceiro mecanismo: c) o fechamento dos estômatos ( pequenas aberturas existentes na superfície das folhas ) a fim de reduzir as perdas de água por transpiração.
 

A ECOLOGIA E AS PLANTAS

 



Ecologia é o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente em que ocorrem. No caso das plantas, além do ar atmosférico ( fonte de oxigênio e gás carbônico ) e da água e nutrientes minerais ( nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, etc. ) retirados do solo, elas necessitam de luz ( fotossíntese ) e de temperaturas adequadas para o seu desenvolvimento.
Assim, o clima é um fator importante na distribuição das plantas, permitindo distinguir: a) plantas das regiões tropicais ( seringueira, cacaueiro, cana-de-açúcar ); b) plantas das regiões temperadas ( oliveira, trigo, aveia ); c) plantas das regiões áridas e semi-áridas ( cáctos, tamareira, barriguda ).
No tocante à necessidade de água, distinguem-se: a) plantas aquáticas ( aguapé, cabomba, vitória-régia ); b) plantas hidrófitas ( arroz, tabôa, agrião ); c) plantas mesófitas ( milho, cafeeiro, laranjeira );d) plantas xerófitas ( cactos, juazeiro, faveleira ).
Quanto à relação entre plantas, distinguem-se: a) simbiose - interação mutuamente benéfica entre duas plantas, sendo o melhor exemplo os líqüens, constituídos pela associação de uma alga com um fungo; b) plantas epífitas, que se desenvolvem sobre outras plantas sem parasitá-las ( orquídeas, cipós ); c) plantas parasitas de outras plantas ( cuscuta, erva-de-passarinho ); d) plantas invasoras de culturas, também chamadas ervas daninhas ( grama-seda, tiririca, carrapicho ).
 

CURIOSIDADES DO REINO VEGETAL

 
urtiga

 
a) Urtiga é o nome vulgar de várias plantas da família Urticáceas que, por vezes, também se aplica, embora erroneamente, a outras plantas que produzem o mesmo efeito urticante. Esse efeito é produzido por toxinas de natureza protéica, inoculadas por pêlos ocos com ponta frágil, que funcionam como espinhos; os quais se localizam nos pecíolos.
b) A seringueira é uma árvore bastante alta originária da Amazônia, atualmente introduzida em outras regiões tropicais. Fazendo-se incisões oblíquas na casca do seu tronco ( sangria ), delas escorre um látex que é recolhido para ser utilizado na fabricação de borracha.
c) O repolho é uma hortaliça cujas folhas se enrolam, formando uma espécie de "cabeça". As folhas do repolho são de cor verde ou roxa, sendo consumidas como salada ou cozidas.
d) A figueira-branca é uma árvore nativa da Mata Atlântica. No estágio inicial, muitas delas desenvolvem-se sobre outras árvores, como epífitas, emitindo raízes adventícias que descem para o solo. Crescendo, tornam-se árvores lenhosas, envolvendo a planta-suporte e acabando por estrangulá-las, justificando assim, o nome que lhe é atribuído, de "mata-pau
 

CONHECENDO AS PLANTAS SACARINAS

 



São chamadas plantas sacarinas as que armazenam sacarose ( açúcar comum ) nos
órgãos de reserva. O açúcar é uma substância doce de grande importância pelo volume de produção e de consumo em todo o mundo, tanto de açúcar " in natura " como sob a forma de produtos industrializados.
A sacarose é encontrada principalmente nos colmos da cana-de-açúcar e na raiz
tuberosa da beterraba, enquanto a glicose é encontrada nos frutos em geral. Para a obtenção
industrial do açúcar ( sacarose ). as matérias-primas mais utilizadas são: a beterraba, na Europa e nos Estados Unidos; e a cana-de-açúcar, concentrada na Índia, Brasil e América Central (Cuba e México ).
A cana-de-açúcar assume grande importância econômica no Brasil, não só pela produção de açúcar, ma s também pelo uso da própria cana e de seus subprodutos na alimentação do gado, pela produção de álcool, de aguardente e de vinagre, além de outros usos, como em industrias químicas e fabricação de papel e celulose.
Os países europeus produzem açúcar de beterraba, porém os custos são mais elevados do que os do açúcar de cana e, por isso, medidas alfandegárias para proteger a sua indústria e comercialização. Assim a maior parte do açúcar produzido no mundo é consumida nos próprios países produtores.
Cultivam-se três tipos de beterraba: a) hortícola; b) forrageira; c) industrial ( produção de açúcar). A Rússia é o maior produtor de açúcar de beterraba, seguida pelos Estados Unidos.
As variedades de cana-de-açúcar dividem-se em dois grupos: a) forrageiras, usadas
na alimentação animal; b) industriais, usadas na fabricação de açúcar. O Brasil é um dos maiores produtores de açúcar de cana, juntamente com Índia e Cuba.
 

CONHECENDO AS SEMENTES

 


A importância das sementes se deve ao fato de serem o meio de propagação das plantas que produzem flores ( Fanerógamas ). Resultam do desenvolvimento do óvulo, após a fecundação da célula feminina ( oosfera ) nele contida, Normalmente, a semente se encontra protegida pelo fruto.
A semente é composta de tegumento e amêndoa, sendo que no interior desta fica o embrião. Este apresenta um ou mais cotilédones, abaixo dos quais se encontra um eixo que possui, na extremidade inferior, a radícula, que
dará origem ao sistema radicular; e na outra extremidade, o caulículo, que dará origem à parte aérea da futura planta.
Os cotilédones são folhas modificadas, cujo número tem grande importância na classificação das plantas superiores: a) com um só cotilédone - Monocotiledôneas, como as palmeiras e gramíneas; b) com dois cotilédones – Dicotiledôneas, compreendendo a maioria das árvores e arbustos; c) com muitos cotilédones - Policotiledôneas, como as coníferas.
As plantas inferiores ( Criptógamas ), como avencas e samambaias, não produzem sementes; seus elementos de reprodução são simples esporos.
Além do embrião, a amêndoa freqüentemente contém tecido de reserva ( albúmen ), cuja natureza é variável: a) celulósica ( café ); b) oleaginosa ( mamona, nozes ); c) amilácea ( cereais, leguminosas ),
A dispersão das sementes pode ser feita pelo homem e outros animais, pelo vento, pela água, etc. Em algumas plantas a dispersão também pode ser feita por dispositivos que lançam as sementes à distância ( mamona ).
Além da sua importância como meio de reprodução das plantas superiores, muitas sementes são utilizadas como alimento devido às suas reservas nutritivas tais como: cereais ( trigo, arroz, milho,etc ), leguminosas (soja, feijão, amendoim, etc.), castanhas, etc.
 
 
 
Mastite - Entenda o que é, quais são os fatores desencadeadores, como diagnosticar, como tratar e prevenir.

O principal desafio das propriedades atualmente é a implantação de um programa de prevenção da mastite baseado em um bom manejo de ordenha, melhoria das condições ambientais e da capacidade imunológica das vacas, dando a elas condições de combater rapidamente a invasão de microorganismos na glândula mamária.  Um ponto importante no sucesso contra a apresentação clínica da doença é a eficácia no tratamento, evitando recidivas e surgimento de vacas afetadas cronicamente, que hoje é uma das principais causas de descarte involuntário, além de fontes dos maiores gastos com medicamentos em uma fazenda leiteira.

Inúmeros são os questionamentos quanto ao tratamento da mastite clínica: Quantos dias tratar? Qual antibiótico usar? Injetável e/ou intramamário? Devo ou não utilizar antiinflamatórios? Quando devo trocar a base do antibiótico?

Apesar de algumas estratégias mostrarem bons resultados, a verdade é que não existe uma “receita” pronta que resulte no sucesso do tratamento, mas sim o somatório de alguns fatores, como cuidados com higiene, treinamento da mão de obra, conhecimentos dos agentes e medicamentos, além do gerenciamento dos números, que são decisórios para o sucesso no tratamento dos casos clínicos nas fazendas.

Recidivas

A freqüência de novas infecções e duração das infecções já existentes determina a gravidade da mastite no rebanho. E este é o grande desafio do tratamento: promover cura clínica e bacteriológica, ou seja, acabar com os sintomas e com os microorganismos que estão infectando a glândula mamária. Isto é fato quando nos deparamos nas fazendas com algumas vacas que retornam à mastite inúmeras vezes na lactação e são de difícil cura. Isto acontece pelo fato da doença flutuar entre a forma clínica e a subclínica, e esta reversão é tida muitas vezes como cura. Vacas subclínicas que voltam a apresentar mastite clínica em estágios avançados da lactação apresentam menor taxa de cura, pelo fato do microorganismo invadir o tecido secretório e a partir daí não ser eficientemente atingido pelo antibiótico. Isso evidencia a necessidade de tratar bem o primeiro caso clínico da lactação, visando minimizar os retornos.


Reintrodução de microrganismos dentro do úbere
Figura 1 – Reintrodução de microorganismos na glândula mamária durante o tratamento sem uma prévia desinfecção da ponta do teto. 

Diagnóstico precoce

A partir deste contexto, o primeiro passo para o sucesso no tratamento do caso clínico é o diagnóstico precoce. Neste ponto, são detectadas falhas graves nas fazendas, principalmente relacionado ao critério utilizado pelos ordenhadores no momento de iniciar ou não a terapia. Foi criada a idéia de que mastite clínica acontece apenas mediante o aparecimento de grumo, e se esquece de ficar alerta a outras alterações que podem ser detectadas precocemente, como:

- alteração na característica do leite: “aguado”ou com coloração alterada
- úbere inchado, vermelho e quente
- pequenos grumos nos primeiros jatos do teste da caneca, que para muitos é apenas o resquício do leite residual da ordenha anterior

Portanto, os ordenhadores devem estar treinados para identificar as diferentes alterações causadas pela mastite, para que a precocidade no tratamento seja determinante no sucesso do mesmo.

Higiene no tratamento

Após o diagnóstico, outro ponto fundamental é a higiene dos procedimentos de tratamento. É fato que, logo após a remoção das teteiras, a ponta do teto está contaminada e a introdução das cânulas intramamárias sem uma prévia desinfecção leva a reintrodução de bactéria na cisterna do teto, diminuindo as chances de cura (Figura 1). A partir disso, tem-se usado com sucesso a desinfecção da ponta do teto com o produto de pré ou pós-dipping (Iodo, Cloro, Clorexidine, etc), durante um mínimo de 30 segundo e secagem com papel toalha, ou mesmo a utilização de lenço ou algodão umidecidos em álcool 70% (presente em vários intramários), para posterior introdução da cânula. Além disso, atitudes simples como utilização de luvas pelo ordenhador, remoção do lacre da bisnaga apenas momentos antes da aplicação e introdução de cânulas curtas diminuem consideravelmente o desafio de nova contaminação do canal do teto (Figura 2).

 

Sequência de procedimentos para evitar a mastite
Figura 2 – Sequência de procedimentos  visando a desinfecção do teto antes e após o tratamento evitando a introdução de microorganismos.



Procedimentos para uma boa higiene no momento do tratamento de mastite clínica: 1-Desinfecção da ponta do teto com solução de pré ou pós dipping ; 2- secagem com papel toalha; 3-Limpeza da ponta do teto com álcool; 4- abertura do lacre próximo à ponta do teto; 5- Introdução de cânula curta; 6-Pós-Dipping.

Duração do tratamento

Quanto tempo tratar as vacas para garantir boas taxas de cura e o mínimo de recidivas de maneira economicamente viável? No dia a dia das fazendas, encontram-se protocolos de tratamento que preconizam a finalização do antibiótico na ordenha em que a vaca não apresentar mais grumos no leite, e algumas vacas apresentam melhora clínica logo no primeiro dia. No entanto, terapias curtas aumentam os riscos de cronificação, aumento de CCS e recidivas futuras com baixíssima taxa de cura. Então, o que fazer?

Os trabalhos mostram que, ao contrário do que dizem as bulas dos medicamentos intramamários, as terapias devem ser prolongadas para garantir a cura bacteriológica e devem priorizar a utilização de antibióticos intramamários (Tabela 1). Terapias parenterais (antibióticos injetáveis) devem ser utilizadas em situações especiais, as chamadas mastite grau 3, nas quais a vaca apresenta estado clínico geral ruim, com febre, falta de apetite, desidratação e letargia.

 

 

Fatores de risco na saúde de bezerras leiteiras

As bezerras são consideradas, dentro do sistema de produção, o futuro da propriedade, de forma que a sua criação requer muita atenção e cuidados. Trata-se de um setor de alto custo com alimentação e mão-de-obra. Além disso, esta categoria apresenta doenças que causam mortalidade com taxas de morbidade elevadas (Arthur et al., 1996; McGuirk e Collins, 2004). O desenvolvimento e a saúde destes animais dependem de fatores que podem intensificar, em maior ou menor grau, a ocorrência de doenças. Estes são conhecidos como fatores de risco e estão relacionados com a dificuldade no parto, colostragem e cura do coto umbilical da bezerra. Vale salientar, ainda, os desafios representados pelo ambiente, instalações, alimentação e nutrição, bem como pelas condições higiênicas e climáticas. Todos estes fatores estão em constante inter-relação e são dinâmicos. Assim, avaliação do sistema de produção visando conhecer e identificar os fatores de risco é o grande desafio do presente.

Processo Doença - Saúde

Deve-se enfatizar a origem multifatorial do processo saúde doença, existindo uma relação entre hospedeiro, agente e ambiente. Esta tríade epidemiológica é importante para análise da situação do animal no espaço e no tempo (Urquijo et al.,1974; Rojas,1978). É determinado pelo equilíbrio entre os desafios e a resistência do animal (Davis e Drackley, 1998).

Tríade Epidemiológica

As principais enfermidades que acometem esta categoria animal são conhecidas por complexos, pelo fato de mais de um agente estar envolvido no processo. O complexo de diarréias, de doenças respiratórias dos bovinos (CDRB), de tristeza parasitária bovina (CTPB) e as onfalopatias são os mais frequentes nesta fase. Os agentes causadores destas doenças são ubíquos, sendo a ocorrência da enfermidade, em maior ou menor intensidade, dependente da proteção e do desafio aos quais o animal está exposto (Barrington et al., 2002; Callan e Garry, 2002; Bendali et al., 1999). Para o entendimento desta variante é importante compreender o que são fatores de risco.

Fatores de Risco para a saúde das bezerras em rebanhos leiteiros

São denominados fatores de risco aqueles que estão associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença. Um mesmo fator pode ser de risco para várias doenças ou vários fatores podem ser de risco para uma única doença. Há uma enorme interação entre fatores de risco e de proteção, aos quais as bezerras estão submetidas e que podem resultar ou não na redução da probabilidade de adoecerem. Estes fatores são inerentes ao animal, ao agente e ao ambiente e devem ser considerados de forma conjunta, quando se pretende avaliar uma situação epidemiológica e amparar as tomadas de decisões (Thrusfield, 2005).

Alguns fatores de risco associados ao animal são o parto, a colostragem e a cura do umbigo.

O parto é definido como o processo fisiológico através do qual o feto e os seus anexos são expelidos do organismo de uma fêmea gestante (Simões, 1984).

Parto - um dos fatores de risco para a saúde de bezerrasO Parto eutócico é o parto normal, quando há ausência de anormalidades de origem materna ou fetal. Por outro lado, no parto distócico há problemas de origem materna ou fetal, que dificultam ou impedem o nascimento do concepto. Esta dificuldade pode ser distinguida em dois grupos: de origem fetal ou de origem materna. De modo geral, as distocias fetais são representadas pelo feto grande em relação à área pélvica da fêmea e as posições fetais anormais. Já as distocias de origem materna compreendem as torções e rupturas uterinas, as fraturas e as pélvis estreitas (Noakes, 2001).

Uma das causas mais frequentes da distocia fetal é a presença de bezerros grandes devido ao acasalamento incorreto, que pode estar relacionado às características genéticas do touro, à alimentação da vaca no final da gestação (Davis e Drackley, 1998), bem como a cruzamentos entre raças que favoreçam a heterose.

A gravidade da distocia é um fator de risco para a ocorrência de enfermidades, comprometendo a saúde da bezerra nos primeiros dias de vida. Suas consequências vão desde o aumento dos custos com medicamento até a morte. A distocia é a maior causa de mortalidade de bezerros no parto ou imediatamente após (Noakes, 2001). Bezerras oriundas de partos distócicos possuem maior dificuldade de ficar em pé e de se alimentarem. São ainda, mais fracas e estressadas, possuem maior dificuldade de iniciar os movimentos respiratórios e de controlar o balanço acidobásico (Davis e Drackley, 1998).

O colostro, produzido e secretado pela glândula mamária, é constituído por secreção láctea e componentes do soro sanguíneo, principalmente imunoglobulinas (Igs) e outras proteínas séricas que se acumulam na glândula durante o período seco (Foley e Ortterby, 1978). As concentrações de muitos desses componentes são maiores nas primeiras secreções, imediatamente após o parto, seguidas por um declínio progressivo nas ordenhas subsequentes (Foley e Otterby, 1978). As bezerras nascem agamaglobulêmicas, pois a placenta da vaca impede a passagem dos anticorpos para o feto (Arthur et al., 1996).

A absorção das imunoglobulinas maternas no intestino delgado da bezerra, durante as primeiras 24 horas, é denominada transferência de imunidade passiva. Esta transferência ajuda na proteção da bezerra contra organismos causadores de doenças até o completo desenvolvimento da imunidade ativa (própria). Para conseguir uma boa transferência de imunidade passiva de IgG, a bezerra deve consumir o colostro em quantidade e de qualidade, além de ser capaz de absorver estas moléculas. O principal fator que afeta a absorção é o tempo; assim, quanto mais precoce o fornecimento, melhor a capacidade absortiva. Falhas na transferência de imunidade passiva (FTP) podem comprometer significativamente a sobrevivência neonatal, a morbidade e a mortalidade. Podem reduzir ainda, a eficiência alimentar e aumentar a idade ao parto, bem como afetar a produção de leite na primeira lactação (Busch e Staley, 1980; Faber et al., 2005; McGuirk e Collins, 2004; Ribeiro et al., 1983; Weaver et al., 2000).

Alguns fatores podem também interferir na qualidade e na quantidade do colostro, tais como, a idade da vaca, a raça e a duração do período seco. Além de uma variação individual na qualidade do colostro, ocorre uma variação entre as raças. O holandês produz um colostro inferior ao do Guernsey, que também é inferior ao do Pardo Suíço, apresenta um colostro similar ao do Ayrshire, sendo este inferior ao da raça Jersey (Muller e Ellimger, 1981). Com relação à idade, os animais mais velhos tendem a produzir um colostro melhor devido ao maior tempo de exposição à patógenos (Tyler et al., 1999). No que diz respeito à duração do período seco, Hough et al. (1990) não encontraram diferença no volume do colostro produzido entre 28 e 56 dias do seu transcorrer. Entretanto, no período menor que 28 dias há comprometimento na concentração de IgG, sendo um menor volume produzido. Segundo Grusenmeyer et al. (2006) quanto maior o volume produzido menor será a qualidade do colostro.

O colostro, além de possuir papel imunológico, possui também um papel nutricional, sendo fonte de nutrientes e energia. Além disso, é importante fonte de geração de calor e manutenção da temperatura corporal, principalmente pelo fato do animal recém-nascido apresentar poucas reservas corporais (Davis e Drackley, 1998). Outro ponto que requer muita atenção quanto à qualidade do colostro é a ausência de contaminação bacteriana. As bactérias podem-se ligar às Igs no lúmen intestinal ou bloquear a absorção destas pelas células intestinais
 
Veja ! Sexo no Reino Animal, Cruzamentos Influenciam a Qualidade do Leite... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 14 de Junho de 2014 08:27

Cruzamentos para aumentar sólidos no Leite

     
 
 

 Cruzamentos para aumentar sólidos

 



Cada vez mais, o produtor está sendo requisitado a ficar atento à qualidade do leite, conferindo fatores como a contagem de células somáticas, a bacteriana e o índice de sólidos. Certo é que diferentes ações podem influenciar tais números, como ocorre com a alimentação, para a gordura e a proteína. Mas é a genética, por meio do cruzamento de raças, a maneira mais segura e duradoura de se otimizar esses teores, além de se obter outros benefícios.
 No dia-a-dia, tanto produtores como pesquisadores fazem suas experiências. Uns testam o que já se conseguiu com sucesso no Exterior, outros procuram novos cruzamentos, na esperança de estabelecer um caminho que mais lhes convenha. A comprovação real é demorada e depende de um bom acompanhamento com registros criteriosos. Isso ainda não é muito freqüente na pecuária leiteira brasileira, o que evidentemente restringe conclusões mais objetivas nessas circunstâncias.
Uma das cruzas que mais tem sido destacada é a da raça Jersey com Holandesa, tanto que a associação nacional da primeira dá como exemplo este procedimento, como também o cruzamento com o Girolando, como responsáveis pelo bom incremento nas vendas de sêmen dos seus reprodutores.
 No ano passado, já apareceu a comercialização, embora modesta, de sêmen do Jersolando brasileiro no relatório da Asbia-Associação Brasileira de Inseminação Artificial. Diferentes países utilizam este cruzamento, sendo o exemplo mais freqüente e contundente o da Nova Zelândia. Para verificar seus resultados nas condições brasileiras está em andamento um estudo, desde 2002, no campus da Ufscar-Universidade Federal de São Carlos, de Araras-SP. O número de animais em avaliação não é grande, totaliza 15 fêmeas Jersolando. Porém, a apuração de dados está se aprofundando, e os resultados, até agora, têm sido promissores.
 O professor Jozivaldo Prudêncio Gomes de Morais, que conduz a pesquisa, conta que são observados diferentes aspectos ligados à produção e à reprodução, através das várias  lactações. Um ponto fundamental é o aumento dos sólidos, visando a um mercado que se volta para isso. Como outros, ele aponta que o pagamento diferenciado é a forma de estimular o produtor a se preocupar mais com esse aspecto. Morais comenta que uma evolução de 1% nos teores já representa muito em termos do volume trabalhado pela indústria.
O rebanho utilizado como base da pesquisa na Ufscar é de Holandês PB, composto de 20 vacas procedentes do Uruguai, e o sêmen de Jersey é dos Estados Unidos. Os animais recebem concentrado e são mantidos, nas águas, em pastos de mombaça rotacionados, e na seca, recebem cana-de-açúcar.
Sobre a questão de se usar raças puras, ele comenta que nos cruzamentos, por meio da heterose, é possível aproveitar o que há de melhor nos diferentes grupos genéticos, aumentando a resistência, reprodução e produção dos animais.



JERSOLANDO NA DIREÇÃO DO TRICROSS

Os sólidos na pesquisa com os cruzados Jersolando meio-sangue (os 3/4 estão começando a produzir) "têm apresentado uma expressiva diferença, embora com teores abaixo dos do Jersey", observa Morais.
Eles estão, em média, com 6,07% de gordura, 3,00% de proteína e 4,47% de lactose, contra 4,08%, 3,05% e 4,31%, respectivamente, do Holandês PB. No total da lactação, o Holandês e o cruzado produziram em torno de 4.400 kg, com o Jersolando rendendo até um pouco mais; contudo, a diferença não é significativa, pondera o pesquisador. A idade ao primeiro parto do cruzado foi de 25,8 meses, e de 28,4 meses, para o puro, enquanto o período do parto atéo cio ficou em 40,3 dias para o primeiro grupo, e em 70,8 dias, para o segundo.
O retorno daconcepção mais tardia desse grupo, de acordo com Morais, pode estar relacionado à questãodo estresse térmico desta raça mantida a pasto numa região quente. Outros a relacionam a questões envolvendo a consangüinidade na raça. Em relação aos cascos dos animais cruzados, não se identificaram problemas. Um aspecto limitante do ponto de vista econômico pode ocorrer como resultado do sistema de produção. Isso porque, como afirma, em vacas mantidas em free-stall se pressupõe um grande volume de produção por animal, e aí, o Holandês rende muito mais. Morais enfatiza que as pesquisas ainda estão em andamento e que espera um maior número de lactações acumuladas e avaliadas; hoje, em número de quatro.
Ele deseja estudar aspectos da longevidade, englobando produção, fertilidade e cascos. Também irá estudar os hábitos de pastejo, como o tempo, horários e a taxa de bocado, pois lembra que em outros países são utilizadas gramíneas que não existem por aqui e o clima é diferente.
Para dar continuidade a esse cruzamento, uma possibilidade, segundo Morais, seria o sistema "vai e volta", alternando o sêmen das duas raças. A pesquisa também enfoca, agora, os efeitos de uma terceira raça, a Sueca Vermelha, com os primeiros animais tricross nascidos devendo entrar em produção no ano que vem. A meta é ver o resultado considerando que aheterose irá se manter mais elevada do que a alternância com duas raças, conseguindo com isso um resultado semelhante aos do meio sangue. A idéia é, depois, voltar com Holandês, Jersey e, de novo, com a Sueca Vermelha.
Esta raça, como indica Morais, tem características interessantes para o Brasil, pois está habituada a ficar um bom tempo solta no pasto, tem um porte robusto similar ao do Holandês e apresenta bons níveis de produção, reprodução e de sólidos; estes, ficando um pouco acima do Holandês, mas um pouco abaixo do Jersey. A raça já é pesquisada e utilizada em cruzamentos em outros países e por vários criadores no Brasil.



GIROLANDO

Outro estudo que verificou os impactos de cruzamentos na qualidade do leite, na reprodução e, principalmente, em relação ao retorno econômico, aconteceu por intermédio da Embrapa Gado de Leite.
Ele foi realizado pelos pesquisadores Roberto Luiz Teodoro, desta instituição, e por Fernando Enrique Madalena, professor da Escola de Veterinária da UFMG-Universidade Federal de Minas Gerais. Foram 14 anos de coleta de dados envolvendo a análise de um total de 480 lactações de 75 animais por toda sua vida produtiva.
A base do rebanho foi resultante de cruzamentos entre  Holandês e Gir, obtendo-se animais com vários graus de sangue, para posteriormente serem inseminados formando três grupos para avaliação: um com a volta do Holandês, outro com Jersey e um com o Pardo-Suíço.
A maioria do sêmen utilizado era procedente dos Estados Unidos e do Canadá. Na análise econômica, entram os custos do concentrado, pastagem, volumoso, ordenha, dentre outros. Como receita, se considerou a venda do leite, novilhas excedentes e o descarte de vacas. O sistema de produção adotado foi o da cria artificial das bezerras, com a venda dos machos ao nascer.
Assim, suas conclusões não devem ser extrapoladas para outro tipo de manejo. No estudo, foram calculadas quatro situações diferentes de pagamento do leite, desde a que não remunera por sólidos até a que paga mais pela proteína; menos pela gordura e com desconto pelo veículo (volume). Madalena comenta que o maior lucro, em todas as condições de pagamento, ficou com o tricross de Jersey. Isso, por serem animais de menor porte, que exigiram um gasto mais baixo com a mantença. Mostraram-se mais férteis, com a média do primeiro parto acontecendo aos 2,68 anos, contra 3,07 anos do Holandês e 3,17 anos do Pardo-Suíço.
Sua vida útil atingiu 8,12 anos, em média, com parando com 7,24 anos do Pardo-Suíço, e 6 anos, do Holandês. Quanto aos teores de gordura e proteína,estes se mostraram mais elevados no cruzamento com o Pardo-Suíço, 3,77% e 3,16%, respectivamente, vindo, logo a seguir, a Jersey, com 3,73% de gordura e 3,10% de proteína. Mas o pesquisador afirma que a rentabilidade ficou menor com a Pardo-Suíço, por aspectos como a entrada mais tardia em reprodução.
Ele ressalta que o pecuarista deve analisar todo um conjunto de fatores para determinar qual tipo de animal é realmente mais lucrativo. Uma alternativa para dar continuidade ao tricross de Jersey, como sugere Madalena, seria voltar com o Gir quando os animais apresentarem 7/8 ou mais de sangue europeu. A ele, se seguiria o Holandês, e depois, o Jersey.



RAÇA HOLANDESA

 
É inegável a superioridade da vaca Holandesa na produção de altos volumes de leite, particularmente em sistemas mais intensivos. Esta capacidade de grande produção de leite e de seus componentes faz com que a raça Holandesa seja reconhecida hoje por sua alta lucratividade, particularmente em períodos de justa remuneração pelo litro de leite.
Por ser a raça bovina de maiores produções de leite, tem sido a raça de escolha em diversas regiões, tanto no Brasil como em outros países. No Brasil, além das regiões de clima mais ameno onde a raça Holandesa já é explorada há muitas décadas, poderíamos citar a escolha da raça Holandesa em novos projetos leiteiros no estado de Goiás, hoje o segundo maior produtor de leite nacional, ou ainda no sudoeste paranaense, regiões até pouco tempo atrás consideradas inóspitas para uma raça européia especializada.
A principal qualidade da raça Holandesa é a sua extraordinária capacidade de produzir grandes volumes de leite. Por causa do seu sucesso como uma raça de altas produções leiteiras, por longos períodos de lactação, a raça Holandesa tem uma demanda crescente em todo o mundo.
Outro ponto a ser destacado é o notável melhoramento alcançado na raça Holandesa em volume (ou quilogramas) dos componentes gordura e proteína. Embora a raça Holandesa seja corretamente associada com a produção de leite com os mais baixos teores de gordura e de proteína é importante salientar que o mais importante para a indústria são volumes de componentes, e não seus percentuais.


 A raça Holandesa é a raça leiteira que produz as maiores quantidades de gordura e de proteína, até mesmo superiores a raças reconhecidas pela excepcional composição do seu leite.A raça Holandesa tem que continuar a se preocupar com características de saúde, resistência e conformação que afetam a lucratividade vitalícia da vaca leiteira. É evidente que para dar retorno econômico a um produtor exige-se que esta vaca permaneça um tempo mínimo no rebanho.

 

13 curiosidades sobre sexo no Reino Animal


Você com certeza já ouviu falar da Viúva Negra, a aranha que mata seu parceiro depois da copulação. No Reino Animal o sexo pode ser um bocado estranho, é verdade, mas este não é nem de longe o exemplo mais esquisito da vida sexual dos não-humanos. Conheça 13 animais que têm hábitos de reprodução um tanto curiosos:

 

1. Abelhas


Já ouviu falar que as fêmeas das abelhas só ferroam uma vez? Ao picar alguém, o ferrão da doce ofensora se desprende do corpo, causando sua morte. A natureza foi cruel com o gênero feminino, mas espere até ficar sabendo o que acontece com o macho. Dica: ele não tem ferrão, mas tem um orgão reprodutor. Acertou quem imaginou que o sexo entre abelhas não termina bem – ao se afastar do corpo da fêmea após a penetração, o macho perde seu aedaegus (equivalente a um pênis), que permanece dentro do corpo da companheira. Seu fim não poderia ser mais trágico: ele sangra até a morte. Não está fácil pra ninguém.

 

2. Ácaros (Red Velvet Mites)

 

Sexo é um ato solitário (e esquisito) para os ácaros Trombidiidae. O macho procura o ninho perfeito para o acasalamento, com muitas folhas e galhinhos, para criar a perfeita atmosfera para o casal. E então, ele espalha seu sêmem por todo o lugar. Depois de completar o serviço, o próximo passo é atrair uma fêmea – com suas fezes. Ela segue o rastro deixado pelo macho e, chegando ao ninho “cuidadosamente” preparado, deve se virar sozinha para ser inseminada.

 

 

3. Antequino-Marrom

 

O vício em sexo não é um problema enfrentado apenas por humanos. A condição também atinge esse pequeno marsupial. O Antequino-Marrom é tão frenético que, durante o período reprodutivo, chega a passar até 12 horas se acasalando com apenas uma parceira. Como é insaciável, passa de fêmea pra fêmea, até seu sistema imunológico começar a falhar. Ele geralmente desenvolve úlceras graves e contrai infecções de parasitas, e morre não muito tempo depois da sessão de acasalamento.

 

4. Argonautas


Os argonautas são um gênero de polvo bastante comum, que habita águas tropicais e subtropicais de todo o mundo. Seu momento de reprodução, no entanto, está longe do “regular”: a fêmea desenvolve uma concha gigante para abrigar e proteger os ovos e embriões, enquanto os machos – que também possuem uma concha, mas em tamanho significativamente menor – começam a acumular uma bola de espermatozóides em um tentáculo especial. Quando, passeando por aí, o macho encontra uma fêmea por quem se interessa, o tentáculo se destaca do corpo e sai nadando sozinho até a fêmea.

 

5. Caracóis 

 

O caracol é um dos favoritos na disputa de localização mais bizarra do pênis: seu órgão reprodutivo fica no pescoço. Os caracóis são hermafroditas e precisam de um companheiro para conseguirem se reproduzir. E para convencer o parceiro, eles costumam “flertar” apunhalando um ao outro com dardos constituídos de carbonato de cálcio ou quitina e usados para injetar no receptor hormônios que estimulam os órgãos genitais femininos.

 

6. Hienas


As fêmeas representam o gênero dominante entre as hienas. Mais agressivas que os machos, no momento de escolher um parceiro elas não dão bola para os esquentadinhos, preferindo aqueles que se mostram mais submissos. O companheiro terá então um desafio à frente: habilidosamente inserir seu pênis no pseudo-pênis da fêmea, que esconde sua vagina. Contorcionismo no mundo animal.

 

7. Hipopótamo

 

O hipopótamo macho possui uma forma bastante diferente de chamar a atenção de uma fêmea. Ele se coloca em lugar de destaque, defeca em si mesmo e utiliza a sua cauda como uma espécie de hélice, espalhando as fezes por todos os lados na tentativa de encontrar uma parceira. E o mais incrível: funciona.

 

 

 

 

8. Macaco-rhesus

 

O primata, também conhecido como Reso, tem muitos motivos para ser um tanto paranoico. No Reino Animal é bem comum que as disputas entre os machos por uma companheira acabem sendo um tanto violentas. Mas poucas espécies são tão cruéis (e, ao mesmo tempo, espertas): os macacos-rhesus atacam seus oponentes no momento em que eles estão tendo um orgasmo. Sim, é isso mesmo. Um estudo  apontou que mais da metade dos encontros sexuais dos macacos reso terminam com o macho sendo brutalmente atacado. Até 9 macacos podem se aproveitar da vulnerabilidade do coleguinha para tentar roubar sua fêmea.

 

9. Marreca-pé-na-bunda


A marreca-pé-na-bunda, também conhecida como Oxyura vittata, possui orgãos reprodutores mais estranhos do que seu nome. Além de ser dono de um pênis de aproximadamente 40 centímetros de comprimento, o orgão do macho tem formato de saca rolhas e possui uma espécie de ~pincel~ na ponta. A vagina da fêmea também é em espiral, mas no sentido oposto – o que permite o encaixe. Durante o ato sexual, o macho utiliza a sua “escova” para remover qualquer esperma deixado por um macho anterior.

 

10. Morcegos (Chinese Fruit Bat)

 

Cientistas do Guangdong Entomological Institute in Guangzhou, na China, descobriram que os morcegos da espécie Cynopterus sphinx usam o sexo oral para prolongar o ato sexual. A descoberta é um tanto inusitada, já que se pensava que somente humanos tinham essa prática. Mas o que é ainda mais curioso é que, através de um grande contorcionismo, a fêmea consegue agradar o macho enquanto ainda estão envolvidos no ato sexual. Provavelmente não é seguro tentar isso em casa.

 

 

11. Peixe actinopterígeo


Estes peixes, que habitam exclusivamente ambientes marinhos, redefinem o conceito de namorado folgado. Alguns machos do subgênero, bem mais franzinos que suas companheiras de espécie, nascem com sistema digestivo rudimentar, que logo passa a dificultar sua alimentação. Para contornar este problema quase-fatal, os peixes usam de seu olfato apurado para encontrar uma fêmea no oceano. No primeiro encontro, nada de rituais de acasalamento: o macho logo morde a fêmea e libera uma enzima digestiva que corrói a pele de sua boca e o corpo da companheira, fundindo o par para toda a vida. Conectado ao sistema circulatório da fêmea, o corpo do macho se atrofia. Sua única função agora é liberar esperma sempre que hormônios na corrente sanguínea de sua “parceira” indicam que ela está ovulando. Ah, o amor… Não bastasse apenas um namorado parasita, é comum que a fêmea da espécie seja mordida por múltiplos machos.

 

12. Peixe-palhaço

 

 

Descobrir a verdade sobre a reprodução dos peixes-palhaço vai ajudar a entender melhor o filme Procurando Nemo. Em um núcleo familiar, a fêmea é sempre o maior membro do grupo. Quando ela morre, o maior macho assume seu lugar – literalmente. Como estes peixes são hermafroditas, isso significa que o macho muda de papel. Ou seja: o pai de Nemo, na verdade, passaria a ser a mãe do Nemo.

 

 

13. Percevejos


A reprodução dos percevejos pode ser comparada a um ato de violência sexual. Os machos das espécies costumam possuir um pênis tão afiado que, na hora de se reproduzirem, praticamente dão diversas “facadas” no corpo da fêmea até conseguirem depositar o seu esperma. Já que a espécie não está em extinção, presume-se que a fêmea sobrevive ao traumático ataque.

 

 

Curiosidades do Reino Animal

 

Mais antigos

Os animais passaram do mar à terra há 414 milhões de anos. Os primeiros animais terrestres do mundo incluem dois tipos de centípedes e uma pequena aranha encontrada entre restos de plantas.

Mais barulhento

O mais barulhento dos animais terrestres é o bugio das Américas Central e do Sul. Os machos possuem uma estrutura óssea na parte superior da traquéia que permitem que o som reverbere. Seus gritos assustadores foram descritos como um misto de latido de cão e zurro de asno, ampliado mil vezes, seus gritos podem ser ouvidos a até 5 Km de distância.

Mais fortes

Em proporção ao seu tamanho, os animais mais fortes são os besouros gigantes, encontrados principalmente nos trópicos. Testes realizados com o besouro-rinoceronte demonstravam que pode suportar em seu dorso 850 vezes o próprio peso. Para efeito de comparação, um homem pode levantar (com um auxílio de suporte) apenas 17 vezes o próprio peso.

Mordida mais forte

Um tubarão pardo de 2 m de comprimento pode exercer uma força de 60 Kg entre suas mandíbulas, o equivalente a uma pressão de t/cm2 nas pontas dos dentes. Apesar de não terem medido as mordidas de tubarões maiores, como o tubarão branco, deve ser ainda mais forte.

Olfato mais aguçado

O olfato mais aguçado existente natureza é o do macho da mariposa imperador que segundo experimentos feitos na Alemanha em 1961, pode detectar a substância sexual produzida pela fêmea virgem à distância de 11 Km, contra o vento. Os receptores localizados nas antenas do macho são tão sensíveis que são capazes de detectar uma única molécula de substância.

Mais venenosos

Os pequenos e brilhantes sapos das Américas Central e do Sul secretam algumas das toxinas biológica mais mortais conhecidas. A espécie é tão perigosa que os cientistas precisam usar luvas grossas para manipulá-la, no caso de eles terem cortes ou arranhões em suas mãos.

 

Mais curiosidades...

MAMÍFEROS

Maior
O maior mamífero do planeta é a baleia azul.

Mais pesado
Uma baleia fêmea pesando 190 t e medindo 27,6 m de comprimento foi capturada na Atlântico Sul.

Mais longo
O mais longo exemplar já registrado foi uma baleia fêmea medindo 33,58 m que encalhou na praia de Grytvi, Geórgia do Sul, em 1909.

Maior terrestre
Em média, os elefantes machos atingem a altura de 3 a 3,7 e pesam de 4 a 7 t. O maior exemplar já registrado foi um macho morto a tiros em Macusso, Angola. Deitado de lado, o elefante media 4,16 m em uma linha projetada do ponto mais alto do dorso até a base da para dianteira, indicando uma altura de 3,96 m quanto em pé. Seu peso foi calculado em mais de 12,24 t.

 

NO BRASIL

O maior mamífero terrestre brasileiro, a anta ou tapir, mede 2,01 m, de comprimento e pesa cerca de 250 Kg, atingindo 1,08 m de altura.

Maior Marinho
O maior mamífero dotado de dentes é o cachalote, sua mandíbula interior mede 5 m aproximadamente. Com um comprimento de 25,6 m.

Mais alto
O mais alto animal vivo é a girafa, encontrada em apenas na savana seca e em áreas semi-desérticas da África, ao sul do Saara.

Menores
O morcego possui uma envergadura de cerca de 16 cm e comprimento entre 2,9 e 3,3 m, pesando de 1,7 a 2,0 g. Esse tipo de espécie é encontrada apenas em cerca de 21 cavernas calcárias do Rio Kwae Roi, no sudoeste da Tailândia.

Marinho mais rápido
A baleia orca, chega a atingir uma velocidade de 55,5 Km/h, com cerca de 6,1 a 7,6 m de comprimento.

Mais lento
A preguiça de três dedos, desenvolve uma velocidade média de 1,8 a 2,4 m/min (0,1-0,6 Km/h). Porém, sobre as árvores, pode “acelerar” para 4,6 m/min (0,27 Km/h).

Mais sonolentos
Alguns tatus e preguiças passam até 80% de suas vidas dormindo ou cochilando.

Maior ninhada
O maior número de filhotes de um animal selvagem em uma só ninhada foi de 31, no caso de um tenrec encontrado em Madagascar.

 

CARNÍVOROS

Maior terrestre
O maior carnívoro terrestre é o urso polar, cujos machos pesam de 400 a 600 Kg e medem de 2,4 a 2,6 m do focinho à cauda.

Mais pesado
Um urso polar com supostos 907 Kg e cerca de 3,5 m do focinho à cauda foi abatido a leste de Kotzebue, Alasca, EUA.

Menos pesado
A doninha anã possui corpo de 11 a 26 cm, cauda de 1,3 a 8,7 cm e pesa de 30 a 200 g, sendo os menores indivíduos são as fêmeas que habitam a Sibéria e os Alpes.

No Brasil
O menor carnívoro brasileiro é a doninha amazônica, também chamada de furão, medindo 26 cm em média.

 
 
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