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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 21 de Agosto de 2014 10:55
POPULAÇÃO MUNDIAL É DE 7 BILHOES DE PESSOAS

As ovelhas do Brasil em 2050


O mundo ficou estarrecido com a notícia de que a população, agora, é de 7 bilhões de pessoas! Certos estudos, porém, mostram que logo será de 9 bilhões e não haverá grandes modificações no cenário geral. O crescimento do PIB mundial em torno de 3,5% ao ano transformará a China na maior economia, seguida da Índia, com os EUA em terceiro lugar. Somente estes 3 países somariam, em 2050, mais que o dobro da economia mundial em 2010 e representariam 50% do PIB mundial. Estes 3 países, com 50% da classe média mundial, somando 6 bilhões de pessoas em 2050, vão também influenciar no crescimento da economia internacional e na expansão do mercado de bens de consumo industrial de um lado e de aumento da exportação de commodities de outro.

 

 

 

u Ovelha brasileira - Segundo os mesmos consultores, no processo de crescimento da economia mundial, o Brasil pode se tornar a 4ª economia global, com um PIB de mais de US$ 8 trilhões até 2050 e deve continuar sendo o grande fornecedor de minério de ferro, metais, biocombustíveis, soja e outros grãos, além de grande exportador de carnes bovina, suína, ovina e de aves. Os principais biomas brasileiros vão estar a serviço da geração de superávits comerciais para permitir a importação de produtos industriais, inovações de tecnologias computacionais e de comunicações e produtos de luxo para as crescentes camadas afluentes da população brasileira.

As guerras entre potências, no passado, foram por disputas por terra e territórios; atualmente as disputas são por energia e petróleo; no futuro as guerras vão ser pelo controle da água doce e, em consequência, dos alimentos. O Brasil está muito bem colocado nesse ranking.

As tendências apontadas pelos consultores acima mencionados mostram que o Brasil terá:

- presença das ovelhas brasileiras entre as 4 principais carnes no mercado mundial;

- exploração maciça de energia solar;

- exploração maciça de dessalinização da água para produção agropecuária;

- a Amazônia com terras em franca produção. Muitos rios estarão com pouca água.

 

Hoje, os Estados Unidos e o Brasil produzem 30% dos grãos e 25% de toda a carne do mundo. “Só o Brasil, porém ainda tem larga capacidade de ampliar a produção, podendo triplicar sua produção agrícola e dobrar a produção pecuária até 2050, sem desmatar uma única árvore – apenas introduzindo inovações tecnológicas” - diz a senadora Kátia Abreu, presidente da CNA. Isso inclui um maciço direcionamento político para a ovelha brasileira.

A produção de carne ovina, na atualidade, está restrita à Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra e Estados Unidos - países sem chance de incremento. Para que a carne ovina firme posição no contexto das carnes somente com aceleração da produção brasileira. Por isso, empresários internacionais já olham para a ovinocultura brasileira, com olhos gulosos, prevendo grandes lucros. Agora, começam a surgir estudos de grandes empresas de consultoria de investimentos, incluindo a carne ovina brasileira como ótima chance de alta lucratividade.

 

 

 

 

Pitorescamente, internamente, o Brasil continua apresentando comportamentos do período colonial. “O Brasil é o único país do mundo tentando reduzir sua área cultivável em 80 milhões de hectares e provocando perda de US$ 100 bilhões por ano aos agricultores” - diz Kátia Abreu. Mais de 61% da cobertura vegetal original do Brasil está preservada hoje; na Amazônia o índice ultrapassa 83% em algumas áreas. “Estamos atentos para corrigir desmatamentos equivocados, como em nascentes de rios, e preservar nosso patrimônio, mas é preciso acabar com a ignorância em relação a esse assunto”. As pessoas são a única prioridade no planeta: sem produzir comida, o Brasil estará dando tiro no pé!

A situação é cômoda para a ovelha, que pode ser criada em pequenas, médias e grandes propriedades, nos mais diferentes climas.

 

u Os núcleos - Na atualidade, percebe-se efervescência na produção de carne ovina no Rio Grande do Sul, que pode caminhar para mais de 20 milhões de cabeças, rapidamente; Nordeste, consolidando vários centros ao mesmo tempo, podendo dobrar a produtividade; Sudeste, com euforia no Espírito Santo, Paraná e São Paulo. O sucesso nessas regiões reflete-se nas demais e o Brasil estará caminhando para cumprir a tendência dos grandes estudiosos do planeta. Eles sabem que o mundo precisa da carne ovina a ser produzida no Brasil, mas a maio­ridade nesse segmento somente será atingida quando atingir 100 milhões de cabeças! Um grande caminho a ser percorrido.

A produção de carne de cordeiro, portanto, tem amplo horizonte e está ainda no primeiro degrau. Ótimo para os investidores, tanto dentro como fora das porteiras. O que interessa é que, antes de tudo, a ovelha brasileira é um grande negócio, até na palavra dos mais respeitáveis analistas da Economia mundial.

 

 

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno.

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais.

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.
 

 

 

Embrapa pesquisa filme plástico que pode estender vida útil de frutas

Ideia é desenvolver um revestimento que, ao aderir à casca dos alimentos, diminua a taxa de respiração e prolongue o consumo


.Editora Globo 

Um estudo conduzido pela Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza (CE), pretende estender a vida útil de frutas com o uso de filme plástico. A ideia é desenvolver um revestimento que, ao aderir à casca dos alimentos, diminua a taxa de respiração e prolongue o consumo. “A expectativa é conseguir dobrar o tempo de prateleira dos produtos”, afirma Henriette Azeredo, responsável pela pesquisa.

Para formar essa barreira, ela quer criar um plástico biodegradável e comestível. Segundo a pesquisadora, o desafio é melhorar o desempenho do material, que tem menos elasticidade e resistência que os plásticos comuns.

O estudo prevê adicionar produtos da nanotecnologia aos filmes, como monoargila e nanofribras de celulose.

"O amido tem boa barreira ao oxigênio, mas não ao vapor de água. Assim, combinamos com a cera de carnaúba, que tem essa qualidade”, diz Henriette. Ela também testa misturas com goma de cajueiro e polpas de frutas.

 

 

 

No prazo de apenas oito anos, o consumo de café no Brasil cresceu mais de 300%. O brasileiro toma hoje 82 litros de café por ano, que só perde para a água. A demanda aquecida mantém os preços em alta.

 

 

 

 


 

 

Cresce o número de produtores orgânicos no país

 

 

O trabalho de produção orgânica já é feito por mais de 15 mil agricultores em todas as regiões do país. O responsável pelo cadastro e controle é o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que também faz a regulamentação. No banco de dados, atualmente, já são cadastrados cerca de 15 mil agricultores.

Para ser um produtor orgânico é preciso seguir algumas normas de manejo determinadas pelas autoridades sanitárias. Os alimentos orgânicos são produzidos baseados em princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais.

 A lista de produtos cadastrados inclui os primários, os itens processados e os industrializados à base de orgânicos. Segundo o coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias, esse crescimento é positivo e tende a ser contínuo. “Quanto mais produtos primários forem regulamentados, haverá mais processados orgânicos. Este aumento gera estabilidade e agrega valor aos produtos”, afirma.

Desde 1º de janeiro de 2011, os produtos orgânicos brasileiros só podem ser comercializados se estiverem identificados com o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SISOrg). A identificação foi regulamentada em 2010 e tornou-se obrigatória. O selo foi escolhido por meio de uma consulta pública e é impresso nas embalagens de produtos orgânicos devidamente certificados pelo Ministério da Agricultura.

Em 2011 também foi registrado o primeiro produto fitossanitário para a agricultura orgânica, assinado pelo Mapa depois de uma análise em conjunto com os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente. O Brasil deseja ser referência em produtos biológicos de controle de pragas e pretende montar uma delegação de especialistas para discutir o tema junto a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD, sigla em inglês) em 2012.

 

CONTRADIÇÃO NO USDA (E.U.A.) SOBRE AS NOVAS REGRAS DE PASTAGEM ORGÂNICA

 


De acordo com as novas regras do USDA (E.U.A) sobre o pasto orgânico, lançado em fevereiro de 2010, a utilização de pastagens é necessária na produção de leite orgânico, mas bovinos orgânicos podem ser dispensados de obter qualquer um dos seus alimentos em pastagem durante os últimos quatro meses de vida.
A regra estabelece que os produtores orgânicos devam "manter todos os animais ruminantes em pastagem", mas, numa aparente contradição, pode também utilizar simultaneamente "estaleiros ou locais de engorda" antes do abate, em bovinos durante os últimos 120 dias ou um quinto da vida do animal, o que for menor. Durante estes 120 dias, estes animais orgânicos são isentos da obrigação de obter pelo menos 30% do consumo de matéria seca (CMS) da pastagem.
O USDA está procurando opiniões a respeito de se a linguagem corrente deve ser fortalecida ou enfraquecida. A determinação final sobre esta linguagem vai definir mais claramente como a carne orgânica deva ser produzida.
Para ganhar uma compreensão mais profunda das práticas correntes na indústria da carne orgânica, o Instituto de Pesquisa Cornucopia entrevistou produtores de carne orgânica através dos Estados Unidos. Os resultados da pesquisa revelaram que 80% dos produtores de carne orgânica colocam o gado para pastar até o abate, não os colocando a qualquer tipo de confinamento. Na verdade, 60% dos produtores de carne orgânica utilizam grãos para alimentar seu gado (100% alimenta-os com erva), enquanto 20% mantêm o gado no pasto, mas dão pequenas quantidades de grãos. A nova regra de isenção de impostos no abate de ruminantes alimentados no pasto, portanto, não é necessário para a grande maioria dos produtores de carne orgânica.
No entanto, o restante de um quinto dos produtores de carne orgânica está usando atualmente confinamentos, o Instituto Cornucopia entende que não há apoio de alguns dos intervenientes para a obtenção de uma isenção de 30% das taxas para as ações de abate de ruminantes. Estes agricultores, pecuaristas e os operadores de confinamento atualmente produzem a maioria da carne orgânica do país.
 
Veja ! Barragens Subterrâneas, Cerveja de Leite, Carne de Ovino, Vírus, Leite em Pó, Pepino, Mini - Melancias, Parasitas em Equinos e Horticultura Sustentável... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 20 de Agosto de 2014 07:32

 ROTARY DE SERTÂNIA COM SEU IDEAL DE SERVIR

 

Construção de barragens subterrâneas

     

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O Rotary Club de Sertânia dentro dos seus objetivos em nossa razão de ser que é estimular o Ideal de Servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando.
Rotarianos empreendem projetos de prestação de serviços em nível comunitário e global nas áreas de saúde, educação, assistência humanitária, meio ambiente, combate à pobreza, entre outras, pelo simples prazer de ajudar o próximo.

Em reunião ordinária realizado em nosso Club, tendo em vista uma das maiores secas dos últimos cinqüenta anos, o Rotary convidou algumas entidades do Município de Sertânia para juntos se fortalecerem realizarem algumas ações em prol da nossa Comunidade Rural na construção de Barragens Subterrâneas.

Com parceria firmada entre as entidades presentes que foram; Rotary Club Sertânia Centenário, Sindicato dos trabalhadores de Sertãnia, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Loja Maçônica, Prefeitura de Sertânia e Associação dos criadores de caprinos e Ovinos de Sertãnia (ACOSSE)SAM_5127

 

A barragem pode ser construída ao longo de leitos de rios ou riachos e em locais por onde escorre o maior volume de água no momento das chuvas, as chamadas linhas d’água. A construção da parede, que pode ser de alvenaria ou lona, é feita numa cavidade aberta até a camada mais endurecida do solo e perpendicular ao sentido da descida das águas.

 

Projeto de Barragem subterrânea

Saiba o que é, como funciona e as vantagens da barragem subterrânea

 Tecnologia de armazenamento de água funciona como reservatório e também ajuda a diminuir o assoreamento dos rios


Barragem subterrânea no Globo Ecologia (Foto: Reprodução de TV)

 “Barragem subterrânea é uma tecnologia que permite armazenar água no subsolo, que vai ser usada para ajudar na produção, principalmente no período de estiagem. Aqui no semiárido, temos apenas quatro meses de chuva, durante o inverno. Nesse período, a barragem está cheia e a família usa essa água para o plantio de árvores de caju, de pinha, de graviola entre outras. Com o lençol freático diminuindo, as famílias partem para a produção de plantas com raízes curtas, como feijão,milho e hortaliças”. SAM_5119

 

“A primeira etapa é localizar onde é possível construir uma barragem subterrânea. Devem ser áreas que os agricultores possam aproveitar para a produção. Nós fazemos, então, uma escavação até o subsolo. Identificamos o subsolo fazendo um teste procurando o lugar onde não há mais passagem de água. A ponta da lona é chumbada (pregada) na parte interna da valeta que foi aberta. A lona é vedada e o solo retirado é colocado novamente por cima, aterrando a valeta”.

Agradecemos desde já aos parceiros, o projeto esta em andamento, já foram construidas 7 barragens dentre outras que ainda vão ser construidas, em breve o Rotary demonstrara as contas, os custos e os beneficiados.

 

 

Cerveja de leite de cabra

 

[3293694805_2ca2650eed_o.jpg]Por incrível que pareça, a Bilk é uma cerveja de leite (beer + milk). A ideia surgiu depois que produtores japoneses de leite e derivados se viram com um enorme excedente de produção em março de 2007. O filho do gerente de uma loja de bebidas em Nakashibetsu, região eminentemente produtora de leite na ilha de Hokkaido, sugeriu a fabricação da cerveja de leite à cervejaria Abashiri Beer. Eles toparam e logo a cerveja estava nos mercados. Ela é descrita por cervejeiros como sendo frutada, de baixa fermentação e com um terço de leite em sua fórmula. Uma garrafa de 330 ml custa 380 ienes (R$ 5,60). Vale a pena.

 

 

 

 Carne de cordeiro é destaque


Ovinobom é bom

 

http://arrotandopicanha.files.wordpress.com/2010/05/cortes_carne_ovina.jpgA marca Ovinobom é destaque de carne de cordeiro do noroeste paulista, ao redor de S. José do Rio Preto. A carne é produzida por um grupo de produtores da Associação dos Ovinocultores do Noroeste Paulista (Anpovinos), assistidos pelo Sebrae-SP. “A comercialização da carne de cordeiro Ovinobom é o maior objetivo do projeto que desenvolvemos em parceria com a Anpovinos desde 2007”, disse o gerente do Escritório Regional do Sebrae-SP em São José do Rio Preto, Arthur Achoa.

Os produtos Ovinobom têm qualidade superior à carne importada, segundo o médico veterinário e consultor técnico do grupo, Leonardo Marques. “A carne brasileira é superior à uruguaia, uma vez que os exportadores uruguaios direcionam para o mercado brasileiro os animais descartados, que são mais velhos e de carne menos saborosa”, explicou. Segundo ele, o rebanho daquele país era voltado principalmente para a produção de lã, e a carne de cordeiro nobre era exportada para mercados mais exigentes, como os Estados Unidos e a União Européia.

O chef italiano Massimo Barletti, que há dois anos abriu um restaurante em São José do Rio Preto, não só aprovou a qualidade do produto como também é um entusiasta da origem como apelo para valorização. “Na Itália, as pessoas são extremamente orgulhosas do que sua região produz e um caminho para valorização da marca seria despertar esse sentimento de orgulho regional tanto nos empresários como nos consumidores”, afirmou.

Muitos restaurantes já têm a carne ovina, em alguns dias, como prato principal no cardápio. É um sucesso.

 

 

Vírus ameaça 50 milhões de animais na África


 

Vírus Influenza

Um vírus mortal que invadiu a Tanzânia poderá se expandir nos países do sul da África e ameaçar mais de 50 milhões de ovinos e caprinos em 15 países, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O vírus chamado de Peste dos Pequenos Ruminantes (PPR) é considerado como a "doença viral mais destrutiva que afeta rebanhos de pequenos ruminantes, tal como a peste bovina que devastou a pecuária no passado", disse a FAO. A PPR pode causar taxas de mortalidade de até 100% dos animais, mas não afeta humanos.

O vírus pode se espalhar em pastagens compartilhadas e mercados de animais vivos. O vírus já está presente no Oriente Médio, Ásia e partes central, oriental e ocidental da África, mas o sul do continente africano tem sido relativamente poupado. A FAO pediu que a Tanzânia inicie um programa de vacinação de emergência e disse que Malawi, Moçambique e Zâmbia deverão "imediatamente começar vigilância e começar medidas pró-ativas de inspeção". "Se a doença se espalhar da Tanzânia para todas as 15 nações da Comunidade de Desenvolvimento do Sul Africano poderá potencialmente devastar o sustento e a segurança alimentar de milhões", disse a FAO.

A PPR declarou-se na Tanzânia no início de 2010, ameaçando uma população local de mais de 13,5 milhões de caprinos e de 3,5 milhões de ovinos. Para estancar a propagação da doença, a FAO recomendou a vacinação dos pequenos ruminantes tendo por base os pontos de controle e as rotas habitualmente seguidas pelos pastores.

Juan Lubroth, veterinário chefe da FAO, recordou que "os ovinos e os caprinos são essenciais para a segurança alimentar e o rendimento das comunidades pastorícias" "A presença da doença afeta diretamente o patrimônio dos lares. Também os serviços veterinários dos países da região devem rever os seus planos de prevenção, reforçar o controle das fronteiras e melhorar a vigilância", conclui Lubroth. (Agence France-Presse (AFP) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

 

 

Leite de ovelha em pó


Depois do lançamento de produtos como queijos e iogurtes à base de leite de ovelha, outras iniciativas vêm surgindo com força. A novidade é o leite em pó, cujo primeiro volume, feito de forma experimental, foi de 50 litros. A iniciativa é da Associação Brasileira de Ovinocultura de Leite com o apoio do Sebrae-SC. Com o novo produto, será possível produzir queijos de qualidade diferenciada, iogurtes, sorvetes, entre outros derivados. O leite em pó de ovelha poderá ser comercializado em farmácias para consumo, principalmente, de crianças e idosos. Segundo Érico Tormen, presidente da Associação, está sendo desenvolvida uma máquina de secagem de leite de ovelha. O leite-em-pó é muito interessante por permitir estocagem por longo tempo.

Em Santa Catarina, existem cerca de 2.800 ovelhas leiteiras, que produzem em média mil litros de leite de ovelha por dia. "Nossas expectativas são promissoras, pois existem muitos produtores interessados em expandir a produção e a tendência é que mais agroindústrias absorvam esse volume", destaca Tormen, que tem 970 ovelhas e produz 180 litros de leite por dia.

 

 

Com cultivo que pode ser realizado o ano todo em regiões de clima subtropical, o alimento alcança bons preços no varejo


Editora Globo
O vegetal é formado por 95% de água e tem boa composição mineral

Verão é tempo de consumir alimentos leves e refrescantes. Saladas, tortas e sanduíches feitos com legumes, grãos e folhosas fazem sucesso nas refeições em dias quentes. Em épocas de temperaturas altas, o pepino (Cucumis sativus) é uma das hortaliças que têm lugar certo nas mesas dos brasileiros. Composto por 95% de água, ele se destaca em diferentes receitas culinárias.

O cultivo do pepineiro, do qual o pepino é o fruto, é simples e não demanda muitos cuidados. Os tratos culturais incluem irrigações, capinas e desbrotas, com corte dos brotos que forem aparecendo. Não é indicado pulverizar a planta com inseticidas, pois, como possui flores femininas ou masculinas, o pepineiro depende da polinização cruzada realizada por insetos como as abelhas, que fazem o transporte do pólen.

Um pequeno espaço para o plantio – inclusive vasos com cerca de 50 centímetros de altura e 30 centímetros de diâmetro – é suficiente para o desenvolvimento da hortaliça. A produção de pepino ocorre durante todo o ano em regiões de clima subtropical e alcança bons preços no varejo.

Editora Globo
 
 O tutoramento facilita os tratos culturais e diminui o risco de ataque de doenças e as deformações
 

Embora seja mais comum seu uso em salada e como piclesvegetais em conserva –, também pode ser feito dele um suco que auxilia no tratamento de inflamações do tubo digestivo e da bexiga, alta pressão e afecções dos dentes e da gengiva. O pepino também tem capacidade para combater enfermidades da garganta quando combinado com mel, purificar o organismo e eliminar gorduras. O vegetal tem propriedades calmantes e laxantes, é diurético e tônico para o fígado, rins e vesícula. Cabelos e unhas se beneficiam do alto teor de sílica e flúor que a planta apresenta. Também contém ferro, cálcio, fósforo, cloro, enxofre, magnésio, potássio, sais minerais e vitaminas A, C e do complexo B.

De vários tamanhos e formato cilíndrico, o pepino tem casca verde-clara ou verde-escura, com estrias esbranquiçadas. A polpa de cor clara envolve sementes achatadas. Pertencente à família das cucurbitáceas, tem origem atribuída à Índia, de onde o cultivo teria se espalhado para a China e países europeus, tendo sido muito apreciado pelos gregos e romanos na Antiguidade.

MÃOS À OBRA

INÍCIO: O pepino tem variedades para consumo in natura – caipira, aodai e japonês –, com tamanhos que variam de dez a 30 centímetros de comprimento, e para conserva, que não ultrapassam dez centímetros de comprimento. Os mais cultivados por aqui são os do grupo aodai, enquanto os caipiras se destacam nos plantios realizados especialmente na Região Centro-Oeste. Ambos têm produção mais comum a céu aberto. 

AMBIENTE: Clima quente, com temperaturas entre 26 e 28 ºC, é o mais adequado para o plantio do pepineiro. Em regiões mais frias, o cultivo deve ser realizado em locais protegidos, onde seja possível monitorar a variação da temperatura. Dê preferência a solos areno-argilosos, férteis, ricos em matéria orgânica, bem drenados e que não apresentem acidez elevada.

PLANTIO: A céu aberto, coloque de três a quatro sementes em cada cova de 1,5 a dois centímetros de profundidade, com espaçamento de 1,5 metro, em um dos lados do sulco. Deixe uma ou duas plantas por cova ao fazer o desbaste, quando contarem com duas ou três folhas definitivas. A germinação ocorre cinco dias após o plantio e leva mais 25 dias para a floração.

TUTORAMENTO: O pepineiro pode ser plantado no sistema rasteiro, porém, o estaqueamento facilita os tratos culturais e a colheita, inclusive diminui riscos de ataque de doenças, deformação e má coloração. O tutoramento é feito em linhas duplas, com estacas de bambu ou de madeira com 2,2 a 2,5 metros de comprimento. Devem ficar apoiadas em um arame de 1,2 a 1,8 metro de altura do solo. À medida que a planta for se desenvolvendo, é preciso fazer amarrações.

CUIDADOS: O solo deve ser mantido úmido por meio de distribuição de água nos sulcos de 30 a 40 centímetros de abertura e 25 a 30 centímetros de profundidade, ou da irrigação pelo sistema de gotejamento, microaspersão ou aspersão convencional. O raleio feito com uma ferramenta cortante, faca ou tesoura também é necessário para que a planta torne-se mais vigorosa. Mantenha a cultura limpa para evitar o ataque de plantas daninhas.

ADUBAÇÃO: Faça a análise do solo para saber a necessidade de calagem, com uso de calcário dolomítico fino. Para uma boa produção do pepino, o terreno deve ter pH de 5,8 a 6,8. Por cova, utilize de 80 a 100 gramas de adubo químico com fórmula 4-14-8 ou 4-16-8 (NPK). Na adubação de cobertura, aplique 15 gramas por planta de nitrogênio, sob a forma de nitro-cálcio ou sulfato de amônio, após a formação dos primeiros frutos, e mais duas vezes com intervalos de 20 dias.

PRODUÇÃO: Ocorre de 50 a 60 dias após a semeadura e pode durar por mais de dois meses. A colheita deve ser realizada quando o pepino atingir 20 centímetros de comprimento e coloração externa verde-clara.


RAIO X

SOLO: areno-argiloso, fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado

CLIMA: quente e não tolera geadas

ÁREA MÍNIMA: pode ser cultivado em vasos 

COLHEITA: de 50 a 60 dias após o plantio

CUSTO: preço do envelope com dez gramas pode variar de R$ 2 a R$ 5

 

 

 Produção de minimelancias é aposta de fazenda na Paraíba

Objetivo é atender mercado de solteiros e famílias pequenas


   Divulgação

Devido ao seu baixo teor calórico, a melancia aparece em quase toda dieta daqueles que se preocupam em perder – ou, ao menos, não ganhar – uns quilinhos. Pensando no grupo que desiste de levar para casa a fruta por ser grande demais, a Fazenda Tamanduá, localizada no município de Santa Terezinha (PB), decidiu apostar em uma semente capaz de produz minimelancias com peso entre um e dois quilos, ideal para solteiros e famílias reduzidas.


Funcionários da Tamanduá com amostras da fruta: fazenda colhe 20 toneladas por safra

 

Editora Globo

De acordo com Manoel Zacarias de Lima Neto, gerente da Tamanduá, a novidade, cuja semente foi desenvolvida pela Syngenta Seeds, produz frutos de até 15 centímetros de diâmetro, coloração intensa e sabor extremamente adocicado, além de casca fina e sementes esbranquiçadas.

A primeira colheita aconteceu há quatro anos. Na ocasião, a produtividade foi de 18 toneladas. Hoje, já atinge 20 toneladas por safra, com o plantio distribuído em dez hectares. A quantia abastece mercados dos estados da Paraíba, do Ceará, de Pernambuco e São Paulo. “O tamanho reduzido encoraja a comprar os que têm medo da fruta estragar na geladeira”, aponta o gerente.

O comércio feito pela Tamanduá se estende apenas aos frutos do tipo fêmea, mais parecidos com a melancia comum. As frutas do tipo macho, que têm polpa branca e gosto próximo ao do pepino, correspondem a 30% da colheita e servem de alimento para as vacas da fazenda, que também aposta na produção de queijos biodinâmicos, mel, arroz vermelho, melão e manga.

 

 

 O CONTROLE DA PARASITOSE NOS EQUINOS É FUNDAMENTAL

 

 

      Pois é, melhora o desempenho dos animais. A forma de controle adotada nos principais haras e criatórios de equinos utiliza exclusivamente os compostos antiparasitários por sua praticidade, eficiência comprovada e segurança na utilização, além de ter ótima relação custo-benefício.

Existem diversos compostos utilizados na rotina para controle parasitário dos equinos. Dentre os compostos, existem quatro grupos químicos distintos: os benzimidazóis (por exemplo, albendazole e oxibendazole), as pirimidinas e imidazotiazóis (por exemplo, pamoato de pirantel e levamisole) e o grupo das lactonas macrocíclicas (por exemplo, ivermectina e moxidectina). A grande diferença entre os grupos químicos está no seu mecanismo de ação diferenciado e nas formas de eliminação parasitária (MARTIN, 1997).

Alguns antiparasitários são ineficazes contra parasitos após um período de tempo e não conseguem manter a mesma eficácia, nas mesmas condições. Esse fato caracteriza a resistência parasitária, constatada quando uma determinada droga que apresentava redução da carga parasitária acima de 95% decresce para níveis inferiores a esse valor contra o mesmo organismo depois de determinado período (CONDER; CAMPBELL, 1995).

A maioria dos compostos é ineficaz contra todos os estádios de desenvolvimento dos parasitos de equinos, sendo que somente a moxidectina tem efeito moderado contra larvas encistadas de terceiro e quarto estádio. A moxidectina pertence ao grupo das lactonas macrocíclicas e foi sintetizada em 1990, sendo que tem demonstrado um amplo espectro de ação contra parasitos internos e externos. É considerado um fármaco seguro em adultos e em potros a partir de 6 meses de idade (PAPICH, 2007).

O Praziquantel pertence à classe dos Pirazinoisoquinolonas, medicamento de eleição no tratamento das infecções por cestódeos em animais domésticos. O Praziquantel é o princípio ativo mais importante dessa classe. O mecanismo de ação do Praziquantel é sobre o potencial de membrana das células musculares, promovendo a entrada de cálcio para o interior da célula, resultando na contração muscular, vacuolização e desintegração do tegumento do helminto.

 

 IMPLANTAÇÃO DA HORTICULTURA SUSTENTÁVEL.


Dentre os fatores a serem levados em consideração no planejamento para implantação de um sistema sustentável de produção de hortaliças destaca-se o diagnóstico do local a ser cultivado, devendo-se adotar os seguintes passos:

a) Identificação da vegetação anterior ou atual do local de cultivo. Por exemplo, plantas como barba de bode, indaiá, sapé e samambaia indicam acidez do solo.
b) Identificação das culturas anteriores: caso o local já tenha sido explorado comercialmente obter o histórico do mesmo quanto às espécies cultivadas anteriormente e quais as produtividades obtidas. O mesmo se aplica para a criação animal.
c) Solo: realizar análise química e física do solo para determinação da sua fertilidade e o cálculo da calagem e adubação necessárias.
d) Clima: obter dados meteorológicos da região principalmente as temperaturas e pluviosidade (chuva) de todos os meses do ano. Levantar as médias climáticas, se possível dos últimos 10 a 20 anos. Isso contribuirá para a escolha das espécies e cultivares de hortaliças mais adaptadas ao clima local.
e) Conservação do solo: verificar quais são as práticas conservacionistas adotadas pelo produtor (plantio em nível, terraceamento, canais escoadouros, etc.). Identificar problemas como erosão, compactação, drenagem deficiente, etc.
f) Disponibilidade de água: verificar os sistemas utilizados pelo produtor na captação de água, sua qualidade e estimar a quantidade necessária para irrigação das hortaliças e outras culturas a serem instaladas na propriedade.
g) Comercialização: identificar os possíveis compradores e os locais de venda, o que contribuirá para a decisão das espécies de hortaliças a serem produzidas. Realizar levantamentos de preços e quantidades comercializadas de hortaliças junto ao Instituto de Economia Agrícola, Centrais de Abastecimento e Varejões das grandes e médias cidades.

 
Veja ! Criação de Aves é Rentavel, Mandalas, Quarentena, Criação de Tambaqui e Apicultura... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 19 de Agosto de 2014 13:08

Nova proposta de criação de aves melhora a rentabilidade da propriedade rural

 

O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

A proposta preserva a qualidade do frango moderno e oferece a possibilidade de produzir carne e ovos alternativos. A produção de carne de frango e ovos desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves tem como um dos seus objetivos a diversificação de atividades na propriedade rural e, consequentemente, a agregação de renda ao produtor. “Existem espaços no mercado complementares ao modelo industrial”, garante o pesquisador Gilberto Schmidt.

O planejamento adequado da produção é importante para o produtor obter sucesso no negócio, pois não basta apenas saber o que se vai produzir. A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041 apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.


 PROJETO INSENTIVA A PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS.



Com o objetivo de otimizar o uso da água para a produção de hortaliças e criação de aves,  a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (P.A.I.S.). Trata-se de um sistema voltado para os pequenos agricultores e agricultoras que buscam melhor aproveitamento do espaço das suas propriedades.

O P.A.I.S. é um pequeno sistema agrícola formado por três círculos, um no interior do outro. No menor, é colocado um espaço cercado onde o agricultor pode criar galinhas ou patos. Ao redor desse núcleo, existem pequenas faixas de terra organizadas de forma circular, onde hortaliças como alface são plantadas. Para proteger esse cultivo, é instalada uma pequena plantação de milho ao redor. “Dessa forma, diminui a ação do vento, que inclusive traz algumas pragas”.


O sistema é bem simples. Usa-se uma mangueira com pequenos furos em que são colocados cotonetes. A água que circula pela mangueira é utilizada de forma a disponibilizar para as plantas somente o necessário, material seco, principalmente capim, é colocado na terra para mantê-la molhada e evitar muita evaporação. “É um processo completo. Com os restos da colheita, os agricultores e agricultoras podem alimentar os animais que estão no círculo central. O esterco das galinhas ou patos serve para adubar os canteiros, e assim continua o ciclo”.
O P.A.I.S. tem como parceiros o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), instituições de pesquisa e organizações não-governamentais.

 

 QUARENTENA É INDICADA PARA CAPRINOS E OVINOS

 

Editora GloboTodos os animais recém adquiridos de outras propriedades ou regiões (compra ou empréstimo) e que retornarem de feiras, leilões deverão ser mantidos em observação por um período de 30 a 60 dias, em uma instalação isolada aos demais animais da propriedade (quarentenário), antes de serem introduzidos no rebanho. Essa instalação utilizada como quarentenário pode ser um piquete, uma baia ou um aprisco.

A quarentena é uma medida preventiva que tem como principal objetivo conhecer o estado sanitário dos animais que estão sendo introduzidos na propriedade e certificar-se de que os mesmos são ou não portadores de doenças. Além disso, a quarentena também serve para adaptação gradativa dos animais ao novo ambiente, alimentação e ao manejo da propriedade.

Após a chegada na propriedade, encaminhe os animais para o quarentenário; forneça alimento e água limpa e fresca. O transporte de uma propriedade para outra é cansativo e pode causar bastante estresse nos animais. Por isso, deixe-os descansar antes de realizar a primeira inspeção. Por exemplo, se os animais chegaram de manhã na propriedade, deixe para examiná-los de tarde, e caso tenham chegado de tarde, examine-os na manhã do dia seguinte. Lembre-se de que os animais não estão acostumados à dieta da propriedade e a adaptação deve ser gradativa, principalmente para os alimentos concentrados.

A primeira avaliação dos animais deverá ser realizada por meio de uma inspeção visual geral do animal ou lote em quarentena. Observe se algum animal apresenta alteração de comportamento: isolamento, dificuldade de locomoção, coceira (piolho, sarna), alteração de postura, entre outros.  

É importante salientarmos que a pessoa que irá realizar essa inspeção no lote jamais conseguirá identificar um animal doente se não conhecer um animal sadio! 


O próximo passo é avaliar cada animal individualmente. O ideal é que essa inspeção individual dos animais seja acompanhada por um Médico Veterinário que realmente conheça a espécie. Cada animal deve ser contido individualmente e avaliado quanto aos principais parâmetros relacionados com o estado de saúde dos animais:

A) condição corporal;

Palpação da região lombar com as duas mãos.


B) aspecto da lã/pêlo (devem ser sedosos e brilhantes);


C) boca e dentes;

 Avaliação dos dentes 

D) cascos;

Avaliação dos cascos (crescimento, lesões, Foot rot) e casqueamento quando necessário

E) úbere;

Avaliação do úbere e dos tetos: 
consistência, volume, presença de nódulos, abscesso e lesões

F) testículos (consistência, tamanho, simetria);

G) linfonodos (abscessos, aumento de volume);

H) presença de secreção ocular e nasal;

 Cabra com secreção nasal


 I) mucosas (icterícia, anemia ou hiperemia); 

  Avaliação da mucosa ocular

   Avaliação da mucosa: (A) ictérica e (B) anêmica.

J) aspecto das fezes (consistência); entre outros.

Cabrito com diarréia.

Durante o transporte os animais podem sofrer lesões, traumas e fraturas, por isso, é muito importante realizar uma boa avaliação da cabeça, dos membros e de todo o corpo do animal. Atenção p lesões, arranhões, esfolamentos e cortes que podem ser portas abertas para entrada de bactérias e desenvolvimento de miíase!
Os animais devem estar livres de ectoparasitas: pediculose (piolho), sarna ou miíase (bicheira).

Sarna: (a) caprino da raça Boer, (b) com prurido intenso; (c, e) lesões crostosas, com eritema e espessamento da pele; (d) acometimento da face ventral do abdômen e membros.

Sempre que possível, adquira animais de criatórios idôneos, de elevado estado de saúde e acompanhados de atestados de vacinas e certificados negativos baseados em exames laboratoriais de algumas enfermidades como Brucelose, Leptospirose e Artrite Encefalite dos Caprinos (CAE). 

A maioria das enfermidades que acometem os caprinos e ovinos apresenta um período de incubação curto o suficiente para que sejam diagnosticadas, tratadas ou prevenidas durante a quarentena, porém algumas delas podem se manifestar somente alguns meses ou até anos após a introdução do animal infectado.
Recomendamos a realização de exames de fezes para avaliação da carga parasitária e desverminação dos animais - quando necessário - antes da introdução no rebanho. É importante que todos os animais recém-adquiridos sejam imunizados com as vacinas que são utilizadas na propriedade.

LEMBRE-SE QUE A QUARENTENA É UMA FERRAMENTA MUITO IMPORTANTE QUE DEVE SER UTILIZADA PELO PRODUTOR PARA MINIMIZAR OS RISCOS DE INTRODUÇÃO NO REBANHO DE NOVAS DOENÇAS, FORMAS DIFERENTES DA MESMA DOENÇA OU CEPAS

 

Tambaqui poderão ser criados em tanques redes

 

Uma idéia simples, barata e muito promissora para um projeto de pesquisa em aqüicultura foi implementada pelo oceanógrafo Carlos Alberto da Silva - Cadal, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju, Sergipe.  Com um lago de contenção hidráulica disponível na sede da Unidade, um potencial “laboratório a céu aberto”, ele decidiu investigar a viabilidade da criação de tambaquis em tanques-redes, que são gaiolas metálicas para piscicultura.

Agora com o novo projeto, o objetivo é verificar o desempenho zootécnico do tambaqui em tanques-redes, em diferentes densidades em cada gaiola, desde a etapa de recria ou berçário até a fase de engorda, também chamada de terminação. O projeto visa, ainda, medir e analisar o impacto ambiental do sistema de produção no ecossistema do lago.

Tradicionalmente cultivado em viveiros escavados para esse fim, o tambaqui tem um sistema de produção relativamente caro para o pequeno produtor de base familiar. “Os viveiros continentais têm de ter um tamanho razoável já no início da produção e isso dificulta o aumento gradual da criação, com investimento inicial muito alto para o pequeno produtor”, explica Cadal.

Cadal aponta que o sistema de produção para tambaquis em tanques-redes é inédito na região, e pode representar uma excelente alternativa para pequenos produtores e comunidades que vivem junto a corpos d’água. “Com a validação do sistema para a nossa região, poderá se tornar viável a criação em lagos, açudes, lagoas e represas, com baixo investimento inicial para produtores que não dispõem de muitos recursos”, explica.

Para o pesquisador, a diversificação dos sistemas de produção, aliada à redução de custos de investimento inicial, poderá ser a chave do sucesso da piscicultura continental no Nordeste.

 

Produtos mais valorizados com a indicação geográfica

 


http://3.bp.blogspot.com/_3SBG26p92LE/TR4Cgz7H7lI/AAAAAAAABg0/K-Z-cDXR5Vg/s1600/opala.jpgA certificação confere qualidades específicas do local de produção, o que atribui reputação, valor e identidade própria, além de distinguir os produtos em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São itens que apresentam uma qualidade única em função de características naturais como solo, vegetação, clima e como esses produtos são feitos.

 Presunto italiano de Parma, queijo Roquefort e Champagne francês são produtos reconhecidos em todo o mundo pela sua forte marca e características exclusivas. No Brasil, a cachaça de Paraty, o café do Cerrado Mineiro e o vinho do Vale dos Vinhedos são exemplos de alimentos com registro de Indicação Geográfica (IG).

A certificação de origem tem apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para promover as ações para a concessão de selo da Indicação geográfica (IG). O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é a instituição que concede o registro e emite o certificado. Existem duas espécies ou modalidades de Indicação Geográfica: “Indicação de Procedência (IP)” e “Denominação de Origem (DO)”. No Brasil, sete produtos receberam selos de IG na espécie "Indicação de Procedência" e um produto recebeu na espécie "Denominação de Origem".

Os produtos com registro na modalidade Indicação de Procedência são os vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, café do Cerrado Mineiro, carne e derivados do Pampa Gaúcho, cachaça de Paraty, do Rio de Janeiro, uva de mesa e manga do Vale do Submédio São Francisco, na Bahia e Pernambuco, couro acabado do Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul e vinhos e espumantes de Pinto Bandeira, também no Rio Grande. Já o produto com registro em Denominação de Origem é o arroz do Litoral Norte Gaúcho.

 

Cientistas descobrem a abelha soldado

 

   Divulgação

A abelha soldado (à dir.), que é 30% maior que a forrageira

A descoberta ocorreu em 2009 e foi anunciada agora na edição do Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), um dos mais citados e prestigiados periódicos científicos do mundo. O artigo é de autoria de Cristiano Menezes, desde 2011 pesquisador da Embrapa Amazônia Orienta, em Belém, no Pará, e de colaboradores da Universidade de São Paulo e Universidade de Sussex, da Inglaterra.

É a primeira vez que uma abelha soldado é descrita. "Tem características físicas apropriadas à defesa do ninho. Já se conhecia casta morfológica para soldados entre insetos, mas apenas em algumas espécies de formigas e de cupins, em abelhas ainda não”, contextualiza o pesquisador.

A abelha soldado foi vista em população de abelhas sem ferrão jataí, quando Menezes era doutorando da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em Ribeirão Preto (SP) e durante uma das visitas ao Brasil de Francis Ratnieks, pesquisador da Universidade de Sussex, em viagem então financiada pela Fapesp.

O pesquisador  Menezes conta que o projeto inicial consistia em comparar as abelhas guardas que sobrevoam o ninho de jataís às que ficam paradas junto à entrada. Ao observar que as abelhas guardas eram maiores que as abelhas forrageiras, que são aquelas que saem do ninho para buscar alimento, ele passou a coletar e a medir abelhas de diferentes ninhos. "Verificamos - eu e Christoph Grüter, pós-doutorando do grupo da Universidade de Sussex -que estávamos à frente do primeiro caso de uma casta de soldados nas abelhas sociais", relata.

Analisando os favos de cria, os autores verificaram que 1% das abelhas operárias produzidas na colônia são guardas. "O significado atribuído a esta casta de soldados foi a defesa contra a invasão do ninho por abelhas ladras do gênero Lestrimelitta, que, por não coletarem alimento nas flores, vivem do saque de alimento de outros ninhos", explica o pesquisador.

Os cientistas também concluíram que as abelhas guardas jataí são 30% mais pesadas do que as forrageiras e têm morfologia ligeiramente diferente, com pernas maiores e cabeça menor. "As  guardas jataí ficam paradas sobre o tubo de entrada ou sobrevoando ao redor da colônia, onde promovem a defesa do ninho contra abelhas ladras (Lestrimelitta limao). Quanto maior é a abelha guarda, mais eficiente ela é na defesa da colônia", descreve Menezes.

 
Veja ! Bovinos Guzerá, Sanidade Equina, Cultivo de Mamão, Aparelho Reprodutivo, Herbicidas e Hidroponia... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 18 de Agosto de 2014 08:25

BOVINOCULTURA - Raça Guzerá

 

Guzerá, ou Kankrej, Bos Indicus (Zebu), é uma raça bovina, originária do estado de Gujarat, no centro da Costa Oriental da Índia, animal de grande porte, ótimos para produção de carne e leite, ao ser introduzida no Brasil teve boa seleção.

 


Porte imponente, cabeça alta e chifres grandes, em forma de lira. Pelagem variando do cinza claro ao escuro, é admissível fêmea branca.
Conselho Deliberativo Técnico das Raças Zebuínas aprovou em 1998 a descorna de animais da raça.
Pele preta, bem pigmentada, com membros bem desenvolvidos e musculados, permitem ao guzerá resistir a longas caminhadas sob o sol tropical, à procura de água e alimento. Adapta-se no Nordeste brasileiro, desde áreas férteis litorâneas, no agreste, até o sertão semi-árido.
Permite-se atravessar longos períodos de seca, comuns no sertão nordestino brasileiro.
Tem baixo peso ao nascer(30 kg os machos e 28 kg as fêmeas) como a maioria dos zebuínos, o que facilita o parto, seja na primeira cria da novilha, ou nos partos subseqüentes. Produção de leite das vacas garantem o bom desenvolvimento dos bezerros na fase de aleitamento.
O ganho em peso dos animais da raça é muito bom, ultrapassando com facilidade médias superiores a 1.000 gramas/dia no confinamento. É comum vaca guzerá ultrapassar os 5.000 kg de leite por lactação.
Extremamente fértil, reproduzindo-se mesmo em condições adversas, contribuiu muito para o azebuamento do rebanho nacional.
No cruzamento com raças européias, aumenta a rusticidade dessas, viabilizando a criação dos mestiços, mesmo nas mais severas condições climáticas.
Além disso, o Guzerá serviu como base para a formação de algumas raças brasileiras, tais como: Indubrasil, Tabapuã, Pitangueiras, Lavínia e, especialmente, a raça GUZOLANDO, entre outras. E mais: o Guzerá foi a mais importante raça na formação do Brahman (American Brahman).
No Teste de Rendimento de Carcaça e Conversão Alimentar, realizado também pela ABCZ, com a participação de todas as raças zebuínas, o Guzerá ficou com o primeiro lugar nas duas características avaliadas.
Até mesmo pela sua região de origem na Índia, que apresenta uma baixíssima precipitação pluviométrica e grande amplitude térmica, o Guzerá é a raça zebuína de maior rusticidade às intempéries climáticas.
Para o cruzamento com outras raças (zebuínas ou européias) o Guzerá tem demonstrado ser a raça que apresenta melhores resultados. Quando cruzada com outra raça zebuína, aumenta a produção leiteira das crias, que terão maior habilidade materna e um desempenho médio de peso superior.
No cruzamento com raças européias, aumenta a rusticidade dessas, viabilizando a criação dos mestiços, mesmo nas mais severas condições climáticas.
O crescimento pré-desmama do Guzerá puro é o maior entre as raças zebuínas. Resultados similares são reportados para peso na desmama, ganho pós-desmama, peso ao ano e ganho de peso e eficiência em confinamento.
O Guzerá apresenta adaptabilidade às condições ambientais tropicais e sub-tropicais, tolerância a insetos, resistência a várias doenças, longevidade e habilidade maternal, especialmente em cruzamentos com as raças taurinas.
O gado é dócil, sem problemas de temperamento e é fértil sob condições adversas.



Características
  • A altura do tronco (corpo) é igual à altura dos membros, no animal ideal. Animal pernudo ou pernalta não significa rendimento; é um "mito" nos trópicos.
  • Altura total do animal, na cernelha (garrote) é igual a duas vezes a altura do corpo, ou dos membros. Ou a soma da altura do corpo e a altura dos membros.
  • Ancas bem afastadas, no mesmo nível de um lado e outro, moderadamente salientes. Condenam-se aquelas pouco afastadas e muito salientes.
  • Andamento o passo do Guzerá é longo. O animal com aptidão para corte pisa pouco atrás da marca deixada pela mão. Os animais leiteiros pisam com o pé acima ou até um pouco adiante da marca deixada pela mão. O Guzerá coloca o pé quase sobre a marca deixada pela mão. A cadência é ditada pela estrutura óssea e, é um fator de economia de pastagens. Alterar a cadência típica do Guzerá é quebrar sua versatilidade.
    • Ângulo de Ouro - O passo normal forma um ângulo de 56 graus. O ângulo de ouro seria 56,25 graus. Os animais com aptidão para corte apresentam o ângulo menor
    • Influenza Equina (Sanidade)
  • A influenza eqüina é uma doença viral altamente contagiosa, sendo em muitos países considerada a enfermidade respiratória mais importante da espécie. Afeta eqüídeos de forma geral, não se conhecendo predileção por raça ou sexo. Em geral afeta animais de 1 a 3 anos, mas podendo também ocorrer em qualquer idade.


    Patofisiologia
    Os vírus da influenza eqüina pertencem à família dos ortomixovírus. Existem 2 subtipos, influenza A/Equi-1 e influenza A/Equi-2, que são classificados de acordo com as características antigênicas das glicoproteínas de superfície, a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA). Os vírus A/Equi-1 possuem uma H7HA e uma N7NA e os vírus A/Equi-2, uma H3HA e uma N8NA.

    Uma característica importante dos vírus da influenza é a capacidade de sofrer mutação antigênica, o que reduz o grau e o período de proteção conferida por infecção anterior ou pela vacinação, pois os anticorpos de reação cruzada são menos eficazes e duráveis do que os anticorpos homólogos no vírus neutralizante. Isso permite ao vírus evitar a neutralização por parte dos anticorpos presentes em determinada população eqüina, podendo assim continuar a infectar animais soropositivos.


    Isso é causado pelas mutações, sobretudo as que ocorrem nos genes com o código da HA e da NA, provocando alterações na natureza antigênica das glicoproteínas de superfície. Os vírus A/Equi-1 sofrem menos mutações antigênicas, de forma que são mais antigenicamente estáveis e menos patogênicos do que os vírus A/Equi-2 que sofrem intensa mutação antigênica.

    Sistemas Afetados

    Sistema Respiratório

    A influenza é contraída através da inalação, sendo extremamente contagiosa. O vírus infecta as células epiteliais que envolvem as vias aéreas inferiores e superiores. A hemaglutinina é um componente-chave do vírus, pois permite às partículas virais se fixarem no epitélio e penetrarem na célula. A infecção do epitélio ciliar provoca perda dos cílios num período de 3-4 dias de infecção, o que compromete o mecanismo de depuração mucociliar. Isso predispõe as vias aéreas comprometidas a infecção bacteriana secundária.

    Incidência/Prevalência
    Ocorrência no mundo todo, exceto na Austrália e na Nova Zelândia, onde ainda não foram registrados casos de influenza eqüina. Trata-se de doença endêmica na América do Norte, Europa e América do Sul.
    Sinais
    Comentários gerais
    Doença de início repentino com curto período de incubação de 1-3 dias. Os eqüinos permanecem infectantes por 3-6 dias após os últimos sinais da doença. A propagação é muito rápida, com 100% de morbidade em populações suscetíveis. A taxa de mortalidade geralmente é baixa em casos não complicados, exceto em potros. Potros que não possuem anticorpos maternos apresentam sinais clínicos muito graves de pneumonia viral, que podem levar à morte em 48 horas.

    Achados Mais Comuns
    Tosse
    Secreção nasal
    Febre
    Depressão
    Letargia
    Inapetência
    Rigidez
    Edemaciamento de membros inferiores

 Mamão Cultivo e Manejo

Nomes Populares :Mamoeiro
Família :Família Caricaceae

Origem:Originária da América tropical.

 


Descrição:

Planta herbácea de altura entre 2 e 10,0 metros, poucas raízes superficiais, caule fibroso e frágil de cor verde acinzentado com as folhas em coroa na parte apical.As folhas são grandes, verdes e recortadas, com pecíolo de quase um metro de comprimento, oco e frágil. As flores são masculinas, femininas ou hermafroditas pequenas e branco-amareladas.

O fruto é do tipo baga, de casca fina amarelada quando maduro, polpa sumarenta, doce e perfumada de cor laranja ou amarela com muitas sementes pretas dentro da cavidade do fruto. Toda a planta tem látex que contém papaína, empregue em indústria para amaciamento de carnes, confecção de queijos, chicletes e na indústria de couros.

O mamoeiro apresenta uma curiosidade: plantas masculinas tem inflorescências de longo pecíolo, com estames e anteras bem desenvolvidas mas partes femininas rudimentares.
Se chegar a produzir frutos, este é deformado. É o chamado mamão-macho.

Nas plantas femininas as flores são amarelas solitárias ou em grupo de 2 a 3 unidades inseridas diretamente no caule. Os frutos resultantes são arredondados a meio ovais.
Para a produção de frutos será necessário uma muda de mamoeiro masculino senão não haverá frutos.

Já o mamoeiro hermafrodita tem flores completas, com os órgãos femininos e masculinos na mesma flor e produzem frutos cilíndricos ou arredondados.
Só saberemos a qual tipo pertence nossa planta após a emissão de suas flores.


Modo de Cultivo :

O clima ideal para o mamoeiro é com temperaturas entre 22-26 ºC e um regime de chuvas ao redor de 2000 mm anuais. Aprecia umidade relativamente alta, em torno de 80%, mas não tolera ventos fortes. Pode ser cultivado em regiões a menos de 800m de altitude.
O solo para o mamoeiro é o areno-argiloso, poroso e profundo, com alto teor de matéria orgânica e pH em torno de 5,5 até 6,6.

Plantio e Adubação :

Para plantar mais de uma muda observar o espaçamento de 3,0 x 1,80m.
Abrir covas de 30 x 30 x 30 cm e colocar 5 litros de adubo animal curtido, gado ou aves, misturando bem na terra, acrescentando depois adubo granulado formulação 10-10-10, cerca de 200 gramas por cova, colocando uma camada fina de composto orgânico ou húmus de minhoca em cima para a planta não queimar as raízes em contato direto com o adubo.
Tutorar a muda para evitar que tombe.
Não esquecer de regar.
A melhor época de plantio é no início do período das chuvas.
O mamoeiro consome bastante água então devemos ficar atentos à rega do pomar e não esquecê-lo.
 
 
APARELHO REPRODUTIVO DAS NOSSAS MATRIZES
 

Vulva
É a abertura externa do aparelho genital feminino, formada pelos lábios maiores que fecham a entrada dos tratos reprodutivo e urinário. 

Vestíbulo
É a região onde os tratos reprodutivo e urinário se encontram. Ela se estende da vulva até a abertura da uretra. O clitóris que tem a mesma origem embrionária do pênis, está localizada na porção ventral do vestíbulo. 
Vagina 
É a porção do trato reprodutivo localizada entre o vestíbulo e a cérvice. É o órgão copulatório feminino, onde o sêmen é depositado. 

Cérvice 
É a região de estreitamento do canal genital que separa a vagina do útero. Sua função primária é prevenir a passagem de microorganismos da vagina para o útero. Durante o diestro e a gestação, a produção de um muco altamente viscoso forma um tampão que obstrui a entrada do canal cervical. A liquefação desse tampão mucoso e a dilatação da cérvice uterina ocorrem durante o cio, permitindo assim a passagem do ejaculado para o útero e a penetração da pipeta de inseminação. Convém lembrar que a cérvice é o ponto de transição entre o meio semi-estéri] do útero e a região freqüentemente contaminada da vagina. 

Útero
É a região do trato reprodutivo que abriga o embrião ou feto durante a gestação, sendo composto de um corpo e dois cornos uterinos. A mucosa uterina contém de 70 a 120 carúnculas, que são estruturas que ligam as membranas fetais ao útero durante a gestação.

0vidutos
São dois túbulos que se estendem dos ovários aos cornos uterinos. Na extremidade próxima a cada ovário, o oviduto forma o infundíbulo estrutura em forma de funil que envolve o ovário e recebe o óvulo por ocasião da ovulação. 

 Ovários 
São as duas gônadas femininas responsáveis pela formação do óvulo, que após fertilizado dará origem ao embrião. Os ovários atuam também como glândula endócrina, produzindo os hormônios esteróides estradiol e progesterona. O estradiol é produzido pelos folículos em desenvolvimento, e a progesterona pelo corpo lúteo.
 
 

Uso indiscriminado de herbicidas faz surgir as plantas daninhas resistentes na cultura do milho

 

 

Estima-se que o uso de herbicidas na cultura do milho tenha alcançado 70% das áreas cultivadas no Brasil. Segundo o pesquisador Décio Karam, o uso da atrazina tem ocorrido na maioria das aplicações. Além desse último herbicida, o glifosato e o 2,4D correspondem a aproximadamente 76% do volume comercializado no Brasil.

De acordo com Karam, os herbicidas têm sido o agrotóxico mais utilizado na agricultura brasileira. Em relatório apresentado pelo Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis -, a comercialização de herbicidas superou 127 mil toneladas em 2009 distribuídos em 90 ingredientes ativos e em mais de 440 marcas comerciais.

Entre em contato com a Embrapa Milho e Sorgo e saiba os principais métodos usados para o controle de plantas daninhas na cultura do milho, como operações que devem ser realizadas na fase pós-colheita, tecnologias disponíveis de aplicação e as práticas da dessecação e do manejo da resistência.

Para o pesquisador Décio Karam, da área de Fitossanidade da Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, Minas Gerais, a resistência de determinadas plantas daninhas a herbicidas foi primeiramente notificada no Brasil na década de 1980 com o surgimento da enzima ALS (acetolactato sintase).

Práticas culturais ineficientes e utilização inadequada de herbicidas na cultura do milhosão os principais fatores que provocam aumento dos custos de produção, impactos ambientais e maior resistência de plantas daninhas a herbicidas.   “Com a introdução das culturas transgênicas resistentes ao herbicida glyphosate, a pressão de seleção imposta pelas glicinas tende a aumentar e veremos, consequentemente, o surgimento de mais populações resistentes a esse grupo herbicida”, explica Karam.

Entre as ocorrências mais recentes, Décio Karam alerta para o surgimento do azevém, gramínea agressiva resistente aos herbicidas da classe das glicinas, o “que poderá ocasionar alguma dificuldade de controle em cultivares de milho resistentes ao glifosato”. Situações semelhantes têm sido verificadas em relação às seguintes plantas daninhas: buva, leiteiro, comum em áreas de pastagens, e capim amargoso, já relatadas no Brasil como resistentes ao glifosato. “O surgimento de plantas daninhas resistentes a herbicidas sempre estará associado a mudanças genéticas na população em função da seleção ocasionada pela aplicação repetida de um mesmo herbicida ou herbicidas com um mesmo mecanismo de ação”, alerta o pesquisador.

 

 

Hidroponia alternativa de renda para horticultores

 

 


cultivo de hidroponia

Hidroponia é a técnica de cultivo de plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução equilibrada de nutrientes que contém a água e todos os nutrientes essenciais para o crescimento da planta. Na hidroponia, as raízes podem ser suspensas em meio líquido (NFT) ou apoiadas em um substrato inerte (areia lavada, por exemplo).
Crescendo em uma solução nutritiva utilizando um substrato inerte (por exemplo, húmus), aceita-se que um solo menos, mas é apropriado para se referir a como hidroponia. Quando a solução é aplicado no solo, tem a ferti-irrigação. Não há crescimento sem solo ou hidroponia. Em geral, esta solução não é completa, tem um modo complementar.
Portanto, na hidroponia a única fonte de nutrientes para as plantas é a solução nutritiva, pois se não houver substrato, que é inerte. Cultivo sem solo, como o terreno não é usado. Um exemplo é o cultivo somente em minhocas.
A palavra hidroponia vem do grego hydro = água e ponos = trabalho radical. Apesar de ser um relativamente antigos, apenas os hidroponia termo foi usado pela primeira vez em 1935 pelo Dr. W. F. Gericke da Universidade da Califórnia.
Gericke adotou o sistema de cultivo sem solo para condições de campo, por isso tornou-se o primeiro passo para permitir o cultivo em escala comercial. Quando você diz "Gericke é o pai da hidroponia" não significa que inventou o cultivo sem solo, mas é uma homenagem aos avanços científicos feitos por ele e quem primeiro usou o termo hidroponia. [Edit] princípios de funcionamento
As plantas são colocadas em recipientes ou canais de circulação de uma solução nutritiva composta de água pura e de nutrientes dissolvidos em quantidades que satisfaçam as necessidades individuais de cada tipo de cultura. Estes canais, ou reservatórios podem ou não ter meios para suportar plantas, substrato, como pedras ou areia. A solução nutritiva é um controle rigoroso para manter suas propriedades é feita a monitorização regular do pH e da concentração de nutrientes, assim as plantas crescem nas melhores condições possíveis.
 

 

O secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos, acompanhado do engenheiro agrônomo do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Júlio Mesquita, visitou recentemente duas Unidades Produtivas de Horticultura voltadas ao cultivo hidropônico nos municípios de Goiana e Chã Grande. Durante a visita, Ranilson Ramos ressaltou que a orientação do governador Eduardo Campos é de implementar novas unidades de horticultura hidropônica, tanto em áreas urbanas quanto em colônias penais do estado.

O plantio visitado em Goiana pertence ao Grupo Extrabom e destina a produção de nove culturas - alface, coentro, salsa, salsão, rúcula, pepino, pimentão, couve-folha e cebolinho - ao abastecimento da rede de lojas de supermercados. De acordo com o proprietário da unidade e dono do grupo Extrabom, Wellington Borba, são produzidas por mês, em três hectares, 150 mil folhagens, além de 12 toneladas de pepino e pimentão. “Nossa maior fonte de renda vem do coentro que, em 30 dias, produz cerca de 80 mil molhos”, acrescentou Wellington. O secretário parabenizou a iniciativa da equipe por implantar tecnologias de ponta em áreas antes desvalorizadas.

Já na área de produção, localizada no Sítio Valado das Palmeiras, em Chã Grande, o plantio é direcionado ao abastecimento de frutas e verduras das lojas Verd Frut e Verdão Hortifrut. Por meio da hidroponia são produzidas oito culturas, em um hectare. Segundo a engenheira agrônoma do grupo Verd Frut, Rejane Falcão, o maior volume de renda também é oriundo do coentro e do alface.

 
Veja ! Lazer em sua Casa se Campo, Gestação em Suinos, Alimentação por Idade, Identificação de Animais, Futuro na Caprino-ovinocultura, Manejo de Bezerros e Como evitar Doenças em Caprinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 16 de Agosto de 2014 08:12
Lazer na sua casa de campo, sítio ou fazenda

 


 
Quando somos proprietários de um imóvel rural, uma casa de campo, um sítio, chácara ou fazenda, independentemente do fato de ser uma propriedade produtiva ou não, é sempre muito prazeroso podermos contar com opções de lazer na propriedade. É muito bom reunirmos amigos, família e mesmo quando estamos sós, aproveitando para relaxar e descansar de todos os problemas da vida na cidade. As opções de lazer no campo são muitas e sua escolha depende de alguns fatores básicos, como o perfil da propriedade, a localização e os recursos disponíveis para o investimento em lazer.

 

Podemos dizer que, na maioria das vezes, as piscinas são as mais preferidas, por uma questão de hábito do brasileiro e, principalmente, do clima mais quente que predomina na maior parte do País. Ainda assim, existem diversos projetos de piscinas, desde as pequenas, mais simples, até as maiores, que podem ter formatos clássicos, como retangulares, semi-olímpicas, passando por piscinas com formatos feitos sob encomenda, com cascatas artificiais e outros formatos paisagísticos integrados. Uma opção interessante, também, é instalação de uma grande banheira de hidromassagem ao ar livre, que pode ser utilizada tanto de dia quanto à noite, mesmo em noites mais frias, pois é muito estimulante ficar em uma banheira dessas, com água quente, protegido do frio e apreciando uma noite clara.

 

As lareiras são uma diversão à parte em casas situadas em regiões mais frias ou serranas. Em muitas casas de campo, a lareira acaba sendo o principal ponto de lazer, pelo aconchego que trás à casa, pela possibilidade de se usá-la como local para brincadeiras, como num churrasco de marshmallow ou simplesmente quando ficamos à sua frente, apreciando o fogo, um dos elementos que mais fascinam o ser humano. As lareiras podem ser construídas nas salas, nos quartos ou mesmo ao ar livre, quando se deseja criar um ambiente outdoor mais aquecido, sendo a lareira usada mais como uma fogueira (chamada de fire place), tornado possível um grupo de pessoas ficarem ao ar livre, ao redor do fogo,  numa noite mais fria, apreciando um bom vinho, conversando e comendo petiscos.

 

Temos, ainda, outras opções de lazer muito apreciadas em casas de campo, como quadras poli esportivas, de tênis, quiosques com churrasqueiras e playground para crianças, o que não deve faltar, quando a família tem algumas crianças que freqüentem a casa regularmente.

 

Por último, podemos citar as atividades mais típicas de lazer rural, que criam a interação do homem com a natureza de uma maneira bastante prazerosa, como a criação de animais, passeios à cavalo, caminhadas por áreas arborizadas, trilhas nas matas, cultivo de hortas e pomares, etc.

 

O lazer no campo, para aqueles que procuram se livrar do estresse da vida cotidiana, é certamente um dos melhores remédios. As opções são muitas e trazem, sem sombra de dúvida, grandes benefícios à saúde, além de proporcionar uma maior união entre família e amigos.
 

 

 Sistemas de Ventilação em Galpões de gestação na Suinocultura

 

A gestação é um período crítico no empreendimento suinícola.



  Os índices zootécnicos relacionados a essa fase do negócio impactam sobremaneira a rentabilidade. Talvez seja por isto que geralmente os projetos de climatização se iniciam nessa etapa do processo produtivo.

Existem basicamente duas formas ideais de se ventilar e resfriar um galpão de gestação:

1 – ventilação individualizada
2 – ventilação tipo túnel

A ventilação individualizada é aquela em que utilizamos um resfriador evaporativo e dutos para direcionar o ar resfriado até os animais. Esta é a solução mais comum nas granjas Brasil afora. Para o dimensionamento dos equipamentos, leva-se em consideração uma vazão de ar de 350-400 m3/hora/porca. Atenção extrema deve ser dada ao sistema de dutos, uma vez que devemos garantir o volume de ar resfriado necessário para todas as celas.

Os galpões com ventilação tipo túnel promovem uma melhor distribuição do ar ao longo da instalação, com velocidade de ar constante e homogênea, garantindo contato do ar com toda a superfície corporal do animal. Neste caso utilizamos exaustores e resfriadores evaporativos (instalados nas entradas de ar). A diferença no dimensionamento dos dois sistemas é que no primeiro calculamos uma vazão de ar por porca e no segundo trabalhamos com uma velocidade de ar calculada de 1,8 m/s.

A tomada de decisão sobre qual a melhor solução leva em consideração os custos de aquisição dos equipamentos, manutenção, mudanças no manejo da granja e, principalmente, adequação civil. Geralmente a ventilação individualizada é mais aceita em instalações antigas ou de difícil adequação. A ventilação túnel requer maior planejamento e é ideal para construções novas.

 

 

NECESSIDADE ALIMENTAR POR CATEGORIA ANIMAL



    CABRITOS (NASCIMENTO AO DESMAME)

  • 500 ml colostro/dia (10% do peso ao nascimento), durante 5 dias, divididos em 4 ou 5 mamadas
  • elevação gradual na quantidade de leite, atingindo 1,5 litro por volta do décimo quinto dia de vida
  • concentrado oferecido a partir da segunda semana de vida, além do volumoso
  • cabritos adequadamente alimentados podem ser desmamados a partir de 45 dias de vida
  • machos destinados ao abate devem ser desmamados precocemente

    CABRITOS EM CRESCIMENTO

  • 400 a 500g concentrado/dia
  • sal mineral a vontade e volumoso

    CABRAS GESTANTES

  • 500 a 600g concentrado/dia
  • concentrado de boa qualidade em forma de silagem, feno, capim verde picado e pastagem (quando existente)
  • no final da gestação, deve ser fornecido alimento de melhor qualidade e complementação com sal mineral

    CABRAS EM LACTAÇÃO

  • volumoso de boa qualidade
  • 500 a 600g de concentrado/dia, mais 200 a 300g de concentrado por quilo de leite produzido/dia

    REPRODUTORES

  • volumoso de boa qualidade
  • 400 a 600g concentrado/dia
  • é aconselhável a manutenção de 2% de carbonato de cálcio ou farinha de ostras no concentrado, quando em dietas desiquilibradas, afim de evitar a formação de cálculos renais
  • sal mineral à vontade

    CABRAS SECAS

  • 400 a 600g concentrado/dia, além do volumoso
  • sal mineral
  • concentrado oferecido em horário intercalado ao volumoso, nunca em quantia superior a 300g/refeição

 

Manejo Reprodutivo

  • as raças leiteiras mostram-se estacionais, apresentando cio apenas quando o período de luz diário diminui (final do verão/início do outono)
  • as fêmeas mestiças podem ciclar o ano inteiro
  • o ciclo estral é de aproximadamente vinte e um dias e o cio tem duração média de trinta e seis horas
  • a fêmea em cio perde o apetite, fica agitada, bale e urina com frequência, agitando a cauda com movimentos rápidos. A vulva torna-se edemaciada, exibindo fluido mucoso claro
  • as fêmeas mostram-se mais receptivas no período médio do cio
  • a gestação dura em média cento e cinquenta dias, podendo variar entre cento e quarenta e cento e sessenta dias
  • a vida reprodutiva de fêmeas leiteiras inicia-se por volta dos sete meses de idade
  • fêmeas acasaladas precocemente podem apresentar problemas de parto, crias pequenas e fracas
  • a seperação entre machos e fêmeas deve ocorrer por volta do quarto mês de idade
  • os machos só devem ser usados como reprodutores a partir de um ano de idade

MÉTODOS DE ACASALAMENTO  

  •  
    • MONTA A CAMPO: proporção de um macho para cada trinta a trinta e cinco fêmeas. Não requer mão-de-obra especializada, não é possível determinar a data de cobertura e parto.
    • MONTA CONTROLADA: um macho pode realizar de três a quatro coberturas diárias. É necessária a detecção de cio (por observação ou uso de rufião). Esse método proporciona melhor controle de coberturas e previsões de partos.
    • INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: provoca rápida melhora genética do plantel, já que são usados apenas reprodutores testados. Requer mão-de-obra técnica e especializada.

 

Iniciativa permitirá acesso a dados de identificação dos animais

 


 Shutterstock

Alagoas será o primeiro estado do Brasil a implantar o Programa de Rastreabilidade de Ovinos. A iniciativa permitirá que produtores e consumidores tenham acesso a dados de animais criados no estado. A identificação dos primeiros animais acontece nesta quinta-feira (15/12).

Na ocasião, carneiros receberão brincos com códigos de barra para identificação precisa. Por meio do acessório, será possível obter referências sobre local de nascimento, de criação, data de vacinação e de abate.

Os dados, contidos nos lotes adquiridos pelos empresários e repassados para os animais, poderão ser visualizados por qualquer pessoa com acesso à internet.

Em Alagoas, 200 participantes do Arranjo Produtivo Local (APL) Ovinocaprinocultura já aderiram ao programa, cadastrando cerca de nove mil animais.

 

Um futuro próspero para caprino-ovinocultura

 

As técnicas de reprodução assistidas como inseminação artificial (IA) e transferência de embriões foram introduzidas na indústria caprina e ovina com os objetivos principais de acelerar o ganho genético de animais superiores e de superar alguns obstáculos de eficiência reprodutiva.

Produção in vitro
Seguindo um patamar mais avançado, a produção in vitro de embriões de pequenos ruminantes tem tido um grande interesse científico em virtude da disponibilidade de material para pesquisa a um baixo custo. Além disso, estas espécies são um excelente modelo para aplicação da transgênese. Os métodos de produção in vitro de embriões envolve: 1. Maturação de oócitos primários provenientes de folículos antrais. 2. Fertilização de oócitos maturos com espermatozóides capacitados. 3. Cultivo de embriões in vitro por até uma semana atingindo o estágio de blastocisto para posterior transferência para receptoras sincronizadas ou congelamento para uso posterior.

Produção in vivo
A produção in vivo nos pequenos ruminantes tem apresentado um desenvolvimento considerável nos últimos anos. Entretanto, a variabilidade de resposta aos tratamentos hormonais ainda são questões a serem analisadas. Baixas taxas de fertilidade observadas em doadoras ovinas superovuladas após monta natural ou inseminação vaginal e/ou transcervical podem ser atribuídas a um distúrbio no transporte dos gametas ou à má qualidade dos oócitos. Ambos os problemas podem estar correlacionados à influência do tratamento superovulatório. Este fato é comprovado com os altos índices obtidos após inseminação intra-uterina por laparoscopia após a retirada do progestágeno, indicando que a habilidade intrínseca do oócito em ser fertilizado não é alterada pelo tratamento superovulatório. Na espécie caprina as taxas de fertilização são mais baixas que na espécie ovina, especialmente em casos de doadoras com alta resposta ao tratamento hormonal.

Recuperação oocitária em animais pré-púberes
Ovários obtidos de abatedouros são uma fonte economicamente viável e abundante de oócitos. Suas taxas de recuperação por aspiração variam de 1,5 a 2 oócitos de boa qualidade por ovário de cabras e ovelhas. A recuperação oocitária in vivo é conseguida através de laparotomia ou através da técnica de laparoscopia guiada por ultra-som (LOPU). Recuperação oocitária após LOPU em cabras e ovelhas tem resultado em bons números de oócitos por doadora (4-6 por sessão). Progresso considerável tem sido adquirido em produção de embriões de animais jovens (5-9 semanas) após recuperação de um número considerável de oócitos e utilizados para MIV.

Clonagem
A clonagem do primeiro mamífero a partir de uma célula somática retirada de um animal adulto, representa uma das mais extraordinárias conquistas da pesquisa na área de biologia do desenvolvimento da última década. Esta tecnologia teve uma rápida expansão sendo utilizada em diversos laboratórios para as mais diversas espécies. Apesar disto, a taxa de sucesso na clonagem de animais, na maioria das vezes, não chega a 1%. A baixa viabilidade dos embriões clonados é principalmente expressa pela redução na taxa de implantação, pelo aumento na taxa de mortalidade fetal e perinatal, e pelas diversas anomalias observadas nos animais nascidos. Em contraste com as diversas espécies clonadas, na espécie caprina não foram observados problemas relacionados com placentação, peso ao nascer, distúrbios cárdio-respiratórios, nem de mortalidade perinatal. O que faz dessa espécie um ótimo modelo para a produção de animais transgênicos assim como para tentarmos entender o mecanismo destas síndromes nas demais espécies clonadas.

Produção de transgênicos
A transgênese é a modificação da informação genética de um organismo através de técnicas de recombinação de DNA. Um animal transgênico é aquele que adquiriu uma nova informação genética como resultado de manipulação do seu DNA. O método original para produzir animais transgênicos consiste na microinjeção do gene isolado dentro do pró-núcleo de embriões de uma célula. A produção de proteínas de interesse farmacêutico no leite de animais transgênicos tem se tornado uma alternativa atrativa para bioreatores de células animais. O uso dos pequenos ruminantes, particularmente os caprinos de leite, possibilita uma excelente alternativa econômica para a produção de animais transgênicos. Vários autores já citaram a produção de caprinos transgênicos, bem como para produção de larga escala para sua aplicação industrial. A tabela 1 apresenta as proteínas de uso terapêutico produzidas no leite de pequenos ruminantes com suas respectivas utilidades. Table 1. Proteínas de uso terapêutico produzido no leite de animais transgênicos. 

 

Proteína:
Antitrombina III
Fator VIII, Fator IX
CFTR
Alfa-1-antitripsina
Animal:
Caprino
Caprino, ovino
Ovino
Ovino
Uso:
Anticoagulante
Tratamento da hemofilia
Tratamento da fibrose cística
Tratamento da fibrose cística e enfisema

Apesar dos avanços na produção embrionária e biotecnologias aplicadas aos pequenos ruminantes, as limitações são grandes, muitas vezes devido ao alto custo de equipamentos utilizados, que reflete diretamente no custo benefício destas técnicas e sua conseqüente aplicabilidade. A produção in vitro, particularmente envolvendo animais pré-púberes, apresenta uma perspectiva promissora e maiores estudos serão necessários nesta área. Quanto à produção de transgênicos, apesar da produção de vários animais em diversos laboratórios, a eficiência deste método ainda é um ponto crítico na aplicação da tecnologia para a produção de proteínas farmacêuticas. A otimização destas técnicas é um desafio para os cientistas envolvidos em biotecnologia da reprodução.

 

Após o nascimento, o bezerro deve permanecer junto com a mãe por pelo menos 24 horas.

 

 Sabemos que o bezerro junto com a mãe, mama entre 12 a 15 vezes ao dia. Estas mamadas permitem que o colostro passe muitas vezes pelo aparelho digestivo aumentando a superfície de contato do colostro com a parede intestinal favorecendo assim a absorção de imunoglobulinas (anticorpos). Por outro lado, podemos fornecer o colostro de forma artificial oferecendo dois litros  duas vezes por dia com intervalo próximo de 12 horas. O importante é que o bezerro ingira em torno de 10% do seu peso em colostro, nas primeiras 24 horas.  O bezerro nasce sem proteção de anticorpos contra os agentes de doenças. A forma de adquirir estes anticorpos (defesa), é ingerindo o colostro. O colostro é o primeiro produto produzido pela glândula mamária no inicio da lactação, é uma  rica fonte destes anticorpos que foram produzidos nos dois últimos meses de gestação. Após o nascimento, é imperativo que o bezerro ingira o colostro o quanto antes para que ele adquira estes anticorpos. A capacidade de absorver os anticorpos fornecidos pela mãe no interior do aparelho digestivo do bezerro é aproximadamente nas primeiras 36 horas e esta capacidade de absorção tem como pico máximo entre seis e 10 horas, quando começa a diminuir gradativamente até aproximadamente 36 horas.  A partir deste ponto o colostro continua sendo um alimento muito rico e deve ser aproveitado pelo bezerro e outros do mesmo plantel que são tratados  de forma artificial, porém perde a importância como fonte de anticorpos.
    De outra forma uma das funções do colostro é ajudar na primeira descarga intestinal, isto é, ajuda a expelir as primeiras fezes que é o chamado mecônio. O mecônio são fezes amarelas pegajosas de difícil eliminação portanto sendo o colostro um leve laxante vai ajudar nesta eliminação. Neste período devemos interferir somente se houver necessidade. Na maioria das vezes, esta intervenção é desnecessária. Uma das vantagens da maternidade é a possibilidade de observação do recém nascido e qualquer problema que surgir neste local facilita o socorro.
    O excesso colostro pode e deve ser dado para os outros bezerros. Neste caso ele não tem função como fornecedor de anticorpos pois bezerros mais velhos perdem a capacidade de absorção dos anticorpos mas, como alimento é até mais rico que o próprio leite. É bom lembrar que como o colostro tem uma função laxativa, para fornecer aos outros bezerros o melhor é diluir em outra quantidade de leite para não causar meles de desarranjo aos bezerros mais velhos.

 

Como evitar doenças nos caprinos

 

Os caprinos, normalmente, não são muito sujeitos a doenças e com um bom manejo, dificilmente adoecem. É aconselhável, no entanto, algumas medidas para evitar a incidência de doenças na criação e entre elas, podemos destacar:

- manter em quarentena todos os animais vindos de fora, mesmo os que saíram para exposições ou por qualquer outro motivo e que estejam de regresso;

- limpar, raspar e melhor ainda, depois desinfetar todas as instalações evitando o aparecimento ou dando combate aos insetos e parasitas que porventura lá existam. O melhor é o uso do lança-chamas, pois o fogo desinfeta e desinfesta, matando todos os micróbios e insetos por ele atingidos;

- lavar e desinfetar todos os comedouros e bebedour os e depois secá-los bem;

- manter sempre bem secas as instalações, não molhando as ripas do piso, evitando a umidade, pois é ela a causadora do aparecimento de muitas doenças, principalmente a coccideose, cujos parasitas necessitam de umidade para se desenvolverem no meio exterior, tornando-se infestantes. Além disso, facilita a proliferação de moscas, mosquitos e outros insetos muito nocivos aos caprinos;

- não criar caprinos junto com animais de outras espécies como carneiros, bois, etc. e nem entrar em contato com cães e gatos, que lhes podem transmitir doenças;

- eliminar ou isolar da criação, o mais rapidamente possível, qualquer animal que apresente algum sinal de doença, porque pode se tratar de uma doença infecto-contagiosa que pode se espalhar por toda a criação;

- a pessoa que lidar com os animais doentes não deve, depois, ter contato com os animais sadios, para evitar que estes também se contaminem ;

- evitar o aparecimento de todos os animais que possam transmitir alguma doença aos caprinos, como ratos, pássaros, cães, gatos, morcegos, etc.;

- queimar ou enterrar em cova funda e cobri-los com cal virgem, para desinfetá-los, todos os cadáveres de animais e detritos contaminados;

- tirar da criação, todos os animais fracos, raquíticos, mal desenvolvidos ou "de pouca saúde", porque estão mais sujeitos a contrair doenças, passando aos outros;

- queimar ou desinfetar o esterco e toda "sujeira" ou material que esteve em contato com animais doentes ou suspeitos;

- fornecer aos caprinos uma alimentação racional e alimentos de boa qualidade e frescos, para evitar distúrbios alimentares.

Estas são algumas das medidas mais importantes para que seja evitado o aparecimento de doenças dentro da criação. São ações lógicas e racionais e quando tomadas isoladamente, ou melhor ainda, em conjunto, po dem dar grandes resultados na profilaxia das doenças infecto-contagiosas e parasitárias, impedindo ou dificultando a sua penetração e o seu desenvolvimento na criação ou diminuindo as sua conseqÿências.

 
Veja ! Conhecimentos Gerais sobre: Fauna na América, Cactáceas, Borracha, Metais, Ventos, Animais com Tentáculos, Animais Migradores, Satélites Naturais, Mata Atlântica, Reino Vegetal e Anfíbios... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 15 de Agosto de 2014 08:58

Conhecendo a Fauna da América do Sul

 



Os principais ecossistemas da América do Sul, com as respectivas fauna, são indicados a seguir.
1. Floresta Amazônica. A sua fauna é muito rica, incluindo macacos ( bugio, sagüi,
mico-leão, etc. ), anta, onça, jaguatirica, preguiça, arara, papagaio, periquito, tucano, gavião, jibóia, sucuri, etc.
2. Mata Atlântica. A sua fauna é representada principalmente por macacos, répteis,
roedores e grande número de pássaros.
3. Caatinga. Situada no Nordeste Brasileiro, possui fauna rica em: a) répteis - iguana, camaleão, cascavel, etc.; b) roedores - raposa, capivara, etc.; c) aves - carcará, ema e muitos pássaros, inclusive beija-flor.
4. Cerrado. Ocupando grande área do Planalto Central do Brasil, apresente: veado,
raposa, tatu, tamanduá, ema, seriema, codorna, roedores e répteis.
5. Pampas. Nestes campos vivem, entre outros animais, o lobo-guará, o guanaco e
a ema.
6. Cordilheira dos Andes. Caracteriza-se pela presença do condor, da lhama, da alpaca e da vicunha.
7. Rios, pântanos e lagos. A sua fauna é constituída por: peixes (pirarucu, surubim, dourado, piranha, etc.), tartaruga, capivara, jacaré, sucuri, garça, saracura, rã, sapo, caramujo, etc.
8.Litoral e mares continentais. A sua fauna é representada por: baleia-azul, leão-
marinho, golfinho, pingüim. albatroz, flamingo, anchova, cação, sardinha, tartaruga-marinha, caranguejo, mariscos, etc.
 

Conhecendo as Cactáceas

 


As Cactáceas constituem uma família de plantas dicotilidôneas, suculentas, com caules do tipo cladódio, isto é, verde, fracamente lenhoso, com as folhas transformadas em espinhos. São plantas adaptadas às regiões secas, como o Nordeste Brasileiro e os desertos da América do Norte. Os espinhos asseguram também proteção contra a voracidade dos herbívoros.
Nem todas as espécies vivem nos desertos; algumas crescem nas selvas tropicais. O seu porte é variável, desde espécies anãs, que formam um tapete rente ao solo, até o gigantesco " saguru " dos desertos dos Estados Unidos,com 10 a 15 metros de altura. Algumas espécies são encontradas na Cordilheira dos Andes, onde passam o inverno debaixo de neve. Grande parte delas vive sobre troncos e galhos de árvores.
As espécies sem espinhos, como a palma do Nordeste, servem de forragem para o gado. As espécies colunares, como a coroa-de-cristo, são utilizadas para a formação de cercas vivas. Algumas produzem frutos comestíveis, como o figo-da-Ìndia. Outras são ornamentais, como a cabeça-de-velho e a flor-de-maio, ou medicinais, como a rainha-da-noite e o peote.
 

Conhecendo a Borracha

 



Quimicamente, a borracha é um polímero, semelhante aos plásticos, constituído por moléculas grandes. Pode ser natural ou sintética.
A. Borracha natural. É obtida por coagulação do látex de certas plantas. Cerca de 90% da produção mundial de borracha provém da seringueira, uma árvore nativa da Amazônia, atualmente cultivada em muitos países, principalmente do sudeste da Ásia ( Malásia, Indonésia, Tailândia, etc. ).
A coleta do látex é feita através de incisões em diagonal, na casca do tronco , coletando-se o látex em tigelas colocadas no final das incisões.
A borracha natural é obtida pelo aquecimento do látex até a coagulação. Para evitar que ela se torne pegajosa quando aquecida e dura quando fria, a borracha é submetida ao processo de vulcanização, que consiste em misturar com enxofre e aquecer, obtendo-se um produto mais firme e consistente, mantendo a elasticidade.
A borracha vulcanizada é utilizada principalmente para a fabricação de pneus e câmaras-de-ar, mangueiras, isolamento de fios elétricos, etc.
B. Borracha sintética. É obtida pela transformação química do carvão, do petróleo e de certos óleos vegetais. A borracha sintética não é exatamente igual à borracha natural; contudo, dependendo da matéria-prima e do processo empregado, podem ser obtidos vários tipos de borracha sintética, que servem para fins específicos. O maior produtor de borracha sintética são os Estados Unidos.
Há ainda a chamada borracha regenerada, resultante do aproveitamento, também por meios químicos, de pneus, câmaras-de-ar e outros produtos de borracha desgastados pelo uso.
 

 
 
Conhecendo os Metais

Metais são elementos químicos com propriedades características devidas à sua estrutura eletrônica. São em geral corpos sólidos, com brilho característico, bons condutores de calor e eletricidade, maleáveis e dúcteis ( que podem ser reduzidos a fios.
A estrutura dos metais consiste de um arranjo de íons carregados positivamente ( prótons ), envolvidos por íons carregados negativamente ( elétrons ).
Os metais ocorrem na natureza predominantemente na forma elementar ou ligados a outros metais. O mercúrio é o único metal líquido. Os metais constituem cerca de 75% dos elementos químicos.
Outra característica dos metais é o efeito causado sobre suas propriedades pela presença neles, de quantidades relativamente pequenas de outros elementos. As diferenças entre o ferro e o aço, causadas por pequenas quantidades de carbono ou níquel, são um bom exemplo.
Existem vários grupos de metais, a saber: a) metais nobres - cobre, ouro, prata, platina; b) metais alcalinos - lítio, potássio, sódio; c)metais alcalino-terrosos - cálcio, magnésio, bário; d) metais de transição - cromo, molibdênio.manganês, etc.
Poucos metais são usados puros; freqüentemente, são utilizados sob a forma de ligas metálicas, como por exemplo: aço, bronze, latão, duralumínio, etc.
 

Conhecendo os Ventos

 


Vento é o deslocamento do ar atmosférico dentro da troposfera, isto é, da camada inferior da atmosfera, provocado pela diferença de pressão. Quando uma região se apresenta mais aquecida, irradia calor às camadas próximas da superfície, que tendem a expandir-se verticalmente, diminuindo a pressão atmosférica sobre essa área e formando uma zona de baixa pressão.
Por outro lado, em regiões mais frias, o ar tende a concentrar-se, aumentando a pressão sobre a área e originando uma zona de alta pressão.
Nas zonas de baixa pressão, o ar em ascenção é substituído pelo ar das áreas de alta pressão, dando origem ao vento. O movimento do ar junto à superfície do solo pode adquirir as características de: a) fluxo laminar; b) fluxo turblento. Este último pode adquirir grande velocidade, superior a 60 km/hora sendo, neste caso, denominado furacão ou tornado.
De modo geral, os ventos podem ser classificados em regionais e locais. Os ventos regionais ocorrem em regiões bem definidas, podendo citar-se como exemplos: o Mistral, na Provença ( França ) e o Minuano, no sul do Brasil.
Os ventos locais ocorrem em áreas restritas.
Existem ventos periódicos, que sopram ora numa direção, ora noutra, como as brisas, que são ventos fracos que ocorrem nos litorais, soprando ora da terra para o mar ( brisa terrestre ), ora do mar para a terra ( brisa marítima ). Esse fenômeno se explica pelo fato de as terras se aquecerem ou resfriarem mais rapidamente do que as águas do mar.
Sob o ponto de vista da agricultura,a ação do vento pode trazer efeitos benéficos ou nocivos. Por exemplo: o vento exerce ação benéfica no transporte de pólen, sementes e frutos, sendo responsável pela multiplicação de muitas espécies vegetais. Como exemplo de ação nociva. pode citar-se a erosão eólica, quando ventos fortes removem a partículas mais finas do solo, fenômeno que ocorre principalmente em regiões áridas e semi-áridas, onde a cobertura vegetal natural é escassa.

Conhecendo os Animais com Tentáculos

 



Dá-se o nome de tentáculos a apêndices móveis, não articulados e pares de certos animais, destinados principalmente à captura de presas, mas que servem também como órgãos de tato, fixação ou locomoção.
A tromba do elefante não é um tentáculo porque não é par; os " chifres " do caracol não são tentáculos porque, apesar de par, não capturam presas; as patas preênseis do louva-deus não são tentáculos porque são articulados e têm partes duras.
À rigor, os animais que possuem tentáculos preênseis são os moluscos cefalópodes
( pés na cabeça ) como polvos e lulas e os celenterados, quase todos marinhos.
Os polvos têm um pé ventral dividido em oito tentáculos, sendo por isso chamados
octópodes; as lulas e as sibas têm o pé dividido em dez tentáculos, sendo chamados decápodes.
Esses animais capturam suas presa por meio desses tentáculos.
Os celenterados possuem tentáculos providos de células urticantes que circundam a boca nos corais e anêmonas; e formam uma franja ao redor da umbela das águas-vivas. Os celenterados são animais predadores, que capturam suas presas por meio de seus tentáculos

 

Conhecendo os Animais Migradores Armazennadores e Hibernantes

 


Nos países de clima frio ou temperado existem muitos animais que, quando chega o inverno e escasseiam os alimentos, se deslocam para outras regiões de clima mais ameno, os quais são chamados animais migradores. Como exemplos podem ser citados: o caribu, o morcego a baleia azul.
Alguns animais, como o castor e o esquilo, são previdentes e armazenam provisões de alimentos para consumir na estação seca. Estes são chamados animais armazenadores.
Existem ainda outros animais que, quando chega a estação fria, entram num esta-
do de entorpecimento ou de imobilidade mais ou menos prolongado. Estes são chamados animais hibernantes, podendo citar-se como exemplos: o urso, o ouriço, a marmota, etc.
Por outro lado, nos países tropicais existem animais aquáticos que, quando chega a estação seca, que corresponde ao inverno, se enterram na lama e aí permanecem mais ou menos adormecidos. Este fenômeno, que é o oposto da hibernação, é chamado estivação.
 

Conhecendo os Satélites Naturais

 



Satélite natural ou simplesmente satélite é todo corpo natural, de natureza planetária e dimensão menor, que gira em torno de um planeta. Esses corpos celestes secundários estão ligados a um planeta pela lei da gravitação universal.
Todos os planetas do sistema solar, com exceção de Mercúrio e Vênus, possuem satélites orbitando ao seu redor. No total, são 140 satélites naturais.
A Terra possui um único satélite, a Lua. Marte possui dois: Delmos e Fobos. Júpiter tem 63 satélites. Além de ser o maior planeta, Júpiter possui o maior número de satélites bem como o maior satélite: Ganimedes, com 5.260 quilômetros de largura.
Saturno tem 34 satélites. Urano tem 27 e Netuno possui 13 satélites.
Os veículos espaciais lançados pelo homem e que gravitam em torno da Terra, da Lua ou de outro planeta, são denominados satélites artificiais.
 

Conhecendo a Mata Atlântica

 


Esse é o nome dado à formação florestal que se estende pela faixa costeira, desde
o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, com maior expressão nas Serras do Mar e da Mantiqueira. É uma região montanhosa, que intercepta a umidade trazida do mar pelos ventos alíseos e, portanto, com alta pluviosidade. As árvores são frondosas e perenifólias ( de folhas perenes ), geralmente acompanhadas por palmeiras, lianas ou cipós e epífitas. Dentre as árvores destacam-se: peroba, cedro, jacarandá, figueira-branca, pau-brasil e palmito.
A área possui solos férteis, como massapé-salmourão e terras roxas. Por isso, em
grande parte a Mata Atlântica foi devastada para a implantação de culturas tais como: café, cana-de-açúcar, cacau, milho, etc,
Na parte sul, onde o clima assume caráter temperado, às árvores latifoliadas ( de folhas largas ) como a imbuia e a erva-mate, misturam-se árvores aciculifoliadas ( com folhas em forma de agulhas ), como podocarpus e o pinheiro-do-Paraná; este último produtor de excelente madeira branca.
A fauna é pouco numerosa, incluindo: anta, gambá, sagüi, roedores, répteis e grande número de pássaros.
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 



a) A algarobeira é uma planta freatófita, isto é, indicadora da presença de lençol freático no subsolo de regiões áridas. Suas raízes penetram a grande profundidade ( até cerca de 10 m abaixo da superfície). Muitos poços no deserto da Califórnia ( Estados Unidos ) foram perfurados entre moitas de algarobeiras.
b) O morangueiro e a grama-de-jardim são plantas estoloníferas, isto é, que produzem estolões, os quais são brotos do caule capazes de formar, vegetativamente, outras plantas. Os estolões emitem raízes em alguns de seus nós e formam novos ramos aéreos.
c) O figo-da-índia é uma planta da família das Cactáceas, semelhante a um arbusto, cultivada em muitas regiões de clima tropical ou subtropical. Produz um fruto muito apreciado, armado ou não de gloquídeos, que são pelos providos de espinhos.
d) A couve-flor é uma hortaliça que forma uma grande " cabeça " ( inflorescência que não frutifica ), compacta e tenra, de sabor muito apreciado.
e) O repolho é uma hortaliça semelhante à couve, formando uma espécie de globo com as folhas concêntricas, as quais constituem a parte comestível da planta.
 

Conhecendo os Anfíbios

 



Anfíbios é uma classe do ramo Vertebrados que inclui animais que passam parte da sua vida na água e parte em terra ( do grego" amphi " = duas; e "bios " = vida ). Os zoólogos, baseados na sua estrutura e função, colocam os anfíbios numa posição intermediária entre os peixes e os répteis.
Os anfíbios, os mais antigos dos vertebrados que conquistaram a terra, chegaram a atingir grandes dimensões, mas atualmente sobrevivem formas menores, distribuídas em 3 sub-classes: a) Ápodes, de corpo vermiforme, sem membros locomotores, como as cobras-cegas ou cecílias; b) Urodelos, com corpo apresentando cabeça, tronco e cauda distintos, com membros locomotores, representados pelas salamandras e tritões; c) Anuros ou Batráquios, com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, com membros anteriores curtos e os posteriores muito desenvolvidos, exemplificados pelos sapos, rãs e pererecas.
Os anfíbios não são animais fortes nem rápidos, embora as rãs possam deslocar-se com certa facilidade. Alguns possuem glândulas cutâneas venenosas, como o sapo-bufo.
Embora os anfíbios vivam a maior parte da sua vida em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura, fecundam os ovos e desenvolvem-se as larvas ou girinos, que se alimentam principalmente de substâncias vegetais. Uma vez completado o desenvolvimento, abandonam a água e passam a viver em terra.
Os anfíbios adultos alimentam-se de insetos, minhocas, peixinhos e crustáceos. De modo geral, são úteis à agricultura por comerem insetos. No Japão come-se a salamandra-gigante e em muitos países, inclusive o Brasil, comem-se as rãs.
 
 
Veja ! Orientações para investir em uma Propriedade Rural, Tecnologia genética de Partenidade e Sexagem, Horticultura, Cultivo de Giaba, Domesticar Animais, Bovinocultura, Curiosidades e Ração na Qualidade do Leite... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 14 de Agosto de 2014 09:09
PARA SE COMPRAR UMA FAZENDA O INVESTIDOR RURAL TEM QUE SE APEGAR A 5 CARACTERÍSTICAS BÁSICAS :



- ACESSO A PROPRIEDADE, nada mais é do que a distância da propriedade até o asfalto , distância da cidade , estradas próximas que facilitam a venda e distribuição da produção agrícola e pecuária.

-TOPOGRAFIA , tem como finalidade a preservação do solo , facilidade de manejo e valorização de mercado.

- QUALIDADE DA TERRA, é de fundamental importância a qualidade da terra, alêm da economia de insumos, aumento de produção , e valorização.

- AGUADAS , aguada é  o potencial hídrico que a propriedade possui , sendo de fundamental importãncia para qualquer atividade a ser exercida na propriedade , quanto mais aguá melhor .

- BENFEITORIAS , as benfeitorias agregam valor na propriedade , diminui o custo inicial de investimento , e facilita o manejo.

 

 No Brasil a mais nova tecnologia mundial de identificação genética, determinação de paternidade e sexagem de animais.


Veja o que a análise por DNA pode fazer hoje:
. Estabelecer identidade genética à prova de falsificações.
. Assegurar a integridade do registro genealógico.
. Verificar paternidade em inseminação artificial.
. Classificar e separar crias de coberturas com vários pradeadores.
. Assegurar a reputação dos bons criadores.
. Promover avanços futuros de criação animal.

Um guia para o criador sobre a análise do DNA.

Até o presente momento, era virtualmente impossível para criadores terem um método seguro para avaliação da identidade e paternidade de animais.

À partir de hoje, esta garantia é dada através do método de identificação genética por DNA que o CEPAV Laboratórios trouxe para o Brasil.

A tecnologia mais avançada no mundo, está agora disponível para todos os Serviços de Registro Genealógico do país e também para todos os criadores que acreditam em uma criação mais séria, profissional e responsável.

Com a introdução desta técnica, toda a paternidade e procedência duvidosa poderá ser verificada com 99,99 % de exatidão, garantindo uma segurança absoluta na hora de adquirir ou de vender seus animais.

Como todo o criador sabe, um programa de reprodução bem sucedido depende de uma efetiva administração das associações de genes. Linhas de criação extensas podem deixar mais aparentes e visíveis os vários defeitos de hereditariedade, provavelmente reduzindo significativamente a fertilidade das futuras crias.

Por outro lado, freqüentes cruzamentos de raças diferentes, leva a uma perda substancial em termos de qualidade da linhagem de sangue e também da uniformidade. O balanço apropriado destas duas influências é a chave para o estabelecimento de um programa de reprodução bem sucedido.

A análise do DNA oferece uma abundância de informações importantes sobre o seu animal, incluindo a identidade genética e paternidade cientificamente comprovada. De fato, muitos animais valiosos registrados atualmente - cavalos, bovinos, pássaros exóticos, etc. - possuem os seus DNAs rotineiramente testados.

Este guia foi projetado para maximizar o valor do teste do DNA para criadores e proprietários.

 

 Horticultura Sustentável Dicas de Manejo

 IMPLANTAÇÃO DA HORTICULTURA SUSTENTÁVEL

 


Dentre os fatores a serem levados em consideração no planejamento para implantação de um sistema sustentável de produção de hortaliças destaca-se o diagnóstico do local a ser cultivado, devendo-se adotar os seguintes passos:

a) Identificação da vegetação anterior ou atual do local de cultivo. Por exemplo, plantas como barba de bode, indaiá, sapé e samambaia indicam acidez do solo.
b) Identificação das culturas anteriores: caso o local já tenha sido explorado comercialmente obter o histórico do mesmo quanto às espécies cultivadas anteriormente e quais as produtividades obtidas. O mesmo se aplica para a criação animal.
c) Solo: realizar análise química e física do solo para determinação da sua fertilidade e o cálculo da calagem e adubação necessárias.
d) Clima: obter dados meteorológicos da região principalmente as temperaturas e pluviosidade (chuva) de todos os meses do ano. Levantar as médias climáticas, se possível dos últimos 10 a 20 anos. Isso contribuirá para a escolha das espécies e cultivares de hortaliças mais adaptadas ao clima local.
e) Conservação do solo: verificar quais são as práticas conservacionistas adotadas pelo produtor (plantio em nível, terraceamento, canais escoadouros, etc.). Identificar problemas como erosão, compactação, drenagem deficiente, etc.
f) Disponibilidade de água: verificar os sistemas utilizados pelo produtor na captação de água, sua qualidade e estimar a quantidade necessária para irrigação das hortaliças e outras culturas a serem instaladas na propriedade.
g) Comercialização: identificar os possíveis compradores e os locais de venda, o que contribuirá para a decisão das espécies de hortaliças a serem produzidas. Realizar levantamentos de preços e quantidades comercializadas de hortaliças junto ao Instituto de Economia Agrícola, Centrais de Abastecimento e Varejões das grandes e médias cidades.

 

 Goiaba Cultivo e Manejo

 De polpa branca, rosada ou vermelha, a goiaba é uma fruta suculenta, perfumada e bastante apreciada pelos consumidores brasileiros.

 


  Originária da América tropical, possivelmente na área formada entre o México e o Peru, os relatos de sua presença em terras brasileiras datam de 1587.

A goiabeira é fácil de ser encontrada no fundo de quintal de residências e até em praças e jardins públicos. A fruta é consumida in natura, mas também é usada para fazer geléias, compotas, sucos, sorvetes e doces. Mais recentemente, ainda virou ingrediente para um molho agridoce industrializado similar a um catchup.

Com casca verde ou amarela, a goiaba possui diâmetro médio de oito centímetros. A fruta é rica em vitamina C, com quantidade de quatro a cinco vezes superior à da laranja e do limão. As goiabas vermelhas são fartas em licopeno, substância com pigmento vermelho que age contra os radicais livres e importante por prevenir o aparecimento de câncer.

Perene e tropical, a goiabeira gosta de clima quente. Tem seu cultivo adaptado em várias regiões brasileiras, mas a maior parte dos pomares está localizada no estado de São Paulo. Às margens do rio São Francisco, a cidade pernambucana de Petrolina e a baiana Juazeiro também se destacam na produção da fruta.A goiabeira é uma árvore de tronco tortuoso, que pode atingir de três a cinco metros de altura. Porém, há casos de o pé da fruta alcançar até oito metros.

As principais pragas da goiabeira são a mosca-das-frutas e o gorgulho da goiabeira. Provocam grandes prejuízos ao produtor. Uma dica para controlar o ataque desses insetos é ensacar os frutos no pé, assim não é preciso utilizar produtos químicos. O psilídeo é outro inseto que causa danos à árvore, principalmente em brotações novas. Os nematóides, responsáveis pelo declínio dos pomares, ocorre principalmente na região Nordeste.

Quando as goiabas atingirem de 2,5 a três centímetros de diâmetro, devem ser envolvidas com sacos de papel-manteiga, no tamanho de 15 x 12 centímetros.Fitilho vegetal, barbante de algodão ou arame fino ajuda a amarrar os sacos no pedúnculo dos frutos ou no ramo de sustentação.

 

 

Domesticar  animais  foi   fundamental  na  trajetória  dos   seres   humanos   primitivos

 

­­­pintura de animais domesticados Quase   tão  importante  como  a  invenção da  linguagem , o  controle  do  uso  do fogo   e   a  agricultura . Alguns  animais  foram  domesticados   há  séculos  e  ainda  hoje   são   os  dominantes  a  serviço dos  humanos  :  OVELHAS ,  CABRAS  ,  PORCOS ,  VACAS  E  CAVALOS . O    avanço  civilizatório   foi   um   produto  conjugado  de  seres  humanos , plantas  e  animais .

FORNECEDORES   ESSENCIAIS   AOS    HUMANOS

Os   animais   domesticados  proporcionaram  carne   e   leite   para   alimentar  as  pessoas ,lã   e  pele  para  vestimentas  e  tração   para   conduzir   gente   e  produtos .A  PRODUÇÃO   AGRÍCOLA   AUMENTOU   CONSIDERAVELMENTE   COM   O  USO   DE  ARADOS   DE  TRAÇÃO  ANIMAL  E   CARROÇAS   PARA  O  TRANSPORTE  DOS   EXCEDENTES .UM  DOS  RESULTADOS   FOI  O  AUMENTO   DA  POPULAÇÃO  MUNDIAL ,  ESTIMADA  NA  ÉPOCA   A   DEZ  MILHÕES  DE   PESSOAS . UM   DOS  ANIMAIS  MAIS  IMPORTANTES  NA   HISTÓRIA   HUMANA   FOI  O CAVALO .Ele   foi  o  tanque  de  guerra ,o  caminhão  ,  o  jeep   de  muitas   civilizações .  Os   elefantes   domesticados  foram  os  tanques  de  guerra  utilisados  por  ANÍBAL   BARCA  NAS  GUERRAS  PÚNICAS  CONTRA  OS   ROMANOS   QUE  CONSEGUIU   ATRAVESSAR   OS   PIRINEUS   NO  LOMBO   DESSES  ANIMAIS . Na   ASIA  O  IAQUE  E  OS  BUFALOS  AINDA   HOJE  SÃO  IMPORTANTES .Uma   condição   essencial  para  domesticar   animais  é   que  eles  vivam   em  bandos ,tendo  portanto  um  comportamento  associativo .Uma  grande   dificuldade  é    conseguir    que   eles   reproduzam   em   cativeiro .

 

 A BOVINOCULTURA É COMPROVADAMENTE LUCRATIVA

 

 

Para se formar uma vaca campeã de produtividade é preciso começar a cuidar dos animais, ainda na fase de bezerras.
Logo que nasce, a bezerra deve receber cuidados especiais, para mais tarde demonstrar, com boa produção, todo investimento aplicado pelo criador.
O manejo das bezerras é um dos mais importantes passos dentro de uma exploração leiteira moderna, já que a criação correta, se faz necessária e deve ser seguida criteriosamente, pois serão as grandes produtoras do rebanho no futuro, gerando divisas e sustento na propriedade rural.
É importante frisar que o manejo começa antes mesmo do nascimento da bezerra. A vaca que está gestando deve receber alimentação equilibrada e de boa qualidade. Próxima do parto, deve ser mantida em um piquete maternidade, onde é observada o tempo todo. No 8º mês de gestação deve-se aplicar a vacina contra pneumoenterite, seguindo a recomendação da bula do produto.

 Cuidados com a Bezerra:

Se a vaca tiver em boas condições de saúde, o parto deve ocorrer normalmente, sem a ajuda de leigos. Logo após o nascimento, deve-se limpar a boca e as narinas da bezerra retirando secreções e desobstruindo para melhor respiração. É interessante efetuar a massagem sobre as costelas, de modo cuidadoso, quando o animal tiver dificuldade de respiração.

 Colostro:

Nos primeiros três dias, após o nascimento, deve-se fornecer o colostro aos recém nascidos e o prazo ideal é de até 6 horas após o nascimento. O animal deve, de uma forma natural ou artificial, receber o colostro. Isto implicará em um melhor aproveitamento por parte do recém nascido, uma vez que, com o passar das horas haverá queda no índice cao de absorção das imunoglobinas (anticorpos). Quanto mais tempo demorar em fornecer colostro, menor será a chance de defesa do organismo do animal contra doenças que poderão ser adquiridas. Isto pode comprometer seu desenvolvimento e torná-lo mais fraco.
Cordão Umbilical:

O cordão umbilical deve ser cortado a mais ou menos três dedos da base e a desinfecção deverá ser feita com tintura a base de iodo a 2 ou 5%, durante os três primeiros dias, 3 vezes ao dia.

 Alimentação:

Durante os 3 primeiros dias, fornecer colostro à vontade várias vezes ao dia, podendo ser em mamadeiras ou através de balde.

Uma ração inicial de boa qualidade pode ser fornecida às bezerras uma semana após o parto, sempre sob orientação de um médico veterinário.

É interessante fornecer as bezerras a quantidade de 10% de leite referente ao seu peso. Ex: Bezerro de 40 Kg deverá consumir 4 litros de leite ao dia, isto é, dividido em 2 vezes, 2 litros de manhã e 2 à tarde. A partir da 4º a 6º semana de vida, deve-se colocar feno de boa qualidade à vontade para as bezerras, isto estimulará o funcionamento dos pré-estômagos.

Aos 60 dias já se pode efetuar o desmame, o que chamamos de desmame precoce. Nesta fase a bezerra deverá estar comendo de 1 a 1,2 Kg de ração ao dia.

É importante lembrar que deve haver no bezerreiro água de boa qualidade disponível para as bezerras durante o tempo todo. Sombra é sempre bom, especialmente para evitar o estresse térmico.

Resumo do Manejo Sanitário:

O Calendário de Vacinação deve seguir o seguinte esquema:
Pneumoenterite: A 1º base deve ser feita aos 7 dias de vida do animal, sendo 2 ml por via subcutânea. Deve-se repetir a dosagem aos 15 e 30 dias, com a mesma dosagem.
Carbúnculo: Vacinar os animais a partir do 3º mês de vida. Revacinar anualmente.
Brucelose: Vacinar entre o 3º e o 8º de idade, tendo em vista que a melhor época é entre 4 e 6 meses de vida.
Vermífugos: Aplicar a 1º dose a partir de 1 semana de idade e repetir a cada 30 dias, até completar 1 ano.
Vacina contra a Febre Aftosa: A partir do 2º mês de vida já deve receber a 1º dose e então nas campanhas.
Carrapaticidas e Bernicidas: Devem ser controlados assim que necessário.
Moscas-do-Chifre: Notando a infestação acima de 100 moscas por animal, deverá ser controlado imediatamente.
Mochação: Assim que aparecer o botão do chifre deve ser cortado e queimado.
Identificação: Poderá ser através de brincos, fichas individuais, contendo todos os dados dos animais.

 

VARIEDADES 
 

 

Você sabia...?

... que o mundo é dos ratos? De fato, há mais de 1.700 espécies de ratos distribuídas pelo mundo, dentre as quais cerca de 125 estão classificadas como pragas.  A Organização Mundial da Saúde estima que haja cerca de três ratos por habitante no mundo, o que resultaria em cerca de 21 bilhões.

... que, na antiga Roma, era costume fazer queijos enormes?  Alguns chegaram a pesar 1.000 libras, ou 450 kg.

... que um comportamento bem intrigante que todos os caprinos fazem, é o movimento rápido do balanço do rabo após defecar? Até o presente momento não há uma explicação cientifica para esse balanço de rabo.

... que o peso do estrume diário de um caprino ou ovino adulto equivale a 5% de seu peso vivo?

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Provérbio

- Vender e se arrepender é melhor do que não vender e se arrepender. (Ditado árabe)

- Melhor negar o favor do que fazer esperar. (Provérbio árabe)

- Só cheira a alho quem come alho. (Provérbio árabe)

- As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu próprio amigo se separa.

- Só vem na concha o que você mesmo colocou no pote. (Provérbio árabe)

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Ditado Esquisito

- Se correr o guarda multa, se parar o banco toma!

- Fácil é empurrar bêbado na ladeira.

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Ditado

- Gente nova e burros velhos botam o mundo a perder.

- Hóspede de avarento não precisa de purgante.

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Frase

- O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. (Isaac Newton)

- Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas. (Voltaire)

- Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas. (Voltaire)

- Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha. (Vitor Hugo)

- Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas. (Voltaire)

- A fórmula do sucesso eu ainda não sei; mas a do fracasso é contentar a todos.

- Não existe caminho para a felicidade... A felicidade é o caminho! (Gandhi)

 

 

RAÇÃO SUPLEMENTAR ELEVA QUALIDADE DO LEITE

 


Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
“Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

“As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

“Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.
Última atualização em Qui, 14 de Agosto de 2014 09:18
 
Veja ! Cruzamentos para Melhorar a Qualidade do Leite, Cão Miniatura Pinscher, Farmácia Basíca Rural, Raças Ovinas para produção de Carne... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 13 de Agosto de 2014 09:11

Cruzamentos para aumentar sólidos no Leite

     
 
 

 Cruzamentos para aumentar sólidos



Cada vez mais, o produtor está sendo requisitado a ficar atento à qualidade do leite, conferindo fatores como a contagem de células somáticas, a bacteriana e o índice de sólidos. Certo é que diferentes ações podem influenciar tais números, como ocorre com a alimentação, para a gordura e a proteína. Mas é a genética, por meio do cruzamento de raças, a maneira mais segura e duradoura de se otimizar esses teores, além de se obter outros benefícios.
 No dia-a-dia, tanto produtores como pesquisadores fazem suas experiências. Uns testam o que já se conseguiu com sucesso no Exterior, outros procuram novos cruzamentos, na esperança de estabelecer um caminho que mais lhes convenha. A comprovação real é demorada e depende de um bom acompanhamento com registros criteriosos. Isso ainda não é muito freqüente na pecuária leiteira brasileira, o que evidentemente restringe conclusões mais objetivas nessas circunstâncias.
Uma das cruzas que mais tem sido destacada é a da raça Jersey com Holandesa, tanto que a associação nacional da primeira dá como exemplo este procedimento, como também o cruzamento com o Girolando, como responsáveis pelo bom incremento nas vendas de sêmen dos seus reprodutores.
 No ano passado, já apareceu a comercialização, embora modesta, de sêmen do Jersolando brasileiro no relatório da Asbia-Associação Brasileira de Inseminação Artificial. Diferentes países utilizam este cruzamento, sendo o exemplo mais freqüente e contundente o da Nova Zelândia. Para verificar seus resultados nas condições brasileiras está em andamento um estudo, desde 2002, no campus da Ufscar-Universidade Federal de São Carlos, de Araras-SP. O número de animais em avaliação não é grande, totaliza 15 fêmeas Jersolando. Porém, a apuração de dados está se aprofundando, e os resultados, até agora, têm sido promissores.
 O professor Jozivaldo Prudêncio Gomes de Morais, que conduz a pesquisa, conta que são observados diferentes aspectos ligados à produção e à reprodução, através das várias  lactações. Um ponto fundamental é o aumento dos sólidos, visando a um mercado que se volta para isso. Como outros, ele aponta que o pagamento diferenciado é a forma de estimular o produtor a se preocupar mais com esse aspecto. Morais comenta que uma evolução de 1% nos teores já representa muito em termos do volume trabalhado pela indústria.
O rebanho utilizado como base da pesquisa na Ufscar é de Holandês PB, composto de 20 vacas procedentes do Uruguai, e o sêmen de Jersey é dos Estados Unidos. Os animais recebem concentrado e são mantidos, nas águas, em pastos de mombaça rotacionados, e na seca, recebem cana-de-açúcar.
Sobre a questão de se usar raças puras, ele comenta que nos cruzamentos, por meio da heterose, é possível aproveitar o que há de melhor nos diferentes grupos genéticos, aumentando a resistência, reprodução e produção dos animais.



JERSOLANDO NA DIREÇÃO DO TRICROSS

Os sólidos na pesquisa com os cruzados Jersolando meio-sangue (os 3/4 estão começando a produzir) "têm apresentado uma expressiva diferença, embora com teores abaixo dos do Jersey", observa Morais.
Eles estão, em média, com 6,07% de gordura, 3,00% de proteína e 4,47% de lactose, contra 4,08%, 3,05% e 4,31%, respectivamente, do Holandês PB. No total da lactação, o Holandês e o cruzado produziram em torno de 4.400 kg, com o Jersolando rendendo até um pouco mais; contudo, a diferença não é significativa, pondera o pesquisador. A idade ao primeiro parto do cruzado foi de 25,8 meses, e de 28,4 meses, para o puro, enquanto o período do parto atéo cio ficou em 40,3 dias para o primeiro grupo, e em 70,8 dias, para o segundo.
O retorno daconcepção mais tardia desse grupo, de acordo com Morais, pode estar relacionado à questãodo estresse térmico desta raça mantida a pasto numa região quente. Outros a relacionam a questões envolvendo a consangüinidade na raça. Em relação aos cascos dos animais cruzados, não se identificaram problemas. Um aspecto limitante do ponto de vista econômico pode ocorrer como resultado do sistema de produção. Isso porque, como afirma, em vacas mantidas em free-stall se pressupõe um grande volume de produção por animal, e aí, o Holandês rende muito mais. Morais enfatiza que as pesquisas ainda estão em andamento e que espera um maior número de lactações acumuladas e avaliadas; hoje, em número de quatro.
Ele deseja estudar aspectos da longevidade, englobando produção, fertilidade e cascos. Também irá estudar os hábitos de pastejo, como o tempo, horários e a taxa de bocado, pois lembra que em outros países são utilizadas gramíneas que não existem por aqui e o clima é diferente.
Para dar continuidade a esse cruzamento, uma possibilidade, segundo Morais, seria o sistema "vai e volta", alternando o sêmen das duas raças. A pesquisa também enfoca, agora, os efeitos de uma terceira raça, a Sueca Vermelha, com os primeiros animais tricross nascidos devendo entrar em produção no ano que vem. A meta é ver o resultado considerando que aheterose irá se manter mais elevada do que a alternância com duas raças, conseguindo com isso um resultado semelhante aos do meio sangue. A idéia é, depois, voltar com Holandês, Jersey e, de novo, com a Sueca Vermelha.
Esta raça, como indica Morais, tem características interessantes para o Brasil, pois está habituada a ficar um bom tempo solta no pasto, tem um porte robusto similar ao do Holandês e apresenta bons níveis de produção, reprodução e de sólidos; estes, ficando um pouco acima do Holandês, mas um pouco abaixo do Jersey. A raça já é pesquisada e utilizada em cruzamentos em outros países e por vários criadores no Brasil.



GIROLANDO

Outro estudo que verificou os impactos de cruzamentos na qualidade do leite, na reprodução e, principalmente, em relação ao retorno econômico, aconteceu por intermédio da Embrapa Gado de Leite.
Ele foi realizado pelos pesquisadores Roberto Luiz Teodoro, desta instituição, e por Fernando Enrique Madalena, professor da Escola de Veterinária da UFMG-Universidade Federal de Minas Gerais. Foram 14 anos de coleta de dados envolvendo a análise de um total de 480 lactações de 75 animais por toda sua vida produtiva.
A base do rebanho foi resultante de cruzamentos entre  Holandês e Gir, obtendo-se animais com vários graus de sangue, para posteriormente serem inseminados formando três grupos para avaliação: um com a volta do Holandês, outro com Jersey e um com o Pardo-Suíço.
A maioria do sêmen utilizado era procedente dos Estados Unidos e do Canadá. Na análise econômica, entram os custos do concentrado, pastagem, volumoso, ordenha, dentre outros. Como receita, se considerou a venda do leite, novilhas excedentes e o descarte de vacas. O sistema de produção adotado foi o da cria artificial das bezerras, com a venda dos machos ao nascer.
Assim, suas conclusões não devem ser extrapoladas para outro tipo de manejo. No estudo, foram calculadas quatro situações diferentes de pagamento do leite, desde a que não remunera por sólidos até a que paga mais pela proteína; menos pela gordura e com desconto pelo veículo (volume). Madalena comenta que o maior lucro, em todas as condições de pagamento, ficou com o tricross de Jersey. Isso, por serem animais de menor porte, que exigiram um gasto mais baixo com a mantença. Mostraram-se mais férteis, com a média do primeiro parto acontecendo aos 2,68 anos, contra 3,07 anos do Holandês e 3,17 anos do Pardo-Suíço.
Sua vida útil atingiu 8,12 anos, em média, com parando com 7,24 anos do Pardo-Suíço, e 6 anos, do Holandês. Quanto aos teores de gordura e proteína,estes se mostraram mais elevados no cruzamento com o Pardo-Suíço, 3,77% e 3,16%, respectivamente, vindo, logo a seguir, a Jersey, com 3,73% de gordura e 3,10% de proteína. Mas o pesquisador afirma que a rentabilidade ficou menor com a Pardo-Suíço, por aspectos como a entrada mais tardia em reprodução.
Ele ressalta que o pecuarista deve analisar todo um conjunto de fatores para determinar qual tipo de animal é realmente mais lucrativo. Uma alternativa para dar continuidade ao tricross de Jersey, como sugere Madalena, seria voltar com o Gir quando os animais apresentarem 7/8 ou mais de sangue europeu. A ele, se seguiria o Holandês, e depois, o Jersey.



RAÇA HOLANDESA

 
É inegável a superioridade da vaca Holandesa na produção de altos volumes de leite, particularmente em sistemas mais intensivos. Esta capacidade de grande produção de leite e de seus componentes faz com que a raça Holandesa seja reconhecida hoje por sua alta lucratividade, particularmente em períodos de justa remuneração pelo litro de leite.
Por ser a raça bovina de maiores produções de leite, tem sido a raça de escolha em diversas regiões, tanto no Brasil como em outros países. No Brasil, além das regiões de clima mais ameno onde a raça Holandesa já é explorada há muitas décadas, poderíamos citar a escolha da raça Holandesa em novos projetos leiteiros no estado de Goiás, hoje o segundo maior produtor de leite nacional, ou ainda no sudoeste paranaense, regiões até pouco tempo atrás consideradas inóspitas para uma raça européia especializada.
A principal qualidade da raça Holandesa é a sua extraordinária capacidade de produzir grandes volumes de leite. Por causa do seu sucesso como uma raça de altas produções leiteiras, por longos períodos de lactação, a raça Holandesa tem uma demanda crescente em todo o mundo.
Outro ponto a ser destacado é o notável melhoramento alcançado na raça Holandesa em volume (ou quilogramas) dos componentes gordura e proteína. Embora a raça Holandesa seja corretamente associada com a produção de leite com os mais baixos teores de gordura e de proteína é importante salientar que o mais importante para a indústria são volumes de componentes, e não seus percentuais.


 A raça Holandesa é a raça leiteira que produz as maiores quantidades de gordura e de proteína, até mesmo superiores a raças reconhecidas pela excepcional composição do seu leite.A raça Holandesa tem que continuar a se preocupar com características de saúde, resistência e conformação que afetam a lucratividade vitalícia da vaca leiteira. É evidente que para dar retorno econômico a um produtor exige-se que esta vaca permaneça um tempo mínimo no rebanho.
 
 
 
Miniatura Pinscher
dog
 
Tamanho: de 25 a 30 cm na cernelha pelos padrões da FCI (Federação Internacional de Cinofilia).

Peso: o peso médio fica entre 4 e 7 quilos.

Aparência: corpo bem balanceado; movimentos vivos e energéticos. Vigoroso e alerta.

Pelagem e cor: pêlos curtos e densos, suavemente assentada, lustrosa e sem falhas. Cores sólidas, em várias tonalidades, do castanho ao vermelho cervo ou black-and-tam (preto com marcas castanhas). Nos cães pretos e castanho é desejável marcas castanhas bem nítidas localizadas nas faces, no focinho, acima dos olhos, sob o queixo, na garganta, dois triângulos no peito na altura do externo, nas patas, e sob a cauda.

Cabeça: forte e alongada. A testa deve ser achatada e sem rugas. A mordedura deve ser em tesoura. Os olhos devem ser escuros, ovais e de tamanho médio. As orelhas podem ser cortadas ou não.

Cauda: de inserção alta e portada erguida, deve ser cortada na terceira vértebra.
Expectativa de vida: Acima de 15 anos.
Em Alemão, pinscher quer dizer mordida, que deriva do hábito dos cachorros de pular e morder ferozmente sua caça. Originários do cruzamento de English Black and Tan Terrier, German Pinscher, Dachshund e Italian Greyhound, os cãezinhos dessa raça são considerados cães de guarda, estando classificados pela Federação Internacional de Cinofilia (FCI) no mesmo grupo de outros animais, como o Rottweiler, o Dobermann, o Mastife, o Boxer e o Dogue Alemão.

O Miniatura Pinscher tem características bastante peculiares: personalidade forte, muita energia, apego ao dono, entre outras que o torna perfeito como cão doméstico. Os cuidados com o tratamento desses cachorros não exigem muito esforço por parte dos seus donos. Pelo contrário, para que o pêlo desses animais permaneça sedoso e com brilho intenso, por exemplo, uma escovadinha esporádica dá conta do recado. Além disso, os banhos freqüentes não são muito recomendáveis. Às vezes uma toalha molhada com água morna substitui muito bem as lavagens.

Por ser um animalzinho extremamente perspicaz, e tendo em vista sua tendência a investigador, é extremamente importante tomar cuidado com objetos pequenos soltos pela casa. É muito comum esses cãezinhos ingerirem os objetos que encontrarem pela frente.

Os problemas de saúde que geralmente atingem essa raça são: dentição dupla (os dentes de leite não caem), luxação de patela (deslocamento do joelho) e problemas na cabeça do fêmur.

Ao contrário da maioria dos cães domésticos, os animais dessa raça são exímios cães de guarda. Entretanto, isso não os faz perder o gosto pelas brincadeiras. Também adoram aprender truques.

São cães possessivos e com presença de espírito, curiosos, mas desconfiados com estranhos. E por serem sensíveis e delicados, não devem ser deixados sozinhos com crianças pequenas, porque alguma brincadeira mais bruta pode machucá-los seriamente. Contudo, são excelentes companhias para crianças maiores e adolescentes.

Apesar de terem a fama de histéricos, se bem educados serão uma excelente companhia. Entretanto, os donos desses animais devem estar cientes de que eles não são cães de companhia, pois, caso o contrário, poderão mimar excessivamente o animal tornando-o insuportável. Portanto, o tratamento adequado que deve ser dado aos Miniatura Pinscher é o de um cão de guarda.

Teimosos, orgulhosos e independentes, esses animais não se sentem intimidados quando em contato com animais maiores, muito pelo contrário, enfrentam-os sem o menor receio. Por isso, é indispensável que o dono desse pequeno feroz, seja uma pessoa preparada para enfrentar um cachorrinho invocado Por serem naturalmente dominantes, muitos enfrentam os próprios donos quando contrariados.
Quanto à capacidade de aprendizado, normalmente serão precisas de 15 a 20 repetições antes que esses animais obedeçam de forma imediata. Depois que eles aprendem e adquirem o hábito do novo comportamento, eles geralmente retêm os comandos com uma certa facilidade. Outra característica destes cães é que eles costumam responder logo no primeiro comando. O que os diferencia dos melhores cães em obediência, todavia, é o fato de que eles tendem a demorar um pouquinho mais de tempo entre o comando e a resposta, além disso eles tendem a apresentar um maior grau de dificuldade em se concentrar no comando quando o dono se distancia fisicamente deles. No entanto, dedicação, paciência e persistência são peças-chave para um maior grau de obediência desta raça.
 
 
 
Montar a farmácia da fazenda começa bem antes da aquisição de qualquer produto.
 
 


           Além do programa sanitário, rastrear com minúcia as ocorrências sanitárias da propriedade facilita essa tarefa, que se torna depois mais complexa quando entra em cena a administração de estoques de produtos. A fim de chegar ao que é necessário para a enfermaria do rebanho, o pecuarista também precisa identificar os problemas mais comuns dos últimos anos e não perder de vista o calendário de vacinação.

 Dependendo da época, e da era dos animais, não podem faltar, portanto, as vacinas compulsórias contra febre aftosa (duas vezes ao ano), brucelose (dose única para as fêmeas aos quatro meses), bem como a de carbúnculo sintomático (primeira dose a partir dos 60 dias, a segunda à desmama e depois anualmente para todo o rebanho, à exceção das vacas). Igualmente devem entrar na lista vermífugos, antiinflamatórios e antibióticos para emergências, dependendo do histórico da fazenda.

Uma propriedade bem manejada coopera na organização da compra de medicamentos,
como exemplo é  uma estação de monta definida. As compras de produtos para a cura do umbigo dos bezerros e para surtos de diarréia, que acometem cerca de 5% dos animais em criação extensiva quando começam as parições, se concentram em períodos determinados, em vez de se esparramarem, picadas, ao longo de todo o ano, caso a época de cobertura não for fixada.

Nas diarréias, quando ocorrem infecções ou se é necessário recorrer a um outro "mata-bicheira", a receita antibióticos de longa ação, que apresentam eficácia maior. Por falar em receituário, o professor enfatiza a necessidade de acompanhamento de um médico veterinário, que deve se estender até o uso correto do produto. Destaca também a conveniência de treinamento do pessoal de campo, habilitando os peões a identificar os problemas sanitários.

Errar as dosagens dos medicamentos é outra fonte de desperdício. Em geral define-se o quanto fornecer a cada animal pelo peso. Por isso, incluir as pesagens na rotina do manejo rende em outras frentes. Com essa prática, a sobra de vermífugos passou da casa de 30% para apenas 1%.

O manejo inadequado das agulhas pode se tornar também outro motivo de perdas ao se proceder o fornecimento de um remédio. Cada uma serve para a aplicação de 10 animais no mesmo dia. Ao final dos trabalhos, é hora de desinfectar e ferver, para voltar a usá-las no dia seguinte. Não é necessário descartá-las, apenas quando entortarem ou perderem o poder de corte.

Na condução de determinados programas sanitários, às vezes vale mais o calendário em função do manejo e clima que o do mês a mês. Em outros casos não há como fugir.
 
raças especializadas em produção de carne ovina      
 
 

Eventos especiais para ovinos especializados em produzir carne

 

 

As raças especializadas em produção de carne ovina, conhecidas como “Maquinas de produzir carne” são Dorper e White Dorper , criadas pelos ingleses na África do Sul, onde a seleção completa mais de oito décadas. O Dorper e o White Dorper são raças com aptidão exclusiva para produção de carne. São animais de muita rusticidade, com incrível fertilidade e que imprimem precocidade de carcaça aos cordeiros. De acordo com especialistas, quem investe nesses ovinos conseguem agregar ganhos de até 25% nos rendimentos da propriedade, com animais que vão para abate entre 100 e 150 dias, com 40 quilos de peso, médias que definem o produto de melhor qualidade e aceitação.

“Já são mais de 40 mil animais no Brasil, número que não para de crescer, motivado especialmente pela excelente adaptabilidade de Norte a Sul do Brasil.  No Sul, por exemplo, os criadores usam mais o White Dorper para agregar valor de carcaça às raças lanadas. Nos estados mais acima do trópico, as duas raças respondem por animais produtivos e que vão para o abate mais cedo”, argumenta o engenheiro-agrônomo Carlos Vilhena, gerente da Campo Verde, uma das maiores criadoras do Brasil.

Para promover a raça a Dorper Campo Verde realiza entre os dias 14 e 15 de outubro, em Jarinu, interior de São Paulo, a terceira edição do Concurso Borrega do Futuro, evento muito disputado e que se firma como revelador de futuras campeãs de pista. Com uma proposta diferenciada, pensada para atrair novos investidores, o evento reunirá fêmeas de 04 a 12 meses de idade para julgamento, sendo que a campeã e a reservada em cada categoria serão ofertadas em leilão no dia 15, a partir das 14h.

 Cerca de 150 borregas são esperadas, vindas de propriedades em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro.  O julgamento será realizado pelo especialista Freddie Dreyer, presidente da Namibian Dorper Breeders, que no ano passado surpreendeu a todos pelo vasto conhecimento técnico, fazendo críticas construtivas sobre os trabalhos de seleção feitos no Brasil.

 

 

CÃES - RAÇA LABRADOR

Labrador

 

Originário da região da Terra Nova, no Canadá, o Labrador Retriever combina as características do Labrador original e de outros Retrievers. Essa raça apresenta aparência forte, pêlo macio e de diversas cores, temperamento tranqüilo, amigável e equilibrado, além de mostrar grande adaptabilidade a diferentes condições, bem como e  versatilidade no desempenho de tarefas (busca e resgate de sobreviventes e desaparecidos, guia para cegos, etc.
 
Levando em consideração a diversidade de cores nessa raça, algumas pessoas ainda acreditam que existe uma predominância dos genes das cores escuras sobre os das cores claras. No cruzamento de um Labrador Amarelo, com outro Amarelo só nascerão filhotes Amarelos. Se os dois pais são Chocolates, os filhotes podem ser Chocolates ou Amarelos, mas nunca Pretos. Quando dois Labradores Pretos cruzam, os filhotes podem nascer Amarelos, Chocolates ou Pretos.
 
cao1
 
Tamanho - Machos: de 57 a 62 centímetros; Fêmeas: de 54 a 60 centímetros.
 
Peso - Machos: de 28 a 36 quilos; Fêmeas: de 24 a 30 quilos.
 
Aparência: Corpo compacto e quadrado, com movimentos enérgicos e fáceis.
 
Pelagem e Cor: Pelagem lisa, curta, espessa e forte. Cores: Preto, amarelo (do creme ao vermelho profundo) ou marrom (tons claros e escuros).
 
Cabeça: Crânio largo, focinho reto; olhos de tamanho médio, de preferência castanhos ou pretos; orelhas de tamanho médio pendendo junto à cabeça.
 
Cauda: De comprimento médio, bem grossa, reta e afilada, nunca curva. A aparência é de uma cauda de lontra, de altura e comprimento perfeito para derrubar tudo que estivem em cima de uma mesinha de centro.
 

Expectativa de vida: De 10 a 15 anos.

 
Veja ! Genética de Pelagens dos Cavalos, A Seca no Nordeste, Alternativas de Produtos Naturais, Eficácia da Fibra de Coco e Bagaço de Cana... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 11 de Agosto de 2014 08:34

GENÉTICA DAS PELAGENS DOS CAVALOS

GENÉTICA DE PELAGENS



Pouco se conhece sobre o modo de herança dos genes envolvidos com as pelagens e existem muitas divergências entre autores.

A espécie eqüina apresenta grande variedade de pelagens, que são determinadas por vários pares de genes proporcionando uma infinidade de combinações gênicas.

No Brasil são usadas várias nomeclaturas para definir as pelagens, isso se da por regionalismo causando alguma confusão.

Existem diversas teorias sobre a forma de transmissão dos genes envolvidos com as pelagens dos eqüinos. A mais estudada é a da escola americana de Castle, que propõe um abecedário para designar esses genes.

No ABC da genética das pelagens dos eqüinos, alguns genes, tem ação bem conhecida, mas, muitos são desconhecidos ou sem comprovação.

Genes da série C (Color)

Vamos mencionar a letra (C) em primeiro lugar devido a sua importância. Nesta série tem-se o alelo dominante (C) e o recessivo (c). O (C) é responsável pela produção do pigmento melânico, pois permite que a reação bioquímica, descrita a seguir, aconteça em todas as suas etapas.

Tirosina + Dopa tirosinase + cobre Melanóide + Proteína = MELANINA

Na presença do alelo recessivo e, na forma homozigota (cc) o animal é incapaz de formar o pigmento denominado MELANINA, por uma deficiência da enzima tirosinase. A reação descrita não se completa. Esses animais são chamados de ALBINOS e possuem pelos brancos, pele e olhos róseos, pois o sangue é visualizado por transparência. O verdadeiro albino é observado nos coelhos e ratos. Na espécie eqüina nunca foi descrito nenhum animal com deficiência total de pigmento melânico. Na verdade os cavalos conhecidos como albinos possuem na verdade deficiência de produção de melanina e não ausência total.

(CAVALO ALBINO)

Genes da serie B (Black)

Os alelos desta série, (B e b), são responsáveis pela cor do pigmento produzido. O (B), dominante, quando acontece no genótipo nas formas homozigotas (BB) e heterozigota (Bb), determina que o pigmento produzido seja preto. Seu alelo recessivo em homozigose (bb) leva a produção do pigmento vermelho. Com esse conhecimento será possível definir os genótipos das pelagens preta e alazã.

(CAVALO PRETO)

Pelagem Preta CCBB x CCBb = 25% BB Preto, 50% Bb Preto e 25% bb Alazã

(CAVALO ALAZÃO)

Pelagem Alazão CCbb x CCbb = 100% Alazã

Genes da serie A (Aguti)

Os alelos desta série são responsáveis pela produção da FEOMELANINA, que determina clareamento da pelagem em áreas especificas. Desta forma, se o animal estiver produzindo pigmento preto (B) e o gene para feomelanina estiver presente no genótipo, determinadas áreas da pelagem serão de coloração vermelha e se o pigmento produzido for vermelho (bb) a presença da feomelanina tomará áreas especificas de tonalidade amarelada.

Na serie (A) deve-se considerar, em ordem de dominância, os alelos relacionados a seguir:

(A +, A, a + a) Determina clareamento que fica restrito as áreas da cabeça, flancos e focinhos.

(B_A+) Na presença de (B), alelo responsável pela produção do pigmento preto, o (A) determina a pelagem conhecida como castanho pinhão. O animal terá produção do pigmento preto com clareamento (tonalidade avermelhada) na cabeça, flancos e axilas.

(BbA+) Pelagem vermelha com áreas amareladas na cabeça, flanco e axilas.

(A) Clareamento de toda a cabeça, pescoço e tronco.

(B_A) Pelagem castanha. O animal terá crina, cauda e membros pretos demonstrando a presença do (B_) no genótipo. O alelo (A) provoca clareamento da pelagem na cabeça, pescoço e tronco tomando o pigmento de tonalidade avermelhada.

(CAVALO CASTANHO)

B_A_bb Pelagem Castanha

(bbA_) Pelagem alazã sobre baia. Com esse genótipo o animal vai se apresentar com crina, cauda e membros vermelhos, pois o pigmento produzido será o vermelho (alelo b em homozigose), mas a presença do (A) no genótipo provoca clareamento nas regiões da cabeça, pescoço e tronco, tornando a pelagem dessas regiões de tonalidade amarelada.

Genes da Série D (Dilution)

A ação do alelo dominante (D), desta série é provocar diluição na tonalidade da pelagem, agindo na intensidade de produção e distribuição do pigmento produzido. Assim, animais que possuem esse alelo na forma dominante (D) terão menor produção de pigmento melânico. Seu efeito é somativo, ou seja, na forma dominante homozigota (DD) haverá menor produção de pigmento que na forma dominante heterozigota (Dd).

(CAVALO BAIO)

A_B_DD Pelagem Baia

(CAVALO BAIO AMARILHO)

A_bbDd

(CAVALO LOBUNO)

aaB_D

Genes da Série E_ (Extension)

(E e ED) O alelo (E) é um fator de extensão e determina que o pigmento produzido seja uniformemente distribuído em toda extensão do corpo. Sua ação é antagônica ao alelo (A), pois este determina clareamento em regiões especificas e aquele, que o animal seja uniformemente pigmentado. Portanto o (E) é hipostático sobre o (A), ou seja, na presença de (A) ele não se manifesta no fenótipo do animal. O eqüino poderá ser portador do (E) e conseqüentemente transmiti-lo a prole, mas não saberemos identificar a presença desse alelo no seu genótipo pela observação de sua pelagem

O alelo recessivo (e) restringe a distribuição do pigmento na cabeça. Nas demais regiões do corpo, alguns pigmentos pretos tornam-se vermelhos e os vermelhos passam a ter tonalidades amareladas.

O alelo (ED) é um mutante da série (E). Sua ação é produzir muito pigmento que será uniformemente distribuído por toda extensão do corpo. Tem efeito epistático sobre (A), ou seja, na sua presença o (A) não se manifesta. Assim o acasalamento de animais de pelagem preta comum, oriundos do genótipo (aaB_E_) poderá ocorrer nascimentos de potros de pelagem preta ou alazã. No entanto, quando os reprodutores pretos forem portadores do alelo (ED) (Preta Azeviche), pode-se esperar desse acasalamento a ocorrência também da pelagem castanha. O preto (B ED) poderá carrear o alelo (A) sem que este se manifeste no fenótipo. Os portadores do (E) possuem intensa pigmentação na pelagem e seu efeito traz como conseqüência variedades:

(CAVALO ALAZÃO TOSTADO)

(BbaaE) Alazã Tostada ou (BbA_E) Alazã Tostada

Genes da Série G (Gray)

O alelo dominante da série (G) é responsável pela pelagem tordilha. Quando acontece na forma homozigota (GG) ou heterozigota (Gg) em qualquer dos genótipos, o animal nascerá com a pelagem determinada por esse genótipo e terá aparecimento gradativo de pêlos brancos até se tornarem completamente brancos.

(FOTO DE UM CAVALO TORDILHO)

A ação do (G) é impedir que o pigmento produzido pelo melanócito (célula produtora de melanina) seja distribuído para o pêlo.esse pigmento se acumulará dentro da célula e migrará para as extremidades do corpo. Em conseqüência desse acumulo gradativo de pigmento nas células das extremidades, alguns autores sugerem que o gene da pelagem tordilha (G) predisponha a uma patologia denominada “MELANOSE”. Essa suspeita, entretanto, ainda não teve comprovação cientifica.

Outra particularidade desse alelo é seu efeito somativo, ou seja, sua forma homozigota (GG), o clareamento da pelagem será mais rápido que na forma heterozigota (Gg). É importante ressaltar também que o (G) é um gene epistático sobre todos os outros, ou seja, somente vai se manifestar no fenótipo quando estiver presente no genótipo, levando a um clareamento gradativo da pelagem e nunca será mascarado por um outro gene. Então, um animal para ser tordilho terá, obrigatoriamente, um de seus pais também tordilho.

Na seleção para a pelagem tordilha é fundamental considerar os seguintes aspectos:

O animal com o genótipo (GG) clareará mais rapidamente que o de genótipo (Gg).

Do acasalamento de dois reprodutores tordilhos com clareamento rápido, tem-se 100% da progênie também da pelagem tordilha.

GG x GG = s 100% Tordilhos

Do acasalamento de dois reprodutores tordilhos de clareamento lento, 75% dos potros nascerão de pelagem tordilha.

Gg x Gg = 25% (GG%) Tordilhos, 50% (Gg) Tordilhos e (gg) 25% outra pelagem.

Do acasalamento de um animal tordilho de clareamento rápido com outro de qualquer outra pelagem, 100% dos produtos serão de pelagem tordilho de clareamento lento.

(GG x gg) 100% (Gg) Tordilho

Do acasalamento de um animal tordilho de clareamento lento com outro de qualquer outra pelagem, 50% dos potros serão também de pelagem tordilha.

Gg x gg = 50% Tordilho e 50% de outra pelagem

Por seu efeito epistático, sempre que o alelo (G) estiver presente no genótipo, o animal será de pelagem tordilha e, portanto, um eqüino de pelagem tordilha terá, obrigatoriamente, um de seus pais também de pelagem tordilha.

Genes da Série M (Markings)

Aralelos (M) e (m) são os genes responsáveis pelo aparecimento das particularidades das pelagens (calçamentos, estrela, cordão, etc) tem sido amplamente estudados e os autores divergem quanto à letra a ser utilizada para a sua designação.

O gene para particularidades de pelagem (calçamento e particularidades de cabeça) é recessivo (mm).

Na seleção para animais sem particularidades, seria necessário eliminar todos os animais que apresentassem particularidades.

(mm) x (mm) = 100% mm

Na seleção para animais sem particularidades, seria necessária a eliminação de todos os reprodutores, machos e fêmeas, que tivessem filhos com particularidades.

(Mm) x (Mm) = 25% MM (Sem particularidades), 50% Mn (sem particularidades) e 25% mm (com particularidades)

Sempre que o animal tiver particularidades nos membros terá também algum sinal na cabeça, pois existe associação entre calçamento e algumas particularidades de cabeça.

Sempre que o animal tiver particularidades nos membros terá também algum sinal. Parece haver sinais de cabeça com herança independente da dos membros.

Tamanho e forma das particularidades de membros e cabeça são ocasionados por genes modificadores independentes.

Genes da Série R (Roan)

(R) e (r) o alelo dominante desta série (R) é responsável pela pelagem rosilha. Este gene, atuando sobre a cor base (qualquer outra pelagem), determina que o animal apresente interpolação de pêlos brancos e pêlos pigmentados disseminados pelo corpo, sem caráter invasivo nem evolutivo. A proporção de pêlos brancos é maior no pescoço e tronco que na cabeça e extremidades dos membros, os quais se destacam por uma tonalidade mais escura.

(FOTOS DE UM ANIMAL ROSILHO)

O portador do alelo (R) diferencia-se daqueles que tem o (G), pois sua ação faz com que o potro, já ao nascimento, apresente interpolação de pêlos brancos no pescoço e tronco. Na pelagem tordilha, o branqueamento é progressivo e a interpolação de pêlos brancos ocorre em toda a extensão do corpo, inclusive na cabeça. Podem haver casos de potros que nascem Rosilhos e apresentam um branqueamento gradativo. Essa situação acontece quando, alem do (R), ocorre também o (G) epistático no genótipo do animal.

A expressão desse gene ainda não está totalmente esclarecida, existindo, por exemplo, informações contraditórias sobre seu efeito letal embrionário, quando em homozigose dominante (Caldeiras & Portas, 1999) e sobre sua condição de epistasia, pois (Bowling, 1997) citou que o animal Rosilho não terá necessariamente de ter um dos pais também de pelagem Rosilha.

Genes da Série W (White) - (W) e (w)

O (W) dominante é responsável pela pelagem branca. Tem características de epistasia, ou seja, mascara o efeito de todos os outros genes que já foram mencionados. Seu alelo recessivo (w) permite a manifestação do restante do genótipo. Os cavalos brancos ocasionados pelo alelo (W) apresentam pêlos brancos, olhos azulados, castanhos ou amarelados e apenas algumas áreas do corpo pigmentadas. Esses indivíduos são sempre heterozigotos (Ww). Os fetos portadores do genótipo (WW) são reabsorvidos ou abortados. Essa combinação genética leva a deficiência de assimilação do cobre e o feto morre de anemia, em conseqüência da importante função desse mineral na formação da hemoglobina.

Ww x Ww = 25% Morte Embrionária, 50% Brancos e 25% Outra Pelagem

Existem também outra séries de genes como o (LP – Leopard) encontrado em cavalos Apalloosa, genes da série (O – Overo) responsável pelo aparecimento de malhas brancas na pelagem, genes da série (P – Paint) também conhecido como Tobiano onde os animais apresentam malhas brancas despigmentadas.

Desta forma, é de grande importância que os criadores e técnicos tenham um certo conhecimento sobre a genética das pelagens, podendo assim, direcionar sua criação visando na medida do possível a pelagem favorita.

 

 

O sertanejo e a seca



O Governo Federal pratica discriminação contra os nordestinos, mas isso fica acobertado pela visão tétrica dos flagelados das secas, crise após crise, alimentando aqueles que vivem desses miseráveis episódios humanos que teimam em não sair do dia-a-dia do grande país.

 

O escritor Woden Madruga me pede para escrever sobre a Seca, um assunto que ninguém gosta de falar. Fico  acuado pensando como esse assunto ficou pequeno diante das Agendas do Congresso Nacional, das Assembleias dos Estados nordestinos e do discurso dos candidatos a prefeito na última e recente eleição. Nenhum falou sobre a Seca que castigava e castiga ainda seus eleitores.

O Semiárido e seus bichos, suas plantas e sua gente amargam o esquecimento institucional e ficaram pequenos a partir da extinção do Conselho Deliberativo da Sudene, onde governadores como Aluízio Alves, Miguel Arrais, ACM e tantos outros gritavam para o país inteiro ouvir as dores dos seus povos bem governados. Acabou, esse tempo se foi. O Nordeste seco perdeu a voz, creio, para sempre.

Se quiser, pensando nos rebanhos de vacas magras e prenhes que após o parto o bezerro cai e fica no chão, só e abandonado, deixo algumas lágrimas caírem na solidariedade muda aos sertanejos que vivem da criação desses lendários animais. Pois é, cabe perguntar, quem cuida de nós, produtores rurais do Semiárido?

- O Governo Federal criou o Programa da Agricultura Familiar e nele botou miniprodutores, apoiando-os com Bolsa Família, Bolsa Estiagem, Seguro Safra e crédito rural bom e barato. E foi por essa via que os ex-futuros flagelados foram absolvidos e resguardados. São agricultores de lavoura de subsistência – milho, feijão, mandioca e jerimum. Dependem da chuva anual. Quando a Seca traz pra eles o roçado vazio são as Bolsas que os protegem.

- E, agora, eu pergunto qual o nome que deve ser dado aos outros, milhares de produtores rurais e suas famílias, que vivem nas mesmas terras secas desses sertões do Nordeste?

O Semiárido pode ser muito rico, como em outros países. 

Era preciso que uma verdade milenar fosse estabelecida: todos os produtores rurais, mini, pequenos, médios e grandes são iguais perante a Seca. Quando ela se instala, sob a luz do sol abrasador, todas as fronteiras desaparecem entre Estados, municípios e fazendas cobrindo regiões imensas e suas populações. A Seca não tem endereço, está no sertão de todos nós.

As políticas públicas para o Semiárido podem diferenciar os seus beneficiários, mas não podem excluir usuários do mesmo chão. Excluir é discriminar. Esta distorção conceitual deve ser removida dos Planos de Safra pelos formuladores da política agrícola do país.

Fico imaginando um palco enorme, do tamanho do Sertão, onde entrariam em cena Dona Seca e o Doutor Governo Federal. No meio do palco, onde ocorrerá a batalha, estariam nós, os produtores e seus rebanhos. Pois bem, abre-se a cortina e começa a luta dessas duas grandes forças. Passado o primeiro ano quem ganhou e quem perdeu patrimônios do seu modo de produzir e viver? Dona Seca ganhou, encurralando o pobre e amofinado Governo Federal.

Dona Seca quando chega demora-se a ir embora, dura um ano, dois e, às vezes, três anos. Não se assemelha às enchentes, aos furacões destruidores e passageiros. Pois bem, nesse 2012 e começo de 2013, Dona Seca já ganhou do Governo Federal.

A bem da verdade é uma derrota que se repete ao longo da nossa história. Cabe perguntar: será que o Nordeste brasileiro é a única região Semiárida do planeta? Claro que não. Existem regiões produtivas nas terras secas dos EEUU, Argentina, Austrália, Espanha, partes da Ásia e África. O México tem na sua bandeira um pé de palma, símbolo da fertilidade do seu Semiárido.

Há, portanto, um conhecimento disponível, uma “fonte de saber”, construída ao longo de séculos de convivência com as suas secas. Aqui no Rio Grande do Norte criamos uma ação inovadora – o Programa do Leite. Deixado à míngua, foi salvo, na última hora, pelas mãos do atual Governo do Estado.

Termino esta carta com a cara pra cima, procurando chuva no céu, sem nuvens, sem luz para clarear a inteligência das instituições que cuidam do nosso Sertão.

Só pra ilustrar: a Barragem de Poço Branco está com uma comporta quebrada, esvaindo a sua água para o mar! Faz é tempo, viu DNOCS?

 

 

UMA ALTERNATIVA COM PRODUTOS NATURAIS E AO MESMO TEMPO EVITANDO OS AGROTÓXICOS

 



Calda Bordalesa

Ingredientes: 200 g de sulfato de cobre; 200 g de cal virgem; 20 l de água e uma faca de aço. Preparo: para o seu preparo utilize vasilhame de plástico ou de cimento amianto ou madeira. Coloque o sulfato de cobre enrolado em pano, em forma de saquinho. Dissolva-o na véspera em 5 litros de água. Em outro vasilhame, misture cal virgem em 15 litros de água. Após, misture ambos, mexendo sempre. Para medir a acidez, pegue uma faca de aço (não inox) e mergulhe a parte da lâmina durante 3 minutos nessa mistura. Não escurecendo, a calda estará pronta. Caso contrário, adicione mais cal virgem. Quando pronta, a calda tem validade para três dias. Aplicar no início da doença. No verão, em plantas novas, deve ser usada em concentração 50% menor. Nunca pulverize a calda no período mais quente do dia e se aplicada em temperatura baixa, perde a sua eficácia.

Calda Sulfocálcica

Ingredientes: 2 kg de enxofre; 1 kg de cal virgem; 10 L de água; e 1 vasilhame de ferro ou lata de 20 L. Preparo: ferva 10 litros de água com a cal virgem. No início da fervura coloque o enxofre e misture durante uma hora, sempre mantendo a fervura. Se necessário, acrescente água quente para manter os 10 litros de água. No final, a calda ficará grossa, com coloração marrom-clara. Deixe esfriar e coe. Use-a ou guarde-a em baldes plásticos ou garrafões bem tampados. Pulverize a calda sulfocálcica diluindo 0,5 a 1 litro para 20 litros de água com intervalos de 10 a 15 dias. A calda sulfocálcica não deve ser usada em abóboras, melão, pepino, melancia e sobre a florada de qualquer cultura e nem em dias quentes.Usesuco de limão e vinagre para lavar o pulverizador.

Cravo de Defunto

Ingredientes: 1 kg de folhas de cravo-de-defunto e 10 L de água. Preparo: misture as folhas de cravo-de-defunto em 10 litros de água. Leve ao fogo e deixe ferver durante meia hora ou então de molho (picado) por dois dias. Coe e pulverize sobre as plantas.

Fumo e Sabão

Ingredientes: 1 pedaço de fumo de corda (10-15cm); 1/2 L de álcool; 1/2 L de água e 100 g de sabão em barra.Preparo: corte o fumo em pequenos pedaços e junte a 0,5 litro de água e ao álcool. Misture em um recipiente deixando curtir durante 15 dias. Decorrido esse tempo, dissolva o sabão em 10 litros de água e junte com a mistura já curtida de fumo e álcool. A mistura pode ser aplicada com pulverizador ou regador. A nicotina é tóxica para o homem e animais de sangue quente, porém 24 horas depois de pulverizada torna-se inativa. No caso de hortaliças, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 12 dias antes da colheita. Os inseticidas a base de fumo não devem ser aplicados em hortaliças da família das solanáceas porque podem transmitir vírus.

Iscas Atrativas à base de Farelo de Trigo

Ingredientes: 1 kg de farelo de trigo; 100 g de melaço ou açúcar mascavo; 100 g de inseticida fosforado ou carbamato.Preparo: misturar os ingredientes e depois fazer bolinhas de 2-3 cm para distribuí-las próximo às plantas no final da tarde.

Óleo de Nim emulsionado

Ingredientes: Extrato da semente da planta Azadirachta indica Recomendação: aplicar solução de 0,3% a 0,5%, ou seja de 300 a 500 ml do produto para cada 100 litros de água em pulverizações quinzenais.

Solução de Sabão de Coco Neutro

Ingredientes: 50 g de sabão de coco em pó e 5 litros de água. Preparo: coloque 50 g de sabão de coco em pó em 5 litros de água fervente. Pulverizar freqüentemente no verão e na primavera.

 

 

Fibras dos subprodutos agrícolas demonstraram eficácia na retenção de substâncias poluentes em rios


Editora Globo
Sobra de coco e bagaço de cana-de-açúcar são eficientes em processos de despoluição de águas
 

Uma pesquisa, sobre a viabilidade de utilização do coco e do bagaço de cana na remoção de diversos poluentes da água, está sendo desenvolvida no Espírito Santo com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes). O projeto, coordenado pelo professor Joselito Nardy Ribeiro, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), tem por objetivo utilizar material residual de baixo custo na remoção de fármacos, pesticidas, corantes e metais das águas usadas no abastecimento.

A equipe optou por estudar o mesocarpo do coco e bagaço de cana pelo fato de serem abundantes no Espírito Santo e apresentarem baixo custo. Além disso, segundo o coordenador da pesquisa, o projeto visa a criar mais uma alternativa para o uso destes resíduos agrícolas, impedindo o acúmulo deles no meio ambiente.

A equipe recolheu cocos nas praias e, em laboratório, os trataram, eliminando possíveis contaminantes. Em seguida, o coco foi triturado em liquidificador industrial e acoplado a estações de tratamento de água, de forma que ficasse responsável pela filtragem.

O professor Joselito fala sobre o resultado alcançado. "A água contaminada, passada através deste filtro para remoção dos poluentes, foi analisada e os resultados indicam que o mesocarpo do coco e o bagaço da cana são capazes de remover quantidades significativas de alguns poluentes".

Ele relata que já foram apresentados trabalhos em congressos sobre a utilização do mesocarpo do coco, como filtro, e destaca o apoio da Fapes na realização do projeto. "Este apoio veio na forma de financiamento de projetos e fornecimento de bolsas de Iniciação Científica, Iniciação Cientifica Júnior e Mestrado. O nosso Laboratório de Química e Bioquímica Ambiental foi equipado com os recursos de projetos submetidos à Fapes. Com isso foi possível adquirir equipamentos, reagentes, microcomputadores e vidrarias de laboratório. O apoio da Fapes foi fundamental para execução deste e de outros projetos na área ambiental".

A equipe continuará utilizando esta técnica em testes com outros poluentes, trabalhando para que futuramente os resíduos do coco e da cana sejam transformados em componentes de filtros de estação de tratamento. O coordenador explica que a técnica é muito viável, pois o carvão ativado é o material utilizado nas estações, uma substância de custo elevado e que não remove todos os tipos de poluente.

 
Veja ! Leite de Cabra, Inseminação Artificial, Como escolher Frutas, Curiosidades, Vinho de Umbu, O Abacate, Curiosidades sobre o Avestruz e Lucos na Criação Cabras e Ovelhas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 10 de Agosto de 2014 17:00

Um dos Alimentos mais Saudáveis do Mundo

    
 

 

 
 
LEITE DE CABRA

 

Enquanto na Europa, Américas do Norte e Sul (incluindo o Brasil), podemos pensar no leite de cabra como uma bebida alternativa ao leite de vaca, na maioria das localidades do mundo, é o oposto que se aplica. Por todo o mundo, há mais pessoas a beber leite de cabra do que de vaca.

A maioria das pessoas parte do princípio que o leite de cabra terá o mesmo sabor forte e almiscarado pelo qual o queijo de cabra é famoso. Mas, na realidade, o leite de cabra de boa qualidade tem um sabor delicioso, levemente doce e, por vezes, também levemente salgado. Ao contrário do leite de vaca, não é necessário homogeneizar o de cabra. Enquanto os glóbulos de gordura no leite de vaca tendem a separar-se até à superfície, os glóbulos do leite de cabra são bastante mais pequenos e permanecem suspensos na solução. O leite de cabra pode por vezes ser usado como alternativa por quem é sensível ao de vaca.

O nome científico da cabra é Capra hircus.

 

245 grs / 168.12 Calorias
NUTRIENTES
qUANT.
DDR (%)

DENSIDADE DO NUTRIENTE

CLASS.
triptofanos
0.11 g
34.4
3.7
muito bom
cÁlcio
325.74 mg
32.6
3.5
muito bom
fÓsforo
270.11 mg
27.0
2.9
bom
vitamina B2 (riboflavina)
0.34 mg
20.0
2.1
bom
proteÍnas
8.69 g
17.4
1.9
bom
potÁssio
498.74 mg
14.2
1.5
bom

 

 
IMPORTÂNCIA DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL   
 
 
Eficientização Energética na Propriedade Rural                                                                  l

A energia elétrica na propriedade rural destina-se à produção agropecuária e ao consumo residencial.
Dimensionar a rede interna e a potência total a ser instalada são providências que se deve tomar antes de contratar um profissional para fazer o serviço.
A potência a ser instalada é calculada da seguinte maneira: 
se alguém deseja instalar 6 tomadas e 5 lâmpadas de 100 Watts, a potência total será de 1.100 Watts. O cálculo é assim:

6 tomadas x 100 Watts600 Watts
5 tomadas x 100 Watts500 Watts
TOTAL1.100 Watts

Para a instalação de um chuveiro elétrico, é preciso acrescentar mais 3.600 Watts.
O processo para se dimensionar as instalações elétricas de produção é semelhante ao adotado para as instalações elétricas residenciais.
O ramal para a alimentação de motores e equipamentos é dimensionado em função da carga a ser ligada, da sua 
distância em relação ao padrão de entrada e da corrente elétrica solicitada para essa carga.
No caso de ramais que alimentam motores, deve haver uma proteção junto deles. Quando o ramal de alimentação do motor derivar direto da rede, deve haver uma proteção do ramal na derivação, que é feita por um disjuntor ou chave fusível.
Este ramal pode partir diretamente do padrão de entrada daquele ramal que atende sua residência ou do quadro de distribuição instalado na residência. Ele deve ser aéreo, com condutores nus, ou subterrâneo, com condutores isolados.

Principais defeitos de uma instalação elétrica:
O curto-circuito se caracteriza pela elevação excessiva e rápida da corrente elétrica provocada por defeito de isolamento no condutor ou nos motores. Suas principais causas são:
  • emendas mal feitas em condutores
  • contato do condutor nu com a terra ou outro condutor defeitos no isolamento dos condutores
  • aquecimento excessivo dos motores com a conseqüente quebra do isolamento nos enrolamentos, causado pela má operação da máquina, proteção inadequada ou sobrecarga.


Em caso de defeito por curto-circuito no equipamento, a proteção elétrica (fusíveis, disjuntores) deverá atuar. Por isso, é importante dimensionar bem todos os dispositivos utilizados na proteção dos circuitos elétricos, evitando a queima de motores, condutores e até mesmo a ocorrência de incêndios de grandes proporções.

Motores:
Antes de adquirir um motor, é preciso levar em conta a máquina à qual ele será acoplado. O manual da máquina especifica a potência do motor que é mais adequada.

Instalação – o motor deve ser abrigado em local bem ventilado e instalado preferencialmente com a máquina sobre uma única base devidamente assentada. Para motores monofásicos, recomenda-se base com dispositivo aliviador de partida que proporcione o tensionamento gradual das correias, até o motor alcançar a sua rotação de trabalho. Esse dispositivo melhora as condições de partida dos motores.

Partida – a chave de partida deve estar de acordo com o motor a ser acionado. Motores monofásicos de 12,5 cv ( 1 cv=736Watts) só podem ser ligados com chaves limitadoras de corrente de partida.

Proteção – todo motor deve ter disjuntor, contator, relé térmico, etc.


Atualmente, o Procel concedeu seu Selo de eficiência ao Motor Elétrico de Indução Trifásico: Motores Elétricos da linha Padrão e de Alto Rendimento, de 2, 4, 6 e 8 polos, nas potências e rendimentos mínimos estabelecidos em tabela específica.

Triturador de ração:
Para o dimensionamento de um triturador, deve-se considerar:
  • a mão-de-obra disponível para picar e distribuir a forragem
  • a potência dos motores que poderão ser utilizados
  • a quantidade de forragem para a alimentação dos animais.

A localização do triturador é importante para racionalizar a mão-de-obra do operador e para obter o maior rendimento. Ele deve ser colocado em uma área ampla para que a forrageira a ser picada fique próxima à bica alimentadora da máquina.
A máquina e o motor devem ser instalados sobre uma única base, mantendo-os bem fixos.

Ordenhadeira mecânica:
A ordenha mecânica é a maneira mais higiênica e rápida para a coleta do leite. Cada máquina pode ordenhar entre 10 e 12 vacas por hora.
Para escolher o tipo de ordenhadeira, é necessário saber o que é “unidade de ordenha”: é um conjunto de teteiras que ordenha uma vaca de cada vez.
Deve-se, então, considerar a quantidade de vacas que se pretende ter e dividir a quantidade de vacas pela quantidade de horas em que se pretende ordenhá-las. 
Vamos supor que sejam duas horas. Devemos, então, dividir esse resultado por 12, já que é possível ordenhar 
essa quantidade de vacas por hora.
O resultado obtido será o número de unidades de ordenha que se necessita.

Cálculo do consumo de energia elétrica com a ordenhadeira:
Unidade de ordenha
Potência do motor (cv)Consumo em kW hora2 (móvel)3/40,842 (móvel) ,04411,04621,94821,94832,791032,791232,791432,79 
Se a ordenhadeira mecânica ideal para determinado caso possui 6 unidades de ordenha, isso significa que ela virá equipada com um motor de 2 cv, o que corresponde, conforme a tabela acima, a um consumo de 1,94 kWh. Se 1,94 é o consumo em 1 hora, em 4 horas teremos 7,76 kWh/dia. Aí, é só multiplicar por 30 (dias do mês) e termos o consumo total da ordenhadeira no mês.

Resfriador de leite:
Este equipamento conserva a temperatura do leite em torno de 4ºC. A operação de alguns tipos deste equipamento é automática, como uma geladeira. O único cuidado a ser observado diz respeito ao nível da água e sua troca. 
Há vários tipos: resfriador de imersão (móvel ou fixo), pré-resfriador, e resfriador instantâneo.

Motobomba:
Uma vaca leiteira necessita de cerca de 2,5 litros de água para cada litro de leite produzido. Assim sendo, deve haver bebedouros de fácil acesso na propriedade para que a produção de leite não seja prejudicada.
A bomba elétrica pode também ser utilizada para aumentar a pressão de água para lavar as instalações dos currais, conforme exigências sanitárias.

Cerca elétrica:
A cerca elétrica é composta de um aparelho eletrificador e de um fio de arame nu, colocado ao redor de uma área que se quer isolar.
O fio de arame emite um pequeno choque elétrico cada vez que é tocado pelo animal, forte o suficiente para afastá-lo, sem machucá-lo.
Seu uso não é recomendado nos seguintes casos:
  • em áreas urbanas
  • em divisas de propriedades
  • em divisas com estradas
  • em locais que servem de acesso a pessoas
  • em locais públicos
  • em proximidade e cruzamento com redes telefônicas.


A cerca elétrica não pode ser energizada com a energia fornecida pela Celesc. 
O sistema só pode ser alimentado por baterias ou pilhas. 

É recomendável procurar os serviços de um profissional, já que este equipamento pode apresentar ameaça à vida humana. 

 

ETAPAS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS

 


A inseminação artificial é o ato de deposição do sêmen no útero da fêmea, ao invés de ocorrer a cópula com um touro. O sêmen utilizado é diluído, o que evita perda de grande parte dos espermatozoides, ao contrário do  que acontece na monta natural. A fecundação, no entanto, depende, também, da presença do óvulo fértil no útero.

O objetivo  do manejo reprodutivo é fazer com que a vaca tenha maior número de crias ao longo de sua vida, garantindo mais tempo de lactação. Além disso, possui a vantagem de fazer com que as crias sejamanimais geneticamente superiores.

1. Verifique na ficha da vaca se existe alguma informação que impeça a inseminação. Não inseminar vacas com menos de 45 dias de parida ou que tenham apresentado cio a menos de 18 ou mais que 24 dias.
2. Realize a contenção da vaca e então introduza uma mão enluvada no reto, removendo as fezes até esvaziá-lo completamente. 
3. Limpe a região da vulva com papel toalha, deixando-a bem seca. 
4. Arrume os materiais (aplicador, bainhas francesas, termômetro, cortador de palheta, papel higiênico, luvas de inseminação, água morna) da inseminação sobre uma mesa ou bancada. 
5. Identifique o caneco e a rack onde o sêmen a ser utilizado está guardado. Retire a dose de sêmen sem levantar o caneco acima de 5 cm da borda do botijão. 
6. Descongele a palheta de sêmen em água a 37C, durante 30 segundos. Nunca retorne para o botijão um sêmen após ser descongelado. 
7. Seque a palheta, com papel toalha limpo e seco. Confira o sêmen e faça a bolha de ar passar para a extremidade oposta à bucha. 
8. Corte a extremidade contrária à bucha com uma tesoura limpa ou um cortador de palhetas e encaixe a extremidade cortada no aplicador. 
9. Monte o aplicador fixando-o à bainha com a borracha, lembrando de deixar o mandril puxado para evitar que parte do sêmen seja desperdiçado durante a montagem. 
10. Abra os lábios vulvares para introduzir o aplicador sem encostar a ponta na pele da vulva. O aplicador deverá ser introduzido inicialmente com a ponta voltada para o teto da vagina. 
11. Introduza a mão enluvada no reto e segurar a cérvix, fazendo o aplicador passar por ela. 
12. Confirme a posição da ponta da pipeta no corpo do útero e faça então a deposição do sêmen no corpo do útero, comprimindo o mandril do aplicador. 
13. Retire o aplicador e massageie o clitóris por 10 segundos. Confirme o número do animal e solte-o devagar. 
14. Desmonte o aplicador, limpe e guarde todo o material utilizado. Jogue o material sujo (luva e bainha em recipiente de lixo apropriado). 
15. Confira o sêmen utilizado, faça as devidas anotações na ficha da vaca.

 

 

 Saiba escolher frutas corretamente

 

Tem gente que compra fruta verde pra durar mais tempo, só que algumas delas não amadurecem em casa. Confira as dicas  para evitar o desperdício.

- Compre frutas para consumir no máximo em três dias

- Escolha as que tiverem cabinhos, ela dura mais. Se não tiver o cabinho na fruta ela perde água mais fácil, fica murcha, perde o brilho, o sabor piora porque a fruta ‘respira’ mais e neste processo consome o açúcar que dá o sabor a fruta, assim como os nutrientes. E se o cabinho estiver solto significa que a frutas foi colhida há mais tempo.

 

Limão e laranja e tangerina

A cor não faz diferença. As que têm a casca bem lisinha têm mais suco do que as que estiverem mais enrugadas.

A doçura depende da região de onde a fruta vem. Converse com o vendedor para saber quais as regiões que produzem as mais doces.

A laranja serra d’água tem a mesma quantidade de açúcar que uma laranja pêra, porém a serra d’água ela tem menos ácidos orgânicos (vitamina a ácido ascórbico). Isto faz com que ela pareça ser mais doce que as outras

Maçã

A maça mais brilhante quer dizer que ela tá mais fresquinha, que ela tem mais água em relação aquela que está opaca. Isto vale também pra goiaba e pêra.

Não aperte as frutas. A fruta respira e se apertamos ela vai respirar mais e perder os nutrientes e o sabor.

Manga

O toque, a firmeza, o brilho, estas são as características para saber se manga está boa.

Banana

Tem que ser arredondada não pode ter quina, se tiver as quinas salientes ela foi colhida antes do tempo.

Banana não se armazena na geladeira. Se você armazenar a banana na geladeira ela vai ficar preta e vai alterar bastante o sabor. Quando está soltando da penca quer dizer que ela não ta tão fresca. Leve a penca firme, vai durar mais.
A banana que tiver completamente verde, sem nenhum pontinho amarelo, pode não amadurecer na sua casa. Se quiser ela mais verde, o ideal é comprar quando ela está começando a amarelar. Quanto mais ela for manuseada, mais machucada ela vai ficar e vai durar menos na sua casa.

Mamão

A cor que demostra se ele está bom ou não.

Maracujá

Aquele que estiver mais pesado terá mais polpa

Abacate

Se você balançar e o carocinho estiver solto, significa que ele vai amadurecer na sua casa. O abacate amadurece depois de colhido.

Determinadas frutas como o melão, uva, melancia, abacaxi, não amadurecem depois de colhidas porque liberam um hormônio chamado etileno em menor quantidade.

Dicas para saber se elas estão no ponto:

Melão

Aperte no fundo, se estiver macio tá no ponto, se estiver muito macio ele passou do ponto e se estiver bem duro o melão ta verde. Não vai ficar saboroso.

Uva

Com cabinhos verdes significa que está fresquinha, que foi colhida recentemente. Com os cabinhos escurecidos ela mais velha.

Outra dica: A cerinha que cobre a uva é chamada de pruinase. Se ela não foi retirada da uva quer dizer que ela foi menos manuseada, então ela tende a durar mais. A uva tem que ser armazenada na geladeira.

Abacaxi

Quem pensa que se tirar uma folha e ela sair com facilidade, significa que o abacaxi está maduro, está errado. Cada um tem uma força diferente.

A cor também não é parâmetro, porque tem abacaxi de regiões em que mesmo com a cor verde, ele está maduro.

Observe a casca. Entre cada quadrado, quanto mais fundo mais verde. Quanto mais aberto tiver a malha (casca) do abacaxi, quanto mais lisa, mais maduro ele está. Se esta malha estiver fechada ele está menos doce.

Quanto mais úmida estiver a base do abacaxi quer dizer que ele foi colhido recentemente. Se ele tiver ressecado quer dizer que ele foi colhido há mais tempo.

 

Melancia

Faça lembre um teste: bata com a palme da mão em seu braço e depois na sua barriga. Perceba que o som que produz é diferente. Na hora de escolher a melancia, bata nela levemente com os dedos e -se de que quanto mais firme for o som, mais saborosa ela estará.

 

  CURIOSIDADES SOBRE OS RECÉM-NASCIDOS DE ALGUMAS ESPÉCIES:


 

O filhote do boi recebe três diferentes nomes: vitelo, novilho ou bezerro. 

 Um elefante recém-nascido pesa cem quilos. 

 Os bebês de algumas baleias chegam a mamar quinhentos litros de leite num único dia. 

 Os filhotes do urso cinzento nascem com meio quilo. Em compensação, no período de um ano, atingem os noventa quilos. O ursinho polar nasce om sete quilos e chega aos 725 na fase adulta. 

 A girafinha já nasce com altura de jogador de basquete: até dois metros. As girafas não se deitam para dar à luz. Por isso, ao nascer, o nenê despenca de uma altura de dois metros e meio. 


VAMOS PESAR OS BICHOS? 

ANIMAL:PESO.
BEIJA-FLOR:10 GRAMAS.
PARDAL:50 GRAMAS.
HAMSTER:120 GRAMAS.
RATO:450 GRAMAS.
CHINCHILA:700 GRAMAS.
FRANGO:3 QUILOS.
COELHO:3,5 QUILOS.
GATO:6 QUILOS.
RAPOSA:6,5 QUILOS.
COIOTE:34 QUILOS.
CHIMPANZÉ:70 QUILOS.
FOCA:80 QUILOS.
AVESTRUZ:100 QUILOS.
VEADO:180 QUILOS.
URSO POLAR:320 QUILOS.
CAVALO:450 QUILOS.
DROMEDÁRIO:500 QUILOS.
CAMELO:700 QUILOS.
VACA:700 QUILOS.
HIPOPÓTAMO:

3 TONELADAS.

ELEFANTE AFRICANO:6,5 TONELADAS.

 


 

 

Vinho de umbu é alternativa para produtores do Semiárido

 

Bebida pode potencializar ganhos de agricultores familiares

 

Beto Tchernobilsky
 
 
 
 
 
Apenas 1% do umbu produzido no nordeste é comercializado ou industrializado
 

Um novo produto vai agregar mais valor à produção nacional de umbu: o vinho. A fruta é encontrada principalmente noSemiárido nordestino. 

Atualmente, grande parte do umbu é comercializada in natura ou como polpa, com pequena parcela destinada à fabricação de doces e geléias. De acordo com o engenheiro de alimentos Breno de Paulo, que está desenvolvendo a pesquisa na Universidade Federal da Bahia (Ufba), com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agroindústria de Alimentos, o objetivo é dar mais opção de agregação de valor ao fruto. 

Na região semiárida brasileira já existe a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), em Uauá, BA, que reúne cerca de 140 produtores e comercializa produtos da Caatinga inclusive para o exterior, liderados pelo umbu. O vinho fermentado da fruta seria mais uma opção para comercialização na região. 

Todos os testes com o produto já foram realizados na unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Vassouras, RJ. Para melhorar ainda mais o vinho, Breno de Paulo disse que são necessários apenas ajustes finos. “O produto em si já está desenvolvido”, diz o pesquisador. 

 Técnica de produção


O método de fabricação do vinho de umbu não é muito diferente da produção do vinho convencional. “A única coisa que difere um pouco é o tratamento final, que é a microfiltração, para deixar o vinho mais límpido e eliminar um pouco a turbidez”, afirma de Paulo. 

Segundo ele, com apenas um quilo de umbu dá para fabricar três ou quatro litros do vinho, que pode ser vendido ao preço médio de R$ 8 a R$ 10 a garrafa. “Então, com um quilo de umbu o rendimento seria de R$ 30 a R$ 40. Para ter esse rendimento vendendo o fruto, teria que vender 8 sacas de 60 quilos. A lucratividade é bem maior”, contou. 

Apenas 1% do umbu produzido na Bahia é comercializado ou industrializado. Os restantes 99% se perdem. “Tem um potencial para crescer industrialmente muito grande. Falta investimento." 

Com a finalização da pesquisa, o próximo passo será a elaboração de estudos mais detalhados sobre a viabilidade econômica do novo produto, para dimensionar o retorno do investimento a ser feito. A parceria da Ufba com o Senai, a Embrapa Agroindústria de Alimentos e as cooperativas locais também deverá ser reforçada, com o objetivo de desenvolver novos produtos a partir do umbu.

 

 

O abacate é rico em gorduras monoinsaturadas e fibras.o abacate é uma fruta saudável.

 

O abacate ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. É indicado também para combater a fadiga, depressão e prevenir problemas cardíacos e derrame. Além disso, colabora para equilibrar o funcionamento do fígado e acalmar o sistema nervoso.

Conheça receita de um prato à base de abacate, um acompanhamento saboroso e saudável para saladas, comidas e aperitivos. *

ABACATE
Com muitas variedades, o abacate é uma fruta saudável, com uma história longa e documentada.

O abacate é rico em gorduras monoinsaturadas e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. É rico em ácido fólico, que ajuda a prevenir defeitos congênitos, e potássio, que é indicado para fadiga, depressão, problemas cardíacos e derrame.

O abacate tem alto teor de antioxidantes e contém uma substância única que combate as bactérias e os fungos. Equilibra o funcionamento do fígado e acalma o sistema nervoso.

Ingredientes:
- 3 abacates médios maduros
- 1 tomate em cubinhos
- 1/2 cebola picada
- 1 dente de alho picado e amassado com 1/2 colher (chá) de sal
- 1 pimenta-malagueta sem sementes e picada (opcional)
- 1 e 1/2 colher (sopa) de suco de limão
- 2 colheres (sopa) de coentro fresco picado
- pimenta-do-reino

Modo de Preparo:
Corte os abacates ao meio, retire a polpa com uma colher e coloque em uma tigela. Adicione os ingredientes restantes e misture até ficar uniforme. Tempere com pimenta a gosto.

Propriedades/Ação
- Rico em gorduras monoinsaturadas
- Controla o colesterol
- Rico em ácido fólico
- Acalma o sistema nervoso

 

 

CURIOSIDADES SOBRE O AVESTRUZ
 
ostrich-egg-1

Você sabia? 
Que a carne de Avestruz é recomendada pelas Sociedades Brasileira e Americana de cardiologia, pois possui Ômega 3, que faz muito bem para o coração?


Que as avestruzes fêmeas possuem plumagem acinzentada?


Que o avestruz não voa, mas pode chegar a uma velocidade de até 60km/h?


Que o couro do avestruz é o 2º mais caro do mundo; só perdendo para o couro de crocodilo? 
Que a estimativa de vida do avestruz é de 70 anos?
Que existem registros da existência de avestruzes que datam de 5.500 a.C?
Que a carne do avestruz é livre do hormônios e aditivos? 
Que os egípcios usavam a pluma de avestruz como leque? 
Que os romanos usavam plumas de avestruz como adorno em seus capacetes? 
Que o avestruz é considerado a maior ave do planeta? 
Que a prole do avestruz chega a ser de 30 a 60 por ano? 
Que a aparência e o sabor da carne de avestruz é muito similar à carne bovina? 
Que o avestruz é considerado o ser vivo de maior resistência imunológica do reino animal? 
Que 1 ovo de avestruz equivale aproximadamente a 25 ovos de galinha? 
Que o avestruz suporta bem baixas e altas temperaturas? 
Que os bicos e unhas são utilizados na confecção de jóias e botões? 
Que o avestruz pode botar até 100 ovos no período fértil?

 

avestruzGO avestruz é originário da África e pertence a família das Ratitas - aves não voadoras. Desta família também fazem parte a Ema, originária da América do Sul e o Emu, nativo da Austrália. Para surpresa de muitos, embora seja uma ave, o avestruz produz uma deliciosa carne vermelha que possui o sabor muito parecido com o Filet Mignon, porém com níveis de calorias, gordura e colesterol muito mais baixos.

Principais raças de avestruz

Black Neck: Pescoço Preto 
Blue Neck: Pescoço Azul 
Red Neck: Pescoço Vermelho 
African Black: Híbrido comercial

Embora seja de menor porte, a raça African Black é a mais indicada para se iniciar a criação, por se tratar de animais mais dóceis, fáceis de lidar e com início precoce da fase de postura.

 

 

À medida que cresce a atividade, é normal que se pense em garantir bem-estar aos animais, para que  no final  eles garantam a lucratividade tão esperada

 

Caprinos e Ovinos

 

A caprino-ovinocultura é uma das atividades de destaque da região Nordeste. O IBGE estimou em 2007 que o efetivo de caprinos e ovinos desta região era de quase 18 milhões de cabeças, o que deu à região o status de 1° lugar nacional de criação destes animais, os quais apresentam significativa importância para o desenvolvimento da região, tanto do ponto de vista econômico quanto sociocultural.

O Nordeste do Brasil está localizado numa região tropical, onde em sua maior parte predomina o clima semiárido que se caracteriza por dois períodos distintos: seco e chuvoso. É uma das re­­giões mais susceptíveis aos danos causados pelo aquecimento global. Isso só colabora com estresse térmico sofrido pelos animais, decorrente de faixas inadequadas de temperatura e umidade relativa do ar juntamente com outras variáveis ambientais que causam desconforto térmico aos animais de produção, influenciando assim a qualidade do produto final e resultando em perdas econômicas para o produtor. 

 

O ambiente é muito importante para garantir tranquilidade aos animais.

 

Atualmente é possível observar pesquisas relacionadas ao bem-estar e à ambiência de animal em muitos ramos da zootecnia, tais como na avicultura, suinocultura e bovinocultura. Nota-se o surgimento de grupos que também abordam essas linhas de pesquisa na área de ovinos e caprinos, como é o caso da parceria entre a Universidade Federal do Ceará (CE) e da Embrapa Caprinos e Ovinos, situada em Sobral (CE). Os resultados das pesquisas desse grupo de estudos, formado por professores poderão trazer mudanças de manejo que reduzam os impactos negativos das condições climáticas sobre os animais, podendo resultar em melho­rias na qualidade final das carcaças, na eficiência zootécnica e prover uma redução de custos, como já foi constatado em estudos com outros animais de produção.

Os estudos serão direcionados também no sentido de proporcionar aos animais um maior conforto e bem-estar através de instalações e manejos mais adequados à região Nordeste.

As primeiras etapas da pesquisa, que terão início no começo de 2011, concentram-se na área de produção agrosilvipastoril, um sistema bem acessível à produção de cunho familiar, uma vez que o manejo neste tipo de sistema de criação visa agregar valor ao produto e conquistar um nicho especifico e cada vez mais crescente no mer­cado: o nicho daqueles que têm interesse por produtos socialmente e ambientalmente corretos.

 

 
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