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Veja ! Valores Medicinais das Ortaliças, Elevando s Qualidade do Leite, Curiosidades, Morango Ecológico. Suco de Umbu, Tangerina, Importancia da Qualidade da Água e Material Genético ... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 17 de Maio de 2015 09:00

Valores Medicinais das Hortaliças

 


As hortaliças, além de fonte importante de minerais, vitaminas e fibras, essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo, são produtoras de metabólitos secundários (princípios ativos) que conferem a muitas delas valor nutracêutico e medicinal, ou seja, as tornam eficazes na prevenção e cura de várias doenças.

Neste artigo, divulgamos o valor medicinal de algumas hortaliças, esperando que seja um fator a mais para aumentar o seu consumo pela família brasileira.

Abóbora – Cucurbita moschata: antiinflamatória, cicatrizante, calmante, vermífuga, diurética, laxante, anti-hemorrágica, emoliente. Indicada para o tratamento de: erisipela, queimaduras, furúnculos, pneumonia, colite, otite, uretrite, verminose e prisão de ventre.

Alface – Lactuca sativa: laxante, diurética, depurativa, calmante, mineralizante, vitaminizante, antitussígena, analgésica, antiinflamatória, emoliente. Indicada para o tratamento de: arteriosclerose, nefrite, hemorróidas, bronquite, artrite, gota, diabetes, acidoses, eczemas, bócio, varizes, gastrite, cólicas, insônia, ansiedades, prisão de ventre, inflamações e edemas externos.

Alho – Allium sativum: hipotensora, antiinflamatória, antitussígena, laxante, vermífuga, diurética, depurativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: bronquite, tuberculose, hipertensão arterial, diabetes, difteria, reumatismo, tifo, cistite, nefrite, litíase, prisão de ventre e úlceras purulentas.

Berinjela – Solanum melongena: mineralizante, alcalinizante, calmante, emoliente, cicatrizante, diurética, antiinflamatória, digestiva, laxante. Indicada para o tratamento de: queimaduras, abscessos, furúnculos, herpes, artrite, gota, reumatismo, diabetes, indigestão, prisão de ventre, insônia, nefrite, uretrite, cistite, colesterolemia, afecções hepáticas.

Brócolo – Brassica oleracea var. italica: calcificante, antiinflamatória, vitaminizante, emoliente, laxante, diurética, calmante. Indicada para o tratamento de: irritabilidade, ansiedade, colite, anemia, avitaminoses, deficiência de calcificação, prisão de ventre.

Cebola – Allium cepa: depurativa, emoliente, diurética, laxante, antibiótica, antitérmica, antitussígena, anti-hemorrágica, anti-reumática, calmante, alcalinizante, mineralizante, anticoagulante, vermífuga. Indicada para o tratamento de: insônia, cólicas, prisão de ventre, difteria, diabetes, traqueobronquite, gripe, úlceras e ferimentos, verminoses, dermatoses, reumatismo, gota, artrite, queda de cabelo e litíase renal.

Cenoura – Daucus carota: vitamizante, aperiente, colagoga, antianêmica, diurética, antiespasmódica, laxante, antiinflamatória, antitussígena, carminativa, neurotônica, vermífuga, depurativa, emenagoga, lactígena. Indicada para o tratamento de: erisipela, afecções hepáticas, anemia, reumatismo, gota, prisão de ventre, psoríase, eczema, asma, bronquite, laringite, verminose, amenorréia, litíase renal.

Chuchu – Sechum edule: diurética, hipotensora, vitaminizante, mineralizante. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, hipertensão arterial e afecções renais.

Couve-flor – Brassica oleracea var. botrytis: antiácida, laxante, mineralizante, vitaminizante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: hiperacidez gástrica, calcificação deficiente em crianças, prisão de ventre.

Jiló – Solanum gilo: hepática, eupéptica, mineralizante. Indicada para o tratamento de: afecções hepáticas, dispepsias, resfriados, febres.

Melancia – Citrullus lanatus: diurética, laxante, antiinflamatória, hipotensora, carminativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: gota, reumatismo, afecções renais, hipertensão arterial, uretrite, cistite, cólicas, flatulência, prisão de ventre, bronquites e erisipelas.

Melão – Cucumis melo: emoliente, alcalinizante, diurética, laxante, mineralizante, calmante, antilítica, tenífuga. Indicada para o tratamento de: gota, artrite, colite, prisão de ventre, litíase renal, nefrite, cistite, uretrite, acidoses, febre tifóide, hepatite, cirrose, teníase e disminorréia.

Morango – Fragaria x ananassa: diurética, adstringente, antilítica, antianêmica, vulnerária, neurotônica. Indicada para o tratamento de: diarréias crônicas, ulcerações, feridas, litíases, afecções renais, bronquite, hepatite, gota, artrite, dispepsia e anemia.

Pepino – Cucumis sativus: alcalinizante, emoliente, laxante, tônica, mineralizante, diurética, anti-reumática, hipotensora, antiinflamatória, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: reumatismo, gota, erupções cutâneas, cistite, enterocolite, amidalite, laringite, prisão de ventre e cólicas em geral.

Pimenta – Capsicum spp: anti-séptica, antiinflamatória, adstringente. Indicada para o tratamento de: amidalites, aftas, gengivites, estomatites, faringites e hemorróidas.

Pimentão – Capsicum annuum: vitaminizante, digestiva, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, cólicas abdominais.

Quiabo – Hibiscus esculentus: emoliente, laxante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: tuberculose, bronquite, pneumonia, prisão de ventre.

Rabanete – Raphanus sativus: mineralizante, aperiente, antiinflamatória, antitussígena, vermífuga. Indicada para o tratamento de: dispepsias, resfriados, bronquites, reumatismo, artrite, gota e verminose.

Repolho – Brassica oleracea var. capitata: antiinflamatória, antiálgica, emoliente, cicatrizante, alcalinizante e vitaminizante. Indicada para o tratamento de: abscessos purulentos, hemorróidas, reumatismo, gota, cefaléias, nevralgias faciais, anemias, tuberculose, úlcera gástrica, alcoolismo, queda de cabelo.

Tomate – Lycopersicon esculentum: depurativa, anti-séptica, emoliente, alcalinizante, mineralizante, laxante, vitaminizante, cicatrizante. Indicada para o tratamento de: avitaminose, tuberculose, anemia, prisão de ventre, hemorróidas, furúnculos, úlceras e feridas, queimaduras de sol.

 


Ração Suplementar eleva qualidade do leite


Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
“Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

“As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

“Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.
 
 
Curiosidades

VARIEDADES

Você sabia...?

... que as árvores, na pastagem, além de amenizar os efeito do excesso de insolação, do vento e da chuva, constituem verdadeiras “bombas de adubação”, canalizando nutrientes das camadas mais profundas do solo para a superfície, através dos galhos e folhas?  Tanto melhor se forem leguminosas, com capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico! Assim, elas melhoram o equilíbrio ecológico e o microclima da pastagem.

... que o Tzar russo instituiu imposto sobre as barbas? Barbudo tinha que pagar imposto! Foi Pedro, o Grande, o grande Tzar que modernizou a Rússia no século 18, quem inventou imposto sobre barbas, na tentativa de melhorar a higiene pessoal dos súditos.

O tributo era anual e o contribuinte recebia um “cartão” como comprovante de quitação. Os fiscais raspavam a cara dos sonegadores.

... que a minhoca é um tesouro? Ela ingere um volume de solo e matéria orgânica equivalente ao seu peso. O dejeto da minhoca é muito rico. Tem 2,5 vezes mais Cálcio e Magnésio que o solo. Tem 5 vezes mais Nitrogênio, como nitrato. Tem 7 vezes mais Fósforo assimilável. Tem 11 vezes mais Potássio assimilável.

... que , embora a Inglaterra tenha ficado rica com a produção de lã, este produto teve origem na Espanha (Ibéria)? Foi ali que a raça Merino predominou por séculos. Somente no final do século XVIII, os animais dessa raça chegaram à Inglaterra, de onde rumaram para o restante do mundo. A Espanha perdeu, então, sua reputação de produtora de ovinos de lã fina.

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Frase

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

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Vocabodário

- Cabrim - Pele curtida de ca­bra.

- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

  VARIEDADES

Você sabia...?
... que sonhar com uma cabra significa que você está tramando algo contra alguém? É o que dizem.
... que sonhar com uma tosquia de ovelha significa que vem trabalho lucrativo pela frente?
... que o chifre do rinoceronte é feito de cabelo compactado?
... que Gengis Khan começou sua vida como pastor de cabras?
... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?
... que as cabras têm o espaço que merecem? De fato, uma cabra jovem nunca terá o mesmo
espaço que a cabra mais velha, mais hierárquica, que fica sempre mais à vontade.
... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.
... que o bode identifica a cabra que está em cio pelo cheiro da sua urina? Não é só ele: também o carneiro faz o mesmo
com a ovelha.
... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?


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Vocabodário
- Cabra-topetudo - Insolente, provocador.
- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea
- Cabrão - Bode. Criança que berra muito.
- Cabra-onça - Valentão, metido, esbravejador.
 
 

Morango ecológico: um produto saudável com melhoria da renda do agricultor

 

Morangos

O morango adquiriu nos últimos anos a imagem de ser um produto contaminado por agrotóxicos, o que gera insegurança. A Embrapa Clima Temperado busca alternativas para ajudar os agricultores a transformar a produção desse fruto, com dois sistemas de produção diferenciados: o sistema de produção integrada e o sistema de produção de base ecológica. Em termos de produção por planta, dependendo do sistema adotado pelo agricultor, pode-se ter um rendimento entre 800g e 1 quilo e meio de frutos.

Para se alcançar uma alta produção de morango alguns agricultores consideram formas especiais de produção. Eles tratam o cultivo na propriedade considerando o solo um organismo vivo, onde a planta vive com a microfauna e a mesofauna local. O sistema utiliza preparados biodinâmicos e repelentes naturais para resultar num fruto colorido e saboroso. E o melhor, é possível produzir aproximadamente 1kg de frutas por planta cultivada. É o que se pode obter adotando o sistema de produção de base ecológica.  

O morango orgânico é produzido sem a utilização de agrotóxicos, o que reduz os riscos de contaminação oriundos de seu consumo. O sistema de produção de morangos na propriedade sem os fatores contaminantes é um exemplo para a comunidade em busca de novas formas de produção. E favorece, principalmente, na melhoria da renda porque toda a produção encontra consumo imediato.

 

Suco de umbu é rico em nutrientes para a saúde

 

Os pesquisadores descobriram substâncias chamados polifenóis que, de acordo com estudos científicos das áreas médica e nutrição, ajudam a combater radicais e doenças cardiovasculares, prevenir a formação de tumores e retardar envelhecimento. Em algumas das amostras analisadas, as quantidades encontradas (IPT 36) ficaram próximas das registradas em sucos de uva processados a partir da variedade Isabel Precoce (IPT 40).

Os dados são de estudos realizados por pesquisadoras da Embrapa Semiárido e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF-Sertão), e acrescentam à cadeia de conhecimento da fruta nativa da caatinga, uma importante informação nutricional e de apelo comercial.

Características antioxidantes são muito valorizadas na indústria de alimentos. Produtos com essas qualidades adquirem mais e mais consumidores cativos. Assim, a presença de compostos dessa natureza é um ingrediente valoroso para as pequenas fábricas de processamento de umbu agregarem aos seus produtos.

Os resultados ainda não são definitivos, afirma a pesquisadora da Embrapa Ana Cecília Poloni Rybka. Os dados foram obtidos com o aparelho Espectofotômetro e por meio de um método que é mais utilizado para determinar Índice de Polifenóis Totais (IPT) em vinhos. O próximo passo da pesquisa será medir a quantidade de compostos fenólicos com procedimentos técnicos usados com mais frequência na sua identificação.

Os Segredos da Tangerina

 


ESPECTOS GERAIS
Árvore de porte médio, copa arredondada ou mais ou menos piramidal, com folhas aparentemente simples, coriáceas, de coloração verde, com glândulas de óleo essencial na forma de pontos translúcidos, variando um pouco na forma e em tamanho. As flores são normalmente solitárias, com cinco pétalas brancas, numerosos estames e um pistilo.
VARIEDADE OU CULTIVARES
As espécies mais cultivadas são: mexerica, Ponkan, Dancy, Cravo, Montenegrina. Murcott: híbridos de tangerina e laranja.
ORIGEM
As frutas cítricas em geral são originárias da Ásia, provavelmente da Índia, China e países vizinhos de clima sub-tropical e tropical úmido. Cultivadas nos pomares da Babilônia e da Palestina, entre outros locais do Oriente Médio, foram daí levadas para a Europa bem antes do desenvolvimento da América, e trazidas para o Brasil pêlos portugueses.
PROPAGAÇÃO
Por enxertia: o enxerto com as copas escolhidas se faz seis a oito meses depois do transplante dos cavalos. Os tipos de enxertia mais usados são: T normal ou T invertido, a 10 ou 15 cm do solo. As borbulhas deverão ser triangulares ou redondas. A amarração, com fita plástica, deverá ser cortada quinze a vinte dias depois da enxertia. Como principais porta-enxerto são indicados, o limão "Cravo", as tangerinas "Cleopatra" e "Sunki".
PLANTIO
As mudas são plantadas sempre no início do período chuvoso de cada região ou quando exista água suficiente para irrigar ou regar as mudas. Deve-se dar preferência aos dias nublados e de temperaturas mais amenas, sem ventos.
O espaçamento recomendado é de 6 m x 4 m x 5 m x 4 m. As covas devem ter dimensões de 60 cm x 60 cm.
A correção da acidez do solo (calagem) e adubação devem ser feitas com base em análises de solo efetuadas por laboratórios competentes, que emitirão as devidas orientações.
Procede-se ao plantio dispondo-se a muda de modo que seu colo fique um pouco acima do nível do solo (mais ou menos 5 cm). Faz-se, em seguida, uma bacia em torno da muda e rega-se, e finalmente cobre-se com palha ou capim-seco. Deve-se tutorar a muda se houver ventos fortes.
As podas são práticas imprescindíveis na cultura do citros. A poda lateral é conveniente em caso de superpopulação, quando os espaçamentos adotados tornam-se insuficientes para as plantas, que se tocam, sombreando abordo da árvore e impedindo a frutificação em maior área.
A capina dos pomares pode ser manual, mecânica ou química, desde se que tenha cuidado para não danificar o sistema radicular das plantas.
 
 

A importância da qualidade da água para o rebanho bovinos

 

 

A água é um recurso fundamental para a produção de bovinos de corte e de leite, além de ser o principal alimento. Por isso, a água deve estar disponível em quantidade e qualidade, o que exige manejo adequado, tanto para saciar a sede dos animais como na higienização das instalações e na retirada dos dejetos. O animal que não bebe água suficiente pode apresentar problemas de sanidade, o que prejudica a qualidade da carne e do leite.

Um dos fatores que explicam o sucesso da pecuária no Brasil é justamente a disponibilidade de recursos hídricos e de solos para o cultivo de pastagens, mas a produção de bovinos ainda não é hidricamente sustentável. Contudo, por meio de técnicas adequadas, é possível produzir carne e leite de qualidade e conservar os recursos hídricos, garantindo segurança sanitária e ambiental.

O tema é de extrema relevância para a produção animal, mas ainda é tratado por técnicos e produtores de forma marginal e pontual. Como a água é um insumo produtivo e um recurso natural finito, daí a necessidade de tratar a questão em todas as suas dimensões para preservação e conservação da quantidade e qualidade. Então é preciso que o manejo hídrico se torne uma prática cotidiana, assim como o manejo nutricional, reprodutivo e sanitário. Além disso, o produtor deve conhecer e aplicar as legislações relacionadas aos padrões de qualidade da água para bovinos e ao descarte de efluentes no solo e em corpos de água naturais.

 

A Utilização de Material Genético de Qualidade Valorisa o Rebanho

 


O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento é responsável pelo registro de todos os estabelecimentos que produzem, processam e comercializam sêmen e embriões de animais. O material genético de bovinos, bubalinos, caprinos, eqüídeos, ovinos e suínos, ovos férteis de aves domésticas e ovos e larvas de bicho-da-seda é registrado pelo ministério.

Hoje, 2.050 estabelecimentos trabalham com a multiplicação animal e estão registrados. O controle é feito pela Divisão de Fiscalização de Material Genético Animal (DMG/DFIP), por meio do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP/DAS), órgão que integra a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

Para a comercialização de sêmen, os estabelecimentos que processam o material, denominados Centros de Coleta e Processamento de Sêmen, devem inscrever os animais doadores no cadastro do Ministério da Agricultura.

Todos os animais são previamente submetidos a exames sanitários e avaliações clínicas. Também são realizados testes de identificação genética e análises de desempenho zootécnico. O procedimento tem como objetivo selecionar os melhores animais com aptidão para a produção de carne e de leite.

O aumento da produtividade de um rebanho está relacionado com a qualidade do material genético usado na propriedade.


“É fundamental que o produtor se conscientize da importância de se adquirir material genético somente de empresas registradas no ministério”, afirma o chefe da divisão do ministério, Beronete Barros. A fiscalização busca verificar a conformidade com os dispositivos legais vigentes para que o material seja comercializado com identidade e qualidade.

Saiba mais

No portal do Ministério http://www.agricultura.gov.br/, no menu “Animal”, estão disponíveis os estabelecimentos registrados e os reprodutores inscritos e aptos à coleta de sêmen, além da legislação vigente. Para visualizar estas informações, basta escolher uma espécie, e selecionar a opção “Material Genético”.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 13 de Maio de 2015 23:30

 

Reinventar a roda ou não reinventá-la, eis a questão.

 

Tem-se falado sempre nesse negócio de “reinventar a roda”. Trata-se de um termo que é sempre trazido à baila quando o assunto é discutir a literatura de gênero nacional em comparação com a estrangeira. Usa-se normalmente quando surgem questões que tentam explicar porque um autor nacional não consegue nenhuma visibilidade lá fora ou porque esse mesmo autor nem deve tentar essa visibilidade.

“Quem vai conseguir ser notado lá fora se o que se faz aqui dentro é a reinvenção da roda?”

Ou seja, traduzindo:

“Se o que se faz aqui dentro é repetir a mesma fórmula consagrada lá fora, sem sequer extrapolá-la em originalidade?”.


O Brasil acabou de ver um extremo Sul ressequido, utilizando carros-pipa, beirando a tragédia social. Além dos ventos gelados, de períodos glaciais, também sofreu o arrocho dos preços internacionais da lã, crise da qual vem se recuperando lentamente. O Homem tenta se reinventar: abandonou a produção de lã e migrou para a produção de carne, mais segura diante dos flagelos. O governo sul-riograndense tem dado apoio, liberando algum dinheiro para o campo. Ainda não prestigiou, nem de longe, as ovelhas, como elas bem merecem, mas esse dia ainda chegará.

No Nordeste, novamente, uma seca pré-anunciada volta a flagelar os sertanejos e, ao mesmo tempo, multiplica os lucros dos espertalhões que chafurdam nos palácios governamentais, ressuscitando em cada episódio a famigerada indústria da seca. As miunças são banqueteadas, antes de morrerem ao léu e se transformarem em pó. Já se sabe o que virá a seguir: o Nordeste irá comprar cabras leiteiras no Sudeste e onde mais houver, para um novo recomeço. Todos os governos regionais irão lançar planos redentores alicerçados em caprinos e ovinos, por algum tempo. Eterna comédia em que os sertanejos são diáfanos e sem qualquer representatividade.

No momento, produtores de cabras leiteiras do Sudeste já procuram “representantes” para distribuir animais aos nordestinos, quando - antes - acontecia o contrário. As cabras leiteiras do Nordeste salvaram milhões de crianças da morte certa. Agora, pitorescamente, em pleno momento de flagelo, eis que a Paraíba resolve condenar os produtores de leite que conseguem mais de 14 litros por dia. Punição aos melhores, ao invés de recompensa! Cenas dantescas, com Sísifo e Prometeu como protagonistas na mais estudada e massacrada região brasileira.

Tudo isso, porém, não é novidade no Brasil, pois está na própria História. Um país que foi proibido de criar ovelhas, no passado, para não competir com a Inglaterra, diante de um suserano acovardado. Por falta de criação de ovelhas, o Brasil deu no que deu! Ao invés de fabricar seu próprio vestuário tinha que importá-lo. Um país que não seguiu a cartilha de “assumir o próprio chão”, até hoje, proibido de produzir seu vestuário e sua alimentação. Um país que desmonta suas ferrovias e, agora, de novo, vai recomeçar a implantá-las, com enorme atraso e custo social. Um país que vive algemado ao petróleo e tem notável carga de luz solar, ventos e biomassa à disposição para gerar energias alternativas. Um país em que o setor rural carrega o setor urbano nas costas, sem quase nada receber em troca. Ainda se lembra dos tempos em que a polícia e o exército confiscavam bois no pasto e, hoje, o país ostenta o maior rebanho do planeta! Paradoxos. Um país que coloca a culpa da inflação no ingênuo chuchu, na frágil abobrinha, no inocente pepino e nunca nos que dilapidam o tesouro público em orgia de gastos que está sempre escancarada nas televisões. Um país onde o fantástico caminha ao lado do bizarro, onde se dinamitam as caatingas, impunemente, a troco de votos e se prende um pai-de-família que caça um tatu para matar a fome dos filhos. País do futuro, sempre do futuro.

 

u Cabra & Ovelha - Os restaurantes estão servindo, como nunca, pratos de cordeiro para todos os gostos. Os churrascos de final de semana sempre têm carneiro no cardápio e, ao mesmo tempo, o IBGE sequer conseguiu contar quantas cabeças existem no país! Multiplicam-se os frigoríficos e abatedouros, sem haver produção suficiente de animais e logo fecham as portas. O Governo lança programas de leite de cabra na merenda escolar e, depois, ele mesmo os desestimula!

O Brasil, repetindo Darcy Ribeiro, continua crescendo aos trancos e barrancos. Dá no que dá, ou seja, no que é possível. Embora em crise permanente, o país vai crescendo, ocupando espaços, tentando escapar da extorsão dos burocratas e do império de leis defasadas. Os brasileiros são heróis anônimos que, apesar dos espertalhões que ocupam as poltronas e os altos escalões, seguem construindo o que podem rumo ao futuro.

Nesse momento, na ovinocultura é preciso evitar novos gargalos que possam gerar desestímulo. É momento de acelerar e não de frear. Qualquer iniciativa que represente um novo custo dentro das porteiras é um perigo à vista. Criação de ovelhas e cabras é negócio de pequena e média propriedade, por enquanto e, como tal, não suporta grandes custos. Que a alta tecnologia seja adotada, sim, pelos que podem e que estão dispostos a pagar por ela. No momento, o importante é aumentar a produção de carne, cada vez mais. Não é difícil profetizar que qualquer “milagre tecnológico” irá trazer um período de letargia logo a seguir para todos. É hora de somar esforços e não de desagregar.

A aritmética do sucesso é simples: produzir mais carne, em menos espaço, em menos tempo, com as ferramentas disponíveis, com mais eficiência no manejo e controle rigoroso dos custos.

Não é preciso traçar uma nova geografia de ovinocultura, como tem sido pregado por alguns empresários. Os lanados dominam e dominarão, sempre, o extremo Sul gelado; tanto quanto os deslanados irão dominar sempre o Semiárido. Estas duas regiões podem apresentar 70% da genética necessária ao cenário brasileiro. Se o extremo Sul e o Nordeste conseguirem se autoabastecer e ainda venderem uma boa genética já será uma grande vitória para o país.

O restante do território nacional: Norte, Sudeste e Centro-Oeste é o palco de produção de carne para o consumo interno e para exportações. Nelas cabem mais de 200 milhões de cabeças, com tranquilidade, para abastecer o mundo. A estas regiões basta cruzar as genéticas do extremo Sul e as do Nordeste para obter sucesso. Não há o que inventar, portanto. Apenas acelerar rumo ao futuro, utilizando as potencialidades do Nordeste, do Sul e outras poucas alternativas que estão esperando para embarcar para o Brasil.

Imagens/Google.

O mundo continua olhando para o país, com olhos gulosos. Aqui está a solução para a fome mundial e, se os brasileiros não cuidarem de cultivar o solo com competência, outros virão fazê-lo. A produção de alimentos é a maior mola que move as civilizações e ninguém entende como um país dadivoso como o Brasil ainda pode ter pessoas famintas, desempregadas e esperando um lugar ao sol.

Que surjam empresários dispostos a segregar 20 ou 30 produtores de carne em cada microrregião, dando a eles um preço digno e justo.

É momento da logística, da distribuição da produção, gerando muitas marcas próprias. A seguir, sim, estes empresários do mercado poderão introduzir altas tecnologias como Tomografia Computadorizada, exames de DNA, enquadramentos genômicos, etc. Antes de inventar a roda é importante ter a estrada segura.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

 

 

Conhecendo a vegetação Brasileira

 


A vegetação natural do Brasil se distribui, primeiramente, em função do regime de chuvas; e, em segundo lugar, em função da natureza dos solos. Assim, distinguem-se:
           a) Zona da floresta amazônica, abrangendo 40% do território nacional. É uma floresta
exuberante, composta por vários andares de árvores latifoliadas, isto é, de folhas largas, entremeadas de trepadeiras, epífitas e parasitas.Dentre as inúmeras espécies de árvores, destacam-se: castanheira-do-Pará, mogno, caucho, seringueira, etc.
             b) Zona das caatingas do Nordeste, composta de plantas xerófitas como Cactáceas
e Bromeliáceas; e árvores caducifólias, isto é, que deixam cair as folhas na estação seca, co-
mo a barriguda.
            c) Zona das matas costeiras, onde ocorre vegetação higrófita ( de ambiente úmido),
que inclui a Mata Atlântica. Entre outras plantas, destacam-se: jequitibá, ipê, cacaueiro, coqueiro-da-Bahia, etc.
             d) Zona das florestas temperadas, abrangendo a parte sul do país, onde se encontram: pinheiro-do-Paraná, imbuia, cedro, erva-mate, etc.
               e) Zona dos campos, que ocorre no Brasil Central, onde se encontram: campos cerrados e campos limpos. Os campos cerrados caracterizam-se  pela presença de árvores e arbustos tortuosos e de casca grossa, disseminados em meio a uma cobertura de gramíneas, representada principalmente pela barba-de-bode. Entre as árvores e arbustos destacam-se: pau-santo, barbatimão, faveiro,etc.  Os campos limpos caracterizam-se pela presença de poucos arbustos e da palmeirinha indaiá, em meio à cobertura de barba-de-bode.
            f) Zona das formações litorâneas, que  compreende o " jundu " ou " nhundu " e os manguezais.

 

Galinha põe ovo gigante que escondia outro ovo dentro

Caso ocorreu em Evington, no Reino Unido.
'Ambos estavam totalmente formados', disse britânica.

 

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro. (Foto: Reprodução)Uma família de Evington, no Reino Unido, ficou surpresa depois que uma de suas galinhas colocou um ovo medindo 11,1 centímetros e pesando 157 gramas - em média, o ovo de galinha pesa 63 gramas, segundo o jornal "Leicester Mercury".

Galinha colocou ovo de 11,1 centímetros e 157 gramas.

A descoberta, porém, não ficou por aí. Ao quebrá-lo, Sheetal Mistry, de 36 anos, descobriu outro ovo perfeitamente formado dentro. "Ambos estavam totalmente formados e saudáveis", disse Sheetal, que é professora de ciência em uma escola local.

A mulher contou que seus filhos gêmeos Anushka e Anaya chegaram a ficar preocupados se galinha tinha ficado ferida ao colocar o ovo gigante. "No dia seguinte, a galinha colocou um ovo normal e parecia bem", afirmou ela.

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro.

 

O que é e Como se Identifica a Tuberculose Bovina

 



Conceituação: doença infecciosa bacteriana crônica não contagiosa caracterizada pela forma pulmonar ou localizada (linfonodos) ou mesentérica. É uma zoonose importante.

Agente etiológico: o agente da tuberculose (TB) bovina é o Mycobacterium bovis, que possui uma adaptabilidade ao hospedeiro bovino quando comparado ao M. tuberculosis e M. avium, embora possa infectar o homem.

Distribuição geográfica: a TB está muito disseminada pela maioria dos países do mundo. Nos países desenvolvidos, a prevalência é baixa ou foi quase que totalmente erradicada.
Importância econômica e saúde pública: mais importante é a queda da produção de carne e leite; a doença é classificada como zoonose e traz grandes prejuízos econômicos para os países onde ocorre.

Prevalência: nos bovinos de corte, a morbidade é mais baixa. Em bovinos de leite, a incidência aumenta com o progredir da idade, em razão do prolongado tempo de exploração econômica.

Hospedeiros: os principais hospedeiros são o bovino, o bubalino (M. bovis) e o homem (M. tuberculosis).

Fatores predisponentes: animais de raças de origem européia, rebanhos melhorados e animais estabulados.

Patogenia: a porta de entrada é a mucosa oral e a nasal. Quando a transmissão é aerógena, é comum observar lesão na porta de entrada e no aparelho respiratório. Varia quanto ao tipo e localização, como a forma miliar (consiste em lesões nodulares discretas que acometem vários órgãos). Quando da infecção oral, tem-se a doença no aparelho digestivo.

CADEIA EPIDEMIOLÓGICA

Fonte de infecção: doentes típicos, portador em incubação e portador convalescente.

Vias de eliminação:
secreção oronasal, fezes, leite, urina.
Vias de transmissão:
aerógena (poeira e gotículas de Flügge), leite, alimentos e água contaminados.
Porta de entrada:
mucosa oronasal.
Suscetíveis:
bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos e animais domésticos de estimação (cães e gatos), animais silvestres e homem.

PROFILAXIA

Medidas relativas às fontes de infecção:
  • Bovinos e bubalinos: identificação pela tuberculinização periódica e sacrifício;
  • Homem: identificação e tratamento;
  • Outras espécies: evitar acesso aos bovinos.
Medidas relativas às vias de transmissão: disposição adequada de dejetos animais, limpeza de instalações e fômites.

Medidas relativas aos suscetíveis: medidas de promoção da saúde.

Medidas relativas aos comunicantes: quarentena e tuberculinizaçao.

Medidas gerais de profilaxia: educação sanitária para orientar os produtores na adoção das medidas de profilaxia recomendadas pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Tuberculose.
 
 
 

Doenças Entéricas na Maternidade Suina

 


Na suinocultura intensiva atual, caracterizada pelo sistema de produção em escala e muitas vezes de forma não planejada, as doenças entéricas na fase de maternidade são um desafio constante. A manifestação clínica principal é a ocorrência de diarréia, acompanhada de perda no ganho de peso e em alguns casos, mortalidade. Além disso, somam-se às perdas econômicas, os gastos com o uso de medicamentos para o tratamento dos animais. As causas das diarréias são relacionadas a agentes infecciosos (bactérias, vírus, protozoários), a ambiência, manejo de limpeza e desinfecção e imunidade deficiente.

AGENTES ETIOLÓGICOS E CARACTERÍSTICAS DAS DIARREIAS:

Os agentes patogênicos mais comuns que afetam os leitões na maternidade são: Escherichia coli, Clostridium perfringens, rotavírus e Isospora suis.

A colibacilose neonatal acomete animais logo após o nascimento causando diarréia aquosa de coloração branco-amarelada, desidratação e prostração. O leitão adquire a Escherichia coli através da contaminação fecal-oral após o nascimento a partir do ambiente contaminada ou das fezes da matriz. Pode ocorrer mortalidade elevada da leitegada.

Clostridum perfringens é uma das causas mais comuns em leitões na primeira semana de vida, podendo acometer leitões com 12 horas pós-nascimento.

Raramente a doença manifesta-se em animais com mais de 1 semana de vida, pois o agente é inativado pela produção da enzima gástrica tripsina, que já ocorre em animais com esta idade. As Clostridioses são causadas por 3 tipos de Clostridium: C. perfringens tipo C , que causa diarréia aquosa hemorrágica com fragmentos necróticos e desidratação severa; C. perfringens tipo A que causa diarréia mucóide não hemorrágica, sendo que algumas vezes sem diarréia, mas com lesões na mucosa do intestino delgado , determinando uma forma subclinica da doença.

Outra forma recente da infecção ocorre pelo Clostridium difficile, com sinais de leve depressão e inapetência e diarréia pastosa à aquosa de coloração amarelada, raramente acompanhada de sinais respiratórios, edema facial e morte súbita. Segundo pesquisas recentes, leitões infectados pelo C. difficile apresentam redução no desempenho (peso ao desmame) de até 15%.

A rotavirose (infecção pelo Rotavirus) acomete principalmente leitões entre duas e seis semanas de idade, podendo estar acompanhada por febre, redução de apetite, apatia e vômitos ocasionais, tendo como conseqüência desidratação e morte, que pode atingir a 20% dos leitões afetados.

O Isospora suis é um protozoário que parasita as células intestinais e provoca uma doença chamada coccidiose que é caracterizada por uma diarréia amarelada com alta morbidade e baixa mortalidade. É uma das causas de diarréia de difícil controle, pois não há vacina preventiva, não responde a antibiótico, e o agente resiste à temperatura ambiente por mais de 15 meses e é resistente a maioria dos desinfetantes. Apesar de não causar mortalidade os danos que este protozoário causa nas células intestinal são irreversíveis, causando atraso no crescimento deste animal até o abate.

 

A criação de ovelhas em consórcio com plantações de frutas vem dando certo

 


A frutiovinocultura é uma das modalidades da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), formada pelo consórcio de plantas frutíferas com a criação de ovelhas. Ela tem sido implantada no Nordeste brasileiro como uma alternativa viável para aumentar a produtividade e a rentabilidade das áreas de cultivo irrigado de frutas. No Vale do Submédio São Francisco, a maior parte dos consórcios acontece em áreas de cultivo de uva e de manga, que são os principais produtos de exportação da região.

O consórcio usando ovinos é o mais recomendado, pois os animais causam menos danos aos pomares, em comparação com caprinos e bovinos. A criação também é aconselhável por eles terem menor porte que os bovinos e por privilegiarem o pastejo de plantas herbáceas e não da copa das árvores, como os caprinos.

Entre as diversas vantagens da frutiovinocultura, está a maior eficiência no uso da terra, pelo aproveitamento da mesma área com duas atividades, pela incorporação de mais uma fonte de renda e atenuação do problema da sazonalidade da agricultura, já que, com a criação de ovinos, a propriedade pode comercializar os animais todos os meses do ano. O consórcio possibilita ainda a redução de custos com capinas manuais, roçagens mecânicas e aplicação de herbicidas, uma vez que os animais se alimentam das plantas daninhas. A médio e longo prazos também diminuem os custos com adubação química, face a deposição dos dejetos nas áreas, além do esterco que é retirado no aprisco.

 

Conhecendo As Plantas Trepadeiras

 




Dá-se o nome de trepadeiras às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive outras plantas.
            Nas florestas tropicais são freqüentes as lianas ou cipós, que pendem das  árvores ou nelas se enroscam, tais como: cipó-caboclo, cipó-cabeludo, cipó-chumbo, etc. Este  último ocorre também como parasita de plantas cultivadas.
          Certas trepadeiras se utilizam de gavinhas, como: ervilha, chuchuzeiro, maracujá, etc. Outras trepadeiras enrolam o seu caule em torno do suporte, subindo mais a cada volta que executam ( caule volúvel ), como: feijoeiro, glicínia, soja perene, etc.
         Algumas trepadeiras sobem com o auxílio de espinhos que se prendem em tudo que possa servir de suporte, como a roseira e a primavera. Outras, ainda, utilizam-se de pequenas raízes, que crescem de espaço em espaço, ao longo de seus caules, como a hera, o que lhes permite subir em muros.
 
Veja ! Tecnicas para Qualidade da Água, Rastreabilidade do Gado, Georreferenciamento dos Imoveis Rural, Fazendo um Bom Manejo e Estratégia de Cruzamento para Bovinos de Leite... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 07 de Maio de 2015 08:49

 

Técnica simples e eficiente para melhorar a quantidade de água na propriedade

 

É a integração de barraginhas e lagos, uma técnica capaz de garante água em propriedades rurais.  Esse integração de barraginhas e lagos de múltiplo uso permite aumentar a disponibilidade de água nas propriedades rurais. O uso complementar das duas tecnologias sociais permite aos agricultores amenizar problemas causados por estiagens e ter reservatórios para irrigação, abastecimento ou criação de peixes.

O sistema de barraginhas consiste em construção de miniaçudes em áreas de pastagens, lavouras e beiras de estradas. Essas covas de captação de água de chuva ficam distribuídas na propriedade de modo que retenham as enxurradas, evitando erosões e amenizando enchentes. O sistema ajuda aproveitar, de forma eficiente, a água das chuvas irregulares e intensas. Ao barrar as enxurradas, as barraginhas darão tempo para que a água se infiltre no solo recarregando o lençol freático. A recarga do lençol freático abastece os mananciais, permitindo a revitalização de córregos; eleva o nível de cisternas e umedece o solo, podendo propocionar o aparecimento de minadouros.

O aproveitamento da maior quantidade de água disponível na propriedade pode se dar com o abastecimento de pequenos lagos. Os lagos são impermeabilizados com lona plástica, a construção é de custo baixo e podem ser utilizados como reservatório para irrigação de hortas, abastecimento de comunidades e como criatório de peixes.

 

 

Novo sistema de rastreabilidade e identificação do gado

 


Para garantir a qualidade e a origem da carne que chega à mesa do consumidor a Embrapa Pecuária Sudeste desenvolveu um sistema de rastreabilidade e identificação animal, o TAG Ativo. O sistema começa com a identificação do animal assim que ele nasce, por meio do brinco eletrônico, fixado na orelha do bezerro. Um sinal de radiofrequência ativa o brinco, que transmite o número do animal para um leitor portátil com memória para armazenar milhares de informações.

O sistema de identificação e rastreabilidade vai além da porteira, e funciona também no transporte dos animais. Ele pode ser lido com o caminhão em movimento, permitindo que o fiscal conheça todos os dados do transporte, como quantidade de animais, identificação de cada um, peso, idade, origem, destino, hora e data de embarque, além de informações do veículo.

O Tag Ativo, tecnologia patenteada para identificação e monitoramento do trânsito de animais, foi elaborado em parceria com a empresa AnimallTag. O dispositivo eletrônico substitui os documentos em papel exigidos no transporte de gado, como atestados de vacina. É um sistema de baixo custo, que automatiza o processo de fiscalização nos postos de controles da sanidade animal, mesmo em regiões afastadas, sem infraestrutura. Ele traz benefícios para o consumidor final e para o produtor - O manejo do gado fica mais fácil, e o pecuarista tem o seu produto valorizado -, além de colocar o Brasil numa posição mais competitiva.

 

 

Novos Prazos para o Georreferenciamento dos Imóveis Rurais

 


 
O Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR) foi criado pela Lei nº 10.267 de 28 de agosto de 2001, regulamentada pelo decreto 4.449 de 30 de outubro de 2002 que foi alterado pelo decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005. Esta referida lei torna obrigatório o georreferenciamento do imóvel para inclusão da propriedade no CNIR, condição esta necessária para que se realize qualquer alteração cartorial da propriedade.

O georreferenciamento de imóveis rurais tem como principal objetivo a descrição dos limites e confrontações do imóvel, através da coleta das coordenadas de todos os vértices e georreferenciando-os ao sistema geodésico brasileiro com precisão posicional fixada pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária - INCRA.

Este procedimento é obrigatório para os proprietários que detêm o domínio direto e útil dos imóveis rurais que desejarem realizar alterações cartoriais como desmembramento, parcelamento, remembramento, qualquer tipo de transferência ou em caso de utilização da propriedade para fins de financiamento e hipoteca.

As propriedades que não possuírem o georreferenciamento no prazo determinado em lei não poderão realizar qualquer transcrição de matrícula do imóvel. Além disso, as propriedades que não tiverem o georreferenciamento poderão ter seus imóveis incluídos na lista de imóveis passiveis de incorporação para ações de reforma agrária, de acordo com o item 1 do artigo 2º da Instrução Normativa do INCRA n°9 de 13/11/02.

Os prazos para realização deste procedimento em propriedades rurais com área inferior a 500 hectares foram prorrogados pelo Decreto nº 7.620/2011.

O decreto traz prazos diferenciados pelo tamanho dos imóveis rurais, tais como:

• Para os imóveis com área entre 250 a 500 hectares o prazo termina em novembro de 2013;

• Os imóveis com área de 100 a menos de 250 hectares são de treze anos expirando em novembro de 2016;

• O prazo é de dezesseis anos para os imóveis com área de vinte e cinco a menos de cem hectares, ou seja, até novembro de 2019;

• O maior prazo é dos imóveis com área inferior a vinte e cinco hectares, sendo necessário o georreferenciamento a partir de novembro de 2023;

Para os imóveis com área superior a 500 hectares não houve alteração nos prazos, permanecendo os mesmos fixados pelos Decretos nº 4.449/2002 e 5.570/2005. Ressalta-se que esses prazos já expiraram, ou seja, para qualquer alteração na matrícula desses imóveis é obrigatório o georreferenciamento do imóvel rural.
 
 
 
“Sou dono das minhas
 
ideias e não me permito andar por outras pernas”.

 
"Flexível sim, não manobrável"

 

 

 

Informações importantes para fazer um bom manejo de crias na ovinocaprinocultura

 

 

 

As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

Mostra como práticas de manejo simples e de baixo custo podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.

 

 

 

 

 

 

Estratégia de Cruzamento Bovino de Leite


 
Veja ! Conhecendo as Camuflagens, As estações do Ano, Conhecendo as Unidades de Medidas, Origem dos Nomes dos Planetas, Aves Aquaticas, Flores Ornamentais, Dispersão de Sementes, Animais que Voam e Animais Quadrúpedes... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 04 de Maio de 2015 09:43

 CONHECENDO AS CAMUFLAGENS

 


Camuflagem é a maneira pela qual muitos animais usam sua forma e coloração para se esconder de seus predadores, ou para evitar que as presas fujam. Assim, as listras das zebras e as manchas das girafas tornam esses animais pouco visíveis nas savanas, onde habitualmente vivem, especialmente ao anoitecer, quando o ataque dos predadores é mais provável.
Por outro lado, a pelagem manchada do leopardo o dissimula muito bem nas regiões arborizadas onde caçam, permitindo-lhe aproximar-se sorrateiramente de suas presas.
O desenho malhado das asas de muitas mariposas torna esses insetos difíceis de serem vistos pelas aves.
Muitos peixes têm a parte superior do corpo mais escura e a inferior clara, para contrabalançar o efeito da luz que vem de cima.
Alguns animais, como o camaleão, desenvolveram um mecanismo que lhes permite mudar de cor para confundir-se com o ambiente.
A camuflagem também pode ser feita a partir de uma semelhança com objetos do ambiente. Assim, o bicho-pau pode assemelhar-se a um galho seco; e algumas borboletas possuem listras que se parecem com as nervuras das folhas em que pousam.


 CONHECENDO AS ESTAÇÕES DO ANO

 

 

As estações são os períodos climáticos de aproximadamente três meses em que se divide o ano. São causados pelo movimento da Terra e sua atmosfera ao redor do Sol e pelas mudanças decorrentes da inclinação do seu eixo para perto ou para longe dele, durante sua órbita anual.
Em qualquer período do ano, as condições que ocorrem no hemisfério sul , em termos de luminosidade e temperatura, são geralmente opostas às que ocorrem no hemisfério norte. Assim, quando no hemisfério sul é verão, no hemisfério norte é inverno.
As regiões polares têm apenas duas estações: um longo inverno e um verão curto. Nas latitudes médias há quatro estações: primavera,verão, outono e inverno. Em baixas latitudes ocorrem dois conjuntos de estações: primeiramente, um inverno curto e frio seguido de um verão longo e quente; e, em segundo lugar, uma estação chuvosa e uma estação seca.
No hemisfério sul, em latitudes médias, as estações e os meses correspondentes são os seguintes: a) primavera - setembro, outubro e novembro; b) verão - dezembro, janeiro, fevereiro; c) outono - março, abril, maio; d) inverno - junho, julho, agosto.
As estações do ano estão tradicionalmente associadas ao ciclo anual das plantas,
especialmente as cultivadas. Assim, a primavera é a estação do plantio e germinação; o verão é o período de crescimento e maturidade; o outono é a época da colheita; e o inverno é a estação da letargia ou vida latente.
 
 


 

CONHECENDO AS UNIDADES DE MEDIDA
 
 


Unidade Valor
 

Acre........................ 4,046 metros quadrados
Alqueire mineiro......48.400 metros quadrados
Alqueire paulista...... 24.200 metros quadrados
Are.......................... 100 metros quadrados
Braça de Cerca....................... 2,20 metros
Galão...................... 3,785 litros
Hectare................... 10.000 metros quadrados
Hectare................... 2,5 acres
Jarda...................... 91,44 centímetros
Libra....................... 453,592 gramas
Libra....................... 0, 4536 quilogramas
Litro........................ 1 decímetro cúbico
Metro...................... 100 centímetros
Metro cúbico........... 1.000 litros
Milha....................... 1,609 quilômetros
Milha/hora............... 0,447 metros/segundo
Onça......................28,349 gramas
Pé..........................30,48 centímetros
Polegada............... 2,54 centímetros
Quilograma.............1.000 gramas
Quilômetro............. 1.000 metros
Quilômetro quadrado....................... 100 hectares
Tonelada................ 1.000 quilogramas
 

 CONHECENDO A ORIGEM DOS NOMES DOS PLANETAS

 


Se dependesse da etimologia da palavra planeta, a Terra e os outros planetas estariam fora de órbita. O termo vem do latim " planetae " que, por sua vez, provém do grego " planes ", que significa errante ou que se desvia do caminho.
O nome Terra vem do latim " terra " , que significa o globo terrestre , mundo.
Os nomes dos outros planetas têm origem nos nomes de deuses da mitologia greco-romana, como segue:
Mercúrio - deus romano dos viajantes.
Venus - deusa romana do amor e da beleza.
Marte - deus romano da guerra.
Júpiter - pai de todos os deuses romanos.
Saturno - deus grego da fartura.
Urano - rei dos céus, na mitologia grega.
Netuno - deus romano dos mares.
Plutão - deus romano do inferno. Recentemente, Plutão foi rebaixado para a categoria de asteróide.
 
 
 
 
 
 
 

Conhecendo as Aves Aquáticas

 


A maioria das aves tem habitat terrestre, seja no solo, como o avestruz e a ema, seja nas árvores, como o tucano, o papagaio e os pássaros. Porém, existem muitas aves adaptadas à vida aquática.
Em primeiro lugar, devem ser citados os pinguins, cujos membros anteriores se transformaram em aletas que lhes permitem nadar. Habitam a Antártida e regiões vizinhas, alimentando-se de peixes e um pequeno camarão chamado krill.
Um grupo de aves aquáticas é constituído pelas aves marinhas, que possuem
os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, como a gaivota, o albatroz, a fragata e o pelicano, que se alimentam de peixes apanhados no mar.
Outro grupo de aves aquáticas são as chamadas palmípedes, isto é, que possuem as patas palmadas, como: pato, ganso, marreco, cisne, etc., que se alimentam de peixes, rãs, moluscos, crustáceos, etc.
Outro grupo de aves aquáticas é representado pelas pernaltas, isto é, aves que têm pernas e pescoço compridos, como: flamingo, garça, cegonha, jaburu, etc. Sem serem exclusivamente aquáticas, freqüentam os pântanos e beiras de rios e lagos, sendo chamadas "aves ribeirinhas". Alimentam-se de animais que vivem nos alagadiços: peixinhos, rãs, caranguejos, lesmas, tatuzinhos, etc.
 

Conhecendo as Flores Ornamentais


FloresEm mensagem anterior, focalizamos as flores do ponto de vista botânico. Além de serem os órgãos reprodutores das plantas superiores, as flores são admiradas pela beleza de suas formas e cores e se perfume, sendo utilizadas para ornamentação.
As plantas floríferas são cultivadas em floriculturas e jardins, públicos ou residenciais.
As floriculturas geralmente são administradas por profissionais e visam o abastecimento dos mercados floristas. Os amadores cultivam flores em jardins residenciais ( canteiros ) ou em vasos.
As plantas floríferas podem ser de ciclo curto ou longo. As de ciclo curto vivem desde 1 ano até 3 anos; florescem uma ou mais vezes e necessitam ser plantadas de novo. Exemplos: amor-perfeito, petúnia, margarida, boca-de-leão, ervilha-de-cheiro, etc. As floríferas de ciclo longo têm um ciclo de vida superior a 3 anos, tais como: roseira,primavera, angélica, camélia, violeta, etc.
O plantio das plantas floríferas pode ser feito de várias maneiras: sementes, mudas, estacas, bulbos, etc.
Muitas plantas floríferas são trepadeiras, tais como: alamanda, maracujá ( flor-da- paixão ), roseira, primavera, etc.; algumas são epífitas, como as orquídeas; e outras são aquáticas, como: nenúfar, vitória-régia, etc.
 
 
 
 
 
 
 

Conhecendo a Dispersão das Sementes


  Fotos de floresAs sementes são os órgãos de reprodução das plantas superiores, isto é, que produzem flores (Fanerógamas). Elas resultam do amadurecimento do ovário da flor e precisam ser dispersadas para garantir a sobrevivência das plantas. A disseminação das sementes é feita por vários agentes, tais como: vento, água, animais e o próprio homem.
Algumas sementes, como as das orquídeas, são tão pequenas e leves que basta ma ligeira brisa para dispersá-las. Outras plantas desenvolveram estruturas apropriadas para facilitar o seu transporte pelos agentes de dispersão.
Muitas sementes dependem dos animais para a sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos, como o picão e o carrapicho, os quais se prendem aos pêlos dos animais ou à roupa do homem. Outras desenvolveram expansões finas e dilatadas que funcionam como pára-quedas, como é o caso da paineira e da barba-de-bode.
Algumas leguminosa, como a ervilha, quando as vagens secam, se abrem e lançam as sementes à certa distacia da planta.
Animais frugívoros (que comem frutas), como o esquilo, também contribuem para espalhar as sementes de certas plantas.
Outras sementes, como as do lótus, flutuam na água, graças aos espaços cheios de ar que possuem.
A erva-de-passarinho é uma planta parasita, cujas sementes viscosas são dejetadas por passarinhos e grudam nos ramos da p lanta hospedeira, onde germinam.

Conhecendo os Animais que Voam

 
 


Os animais que voam são aqueles providos de asas, a saber: a) aves; b) insetos adultos; c) morcego.
As asas são apêndices torácicos que funcionam como órgão motor e como superfície de sustentação, que permitem a certos animais locomover-se no ar ( voar ) ou manter-se no ar flutuando ( planar ).
No caso das aves, são duas as asas, constituídas pelos membros anteriores modificados: os dedos têm tamanho reduzido e os ossos do pulso são alongados e soldados, formando uma estrutura de apoio para as penas de vôo. As asas são ligadas ao esqueleto por articulações móveis. A força necessária para voar é dada por dois músculos peitorais, que agitam as asas.
No caso dos morcegos, as asas são os membros anteriores modificados, formados por uma membrana coberta de pêlos, que une os quatro dedos muito alongados de cada mão; só os polegares ficam fora da asa, sendo usados pelo morcego para se dependurar.
Dentre as aves, possuem excelente aptidão para o vôo: a) as aves marinhas ( albatroz, gaivota, pelicano ); b) as aves de rapina (águia, falcão, gavião); c) a maioria dos pássaros (andorinha, beija-flor, pombo ). O beija-flor é a única ave que paira no ar, agitando as asas, para sugar o néctar das flores.
Dentre as aves que não voam, destacam-se os pingüins, cujas asas foram transformadas em nadadeiras; e as ratitas ou aves corredoras ( avestruz, ema, casuar ). Possuem baixa aptidão para o vôo: galinha, peru, pavão, codorna.
No caso dos insetos, só as formas adultas aladas (com asas) voam, podendo ter um único par de asas ( mosca, mosquito ) ou dois pares de asas ( cigarra, gafanhoto, besouro ). Não voam os insetos adultos desprovidos de asas ( traça, formiga, cupim ) e as formas lar-
vais ( lagartas ).
Dentre os mamíferos, à rigor só os morcegos conseguem realizar vôo autêntico. Porém, existem várias espécies que se deslocam pelo ar, planando ou saltando de um galho para outro. Assim, os chamados esquilos-voadores e lêmures-voadores, na realidade não voam mas planam no ar, flutuando com o auxílio de membranas que unem os membros anteriores aos posteriores.
 

Conhecendo os Animais Quadrúpedes

 



O termo quadrúpedes é usado para designar os animais que têm quatro patas, em contraposição aos bípedes ( duas patas ) e aos ápodes ( sem patas ). As aves, o canguru e o homem são exemplos de bípedes, enquanto a baleia, os peixes e as cobras são ápodes.
Entre os mamíferos quadrúpedes, distinguem-se dois tipos de patas: a) com garras; b) com cascos.
São quadrúpedes possuindo patas com garras: a) desdentados - tatu, tamanduá, etc.; b) insetívoros - ouriço, toupeira, etc.; c) roedores - rato, paca, capivara, etc.; d) felinos - gato, leão, tigre, onça, etc.
São quadrúpedes possuindo patas com cascos: a) perissodáctilos - cavalo, burro, anta, elefante, etc.; b) artiodáctilos - boi, cabra, carneiro, veado, etc.
Além dos citados mamíferos, também são quadrúpedes: a) anfíbios - sapo, rã, perereca, etc.; b) lacertílios - lagarto, camaleão, jacaré, crocodilo, etc.; c) quelônios - cágado, jabuti, tartaruga,etc.
Os quadrúpedes de patas com cascos abrangem diversos animais domésticos, quer ruminantes - boi, cabra, carneiro, etc., quer não-ruminantes - cavalo, burro, porco, etc.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 27 de Abril de 2015 09:07

Consultório agrícola: Consumo dos próprios ovos

Falta de cálcio pode levar galinhas a comerem os ovos que põem

 

 Shutterstock
Incluir minerais na dieta das aves evita que elas comsumam dos próprios ovos

O que fazer para que as galinhas parem de comer os próprios ovos?

A falta de cálcio no organismo é um motivo que leva as galinhas a consumirem os próprios ovos. Para evitar essa prática, assegure a inclusão do mineral na dieta da criação. Há no varejo rações disponíveis já acrescidas de dosagem de cálcio necessária para a ave. Em lojas de produtos agropecuárias também podem ser compradas farinhas de ostra ou de osso, que são opções para adicionar cálcio à alimentação das galinhas. Se preferir, o criador também pode preparar o complemento, utilizando cascas de ovos. Primeiro, deixa-as secar na sombra para conservar o nutriente e, em seguida, triture-as em um liquidificador. Elas também podem ser socadas com um pilão para se transformar em farinha e, então, misturadas à ração. No entanto, há casos de galinhas ainda continuarem a manter o hábito de comer os próprios ovos, o que será preciso de uma ação mais drástica. Solicite a um profissional com experiência para realizar a debicagem – um processo delicado de corte da ponta do bico que deve ser feito com destreza para não machucar a ave.

 


Manejo Sanitário colostro ( Gado de Leite )

 


Após o nascimento, o bezerro deve permanecer junto com a mãe por pelo menos 24 horas. Sabemos que o bezerro junto com a mãe, mama entre 12 a 15 vezes ao dia. Estas mamadas permitem que o colostro passe muitas vezes pelo aparelho digestivo aumentando a superfície de contato do colostro com a parede intestinal favorecendo assim a absorção de imunoglobulinas (anticorpos). Por outro lado, podemos fornecer o colostro de forma artificial oferecendo dois litros  duas vezes por dia com intervalo próximo de 12 horas. O importante é que o bezerro ingira em torno de 10% do seu peso em colostro, nas primeiras 24 horas.  O bezerro nasce sem proteção de anticorpos contra os agentes de doenças. A forma de adquirir estes anticorpos (defesa), é ingerindo o colostro. O colostro é o primeiro produto produzido pela glândula mamária no inicio da lactação, é uma  rica fonte destes anticorpos que foram produzidos nos dois últimos meses de gestação. Após o nascimento, é imperativo que o bezerro ingira o colostro o quanto antes para que ele adquira estes anticorpos. A capacidade de absorver os anticorpos fornecidos pela mãe no interior do aparelho digestivo do bezerro é aproximadamente nas primeiras 36 horas e esta capacidade de absorção tem como pico máximo entre seis e 10 horas, quando começa a diminuir gradativamente até aproximadamente 36 horas.  A partir deste ponto o colostro continua sendo um alimento muito rico e deve ser aproveitado pelo bezerro e outros do mesmo plantel que são tratados  de forma artificial, porém perde a importância como fonte de anticorpos.
    De outra forma uma das funções do colostro é ajudar na primeira descarga intestinal, isto é, ajuda a expelir as primeiras fezes que é o chamado mecônio. O mecônio são fezes amarelas pegajosas de difícil eliminação portanto sendo o colostro um leve laxante vai ajudar nesta eliminação. Neste período devemos interferir somente se houver necessidade. Na maioria das vezes, esta intervenção é desnecessária. Uma das vantagens da maternidade é a possibilidade de observação do recém nascido e qualquer problema que surgir neste local facilita o socorro.
    O excesso colostro pode e deve ser dado para os outros bezerros. Neste caso ele não tem função como fornecedor de anticorpos pois bezerros mais velhos perdem a capacidade de absorção dos anticorpos mas, como alimento é até mais rico que o próprio leite. É bom lembrar que como o colostro tem uma função laxativa, para fornecer aos outros bezerros o melhor é diluir em outra quantidade de leite para não causar meles de desarranjo aos bezerros mais velhos.
 
 
 CULINÁRIA BODISTICA

Cabrito Ensopado com alecrim



Ingredientes

 

- 800 g de cabrito

- 2 cebolas picadas

- 4 dentes de alho

- 8 colheres de sopa de azeite

- 400 ml de vinho branco

- 1 colher de sopa de alecrim fresco

- 2 batatas em cubos

- 2 cenouras fatiadas

- 1 e 1/2 xícara de ervilhas frescas

- 500 ml de polpa de tomate

- Suco de 1 limão

- Sal grosso

- Pimenta-do-reino

 

 

 

Modo de Preparo

 

- Tempere o cabrito com sal, pimenta e sumo de limão. Doure a carne em 2 colheres de azeite e reserve a carne. Refogue cebola e os alhos no resto do azeite. Adicione a carne, regue com o vinho branco. Acrescente o alecrim, a batata, a cenoura e a ervilha.

- Adicione a polpa de tomate e cozinhe por 30 minutos, com a panela tampada. Sirva quente. 

 

 

CONHECENDO AS VOZES DOS BICHOS

As vozes dos bichos recebem os seguintes nomes:

 

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Arrulho: pombo
Balido: ovelha, carneiro
Barrido: elefante
Berro: cabra, carneiro
Cacarejo: galinha
Chilrear: pássaros
Coaxar: sapo, rã
Cricri: grilo
Ganido: cachorro
Gorjeio: pássaros
Grunhido: porco, javali
Guincho: macaco, gavião
Latido: cachorro

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Miado: gato, onça
Mugido: boi
Relincho: cavalo
Rosnado: cachorro, lobo, raposa
Uivo: cachorro, lobo
Zumbido: abelha, vespa
Zurro: burro

 

 

 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL – 1



a) Um camelo consegue beber 120 litros de água em 10 minutos. Ele retém água para 8 dias. Porém, a girafa e o rato podem viver sem água mais tempo que o camelo.
b) As girafas atingem 7 metros de altura. Apesar do tamanho, o seu pescoço tem apenas 7 ossos, o mesmo número de ossos que o pescoço do homem. A cabeça da girafa fica a mais de 2 metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração precisa ser muito forte. O coração da girafa é 43 vezes maior que o do homem.
c) O porco-espinho tem, em média, cerca de 30.000espinhos. Ele é um excelente nadador, porque os espinhos o ajudam a flutuar.
d) As grandes orelhas do elefante servem para resfriar o animal. Quando o sangue
passa pelos vasos próximos à superfície das orelhas, se resfria com o vento. Além disso, abanar as orelhas também ajuda a refrescar.
e) A carapaça das tartarugas é a própria pele que engrossou e ficou dura. Elas não
conseguem sair da carapaça, mas colocam a cabeça e as patas para fora.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL – 2

 

a) A anta é maior mamífero terrestre do Brasil. Pode atingir até 2 metros de comprimento e 1 metro de altura, chegando a pesar 300 quilos.
b) Cada salto em distância do canguru alcança 10 metros, enquanto o sapo pula até 5,5 metros. Em termos de altura, o canguru alcança 2,7 metros, menos que o puma, que atinge 3,1 metros.
c) O beija-flor bate as asas 90 vezes por segundo, quatro vezes mais que a libélula.
Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em cerca de 2.000 flores
por dia.
d) A preguiça movimenta-se lentamente durante a noite e dorme de dia ( mais de 18 horas ). Tem um pescoço que pode até 180 graus. Assim, não precisa mexer o corpo para olhar o que está acontecendo ao seu redor.
e) Os morcegos são os únicos mamíferos que sabem voar. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar em locais mal-iluminados, mesmo sendo animais de hábitos noturnos. Usam o nariz em forma de ferradura para emitir ultra-sons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória de vôo e desviar-se deles.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
- 3



a) Os dois únicos mamíferos ovíparos, isto é, que botam ovos, são o ornitorrinco e a equidna, os quais vivem exclusivamente na Austrália.
b) Outro animal exclusivo da fauna australiana é o casuar, uma ave corredora, com asas curtas e patas fortes, semelhante ao avestruz.
c) A preguiça é um mamífero curioso, que tem o corpo coberto por pelos grossos e
longos, que vive nas matas, movimentando-se nas árvores muito lentamente ( daí o seu nome ). Dorme de dia e movimenta-se à noite, alimentando-se de folhas das árvores.
d) Os morcegos são os únicos mamíferos que voam. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar e tenham hábitos noturnos. Eles usam o nariz para emitir ultrassons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória. Essas vibrações atingem os objetos e voltam em sua direção, permitindo avaliar o seu tamanho e localização.
e) O pica-pau é uma ave com ouvido muito apurado, que consegue localizar as larvas de insetos dentro do tronco e galhos das árvores. Então fura a árvore no ponto certo, dando repetidas bicadas e abrindo um buraco, que lhe permite introduzir a língua e apanhar a larva



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
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a) O maior ovo é o do avestruz, que mede 15 - 20 cm e pesa 1,2 kg, equivalente a duas dúzias de ovos de galinha; enquanto o menor ovo é o do beija-flor, com 1,2 cm.
b) As cobras comem a cada 15 dias, em média. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, já que elas engolem suas presas inteiras,sem mastigar.
c) Conforme a espécie, uma lacraia ou centopéia tem de 28 a 354 patinhas!
d) Testes feitos por cientistas com diversos animais, mostram que o chimpanzé e o golfinho são os mais inteligentes.
e) O falcão voa bem alto e possui excelente visão. Quando ele avista uma presa, se lança sobre ela num vôo tão rápido que chega a atingir 300 km/hora!
f) As formigas-correição são conhecidas por saírem de seu ninho em bandos enormes, que caminham em fileira, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
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a) As formigas-correição costumam sair do formigueiro em bandos enormes, com milhares de indivíduos que desfilam, durante horas, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.

b) O cavalo-marinho é um pequeno peixe com aparência de um cavalo. Curiosamente, a fêmea deposita os ovos ( em número de 200 - 400 ) em uma bolsa ou saco abdominal do macho, onde são incubados. Portanto, o macho é que fica grávido.


c) O louva-deus, apesar da sua atitude que lembra uma pessoa em oração, é um inseto predador de outros insetos. Algumas espécies chegam a praticar o canibalismo, não sendo raros os casos em que a fêmea, de tamanho maior, devora o macho após a cópula.


d) Quando em perigo, os elefantes formam um círculo, com os mais fortes na frente,
protegendo os mais fracos.
e) Toda as cobras produzem uma substância tóxica, porém poucas espécies possuem a capacidade de injetá-la porque não possuem dentes para isso. O veneno misturado à saliva ajuda na digestão das presas engolidas. As cobras que conseguem injetar o seu veneno são consideradas peçonhentas. No Brasil, a jararaca é responsável por 85% dos casos de picada em seres humanos. Depois, vêm a cascavel e a coral.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
- 6



Fotos de Stock: Reino animal. Imagem: 14225143

a) O animal que vive mais tempo é a tartaruga de Galápagos, que pode viver até 360
anos.
b) O animal mais veloz na terra é o guepardo, que pode atingir a velocidade de 100 Km/hora. O mais veloz no ar é o falcão peregrino, capaz de mergulhar à velocidades de 300 Km/hora.


c) O animal de língua mais comprida é o tamanduá, cuja língua pode medir até 50 centímetros. Ela libera um líquido doce que serve de isca para atrair formigas e cupins. Sua boca, no entanto, tem apenas 2,5 centímetros de largura.
d) O animal mais fedido é o zorrilho africano; quando se sente ameaçado, ele esguicha um líquido mal-cheiroso que provém de suas glândulas anais.
e) A rêmora é um pequeno peixe que possui, na parte superior da cabeça, uma placa com várias ventosas, utilizadas para sua fixação em animais maiores ( baleia, tartarugas e outros peixes, como cação e tubarão ) e até mesmo em barcos. As rêmoras são assim transportadas sem despender nenhum esforço.



CONHECENDO AS REGIÕES POLARES



Chamam-se pólos terrestres cada um dos pontos em que o eixo de rotação da Terra
encontra sua superfície. Distinguem-se os pólos norte e sul.
Na região polar norte não há continente, somente uma área do Oceano Ártico permanentemente congelado, apesar de incluir parte da Groenlândia. Já na região polar sul fica a Antártida, um continente maior que o Brasil. No inverno, por causa do congelamento do mar vizinho, a parte sólida aumenta de tamanho, ficando quase do tamanho da África.
Na região polar norte vive uma pequena população humana nativa - os esquimós, que constroem casas com blocos de gelo, chamadas iglus. Nessa região também vivem ursos polares, assim como focas, morsas e baleias.
Em contraste com a região polar norte, a Antártida é um continente gelado rodeado pelo oceano, em parte também congelado. Aí vivem os pingüins, assim como o krill, semelhante ao camarão, que serve de alimento para animais maiores, como focas e baleias.
Na região polar sul praticamente não há noites no verão. Já no inverno, é o dia que
não amanhece. Nas áreas próximas ao pólo sul, o sol brilha por seis meses consecutivos; mas em compensação, escurece em maio e só amanhece em outubro.
Por outro lado, no pólo norte o sol nasce em março e só se põe em setembro.



CONHECENDO SUBSTANTIVOS COLETIVOS DE PLANTAS



O substantivo representa a palavra que nomeia os seres de uma forma geral1. Algodoal - algodoeiros
2. Arboreto - árvores cultivadas
3. Bananal - bananeiras
4. Cacho - uvas, bananas
5. Cafezal - cafeeiros
6. Eucaliptal - eucaliptos
7. Feixe - capins
8. Flora - plantas
9. Floresta - árvores
10. Folhagem - folhas
11. Gramado - gramas
12. Laranjal - laranjeiras
13. Penca - flores, frutas
14. Pomar - árvores frutíferas
15. Raizame - raízes
16. Ramagem - ramos
17. Ramalhete - flores
18. Renque - árvores enfileiradas
19. Réstia - alhos, cebolas
20. Trigal - plantas de trigo

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 23 de Abril de 2015 09:50

 EQUINOCULTURA

CUIDADOS COM O POTRO RECÉM NASCIDO

 

 
Nesta terceira e última parte serão discutidos os processos que levam á interrupção da unidade égua-potro. Estes fatores poderão ter origem na égua ou no potro neonato, através de problemas infecciosos ou não, mas sempre afetando negativamente a sobrevida principalmente do potro. Este será o foco deste artigo, a identificação do potro de alto-risco, suas causas e possíveis tratamentos na primeira semana de vida.
 
 
 
 

IDENTIFICAÇÃO DO POTRO DE ALTO RISCO
 
a) Condições Maternas
- As condições maternas predisponentes poderão ser de origem infecciosa. Estas infecções poderão ser virais ou bacterianas, causando infecção sistêmica e produzindo toxinas que passam a barreira placentária e são nocivas para o feto. Poderão ocorrer também focos localizados, como placentite, que levam a uma infecção fetal e falta de circulação e oxigenação na placenta resultando em hipóxia do feto, levando ao óbito prematuro do neonato.
- A falta de leite da égua ou lactação prematura poderá levar á falta de ingestão adequada de anticorpos e conseqüentemente o potro ficará mais vulnerável a infecções.
- Um quadro de anemia materna prejudica o desenvolvimento fetal além de falha na oxigenação.
- Outros fatores maternos que poderão levar a um quadro de alto-risco são a administração de drogas abortivas ou supressoras, traumas á barreira placentária e seus vasos sanguíneos, colocando o sangue do feto em contato com o sistema imune materno, stress por viagens e manejo inadequado.

b) Condições do parto
- As distocias levam a traumas diretos ou indiretos no potro, asfixia neonatal e hemorragias intrcranianas.
- Um cordão umbilical curto poderá se romper antes da saída do feto e sua primeira respiração levando á asfixia. Um cordão longo poderá se enrolar a algum membro e também se romper internamente, levando á mesma situação.
- O descolamento prematuro da placenta causa falha na circulação sanguínea e asfixia. Uma placenta pequena está associada á falta de vilosidades (unidade anatômica circulatória) e uma placenta pesada está associada a infecções bacterianas e a edema.
- O uso de alguns medicamentos depressivos durante os procedimentos do parto causam também depressão respiratória e circulatória, levando a hipotensão fetal.

c) Condições do potro neonato
- Dentre as condições inerentes ao potro estão aspiração de mecônio (a asfixia leva o potro a defecar ainda no útero), gestação de gêmeos (diminuição da área placentária e conseqüentemente do fluxo sanguíneo causando subdesenvolvimento fetal), potros órfãos, atraso na ingestão de colostro (levando a diminuição da imunidade passiva), stress neonatal (leva á diminuição das células intestinais que absorvem os anticorpos causando falha na sua absorção) e potro prematuro.
 
 

FALHA NA TRANFERÊNCIA DE IMUNIDADE PASSIVA (FTIP)
 

Devido ao mecanismo de transferência da imunidade passiva em potros já ter sido anteriormente descrito nas partes I e II, focaremos agora as causas que interferem na aquisição de uma boa imunidade e seus possíveis tratamentos.

a) Causas
- Falha da glândula mamária em produzir e concentrar anticorpos (IgG) 4 a 2 semanas antes do parto. A lactação precoce também leva a esta falha, pois o colostro é substituído pelo leite em 12 horas.
- O pico de absorção da IgG é atingido 6 a 12 horas após a primeira mamada. Se ocorrerem fatores que levem a uma má absorção, como stress ou administração de inócuos orais, a imunidade ficará debilitada. A eficiência da absorção das células é máxima logo após o nascimento (22 %) e de 1 % após 24 horas.
- Anormalidades musculoesqueléticas ou traumas não permitem o potro se levantar e mamar.

b) Diagnóstico
(ver parte II – Imunidade)

c) Tratamento
- Potros com menos de 12 horas de vida: fornecer colostro via oral. É imperativo que o colostro seja de boa qualidade. Como regra geral o potro deverá receber de 2 a 3 litros de colostro nas primeiras 24 horas de vida. Poderá ser fracionado em porções de 300 ml com intervalos de 1 hora. Apesar da absorção diminuída, teremos uma proteção local do aparelho digestivo.
- Potros com mais de 12 horas de vida: a absorção de IgG estará nos seu nível mínimo, e a correção da falta desta através de colostro será pouco eficaz. Então a suplementação de IgG deverá ser realizada intravenosamente através de plasma hiperimune de origem comprovadamente confiável. A desvantagem deste método é a concentração desconhecida de IgG e o risco de choque anafilático, principalmente pelos grupos sanguíneos Aa- e Qa-, comumente associados com isoelitrólise. A quantidade de plasma a ser administrado varia de 1 a 2 litros de plasma.
 

INFECÇÃO NEONATAL

- A septicemia e a infecção local são as principais causa de morbidade e mortalidade em potros neonatos. As tentativas de redução das perdas por estas infecções deverão envolver a prevenção da FTIP, identificação do potro de alto-risco e seleção de uma estratégia terapêutica adequada.
- A Infecção neonatal poderá ser adquirida no útero (placentite, infecção materna via sangue), durante o parto (portas de entrada a mucosa oral, inalação de aerosóis, contaminação umbilical, manipulação excessiva e sem higiene do trato reprodutivo da égua, aspiração do mecônio) e após o parto (FTIP, ambiente sujo com pouca ventilação, doenças endêmicas)
- Os agentes causadores mais comuns são Rotavírus, Rhodococcus equi, Streptococcus sp e Staphylococcus sp.
- As principais afecções são, na ordem de ocorrência, pneumonia, poliartrite, enterite, úlcera gástrica, peritonite, nefrite e pleurisia.
- Os sinais clínicos incluem letargia, mamar fracamente, temperaturas superiores a 39 ° C ou menor que 37,5° C, mucosas congestas, alteração do ritmo respiratório e aumento da freqüência cardíaca (> 120 bpm). Mais raramente convulsões e claudicação.
- O diagnóstico é realizado com base nos sinais clínicos e hemograma, além de avaliação clínica veterinária.
- O tratamento tem como base principal o uso de antibióticos de amplo espectro, e medicação sintomática suporte como melhoradores da ventilação e antiinflamatórios. Exames laboratoriais poderão ser realizados para se determinar que antibiótico terá melhor resultado. Enquanto se espera, poderão ser usadas Cefalosporinas (Ceftiofur), Penicilinas, Sulfas ou Aminoglicosídeos (Gentamicina).
- A duração e prognóstico dependem do status clínico e do tipo de infecção diagnosticada.

OUTRAS AFECÇÕES
 

Outras alterações patológicas poderão ocorrer decorrentes de do que já foi relatado.  Apesar de menos freqüentes, não são menos importantes, mas nos levariam a um longo capítulo. Então, apenas para constar cito a Asfixia neonatal, Síndrome hipóxico-isquêmica (mal ajustamento causado por falta de oxigenação durante o parto levando a edema cerebral), Isoelitrólise neonatal (anticorpos colostrais que atacam as hemácias do potro) e Síndrome cólica. Em todas elas é recomendada a presença de um veterinário apto a dar o suporte clínico necessário.

 

 

Conhecendo os Adjetivos Pátrios

 



               Adjetivos pátrios são palavras que expressam a nacionalidade ou o local de origem de pessoas ou coisas. Exemplos:
 
              1. Argentina.........argentino
              2. Bélgica.............belga
              3. Brasil................brasileiro
              4. Brasília.............brasiliense
              5. Buenos Aires....portenho
              6. Campinas...........campineiro
              7. Egito.................egípcio
              8.Espírito Santo (estado)...capixaba
         9. Estados Unidos... norte-americano, ianque
             10. França.............. francês
             11. Goiás................ goiano
             13. Itália..................italiano
             14. Japão............... japonês, nipônico
             15. Judeia.............. judeu, judaico
             16. Londres............ londrino
             17. Minas Gerais.... mineiro
             18. Moscou............ moscovita
             19. Portugal........... português
             20. Rio Grande do Sul...gaúcho
             21. São Paulo ( estado )...paulista
             22. São Paulo ( cidade )...paulistano




Curiosidades do Reino Mineral

 




          a) Poucos metais são usados no estado puro; geralmente são utilizados sob a forma de
ligas ( combinações de dois ou mais metais ). Exemplos: aço ( ferro-carbono ), bronze ( cobre-estanho ), latão ( cobre-zinco ), duralumínio ( alumínio-silício ), etc.
          b) Apesar de não ser propriamente uma liga, também se usa o amálgama, que é uma solução de estanho, prata ou ouro em mercúrio - único metal líquido. Os amálgamas são empregados  na fabricação de espelhos e para obturações  dentárias.
           c ) Os cristais geralmente são milimétricos ou microscópicos; mas há também cristais muito grandes. Segundo a Enciclopédia Barsa, em Minas Gerais foi encontrado um gigantesco cristal de berilo, com cerca de 13 m de comprimento e 2 m de diâmetro, pesando cerca  de 130.000 Kg.
           d) O talco é o mineral mais mole, enquanto o mais duro é o diamante.
           e) Curiosamente, o diamante é constituído por átomos de carbono puro, cristalizado no sistema cúbico. Nenhum outro mineral é capaz de riscá-lo. Também não é atacado por ácidos nem por álcalis.


Conhecendo os Parônimos

 



            Parônimos são palavras parecidas na escrita e na pronúncia, mas com significados
diferentes. Exemplos:
            
             1. acento e assento
             2. acender e ascender
             3. caçar e cassar
             4. censo e senso
             5. cesta e sexta
             6. coro e couro
             7. comprimento e cumprimento
             8. conjuntura e conjetura
             9. deferir e diferir
            10. emigrante e imigrante
            11. eminente e iminente
            12. empoçar e empossar
            13. estofar e estufar
            14. flagrante e fragrante
            15. fabril e febril
            16. osso e ouço
            17. prescrever e proscrever
            18. ratificar e retificar
            19. tráfego e tráfico
            20. vultoso e vultuoso
 

Curiosidades do Reino Mineral

 




          a) O mercúrio e a água são os únicos minerais considerados líquidos; o petróleo, constituido por uma mistura de vários compostos  hidrocarbonados e não sendo, portanto, homogêneo, não é considerado uma espécie mineral.
         b) Vários minerais não ocorrem como unidades independentes, encontrando-se intimamente ligados uns aos outros, constituindo as rochas, que são agregados de minerais. Dentre os minerais que assim se comportam, destacam-se o quartzo, os feldspatos ( ortoclásio, microclina, albita, anortita, etc. ), as micas, os piroxênios. Os anfibólios, as olivinas, etc.
           c) Chama-se diafaneidade a propriedade  que possuem alguns minerais de permitirem que a luz os atravesse. De acordo com essa propriedade, os minerais podem ser transparentes,  translúcidos e opacos.
           d) A atividade econômica conhecida como mineração consiste na extração e beneficiamento de minerais que se encontram no estado sólido, como o carvão, líquido como o petróleo e gasoso, como o gás natural.

 
 
Curiosidades do Reino Mineral

 
 

a) As camadas de rochas sedimentares freqüentemente apresentam dobras ou flexões, que são encurvamentos causados principalmente por movimentos tectônicos ou intrusões de magma. Distinguem-se: anticlinal, com a convexidade voltada para cima; e sinclinal, com a convexidade voltada para baixo.
              b) Também é freqüente a formação de cavernas ou grutas, relativamente grandes, com ou sem abertura para a superfície. São escavadas pela ação da água, geralmente em áreas constituídas  por rochas calcárias. Devido ao gotejar da água saturada com carbonato de cálcio, formam-se colunas chamadas: estalactites ( no teto ) e estalagmites ( no piso ). Constituem áreas de atração turística, sendo as mais conhecidas as de Bom Jesus da Lapa, na Baía; a de Maquiné, em Minas Gerais; e a de Iporanga,  em
São Paulo.
               c) Um fenômeno curioso é a chamada " fumarola ", que é a emissão de gases e vapores pelos vulcões, nas proximidades da cratera, através de aberturas ou fendas, bem como na superfície das corridas de lava,
                d) " Loess" é o nome dado a um sedimento eólico ( depositado pelo vento ), constituído por partículas finas ( silte ), não consolidado e sem estratificação. Assume grande importância por dar origem a solos geralmente de grande fertilidade. O "loess " é encontrado principalmente na Rússia, na China e nos Estados Unidos.



Curiosidades do Reino Vegetal

 




          a) As plantas que não possuem clorofila não conseguem fabricar compostos orgânicos, sendo obrigadas a obtê-los de outra maneira.Um processo utilizado é o dos saprófitos ( quase todos bactérias e fungos ), que se nutrem de organismos mortos ou em decomposição, ou de partes mortas de plantas.
            b) Por que nem todos os lagos, mares e oceanos contêm algas verdes? A razão é porque as algas necessitam de substâncias minerais para que possam desenvolver e multiplicar-se. Assim, embora possam crescer nos oceanos, junto às costas, não vivem longe do litoral porque, nesse caso, não encontram os nitratos, fosfatos e outros sais que são trazidos pelas águas correntes ( cursos d'água ), provenientes das terras adjacentes.
              c) Quando uma semente germina, seu caule cresce para cima e sua raiz, para baixo. Esse comportamento é denominado geotropismo, que exprime a reação da planta à ação da
gravidade, o qual é positivo para a raiz  e negativo para o caule.
             d) Embora seja uma planta parasita, o visco - semelhante à erva-de-passarinho, contém clorofila e realiza a fotossíntese em escala reduzida. Essa planta se auto-abastece, pelo menos
em parte, de suas necessidades alimentares. No entanto, depende inteiramente da planta hospedeira, no tocante ao suprimento de água e de sais minerais, que obtém por meio de haustórios ou raízes sugadoras que penetram nos ramos da  hospedeira.
 
 
 
 
 
 
 
 CONHECENDO OS ADJETIVOS
 
 



               Adjetivos são palavras que expressam as qualidades ou características dos seres  ou coisas, ou seja, que auxiliam a perfeita compreensão dos substantivos. Por exemplo: homem  bom, homem mau, homem preguiçoso, etc.
                Os adjetivos podem ser classificados  da seguinte maneira:
                a) Adjetivos determinativos. Quando indicam o ser ou coisa do qual se fala. Exemplos: minha casa, aquela casa, etc.
                b) Adjetivos qualificativos. Quando indicam os atributos do ser ou coisa. Exemplos: casa branca, casa grande, etc.
                c) Adjetivos absolutos. Exemplos: casa baixa, homem inteligente, etc.
                d) Adjetivos comparativos. Exemplos: casa mais baixa, homem mais inteligente, etc.
                e) Adjetivos pátrios. Designam nacionalidade ou país de origem. Exemplos: brasileiro, português, carro norte-americano, vinho chileno, etc.
                f) Adjetivos eruditos. Significam " relativo a ".Exemplos: humano ( homem ), térmico ( calor ), didático, etc.
                Os adjetivos concordam com os substantivos em gênero e número. Exemplos: cão raivoso, mulher caridosa, flores belas, etc.

 
 
Curiosidades do Reino Vegetal

 

a) Gutação é um processo fisiológico que ocorre em plantas e que consiste na exsudação de gotas d'água no ápice e nas margens das folhas . Isso ocorre quando as condições ambientais são favoráveis à absorção de água pelas raízes ( solo muito úmido ) e desfavoráveis  à transpiração ( noite fria, quando os estômatos estão fechados ).
              b) Os fungos chamados " chapéu-de-sol- luminescentes " têm aspecto normal durante o dia, mas brilham misteriosamente na escuridão da noite, ostentando cores que vão do amarelo-alaranjado ao verde-escuro.
               c) Geralmente as flores e frutos das plantas se formam no ápice dos ramos, mas no
caso da jabuticabeira e do cacaueiro eles se formam na parte basal dos caules, isto é,  no tronco e nos galhos.
                d) Assim como as sequóias são as maiores plantas terrestres, as algas parda pluricelulares, chamadas " kelps ", são as maiores plantas marinhas. Ambas podem atingir a dimensão de uma centena de metros.
                e) As Pteridófitas são plantas Criptógamas vasculares, que não possuem sementes; a sua reprodução se faz por meio de esporos. São representantes típicos: felicíneas, cavalinhas e licopódios.
 
Veja ! Milho Hidropônico, Conhecimentos Gerais em Correntes Maritimas, Historia de Noé, Barragens e suas Finalidades, Lenda de Aquiles, Armadilhas do Espanhol, Maiores Megalópoles do Mundo, Crateras, Associações Biológicas, Arvores Plantas Cítricas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 14 de Abril de 2015 08:57

Milho hidropônico é alternativa barata para alimentação animal

Saiba como fazer um canteiro com custo total de R$ 115


Divulgação/EBDA
Com a técnica da hidroponia, o milho pode ser colhido 15 dias após o plantio 
O milho hidropônico tornou-se uma alternativa econômica para a alimentação do gado de corte e leiteiro no período de estiagem, na região de Juazeiro (BA). Com orientações de técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), os agricultores familiares estão utilizando o produto para a obtenção de alimentos volumosos, que ajudam os animais a manterem o peso e a produção de leite.

Segundo a EBDA, O cultivo do milho hidroponizado, fornecido para a alimentação dos animais, garante o nível volumoso com 9% de proteínas, necessário para que não ocorra perda de peso durante a seca. Para aumentar o nível de proteína, é produtores enriquecem o milho com ureia (amoniação). Com a técnica, os produtores garantem a engorda dos ovinos para abate com seis meses de vida.

Em média, cada animal consomo 1,2 mil quilos de milho hidropônico por dia, ao custo de R$ 0,15. Em um canteiro de seis metros quadrados, é possível produzir 116 quilos de forragem hidropônica ao custo total de R$ 115. Ao milho, são acrescidos quatro quilos de farelo de soja ou trigo, totalizando 120 quilos, volume suficiente para alimentar aproximadamente 100 cabeças de caprinos ou ovinos por dia.

Como fazer 

1º passo: As sementes são colocadas de molho na água, por 24 horas, para facilitar a germinação

2º passo:  Após a limpeza da área demarcada, forra-se a área com uma lona dupla face, com a parte preta voltada para baixo, e distribui-se o substrato (bagaço de cana hidrolisado, palha de arroz ou feno picotado), até formar uma camada de dez  centímetros

3º passo: Em seguida, aplica-se a solução nutritiva (250g de supersimples e 450g de calcário calcítrico), espalhando sobre ela oito quilos de sementes de milho, cobrindo-as com cinco centímetros de substrato. Nesse processo é necessário fazer a adubação foliar com macro e micronutrientes quelatizados, depois de sete dias da semeadura, colocando 50 ml em 20 litros de água. Essa adubação deve ser repetida também no décimo dia. Todo o sistema é irrigado desde o primeiro dia, com 40 litros de água, sendo 20 litros pela manhã, e 20 à tarde, suspendendo esta irrigação, três dias antes da colheita.


Com essa técnica, o milho hidropônico pode ser colhido em 15 dias, enrolado como se fosse um tapete , pprocessado na forrageira para homogeneiza-lo, e, em seguida, misturado com o farelo de trigo ou soja, ficando, assim, pronto para ser fornecido aos animais.

Além da rapidez na produção, hidroponia é vantajosa como a técnica de fonte de alimento animal por usar pouca área de cultivo, ter alta produtividade, isenção do preparo do solo e capinas, redução do ciclo de cultura e dispensa do uso de agrotóxicos e terras agricultáveis.

 

 

Conhecendo as Correntes Marinhas

 


As correntes marinhas são verdadeiros rios de água salgada, que se deslocam na massa líquida dos oceanos e mares. Podem aparecer tanto junto aos litorais como em pleno oceano; podem ser pequenas ou grandes, locais ou de grande extensão. Possuem salinidade, temperatura, densidade e, às vezes, até cor característica. Em geral, sua velocidade e direção variam durante o ano.
As correntes marinhas podem ser de dois tipos: a) correntes de superfície; b) correntes de profundidade.
Admite-se que são duas as causas das correntes marinhas: a) forças internas, devidas às diferenças de temperatura, salinidade e, consequentemente, diferenças de densidade da própria água; b) forças externas, como o vento e a pressão atmosférica. A velocidade da corrente diminui gradativamente com a profundidade.
As correntes distinguem-se também pela sua temperatura. Assim, a corrente do Brasil, que se dirige do equador para o sul, ao longo da costa brasileira, é uma corrente quente; ao passo que a costa da Argentina é sujeita a uma corrente fria ( corrente das Falklands ), dirigida do sul para o norte.
A corrente do Golfo ( Gulf Stream ) circula no Atlântico Norte, de noroeste para sudeste, influenciando a própria navegação. Ela torna mais rápida a travessia do Atlântico de oeste para este, do que de este para oeste.
A circulação das correntes marinhas, estabelecendo trocas de água entre as regiões quentes e frias ajuda a manter o equilíbrio térmico do nosso planeta.
 

Conhecendo a História de Noé

 


Noé é um personagem bíblico, filho de Lameque e o décimo em geração direta de Adão. Seu nome é lembrado por ser o principal protagonista do Dilúvio.
Por ter sido íntegro e justo, foi escolhido para perpetuar a espécie humana, quando Deus resolveu destruí-la por causa de sua maldade e seus pecados.
Por orientação divina, Noé construiu uma grande arca de madeira, na qual, chegada a ocasião, abrigou-se com a esposa, seus filhos e respectivas mulheres, e um casal de cada espécie animal. Então choveu ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que toda a terra ficou coberta pelas águas durante 150 dias.
Quando a água finalmente a água baixou, a arca pousou sobre o monte Ararat, na Armênia. Com a terra seca, Noé saiu com seus familiares e os animais.. Como sinal de seu perdão, Deus fez aparecer no céu o arco-íris. Seus três filhos - Sem, Cam e Jafet, são considerados pela bíblia os ancestrais das três raças humanas: amarela, negra e branca, respectivamente.
 

 
CONHECENDO AS BARRAGENS E SUAS FINALIDADES

 


(Barragem da cidade de Barra Bonita SP)


Barragem é o represamento das águas de um curso d'água por meio de um dique construído transversalmente ao seu leito, de modo a formar uma represa ou reservatório de água, também chamado açude.
As barragens geralmente são construídas em locais onde existe uma garganta estreita, tendo à montante um bolsão ou espraiado para armazenar a água represada. Podem ser construídas com terra, alvenaria ou concreto e devem possuir um vertedouro ou " ladrão " para dar saída à água em excesso.
A água armazenada serve para várias finalidades, tais como: a) abastecimento urbano ( residencial e industrial ); b) geração de energia elétrica; c) irrigação de culturas; d) bebedouro para animais; e) embelezamento e recreação; f)criação de peixes; g) controle de inundações; h) navegação; i) regularização da vazão do rio, etc.
Evidentemente, uma mesma barragem pode servir para várias finalidades.
Na natureza, os castores constroem pequenas barragens com galhos e troncos de árvores e arbustos, cimentados com lama; e constroem seus abrigos abaulados, constituídos por uma câmara com respiradouro e saída sub-aquática.
 

Conhecendo a Lenda de Aquiles



Aquiles foi um herói da mitologia grega, filho de Peleu e de Tétis, ninfa marinha ( que não se deve confundir com Tétis, a deusa do oceano ). Como as Parcas profetizaram que o filho morreria cedo, sua mãe mergulhou-o nas águas do rio Estige para torná-lo invulnerável. Realmente, todo o seu corpo, exceto o calcanhar por onde o segurou, adquiriu invulnerabilidade.
Aquiles tornou-se um jovem forte e belo, o mais veloz nas corridas. Participou da Guerra de Tróia, comandando uma frota grega de 50 navios e tornou-se o mais famoso dos guerreiros. No décimo ano de luta, capturou a jovem Briseida, que lhe foi arrebatada por Agamenon, chefe supremo dos gregos. Agastado com essa afronta, retirou-se da guerra. Sentindo a falta de seu valioso auxílio, os gregos conseguiram persuadi-lo a ceder sua armadura e os seus guerreiros a seu amigo Pátraco. Este, porém, foi morto por Heitor, que se apoderou de sua armadura.
Sedento de vingança, Aquiles reconciliou-se com Agamenon. De armadura e escudo novos, forjados por Vulcano, voltou à luta e matou Heitor. Pouco depois
Páris, irmão de Heitor, lançou contra Aquiles uma flecha envenenada que, guiada por Apolo, atingiu o seu calcanhar, a única parte vulnerável do seu corpo.
O tema das proezas desse herói é tratado na Ilíada de Homero, que relata a Guerra de Tróia. A morte de Aquiles e seu funeral são tratados na Odisséia, também escrita por Homero.
 

Armadilha do Espanhol

 


Existem muitas palavras que, embora tenham semelhança gráfica, têm significados diferentes em espanhol e em português. Exemplos:

Espanhol Português

1. aborrecer............. odiar
2. apelido................ sobrenome
3. apurado.............. apressado
4. berro................... agrião
5. borrar.................. apagar
6. cena................... ceia
7. contestar............ responder
8. cuello................. pescoço
9. embarazada........ grávida
10. jubilación............ aposentadoria
11. largo................... comprido
12. pronto................. logo
13. rato.................... momento
14. rojo.................... vermelho
15. rubio.................. loiro
16. sitio................... local
17. sobrenome......... apelido
18. taller................... oficina
19. taza.................... xícara
20. zurdo.................. canhoto.
 

Conhecendo as Maiores Megalópoles do Mundo

 

(Foto a cidade de São Paulo)


Megalópoles Milhões de habitantes

1. Tóquio ( Japão ) .................... 35,2
2. Cidade do México ( México )... 19,4
3. New York ( Estados Unidos )... 18,7
4. São Paulo ( Brasil ) ................. 18,3
5. Bombaim ( Índia ) ................... 18,2
6. Nova Déli ( Índia ) ................... 15,o
7. Xangai ( China ) ...................... 14,5
8. Calcutá ( Índia )........................ 14,3
9. Jacarta ( Indonésia ) ............... 13,2
10. Buenos Aires ( Argentina ) ..... 12,6

Fonte: Os 10 mais, 2.008
 

 CONHECENDO AS CRATERAS

 



Cratera é uma depressão fechada, basicamente circular, na superfície terrestre ou de um planeta, ou satélite, causada por erupção vulcânica ou impacto de meteorito.
A. Crateras vulcânicas. Em geral, têm formato de cone ou funil. Pode ser central quando aparece no cume de um vulcão; ou adventícia quando surge nos flancos. Algumas crateras podem atingir grandes dimensões, como por exemplo a do Pichincha ( Equador), que tem 1.600 metros de diâmetro. Outras crateras, principalmente de vulcões extintos, podem transformar-se em lagos, devido ao acúmulo de águas de chuva.
B. Crateras de impacto. São causadas por meteoritos, geralmente largas e rasas. A borda é íngreme no lado interno, mas suave ou inexistente no lado de fora.
Em virtude da erosão, poucas crateras de meteoritos sobrevivem por muito tempo, como a cratera do Arizona ( Estados Unidos ); mas na Lua, onde não
há atmosfera e, portanto nem erosão, milhões delas permanecem preservadas. Também foram localizadas em grande número em Mercúrio, Marte, Vênus e na maioria dos satélites.
Crateras vulcânicas, tais como as encontradas na superfície da Terra, também existem na Lua, em Marte e em Vênus.
 

 CONHECENDO AS ASSOCIAÇÕES BIOLÓGICAS

 


Nenhum organismo vive isolado na natureza, e sim relacionado não só com outros da mesma espécie como de espécies diferentes, com os quais está em cooperação ou competição. A interdependência de animais e vegetais e suas relações com o ambiente conduzem a vários tipos de associações.
A reprodução sexual, a cadeia alimentar, a proteção individual, etc. levam à formação de agrupamentos sociais diversos. A simples reunião de vários organismos em local restrito não constitui uma associação, e sim uma população. Entretanto, quando se estabelecem relações recíprocas de interdependência entre os seres envolvidos e o meio físico, temos uma biocenose.
Em uma biocenose, as relações entre os indivíduos são de vários tipos. Pode haver relações de nutrição ( comedores e comidos ), relações de competição, etc.
Pode haver também relações privilegiadas entre indivíduos da mesma espécie, quer fixos - colônias, quer livres - agregações; ou ainda, entre indivíduos de espécies diferentes - simbiose, comensalismo, parasitismo.
As colônias são constituídas por grupos de indivíduos da mesma espécie que vivem associados por muito tempo. As colônias podem ser formadas por : a) organismos unicelulares - maioria das bactérias; b) organismos pluricelulares - maioria dos fungos.
As agregações são associações de organismos livres, nas quais há individualismo perfeito, isto é, cada indivíduo trabalha para si. Exemplo: nuvem de gafanhotos.

 

CONHECENDO AS ÁRVORES
 
 


Dá-se o nome de árvore a toda planta lenhosa, perene, de grande porte ( mais de 4m de altura ), com caule bem definido chamado tronco. O tronco pode não ter ramos, como nas palmeiras, ou ramificar-se e formar uma copa geralmente arredondada, com ramos ( ou galhos ) e folhas. Flores e frutos são produzidos nos ramos
Quando as árvores crescem muito juntas, como nas florestas ou nas plantações florestais, tendem a crescer mais no sentido vertical. Em lugares abertos, porém, desenvolvem-se mais os ramos horizontais.
As árvores mais altas são as sequóias que chegam a atingir 100 metros de altura, nas regiões de clima temperado; mas algumas espécies de eucalipto, na Austrália, chegam a alturas semelhantes.
Nas regiões de clima temperado predominam as Coníferas ( pinheiro, cedro, sequóia, etc. ). Nas regiões de clima tropical, como o Brasil, predominam as Dicotiledôneas ( figueira-branca, jacarandá, seringueira, etc. ).
As árvores desempenham, sobretudo quando reunidas em comunidades florestais, importante papel na manutenção do equilíbrio ecológico, oferecendo abrigo e alimentos para a fauna silvestre e protegendo o solo contra a erosão.
Além disso, fornecem produtos úteis, como madeira, lenha, polpa para papel, etc.
Muitas árvores são frutíferas, sendo cultivadas para essa finalidade ( mangueira, laranjeira, macieira, etc. ); outras são ornamentais, sendo empregadas em paisagismo ( palmeiras, ipê, flamboiã, etc. ).
 

 CONHECENDO AS PLANTAS CÍTRICAS

 



Citros ou plantas cítricas é a designação usual de diversas espécies frutíferas pertencentes ao gênero Citrus, típicas das regiões tropicais e subtropicais, como laranjeira e limoeiro.
Os citros são árvores de porte médio ( 4 a 8m de altura ), com ramos espinhosos , folhas aromáticas e persistentes. Abrangem várias espécies e muitas variedades, algumas delas produzindo frutos muito apreciados e de alto valor alimentar, ricos em vitamina C. Destacam-se os seguintes grupos:
1. Laranjas doces, divididas em: a) com frutos normais - laranja-lima, laranja-pera, piralima, etc.; b) com frutos de umbigo - laranja-bahia, laranja-baianinha, etc.
2. Limões: limão-galego, limão-tahiti, etc.
3. Tangerinas: laranja-cravo, poncã, mexerica, etc. ( frutos de casca solta ).
4. Limas: lima-da-Pérsia, lima-de-umbigo.
5. Pomelos ou " grape-fruits " : frutos grandes, suculentos, de casca grossa.
6. Cidras: redonda, comprida.
7. Laranjas azedas: laranja-da-terra, bergamota. Utilizadas na fabricação de doces.
 
 
Veja ! Doenças Respiratorias, Conhecimentos Gerais em Peixe, Pricipitação Atmosférica, Bovinos, Litosfera, Suinos, Animais Anfíbios, Oceania, Plantas para papel e Celulose e Roedores... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 11 de Abril de 2015 09:30

 

As doenças respiratórias


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As doenças respiratórias representam a segunda causa de perdas econômicas em um sistema de produção de ovinos, perdendo apenas para as verminoses.

As bactérias e vírus são os maiores responsáveis por essas enfermidades, que se manifestam com a presença dos fatores predisponentes de estresse, tais como: transporte; variações climáticas; ventilação inadequada; desequilíbrio nutricional; confinamento e desmama. Geralmente ocorre uma virose com consequente infecção secundária por bactérias.

 


Pasteurelose

 

É causada pela bactéria Pasteurella haemolytica e se destaca como a principal enfermidade pulmonar em ovinos. Os surtos começam com mortes súbitas e sem a presença de sinais clínicos característicos. O envolvimento respiratório torna-se mais evidente ao longo do surto, aparecendo quadros de pneumonia aguda, febre, depressão, perda de peso, secreção nasal, tosse e ruídos pulmonares anormais.

O animal pode ser acometido em qualquer idade, independente da raça e do sexo, sendo que cordeiros entre 2 semanas a 2 meses de idade são os mais acometidos. A transmissão ocorre por inalação de partículas contaminadas e também pode ocorrer por contato direto. Um exemplo deste último é um cordeiro lactente infectado através de uma ovelha portadora de mastite causada por P. Haemolytica.

A taxa de morbidade pode chegar a 40% e de mortalidade a 5%. O curso da doença geralmente é de três dias, embora possa ocorrer morte em apenas 12 horas. A recuperação total dos animais pode ser observada em 14 dias (se forem corretamente tratados).

O diagnóstico é feito através dos achados clínicos, necropsia (hemorragia pulmonar e lesões ulcerativas na faringe e laringe), exame histopatológico e isolamento da bactéria.

 

Micoplasmose

 

Também é uma doença respiratória de grande importância para ovinos. Conhecida como pneumonia enzoótica, é causada pela bactéria Mycoplasma sp. Acomete animais de diferentes idades, porém, cordeiros com menos de um ano geralmente são os mais infectados (maior incidência entre 5 a 10 semanas de vida).

Os cordeiros contaminados apresentam tosse crônica e dificuldade para respirar, além de secreções nasais mucopurulentas e febre. Realiza-se a necropsia, exame histopatológico e Elisa (método de detecção de anticorpos) para um diagnóstico mais preciso.

 

Tratamento e prevenção das doenças respiratórias bacterianas

 

As doenças infecciosas do trato respiratório, como mencionado anteriormente, são causadas pela combinação de agentes infecciosos (bactérias e vírus) e causas predisponentes (estresse).

Uma conduta racional para o controle e prevenção das doenças respiratórias seria a obtenção de diagnóstico clínico e laboratorial preciso e técnicas de manejo que minimizem as causas de estresse.

Devem-se utilizar antibióticos como tratamento principal, assim como toda patologia de origem bacteriana. As oxitetraciclinas de longa ação apresentam bons resultados contra a Pasteurelose.

Está se tornando cada vez mais difícil obter um diagnóstico etiológico específico, pois os problemas respiratórios parecem estar sendo causados por infecções múltiplas. Nestes casos, recomenda-se utilizar antibióticos de amplo espectro, como as cefalosporinas.

Métodos profiláticos apresentam boa eficiência no controle e profilaxia dessas infecções. São exemplos:

1) a minimização das alterações climáticas;

2) manejar os cordeiros e suas mães em galpões cobertos durante as primeiras semanas de vida;

3) taxa de lotação adequada dos galpões-maternidade e de confinamentos;

4) boa ventilação dos galpões.

 

Conhecendo os Animais com nome " Peixe"

 



Peixe é a designação geral de uma classe de animais vertebrados aquáticos, que compreende cerca de 20.000 espécies. Acrescida de qualificativos, a palavra é usada para indicar espécies de peixes com características especiais e também duas espécies de mamíferos aquáticos. Vejamos alguns exemplos:
1. Peixe-agulha. Nome de um peixe escombrídeos, de forma cilíndrica e alongada.
2. Peixe-boi. Mamífero aquático da ordem dos sirênios.
3. Peixe-boto. Mamífero aquático da ordem dos cetáceos.
4. Peixe-cachorro. Nome de vários peixes de água doce, da família dos caracídeos.
5. Peixe-de-briga. Peixe asiático da família dos ananubatídeos, frequentemente criado em aquários.
6. Peixe-elétrico. O mesmo que poraquê.
7. Peixe-espada. Nome de vários peixes com prolongamento da nadadeira caudal.
8. Peixe-lua. Grande peixe discóide, quase sem cauda.
9. Peixe-martelo. Espécie de cação com a cabeça prolongada lateralmente, assemelhando-se a um martelo.
10. Peixe-mulher. A fêmea do peixe-boi.
11. Peixe-serra. Peixe que possui na parte frontal da cabeça um prolongamento ósseo chamado " rostro " , tendo nos bordos várias saliências ou dentes, assemelhando-se a uma serra.
12. Peixe-voador. Nome dado a várias espécies de peixes marinhos que, para escapar de seus predadores, saltam para fora d'água e planam no ar com auxílio de suas grandes nadadeiras peitorais.
 
 

Conhecendo os tipos de Precipitação Atmosférica

 



Precipitação atmosférica é o nome que se dá ao fenômeno de queda ao solo, do vapor d'água contido na atmosfera e que resulta dos processos de : a) condensação; b) congelamento; c) saturação. O conceito abrange, portanto, não somente a chuva, que é a precipitação líquida, mas também a neve, o granizo, o nevoeiro, o orvalho e a geada.
Do ponto de vista prático é a chuva ou precipitação pluvial que apresenta maior interesse, pois dela depende o abastecimento de água para as plantas, os animais e o homem.
A chuva cai em forma de pequenas gotas que resultam da condensação do vapor d'água. Essa queda pode ocorrer de diversos modos, distinguindo-se: a) chuva leve; b) chuva forte; c) temporal. A intensidade ( mm/h ), o diâmetro das gotas ( mm ) e a velocidade de queda ( m/seg ) aumentam de (a) para (c).
O granizo ou chuva de pedra ocorre por congelamento das gotas d'água, quando a temperatura se aproxima de zero grau. A neve ocorre nas regiões frias, resultando da mudança da fase gasosa diretamente para a fase sólida, sem a passagem pela fase líquida.
Orvalho é a precipitação que ocorre por condensação da umidade do ar junto à superfície do solo ou de objetos expostos.
A geada se forma pelo congelamento do orvalho à temperatura de zero grau.
Um tipo especial de precipitação é o nevoeiro, que se forma próximo ao solo, afetando a visibilidade; resulta da saturação do ar pelo esfriamento ou evaporação. Ao nevoeiro tênue dá-se o nome de neblina; e ao nevoeiro espesso, de cerração.
 
 
 
 
 
 

Conhecendo os Bovinos

 



Os bovinos constituem a família Bovídeos, que são mamíferos quadrúpedes, herbívoros e ruminantes, ungulados ( que têm os dedos das patas protegidos por cascos). Possuem os cascos fendidos e, em geral, um par de chifres. O estômago, volumoso, ocupa quase ¾ partes da cavidade abdominal e divide-se em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador, este último o verdadeiro estômago.
São animais de grande porte, incluindo espécies domésticas e selvagens.
Dentre as espécies domésticas destacam-se três, muito exploradas como animais de trabalho na agricultura e como transporte, ou como produtoras de carne e leite:a) boi europeu; b) zebu ou boi indiano; c) búfalo. Distribuem-se por todo o mundo, havendo numerosas raças, especializadas para várias finalidades.
Dentre as espécies selvagens destacam-se: a) bisão norte-americano; b) bisão europeu; c) iaque, das regiões do Himalaia e do Tibete; d) banteng, que vive em Java, Bornéo e Indochina; e) gaial, habitante das selvas da Índia e da Indochina; f) gaur, que vive nas florestas da Índia e da Birmânia; g) gnu, nas savanas da África.
No Brasil, criam-se principalmente raças de boi europeu ( Holandesa, Jersey ) para a produção de leite; e raças zebuínas ( Gir, Nelore, Guzerá, etc. ) para a produção de carne.
 
 
 
 
 

Conhecendo a Litosfera

 



Dá-se o nome de litosfera ao envoltório sólido da Terra. Antigamente, era considerada sinônimo de " crosta terrestre ", mas atualmente é conceituada como a " esfera rochosa ", incluindo a crosta terrestre e também a parte externa, sólida, do manto. Portanto, a litosfera compõe-se de uma parte externa ou crosta e da capa externa
do manto, estendendo-se a uma profundidade de 100 km da superfície.
A maior parte da superfície da litosfera - cerca de três quartas partes - fica submersa nos mares e oceanos. Daí a distinção entre: a) crosta oceânica, mais delgada; b) crosta continental, emersa e mais espessa.
A litosfera é composta por duas camadas, denominadas sial e sima. O sial é a camada externa, encontrada nos continentes e ilhas, e constituída predominantemente por rochas graníticas, nas quais os componentes principais são o silício e o alumínio, daí o seu nome. O sima é uma camada constituída predominantemente por rochas basálticas, formando o piso dos oceanos e estendendo-se sob o sial, nos continentes. Os componentes principais das rochas do sima são o silício e o magnésio, donde se originou o nome desta camada.
A litosfera não é tão estática quanto parece. Na realidade, passa por constantes modificações causadas por: a) forças internas, que causam intrusões de magma, erupções vulcânicas, terremotos e outros processos que provocam soerguimentos, afundamentos, falhamentos e dobramentos das camadas de rochas; b) forças externas ( água, vento, gelo, etc. ) que causam intemperismo - desagregação e decomposição das rochas; e erosão - remoção e transporte de material de um local para outro.
Esses processos são responsáveis pelas modificações que ocorrem no relevo terrestre.
 

Conhecendo os Suínos

 


Suínos é a denominação geral dos mamíferos da família Suídeos, possuidores de cascos nas extremidades dos dedos, sendo o casco sulcado ou dividido. São onívoros, digerindo bem todos os alimentos, exceto os celulósicos. Podem ser domésticos, como o porco; ou selvagens, como o porco-do-mato e o javali.
As duas espécies brasileiras selvagens são o cateto e a queixada, que se distinguem do porco doméstico por terem as pernas mais longas e a cauda curta ou inexistente. Outras espécies selvagens são o javali europeu, o javali indiano e a babirussa da Ásia. O javali possui presas ( dentes caninos ) longas e afiadas, chegando a medir 30 cm.
Precoce e prolífico, o porco doméstico é utilizado para a produção de carne e banha sendo grande transformador de produtos agrícolas e sub-produtos da indústria vegetal em produtos de alta qualidade alimentar, exigindo pouco espaço para a sua criação. Existem raças especializadas para a produção de mais carne e menos banha, ou vice-versa; sendo as raças exóticas as mais indicada. O Brasil é um dos maiores criadores de porcos do mundo.
 

Conhecendo os Animais Anfíbios

 




A palavra anfíbio ( do grego " amphi=duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água.
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pinguim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuídas em três subclasses: a) Ápodes - sem patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituídas por pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra.
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.
 

Conhecendo a Oceania

 



Oceania é o nome dado a uma das sub-divisões das massas continentais, correspondente ao Novíssimo Continente, que abrange a Austrália e um grande número de ilhas e arquipélagos situados no oceano Pacífico. Costuma-se subdividir a Oceania em 4 áreas distintas: a) Australásia; b) Melanésia; c) Micronésia; d) Polinésia.
A. Australásia. Compreende a Austrália e as ilhas maiores: Tasmânia, Nova Zelândia e parte da Nova Guiné, que formam um grande retângulo.
B. Melanésia. Está localizada à nordeste da Austrália e compreende o grupo de ilhas situadas a NE da Austrália que, estendendo-se em arco, abrange o NE da Nova Guiné e vários arquipélagos, entre os quais se incluem os de Bismark, Salomão, Novas Hébridas e várias ilhas.
C. Micronésia. É assim chamada por abranger grande número de pequenas ilhas, estando localizada ao norte da Melanésia. Entre outras, inclui as ilhas Marianas, Carolinas, Marshall, etc.
D. Polinésia. Como indica o seu nome,a Polinésia é constituída por numerosas ilhas, que cobrem vasta área triangular do oceano Pacífico, dentre as quais as ilhas Hawaí e as ilhas Christmas.
A Austrália corresponde a 9/10 da área total de terras emersas da Oceania, sendo que a superfície oceânica ocupa uma enorme área -167.000.000 km2.

Conhecendo as Plantas para Papel e Celulose

 



Além do fornecimento de madeira, lenha e carvão, muitas espécies vegetais são utilizadas para obtenção de matéria-prima para a fabricação de papel e celulose.
Nos países europeus e norte-americanos, onde a indústria de papel é mais desenvolvida, a matéria-prima provém de espécies do gênero Pinus e de outros pinheiros.Na Austrália empregam-se várias espécies de eucalipto para a mesma finalidade.
No Brasil, utilizam-se as seguintes espécies para a fabricação de papel e celulose: a) Araucaria angustifólia, o nosso pinheiro-do-Paraná; b) Eucalyptus saligna e E. tereticornis, de origem australiana; c) Cunninghamia lanceolata, muito cultivado em Caieiras ( SP ); d) Pinus elliotti e P. taeda, espécies exóticas e precoces: enquanto o eucalipto é cortado aos 7-8 anos, estes Pinus podem ser cortados aos 5 anos; e) Agave sisalana - o sisal, cultivado principalmente no Nordeste brasileiro.
Além dessas plantas, deve ser citado o aproveitamento de alguns resíduos de indústrias agrícolas, como por exemplo: a) bagaço de cana - um resíduo da indústria açucareira; b) palha de cera - resíduo da indústria de cera de carnaúba.


Conhecendo os Roedores


 
 



Os Roedores constituem uma ordem da classe Mamíferos, aliás a ordem mais numerosa, com cerca de 6.400 espécies. Com poucas exceções, são animais de pequeno porte, sendo o maior deles a capivara sul-americana, que atinge o tamanho de uma ovelha.
São encontrados em todas as partes do mundo, exceto na Antártida. Ocupam principalmente ambientes terrestres,embora alguns, como o castor e o ratão-do-banhado, sejam semi-aquáticos.
Muitas espécies de roedores adaptaram-se a ambientes criados pelo homem, seja nas cidades, onde constituem uma ameaça à saúde pública, seja no campo, onde causam grandes prejuízos às lavouras, sobretudo às de grãos ( milho, arroz, etc. ).
Caracterizam-se por possuírem membros locomotores providos de cinco dedos, com unhas; braço e antebraço articulados, permitindo o movimento rotatório do antebraço; e dentição característica. Apresentam um par único de dentes frontais, em cada mandíbula. Os dentes têm forma de cinzel e a lâmina de corte é mantida pelo trabalho dos pares superiores e inferiores. Crescem continuamente durante toda a vida
do animal, para compensar o desgaste a que estão sujeitos.
Os Roedores distribuem-se por três subordens: a) Ciuromorfos, representados por esquilos, castores, marmotas, etc.; b) Miomorfos, compreendendo ratos, camundongos, hamsters, lemingues, etc.; c) Cavídeos, representados por cobaias, cotias, capivaras, etc.
Até pouco tempo, os coelhos e lebres eram classificados como Roedores, em vista do hábito peculiar de roer. Porém, atualmente, eles são incluídos em outra ordem - Lagomorfos.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 06 de Abril de 2015 08:25

Conhecendo os Peixes

 




Os Peixes constituem uma classe do ramo Vertebrados. São animais aquáticos, que respiram por brânquias, cujo corpo fusiforme, às vezes achatado, frequentemente coberto por escamas e dotado de número variável de barbatanas que lhe asseguram equilíbrio e propulsão. São conhecidas mais de 20.000 espécies, que podem ser divididas em dois grandes grupos: a) Elasmobrânquios - peixes com esqueleto cartilaginoso ( não ossificado ), representados pelo tubarão, arraia, jamanta, etc.; b) Teleósteos - peixes com esqueleto ósseo, representados pelo salmão, truta, dourado, piranha, etc.
São encontrados praticamente em todos os mananciais hídricos - rios, lagos, mares e oceanos. Como seus corpos são mais densos que a água, os peixes teriam de se manter em movimento contínuo para não afundarem; porém, o problema é contornado através da bexiga natatória, que é uma vesícula que contém ar ou gás secretado pelo organismo. Seu tamanho varia de alguns centímetros até 15 metros ( tubarão- baleia ). A bexiga natatória não existe nos peixes cartilaginosos, como arraia e tubarão.
Os peixes são basicamente carnívoros, alimentando-se principalmente de outros peixes. Pela sua ferocidade destacam-se: atum, cação, piranha, peixe-espada, tubarão, etc.
Entre os peixes marinhos de importância econômica destacam-se: pescada, arenque, bacalhau, atum, sardinha, anchova, etc. Dentre os peixes de água doce destacam-se: pirarucu, aruanã, poraquê, bagre, dourado, corimbatá, etc.
Como exemplos de peixes curiosos podem ser citados: cavalo-marinho, peixe-espada, peixe-serra, enguia, arraia, etc.
O salmão e a truta são peixes marinhos que vivem nas costas da Europa e da América do Norte, mas que sobem os rios para efetuar a desova.
 

Conhecendo os Pôlders da Holanda

 




" Polder " é uma palavra holandesa que significa terra conquistada ao mar.
A Holanda ou Países-Baixos possui cerca de 40% do seu território situado abaixo do nível do mar e protegido contra a inundação pelas águas do mar por uma série de centenas de pôlders, de diversos tamanhos. Cada pôlder é formado por um conjunto de diques contra inundação, canais de irrigação e drenos, combinados com uma estação de bombeamento para retirar o excesso de água, permitindo a sua utilização para agricultura.
No passado, as estações de bombeamento funcionavam movidas a moinhos de vento. Atualmente, usam-se centrais acionadas eletricamente.
Processos de dessalinização do solo são empregados para que o pôlder possa ser
utilizado para agricultura.
O pôlder mais baixo é o de Príncipe Alexandre, que está a 6,6 metros abaixo do nível do mar.
Outros países também têm construído pôlders, como a Bélgica e a Alemanha.

Esclarecendo algumas Dúvidas

 


a) Elefante africano e elefante asiático
Existem dois tipos de elefantes: o africano e o asiático. O elefante africano é mais alto, de orelhas maiores, com presas maiores e tromba terminando em dois lóbulos.
O elefante asiático é de maior tamanho, porém menos pesado, de orelhas menores, com presas menores e tromba terminando em um único lóbulo.
O elefante africano é pouco domesticável, ao passo que o elefante asiático é facilmente domesticável, sendo usado para trabalhos pesados e comumente encontrado em jardins zoológicos e circos.
b) Estuário e delta
São dois tipos de foz ou desembocadura de rios. O estuário é largo e profundo, com a forma de um funil. Um bom exemplo é o estuário do rio da Prata, entre a Argentina e o Uruguai.
Delta é uma zona de acumulação aluvial, de forma geralmente triangular, formada por um rio ao atingir um lago ou o mar. Os deltas mais famosos são o do rio Nilo, no Egito; do rio Ganges, na Índia; e do rio Mississipi, nos Estados Unidos.
c) O que significa a expressão " Ásia Menor"?
Ásia Menor é a denominação dada à península mais ocidental do continente asiático, banhada ao norte pelo mar Negro e ao sul, pelo mar Mediterrâneo.

Conhecendo os Mares




Mares são massas de água salgada situadas em depressões mais ou menos isoladas, adjacentes às terras emersas dos continentes. Em geral, são mais rasos que os oceanos e, em virtude de seu relativo isolamento, apresentam propriedades físicas, químicas e biológicas diferentes das dos oceanos e mesmo entre si.
Lagos muito grandes, situados no interior dos continentes são frequentemente chamados de mares, especialmente se contêm água salgada, como os mares Cáspio e Morto.
Os mares podem ser classificados em 3 grupos: a) mares abertos ou costeiros; b) mares mediterrâneos ou continentais; c) mares fechados ou isolados.
Os mares abertos comunicam-se com os oceanos por amplas aberturas, como por exemplo os mares das Antilhas, Amarelo e Arábico.
Os mares mediterrâneos comunicam-se com os oceanos por passagens estreitas, como por exemplo os mares Mediterrâneo, Báltico e Vermelho.
Os mares fechados não dispõem de nenhuma comunicação com os oceanos, não passando de verdadeiros lagos de água salgada, como por exemplo os mares Cáspio, Morto e Aral. Às vezes encontram-se abaixo do nível dos oceanos: Cáspio ( -26 m ), Morto ( -394 m ). Quando evaporam mais água do que recebem, estão condenados a desaparecer.
Em geral os mares apresentam diferenças de profundidade, de temperatura, de salinidade, etc. O mar Báltico, por exemplo, apresenta 10 milésimos de sais, enquanto o mar Morto apresenta 200 milésimos, contra 35 milésimos, em média, na água dos oceanos.

Curiosidades Geográficas




a) A Caverna dos Dinossauros, nos Estados Unidos, é o mais famoso cemitério de dinossauros. Nela se encontram todas as espécies, a partir do diplodocus, que tem 28 metros de comprimento, passando pelo brontossauro e pelo alossauro, até chegar ao laossauro, de apenas 2 metros. Nela foi construída uma sala acessível aos visitantes, tendo uma das paredes, formada pela rocha natural, cheia de fósseis.
b) Vila Velha é um importante conjunto de formas rochosas entalhada pela erosão, que lembra uma cidade em ruínas. Localizada no município de Ponta Grossa ( PR ), é um importante centro turístico. As curiosas formas de erosão resultaram do trabalho das águas pluviais sobre arenitos glaciais, dispostos em camadas e cortados por uma série de diáclases ( fendas através dos blocos rochosos ), Essas fendas , alargadas pela ação das águas, dão origem a depressões que se cruzam, sugerindo o cruzamento de ruas e avenidas de uma cidade.
c) A Islândia é uma ilha situada no Atlântico Norte, tradicionalmente ligada à Europa, constituída inteiramente de materiais de origem vulcânica: lava, pedra-pome, tufos vulcânicos e cinzas. Encontram-se nela cerca de 20 vulcões em atividade e numerosos geisers e fontes termais.
 

Curiosidades do Reino Animal

 

 

a) O maior mamífero fluvial é o peixe-boi, comum nos rios da bacia Amazônica. Ele mede até 4 metros de comprimento e pesa cerca de 800 kg.
b) A classe dos Insetos é a mais numerosa do mundo animal. Calcula-se que existem cerca de 30 milhões de espécies de insetos. A região Amazônica abriga cerca de 1/3 desse total. É lá que vive o maior besouro do mundo, o " Titanus giganteus ", com cerca de 20 centímetros de comprimento.
c) A " Piton reticulata " , do Sudeste Asiático, é a maior cobra do mundo, podendo atingir 10 metros de comprimento.
d) Um avestruz mede de 1,80 a 2,50 metros de altura, o mesmo tamanho de um camelo. A girafa atinge 7,0 metros, a mesma altura de um prédio de dois andares.
e) Uma ovelha fornece cerca de 5 kg de lã e 100 litros de leite por ano.
f) As cobras comem a cada 15 dias, aproximadamente. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, uma vez que elas engolem suas presas inteiras, sem mastigar.

Conhecendo as Orquídeas

 



As orquídeas são plantas herbáceas, perenes, terrestres ou trepadeiras, pertencentes à família Orquidáceas, uma das mais numerosas do reino vegetal, contando com cerca de 15.000 espécies, que se destacam pela beleza e fragrância de suas flores. A maioria delas vive nas regiões tropicais, se bem que existem até nas regiões frias.
Costuma-se dividi-las em dois grupos: a) terrestres, que vivem sobre o solo, comuns nas regiões temperadas; b) epífitas, que crescem no tronco e galhos das árvores das florestas tropicais, erroneamente chamadas de parasitas. Na verdade, possuem folhas verdes ( contendo clorofila ) e, portanto, são capazes de efetuar a fotossíntese. Assim, são plantas epífitas, isto é, que crescem sobre outras plantas, mas sem parasitá-las.
Algumas espécies, como a Neotia, não possuem clorofila, obtendo os nutrientes do húmus do solo.
As flores variam consideravelmente em tamanho, forma e cor, sendo adaptadas para a polinização por insetos. As sementes são produzidas em grande número e dispersadas pelo vento.
Por sua beleza ornamental, as orquídeas têm sido muito cultivadas no mundo todo; e milhares de híbridos artificiais já foram criados, Entre as espécies
mais cultivadas e seus híbridos, destacam-se as dos gêneros: Laelia, Cattleya e Oncidium.

Conhecendo os Animais com Conchas

 


Dá-se o nome de concha à carapaça endurecida, geralmente de substância calcária, que protege o corpo de vários animais. Em sentido estrito, a palavra concha designa as valvas dos moluscos, dos crustáceos e dos braquiópodes.
Alguns organismos unicelulares, como protozoários e algas diatomáceas, também têm uma capa protetora que funciona como uma concha, apesar da impropriedade do termo, no presente caso. Os ouriços-do-mar também possuem uma carapaça calcária. Mas são os moluscos e os crustáceos que se destacam por apresentarem concha.
A. Moluscos. A concha dos moluscos é formada por camadas superpostas e, às vezes, recoberta externamente por um revestimento ao qual algumas espécies devem a sua bela cor.A camada interna da concha é de nácar. Nos gasterópodes ( caracol) a concha é geralmente incompleta e espiralada; nos bivalves ( ostra, mexilhão ) as duas valvas são articuladas. podendo ser iguais ou diferentes; nos cefalópodes ( polvo, lula ) existe uma grande diversidade, podendo mesmo estar ausente.
B. Crustáceos. Têm o corpo recoberto por uma carapaça quitinosa, como os caranguejos e camarões. Sendo uma concha completa, precisa ser trocada periodicamente para que o animal possa crescer.
c. Braquiópodes. São raros atualmente, embora tenham sido muito comuns nas eras primária e secundária. A sua concha compreende uma valva dorsal, que funciona como uma espécie de tampa, e uma valva ventral perfurada, por onde sai um pedúnculo que fixa o animal ao fundo.
 

Conhecendo as Inflorescências e Infrutescências

 


Dá-se o nome de inflorescência ao conjunto de flores agrupadas; e de infrutescência aos frutos derivados das diversas flores de uma inflorescência.
A. Inflorescências. Quando o eixo floral só tem pedúnculos laterais, a inflorescência é chamada indefinida, visto que o eixo pode continuar crescendo durante toda a floração; é o caso mais geral.
Quando, ao contrário, o eixo floral termina por uma flor, a inflorescência é chamada definida, recebendo o nome de cimeira. Quando em vez de terminar por uma flor, cada pedúnculo se ramifica e se torna portador de várias flores, a inflorescência é chamada composta.
As inflorescências indefinidas mais comuns são: a) espiga, em que as flores são sésseis ( sem pedúnculo ) e inseridas ao longo de um eixo, muito próximas umas das outras, como no milho;b) cacho ou racemo, em que as flores, providas de pedúnculos, se inserem num eixo comum, a certas distâncias umas das outras, como na videira e a bananeira; c) capítulo, inflorescência constituída por grande número de flores sem pedúnculo, inseridas lado a lado em um grande receptáculo, como no girassol; d) panícula, quando corresponde a um cacho composto que, no conjunto, assume aspecto cônico ou piramidal com o ápice para cima, como na mangueira; e) umbela, tipo de inflorescência em que numerosas flores pedunculadas se inserem na mesma altura do eixo floral, característico das Umbelíferas ( cenoura ).
B. Infrutescências. Às vezes, toda uma inflorescência forma um fruto composto que é chamado infrutescência. São exemplos típicos: amora, abacaxi, figo, morango, etc.

Conhecendo os Herbívoros

 


Chamam-se herbívoros os animais que se alimentam de vegetais, mais precisamente de material herbáceo, em contraposição aos carnívoros, cuja alimentação é constituída basicamente de carne. São considerados herbívoros típicos os mamíferos Ungulados, isto é, que têm os dedos das patas protegidos por cascos.
Os Ungulados compreendem duas grandes ordens: a) Perissodáctilos, que incluem os equinos, o tapir, o rinoceronte, etc.; b) Artiodáctilos, que compreendem duas subordens: b1) ruminantes - boi, camelo, girafa, cervo, antílope, etc.; b2) suinos - porco, javali, hipopótamo.
Como a celulose que reveste a parede das células dos tecidos vegetais é de difícil digestão, o intestino dos herbívoros geralmente é longo e segrega uma enzima que ataca a celulose; e abriga uma microfauna e uma microflora que favorecem a digestão. No caso dos ruminantes, eles regurgitam o alimento ingerido e voltam a mastigá-lo. Além disso, seu estômago é dividido em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador.
Os herbívoros são também chamados consumidores primários, enquanto os carnívoros são consumidores secundários ou terciários.
São também herbívoros, embora incompletos, outros animais domésticos ou selvagens, como por exemplo o coelho e a lebre; e também diversas aves frugívoras ( que comem frutos ) e granívoras ( que comem grãos ). 
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 30 de Março de 2015 09:00

 

 
 
 
 
 Os Animais Mentem?
Se fazer de doente ou desinteressado em algo são algumas das trapaças dos bichos
 
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento animal, Hannelore Fuchs, os bichinhos mentem sim, mas é uma mentira um pouco diferente da dos humanos. Ela conta que, na verdade, os bichos mais trapaceiam do que mentem. Um exemplo dado por ela é quando os cachorros fingem estar desinteressados em algum brinquedo e, quando o dono se afasta, o totó corre e pega o brinquedo de novo. Outro exemplo é quando os bichos, principalmente os cães, fingem estar mancando outossindo para chamar a atenção do dono.
A psicóloga ressalta que a mentira nada mais é que um situação social em que um quer tirar vantagem sobre o outro e exemplifica isso também quando um pássaro solta um grito de alerta aos outros companheiros do bando para que eles fujam e ele fique com a presa.
Hannelore também revela que os pets sabem quando mentimos para eles e cita o velho hábito de os donos prometerem algo aos bichos para que eles saiam do sofá ou de dentro de casa e não cumprem a promessa. “Quando o dono freqüentemente promete algo ao bicho e não cumpre, depois de algum tempo, os animais param de obedecer pois percebem que não há recompensa”, conta a especialista
 
 

Estudos pretendem criar formas seguras de cultivo do melão no Cerrado brasileiro

 

O projeto foi idealizado pelo grupo de pesquisa de cultivo em ambiente protegido da Embrapa Hortaliças, em Brasília. Eles estão estudando a viabilidade do plantio de melão cantaloupe nas condições de clima e solo do Cerrado brasileiro. Estima-se que o Distrito Federal possui uma área de aproximadamente 200 hectares de cultivo em ambiente protegido, sendo que parte desse espaço é destinada ao plantio intensivo de pimentão e tomate. Por isso, o intuito do projeto é disponibilizar uma alternativa de cultivo rentável para esse perfil de agricultores, no período entressafra.

Liderado pelo engenheiro agrônomo e pesquisador Marcos Braga, o projeto pretende determinar a demanda por água e nutrientes de cinco híbridos de melão cantaloupe. “O consumo de melão nobre é relativamente elevado no Distrito Federal (cerca de 300 toneladas/mês), mas a distância em relação aos centros produtores compromete a qualidade do produto que chega ao mercado, principalmente pelos danos mecânicos causados durante o transporte rodoviário”, diagnostica. Nos primeiros estudos, o pesquisador pôde constatar que o recebimento contínuo deste tipo de melão, pelos consumidores,  é um fator problemático, principalmente quando a produção nordestina atende somente o mercado local ou demandas de exportação. “A ideia é desenvolver um manejo diferenciado para que o melão cantaloupe seja produzido durante as épocas em que o Nordeste não consegue suprir este mercado”, explica Braga.

Como o Cerrado não tem histórico de cultivo de melão cantaloupe, os pesquisadores envolvidos no projeto irão testar as necessidades hídrica e nutricional em três períodos do ano para, então, criar um sistema de produção da cultura em sistema protegido. “Os produtores de tomate e pimentão em ambiente protegido estão receptivos, principalmente pelo melão ter um valor agregado alto, o que compensaria a utilização da estrutura tecnificada”, revela o pesquisador que ainda diz ser possível expandir o cultivo para Goiás e Mato Grosso, caso se comprove a viabilidade econômica e técnica da produção no DF.

 
Muitas histórias contadas sobre a saúde de seu totó são puras invenções

1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

4. Todos os cães gostam de ser acariciados na cabeça

Alguns cães gostam de ser acariciado na cabeça mas muitos não.

5. Cães, quando felizes, abanam a cauda

Isso pode ser verdade, mas os cães agressivos, muitas vezes, abanam o rabo também. Há vários movimentos do corpo físico e pistas que ajudam os cães a comunicarem a sua intenção. Um rabo abanando podem significar tanto agitação ou excitação. Um cão que abana o rabo devagar é, geralmente, um totó amigável.

6. Apenas os machos levantam a perna para urinar

Isso não é verdade. Cadelas, principalmente as dominante, levantam a perna para urinar. Isso pode ser verdade mesmo em cadelas castradas.

7. Os restos de alimentos são bons para os cães

Alguns alimentos como ossos e pedaços de gordura podem ser perigosos para alguns animais de estimação. Os cães não podem digerir os ossos e a gordura pode causar problemas gastrontestinais, tais como pancreatite.

8. O alho evita pulgas

Alho não foi comprovadao útil para o controle de pulgas. Grandes quantidades de alho podem até ser prejudiciais.

9. Cães domésticos não precisam de treinamento

Isso não é verdade. Todo cão deve ser treinado.

10. Os cães comem grama quando estão doentes

Os cães descendem de lobos e raposas selvagens que comiam todas as partes da mata. Isto incluiu o conteúdo do estômago de muitos animais que comeram frutas e ervas. Muitos cientistas acreditam que a grama era uma vez parte da dieta normal do cão e que era normal eles comerem pequenas quantidades de grama.

11. Os cães gostam de comida saborosa

Os cães têm paladar muito pobre e comem principalmente baseados em seu olfato.

12. Lambidas de cachorro curam

É natural um cão lamber suas feridas, mas isso não necessariamente garante sempre a "cura". Muitas vezes a lambida pode inibir a cura.

13. Cães vão demonstrar quando estão doentes

Isso não é verdade. Cães geralmente são muito bons em esconder que eles estão doentes por instinto de sobrevivência e não parecerem mais vulneráveis ​​à presa. Muitas vezes, pelo tempo que eles escondem que estão doentes, a doença pode estar bastante avançada.

14. Cães que ficam somente no interior das casa não precisam de prevenção de dirofilariose

Isso não é verdade. Animais de estimação interior também estão em risco de dirofilariose, que é transmitida por mosquitos que podem entrar nas casas.

15. Os cães comem pedras, concreto ou lambem suas fezes ou de outros animais por causa de desequilíbrios nutricionais

Ninguém sabe por que cães comem "coisas" que não devem comer. Alguns veterinários acreditam que alguns cães que comem estas "coisas" podem estar tentando chamar a atenção ou tentando escapar do tédio. É importante para que os cães tenham uma dieta bem equilibrada, que atenda as suas necessidades alimentares e nutricionais e pratiquem exercícios físicos.

16. Os cães não precisam guia - eles naturalmente sabem para onde ir

Ah ... se isso fosse verdade. Você precisa treinar seu cão para onde ir. Essa preferência acontece quando você começa em uma idade jovem e incentiva o cão positivamente para trabalhos bem feitos.
 
 CORRIGINDO CÃES QUE MASTIGAM O QUE NÃO DEVE

5 Passos para Corrigir Cães que Mastigam Coisas Inapropriadas
por Kristy Conn



fisioanimal
Este tipo de comportamento é comum em cães jovens e vem do fato dos filhotes usar suas bocas para explorar o mundo ao seu redor.

Mastigar é um comportamento normal para filhotes, mas torna-se indesejável quando direcionada a objetos inapropriados, como seus sapatos, mobilha, ou até mesmo seus pés e mãos. Se este comportamento não for corrigido, pode levar à destruição em larga escala na propriedade, problemas médicos e deterioração dos laços entre humano e animal.

Os dentes decíduos do cão nascem entre três e oito semanas de idade e, entre quatro e seis meses, são gradualmente substituídos pelos dentes permanentes. Este é um processo doloroso e os filhotes mordem mais neste período, pois as gengivas ficam muito irritadas, e mastigar alivia o desconforto.

O comportamento de mastigar acontece com mais frequência nesta época do aparecimento da dentição, mas se não for corrigido pode persistir, até mesmo depois da época dos dentes permanentes aparecerem.

Para isso, observe estas 5 regras:

1 – Descarte problemas médicos: deficiências nutricionais causadas por dietas pobres em nutrientes, problemas gastrointestinais ou parasitas intestinais podem levar ao distúrbio alimentar que pode levar à mastigação.

2 – Ambiente à prova de filhotes: procure por perigos em potencial para o seu filhote curioso. Mantenha produtos de limpeza fora do alcance, assim como plantas tóxicas. Cabos de energia devem ser protegidos para evitar choque elétricos. Esconda objetos como sapatos, brinquedos de criança e restrinja o acesso à cômodos que não foram preparados para o filhote.

3 – Encoraje-o a mastigar o que ele deve: disponibilize brinquedos apropriados para que ele possa mastigar. Cada cão tem sua preferência. Tome cuidado com ossos e brinquedos que possam sem quebrados em pequenas partes, o cão pode engolir e se machucar, se algum pedaço perfurar alguma estrutura interna ou interromper o fluxo normal de alimento e ar. Procure adquirir brinquedos adequados ao tamanho do seu animal, de maneira que ele consiga abocanhá-lo facilmente, sem forçar uma abertura exagerada da boca. Evite dar ao cão um objeto que lembre outro que ele não deveria mastigar, como um sapato velho; ele não conseguirá distinguir entre aquele que ele pode mastigar e o que ele não pode.

4 – Desestimule a mastigação em objetos inapropriados: se você pegar seu cão mastigando algo que não devia, esconda o objeto e direcione a atenção do cão para o objeto que ele pode mastigar. Às vezes pode ser difícil desencoraja-lo se este padrão já estiver estabelecido. Você pode aplicar algo que tenha um gosto ruim ao objeto, para ajudar.

5 – Gaste algum tempo para brincar com seu cão: um cão cansado é um bom cão! Reserve um tempo para brincadeiras e exercício com seu cão regularmente. Isto não só reforça os laços entre você e seu cão, mas gasta e energia do cão em algo positivo, e não a direciona para a mastigação e comportamento inapropriado.
 
 Morfologia Equina

 

 

 
 
 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1) 
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5) 
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9) 
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10) 
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12) 
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13) 
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14) 
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas.Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 
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