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Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 28 de Junho de 2015 18:26

DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM EQUINOS

 


Com o passar dos anos houve uma evolução na medicina veterinária, principalmente na parte de diagnóstico por imagem, e na forma de se treinar os cavalos; com isso os animais atualmente permanecem na carreira esportiva por mais tempo. Esse período mais longo em campanha favorece em muito o amadurecimento dos animais e cria conjuntos (cavalo e cavaleiro) mais experientes, por outro lado começou a aumentar a incidência de doença mais tardias, dentro desse quadro se encaixam as osteoartrites (O.A.).

As osteoartrites são lesões que afetam a cartilagem articular e osso adjacente, chamado de subcondral. Sua incidência é alta nos equinos atletas e atualmente é a principal responsável pela retirada precoce dos animais do esporte.

A articulação é composta por diversas estruturas entre elas estão a cartilagem articular, responsável pela absorção do impacto, e o líquido sinovial responsável pela lubrificação e nutrição das células da cartilagem, os condrócitos. Com os exercícios intensos e repetitivos há o desenvolvimento de um processo inflamatório, na maioria das vezes leve e discreto que não possui manifestações clínicas, porem promove alterações na estrutura do líquido sinovial diminuindo sua viscosidade e consequentemente sua capacidade de lubrificação. O organismo na tentativa de suprir a deficiência aumenta a produção com uma qualidade inferior, levando a distensão da cápsula articular.

Se não houver um bloqueio desse processo a cartilagem começará a sofrer um desgaste excessivo e diminuirá a capacidade de absorção do impacto, essa força será transmitida em maior intensidade ao osso subcondral. A resposta tecidual a essa lesão é de substituição da cartilagem lesionada por fibrocartilagem, um tecido cicatricial com capacidade de absorção inferior. O osso subcondral começa a ficar mais espesso para suportar a força transmitida, e aprecem na imagem radiográfica os ósteofitos.

 

 

Curiosidades
 
VARIEDADES

Você sabia...?

... que o depósito de feno é também chamado de fenil? Fenil é uma instalação que permite o correto armazenamento do feno, com pé-direito 1,5 m maior que a altura da pilha.

... que, se após o parto os recém-nascidos forem separados das mães por mais de duas horas, as chances de rejeição aumentarão drasticamente? Isso acontece porque o cheiro não ficou bem marcado nem na memória da mãe, nem na da cria.

... que a barba de um homem tem entre 7.000 a 15.000 pelos e cresce 14 centímetros por ano?

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Ditado

- Nem velhos sem dores. Nem moças sem amores.

- A mulher que você deve adorar é a sogra de sua esposa.

- Quem deve gabar o mestre são as obras.

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Frase

- O corpo são é um palácio para a alma; o corpo doente é uma prisão. (Francis Bacon)

- Não é o gênio que está um século à frente de seu tempo; é a humanidade que está cem anos atrás dele. (Robert Musil)

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Provérbios

- Um golpe com a língua pode até quebrar os ossos. (Provérbio chinês)

- Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem. (Adágio popular)

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Ditado Esquisito

- Perigo não é um cavalo na pista, é um burro na direção.

- Pobre parado é vadio, correndo é ladrão.

 

 

 

O bê-a-bá da ovinocultura



Resumo de informações básicas sobre a atividade que tem

um enorme espaço para crescimento no Brasil, tendo em vista

o abastecimento interno e também o mercado internacional.

 

 

 


Nome: Ovino

Classe: Mammalia

Ordem: Artiodactyla

Família: Bovidae

Subfamília: Caprinae

Tribo: Caprini

Gênero: Ovis

Espécie: Aries

 

O temperamento sociável dos carneiros, associado à sua indiscutível utilidade econômica, fez da domesticação da espécie uma das mais antigas da história da civilização, acreditando-se que tenha ocorrido antes de 4000 a.C., na Ásia Central. Ao longo do tempo, foram ocorrendo adaptações em função do clima, solo, disponibilidade de água, alimento e utilização econômica, de tal forma que hoje se estima a existência de mais de 1.400 raças de ovinos em todo o mundo. Estas raças estão classificadas de acordo com as funções econômicas que desempenham, constituindo o segundo maior rebanho do mundo (o primeiro é o bovino). A seleção para lã foi obtida durante o processo de domesticação: os ovinos primitivos apresentavam pelagem formada por dois tipos de fibras, uma de pelos longos, grossos e ásperos e outra com pelos finos, curtos e crespos. Com a evidência da utilidade da lã sobre o pelo, foi sendo realizada progressiva­mente a seleção para sua obtenção. No Brasil, os primeiros ovinos chegaram em 1556, trazidos pelos colonizadores.

 

 

 

 

Criar ovelhas é fácil.

 

Austrália, China, Nova Zelândia, ­Índia, Espanha, Reino Unido, Argentina, Uruguai e Brasil são países que pos­suem grandes contingentes de ovinos.

As condições básicas para a criação, além da escolha cuidadosa da raça, são o clima, solo, pastagens, aguadas, condições de mercado, não esquecendo também a boa capacidade técnico-administrativa do criador e habilitação dos empregados.

 

Algumas palavras do campo

 

u Borrego - carneiro de 7 a 15 meses.

u Cabanha - local de criação, fazenda.

u Capão - carneiro castrado.

u Carneiro - o ovino adulto.

u Cascarreio - tosquia em tomo da vulva, nas coxas e cauda, efetuada nas ovelhas antes do parto, para retirar sujidades e tornar o parto mais higiênico.

u Cordeiro - carneiro até 7 meses de idade.

u Cordeiro-mamão - cordeiro que ainda acompanha a mãe, que mama.

u Desolhe - tosquia em torno dos olhos.

u Feltragem - enlaçamento que ocorre entre fibras de lã com excesso de escamas.

u Marrã - diz-se da fêmea jovem, não parida e não prenhe.

u Nonato - não nascido.

u Ovelha - a fêmea adulta.

u Pelego - a pele do carneiro com a lã.

u Pelo cabrum - áspero e liso, semelhante ao de caprinos.

u Suarda - substância gordurosa existente na lã dos ovinos.

u Velo - cobertura de lã de carneiro, ovelhas ou cordeiro.

 

Condições ideais para os animais

 

l Clima - O mais propício para a cria­ção de lanados é o temperado frio em latitudes de 250 a 400 Norte e Sul; a baixa latitude pode ser compensada pela altitude. A temperatura adequada está entre 22 e 25ºC, com umidade relativa entre 55% a 70% (em altas temperaturas) e 65% a 91% (em baixas temperaturas). A precipitação pluviométrica ­anual deve estar entre 4.900 e 1.400 mm. Os deslanados apreciam regiões quentes e secas, com chuvas entre 500 a 2.000 mm.

 

l Solo - As características do solo são importantes para a escolha da raça a ser criada. Raças mistas são mais exigentes e devem ser criadas em planí­cies e vales férteis, com solo permeável. Solos pobres, com baixo valor nutritivo, podem ser utilizados para a criação de raças mais leves, produtoras de lã, ou deslanadas. O solo precisa ser corrigido, drenado e deve haver bastante sombra nas áreas de pastagem, pois a radiação solar direta causa efeitos nocivos ao conforto térmico do animal.

 

l Alimentação e pastagens - A ideal é a pastagem rasteira, abundante e de boa qualidade. Em boas pastagens, com manejo rotativo, podem ser mantidos 10 animais por hectare; em pastos mais pobres, de uso contínuo, a capacidade é de 3 cabeças por hectare. Consomem também as plantas infestantes do pasto, inclusive a que não é consumida pelos bovinos. Na época de escassez de pasto, é necessário complementar a alimentação com forrageiras de inverno, como a aveia e o centeio, alimentos concentrados e mistura mineral. Para a formação de piquetes utilizar gramíneas rasteiras, de hábito prostrado e decumbente, se possível consorciadas com ­leguminosas. Os capins mais utilizados no Sudeste e Centro-Oeste são: Transvala, Pangola, Pensacola, Setária, ­Coast-Cross, grama Seda, Missioneira, Batatais, Brachiaria humidícula e Aruana. No Nordeste existem variedades de capim Buffel, Transvala e Urocloa. No Sul há o consórcio entre os Trevos, Azevém e Aveia.

 

l Aguadas - Os ovinos ingerem 3 a 4 litros de água no inverno e de 5 a 6 litros no verão.

É interessante que a propriedade possua aguadas sem poluição, com fundo pedregoso ou arenoso. Brejos e baixadas pantanosas são indesejáveis. Na falta de cursos de água naturais devem ser construídos bebedouros de acordo com o tamanho do rebanho.

 

 

China compra 50% da lã neozelandesa




A China tornou-se o principal mercado para a lã da Nova Zelândia, comprando quase metade das exportações, à medida que o mercado europeu declinou e as vendas para a Austrália caíram, de acordo com dados da indústria. John Dawson, do Conselho de Exportadores de Lã, disse que a UE compra apenas 31% das exportações neozelandesas de lã, enquanto a China aumentou sua participação para 47%.

As exportações caíram 8%, mas os preços significaram um aumento de 28%.

 

 

Hambúrguer de cordeiro nos EUA


 

A processadora de carne de cordeiro da Davis, da Califórnia anunciou uma parceria com o Meat and Livestock Australia (MLA) para comercializar hambúrgueres de carne de cordeiros australianos na vasta rede norte-americana de produtos alimentícios.

"Estamos felizes com essa parceria", disse a vice-presidente e assistente de marketing e desenvolvimento de negócios culinários da Superior Farms, Tina Roberts.

Pesquisas realizadas pelo MLA sugerem que a carne de cordeiro é uma opção comum em restaurantes bem sucedidos e que as gerações mais jovens estão interessadas na carne de cordeiro, à medida que buscam sabores únicos.

 

 

ARCO inclui a raça Dohne Merino



A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO) foi autorizada pelo Ministério da Agricultura, através da Portaria nº 0090 de 14 de fevereiro de 2012, a realizar o registro genealógico da raça Dohne Merino.

A raça rústica, de dupla aptidão, teve origem na África do Sul, através do cruzamento das raças Merino Pepin e Merino Alemão. O programa começou em 1939 e a Associação em 1966, mas a seleção foi iniciada em 1970, foi realizada baseada em testes de progênie e dados de produção, sendo hoje uma das raças laneiras líderes na África do Sul e de notável crescimento, também na Austrália.

Características como a grande fertilidade (110% - 150%), juntamente com altas taxas de crescimento dos cordeiros (350 g por dia até o desmame), fazem do Dohne Merino um eficiente produtor de carne. Os cordeiros para abate atingem no mínimo 40 kg entre 04 e 06 meses de idade, o peso das ovelhas varia de 55 a 65 kg e produzem de 04 a 06 quilos de lã de alta qualidade, com 19 a 22 micra.

 

 

 

 

Raça Dohne Merino agora com Registro também no Brasil. 

 

Outra importante característica da raça Dohne Merino é a sua adaptabilidade, sendo uma raça rústica vinda de uma região de chuvas de verão e pastagens nativas, adaptando-se a várias condições climáticas e ambientais, desde sistemas intensivos de produção até regiões áridas extensivas. Ressaltando-se o fácil cuidado, pois é uma ovelha sem rugas e com a cara totalmente isenta de lã, resistente ao rompimento e coloração amarela nas fibras.

 

 
 

Febre do leite: Hipocalcemia - Doença que se evita com dieta

 



A hipocalcemia, também conhecida como "Febre vitular", "Febre do leite" ou "Paresia puerperal", é uma doença metabólica que acomete bovinos, geralmente saudáveis, em sua maioria vacas leiteiras de alta produção. O problema ocorre no início da lactação e usualmente nas primeiras 72 horas após o parto. Raramente, pode acontecer um ou dois meses após o parto (CARVALHO et al, 2003).

FATORES QUE LEVAM A OCORRÊNCIA DE HIPOCALCEMIA

No pré-parto, a vaca tem uma baixa exigência de cálcio, mas geralmente recebe uma dieta rica no elemento. Com isso, as concentrações de paratormônio (PTH - aumenta a reabsorção renal de cálcio) ficam baixas e a calcitonina (diminui a reabsorção óssea de cálcio) se encontra aumentada na corrente sanguínea. Além disso, a ação do PTH depende do pH sanguíneo e da ligação a receptores.

O pH ideal para ação do PTH é em torno de 7,35, porém como a dieta no pré-parto é rica em volumoso, que tem alta concentração de potássio (K), o pH sérico se encontra acima do ideal para o PTH agir. Para ocorrer ligação do PTH aos receptores é necessária a presença do magnésio como co-fator. Dessa forma, a ação do PTH é dependente também da presença de magnésio para se ligar aos receptores.

No dia do parto, a necessidade de Ca para produção de colostro é nove vezes maior que a quantidade presente no sangue. Porém, a homeostase de cálcio demora em torno de 48 horas, levando ao quadro de hipocalcemia. Em conseqüência disso, a maioria das vacas passa por um período de hipocalcemia no periparto, denominado “período de transição” (3 semanas pré-parto a 3 semanas pós-parto). Em 50% dos casos essa hipocalcemia se prorroga por até 10 dias pós-parto (Carvalho, 2006).

Alguns dos fatores de risco para instalação da doença são mais determinantes que outros. Porém, é o somatório dessas causas, tanto ambientais como as individuais, que causará o desequilíbrio e o surgimento do problema.
A idade do animal influencia, sobremaneira, na sua capacidade em responder ao aumento da demanda de cálcio. Em vacas mais velhas, a desmineralização óssea, próxima ao parto, é mais reduzida do que nas novilhas.

Além disso, um importante mecanismo que o organismo lança mão para manutenção dos níveis de cálcio é o aumento da absorção intestinal desse íon. Na vaca, o número de receptores intestinais declina com a idade e assim, as vacas mais velhas tornam-se menos capazes de responder ao hormônio, havendo necessidade de um tempo mais longo para adaptação dos mecanismos intestinais para absorção de cálcio.

Outros fatores intrínsecos aos animais são o tipo e a raça. Raças de corte são menos acometidas do que vacas de leite, evidentemente por produzirem menor volume de leite. Dentre as raças leiteiras destacam-se as raças Holandesa e Jersey, mas mesmo com menores volumes absolutos na produção de leite, as vacas Jersey são mais comumente afetadas.
 
 

Ensopado de Cordeiro à Irlandesa



Ingredientes:

- 675 g de fatias grossas de bacon cortadas em cubos

- 2,75 kg de paleta de cordeiro desossada, cortada em pedaços de 5 cm

- 1/2 colher (chá) de sal

- 1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino em pó

- 1/2 xícara (60 g) de farinha de trigo

- 3 dentes de alho (picados)

- 1 cebola grande (picada)

- 1/2 xícara (120 ml) de água

- 1 litro de caldo de carne

- 2 colheres (chá) de açúcar

- 500 g de cenoura cortada em cubos

- 2 cebolas grandes cortadas em pedacinhos

- 3 batatas

- 1 colher (chá) de tomilho seco

- 2 folhas de louro

- 1 xícara (240 ml) de vinho branco

 

 

 

 

Modo de preparo:

- Preparar o cordeiro e deixar na geladeira, na véspera.

Preparo: 20 min - Cozimento: 2 horas 25 min - Rende 10 porções.

- Coloque o bacon em uma frigideira grande e funda. Cozinhe-o em fogo médio a alto até ficar levemente dourado. Escorra-o, pique-o e reserve-o.

- Coloque o ­cor­deiro, o sal, a pimenta e a farinha em uma ­ti­ge­la grande.

Misture todos os ingredientes, cobrindo a carne por completo. Depois, doure-a na frigideira com a gordura do bacon.

- Coloque a carne em uma panela (tipo ­caldeirão), colocar 4 colheres (sopa) de gordura na frigidei­ra. Adicione a cebola e o alho dourado. Refogue-os até a cebola começar a ficar dourada. Colocar 1/2 xícara (120 ml) de água na ­frigideira. Acrescente a mistura de alho e cebola à panela com os pedaços de bacon, o caldo de carne e o açúcar. Tampe a panela e deixe cozinhar lentamente por 1,5 h.

- Acrescente as cenouras, as cebolas, as batatas, o tomilho, as folhas de louro e o vinho à pa­nela. Reduza o fogo e, com a panela ­tampada, cozinhe lentamente por 20 minutos, até os legumes ficarem macios.

 

 
Veja ! Produção de Leite, Criando Galinhas , Mastite ( Sanidade), Soro de Leite, Raios no meio Rural, Jumentos, Manejo de Vacas, Curiosidades e Culinária Bodistica... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 19 de Junho de 2015 00:34

Produção de leite: a pastagem de produção intensiva frente a extensiva tradicional

 

A produção intensiva de leite a pasto engloba uma série de processos e manejos, com adoção de alta tecnologia em todas as etapas. O pasto pode produzir 20 vezes ou mais de matéria seca do que uma pastagem extensiva tradicional, graças à adoção de adubação, de manejo geral correto, de animais de bom padrão genético e com ótimas condições de sanidade, de alimentação suplementar para seca, eliminando ou reduzindo significativamente a queda de produção e a entressafra. Tudo isso leva a altos índices de produtividade, com produção de 30 mil litros de leite por hectare, comparados com cerca de 1.500 litros por hectare no manejo extensivo tradicional.

Outro benefício dos sistemas intensivos é a abordagem ambiental, pois a produção intensiva a pasto permite o aumento de produção por meio da produtividade, sem necessidade de mais terra e de derrubada de vegetação nativa. O manejo intensivo inclui ainda a adoção de boas práticas agropecuárias e do bem-estar animal. Este último, além da questão ética, é também fator de aumento da produção e da produtividade. É o que defende o médico veterinário da Embrapa Pecuária Sudeste, Marco Aurélio Bergamaschi.

Segundo pesquisas da Embrapa Pecuária Sudeste, a adoção de tecnologias, processos e manejos que levam a altíssimas produtividades, não significa necessariamente que o produtor tenha de investir altos valores. O pequeno produtor familiar de leite pode ter acesso a todo esse pacote tecnológico, com orientação técnica e de maneira gradual, conforme comprovam diversas experiências  bem sucedidas, em vários Estados do Brasil, que utilizam, entre outros, os sistemas de produção intensiva de leite.

 

Criar galinhas ajuda na rentabilidade da propriedade rural

 


O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

Desde 2008, o frango é a carne mais consumida no país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Produtores de Pintos de Corte. De acordo com o estudo, só no ano passado, cada brasileiro consumiu 44 quilos e meio de carne de frango, o que equivale a mais ou menos cem gramas por dia. Segundo a Embrapa Suínos e Aves a avicultura que viabilizou esse sucesso de consumo é a industrial. Foi ela que deu qualidade e preço acessível à carne de frango. O mercado brasileiro, no entanto,  também tem espaço para outros tipos de frango. É para essa fatia que a Embrapa Suínos e Aves tem apresentado o frango alternativo.

O técnico da Embrapa Suínos e Aves, Márcio Saatkamp, esclarece que o frango alternativo é todo aquele produzido fora do processo de uma grande indústria, em sistemas menores de produção e que busca atingir nichos de mercado especiais. Dentre as diversas denominações que este tipo de produção recebe incluem-se caipira,  orgânico, agroecológico e colonial. “Em função desses vários nomes, optamos por chamar tudo isso de frango alternativo”, esclarece Saatkamp.

A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041, apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.

“No quesito de produção, temos material genético muito bem desenvolvido, com indíces zootécnicos muito bons. Porém, o produtor deve seguir orientações básicas sobre manejo, nutrição, saúde das aves e segurança do alimento”, destaca Saatkamp.Ele chama atenção para a questão da segurança do alimento. “Ao final, tendo essas aves prontas é preciso realizar um abate com algum tipo de inspeção, seja ela estadual ou municipal. É justamente essa inspeção que vai garantir a presença de um médico veterinário para inspecionar a carcaça de ave, aquela carne, e dizer que ela está boa para o consumo”.

 

CAUSAS DA MASTITE AMBIENTAL CAUSADA POR COLIFORMES

 


Os microrganismos causadores de mastite presentes no ambiente de permanência das vacas são chamados de patógenos ambientais - crescem em condições de alta temperatura e umidade e em presença de matéria orgânica, os mais comumente encontrados são espécies de bactérias gram-negativas, principalmente os coliformes. Bactérias gram-negativas são os agentes etiológicos mais frequentemente isolados de casos clínicos agudos de mastite, sendo responsáveis por aproximadamente 40% dos casos clínicos de mastite. O termo coliformes compreende as bactériasEscherichia coliKlebsiella sp eEnterobacter sp.

A transferência de bactérias gram-negativas de glândulas mamárias de vacas infectadas para vacas não infectadas parece mínima comparada com a constante exposição ao meio ambiente contaminado. Bactérias coliformes ocupam muitos habitat no ambiente da vaca. Escherichia coli são habitantes normais do trato gastrointestinal de animais. Klebsiella sp e Enterobacter sp estão presentes nos solos, nos grãos, na água e no trato intestinal dos animais.

A porta de entrada para bactérias coliformes dentro da glândula mamária é o canal do teto em contato com o ambiente contaminado.Fatores de virulência dos coliformes permitem o crescimento e multiplicação no canal do teto e invasão das defesas do hospedeiro. Os coliformes multiplicam-se nas secreções no interior da glândula mamária, geralmente, sem se fixarem nas superfícies epiteliais.Embora a glândula mamária não seja considerada habitat natural para os coliformes, muitas cepas são capazes de sobreviver e se multiplicar nas glândulas mamárias.

As infecções por coliformes tendem a ser de curta duração durante a lactação e raramente causam elevada CCS do tanque.As infecções por coliformes são as causas mais comuns de mastite com apresentação clínica sistêmica, sendo responsáveis por 60 a 70% dos casos clínicos agudos de mastite.

A taxa de novas infecções causada por coliformes é maior durante o período seco do que durante a lactação, podendo ser de três a quatro vezes maiores durante o período seco do que durante a lactação. A susceptibilidade para infecções é maior nas duas semanas após a secagem e nas duas semanas antes do parto. Durante a lactação, infecções intramamárias por bactérias coliformes são mais frequentes durante os três primeiros meses e, especialmente, no primeiro mês de lactação. Nesse estágio de lactação os efeitos da mastite causada por coliformes são, geralmente, mais pronunciados.Pesquisas mostram 65% dos casos que ocorrem nos dois primeiros meses de lactação são causados por coliformes e por infecções intramamárias que originaram durante o período seco.

 

 

Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

 

O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno. 

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais. 

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais. 


Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte. 


Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento. 

Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível. 


Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz.
 
 
 
 

Jumentos: uma classe de animais em extinção

Historicamente vinculados ao trabalho no campo, os animais perdem a serventia e o rebanho despenca no Brasil. Campanha na web quer salvar os jumentos


Editora Globo
“Jumento não é o grande malandro da praça. Trabalha, trabalha de graça. Não agrada ninguém. Nem nome não tem. É manso e não faz pirraça, mas quando a carcaça ameaça rachar, que coices, que coices que dá” (Trecho da canção O Jumento, de Chico Buarque)

A canção O Jumento, escrita por Chico Buarque em 1977, já revelava as tristes condições de vida do animal. O trecho inicial diz: “Jumento não é o grande malandro da praça. Trabalha, trabalha de graça. Não agrada ninguém. Nem nome não tem. É manso e não faz pirraça, mas quando a carcaça ameaça rachar, que coices, que coices que dá”. 

Nos mais de 30 anos que se passaram desde a composição, pouca coisa mudou no cotidiano do jumento, animal típico nordestino também conhecido como jegue. Recentemente alvo de uma grande polêmica, depois que aChina sinalizou a intenção de comprar no Brasil 300 mil animais para destiná-los à produção de cosméticos, os jumentos atraíram a atenção de uma das mais célebres defensoras de animais do mundo: a atriz Brigitte Bardot, que, em carta, pediu à presidente Dilma Rousseff que evitasse tal carnificina. 

De acordo com Fernando Viana, agrônomo e presidente da Associação Brasileira dos Jumentos Nordestinos, no entanto, a intenção da China de adquirir os animais do Nordeste do Brasil, que responde por mais de 90% do rebanho brasileiro, não se concretizou na prática. “Foi assinado um protocolo de intenções entre uma missão de chineses e o governo do Rio Grande do Norte, mas não há registro de comércio”, disse.

Em carta à Dilma, Brigitte Bardot sai em defesa dos jegues brasileros.

Ainda que os animais nordestinos não estejam virando cosméticos, sua miserável existência não foi amenizada com a chegada da modernidade. Trata-se de uma classe de animais fadada ao trabalho no campo. “Um jumento forte e bom para o trabalho não tem preço”, diz Viana. Em compensação animais não tão fortes já foram comercializados pelo valor de uma galinha, lembra o agrônomo. 

A sorte dos mais fracos, no entanto, é serem abandonados nas beiras das estradas e morrer de inanição ou atropelamento. “A tradição do jumento é o trabalho rural e, depois que os tratores de pequeno porte chegaram ao campo, os animais migraram para a cidade ou foram abatidos de maneira indiscriminada, o que fez o rebanho brasileiro cair mais de 70% nas ultimas quatro décadas, de 2,7 milhões de cabeças em 1967 para apenas 590 mil cabeças em 2010. Nas cidades eles tiveram serventia no transporte de objetos e pessoas até a chegada das motocicletas. “Parece não haver saída para a recuperação do rebanho do Brasil”, diz Viana. Uma alternativa, segundo ele, seria o governo federal obrigar a destinação de jumentos para trabalhos em assentamentos rurais, mas em época em que o bem estar animal é altamente respeitado, dificilmente essa idéia tomará alguma forma e sensação é de que a classe caminha a passos largos para extinção no Brasil. “Em países subdesenvolvidos o rebanho cresce ou se mantém, diferente do que ocorre nos países em desenvolvimento ou desenvolvidos, onde a queda é contínua”. 

A importância de secar a vaca dois meses antes do parto

 

 


A secagem da vaca no final da gestação proporciona melhor saúde ao bezerro. A chamada secagem de vacas é uma técnica simples usada para fazer com que o animal interrompa a lactação. O objetivo é proporcionar um descanso à vaca no fim da gestação para que o animal possa gerar uma cria saudável. Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, Minas Gerais, vacas que procriam dando leite, produzem bezerros fracos e não apresentam condições corporais durante o parto, o que pode ocasionar sérios problemas para a vaca e o bezerro e, consequentemente, gerar prejuízos para o produtor.

 A secagem é recomendada até dois meses antes do parto. Mas os especialistas aconselham adotar o procedimento quando a produção de leite do animal fica muito baixa, tornando antieconômico manter o animal em lactação. Outra vantagem de efetuar a secagem é o fato de ela proporcionar maior produção de colostro, alimento fundamental para que o bezerro cresça de forma saudável.

A secagem é feita por meio do esgotamento do úbere. É importante que o produtor observe se há mamite antes de iniciar a secagem para evitar maiores complicações durante o processo, o que aumentaria o custo do tratamento.

 

 

Curiosidades
VARIEDADES 

Você sabia...?

... que os caprinos têm um verdadeiro horror de lama? Se pudessem escolher livremente não pisar na lama, com certeza, eles estariam sem verminoses e parasitas.

... que a formiga pode erguer 50 vezes seu próprio peso? E pode puxar 30 vezes seu peso? E sempre cai do lado direito?

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Provérbios

- O amor novo vai e vem, mas o velho se mantém.

- Consciência limpa é sinal de memória fraca.

- O amor é como a lua, quando não cresce, míngua.

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Ditados

- Quem em um ano quer ser rico, em seis meses estará enforcado.

- Moça com velho casada, como velha se trata.

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Ditado Esquisito

- Banguela não encurta o caminho, encurta a vida.

 

 

CULINÁRIA - Bode do Bom Sertão


Ingredientes:

- 3 cebolas

- 3 tomates

- 3 pimentões verdes

- 4 dentes de alho

- Suco de 1 limão

- 2 pimentas-de-cheiro

- Coentro

- sal a gosto

- 1 litro de água

- 2 colheres de extrato de tomate

- 5 quilos de bode salgado e seco

 

 

 

 

 

Modo de fazer:

Refogar todos os temperos e acrescentar o bode.

Deixar refogar por 10 minutos. Acrescentar a água e levar tudo para panela de pressão por 30 minutos.

Servir com feijão tropeiro e arroz branco.

 
Veja ! Tecnicas na Produção de Leite, Normativa 51, Importancia da Água para Bovinos, Boa noite Cinderela, Adesivos como Prontuario Medico e Sandalias para Vacas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 04 de Junho de 2015 18:32

 

Técnicas que ajudam a aumentar a produção de leite na fazenda

 


A pecuária de leite é uma atividade produtiva de grande importância social e econômica. Ela é praticada, principalmente, por pequenos e médios produtores rurais e a maioria dos sistemas de produção de leite emprega apenas a mão-de-obra familiar. As tecnologias, desenvolvidas e/ou adaptadas pela Embrapa Acre estão ajudando os produtores a elevar a capacidade produtiva, a rentabilidade e a qualidade do leite produzido.

As inovações envolvem um conjunto de tecnologias que vem contribuindo para resolver problemas como a superlotação do pasto, o baixo padrão genético do rebanho e a degradação das pastagens, principais fatores que impedem o desenvolvimento da pecuária de leite em várias regiões.

Destacam-se oito tecnologias - o pastejo rotacionado, uso de cerca elétrica, suplementação com cana e uréia, arborização de pastagens, consorciação de pastagens com amendoim forrageiro, inseminação artificial, controle zootécnico e financeiro da propriedade e as boas práticas na ordenha manual –que têm contribuído para garantir retorno financeiro e ganhos ambientais.

O melhoramento genético do rebanho é outro fator da maior relevância e que produtores estão adotando. Eles aprenderam com técnicos da Embrapa Acre as facilidades e vantagens da inseminação artificial e passaram a utilizar sêmen de touros provados de raças leiteiras em cruzamentos. Em algumas propriedades, a produção de leite por lactação aumentou de 662 kg/vaca para 1.329 kg/vaca e a produção anual aumentou de 14.312 kg de leite para 20.518.

 

Produtores de leite tem  Dificulldade de se Adequar a Normativa 51

 


Produtores de leitel do nosso país estão enfrentando dificuldades para se adequar a uma determinação do Ministério da Agricultura que busca melhorar as instalações e o modo de trabalho nas propriedades. A medida, chamada de Instrução Normativa 51, começou a valer no dia 1º de julho.

A sala de ordenha na propriedade do produtor rural Edgar Giachini, foi reformada e os equipamentos modernos facilitam o manejo dos animais. Ele só conseguiu fazer tudo isso com um financiamento  que deve começar a ser pago em janeiro do ano que vem.

– O leite no mercado vem disparando de preço já faz uns quantos meses e para nós são cinco meses sem um centavo de aumento. E não há previsão de melhora. Se continuar do jeito que está, nós não vamos pagar o financiamento. Não temos como – lamenta ele. Os vizinhos de Giachini enfrentam o mesmo problema. Todos vivem no interior.

– O preço do leite hoje não paga o custo. A gente está pagando para trabalhar. Se a gente não trabalha de 12 horas a 15 horas por dia hoje, até o rancho do fim do mês não sai mais – constata o produtor rural Erico Toniolo.


– Eu fiz o projeto e aí vi que não tinha condições de pagar, em função do preço do leite. Se tiver que fazer as mudanças, devido às exigências, vou ter que parar a produção.
Em menos de três meses, o governo vai exigir que as instalações das ordenhas estejam todas adequadas às exigências do Ministério da Agricultura. As boas condições de higiene são para reduzir quase pela metade a quantidade de bactérias no leite.

– Se o preço não der mais uma reagida, manter a qualidade do leite, que eles exigem, não será fácil.
Os produtores que não se enquadrarem nas regras correm o risco de ter o leite recusado pelos laticínios e cooperativas.

 

Importancia da Água para Bovinos de leite



Em se tratando da produção de leite a água é o alimento de maior requisição quantitativa para o gado leiteiro. Pesquisa aponta que uma vaca em lactação, necessita de mais água em relação a seu peso vivo do que as outras categorias de animais. O leite de uma vaca contém 87% de água. A Embrapa Gado de Leite aponta que o corpo adulto de uma vaca representa de 55% a 70% de água, chegando essa percentagem de 80% a 85% no animal jovem e até 90% no recém-nascido. Um animal pode perder até 100% de sua gordura (tecido adiposo) e mais de 50% de sua proteína corporal que ainda sobrevive. Mas se perder de 10% a 12% de sua água corporal, ele morre.

Durante os meses mais quentes, as vacas sofrem estresse pelo calor e elevação da unidade, aumentando o consumo de água, com elevação na excreção de urina e alterando a composição dos dejetos.
Na tabela abaixo segue o consumo de água pelo gado leiteiro, litros/cab/dia (litros por animal por dia), nas condições de Brasil – Central em criação semi-extensiva.

A água deve ser limpa, fresca, possuir níveis baixos de sólidos e alcalinidades e ser isenta de compostos tóxicos. Uma concentração de 2% de sal na água pode ser considerada tóxica para bovinos. Assim, uma fonte abundante de água limpa e de alta qualidade deve ser prioridade em uma propriedade rural.

Para a produção de leite, o consumo é de aproximadamente 10.000 litros de água/kg; e para carne, de 20.000 a 50.000 litros de água/kg . Esse volume total de água se baseia na necessidade para produção de pastagens e alimentos concentrados utilizados pelos bovinos, além da quantidade ingerida pelos animais.

A ingestão diária de água é afetada pelo tamanho, idade, atividade e produtividade da vaca, bem como pelo ambiente.

Em muitos casos, a solução de problemas relacionados à quantidade e qualidade da água permite aumentos de produção da ordem de 10% a 20%, assim como a quantidade e qualidade da água está diretamente relacionada com a queda de produtividade de leite.

O acesso à água é especialmente crítico após a ordenha e a alimentação. Portanto, se faz de extrema importância a colocação de bebedouros na saída da “sala “ de ordenha.

 

 

Boa noite, Cinderela: empresa faz leite para dormir

Em pequenos sachês, leite de vaca especial dá sono e reduz o estress em seres humanos


Fornecedores retiram o primeiro leite do dia, mais rico em melatonina, e enviam à Synlait para processamento

Cantebury, Nova Zelândia - Um leite de vaca especial, mais rico em uma substância chamada melatonina por ser coletado logo nas primeiras horas da manhã, promete ser a coqueluche dos pobres seres humanos que sofrem de insônia ou de estresse. O Sleeping Milk, ou Night Milk, chegará ao mercado em março do ano que vem, primeiramente na Nova Zelândia, na Austrália e na China. A novidade foi criada pela empresa Synlait, especialista em produzir leite em pó com valor nutricional elevado, localizada em Rakaia, na região de Cantebury, na Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Segundo Tony McKenna, diretor geral de desenvolvimento de negócios da empresa, o leite para dormir, em pó, será vendido em sachês e indicado para quem tem sono agitado, sofre de insônia ou estresse. "A melatonina é uma substância natural que todos os animais têm, inclusive os seres humanos, mas nestes, a quantidade de melatonina diminui ao longo dos anos, com o avanço da
idade", explica. "Então, após inúmeras pesquisas, nossos especialistas concluíram que as vacas Holandesas produzem esta substância em maior quantidade durante a noite, em seu leite", diz.

Os fornecedores de leite da Synlait - uma espécie de associação de criadores de gado Holandês chamada Synlait Farms - coletam este leite especial todos os dias, às quatro horas da manhã (primeira ordenha do dia) e enviam o produto à fábrica. Lá, os especialistas isolam a melatonina para processa-la e transforma-la em pó. Em seguida, a substância é adicionada, em doses eterminadas, a outros tipos de leite em pó, normal ou desnatado. "A melatonina é o principal ingrediente do leite para dormir neozelandês", afirma o executivo.

Simon Causer, gerente de pesquisas da empresa explica diz que a melatonina, por ser natural, é menos prejudicial à saúde dos seres humanos. "A melatonina tem um papel importantíssimo para ajudar os humanos a regular os ciclos dia/noite e a ordenha de leite produzido pelas vacas durante a noite permitiu que criássemos um auxiliar de sono 100% natural".

Por ser vizinho da Austrália e parcerios comerciais da China (a Synlait tem sócios chineses e na Ásia, a empresa leva o nome de Bright), o leite para dormir deve chegar primeiro nestes países, mas McKenna acredita que seu potencial é grande e pode ser útil a todas as sociedades modernas. "As pessoas hoje em dia tem muitos problemas para dormir, estão estressadas. Precisam voltar a seguir o conselho de suas avós e tomar um leitinho quente para dormir bem", diz ele. "Não é por acaso que existe este ditado, de que o leite dá sono. Ele dá mesmo". Além da Ásia, McKenna acredita que o produto terá sucesso na Europa, devido à idade elevada da população, e na América do Sul, devido ao ritmo frenético de trabalho.

Causer diz que a empresa vem realizando testes para comprovar a eficácia do leite para dormir há alguns anos. Durante um período, adultos tomaram um copo do leite 30 minutos antes de irem para a cama e aí, a qualidade de seu sono passou a ser monitorada e comparada aos que tomaram o leite convencional. Segundo Causer, os resultados foram um sucesso. Uma empresa alemã e uma japonesa também estão estudando inserir o "leite do sono" no mercado.

 

Na Nova Zelândia, vacas usam adesivos coloridos no bumbum

Em diferentes cores, os adesivos para vacas são colados na traseira e funcionam como um prontuário médico


 

Reprodução/Shoof
Vacas leiteiras usam adesivos coloridos no bumbum

Hamilton, Nova Zelândia - Nas fazendas da Nova Zelândia, país localizado na Oceania, as vacas Holandesas, Jerseys ou Kiwi-cross, todas raças leiteiras, têm uma particularidade: elas andam com adesivos coloridos grudados no corpo, geralmente na parte traseira, em cima ou ao lado do rabo. Isso porque os fazendeiros acreditam que, usando os adesivos próprios para grudar no pêlo delas, o manejo fica
mais fácil e eficiente.

O acessório é um patch similar ao utilizado em tratamentos para parar de fumar, grudado na pele das pessoas. Neste caso, o produto vai direto no pêlo. "É um adesivo próprio para ser aplicado nos animais e nele, é possível fazer anotações, tais como dias de tratamento, estágio de desenvolvimento, horário que a medicação deve ser administrada", explica o empresário Ron Woolerton, proprietário da
Shoof,uma empresa neozelandesa especialista em criar soluções. "Com o adesivo, que tem diferentes cores, qualquer funcionário da fazenda pode identificar mais facilmente os animais, separa-los e ministrar medicamentos no horário certo, no dia certo", diz ele.

Em todo o país, várias empresas estão investindo na fabricação deste patch com a finalidade de facilitar o manejo do rebanho. "É possível anotar informações importantes no traseiro das vacas", avalia o fazendeiro Murray Shaw, dono da Bella Vista Farm, uma das fornecedoras de leite da Fonterra, que é a maior companhia leiteira do mundo.

Shaw usa os adesivos em todas as suas vacas para anotar o dia e o horário em que foram inseminadas. "Temos, claro, todas estas informações no computador, mas na hora que você está no campo, é só olhar o adesivo, ler e fazer o que é preciso".

 

Empresa cria sandália para vacas

Acessório pode ser colado nas patas do animal para tratamento de problemas higiênicos de cascos


Editora Globo 
Disponíveis em várias cores, as sandálias são coladas nos cascos. A cola, porém, não afeta a saúde das vacas

Hamilton (Nova Zelândia) - Uma empresa neozelandesa apresentou nesta semana, durante a 44ª Fieldays, feira de agrotecnologia que acontece em Hamilton, na Nova Zelândia, duas novidades muito simples, funcionais e que mesclam um pouco de glamour ao mundo animal: sandálias e aparadores de pelos de rabo. Os dois lançamentos são, na verdade, produtos criados para a saúde das vacas leiteiras do país, mas podem ser aplicados também em touros, cavalos e búfalos de todos os países que investem em pecuária. "São idéias muito simples, mas demoramos anos para criá-las de fato, já que inumeros materiais foram pesquisados", explicou Ron Woolerton, diretor de negócios internacionais da Shoof, a empresa que criou estes produtos.

Woolerton afirma que, por ouvir tantas reclamações de produtores rurais, os engenheiros da Shoof pensaram em uma sandália para os animais que ao mesmo tempo fosse eficiente, fácil e de baixo custo. "Chegamos ao produto feito com E.V.A, que é leve, resistente a água e pode ser feito em várias cores, o que facilita na hora do produtor rural saber identificar o problema ou animal que está usando o acessório", diz ele. Para ser fixado na pata, a sandalinha é colada (sim, com cola) na sola do casco.

"É uma super cola, mas também foi elaborada com produtos que não prejudicam a sua saúde", afirma o executivo. Woolerton explica que, para usar o acessório, o produtor deve limpar o casco e raspá-lo. "Você passa a cola no acessório, fixa-a na sola do casco do animal e espera cinco segundos. Quando a vaca pisar novamente no chão, o produto será moldado ao formato exato do seu casco e o membro não estará em contato com o solo. É possível tratar várias doenças de casco desta forma".

As sandálias são aplicadas aos cascos quando estes necessitam ser tratados. Como os animais passam a maior parte do dia pastejando, pisam na água, na lama e o medicamento acaba saindo em pouco tempo. 'Com este produto, o medicamento fica mais tempo agindo".

Outra novidade inventada pelos engenheiros da Shoof é um aparador de pelos de rabo. A engenhoca é colocada na ponta do rabo e em segundos, elimina os pelos que atraem moscas e estressam o bicho. "É como ir ao barbeiro", brinca Woolerton. "Moscas no rabo são capazes de estressar o animal a ponto da produção de leite diminuir muito, então, vamos aparar esses pelinhos",diz.

Os produtos geniais da empresa ainda não estão à venda no Brasil, mas Woolerton espera que o mercado possa se abrir o mais breve possível. "Exportar ao Brasil ainda é caro, os impostos são muito altos para nós", lamenta. "Esperamos que isso (a exportação) aconteça o mais rápido possível porque temos alguns produtos específicos para o rebanho brasileiro."

Nesta lista de itens "ideais" para as vacas brazucas estão uma engenhoca que facilita testes para mastite, moldes numéricos para marcação de animais com tinta específica para este fim, e adesivos-anotações que grudam nos pelos e não caem. "A vaca pode andar com todas as anotações grudadas em seu traseiro e todos os peões da fazenda podem ler. É como um prontuário médico", diz Woolerton.

 
Veja ! Riqueza Rural - Cabras e Ovelhas, Manejo de Crias Ovinas, Instalações e Fases dos Caprinos, Dentição, Caprinos Alternativa Economica, Fotossintése, Aves Aquaticas e que Voam e Vegetação Brasileira... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 31 de Maio de 2015 20:45

Riqueza rural, cabras & ovelhas

 

 

O setor rural, mais uma vez, é o motor do progresso. No momento em que a economia dá sinais de enfraquecimento, com a previsão de crescimento menor em 2014, o agronegócio caminha no sentido oposto, esbanja fôlego, disposição e promete ser, de novo, o salvador da balança na história. Começa uma nova safra e um novo ciclo econômico, não apenas no campo, como nas cidades. Renovam-se as apostas nas economias rural, urbana, nacional e globalizada que compõem o PIB e sustentam a geração de riquezas de um país agroindustrial. O país já quer sair da meta de 170 milhões de toneladas para 175, com total respeito ao ambiente. Crescimento autossustentável.

u Dinheiro rural leva ao progresso rural, modernizando outras alternativas dentro das porteiras. Olhar o solo onde se pisa, com respeito pela eternidade. Essa é a consciência que constrói uma nação.

u Caprinos e ovinos são uma formidável alternativa de renda nas pequenas e médias propriedades. Faz parte da própria história da civilização. Nações que produziam seus alimentos (carne e leite) e vestuários (peles e lã), por meio de cabras e ovelhas, foram bem sucedidos e hoje desfrutam um bom lugar no cenário mundial. Os que desprezaram, ficaram muito atrasados. Isso é olhar o solo onde se pisa, mantendo o foco no futuro das gerações.

u O Brasil teve uma colonização pitoresca. No período colonial, perseguiu cabras e ovelhas, chegou a proibir sua criação para favorecer a indústria da Inglaterra. Deu no que deu: regiões empobrecidas, fatalismo popular, programas de esmolas viciantes, no lugar de uma sociedade trabalhadora e próspera. No Nordeste, os governos instalaram uma “indústria da seca” para favorecer a urbanização dos litorais, com sentido de atrair turistas. Os dinheiros dos sertões foram drenados (e continuam sendo) para os litorais. Enquanto isso, a cabra & ovelha continuam lá, como exemplo do que poderia ter sido feito, não foi, e continua esperando dias melhores. Isso é desviar o olhar do solo onde se pisa, procurando o imediato e adiando o futuro.

u Os produtores avançaram até onde podiam: implantaram ovinos e caprinos no país inteiro, por arrojo de alguns pioneiros nordestinos, no início, secundados pela vigorosa revista O Berro. Por falta de tecnologia, houve barreiras poderosas, mas, hoje, empresários já distribuem carne nos melhores restaurantes do país, depois de ser incluída no cardápio das famílias.

 

Segundo estágio - Falta, porém, organizar o setor, para garantir justiça ao suor do produtor rural. É preciso que a atividade seja considerada uma ferramenta de desenvolvimento e bem-estar social. Falta olhar o solo onde se pisa e transformar essa atividade numa bandeira de desenvolvimento social.

u Nos países de pecuária avançada, há entidades e empreendimentos que alavancam a atividade, desde a propriedade até o mercado exterior. Há a “cultura” da caprino-ovinocultura lucrativa.

u Assim como o Nordeste está descobrindo muitos caminhos para conviver com a Seca, por meio de iniciativas privadas, irrigadas com benfazejos recursos públicos, também o RS está vivendo uma boa fase, investindo em ovinos, para retornar à glória de antigamente. Todos os Estados têm programas de estímulo à cabra & ovelha.

 

 Vendilhões do templo - Em matéria de desenvolvimento, tudo é questão do cifrão. Havendo recursos para o que é certo, o resto acontece, pois o ser humano é o maior construtor que o planeta já viu.

u Ao mesmo tempo, seguindo a cartilha eleitoreira, transformando os sertões em currais eleitorais, políticos no trono usurparam a própria Constituição, inventando “Bolsa Isso”, “Bolsa Aquilo”, evidenciando que o país continua no mau caminho. Qualquer economista sabe que o correto seria distribuir uma porcentagem do PIB brasileiro para as classes mais pobres e tais classes impulsionariam a base popular da economia doméstica. Essa “revolução”, porém, deveria estar anotada na Constituição, com validade por um longo prazo e jamais ser feudo de um ou outro político, ou partido. “Bolsa Isso”, ou “Bolsa Aquilo” apenas algemam as pessoas a partidos políticos e pseudo-deuses: é a consolidação de mitos, de pessoas “milagreiras”, apenas outro exemplo de estelionato cultural das massas. Na verdade, os “donos de Bolsas” deveriam ser punidos por estragarem a moral, a ética, o senso de trabalho, o senso de produção, o aviltamento do emprego, etc. Tímidas pesquisas já mostram que, onde há Bolsas, cresce a inércia, a violência generalizada, a consciência de classe, de casta, de cor, a consciência antifamília, antirreligião, anti-moralidade. É um preço duro a ser pago pela sociedade.

u É preciso acabar com a “indústria da ilusão politiqueira”. O Brasil está viciado em siglas de programas redentores. A todo momento um novo programa está sendo divulgado. Por exemplo: a presidente Dilma acabou de lançar um “fabuloso” programa de R$ 133 bilhões em 25 anos, sendo R$ 23,5 bilhões nos próximos 5 anos, para a fragilizada infraestrutura brasileira. Tal programa, no entanto, é uma farsa: num país de PIB igual a R$ 4,14 trilhões, o investimento mínimo em infraestrutura é de 2% do PIB, ou R$ 80 bilhões por ano. Para recuperar o atraso, seria necessário investir 4% do PIB (R$ 160 bilhões ao ano), mas o pacote de Dilma eleva a tão somente 2,077%. Ou seja, o “fabuloso programa”, tão divulgado e badalado, é de apenas 0,077% - uma mixaria! Irrisório para tantos fogos e destaques nos noticiários. Aritmética em mãos de políticos é perigosa, pois anestesia as massas. Isso é estelionato cultural contra os cidadãos, no país que mais fala em “cidadania”.

 

O fazedor de riquezas - O ser humano é a principal ferramenta do progresso e não as iniciativas de um ou outro partido político. Garantam-se dignidade e justiça ao ser humano, tendo à frente aquele que produz riquezas (gera empregos), e tudo o mais virá como presente. 

u Não adianta dar o peixe: é preciso colocar o homem a pescar. É preferível, então, fornecer a vara, a linha, o anzol e a boa informação. Depois, garantir o prêmio para os melhores. A cabra & ovelha são um bom começo para a modernização do setor rural, via introdução de tecnologia, como já aconteceu em muitos países.

- No Nordeste, qualquer sertanejo sabe que a cabra & ovelha são as ferramentas para convivência com as secas que sempre estão e estarão na porteira. No extremo sul brasileiro, qualquer gaúcho sabe que as ovelhas são a melhor ferramenta para ocupar os campos, ao lado das vacas.

u O que falta, ainda, é o esclarecimento a nível governamental. Trabalho para os que estão dentro das Câmaras Setoriais, para empresários que tenham visão adequada.

u Cadê os minifrigoríficos, minilaticínios, caminhões-abatedouros, programas de estímulo a Núcleos Produtores, novos medicamentos, insumos, etc.?

u Os produtores já fizeram muito, no correr da História. Como mostram as grandes exposições do Brasil: Expointer, Feinco, Feicorte, Feileite, Agrishow, etc. Devido às dimensões continentais, todavia, tudo que foi feito garantiu apenas um primeiro degrau no progresso das cabras & ovelhas, no panorama internacional, ávido para comprar carne de boa qualidade do Brasil. Por enquanto, o país sequer produz para seu próprio consumo.

u Investindo em cabra & ovelha, nos sertões e ao redor de grandes núcleos urbanos, estaria sendo criada uma “Bolsa Riqueza” que beneficiaria produtores e consumidores, com olhar no solo onde pisam e foco nas futuras gerações. Essa é uma boa receita de felicidade social.

 

Manejo de crias de ovinos: do nascimento à desmama

 

 

Segundo Samuel Souza, analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros, as práticas de manejo no contexto da cabrino-ovinocultura aborda, de maneira direta e objetiva, os cuidados necessários durante uma determinada fase da produção dessas espécies que apresenta grande necessidade de procedimentos especiais com os animais. “Desde a fase de gestação, estes animais vêm sofrendo influências diretas e indiretas quanto ao manejo da fêmea gestante. Portanto, devemos iniciar os cuidados desde a fase de gestação, mais especificamente no seu terço final, até o completo desaleitamento do animal, momento em que se encerra o período denominado ‘fase de cria’”, ressalta. Esses cuidados geram  redução das perdas produtivas por mortalidade de animais durante essa faixa etária, garantem a proteção imunológica passiva, previne contra enfermidades oportunistas, possibilita o controle zootécnico de maneira a organizar e monitorar a produção e garante melhor desenvolvimento dos animais preparando-os para a vida produtiva.

 

Instalações e fases dos caprinos



A disponibilidade de alimento, o manejo eficiente e as instalações adequadas formam um tripé de sustentação da ovinocultura.

Recomendações da Embrapa Meio-Norte. O chiqueiro ideal para o manejo dos caprinos deve ser rústico. Comumente utilizam-se materiais existentes na propriedade, tais como madeira redonda e palha de babaçu ou carnaúba para a cobertura, com piso de chão batido.

O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho, recomendando-se uma área útil de, em média, 1,0 (um) m² para cada animal adulto.

É importante que o chiqueiro apresente, internamente, pelo menos quatro divisões, destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento:

- Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas.

- Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).

- Cabriteiro (animais em lactação).

- Cabritos desmamados.

A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas, evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.

Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e ao lote das recém-paridas, quanto para os animais em reprodução e desmamados, devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais.

Os cochos podem ser feitos de pneus, de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0,50 m do solo, podendo, sobre eles, ser colocado um protetor, constituído por ripa ou arame, a uma altura de cerca de 0,30 m acima da altura do cocho, para evitar a entrada de animais.

 

Dentes


 

 

Na hora de verificar a magreza dos animais é bom dar uma espiada nos dentes. Animal sem dentes, ou com dentes ruins, sempre irá comer menos.

 

 

 

 

 

 

Caprinos são alternativa econômica e social

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Criação que não exige grandes extensões de terra ou grandes recursos para sua aquisição e instalação, a caprinocultura, hoje, é a alternativa agropecuária economicamente mais indicada para o Nordeste. A carne é o principal alimento infantil e de idosos das classes sociais mais pobres, nas regiões do Semiárido. O caprino vem encontrando, nos últimos tempos, um mercado em que a demanda é bem maior do que a oferta regional, como é o caso do leite, que nos grandes centros não supre a procura. A busca pela carne nas feiras livres e mercados é quase igual à da carne bovina.

Esse cenário faz com que a caprinocultura atraia interesses de grandes e médios produtores e também de agricultores familiares, abrindo mercados e despertando a atenção de investidores. O Governo da Paraíba percebe nessa atividade uma alternativa econômica que pode ser um investimento social, sustentável e altamente produtivo, já que pode gerar emprego, melhorar renda e levar qualidade de vida às comunidades do interior.

A experiência da Emater-PB começou como uma atividade de extensão rural, de caráter eminentemente educativo, atraindo adolescentes de origem pobre, principalmente das regiões do Agreste e do Cariri, para incrementar o antigo Projeto Cabra de Corda. A iniciativa foi bem aceita pelo pequeno número de criadores, mas não teve a difusão e a amplitude que se esperava. Foi a partir de 1978, com a criação do Centro Nacional de Pesquisa de Caprino, em Sobral, por meio da Embrapa, que surgiram as empresas estaduais de pesquisas na área de caprinos. A partir de então, a cabra passou a ser vista com cuidados técnicos. Na Paraíba, coube à Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa) o direcionamento das pesquisas. Hoje, os excelentes resultados com a caprino-ovinocultura alcançam repercussão internacional, resultado do melhoramento genético, sanidade animal e difusão dessas informações pela Emater-PB.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

 

 

Conhecendo a vegetação Brasileira

 


A vegetação natural do Brasil se distribui, primeiramente, em função do regime de chuvas; e, em segundo lugar, em função da natureza dos solos. Assim, distinguem-se:
           a) Zona da floresta amazônica, abrangendo 40% do território nacional. É uma floresta
exuberante, composta por vários andares de árvores latifoliadas, isto é, de folhas largas, entremeadas de trepadeiras, epífitas e parasitas.Dentre as inúmeras espécies de árvores, destacam-se: castanheira-do-Pará, mogno, caucho, seringueira, etc.
             b) Zona das caatingas do Nordeste, composta de plantas xerófitas como Cactáceas
e Bromeliáceas; e árvores caducifólias, isto é, que deixam cair as folhas na estação seca, co-
mo a barriguda.
            c) Zona das matas costeiras, onde ocorre vegetação higrófita ( de ambiente úmido),
que inclui a Mata Atlântica. Entre outras plantas, destacam-se: jequitibá, ipê, cacaueiro, coqueiro-da-Bahia, etc.
             d) Zona das florestas temperadas, abrangendo a parte sul do país, onde se encontram: pinheiro-do-Paraná, imbuia, cedro, erva-mate, etc.
               e) Zona dos campos, que ocorre no Brasil Central, onde se encontram: campos cerrados e campos limpos. Os campos cerrados caracterizam-se  pela presença de árvores e arbustos tortuosos e de casca grossa, disseminados em meio a uma cobertura de gramíne
 
Veja ! Valores Medicinais das Ortaliças, Elevando s Qualidade do Leite, Curiosidades, Morango Ecológico. Suco de Umbu, Tangerina, Importancia da Qualidade da Água e Material Genético ... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 17 de Maio de 2015 09:00

Valores Medicinais das Hortaliças

 


As hortaliças, além de fonte importante de minerais, vitaminas e fibras, essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo, são produtoras de metabólitos secundários (princípios ativos) que conferem a muitas delas valor nutracêutico e medicinal, ou seja, as tornam eficazes na prevenção e cura de várias doenças.

Neste artigo, divulgamos o valor medicinal de algumas hortaliças, esperando que seja um fator a mais para aumentar o seu consumo pela família brasileira.

Abóbora – Cucurbita moschata: antiinflamatória, cicatrizante, calmante, vermífuga, diurética, laxante, anti-hemorrágica, emoliente. Indicada para o tratamento de: erisipela, queimaduras, furúnculos, pneumonia, colite, otite, uretrite, verminose e prisão de ventre.

Alface – Lactuca sativa: laxante, diurética, depurativa, calmante, mineralizante, vitaminizante, antitussígena, analgésica, antiinflamatória, emoliente. Indicada para o tratamento de: arteriosclerose, nefrite, hemorróidas, bronquite, artrite, gota, diabetes, acidoses, eczemas, bócio, varizes, gastrite, cólicas, insônia, ansiedades, prisão de ventre, inflamações e edemas externos.

Alho – Allium sativum: hipotensora, antiinflamatória, antitussígena, laxante, vermífuga, diurética, depurativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: bronquite, tuberculose, hipertensão arterial, diabetes, difteria, reumatismo, tifo, cistite, nefrite, litíase, prisão de ventre e úlceras purulentas.

Berinjela – Solanum melongena: mineralizante, alcalinizante, calmante, emoliente, cicatrizante, diurética, antiinflamatória, digestiva, laxante. Indicada para o tratamento de: queimaduras, abscessos, furúnculos, herpes, artrite, gota, reumatismo, diabetes, indigestão, prisão de ventre, insônia, nefrite, uretrite, cistite, colesterolemia, afecções hepáticas.

Brócolo – Brassica oleracea var. italica: calcificante, antiinflamatória, vitaminizante, emoliente, laxante, diurética, calmante. Indicada para o tratamento de: irritabilidade, ansiedade, colite, anemia, avitaminoses, deficiência de calcificação, prisão de ventre.

Cebola – Allium cepa: depurativa, emoliente, diurética, laxante, antibiótica, antitérmica, antitussígena, anti-hemorrágica, anti-reumática, calmante, alcalinizante, mineralizante, anticoagulante, vermífuga. Indicada para o tratamento de: insônia, cólicas, prisão de ventre, difteria, diabetes, traqueobronquite, gripe, úlceras e ferimentos, verminoses, dermatoses, reumatismo, gota, artrite, queda de cabelo e litíase renal.

Cenoura – Daucus carota: vitamizante, aperiente, colagoga, antianêmica, diurética, antiespasmódica, laxante, antiinflamatória, antitussígena, carminativa, neurotônica, vermífuga, depurativa, emenagoga, lactígena. Indicada para o tratamento de: erisipela, afecções hepáticas, anemia, reumatismo, gota, prisão de ventre, psoríase, eczema, asma, bronquite, laringite, verminose, amenorréia, litíase renal.

Chuchu – Sechum edule: diurética, hipotensora, vitaminizante, mineralizante. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, hipertensão arterial e afecções renais.

Couve-flor – Brassica oleracea var. botrytis: antiácida, laxante, mineralizante, vitaminizante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: hiperacidez gástrica, calcificação deficiente em crianças, prisão de ventre.

Jiló – Solanum gilo: hepática, eupéptica, mineralizante. Indicada para o tratamento de: afecções hepáticas, dispepsias, resfriados, febres.

Melancia – Citrullus lanatus: diurética, laxante, antiinflamatória, hipotensora, carminativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: gota, reumatismo, afecções renais, hipertensão arterial, uretrite, cistite, cólicas, flatulência, prisão de ventre, bronquites e erisipelas.

Melão – Cucumis melo: emoliente, alcalinizante, diurética, laxante, mineralizante, calmante, antilítica, tenífuga. Indicada para o tratamento de: gota, artrite, colite, prisão de ventre, litíase renal, nefrite, cistite, uretrite, acidoses, febre tifóide, hepatite, cirrose, teníase e disminorréia.

Morango – Fragaria x ananassa: diurética, adstringente, antilítica, antianêmica, vulnerária, neurotônica. Indicada para o tratamento de: diarréias crônicas, ulcerações, feridas, litíases, afecções renais, bronquite, hepatite, gota, artrite, dispepsia e anemia.

Pepino – Cucumis sativus: alcalinizante, emoliente, laxante, tônica, mineralizante, diurética, anti-reumática, hipotensora, antiinflamatória, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: reumatismo, gota, erupções cutâneas, cistite, enterocolite, amidalite, laringite, prisão de ventre e cólicas em geral.

Pimenta – Capsicum spp: anti-séptica, antiinflamatória, adstringente. Indicada para o tratamento de: amidalites, aftas, gengivites, estomatites, faringites e hemorróidas.

Pimentão – Capsicum annuum: vitaminizante, digestiva, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, cólicas abdominais.

Quiabo – Hibiscus esculentus: emoliente, laxante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: tuberculose, bronquite, pneumonia, prisão de ventre.

Rabanete – Raphanus sativus: mineralizante, aperiente, antiinflamatória, antitussígena, vermífuga. Indicada para o tratamento de: dispepsias, resfriados, bronquites, reumatismo, artrite, gota e verminose.

Repolho – Brassica oleracea var. capitata: antiinflamatória, antiálgica, emoliente, cicatrizante, alcalinizante e vitaminizante. Indicada para o tratamento de: abscessos purulentos, hemorróidas, reumatismo, gota, cefaléias, nevralgias faciais, anemias, tuberculose, úlcera gástrica, alcoolismo, queda de cabelo.

Tomate – Lycopersicon esculentum: depurativa, anti-séptica, emoliente, alcalinizante, mineralizante, laxante, vitaminizante, cicatrizante. Indicada para o tratamento de: avitaminose, tuberculose, anemia, prisão de ventre, hemorróidas, furúnculos, úlceras e feridas, queimaduras de sol.

 


Ração Suplementar eleva qualidade do leite


Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
“Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

“As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

“Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.
 
 
Curiosidades

VARIEDADES

Você sabia...?

... que as árvores, na pastagem, além de amenizar os efeito do excesso de insolação, do vento e da chuva, constituem verdadeiras “bombas de adubação”, canalizando nutrientes das camadas mais profundas do solo para a superfície, através dos galhos e folhas?  Tanto melhor se forem leguminosas, com capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico! Assim, elas melhoram o equilíbrio ecológico e o microclima da pastagem.

... que o Tzar russo instituiu imposto sobre as barbas? Barbudo tinha que pagar imposto! Foi Pedro, o Grande, o grande Tzar que modernizou a Rússia no século 18, quem inventou imposto sobre barbas, na tentativa de melhorar a higiene pessoal dos súditos.

O tributo era anual e o contribuinte recebia um “cartão” como comprovante de quitação. Os fiscais raspavam a cara dos sonegadores.

... que a minhoca é um tesouro? Ela ingere um volume de solo e matéria orgânica equivalente ao seu peso. O dejeto da minhoca é muito rico. Tem 2,5 vezes mais Cálcio e Magnésio que o solo. Tem 5 vezes mais Nitrogênio, como nitrato. Tem 7 vezes mais Fósforo assimilável. Tem 11 vezes mais Potássio assimilável.

... que , embora a Inglaterra tenha ficado rica com a produção de lã, este produto teve origem na Espanha (Ibéria)? Foi ali que a raça Merino predominou por séculos. Somente no final do século XVIII, os animais dessa raça chegaram à Inglaterra, de onde rumaram para o restante do mundo. A Espanha perdeu, então, sua reputação de produtora de ovinos de lã fina.

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Frase

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

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Vocabodário

- Cabrim - Pele curtida de ca­bra.

- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

  VARIEDADES

Você sabia...?
... que sonhar com uma cabra significa que você está tramando algo contra alguém? É o que dizem.
... que sonhar com uma tosquia de ovelha significa que vem trabalho lucrativo pela frente?
... que o chifre do rinoceronte é feito de cabelo compactado?
... que Gengis Khan começou sua vida como pastor de cabras?
... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?
... que as cabras têm o espaço que merecem? De fato, uma cabra jovem nunca terá o mesmo
espaço que a cabra mais velha, mais hierárquica, que fica sempre mais à vontade.
... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.
... que o bode identifica a cabra que está em cio pelo cheiro da sua urina? Não é só ele: também o carneiro faz o mesmo
com a ovelha.
... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?


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Vocabodário
- Cabra-topetudo - Insolente, provocador.
- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea
- Cabrão - Bode. Criança que berra muito.
- Cabra-onça - Valentão, metido, esbravejador.
 
 

Morango ecológico: um produto saudável com melhoria da renda do agricultor

 

Morangos

O morango adquiriu nos últimos anos a imagem de ser um produto contaminado por agrotóxicos, o que gera insegurança. A Embrapa Clima Temperado busca alternativas para ajudar os agricultores a transformar a produção desse fruto, com dois sistemas de produção diferenciados: o sistema de produção integrada e o sistema de produção de base ecológica. Em termos de produção por planta, dependendo do sistema adotado pelo agricultor, pode-se ter um rendimento entre 800g e 1 quilo e meio de frutos.

Para se alcançar uma alta produção de morango alguns agricultores consideram formas especiais de produção. Eles tratam o cultivo na propriedade considerando o solo um organismo vivo, onde a planta vive com a microfauna e a mesofauna local. O sistema utiliza preparados biodinâmicos e repelentes naturais para resultar num fruto colorido e saboroso. E o melhor, é possível produzir aproximadamente 1kg de frutas por planta cultivada. É o que se pode obter adotando o sistema de produção de base ecológica.  

O morango orgânico é produzido sem a utilização de agrotóxicos, o que reduz os riscos de contaminação oriundos de seu consumo. O sistema de produção de morangos na propriedade sem os fatores contaminantes é um exemplo para a comunidade em busca de novas formas de produção. E favorece, principalmente, na melhoria da renda porque toda a produção encontra consumo imediato.

 

Suco de umbu é rico em nutrientes para a saúde

 

Os pesquisadores descobriram substâncias chamados polifenóis que, de acordo com estudos científicos das áreas médica e nutrição, ajudam a combater radicais e doenças cardiovasculares, prevenir a formação de tumores e retardar envelhecimento. Em algumas das amostras analisadas, as quantidades encontradas (IPT 36) ficaram próximas das registradas em sucos de uva processados a partir da variedade Isabel Precoce (IPT 40).

Os dados são de estudos realizados por pesquisadoras da Embrapa Semiárido e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF-Sertão), e acrescentam à cadeia de conhecimento da fruta nativa da caatinga, uma importante informação nutricional e de apelo comercial.

Características antioxidantes são muito valorizadas na indústria de alimentos. Produtos com essas qualidades adquirem mais e mais consumidores cativos. Assim, a presença de compostos dessa natureza é um ingrediente valoroso para as pequenas fábricas de processamento de umbu agregarem aos seus produtos.

Os resultados ainda não são definitivos, afirma a pesquisadora da Embrapa Ana Cecília Poloni Rybka. Os dados foram obtidos com o aparelho Espectofotômetro e por meio de um método que é mais utilizado para determinar Índice de Polifenóis Totais (IPT) em vinhos. O próximo passo da pesquisa será medir a quantidade de compostos fenólicos com procedimentos técnicos usados com mais frequência na sua identificação.

Os Segredos da Tangerina

 


ESPECTOS GERAIS
Árvore de porte médio, copa arredondada ou mais ou menos piramidal, com folhas aparentemente simples, coriáceas, de coloração verde, com glândulas de óleo essencial na forma de pontos translúcidos, variando um pouco na forma e em tamanho. As flores são normalmente solitárias, com cinco pétalas brancas, numerosos estames e um pistilo.
VARIEDADE OU CULTIVARES
As espécies mais cultivadas são: mexerica, Ponkan, Dancy, Cravo, Montenegrina. Murcott: híbridos de tangerina e laranja.
ORIGEM
As frutas cítricas em geral são originárias da Ásia, provavelmente da Índia, China e países vizinhos de clima sub-tropical e tropical úmido. Cultivadas nos pomares da Babilônia e da Palestina, entre outros locais do Oriente Médio, foram daí levadas para a Europa bem antes do desenvolvimento da América, e trazidas para o Brasil pêlos portugueses.
PROPAGAÇÃO
Por enxertia: o enxerto com as copas escolhidas se faz seis a oito meses depois do transplante dos cavalos. Os tipos de enxertia mais usados são: T normal ou T invertido, a 10 ou 15 cm do solo. As borbulhas deverão ser triangulares ou redondas. A amarração, com fita plástica, deverá ser cortada quinze a vinte dias depois da enxertia. Como principais porta-enxerto são indicados, o limão "Cravo", as tangerinas "Cleopatra" e "Sunki".
PLANTIO
As mudas são plantadas sempre no início do período chuvoso de cada região ou quando exista água suficiente para irrigar ou regar as mudas. Deve-se dar preferência aos dias nublados e de temperaturas mais amenas, sem ventos.
O espaçamento recomendado é de 6 m x 4 m x 5 m x 4 m. As covas devem ter dimensões de 60 cm x 60 cm.
A correção da acidez do solo (calagem) e adubação devem ser feitas com base em análises de solo efetuadas por laboratórios competentes, que emitirão as devidas orientações.
Procede-se ao plantio dispondo-se a muda de modo que seu colo fique um pouco acima do nível do solo (mais ou menos 5 cm). Faz-se, em seguida, uma bacia em torno da muda e rega-se, e finalmente cobre-se com palha ou capim-seco. Deve-se tutorar a muda se houver ventos fortes.
As podas são práticas imprescindíveis na cultura do citros. A poda lateral é conveniente em caso de superpopulação, quando os espaçamentos adotados tornam-se insuficientes para as plantas, que se tocam, sombreando abordo da árvore e impedindo a frutificação em maior área.
A capina dos pomares pode ser manual, mecânica ou química, desde se que tenha cuidado para não danificar o sistema radicular das plantas.
 
 

A importância da qualidade da água para o rebanho bovinos

 

 

A água é um recurso fundamental para a produção de bovinos de corte e de leite, além de ser o principal alimento. Por isso, a água deve estar disponível em quantidade e qualidade, o que exige manejo adequado, tanto para saciar a sede dos animais como na higienização das instalações e na retirada dos dejetos. O animal que não bebe água suficiente pode apresentar problemas de sanidade, o que prejudica a qualidade da carne e do leite.

Um dos fatores que explicam o sucesso da pecuária no Brasil é justamente a disponibilidade de recursos hídricos e de solos para o cultivo de pastagens, mas a produção de bovinos ainda não é hidricamente sustentável. Contudo, por meio de técnicas adequadas, é possível produzir carne e leite de qualidade e conservar os recursos hídricos, garantindo segurança sanitária e ambiental.

O tema é de extrema relevância para a produção animal, mas ainda é tratado por técnicos e produtores de forma marginal e pontual. Como a água é um insumo produtivo e um recurso natural finito, daí a necessidade de tratar a questão em todas as suas dimensões para preservação e conservação da quantidade e qualidade. Então é preciso que o manejo hídrico se torne uma prática cotidiana, assim como o manejo nutricional, reprodutivo e sanitário. Além disso, o produtor deve conhecer e aplicar as legislações relacionadas aos padrões de qualidade da água para bovinos e ao descarte de efluentes no solo e em corpos de água naturais.

 

A Utilização de Material Genético de Qualidade Valorisa o Rebanho

 


O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento é responsável pelo registro de todos os estabelecimentos que produzem, processam e comercializam sêmen e embriões de animais. O material genético de bovinos, bubalinos, caprinos, eqüídeos, ovinos e suínos, ovos férteis de aves domésticas e ovos e larvas de bicho-da-seda é registrado pelo ministério.

Hoje, 2.050 estabelecimentos trabalham com a multiplicação animal e estão registrados. O controle é feito pela Divisão de Fiscalização de Material Genético Animal (DMG/DFIP), por meio do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP/DAS), órgão que integra a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

Para a comercialização de sêmen, os estabelecimentos que processam o material, denominados Centros de Coleta e Processamento de Sêmen, devem inscrever os animais doadores no cadastro do Ministério da Agricultura.

Todos os animais são previamente submetidos a exames sanitários e avaliações clínicas. Também são realizados testes de identificação genética e análises de desempenho zootécnico. O procedimento tem como objetivo selecionar os melhores animais com aptidão para a produção de carne e de leite.

O aumento da produtividade de um rebanho está relacionado com a qualidade do material genético usado na propriedade.


“É fundamental que o produtor se conscientize da importância de se adquirir material genético somente de empresas registradas no ministério”, afirma o chefe da divisão do ministério, Beronete Barros. A fiscalização busca verificar a conformidade com os dispositivos legais vigentes para que o material seja comercializado com identidade e qualidade.

Saiba mais

No portal do Ministério http://www.agricultura.gov.br/, no menu “Animal”, estão disponíveis os estabelecimentos registrados e os reprodutores inscritos e aptos à coleta de sêmen, além da legislação vigente. Para visualizar estas informações, basta escolher uma espécie, e selecionar a opção “Material Genético”.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 13 de Maio de 2015 23:30

 

Reinventar a roda ou não reinventá-la, eis a questão.

 

Tem-se falado sempre nesse negócio de “reinventar a roda”. Trata-se de um termo que é sempre trazido à baila quando o assunto é discutir a literatura de gênero nacional em comparação com a estrangeira. Usa-se normalmente quando surgem questões que tentam explicar porque um autor nacional não consegue nenhuma visibilidade lá fora ou porque esse mesmo autor nem deve tentar essa visibilidade.

“Quem vai conseguir ser notado lá fora se o que se faz aqui dentro é a reinvenção da roda?”

Ou seja, traduzindo:

“Se o que se faz aqui dentro é repetir a mesma fórmula consagrada lá fora, sem sequer extrapolá-la em originalidade?”.


O Brasil acabou de ver um extremo Sul ressequido, utilizando carros-pipa, beirando a tragédia social. Além dos ventos gelados, de períodos glaciais, também sofreu o arrocho dos preços internacionais da lã, crise da qual vem se recuperando lentamente. O Homem tenta se reinventar: abandonou a produção de lã e migrou para a produção de carne, mais segura diante dos flagelos. O governo sul-riograndense tem dado apoio, liberando algum dinheiro para o campo. Ainda não prestigiou, nem de longe, as ovelhas, como elas bem merecem, mas esse dia ainda chegará.

No Nordeste, novamente, uma seca pré-anunciada volta a flagelar os sertanejos e, ao mesmo tempo, multiplica os lucros dos espertalhões que chafurdam nos palácios governamentais, ressuscitando em cada episódio a famigerada indústria da seca. As miunças são banqueteadas, antes de morrerem ao léu e se transformarem em pó. Já se sabe o que virá a seguir: o Nordeste irá comprar cabras leiteiras no Sudeste e onde mais houver, para um novo recomeço. Todos os governos regionais irão lançar planos redentores alicerçados em caprinos e ovinos, por algum tempo. Eterna comédia em que os sertanejos são diáfanos e sem qualquer representatividade.

No momento, produtores de cabras leiteiras do Sudeste já procuram “representantes” para distribuir animais aos nordestinos, quando - antes - acontecia o contrário. As cabras leiteiras do Nordeste salvaram milhões de crianças da morte certa. Agora, pitorescamente, em pleno momento de flagelo, eis que a Paraíba resolve condenar os produtores de leite que conseguem mais de 14 litros por dia. Punição aos melhores, ao invés de recompensa! Cenas dantescas, com Sísifo e Prometeu como protagonistas na mais estudada e massacrada região brasileira.

Tudo isso, porém, não é novidade no Brasil, pois está na própria História. Um país que foi proibido de criar ovelhas, no passado, para não competir com a Inglaterra, diante de um suserano acovardado. Por falta de criação de ovelhas, o Brasil deu no que deu! Ao invés de fabricar seu próprio vestuário tinha que importá-lo. Um país que não seguiu a cartilha de “assumir o próprio chão”, até hoje, proibido de produzir seu vestuário e sua alimentação. Um país que desmonta suas ferrovias e, agora, de novo, vai recomeçar a implantá-las, com enorme atraso e custo social. Um país que vive algemado ao petróleo e tem notável carga de luz solar, ventos e biomassa à disposição para gerar energias alternativas. Um país em que o setor rural carrega o setor urbano nas costas, sem quase nada receber em troca. Ainda se lembra dos tempos em que a polícia e o exército confiscavam bois no pasto e, hoje, o país ostenta o maior rebanho do planeta! Paradoxos. Um país que coloca a culpa da inflação no ingênuo chuchu, na frágil abobrinha, no inocente pepino e nunca nos que dilapidam o tesouro público em orgia de gastos que está sempre escancarada nas televisões. Um país onde o fantástico caminha ao lado do bizarro, onde se dinamitam as caatingas, impunemente, a troco de votos e se prende um pai-de-família que caça um tatu para matar a fome dos filhos. País do futuro, sempre do futuro.

 

u Cabra & Ovelha - Os restaurantes estão servindo, como nunca, pratos de cordeiro para todos os gostos. Os churrascos de final de semana sempre têm carneiro no cardápio e, ao mesmo tempo, o IBGE sequer conseguiu contar quantas cabeças existem no país! Multiplicam-se os frigoríficos e abatedouros, sem haver produção suficiente de animais e logo fecham as portas. O Governo lança programas de leite de cabra na merenda escolar e, depois, ele mesmo os desestimula!

O Brasil, repetindo Darcy Ribeiro, continua crescendo aos trancos e barrancos. Dá no que dá, ou seja, no que é possível. Embora em crise permanente, o país vai crescendo, ocupando espaços, tentando escapar da extorsão dos burocratas e do império de leis defasadas. Os brasileiros são heróis anônimos que, apesar dos espertalhões que ocupam as poltronas e os altos escalões, seguem construindo o que podem rumo ao futuro.

Nesse momento, na ovinocultura é preciso evitar novos gargalos que possam gerar desestímulo. É momento de acelerar e não de frear. Qualquer iniciativa que represente um novo custo dentro das porteiras é um perigo à vista. Criação de ovelhas e cabras é negócio de pequena e média propriedade, por enquanto e, como tal, não suporta grandes custos. Que a alta tecnologia seja adotada, sim, pelos que podem e que estão dispostos a pagar por ela. No momento, o importante é aumentar a produção de carne, cada vez mais. Não é difícil profetizar que qualquer “milagre tecnológico” irá trazer um período de letargia logo a seguir para todos. É hora de somar esforços e não de desagregar.

A aritmética do sucesso é simples: produzir mais carne, em menos espaço, em menos tempo, com as ferramentas disponíveis, com mais eficiência no manejo e controle rigoroso dos custos.

Não é preciso traçar uma nova geografia de ovinocultura, como tem sido pregado por alguns empresários. Os lanados dominam e dominarão, sempre, o extremo Sul gelado; tanto quanto os deslanados irão dominar sempre o Semiárido. Estas duas regiões podem apresentar 70% da genética necessária ao cenário brasileiro. Se o extremo Sul e o Nordeste conseguirem se autoabastecer e ainda venderem uma boa genética já será uma grande vitória para o país.

O restante do território nacional: Norte, Sudeste e Centro-Oeste é o palco de produção de carne para o consumo interno e para exportações. Nelas cabem mais de 200 milhões de cabeças, com tranquilidade, para abastecer o mundo. A estas regiões basta cruzar as genéticas do extremo Sul e as do Nordeste para obter sucesso. Não há o que inventar, portanto. Apenas acelerar rumo ao futuro, utilizando as potencialidades do Nordeste, do Sul e outras poucas alternativas que estão esperando para embarcar para o Brasil.

Imagens/Google.

O mundo continua olhando para o país, com olhos gulosos. Aqui está a solução para a fome mundial e, se os brasileiros não cuidarem de cultivar o solo com competência, outros virão fazê-lo. A produção de alimentos é a maior mola que move as civilizações e ninguém entende como um país dadivoso como o Brasil ainda pode ter pessoas famintas, desempregadas e esperando um lugar ao sol.

Que surjam empresários dispostos a segregar 20 ou 30 produtores de carne em cada microrregião, dando a eles um preço digno e justo.

É momento da logística, da distribuição da produção, gerando muitas marcas próprias. A seguir, sim, estes empresários do mercado poderão introduzir altas tecnologias como Tomografia Computadorizada, exames de DNA, enquadramentos genômicos, etc. Antes de inventar a roda é importante ter a estrada segura.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

 

 

Conhecendo a vegetação Brasileira

 


A vegetação natural do Brasil se distribui, primeiramente, em função do regime de chuvas; e, em segundo lugar, em função da natureza dos solos. Assim, distinguem-se:
           a) Zona da floresta amazônica, abrangendo 40% do território nacional. É uma floresta
exuberante, composta por vários andares de árvores latifoliadas, isto é, de folhas largas, entremeadas de trepadeiras, epífitas e parasitas.Dentre as inúmeras espécies de árvores, destacam-se: castanheira-do-Pará, mogno, caucho, seringueira, etc.
             b) Zona das caatingas do Nordeste, composta de plantas xerófitas como Cactáceas
e Bromeliáceas; e árvores caducifólias, isto é, que deixam cair as folhas na estação seca, co-
mo a barriguda.
            c) Zona das matas costeiras, onde ocorre vegetação higrófita ( de ambiente úmido),
que inclui a Mata Atlântica. Entre outras plantas, destacam-se: jequitibá, ipê, cacaueiro, coqueiro-da-Bahia, etc.
             d) Zona das florestas temperadas, abrangendo a parte sul do país, onde se encontram: pinheiro-do-Paraná, imbuia, cedro, erva-mate, etc.
               e) Zona dos campos, que ocorre no Brasil Central, onde se encontram: campos cerrados e campos limpos. Os campos cerrados caracterizam-se  pela presença de árvores e arbustos tortuosos e de casca grossa, disseminados em meio a uma cobertura de gramíneas, representada principalmente pela barba-de-bode. Entre as árvores e arbustos destacam-se: pau-santo, barbatimão, faveiro,etc.  Os campos limpos caracterizam-se pela presença de poucos arbustos e da palmeirinha indaiá, em meio à cobertura de barba-de-bode.
            f) Zona das formações litorâneas, que  compreende o " jundu " ou " nhundu " e os manguezais.

 

Galinha põe ovo gigante que escondia outro ovo dentro

Caso ocorreu em Evington, no Reino Unido.
'Ambos estavam totalmente formados', disse britânica.

 

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro. (Foto: Reprodução)Uma família de Evington, no Reino Unido, ficou surpresa depois que uma de suas galinhas colocou um ovo medindo 11,1 centímetros e pesando 157 gramas - em média, o ovo de galinha pesa 63 gramas, segundo o jornal "Leicester Mercury".

Galinha colocou ovo de 11,1 centímetros e 157 gramas.

A descoberta, porém, não ficou por aí. Ao quebrá-lo, Sheetal Mistry, de 36 anos, descobriu outro ovo perfeitamente formado dentro. "Ambos estavam totalmente formados e saudáveis", disse Sheetal, que é professora de ciência em uma escola local.

A mulher contou que seus filhos gêmeos Anushka e Anaya chegaram a ficar preocupados se galinha tinha ficado ferida ao colocar o ovo gigante. "No dia seguinte, a galinha colocou um ovo normal e parecia bem", afirmou ela.

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro.

 

O que é e Como se Identifica a Tuberculose Bovina

 



Conceituação: doença infecciosa bacteriana crônica não contagiosa caracterizada pela forma pulmonar ou localizada (linfonodos) ou mesentérica. É uma zoonose importante.

Agente etiológico: o agente da tuberculose (TB) bovina é o Mycobacterium bovis, que possui uma adaptabilidade ao hospedeiro bovino quando comparado ao M. tuberculosis e M. avium, embora possa infectar o homem.

Distribuição geográfica: a TB está muito disseminada pela maioria dos países do mundo. Nos países desenvolvidos, a prevalência é baixa ou foi quase que totalmente erradicada.
Importância econômica e saúde pública: mais importante é a queda da produção de carne e leite; a doença é classificada como zoonose e traz grandes prejuízos econômicos para os países onde ocorre.

Prevalência: nos bovinos de corte, a morbidade é mais baixa. Em bovinos de leite, a incidência aumenta com o progredir da idade, em razão do prolongado tempo de exploração econômica.

Hospedeiros: os principais hospedeiros são o bovino, o bubalino (M. bovis) e o homem (M. tuberculosis).

Fatores predisponentes: animais de raças de origem européia, rebanhos melhorados e animais estabulados.

Patogenia: a porta de entrada é a mucosa oral e a nasal. Quando a transmissão é aerógena, é comum observar lesão na porta de entrada e no aparelho respiratório. Varia quanto ao tipo e localização, como a forma miliar (consiste em lesões nodulares discretas que acometem vários órgãos). Quando da infecção oral, tem-se a doença no aparelho digestivo.

CADEIA EPIDEMIOLÓGICA

Fonte de infecção: doentes típicos, portador em incubação e portador convalescente.

Vias de eliminação:
secreção oronasal, fezes, leite, urina.
Vias de transmissão:
aerógena (poeira e gotículas de Flügge), leite, alimentos e água contaminados.
Porta de entrada:
mucosa oronasal.
Suscetíveis:
bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos e animais domésticos de estimação (cães e gatos), animais silvestres e homem.

PROFILAXIA

Medidas relativas às fontes de infecção:
  • Bovinos e bubalinos: identificação pela tuberculinização periódica e sacrifício;
  • Homem: identificação e tratamento;
  • Outras espécies: evitar acesso aos bovinos.
Medidas relativas às vias de transmissão: disposição adequada de dejetos animais, limpeza de instalações e fômites.

Medidas relativas aos suscetíveis: medidas de promoção da saúde.

Medidas relativas aos comunicantes: quarentena e tuberculinizaçao.

Medidas gerais de profilaxia: educação sanitária para orientar os produtores na adoção das medidas de profilaxia recomendadas pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Tuberculose.
 
 
 

Doenças Entéricas na Maternidade Suina

 


Na suinocultura intensiva atual, caracterizada pelo sistema de produção em escala e muitas vezes de forma não planejada, as doenças entéricas na fase de maternidade são um desafio constante. A manifestação clínica principal é a ocorrência de diarréia, acompanhada de perda no ganho de peso e em alguns casos, mortalidade. Além disso, somam-se às perdas econômicas, os gastos com o uso de medicamentos para o tratamento dos animais. As causas das diarréias são relacionadas a agentes infecciosos (bactérias, vírus, protozoários), a ambiência, manejo de limpeza e desinfecção e imunidade deficiente.

AGENTES ETIOLÓGICOS E CARACTERÍSTICAS DAS DIARREIAS:

Os agentes patogênicos mais comuns que afetam os leitões na maternidade são: Escherichia coli, Clostridium perfringens, rotavírus e Isospora suis.

A colibacilose neonatal acomete animais logo após o nascimento causando diarréia aquosa de coloração branco-amarelada, desidratação e prostração. O leitão adquire a Escherichia coli através da contaminação fecal-oral após o nascimento a partir do ambiente contaminada ou das fezes da matriz. Pode ocorrer mortalidade elevada da leitegada.

Clostridum perfringens é uma das causas mais comuns em leitões na primeira semana de vida, podendo acometer leitões com 12 horas pós-nascimento.

Raramente a doença manifesta-se em animais com mais de 1 semana de vida, pois o agente é inativado pela produção da enzima gástrica tripsina, que já ocorre em animais com esta idade. As Clostridioses são causadas por 3 tipos de Clostridium: C. perfringens tipo C , que causa diarréia aquosa hemorrágica com fragmentos necróticos e desidratação severa; C. perfringens tipo A que causa diarréia mucóide não hemorrágica, sendo que algumas vezes sem diarréia, mas com lesões na mucosa do intestino delgado , determinando uma forma subclinica da doença.

Outra forma recente da infecção ocorre pelo Clostridium difficile, com sinais de leve depressão e inapetência e diarréia pastosa à aquosa de coloração amarelada, raramente acompanhada de sinais respiratórios, edema facial e morte súbita. Segundo pesquisas recentes, leitões infectados pelo C. difficile apresentam redução no desempenho (peso ao desmame) de até 15%.

A rotavirose (infecção pelo Rotavirus) acomete principalmente leitões entre duas e seis semanas de idade, podendo estar acompanhada por febre, redução de apetite, apatia e vômitos ocasionais, tendo como conseqüência desidratação e morte, que pode atingir a 20% dos leitões afetados.

O Isospora suis é um protozoário que parasita as células intestinais e provoca uma doença chamada coccidiose que é caracterizada por uma diarréia amarelada com alta morbidade e baixa mortalidade. É uma das causas de diarréia de difícil controle, pois não há vacina preventiva, não responde a antibiótico, e o agente resiste à temperatura ambiente por mais de 15 meses e é resistente a maioria dos desinfetantes. Apesar de não causar mortalidade os danos que este protozoário causa nas células intestinal são irreversíveis, causando atraso no crescimento deste animal até o abate.

 

A criação de ovelhas em consórcio com plantações de frutas vem dando certo

 


A frutiovinocultura é uma das modalidades da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), formada pelo consórcio de plantas frutíferas com a criação de ovelhas. Ela tem sido implantada no Nordeste brasileiro como uma alternativa viável para aumentar a produtividade e a rentabilidade das áreas de cultivo irrigado de frutas. No Vale do Submédio São Francisco, a maior parte dos consórcios acontece em áreas de cultivo de uva e de manga, que são os principais produtos de exportação da região.

O consórcio usando ovinos é o mais recomendado, pois os animais causam menos danos aos pomares, em comparação com caprinos e bovinos. A criação também é aconselhável por eles terem menor porte que os bovinos e por privilegiarem o pastejo de plantas herbáceas e não da copa das árvores, como os caprinos.

Entre as diversas vantagens da frutiovinocultura, está a maior eficiência no uso da terra, pelo aproveitamento da mesma área com duas atividades, pela incorporação de mais uma fonte de renda e atenuação do problema da sazonalidade da agricultura, já que, com a criação de ovinos, a propriedade pode comercializar os animais todos os meses do ano. O consórcio possibilita ainda a redução de custos com capinas manuais, roçagens mecânicas e aplicação de herbicidas, uma vez que os animais se alimentam das plantas daninhas. A médio e longo prazos também diminuem os custos com adubação química, face a deposição dos dejetos nas áreas, além do esterco que é retirado no aprisco.

 

Conhecendo As Plantas Trepadeiras

 




Dá-se o nome de trepadeiras às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive outras plantas.
            Nas florestas tropicais são freqüentes as lianas ou cipós, que pendem das  árvores ou nelas se enroscam, tais como: cipó-caboclo, cipó-cabeludo, cipó-chumbo, etc. Este  último ocorre também como parasita de plantas cultivadas.
          Certas trepadeiras se utilizam de gavinhas, como: ervilha, chuchuzeiro, maracujá, etc. Outras trepadeiras enrolam o seu caule em torno do suporte, subindo mais a cada volta que executam ( caule volúvel ), como: feijoeiro, glicínia, soja perene, etc.
         Algumas trepadeiras sobem com o auxílio de espinhos que se prendem em tudo que possa servir de suporte, como a roseira e a primavera. Outras, ainda, utilizam-se de pequenas raízes, que crescem de espaço em espaço, ao longo de seus caules, como a hera, o que lhes permite subir em muros.
 
Veja ! Tecnicas para Qualidade da Água, Rastreabilidade do Gado, Georreferenciamento dos Imoveis Rural, Fazendo um Bom Manejo e Estratégia de Cruzamento para Bovinos de Leite... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 07 de Maio de 2015 08:49

 

Técnica simples e eficiente para melhorar a quantidade de água na propriedade

 

É a integração de barraginhas e lagos, uma técnica capaz de garante água em propriedades rurais.  Esse integração de barraginhas e lagos de múltiplo uso permite aumentar a disponibilidade de água nas propriedades rurais. O uso complementar das duas tecnologias sociais permite aos agricultores amenizar problemas causados por estiagens e ter reservatórios para irrigação, abastecimento ou criação de peixes.

O sistema de barraginhas consiste em construção de miniaçudes em áreas de pastagens, lavouras e beiras de estradas. Essas covas de captação de água de chuva ficam distribuídas na propriedade de modo que retenham as enxurradas, evitando erosões e amenizando enchentes. O sistema ajuda aproveitar, de forma eficiente, a água das chuvas irregulares e intensas. Ao barrar as enxurradas, as barraginhas darão tempo para que a água se infiltre no solo recarregando o lençol freático. A recarga do lençol freático abastece os mananciais, permitindo a revitalização de córregos; eleva o nível de cisternas e umedece o solo, podendo propocionar o aparecimento de minadouros.

O aproveitamento da maior quantidade de água disponível na propriedade pode se dar com o abastecimento de pequenos lagos. Os lagos são impermeabilizados com lona plástica, a construção é de custo baixo e podem ser utilizados como reservatório para irrigação de hortas, abastecimento de comunidades e como criatório de peixes.

 

 

Novo sistema de rastreabilidade e identificação do gado

 


Para garantir a qualidade e a origem da carne que chega à mesa do consumidor a Embrapa Pecuária Sudeste desenvolveu um sistema de rastreabilidade e identificação animal, o TAG Ativo. O sistema começa com a identificação do animal assim que ele nasce, por meio do brinco eletrônico, fixado na orelha do bezerro. Um sinal de radiofrequência ativa o brinco, que transmite o número do animal para um leitor portátil com memória para armazenar milhares de informações.

O sistema de identificação e rastreabilidade vai além da porteira, e funciona também no transporte dos animais. Ele pode ser lido com o caminhão em movimento, permitindo que o fiscal conheça todos os dados do transporte, como quantidade de animais, identificação de cada um, peso, idade, origem, destino, hora e data de embarque, além de informações do veículo.

O Tag Ativo, tecnologia patenteada para identificação e monitoramento do trânsito de animais, foi elaborado em parceria com a empresa AnimallTag. O dispositivo eletrônico substitui os documentos em papel exigidos no transporte de gado, como atestados de vacina. É um sistema de baixo custo, que automatiza o processo de fiscalização nos postos de controles da sanidade animal, mesmo em regiões afastadas, sem infraestrutura. Ele traz benefícios para o consumidor final e para o produtor - O manejo do gado fica mais fácil, e o pecuarista tem o seu produto valorizado -, além de colocar o Brasil numa posição mais competitiva.

 

 

Novos Prazos para o Georreferenciamento dos Imóveis Rurais

 


 
O Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR) foi criado pela Lei nº 10.267 de 28 de agosto de 2001, regulamentada pelo decreto 4.449 de 30 de outubro de 2002 que foi alterado pelo decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005. Esta referida lei torna obrigatório o georreferenciamento do imóvel para inclusão da propriedade no CNIR, condição esta necessária para que se realize qualquer alteração cartorial da propriedade.

O georreferenciamento de imóveis rurais tem como principal objetivo a descrição dos limites e confrontações do imóvel, através da coleta das coordenadas de todos os vértices e georreferenciando-os ao sistema geodésico brasileiro com precisão posicional fixada pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária - INCRA.

Este procedimento é obrigatório para os proprietários que detêm o domínio direto e útil dos imóveis rurais que desejarem realizar alterações cartoriais como desmembramento, parcelamento, remembramento, qualquer tipo de transferência ou em caso de utilização da propriedade para fins de financiamento e hipoteca.

As propriedades que não possuírem o georreferenciamento no prazo determinado em lei não poderão realizar qualquer transcrição de matrícula do imóvel. Além disso, as propriedades que não tiverem o georreferenciamento poderão ter seus imóveis incluídos na lista de imóveis passiveis de incorporação para ações de reforma agrária, de acordo com o item 1 do artigo 2º da Instrução Normativa do INCRA n°9 de 13/11/02.

Os prazos para realização deste procedimento em propriedades rurais com área inferior a 500 hectares foram prorrogados pelo Decreto nº 7.620/2011.

O decreto traz prazos diferenciados pelo tamanho dos imóveis rurais, tais como:

• Para os imóveis com área entre 250 a 500 hectares o prazo termina em novembro de 2013;

• Os imóveis com área de 100 a menos de 250 hectares são de treze anos expirando em novembro de 2016;

• O prazo é de dezesseis anos para os imóveis com área de vinte e cinco a menos de cem hectares, ou seja, até novembro de 2019;

• O maior prazo é dos imóveis com área inferior a vinte e cinco hectares, sendo necessário o georreferenciamento a partir de novembro de 2023;

Para os imóveis com área superior a 500 hectares não houve alteração nos prazos, permanecendo os mesmos fixados pelos Decretos nº 4.449/2002 e 5.570/2005. Ressalta-se que esses prazos já expiraram, ou seja, para qualquer alteração na matrícula desses imóveis é obrigatório o georreferenciamento do imóvel rural.
 
 
 
“Sou dono das minhas
 
ideias e não me permito andar por outras pernas”.

 
"Flexível sim, não manobrável"

 

 

 

Informações importantes para fazer um bom manejo de crias na ovinocaprinocultura

 

 

 

As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

Mostra como práticas de manejo simples e de baixo custo podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.

 

 

 

 

 

 

Estratégia de Cruzamento Bovino de Leite


 
Veja ! Conhecendo as Camuflagens, As estações do Ano, Conhecendo as Unidades de Medidas, Origem dos Nomes dos Planetas, Aves Aquaticas, Flores Ornamentais, Dispersão de Sementes, Animais que Voam e Animais Quadrúpedes... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 04 de Maio de 2015 09:43

 CONHECENDO AS CAMUFLAGENS

 


Camuflagem é a maneira pela qual muitos animais usam sua forma e coloração para se esconder de seus predadores, ou para evitar que as presas fujam. Assim, as listras das zebras e as manchas das girafas tornam esses animais pouco visíveis nas savanas, onde habitualmente vivem, especialmente ao anoitecer, quando o ataque dos predadores é mais provável.
Por outro lado, a pelagem manchada do leopardo o dissimula muito bem nas regiões arborizadas onde caçam, permitindo-lhe aproximar-se sorrateiramente de suas presas.
O desenho malhado das asas de muitas mariposas torna esses insetos difíceis de serem vistos pelas aves.
Muitos peixes têm a parte superior do corpo mais escura e a inferior clara, para contrabalançar o efeito da luz que vem de cima.
Alguns animais, como o camaleão, desenvolveram um mecanismo que lhes permite mudar de cor para confundir-se com o ambiente.
A camuflagem também pode ser feita a partir de uma semelhança com objetos do ambiente. Assim, o bicho-pau pode assemelhar-se a um galho seco; e algumas borboletas possuem listras que se parecem com as nervuras das folhas em que pousam.


 CONHECENDO AS ESTAÇÕES DO ANO

 

 

As estações são os períodos climáticos de aproximadamente três meses em que se divide o ano. São causados pelo movimento da Terra e sua atmosfera ao redor do Sol e pelas mudanças decorrentes da inclinação do seu eixo para perto ou para longe dele, durante sua órbita anual.
Em qualquer período do ano, as condições que ocorrem no hemisfério sul , em termos de luminosidade e temperatura, são geralmente opostas às que ocorrem no hemisfério norte. Assim, quando no hemisfério sul é verão, no hemisfério norte é inverno.
As regiões polares têm apenas duas estações: um longo inverno e um verão curto. Nas latitudes médias há quatro estações: primavera,verão, outono e inverno. Em baixas latitudes ocorrem dois conjuntos de estações: primeiramente, um inverno curto e frio seguido de um verão longo e quente; e, em segundo lugar, uma estação chuvosa e uma estação seca.
No hemisfério sul, em latitudes médias, as estações e os meses correspondentes são os seguintes: a) primavera - setembro, outubro e novembro; b) verão - dezembro, janeiro, fevereiro; c) outono - março, abril, maio; d) inverno - junho, julho, agosto.
As estações do ano estão tradicionalmente associadas ao ciclo anual das plantas,
especialmente as cultivadas. Assim, a primavera é a estação do plantio e germinação; o verão é o período de crescimento e maturidade; o outono é a época da colheita; e o inverno é a estação da letargia ou vida latente.
 
 


 

CONHECENDO AS UNIDADES DE MEDIDA
 
 


Unidade Valor
 

Acre........................ 4,046 metros quadrados
Alqueire mineiro......48.400 metros quadrados
Alqueire paulista...... 24.200 metros quadrados
Are.......................... 100 metros quadrados
Braça de Cerca....................... 2,20 metros
Galão...................... 3,785 litros
Hectare................... 10.000 metros quadrados
Hectare................... 2,5 acres
Jarda...................... 91,44 centímetros
Libra....................... 453,592 gramas
Libra....................... 0, 4536 quilogramas
Litro........................ 1 decímetro cúbico
Metro...................... 100 centímetros
Metro cúbico........... 1.000 litros
Milha....................... 1,609 quilômetros
Milha/hora............... 0,447 metros/segundo
Onça......................28,349 gramas
Pé..........................30,48 centímetros
Polegada............... 2,54 centímetros
Quilograma.............1.000 gramas
Quilômetro............. 1.000 metros
Quilômetro quadrado....................... 100 hectares
Tonelada................ 1.000 quilogramas
 

 CONHECENDO A ORIGEM DOS NOMES DOS PLANETAS

 


Se dependesse da etimologia da palavra planeta, a Terra e os outros planetas estariam fora de órbita. O termo vem do latim " planetae " que, por sua vez, provém do grego " planes ", que significa errante ou que se desvia do caminho.
O nome Terra vem do latim " terra " , que significa o globo terrestre , mundo.
Os nomes dos outros planetas têm origem nos nomes de deuses da mitologia greco-romana, como segue:
Mercúrio - deus romano dos viajantes.
Venus - deusa romana do amor e da beleza.
Marte - deus romano da guerra.
Júpiter - pai de todos os deuses romanos.
Saturno - deus grego da fartura.
Urano - rei dos céus, na mitologia grega.
Netuno - deus romano dos mares.
Plutão - deus romano do inferno. Recentemente, Plutão foi rebaixado para a categoria de asteróide.
 
 
 
 
 
 
 

Conhecendo as Aves Aquáticas

 


A maioria das aves tem habitat terrestre, seja no solo, como o avestruz e a ema, seja nas árvores, como o tucano, o papagaio e os pássaros. Porém, existem muitas aves adaptadas à vida aquática.
Em primeiro lugar, devem ser citados os pinguins, cujos membros anteriores se transformaram em aletas que lhes permitem nadar. Habitam a Antártida e regiões vizinhas, alimentando-se de peixes e um pequeno camarão chamado krill.
Um grupo de aves aquáticas é constituído pelas aves marinhas, que possuem
os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, como a gaivota, o albatroz, a fragata e o pelicano, que se alimentam de peixes apanhados no mar.
Outro grupo de aves aquáticas são as chamadas palmípedes, isto é, que possuem as patas palmadas, como: pato, ganso, marreco, cisne, etc., que se alimentam de peixes, rãs, moluscos, crustáceos, etc.
Outro grupo de aves aquáticas é representado pelas pernaltas, isto é, aves que têm pernas e pescoço compridos, como: flamingo, garça, cegonha, jaburu, etc. Sem serem exclusivamente aquáticas, freqüentam os pântanos e beiras de rios e lagos, sendo chamadas "aves ribeirinhas". Alimentam-se de animais que vivem nos alagadiços: peixinhos, rãs, caranguejos, lesmas, tatuzinhos, etc.
 

Conhecendo as Flores Ornamentais


FloresEm mensagem anterior, focalizamos as flores do ponto de vista botânico. Além de serem os órgãos reprodutores das plantas superiores, as flores são admiradas pela beleza de suas formas e cores e se perfume, sendo utilizadas para ornamentação.
As plantas floríferas são cultivadas em floriculturas e jardins, públicos ou residenciais.
As floriculturas geralmente são administradas por profissionais e visam o abastecimento dos mercados floristas. Os amadores cultivam flores em jardins residenciais ( canteiros ) ou em vasos.
As plantas floríferas podem ser de ciclo curto ou longo. As de ciclo curto vivem desde 1 ano até 3 anos; florescem uma ou mais vezes e necessitam ser plantadas de novo. Exemplos: amor-perfeito, petúnia, margarida, boca-de-leão, ervilha-de-cheiro, etc. As floríferas de ciclo longo têm um ciclo de vida superior a 3 anos, tais como: roseira,primavera, angélica, camélia, violeta, etc.
O plantio das plantas floríferas pode ser feito de várias maneiras: sementes, mudas, estacas, bulbos, etc.
Muitas plantas floríferas são trepadeiras, tais como: alamanda, maracujá ( flor-da- paixão ), roseira, primavera, etc.; algumas são epífitas, como as orquídeas; e outras são aquáticas, como: nenúfar, vitória-régia, etc.
 
 
 
 
 
 
 

Conhecendo a Dispersão das Sementes


  Fotos de floresAs sementes são os órgãos de reprodução das plantas superiores, isto é, que produzem flores (Fanerógamas). Elas resultam do amadurecimento do ovário da flor e precisam ser dispersadas para garantir a sobrevivência das plantas. A disseminação das sementes é feita por vários agentes, tais como: vento, água, animais e o próprio homem.
Algumas sementes, como as das orquídeas, são tão pequenas e leves que basta ma ligeira brisa para dispersá-las. Outras plantas desenvolveram estruturas apropriadas para facilitar o seu transporte pelos agentes de dispersão.
Muitas sementes dependem dos animais para a sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos, como o picão e o carrapicho, os quais se prendem aos pêlos dos animais ou à roupa do homem. Outras desenvolveram expansões finas e dilatadas que funcionam como pára-quedas, como é o caso da paineira e da barba-de-bode.
Algumas leguminosa, como a ervilha, quando as vagens secam, se abrem e lançam as sementes à certa distacia da planta.
Animais frugívoros (que comem frutas), como o esquilo, também contribuem para espalhar as sementes de certas plantas.
Outras sementes, como as do lótus, flutuam na água, graças aos espaços cheios de ar que possuem.
A erva-de-passarinho é uma planta parasita, cujas sementes viscosas são dejetadas por passarinhos e grudam nos ramos da p lanta hospedeira, onde germinam.

Conhecendo os Animais que Voam

 
 


Os animais que voam são aqueles providos de asas, a saber: a) aves; b) insetos adultos; c) morcego.
As asas são apêndices torácicos que funcionam como órgão motor e como superfície de sustentação, que permitem a certos animais locomover-se no ar ( voar ) ou manter-se no ar flutuando ( planar ).
No caso das aves, são duas as asas, constituídas pelos membros anteriores modificados: os dedos têm tamanho reduzido e os ossos do pulso são alongados e soldados, formando uma estrutura de apoio para as penas de vôo. As asas são ligadas ao esqueleto por articulações móveis. A força necessária para voar é dada por dois músculos peitorais, que agitam as asas.
No caso dos morcegos, as asas são os membros anteriores modificados, formados por uma membrana coberta de pêlos, que une os quatro dedos muito alongados de cada mão; só os polegares ficam fora da asa, sendo usados pelo morcego para se dependurar.
Dentre as aves, possuem excelente aptidão para o vôo: a) as aves marinhas ( albatroz, gaivota, pelicano ); b) as aves de rapina (águia, falcão, gavião); c) a maioria dos pássaros (andorinha, beija-flor, pombo ). O beija-flor é a única ave que paira no ar, agitando as asas, para sugar o néctar das flores.
Dentre as aves que não voam, destacam-se os pingüins, cujas asas foram transformadas em nadadeiras; e as ratitas ou aves corredoras ( avestruz, ema, casuar ). Possuem baixa aptidão para o vôo: galinha, peru, pavão, codorna.
No caso dos insetos, só as formas adultas aladas (com asas) voam, podendo ter um único par de asas ( mosca, mosquito ) ou dois pares de asas ( cigarra, gafanhoto, besouro ). Não voam os insetos adultos desprovidos de asas ( traça, formiga, cupim ) e as formas lar-
vais ( lagartas ).
Dentre os mamíferos, à rigor só os morcegos conseguem realizar vôo autêntico. Porém, existem várias espécies que se deslocam pelo ar, planando ou saltando de um galho para outro. Assim, os chamados esquilos-voadores e lêmures-voadores, na realidade não voam mas planam no ar, flutuando com o auxílio de membranas que unem os membros anteriores aos posteriores.
 

Conhecendo os Animais Quadrúpedes

 



O termo quadrúpedes é usado para designar os animais que têm quatro patas, em contraposição aos bípedes ( duas patas ) e aos ápodes ( sem patas ). As aves, o canguru e o homem são exemplos de bípedes, enquanto a baleia, os peixes e as cobras são ápodes.
Entre os mamíferos quadrúpedes, distinguem-se dois tipos de patas: a) com garras; b) com cascos.
São quadrúpedes possuindo patas com garras: a) desdentados - tatu, tamanduá, etc.; b) insetívoros - ouriço, toupeira, etc.; c) roedores - rato, paca, capivara, etc.; d) felinos - gato, leão, tigre, onça, etc.
São quadrúpedes possuindo patas com cascos: a) perissodáctilos - cavalo, burro, anta, elefante, etc.; b) artiodáctilos - boi, cabra, carneiro, veado, etc.
Além dos citados mamíferos, também são quadrúpedes: a) anfíbios - sapo, rã, perereca, etc.; b) lacertílios - lagarto, camaleão, jacaré, crocodilo, etc.; c) quelônios - cágado, jabuti, tartaruga,etc.
Os quadrúpedes de patas com cascos abrangem diversos animais domésticos, quer ruminantes - boi, cabra, carneiro, etc., quer não-ruminantes - cavalo, burro, porco, etc.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 27 de Abril de 2015 09:07

Consultório agrícola: Consumo dos próprios ovos

Falta de cálcio pode levar galinhas a comerem os ovos que põem

 

 Shutterstock
Incluir minerais na dieta das aves evita que elas comsumam dos próprios ovos

O que fazer para que as galinhas parem de comer os próprios ovos?

A falta de cálcio no organismo é um motivo que leva as galinhas a consumirem os próprios ovos. Para evitar essa prática, assegure a inclusão do mineral na dieta da criação. Há no varejo rações disponíveis já acrescidas de dosagem de cálcio necessária para a ave. Em lojas de produtos agropecuárias também podem ser compradas farinhas de ostra ou de osso, que são opções para adicionar cálcio à alimentação das galinhas. Se preferir, o criador também pode preparar o complemento, utilizando cascas de ovos. Primeiro, deixa-as secar na sombra para conservar o nutriente e, em seguida, triture-as em um liquidificador. Elas também podem ser socadas com um pilão para se transformar em farinha e, então, misturadas à ração. No entanto, há casos de galinhas ainda continuarem a manter o hábito de comer os próprios ovos, o que será preciso de uma ação mais drástica. Solicite a um profissional com experiência para realizar a debicagem – um processo delicado de corte da ponta do bico que deve ser feito com destreza para não machucar a ave.

 


Manejo Sanitário colostro ( Gado de Leite )

 


Após o nascimento, o bezerro deve permanecer junto com a mãe por pelo menos 24 horas. Sabemos que o bezerro junto com a mãe, mama entre 12 a 15 vezes ao dia. Estas mamadas permitem que o colostro passe muitas vezes pelo aparelho digestivo aumentando a superfície de contato do colostro com a parede intestinal favorecendo assim a absorção de imunoglobulinas (anticorpos). Por outro lado, podemos fornecer o colostro de forma artificial oferecendo dois litros  duas vezes por dia com intervalo próximo de 12 horas. O importante é que o bezerro ingira em torno de 10% do seu peso em colostro, nas primeiras 24 horas.  O bezerro nasce sem proteção de anticorpos contra os agentes de doenças. A forma de adquirir estes anticorpos (defesa), é ingerindo o colostro. O colostro é o primeiro produto produzido pela glândula mamária no inicio da lactação, é uma  rica fonte destes anticorpos que foram produzidos nos dois últimos meses de gestação. Após o nascimento, é imperativo que o bezerro ingira o colostro o quanto antes para que ele adquira estes anticorpos. A capacidade de absorver os anticorpos fornecidos pela mãe no interior do aparelho digestivo do bezerro é aproximadamente nas primeiras 36 horas e esta capacidade de absorção tem como pico máximo entre seis e 10 horas, quando começa a diminuir gradativamente até aproximadamente 36 horas.  A partir deste ponto o colostro continua sendo um alimento muito rico e deve ser aproveitado pelo bezerro e outros do mesmo plantel que são tratados  de forma artificial, porém perde a importância como fonte de anticorpos.
    De outra forma uma das funções do colostro é ajudar na primeira descarga intestinal, isto é, ajuda a expelir as primeiras fezes que é o chamado mecônio. O mecônio são fezes amarelas pegajosas de difícil eliminação portanto sendo o colostro um leve laxante vai ajudar nesta eliminação. Neste período devemos interferir somente se houver necessidade. Na maioria das vezes, esta intervenção é desnecessária. Uma das vantagens da maternidade é a possibilidade de observação do recém nascido e qualquer problema que surgir neste local facilita o socorro.
    O excesso colostro pode e deve ser dado para os outros bezerros. Neste caso ele não tem função como fornecedor de anticorpos pois bezerros mais velhos perdem a capacidade de absorção dos anticorpos mas, como alimento é até mais rico que o próprio leite. É bom lembrar que como o colostro tem uma função laxativa, para fornecer aos outros bezerros o melhor é diluir em outra quantidade de leite para não causar meles de desarranjo aos bezerros mais velhos.
 
 
 CULINÁRIA BODISTICA

Cabrito Ensopado com alecrim



Ingredientes

 

- 800 g de cabrito

- 2 cebolas picadas

- 4 dentes de alho

- 8 colheres de sopa de azeite

- 400 ml de vinho branco

- 1 colher de sopa de alecrim fresco

- 2 batatas em cubos

- 2 cenouras fatiadas

- 1 e 1/2 xícara de ervilhas frescas

- 500 ml de polpa de tomate

- Suco de 1 limão

- Sal grosso

- Pimenta-do-reino

 

 

 

Modo de Preparo

 

- Tempere o cabrito com sal, pimenta e sumo de limão. Doure a carne em 2 colheres de azeite e reserve a carne. Refogue cebola e os alhos no resto do azeite. Adicione a carne, regue com o vinho branco. Acrescente o alecrim, a batata, a cenoura e a ervilha.

- Adicione a polpa de tomate e cozinhe por 30 minutos, com a panela tampada. Sirva quente. 

 

 

CONHECENDO AS VOZES DOS BICHOS

As vozes dos bichos recebem os seguintes nomes:

 

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Arrulho: pombo
Balido: ovelha, carneiro
Barrido: elefante
Berro: cabra, carneiro
Cacarejo: galinha
Chilrear: pássaros
Coaxar: sapo, rã
Cricri: grilo
Ganido: cachorro
Gorjeio: pássaros
Grunhido: porco, javali
Guincho: macaco, gavião
Latido: cachorro

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Miado: gato, onça
Mugido: boi
Relincho: cavalo
Rosnado: cachorro, lobo, raposa
Uivo: cachorro, lobo
Zumbido: abelha, vespa
Zurro: burro

 

 

 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL – 1



a) Um camelo consegue beber 120 litros de água em 10 minutos. Ele retém água para 8 dias. Porém, a girafa e o rato podem viver sem água mais tempo que o camelo.
b) As girafas atingem 7 metros de altura. Apesar do tamanho, o seu pescoço tem apenas 7 ossos, o mesmo número de ossos que o pescoço do homem. A cabeça da girafa fica a mais de 2 metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração precisa ser muito forte. O coração da girafa é 43 vezes maior que o do homem.
c) O porco-espinho tem, em média, cerca de 30.000espinhos. Ele é um excelente nadador, porque os espinhos o ajudam a flutuar.
d) As grandes orelhas do elefante servem para resfriar o animal. Quando o sangue
passa pelos vasos próximos à superfície das orelhas, se resfria com o vento. Além disso, abanar as orelhas também ajuda a refrescar.
e) A carapaça das tartarugas é a própria pele que engrossou e ficou dura. Elas não
conseguem sair da carapaça, mas colocam a cabeça e as patas para fora.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL – 2

 

a) A anta é maior mamífero terrestre do Brasil. Pode atingir até 2 metros de comprimento e 1 metro de altura, chegando a pesar 300 quilos.
b) Cada salto em distância do canguru alcança 10 metros, enquanto o sapo pula até 5,5 metros. Em termos de altura, o canguru alcança 2,7 metros, menos que o puma, que atinge 3,1 metros.
c) O beija-flor bate as asas 90 vezes por segundo, quatro vezes mais que a libélula.
Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em cerca de 2.000 flores
por dia.
d) A preguiça movimenta-se lentamente durante a noite e dorme de dia ( mais de 18 horas ). Tem um pescoço que pode até 180 graus. Assim, não precisa mexer o corpo para olhar o que está acontecendo ao seu redor.
e) Os morcegos são os únicos mamíferos que sabem voar. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar em locais mal-iluminados, mesmo sendo animais de hábitos noturnos. Usam o nariz em forma de ferradura para emitir ultra-sons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória de vôo e desviar-se deles.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
- 3



a) Os dois únicos mamíferos ovíparos, isto é, que botam ovos, são o ornitorrinco e a equidna, os quais vivem exclusivamente na Austrália.
b) Outro animal exclusivo da fauna australiana é o casuar, uma ave corredora, com asas curtas e patas fortes, semelhante ao avestruz.
c) A preguiça é um mamífero curioso, que tem o corpo coberto por pelos grossos e
longos, que vive nas matas, movimentando-se nas árvores muito lentamente ( daí o seu nome ). Dorme de dia e movimenta-se à noite, alimentando-se de folhas das árvores.
d) Os morcegos são os únicos mamíferos que voam. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar e tenham hábitos noturnos. Eles usam o nariz para emitir ultrassons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória. Essas vibrações atingem os objetos e voltam em sua direção, permitindo avaliar o seu tamanho e localização.
e) O pica-pau é uma ave com ouvido muito apurado, que consegue localizar as larvas de insetos dentro do tronco e galhos das árvores. Então fura a árvore no ponto certo, dando repetidas bicadas e abrindo um buraco, que lhe permite introduzir a língua e apanhar a larva



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
- 4



a) O maior ovo é o do avestruz, que mede 15 - 20 cm e pesa 1,2 kg, equivalente a duas dúzias de ovos de galinha; enquanto o menor ovo é o do beija-flor, com 1,2 cm.
b) As cobras comem a cada 15 dias, em média. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, já que elas engolem suas presas inteiras,sem mastigar.
c) Conforme a espécie, uma lacraia ou centopéia tem de 28 a 354 patinhas!
d) Testes feitos por cientistas com diversos animais, mostram que o chimpanzé e o golfinho são os mais inteligentes.
e) O falcão voa bem alto e possui excelente visão. Quando ele avista uma presa, se lança sobre ela num vôo tão rápido que chega a atingir 300 km/hora!
f) As formigas-correição são conhecidas por saírem de seu ninho em bandos enormes, que caminham em fileira, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
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a) As formigas-correição costumam sair do formigueiro em bandos enormes, com milhares de indivíduos que desfilam, durante horas, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.

b) O cavalo-marinho é um pequeno peixe com aparência de um cavalo. Curiosamente, a fêmea deposita os ovos ( em número de 200 - 400 ) em uma bolsa ou saco abdominal do macho, onde são incubados. Portanto, o macho é que fica grávido.


c) O louva-deus, apesar da sua atitude que lembra uma pessoa em oração, é um inseto predador de outros insetos. Algumas espécies chegam a praticar o canibalismo, não sendo raros os casos em que a fêmea, de tamanho maior, devora o macho após a cópula.


d) Quando em perigo, os elefantes formam um círculo, com os mais fortes na frente,
protegendo os mais fracos.
e) Toda as cobras produzem uma substância tóxica, porém poucas espécies possuem a capacidade de injetá-la porque não possuem dentes para isso. O veneno misturado à saliva ajuda na digestão das presas engolidas. As cobras que conseguem injetar o seu veneno são consideradas peçonhentas. No Brasil, a jararaca é responsável por 85% dos casos de picada em seres humanos. Depois, vêm a cascavel e a coral.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
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Fotos de Stock: Reino animal. Imagem: 14225143

a) O animal que vive mais tempo é a tartaruga de Galápagos, que pode viver até 360
anos.
b) O animal mais veloz na terra é o guepardo, que pode atingir a velocidade de 100 Km/hora. O mais veloz no ar é o falcão peregrino, capaz de mergulhar à velocidades de 300 Km/hora.


c) O animal de língua mais comprida é o tamanduá, cuja língua pode medir até 50 centímetros. Ela libera um líquido doce que serve de isca para atrair formigas e cupins. Sua boca, no entanto, tem apenas 2,5 centímetros de largura.
d) O animal mais fedido é o zorrilho africano; quando se sente ameaçado, ele esguicha um líquido mal-cheiroso que provém de suas glândulas anais.
e) A rêmora é um pequeno peixe que possui, na parte superior da cabeça, uma placa com várias ventosas, utilizadas para sua fixação em animais maiores ( baleia, tartarugas e outros peixes, como cação e tubarão ) e até mesmo em barcos. As rêmoras são assim transportadas sem despender nenhum esforço.



CONHECENDO AS REGIÕES POLARES



Chamam-se pólos terrestres cada um dos pontos em que o eixo de rotação da Terra
encontra sua superfície. Distinguem-se os pólos norte e sul.
Na região polar norte não há continente, somente uma área do Oceano Ártico permanentemente congelado, apesar de incluir parte da Groenlândia. Já na região polar sul fica a Antártida, um continente maior que o Brasil. No inverno, por causa do congelamento do mar vizinho, a parte sólida aumenta de tamanho, ficando quase do tamanho da África.
Na região polar norte vive uma pequena população humana nativa - os esquimós, que constroem casas com blocos de gelo, chamadas iglus. Nessa região também vivem ursos polares, assim como focas, morsas e baleias.
Em contraste com a região polar norte, a Antártida é um continente gelado rodeado pelo oceano, em parte também congelado. Aí vivem os pingüins, assim como o krill, semelhante ao camarão, que serve de alimento para animais maiores, como focas e baleias.
Na região polar sul praticamente não há noites no verão. Já no inverno, é o dia que
não amanhece. Nas áreas próximas ao pólo sul, o sol brilha por seis meses consecutivos; mas em compensação, escurece em maio e só amanhece em outubro.
Por outro lado, no pólo norte o sol nasce em março e só se põe em setembro.



CONHECENDO SUBSTANTIVOS COLETIVOS DE PLANTAS



O substantivo representa a palavra que nomeia os seres de uma forma geral1. Algodoal - algodoeiros
2. Arboreto - árvores cultivadas
3. Bananal - bananeiras
4. Cacho - uvas, bananas
5. Cafezal - cafeeiros
6. Eucaliptal - eucaliptos
7. Feixe - capins
8. Flora - plantas
9. Floresta - árvores
10. Folhagem - folhas
11. Gramado - gramas
12. Laranjal - laranjeiras
13. Penca - flores, frutas
14. Pomar - árvores frutíferas
15. Raizame - raízes
16. Ramagem - ramos
17. Ramalhete - flores
18. Renque - árvores enfileiradas
19. Réstia - alhos, cebolas
20. Trigal - plantas de trigo

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 23 de Abril de 2015 09:50

 EQUINOCULTURA

CUIDADOS COM O POTRO RECÉM NASCIDO

 

 
Nesta terceira e última parte serão discutidos os processos que levam á interrupção da unidade égua-potro. Estes fatores poderão ter origem na égua ou no potro neonato, através de problemas infecciosos ou não, mas sempre afetando negativamente a sobrevida principalmente do potro. Este será o foco deste artigo, a identificação do potro de alto-risco, suas causas e possíveis tratamentos na primeira semana de vida.
 
 
 
 

IDENTIFICAÇÃO DO POTRO DE ALTO RISCO
 
a) Condições Maternas
- As condições maternas predisponentes poderão ser de origem infecciosa. Estas infecções poderão ser virais ou bacterianas, causando infecção sistêmica e produzindo toxinas que passam a barreira placentária e são nocivas para o feto. Poderão ocorrer também focos localizados, como placentite, que levam a uma infecção fetal e falta de circulação e oxigenação na placenta resultando em hipóxia do feto, levando ao óbito prematuro do neonato.
- A falta de leite da égua ou lactação prematura poderá levar á falta de ingestão adequada de anticorpos e conseqüentemente o potro ficará mais vulnerável a infecções.
- Um quadro de anemia materna prejudica o desenvolvimento fetal além de falha na oxigenação.
- Outros fatores maternos que poderão levar a um quadro de alto-risco são a administração de drogas abortivas ou supressoras, traumas á barreira placentária e seus vasos sanguíneos, colocando o sangue do feto em contato com o sistema imune materno, stress por viagens e manejo inadequado.

b) Condições do parto
- As distocias levam a traumas diretos ou indiretos no potro, asfixia neonatal e hemorragias intrcranianas.
- Um cordão umbilical curto poderá se romper antes da saída do feto e sua primeira respiração levando á asfixia. Um cordão longo poderá se enrolar a algum membro e também se romper internamente, levando á mesma situação.
- O descolamento prematuro da placenta causa falha na circulação sanguínea e asfixia. Uma placenta pequena está associada á falta de vilosidades (unidade anatômica circulatória) e uma placenta pesada está associada a infecções bacterianas e a edema.
- O uso de alguns medicamentos depressivos durante os procedimentos do parto causam também depressão respiratória e circulatória, levando a hipotensão fetal.

c) Condições do potro neonato
- Dentre as condições inerentes ao potro estão aspiração de mecônio (a asfixia leva o potro a defecar ainda no útero), gestação de gêmeos (diminuição da área placentária e conseqüentemente do fluxo sanguíneo causando subdesenvolvimento fetal), potros órfãos, atraso na ingestão de colostro (levando a diminuição da imunidade passiva), stress neonatal (leva á diminuição das células intestinais que absorvem os anticorpos causando falha na sua absorção) e potro prematuro.
 
 

FALHA NA TRANFERÊNCIA DE IMUNIDADE PASSIVA (FTIP)
 

Devido ao mecanismo de transferência da imunidade passiva em potros já ter sido anteriormente descrito nas partes I e II, focaremos agora as causas que interferem na aquisição de uma boa imunidade e seus possíveis tratamentos.

a) Causas
- Falha da glândula mamária em produzir e concentrar anticorpos (IgG) 4 a 2 semanas antes do parto. A lactação precoce também leva a esta falha, pois o colostro é substituído pelo leite em 12 horas.
- O pico de absorção da IgG é atingido 6 a 12 horas após a primeira mamada. Se ocorrerem fatores que levem a uma má absorção, como stress ou administração de inócuos orais, a imunidade ficará debilitada. A eficiência da absorção das células é máxima logo após o nascimento (22 %) e de 1 % após 24 horas.
- Anormalidades musculoesqueléticas ou traumas não permitem o potro se levantar e mamar.

b) Diagnóstico
(ver parte II – Imunidade)

c) Tratamento
- Potros com menos de 12 horas de vida: fornecer colostro via oral. É imperativo que o colostro seja de boa qualidade. Como regra geral o potro deverá receber de 2 a 3 litros de colostro nas primeiras 24 horas de vida. Poderá ser fracionado em porções de 300 ml com intervalos de 1 hora. Apesar da absorção diminuída, teremos uma proteção local do aparelho digestivo.
- Potros com mais de 12 horas de vida: a absorção de IgG estará nos seu nível mínimo, e a correção da falta desta através de colostro será pouco eficaz. Então a suplementação de IgG deverá ser realizada intravenosamente através de plasma hiperimune de origem comprovadamente confiável. A desvantagem deste método é a concentração desconhecida de IgG e o risco de choque anafilático, principalmente pelos grupos sanguíneos Aa- e Qa-, comumente associados com isoelitrólise. A quantidade de plasma a ser administrado varia de 1 a 2 litros de plasma.
 

INFECÇÃO NEONATAL

- A septicemia e a infecção local são as principais causa de morbidade e mortalidade em potros neonatos. As tentativas de redução das perdas por estas infecções deverão envolver a prevenção da FTIP, identificação do potro de alto-risco e seleção de uma estratégia terapêutica adequada.
- A Infecção neonatal poderá ser adquirida no útero (placentite, infecção materna via sangue), durante o parto (portas de entrada a mucosa oral, inalação de aerosóis, contaminação umbilical, manipulação excessiva e sem higiene do trato reprodutivo da égua, aspiração do mecônio) e após o parto (FTIP, ambiente sujo com pouca ventilação, doenças endêmicas)
- Os agentes causadores mais comuns são Rotavírus, Rhodococcus equi, Streptococcus sp e Staphylococcus sp.
- As principais afecções são, na ordem de ocorrência, pneumonia, poliartrite, enterite, úlcera gástrica, peritonite, nefrite e pleurisia.
- Os sinais clínicos incluem letargia, mamar fracamente, temperaturas superiores a 39 ° C ou menor que 37,5° C, mucosas congestas, alteração do ritmo respiratório e aumento da freqüência cardíaca (> 120 bpm). Mais raramente convulsões e claudicação.
- O diagnóstico é realizado com base nos sinais clínicos e hemograma, além de avaliação clínica veterinária.
- O tratamento tem como base principal o uso de antibióticos de amplo espectro, e medicação sintomática suporte como melhoradores da ventilação e antiinflamatórios. Exames laboratoriais poderão ser realizados para se determinar que antibiótico terá melhor resultado. Enquanto se espera, poderão ser usadas Cefalosporinas (Ceftiofur), Penicilinas, Sulfas ou Aminoglicosídeos (Gentamicina).
- A duração e prognóstico dependem do status clínico e do tipo de infecção diagnosticada.

OUTRAS AFECÇÕES
 

Outras alterações patológicas poderão ocorrer decorrentes de do que já foi relatado.  Apesar de menos freqüentes, não são menos importantes, mas nos levariam a um longo capítulo. Então, apenas para constar cito a Asfixia neonatal, Síndrome hipóxico-isquêmica (mal ajustamento causado por falta de oxigenação durante o parto levando a edema cerebral), Isoelitrólise neonatal (anticorpos colostrais que atacam as hemácias do potro) e Síndrome cólica. Em todas elas é recomendada a presença de um veterinário apto a dar o suporte clínico necessário.

 

 

Conhecendo os Adjetivos Pátrios

 



               Adjetivos pátrios são palavras que expressam a nacionalidade ou o local de origem de pessoas ou coisas. Exemplos:
 
              1. Argentina.........argentino
              2. Bélgica.............belga
              3. Brasil................brasileiro
              4. Brasília.............brasiliense
              5. Buenos Aires....portenho
              6. Campinas...........campineiro
              7. Egito.................egípcio
              8.Espírito Santo (estado)...capixaba
         9. Estados Unidos... norte-americano, ianque
             10. França.............. francês
             11. Goiás................ goiano
             13. Itália..................italiano
             14. Japão............... japonês, nipônico
             15. Judeia.............. judeu, judaico
             16. Londres............ londrino
             17. Minas Gerais.... mineiro
             18. Moscou............ moscovita
             19. Portugal........... português
             20. Rio Grande do Sul...gaúcho
             21. São Paulo ( estado )...paulista
             22. São Paulo ( cidade )...paulistano




Curiosidades do Reino Mineral

 




          a) Poucos metais são usados no estado puro; geralmente são utilizados sob a forma de
ligas ( combinações de dois ou mais metais ). Exemplos: aço ( ferro-carbono ), bronze ( cobre-estanho ), latão ( cobre-zinco ), duralumínio ( alumínio-silício ), etc.
          b) Apesar de não ser propriamente uma liga, também se usa o amálgama, que é uma solução de estanho, prata ou ouro em mercúrio - único metal líquido. Os amálgamas são empregados  na fabricação de espelhos e para obturações  dentárias.
           c ) Os cristais geralmente são milimétricos ou microscópicos; mas há também cristais muito grandes. Segundo a Enciclopédia Barsa, em Minas Gerais foi encontrado um gigantesco cristal de berilo, com cerca de 13 m de comprimento e 2 m de diâmetro, pesando cerca  de 130.000 Kg.
           d) O talco é o mineral mais mole, enquanto o mais duro é o diamante.
           e) Curiosamente, o diamante é constituído por átomos de carbono puro, cristalizado no sistema cúbico. Nenhum outro mineral é capaz de riscá-lo. Também não é atacado por ácidos nem por álcalis.


Conhecendo os Parônimos

 



            Parônimos são palavras parecidas na escrita e na pronúncia, mas com significados
diferentes. Exemplos:
            
             1. acento e assento
             2. acender e ascender
             3. caçar e cassar
             4. censo e senso
             5. cesta e sexta
             6. coro e couro
             7. comprimento e cumprimento
             8. conjuntura e conjetura
             9. deferir e diferir
            10. emigrante e imigrante
            11. eminente e iminente
            12. empoçar e empossar
            13. estofar e estufar
            14. flagrante e fragrante
            15. fabril e febril
            16. osso e ouço
            17. prescrever e proscrever
            18. ratificar e retificar
            19. tráfego e tráfico
            20. vultoso e vultuoso
 

Curiosidades do Reino Mineral

 




          a) O mercúrio e a água são os únicos minerais considerados líquidos; o petróleo, constituido por uma mistura de vários compostos  hidrocarbonados e não sendo, portanto, homogêneo, não é considerado uma espécie mineral.
         b) Vários minerais não ocorrem como unidades independentes, encontrando-se intimamente ligados uns aos outros, constituindo as rochas, que são agregados de minerais. Dentre os minerais que assim se comportam, destacam-se o quartzo, os feldspatos ( ortoclásio, microclina, albita, anortita, etc. ), as micas, os piroxênios. Os anfibólios, as olivinas, etc.
           c) Chama-se diafaneidade a propriedade  que possuem alguns minerais de permitirem que a luz os atravesse. De acordo com essa propriedade, os minerais podem ser transparentes,  translúcidos e opacos.
           d) A atividade econômica conhecida como mineração consiste na extração e beneficiamento de minerais que se encontram no estado sólido, como o carvão, líquido como o petróleo e gasoso, como o gás natural.

 
 
Curiosidades do Reino Mineral

 
 

a) As camadas de rochas sedimentares freqüentemente apresentam dobras ou flexões, que são encurvamentos causados principalmente por movimentos tectônicos ou intrusões de magma. Distinguem-se: anticlinal, com a convexidade voltada para cima; e sinclinal, com a convexidade voltada para baixo.
              b) Também é freqüente a formação de cavernas ou grutas, relativamente grandes, com ou sem abertura para a superfície. São escavadas pela ação da água, geralmente em áreas constituídas  por rochas calcárias. Devido ao gotejar da água saturada com carbonato de cálcio, formam-se colunas chamadas: estalactites ( no teto ) e estalagmites ( no piso ). Constituem áreas de atração turística, sendo as mais conhecidas as de Bom Jesus da Lapa, na Baía; a de Maquiné, em Minas Gerais; e a de Iporanga,  em
São Paulo.
               c) Um fenômeno curioso é a chamada " fumarola ", que é a emissão de gases e vapores pelos vulcões, nas proximidades da cratera, através de aberturas ou fendas, bem como na superfície das corridas de lava,
                d) " Loess" é o nome dado a um sedimento eólico ( depositado pelo vento ), constituído por partículas finas ( silte ), não consolidado e sem estratificação. Assume grande importância por dar origem a solos geralmente de grande fertilidade. O "loess " é encontrado principalmente na Rússia, na China e nos Estados Unidos.



Curiosidades do Reino Vegetal

 




          a) As plantas que não possuem clorofila não conseguem fabricar compostos orgânicos, sendo obrigadas a obtê-los de outra maneira.Um processo utilizado é o dos saprófitos ( quase todos bactérias e fungos ), que se nutrem de organismos mortos ou em decomposição, ou de partes mortas de plantas.
            b) Por que nem todos os lagos, mares e oceanos contêm algas verdes? A razão é porque as algas necessitam de substâncias minerais para que possam desenvolver e multiplicar-se. Assim, embora possam crescer nos oceanos, junto às costas, não vivem longe do litoral porque, nesse caso, não encontram os nitratos, fosfatos e outros sais que são trazidos pelas águas correntes ( cursos d'água ), provenientes das terras adjacentes.
              c) Quando uma semente germina, seu caule cresce para cima e sua raiz, para baixo. Esse comportamento é denominado geotropismo, que exprime a reação da planta à ação da
gravidade, o qual é positivo para a raiz  e negativo para o caule.
             d) Embora seja uma planta parasita, o visco - semelhante à erva-de-passarinho, contém clorofila e realiza a fotossíntese em escala reduzida. Essa planta se auto-abastece, pelo menos
em parte, de suas necessidades alimentares. No entanto, depende inteiramente da planta hospedeira, no tocante ao suprimento de água e de sais minerais, que obtém por meio de haustórios ou raízes sugadoras que penetram nos ramos da  hospedeira.
 
 
 
 
 
 
 
 CONHECENDO OS ADJETIVOS
 
 



               Adjetivos são palavras que expressam as qualidades ou características dos seres  ou coisas, ou seja, que auxiliam a perfeita compreensão dos substantivos. Por exemplo: homem  bom, homem mau, homem preguiçoso, etc.
                Os adjetivos podem ser classificados  da seguinte maneira:
                a) Adjetivos determinativos. Quando indicam o ser ou coisa do qual se fala. Exemplos: minha casa, aquela casa, etc.
                b) Adjetivos qualificativos. Quando indicam os atributos do ser ou coisa. Exemplos: casa branca, casa grande, etc.
                c) Adjetivos absolutos. Exemplos: casa baixa, homem inteligente, etc.
                d) Adjetivos comparativos. Exemplos: casa mais baixa, homem mais inteligente, etc.
                e) Adjetivos pátrios. Designam nacionalidade ou país de origem. Exemplos: brasileiro, português, carro norte-americano, vinho chileno, etc.
                f) Adjetivos eruditos. Significam " relativo a ".Exemplos: humano ( homem ), térmico ( calor ), didático, etc.
                Os adjetivos concordam com os substantivos em gênero e número. Exemplos: cão raivoso, mulher caridosa, flores belas, etc.

 
 
Curiosidades do Reino Vegetal

 

a) Gutação é um processo fisiológico que ocorre em plantas e que consiste na exsudação de gotas d'água no ápice e nas margens das folhas . Isso ocorre quando as condições ambientais são favoráveis à absorção de água pelas raízes ( solo muito úmido ) e desfavoráveis  à transpiração ( noite fria, quando os estômatos estão fechados ).
              b) Os fungos chamados " chapéu-de-sol- luminescentes " têm aspecto normal durante o dia, mas brilham misteriosamente na escuridão da noite, ostentando cores que vão do amarelo-alaranjado ao verde-escuro.
               c) Geralmente as flores e frutos das plantas se formam no ápice dos ramos, mas no
caso da jabuticabeira e do cacaueiro eles se formam na parte basal dos caules, isto é,  no tronco e nos galhos.
                d) Assim como as sequóias são as maiores plantas terrestres, as algas parda pluricelulares, chamadas " kelps ", são as maiores plantas marinhas. Ambas podem atingir a dimensão de uma centena de metros.
                e) As Pteridófitas são plantas Criptógamas vasculares, que não possuem sementes; a sua reprodução se faz por meio de esporos. São representantes típicos: felicíneas, cavalinhas e licopódios.
 
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