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Veja ! Parto de Égua, Úlceras Gástricas em Cavalos, Controlando os Ratos, Manejo de Bezerros, Fisioterapia em Equinos, Composição do Leite da Égua, Curiosidades do Reino Animal e Coloração de Ovos de Galinha... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 30 de Julho de 2014 08:56

Parto de Égua: Sequência Fotográfica

 


1. Secreção de leite momentos antes do parto



2. Início das contrações e busca por local para parir.



3. Rompimento da bolsa e visualização normal do feto.



4. Escolhendo o local do parto.



 

 

 

 

 

5. Início da saída do potro, apresentação dos membros anteriores e cabeça. Note um membro sempre mais na frente que o outro.



6. Auxiliando a passagem do potro através do canal do parto.



7. Primeiro contato.

 

 

 



8. reconhecimento materno-fetal.



9. Primeiros passos...


10. Exteriorização natural da placenta e envoltórios fetais após o parto.

11. Visualização da placenta e cordão umbilical após sua expulsão.

 

 

 

 

 

 

 

Úlceras Gástricas em Cavalos

 


“Não existe cura total para esta síndrome, mas alguns métodos preventivos poderão manter o seu cavalo livre de úlceras gástricas.”

O que as três situações abaixo tem em comum:

1)      Você volta com o seu cavalo de uma prova após uma competição frustrante. O seu cavalo de elite não correspondeu ás expectativas. Durante a  prova olhava raramente para os flancos e sentia-se desconfortável.
2)      A sua potra preferida acabou de ser desmamada. Antes forte e robusta, agora está magra e fraca, e sem apetite.
3)      O seu cavalo de passeio, mesmo em bom pasto, teve início de laminite que foi resolvida com tratamento. Sempre dedicado, agora ele mostra sinais de dor quando é montado, a pelagem feio e aparenta estar deprimido.
O que é mais surpreendente é que apesar de todos estes sinais apontarem uma série de problemas, estes três animais podem ser diagnosticados com a mesma doença: a síndrome da úlcera gástrica equina. Cerca de 92% dos cavalos de corrida são acometidos desta síndrome e 25% dos potros antes dos 2 meses de idade.


Histórico e sinais
 
Estômago normal
As úlceras gástricas não se restringem apenas ao estômago mas também afetam o intestino delgado. Elas ocorrem quando partes destes órgãos se tornam muito ácidas, causando lesão nas células. O ácido para digestão no cavalo é produzido constantemente, ao contrário de nós, que o produzimos apenas quando comemos. O cavalo produz em média 1,5 litros deste ácido por hora, devido a ser um animal de pastoreio, que deve comer constantemente.
Ulcera
Os cavalos submetidos a mais estresse são os mais acometidos. Os sintomas são os mais variados, como perda de apetite, bruxismo, salivação excessiva e diarreia em potros e anorexia, perda de peso, diminuição do desempenho, tendência a permanecer deitado, pelo arrepiado e episódios de cólica em adultos.
O diagnóstico é feito através de endoscopia gástrica, onde são visualizadas as úlceras e pelos próprios sintomas.

Causas
Existem várias causas que predispõem os cavalos a úlceras gástricas. Algumas podem ser manejadas, outras são de origem genética e muito difíceis de tratar. Os três principais fatores são:
1)      O regime alimentar, como o tipo de alimento e frequência de fornecimento. Cavalos que tem poucas refeições diárias e ricas em carboidratos são mais susceptíveis, pois grãos como milho e aveia levam a grande produção de ácido para sua digestão. Cavalos a pasto ou que comem livremente tem menos incidências de úlceras.
2)      O treinamento e exercício também podem contribuir com a presença de úlceras gástricas. O exercício intenso também leva á produção excessiva de ácido gástrico. Isto ocorre, pois ocorre uma diminuição do fluxo sanguíneo no estômago, associado a uma pressão abdominal, levando o conteúdo gástrico a subir para as partes desprotegidas do estômago. O aumento muito rápido da atividade física do cavalo também leva á mesma situação, já que causa altos níveis de estresse, que aumentam a produção de ácido, diminuem o fluxo sanguíneo e o esvaziamento gástrico, causando úlceras.
3)      Algumas medicações causam úlceras, como os antinflamatórios (fenilbutazona, flunixim meglumine), pois diminuem a produção do muco protetor da parede do estômago.

Tratamento
Existem vários medicamentos que podem ser utilizados para tratar as úlceras, entre eles os que bloqueiam a produção de ácido (ranitidina, cimetidina), os inibidores da bomba de prótons, que também bloqueiam a produção de ácido, mas por tempo mais prolongado (omeprazole).
O melhor tratamento nos primeiros dias é utilizar ambos e após apenas o omeprazole, que é o mais eficaz para o tratamento da úlcera gástrica.
Medicamentos antiácidos e protetores de mucosa podem ser usados juntos com o omeprazole, pois promovem alicio contra a acidez e protegem a mucosa contra o ácido.
Alterar a alimentação também é uma forma de tratamento. Dietas ricas em fibras e baixas em carboidratos promovem um pH apropriado no estômago. Manter alimento constante durante o dia também reduz as chances de úlcera. O uso de feno de alfafa é ótimo para a proteção gástrica. Cavalos que necessitem de mais calorias para trabalho deverão utilizar dietas ricas em óleos e gorduras, pois diminuem a acidez estomacal.

Prevenção
As úlceras são essencialmente uma doença de manejo. No entanto, os cavalos mantidos na mais ideal das condições podem adquirir úlceras. O melhor manejo a ser feito é manter os animais a pasto o mais permanentemente possível e/ou manter uma dieta rica em feno. As refeições diárias deverão ser no maior número possível dentro da condições de cada proprietário.
Quanto aos animais em treinamento, bons programas de adaptação e transportes são fundamentais, assim como evitar o overtrainning, evitando consequentemente o uso de medicação antinflamatória.
Alguns cavalos são mais predisponentes do que outros. As úlceras podem ser evitadas com condições alimentares e de treinamento corretas, cabe a cada responsável utilizar os métodos adequados para não ocorrer esta síndrome, que mesmo tratada, pode voltar sempre pelos mesmos motivos.

 

Cuidados para controlar os ratos existentes na propriedade rural

 

Rato 'Acomys kempi', recém-descoberto na África, têm capacidade de regenerar a pele (Fot Reprodução/'Nature')

Não há como eliminar totalmente os ratos, mas controlar a população deles é muito importante. “O importante é entender que cada tipo de rato tem que receber um controle específico”.

Impedir a disseminação dos roedores é decisivo especialmente para quem produz suínos e aves, já que os roedores disseminam doenças entre os animais. Além disso, eles ameaçam a saúde da família. E o primeiro passo para esse controle é conhecer os tipos de rato que existem no meio rural. São três os tipos mais comuns: a ratazana, que faz tocas ao lado dos depósitos de grãos; o rato de telhado, que vive no alto das construções; e o camundongo, que geralmente se instala dentro das residências.

Para cada tipo de rato também há um tipo de isca. Para as ratazanas, é preciso colocar a isca num local escondido, onde ela possa se sentir protegida para comer com tranqüilidade. Pode ser uma caixa de sapato ou um cano de PVC. Para o rato de telhado vale a mesma coisa. Já os camundongos precisam de iscas pequenas, espalhadas por vários pontos da casa. Preferencialmente, essa isca precisa estar misturada com milho ou outro grão.

  A escolha do veneno também é muito importante. “O rato é muito esperto e se for usado um veneno que mata na hora, somente os ratos mais velhos ou doentes é que serão eliminados. O indicado é que se usem os produtos que fazem efeito de cinco a sete dias depois de ingeridos. Isso desorienta os ratos, que não sabem o que causou as mortes”.

 

 

O manejo correto do nascimento e da desmama dos bezerros

 

Para o bom desempenho de um rebanho, o produtor rural deve realizar a programação adequada para o nascimento e desmama dos bezerros, visando uma produção saudável e lucrativa. As pesquisas indicam que o período mais propício para o nascimento é na seca, quando as incidências de doenças e de parasitos são baixas. Já a desmama, aos 6-7 meses de idade, pode ser realizada próximo ao início do período seco. As recomendações quanto à melhor época de nascimento e de desmama de bovinos valem para pequenos, médios e grandes produtores.

 O criador deve começar esta programação definindo o período da estação de monta, uma vez que a gestação tem duração definida e os bezerros nascem nove meses depois.  “Quando se estabelece a estação de monta, estamos pensando na época em que as vacas estão no período mais férteis, com mais cios, e também na época do ano mais favorável para o nascimento dos bezerros”.

 Outros benefícios da programação  do nascimento dos bezerros. Com a estação de monta planejada para que os nascimentos ocorram no verão, pode-se dizer que o produtor terá benefícios para a saúde do recém-nascido, pois a seca dificulta a vida das bactérias e parasitas que provocam diarréias, verminosres e bicheiras nos bezerros”.

 A programação da desmama dos bezerros deve ser realizada levando-se em conta três aspectos:  o descanso das vacas, para que possam engravidar com mais facilidade na próxima estação; o não prejuízo do crescimento dos bezerros; e a redução do tamanho do rebanho na época da seca, quando há menos pasto disponível.

 

 

Fisioterapia Equina, O Futuro da Reabilitação do Cavalo de Esporte


FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO EQUÍNA
 

No meio esportivo equino, por vezes, falta o elo na cadeia de eventos que se inicia com a lesão do atleta e termina com o retorno á atividade física. Este elo representa a reabilitação planejada do cavalo de esporte e as terapias secundárias direcionadas em cada caso específico.
As consequências da inclusão deste elo são uma recuperação em curto prazo, com encurtamento das fases inflamatórias da lesão, aceleração da cicatrização, não formação de reações cicatriciais e evitar a perda de massa muscular e amplitude dos movimentos, temas comuns nos cavalos em recuperação.
As grandes equipes hípicas mundiais já iniciaram esse projeto á décadas, tendo obtido resultados muito além dos esperados em competição. Exemplo disso são as equipes de enduro do estado do Kentucky e alguns haras de PSI como da família Maktoum, os maiores criadores do mundo.
Existem várias terapias não invasivas que vem sendo utilizadas á décadas em atletas humanos que agora são empregadas no cavalo atleta de alta performance.  Estas terapias incluem:
- Agentes térmicos
- Eletricidade (TENS, FES)
- Som
- Luz (fototerapia)
- Campos magnéticos
- Compressão
- Movimento
O programa de fisioterapia equina é muito abrangente, desde potros recém-nascidos a cavalos idosos, sendo o objetivo principal a terapia de problemas musculoesqueléticos e a restauração do movimento adequado do cavalo.


CONDICIONAMENTO FISICO

O condicionamento físico de um cavalo atleta poderá ser maximizado através de programas planejados de fisioterapia respiratória e manual.
O objetivo de qualquer condicionamento básico é aumentar a resposta fisiológica e física ao exercício. As respostas psicológicas são maior confiança e desejo em realizar exercício e fisicamente adquirindo maior força e resistência com redução do risco de lesões.
O programa de condicionamento é específico a cada tipo de atleta, ou seja, em cavalos de corrida ou velocidade, por ser uma atividade quase que anaeróbia, a capacitação deverá ser voltada para essa característica e não somente capacitação aeróbia de resistência.
No programa de condicionamento aplicado serão trabalhadas as capacidades do atleta de:
- Aumentar a captação de oxigênio com diminuição da ventilação durante o exercício.
- Diminuição dos batimentos cardíacos durante exercício, aumento da dimensão cardíaca e da circulação sanguínea.
- Aumento da capacidade muscular aeróbia, mais rapidez na contração muscular, aumento da massa muscular.
- Maior alongamento e resistência de tendões e ligamentos
-Melhora da qualidade óssea e sua remodelação face ao exercício
 
 
 

Composição do Leite da Égua: Diferenças Entre as Raças

 


Muitos pensam que a produção de leite de uma égua se limita á égua ser boa ou ruim “de leite”. O leite da égua não deve ser subestimado, sobretudo por ser o alimento inicial da vida de um potro e seu principal alimento durante os três primeiros meses de vida.
A égua precisa produzir leite suficiente para dobrar o peso do potro em 60 dias,com o risco de haver um crescimento fora de padrão.
Comparado com as outras espécies, o leite da égua é consideravelmente baixo em alguns componentes, como segue:

Espécie animal
Água (%)
Matéria seca (%)
Proteína (%)
Gordura (%)
Lactose (%)
Matéria mineral (%)
Vaca
87,8
12,2
3,5
3,5
4,5
0,8
Égua
90,0
10,0
2,2
1,1
6,1
0,5
Ovelha
82,5
17,5
6,5
6,1
4,5
1,0

O artigo tem como objetivo auxiliar o criador e principalmente quem se utiliza do programa de transferência de embriões, para ajustar receptoras ás necessidades nutritivas de cada raça específica.

A glândula mamária
A égua possui quatro glândulas mamárias ligadas ao corpo por ligamentos de sustentação. Elas não possuem pelos e são extremamente sensíveis para responderem á sucção do potro. Ao contrário dos outros mamíferos, o leite é secretado apenas por duas tetas ao invés de quatro como a vaca, ou seja, apenas uma saída para cada duas glândulas mamárias.
No seu interior, a glândula mamária é composta por alvéolos que produzem o leite e vários ductos ramificados e interligados entre si, que o depositam e armazenam logo abaixo, numa câmara, enchendo o úbere da égua. O leite é aí mantido por um esfíncter muscular que o impede de sair, somente no processo de mama pelo potro.
Durante a gestação, as glândulas mamárias se desenvolvem sob a ação do hormônio progesterona, até ao momento do parto, onde a produção de colostro torna o úbere visível. Elas seguem se desenvolvendo até seu nível máximo oito semanas após o parto, aumentando assim a produção de leite proporcional ao crescimento do potro.

A Formação do leite
Os constituintes do leite são captados da circulação sanguínea pelas células mamárias. Nestas células, estes componentes são transformados em lactose, gordura e proteínas e armazenados nos alvéolos junto com água. Á medida que a câmara de armazenamento se enche, aumenta a pressão dos ductos, deixando assim o leite pronto para o potro.
A taxa de produção é controlada por hormônios, que por sua vez são controlados pela quantidade de leite que o potro mama. Quando o potro começa a comer pasto ou ração, diminui a ingestão do leite e assim a sua produção também cai. Se o potro ficar sem mamar por 24 horas, a glândula mamária inicia seu retrocesso e mesmo voltando a mamar após esse período, os níveis de produção já não serão os mesmos.

A curva de lactação

A quantidade e a concentração de todos os componentes do leite afetam diretamente a intensidade e o crescimento correto dos potros. Durante toda a lactação, o leite da égua sofre variações de acordo com seu status fisiológico, como gestação e cio.
A produção de leite aumenta em quantidade até os 60 dias de lactação, onde ocorre o pico lactacional. Após esse período, a produção de leite começa a cair juntamente com sua quantidade de nutrientes até atingir níveis mínimos de qualidade, ocasionando o desmame e o cessamento na produção.
Quanto mais cedo o potro iniciar a comer, também mais cedo diminui a produção do leite.

Os nutrientes do leite

Os nutrientes do leite variam na sua concentração de égua para égua e de raça para raça. Vários são os constituintes do leite, mas o foco deste artigo serão apenas os principais, sendo matéria seca, gordura, proteínas (caseína), lactose (principal açúcar) e matéria mineral (Cálcio e Fósforo).
Abaixo segue tabela comparativa entre as diversas raças encontradas no Brasil e as mais utilizadas para transferência de embriões.

Raça
Produção (Kg/dia)
Matéria Seca (%)
Gordura (%)
Proteína (%)
Lactose (%)
Matéria Mineral (%)
Cálcio (mg/Kg)
Fósforo (mg/Kg)
Quarto-de-Milha
11,8
10,8
1,4
2,4
5,8
0,6
787
504
Puro Sangue Inglês
14,9
11,8
2,1
2,3
6,52
0,68
843
543
Puro Sangue Lusitano
12,2
12,8
2,4
2,00
5,5
0,4
962
580
Puro Sangue Árabe
9,2
11,1
1,74
2,76
6,2
0,32
913
732
Mangalarga
9,5
10,2
1,6
1,9
6,5
0,35
-
-
Bretão
17,7
11,3
3,4
2,3
6,9
0,2
102
63

 



Curiosidades do Reino Animal

 

Mais antigos

Os animais passaram do mar à terra há 414 milhões de anos. Os primeiros animais terrestres do mundo incluem dois tipos de centípedes e uma pequena aranha encontrada entre restos de plantas.

Mais barulhento

O mais barulhento dos animais terrestres é o bugio das Américas Central e do Sul. Os machos possuem uma estrutura óssea na parte superior da traquéia que permitem que o som reverbere. Seus gritos assustadores foram descritos como um misto de latido de cão e zurro de asno, ampliado mil vezes, seus gritos podem ser ouvidos a até 5 Km de distância.

Mais fortes

Em proporção ao seu tamanho, os animais mais fortes são os besouros gigantes, encontrados principalmente nos trópicos. Testes realizados com o besouro-rinoceronte demonstravam que pode suportar em seu dorso 850 vezes o próprio peso. Para efeito de comparação, um homem pode levantar (com um auxílio de suporte) apenas 17 vezes o próprio peso.

Mordida mais forte

Um tubarão pardo de 2 m de comprimento pode exercer uma força de 60 Kg entre suas mandíbulas, o equivalente a uma pressão de t/cm2 nas pontas dos dentes. Apesar de não terem medido as mordidas de tubarões maiores, como o tubarão branco, deve ser ainda mais forte.

Olfato mais aguçado

O olfato mais aguçado existente natureza é o do macho da mariposa imperador que segundo experimentos feitos na Alemanha em 1961, pode detectar a substância sexual produzida pela fêmea virgem à distância de 11 Km, contra o vento. Os receptores localizados nas antenas do macho são tão sensíveis que são capazes de detectar uma única molécula de substância.

Mais venenosos

Os pequenos e brilhantes sapos das Américas Central e do Sul secretam algumas das toxinas biológica mais mortais conhecidas. A espécie é tão perigosa que os cientistas precisam usar luvas grossas para manipulá-la, no caso de eles terem cortes ou arranhões em suas mãos.

 

Mais curiosidades...

MAMÍFEROS

Maior
O maior mamífero do planeta é a baleia azul.

Mais pesado
Uma baleia fêmea pesando 190 t e medindo 27,6 m de comprimento foi capturada na Atlântico Sul.

Mais longo
O mais longo exemplar já registrado foi uma baleia fêmea medindo 33,58 m que encalhou na praia de Grytvi, Geórgia do Sul, em 1909.

Maior terrestre
Em média, os elefantes machos atingem a altura de 3 a 3,7 e pesam de 4 a 7 t. O maior exemplar já registrado foi um macho morto a tiros em Macusso, Angola. Deitado de lado, o elefante media 4,16 m em uma linha projetada do ponto mais alto do dorso até a base da para dianteira, indicando uma altura de 3,96 m quanto em pé. Seu peso foi calculado em mais de 12,24 t.

 

NO BRASIL

O maior mamífero terrestre brasileiro, a anta ou tapir, mede 2,01 m, de comprimento e pesa cerca de 250 Kg, atingindo 1,08 m de altura.

Maior Marinho
O maior mamífero dotado de dentes é o cachalote, sua mandíbula interior mede 5 m aproximadamente. Com um comprimento de 25,6 m.

Mais alto
O mais alto animal vivo é a girafa, encontrada em apenas na savana seca e em áreas semi-desérticas da África, ao sul do Saara.

Menores
O morcego possui uma envergadura de cerca de 16 cm e comprimento entre 2,9 e 3,3 m, pesando de 1,7 a 2,0 g. Esse tipo de espécie é encontrada apenas em cerca de 21 cavernas calcárias do Rio Kwae Roi, no sudoeste da Tailândia.

Marinho mais rápido
A baleia orca, chega a atingir uma velocidade de 55,5 Km/h, com cerca de 6,1 a 7,6 m de comprimento.

Mais lento
A preguiça de três dedos, desenvolve uma velocidade média de 1,8 a 2,4 m/min (0,1-0,6 Km/h). Porém, sobre as árvores, pode “acelerar” para 4,6 m/min (0,27 Km/h).

Mais sonolentos
Alguns tatus e preguiças passam até 80% de suas vidas dormindo ou cochilando.

Maior ninhada
O maior número de filhotes de um animal selvagem em uma só ninhada foi de 31, no caso de um tenrec encontrado em Madagascar.

 

CARNÍVOROS

Maior terrestre
O maior carnívoro terrestre é o urso polar, cujos machos pesam de 400 a 600 Kg e medem de 2,4 a 2,6 m do focinho à cauda.

Mais pesado
Um urso polar com supostos 907 Kg e cerca de 3,5 m do focinho à cauda foi abatido a leste de Kotzebue, Alasca, EUA.

Menos pesado
A doninha anã possui corpo de 11 a 26 cm, cauda de 1,3 a 8,7 cm e pesa de 30 a 200 g, sendo os menores indivíduos são as fêmeas que habitam a Sibéria e os Alpes.

No Brasil
O menor carnívoro brasileiro é a doninha amazônica, também chamada de furão, medindo 26 cm em média.

 
 


De que depende a cor do Ovo da Galinha?

 

A cor da casca do ovo é uma característica genética ligada à raça da galinha. As aves de plumagem branca colocam ovos brancos, enquanto as vermelhas (ou amarronzadas) põem ovos nesses tons. "A origem do pigmento não é conhecida, mas os cientistas acreditam que ele provenha de células presentes no útero, órgão em que é formada a casca", diz o médico-veterinário Ismar Araújo de Moraes, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Ao contrário do que muita gente pensa, a cor da casca do ovo não tem nada a ver com a alimentação que a galinha consome - a dieta da ave só influencia a coloração da gema. Do ponto de vista nutricional, não há diferença entre os ovos brancos e os vermelhos. Ambos são igualmente ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais e contêm por volta de 220 miligramas de colesterol. A diferença de preço entre eles - os vermelhos são normalmente mais caros - é determinada pelo mercado, já que eles são mais procurados pelos consumidores, que acreditam, erradamente, que os ovos escuros têm mais vitaminas na gema.
 
Veja ! Gerenciamento na Produção de Leite, Requeijão, Capivara, Sugestão de Sorvetes, Vozes dos Bichos, Curiosidades do Reino Animal... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 29 de Julho de 2014 11:25

Atividade leiteira exige competência no gerenciamento

 

Gerenciar significa organizar, ter uma visão que possibilite tomar medidas que tragam benefícios para qualquer atividade. Tal conceito deve ser aplicado também na atividade leiteira. Para isso, é preciso conhecer bem as características da propriedade, gostar do que se faz  e estabelecer metas.


 Ressaltamos que um ponto fundamental de administrar uma propriedade produtora de leite é o de gerenciar pessoas, o que exige bastante habilidade. Cada trabalhador em uma fazenda leiteira tem um nível de responsabilidade, de acordo com sua função e capacidade. “Entre as características de um  bom gerente estão: ter pensamento positivo, gostar do que faz, saber lidar bem com pessoas, administrar conflitos, ter habilidade para reagir rapidamente e resolver problemas, além de focar o trabalho nas metas e resultados”. 

Outro aspecto fundamental apontado é de suma importância na atividade gerencial é anotar os dados da produção para poder organizar e controlar melhor a atividade. Para isso ele reitera que é indispensável um caderno de registros para anotar informações tais como: nascimentos, dados de inseminação, produção diária, dados individuais das Cabras ou Vacas  - para saber quais trabalham melhor, a relação das Cabras ou Vacas em lactação e o total de animais, a produção por animal em lactação, a taxa de mortalidade, dentre outros aspectos.

 Também é importante registrar a quantidade de concentrado por litro de leite associada a uma estratégia de alimentação, os litros de leite produzidos por mão de obra - para avaliar a eficiência dos trabalhadores, e o total de litros de leite produzidos por hectare para se avaliar a eficiência das áreas de produção de forragem.

 

Requejão Cremoso Orgânico

 

Pastagens naturais e livres de agrotóxicos ou adubos químicos servem de alimento para um plantel de vacas girolandas, nascidas do cruzamento do gado holandês (altamente produtivo, embora sensível ao manejo extensivo) com o gado gir (um gado mais rústico, porém melhor adaptado aos climas tropicais). É assim que o Laticínio Nata da Serra produz o leite orgânico, que é um leite puro, natural e produzido de maneira ecologicamente correta,tornando possível o surgimento de um requeijão cremoso orgânico de excelente qualidade.Além de suas vacas serem criadas soltas, sem stress, recebem uma alimentação 100% natural, sem agrotóxicos, aditivos químicos, nem hormônios. 
Os bezerros são mantidos junto às mães, pois existe uma real preocupação com o lado afetivo do animal. O tratamento de saúde dos animais dispensa o uso de antibióticos, vermífugos, inseticidas, carrapaticidas e outras drogas, sendo unicamente utilizado o sistema homeopático, feito de forma preventiva. O resultado é esse: um leite muito mais puro e saudável, e que carrega consigo a responsabilidade na preservação do meio ambiente e o respeito ao consumidor.O leite orgânico Nata da Serra é certificado pela A.A.O (Associação de Agricultura Orgânica) e é inspecionado pela Vigilância Sanitária, através do Serviço de Inspeção (órgão governamental).
 
 

Capivara

Rústico e resistente a doenças, o roedor tem fácil adaptação à vida em cativeiro e pode gerar lucros com produção de carne, couro e gordura

 

Editora Globo

Há pouco mais de uma década, as carnes exóticas eram uma novidade encontrada especialmente em restaurantes mais refinados dos grandes centros urbanos. Em alguns anos, a proteína animal alternativa tornou-se mais fácil de ser comprada até no varejo, embora ainda não esteja disponível em todos os açougues e cidades do país. Entre as que ganham espaço nos pratos dos brasileiros, a carne de capivara é uma das que mais têm se popularizado por aqui, a ponto de o pequeno número de criadores comerciais autorizados não dar conta do abastecimento regular do mercado. 

Como se adapta bem à vida em cativeiro e é fácil de reproduzir, além da boa aceitação pelo consumidor, a capivara pode render lucros a quem se dispõe a criá-la. Rústica, resistente a doenças e sem muitas exigências para o manejo, pode ser abatida até os 18 meses de vida, embora entre 10 a 12 meses seja o período em que apresenta carne magra e macia, mais valorizada pela indústria e o varejo. Paleta, lombo e pernil são alguns dos cortes preferidos da carne do animal, que também é excelente fonte de vitaminas do complexo B e tido como iguaria nativa de sabor diferenciado pelos chefs de cozinha. 

Dotado de características adequadas para a fabricação de artefatos, o couro elástico, resistente e suave da capivara também é excelente matéria-prima para a produção de cintos, sapatos e luvas. O material também tem boa demanda para a confecção de acessórios específicos para jogos de golfe e beisebol, esportes mais populares no exterior, onde o insumo é pago a preços mais atraentes. A gordura é outro subproduto do animal, pois dela é possível extrair um óleo que tem utilidade na industrialização de produtos farmacêuticos e de cosméticos. 

Simples, as instalações para criar capivaras têm custo de implantação baixo, e os criadores podem aproveitar espaços já existentes na propriedade. A atividade pode ser consorciada com criações de gado, peixes e aves aquáticas, além de emas e galinhas. A engorda das capivaras segue um cronograma com cuidados necessários para cada fase de vida até atingir o peso de abate, em torno de 35 a 40 quilos. O preço pago pelo abatedouro ao criador varia de R$ 10 a R$ 12 o quilo vivo. 

Roedor herbívoro fácil de lidar, a capivara tem porte médio, com 1,30 metro de comprimento e altura que pode variar de 0,50 a 0,60 metro. Em média, a fêmea pesa 50 quilos, enquanto o macho pode chegar a 60 quilos. Há exemplares, no entanto, que chegam a 100 quilos. Com habilidade para nadar e saltar, a capivara é mais ativa nas primeiras horas do dia e no fim da tarde, marca território e tem o hábito de viver em grupos, respeitando posições hierárquicas.

 

 

3 sorvetes que vão deixar o verão bem brasileiro

Pitanga, araticum e outras frutas prometem refrescar o calor durante a estação

 

Após uma extensa pesquisa, a sorveteira Rita Medeiros chegou ao livro Sorbets e sorvetes: uma festa de frutas brasileiras, lançado este ano pela editora Terceiro Nome. Em sua sorveteria, em Brasília, aSorbê, a autora desenvolve os mais diferentes gelados e foca na diversidade de produtos brasileiros para fazer suas experiências. Cagaitasbarusjenipaposmacaúbasaçaíscupuaçus desfilam pelo lugar e despertam a atenção e o paladar dos clientes. 

O livro de Rita apresenta várias receitas, mas também mostra a exuberância das matas brasileiras e desbrava o Cerrado e a Caatinga em busca de frutos ainda pouco conhecidos. Informações científicas e curiosidades também estão na publicação. Para dar um gostinho, selecionamos três receitas irresistíveis que vão deixar o verão mais prazeroso.

 

Divulgação/Terceiro Nome
O preparo dos sorvetes é simples e valoriza as frutas regionais

RECEITA BÁSICA PARA SORBETS E SORVETES 
Ingredientes para sorvete 
1 litro de leite 
2 xícaras de açúcar refinado 
2 xícaras de creme de leite 
Castanhas, doce de leite ou polpas concentradas de frutas (escolha a polpa que desejar) 

Ingredientes para sorbet 
1 litro de suco de fruta batido com água 
1 xícara de açúcar refinado 

Como preparar


Cada fruta tem sua particularidade, mas o modo básico de produzir sorvetes e sorbets não muda. Comece batendo o açúcar com o líquido escolhido (suco ou leite e creme) no liquidificador por alguns minutos. Depois, despeje a mistura numa tigela, misture castanhas, pedaços de frutas ou outros ingredientes e leve tudo ao freezer por cerca de 40 minutos. Em seguida, bata a mistura na batedeira por cerca de 4 minutos e leve a mistura de volta ao freezer, por outros 40 minutos. Repita a operação, lembrando que quanto mais vezes a massa for do freezer à batedeira e da batedeira ao freezer, melhor. Por cima do sorvete ou do sorbet é ótimo colocar castanhas picadas, caldas, frutas em calda ou pedaços de chocolate. 

DICAS 
Sorvete ou sorbet, ambos são muito fáceis de fazer. Uma dica importante: seja qual for a mistura escolhida, quanto mais vezes ela for do freezer à batedeira e da batedeira ao freezer, mais ar será incorporado, e quanto mais aerada a massa, melhor. Outra dica importante é que, quanto mais forte o suco, mais sabor ele irá introduzir na receita, ou seja, dose a quantidade de suco em relação à quantidade de água de acordo com o sabor mais ou menos marcante que você deseja.

 

Divulgação/Terceiro Nome


SORVETE DE ARATICUM 
Ingredientes 
3 litros de leite integral 
1 colher de sobremesa de emulsificante 
1 quilo de açúcar 
600 gramas de polpa de araticum 
1 pitada de sal 
Cravo a gosto 

Como preparar


Deixe o leite ferver durante mais ou menos 1 hora em fogo baixo junto com o açúcar, o sal e o cravo. Acrescente então a polpa de araticum. Espere engrossar um pouco e retire do fogo. Para transformar esta receita em sorvete, basta acrescentar mais 1 litro de leite a 400 gramas do doce. Bata bem no liquidificador para dissolver quaisquer grumos. Transfira a combinação para uma batedeira. Adicione uma colher de sobremesa de emulsificante. Bata por pelo menos 10 minutos. Leve ao freezer por 40 minutos. Retire e volte a bater na batedeira por mais 10 minutos. Leve ao freezer por duas horas em uma tigela, envolta em filme plástico. Retire e sirva.

 

Divulgação/Terceiro Nome

SORBET DE PITANGA 
Ingredientes
1 quilo de pitangas maduras 
400 gramas de açúcar 
1/2 litro de água

Como preparar


Passe as pitangas por um processador para retirar os caroços. Misture a água com o açúcar e leve ao fogo até que derreta totalmente. Deixe esfriar. Em seguida, adicione as pitangas, mexendo bem por um minuto. Leve ao freezer por 40 minutos. Retire. Transfira para uma tigela e use a batedeira por 10 minutos. Leve ao freezer novamente e repita a operação de congelar e bater a mistura por pelo menos três vezes ou até quando achar que a massa do sorbet ganhou ar suficiente. Deixe então no refrigerador até a hora de servir. Embora dê um pouco de trabalho, é muito melhor retirar as sementes uma a uma, na mão. Assim, o aproveitamento da fruta é maior.

 

 CONHECENDO AS VOZES DOS BICHOS

As vozes dos bichos recebem os seguintes nomes:

 

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Arrulho: pombo
Balido: ovelha, carneiro
Barrido: elefante
Berro: cabra, carneiro
Cacarejo: galinha
Chilrear: pássaros
Coaxar: sapo, rã
Cricri: grilo
Ganido: cachorro
Gorjeio: pássaros
Grunhido: porco, javali
Guincho: macaco, gavião
Latido: cachorro

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Miado: gato, onça
Mugido: boi
Relincho: cavalo
Rosnado: cachorro, lobo, raposa
Uivo: cachorro, lobo
Zumbido: abelha, vespa
Zurro: burro

 

 

 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

Curiosidades do Reino Animal

a) Um camelo consegue beber 120 litros de água em 10 minutos. Ele retém água para 8 dias. Porém, a girafa e o rato podem viver sem água mais tempo que o camelo.
b) As girafas atingem 7 metros de altura. Apesar do tamanho, o seu pescoço tem apenas 7 ossos, o mesmo número de ossos que o pescoço do homem. A cabeça da girafa fica a mais de 2 metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração precisa ser muito forte. O coração da girafa é 43 vezes maior que o do homem.
c) O porco-espinho tem, em média, cerca de 30.000espinhos. Ele é um excelente nadador, porque os espinhos o ajudam a flutuar.
d) As grandes orelhas do elefante servem para resfriar o animal. Quando o sangue
passa pelos vasos próximos à superfície das orelhas, se resfria com o vento. Além disso, abanar as orelhas também ajuda a refrescar.
e) A carapaça das tartarugas é a própria pele que engrossou e ficou dura. Elas não
conseguem sair da carapaça, mas colocam a cabeça e as patas para fora.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL 

 

a) A anta é maior mamífero terrestre do Brasil. Pode atingir até 2 metros de comprimento e 1 metro de altura, chegando a pesar 300 quilos.
b) Cada salto em distância do canguru alcança 10 metros, enquanto o sapo pula até 5,5 metros. Em termos de altura, o canguru alcança 2,7 metros, menos que o puma, que atinge 3,1 metros.
c) O beija-flor bate as asas 90 vezes por segundo, quatro vezes mais que a libélula.
Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em cerca de 2.000 flores
por dia.
d) A preguiça movimenta-se lentamente durante a noite e dorme de dia ( mais de 18 horas ). Tem um pescoço que pode até 180 graus. Assim, não precisa mexer o corpo para olhar o que está acontecendo ao seu redor.
e) Os morcegos são os únicos mamíferos que sabem voar. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar em locais mal-iluminados, mesmo sendo animais de hábitos noturnos. Usam o nariz em forma de ferradura para emitir ultra-sons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória de vôo e desviar-se deles.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



a) Os dois únicos mamíferos ovíparos, isto é, que botam ovos, são o ornitorrinco e a equidna, os quais vivem exclusivamente na Austrália.
b) Outro animal exclusivo da fauna australiana é o casuar, uma ave corredora, com asas curtas e patas fortes, semelhante ao avestruz.
c) A preguiça é um mamífero curioso, que tem o corpo coberto por pelos grossos e
longos, que vive nas matas, movimentando-se nas árvores muito lentamente ( daí o seu nome ). Dorme de dia e movimenta-se à noite, alimentando-se de folhas das árvores.
d) Os morcegos são os únicos mamíferos que voam. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar e tenham hábitos noturnos. Eles usam o nariz para emitir ultrassons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória. Essas vibrações atingem os objetos e voltam em sua direção, permitindo avaliar o seu tamanho e localização.
e) O pica-pau é uma ave com ouvido muito apurado, que consegue localizar as larvas de insetos dentro do tronco e galhos das árvores. Então fura a árvore no ponto certo, dando repetidas bicadas e abrindo um buraco, que lhe permite introduzir a língua e apanhar a larva



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL 


Curiosidades do Reino Animal

a) O maior ovo é o do avestruz, que mede 15 - 20 cm e pesa 1,2 kg, equivalente a duas dúzias de ovos de galinha; enquanto o menor ovo é o do beija-flor, com 1,2 cm.
b) As cobras comem a cada 15 dias, em média. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, já que elas engolem suas presas inteiras,sem mastigar.
c) Conforme a espécie, uma lacraia ou centopéia tem de 28 a 354 patinhas!
d) Testes feitos por cientistas com diversos animais, mostram que o chimpanzé e o golfinho são os mais inteligentes.
e) O falcão voa bem alto e possui excelente visão. Quando ele avista uma presa, se lança sobre ela num vôo tão rápido que chega a atingir 300 km/hora!
f) As formigas-correição são conhecidas por saírem de seu ninho em bandos enormes, que caminham em fileira, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



a) As formigas-correição costumam sair do formigueiro em bandos enormes, com milhares de indivíduos que desfilam, durante horas, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.

b) O cavalo-marinho é um pequeno peixe com aparência de um cavalo. Curiosamente, a fêmea deposita os ovos ( em número de 200 - 400 ) em uma bolsa ou saco abdominal do macho, onde são incubados. Portanto, o macho é que fica grávido.


c) O louva-deus, apesar da sua atitude que lembra uma pessoa em oração, é um inseto predador de outros insetos. Algumas espécies chegam a praticar o canibalismo, não sendo raros os casos em que a fêmea, de tamanho maior, devora o macho após a cópula.


d) Quando em perigo, os elefantes formam um círculo, com os mais fortes na frente,
protegendo os mais fracos.
e) Toda as cobras produzem uma substância tóxica, porém poucas espécies possuem a capacidade de injetá-la porque não possuem dentes para isso. O veneno misturado à saliva ajuda na digestão das presas engolidas. As cobras que conseguem injetar o seu veneno são consideradas peçonhentas. No Brasil, a jararaca é responsável por 85% dos casos de picada em seres humanos. Depois, vêm a cascavel e a coral.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



Fotos de Stock: Reino animal. Imagem: 14225143

a) O animal que vive mais tempo é a tartaruga de Galápagos, que pode viver até 360
anos.
b) O animal mais veloz na terra é o guepardo, que pode atingir a velocidade de 100 Km/hora. O mais veloz no ar é o falcão peregrino, capaz de mergulhar à velocidades de 300 Km/hora.


c) O animal de língua mais comprida é o tamanduá, cuja língua pode medir até 50 centímetros. Ela libera um líquido doce que serve de isca para atrair formigas e cupins. Sua boca, no entanto, tem apenas 2,5 centímetros de largura.
d) O animal mais fedido é o zorrilho africano; quando se sente ameaçado, ele esguicha um líquido mal-cheiroso que provém de suas glândulas anais.
e) A rêmora é um pequeno peixe que possui, na parte superior da cabeça, uma placa com várias ventosas, utilizadas para sua fixação em animais maiores ( baleia, tartarugas e outros peixes, como cação e tubarão ) e até mesmo em barcos. As rêmoras são assim transportadas sem despender nenhum esforço.

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 27 de Julho de 2014 09:11

Instalações e Fases de Criação dos Caprinos

 



O chiqueiro recomendado para a criação de caprinos deve ser rústico, destinado ao abrigo e manejo dos caprinos. Deve ser construído utilizando materiais existentes na propriedade, tais como madeira redonda e palha de babaçu ou carnaúba para a cobertura, com piso de chão batido.

O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho, recomendando-se uma área útil de 0,8 m2 a 1,0 m2, para cada animal adulto. É importante que o chiqueiro apresente, internamente, pelo menos quatro divisões, destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento.
  • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas.
  • Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).
  • Cabriteiro (animais em lactação).
  • Cabritos desmamados.

A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas, evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.

Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas, quanto para os animais em reprodução e desmamados, devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais.

Os cochos podem ser feitos de pneus, de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0,50 m do solo, podendo, sobre eles, ser colocado um protetor, constituído por ripa ou arame, a uma altura de cerca de 0,30 m acima da altura do cocho, para evitar a entrada de animais.

 

 

Bezerros Leiteiros: Colostro e Colostragem

 


O que é Colostro?

Colostro é a primeira secreção da glândula mamária obtida na primeira ordenha pós-parto. Até dois a três dias após o parto, os mamiferos produzem o leite de transição e, a partir deste momento, segue-se a produção de leite. [1]
O colostro é uma secreção amarelada e viscosa, distinguindo-se consideravelmente do leite, como pode ser observado na figura 1. As diferenças entre leite e colostro não se restringem aos aspectos físicos, facilmente visualizados, mas também à composição nutricional dos dois produtos. A tabela abaixo demonstra algumas características nutricionais do colostro e do leite. [1]

Tabela 1 - Composição nutricional do colostro (duas ordenhas) e do leite


Fonte: adaptado de A Guide to Colostrum and Colostrum management for dairy calves, 1995.

O colostro é um alimento altamente nutritivo, rico em substâncias imprescindíveis para a saúde do neonato. A densidade e a percentagem de sólidos totais estão intimamente relacionadas, sendo que, quanto maior a quantidade de sólidos, maior será a densidade da secreção e maior a quantidade de nutrientes na solução. As gorduras serão utilizadas pelo neonato principalmente como fonte energética para a manutenção do seu metabolismo e temperatura normais. As proteínas além de participarem do metabolismo e desenvolvimento do animal, conferem proteção contra doenças. Percebe-se que, a quantidade dos nutrientes que compõem o colostro reduz continuamente, com o tempo e com o número de ordenhas, até atingir a composição do leite. [2]

Qual a importância do colostro para os bezerros?

O colostro, além de ser o alimento ideal para os neonatos, devido às suas características nutricionais, também possui diversas outras funções. É fonte de células de defesa maternas, hormônios, fatores de crescimento e fatores antimicrobianos que atuam no desenvolvimento do sistema digestivo do bezerro e o protegem contra doenças. [2]

O fornecimento do colostro ao bezerro a uma temperatura adequada auxilia na manutenção da temperatura corporal do neonato e evita a ocorrência de doenças subsequentes. A grande quantidade de gordura presente no colostro é a principal responsável pela manutenção da temperatura corporal, pois a partir da sua queima há a produção da energia necessária para esta função.

Assegura-se, porém, que a função de maior importância desempenhada pelo colostro seja a transferência de imunidade passiva.

   
 
 

Conhecendo a Crosta Terrestre

 




A crosta terrestre, também chamada litosfera, é a camada externa e sólida do nosso planeta, em grande parte recoberta por água  e envolvida por uma camada gasosa (atmosfera ). Assim, distinguem-se duas partes: a crosta  continental e a crosta oceânica.
   A crosta continental ou emersa tem espessura variável, podendo chegar a 70km; a crosta oceânica ou submersa tem espessura menor, porém abrange área maior ( cerca de 71% da superfície total ).
    Em muitos locais da crosta continental, as rochas que a compõem se encontram expostas ( afloramentos rochosos ); mas freqüentemente estão cobertas por uma capa de material não consolidado, de espessura variando de alguns centímetros até dezenas de metros, que recebe o nome de regolito ou manto de intemperismo. A porção superior do normalmente  se apresenta diferenciada em camadas ( horizontes ), as quais são exploradas pelas raízes das plantas, constituindo o solo.
   A crosta continental se encontra repartida entre os continentes e ilhas. A sua superfície possui relevo irregular, apresentando montanhas, vales, planaltos, planícies, etc. Em vários pontos é penetrada pela hidrosfera, através de lagos, lagoas, rios e afluentes, sendo que  nas regiões polares se apresenta coberta  por geleiras.
    Por outro lado, no interior da crosta freqüentemente se encontram aqüíferos ou lençóis de água subterrâneos, bem como jazidas de petróleo.
 

Conhecendo os Mamíferos Aquáticos

 
 


  Embora a maioria viva em terra firme, muitos mamíferos se adaptaram à vida na  água, seja no mar, seja em rios e lagos.
        Entre os mamíferos marinhos, destacam-se os pertencentes à ordem dos Cetáceos,
cujas patas dianteiras se transformaram em  nadadeiras, as patas traseiras estão ausentes, apresentando também uma nadadeira caudal. Os representantes típicos são as baleias, os maiores de todos os animais. Existem várias espécies, tais como: baleia azul ( a maior ), baleia comum, jubarte, cachalote, rorqual, etc. Em seguida vêm as focas, mamíferos muito numerosos. Depois, seguem-se: lontra marinha, peixe-boi  ou vaca-marinha, leão-marinho, elefante-marinho, morsa, golfinho, dugongo, orca e toninha.
         Entre os mamíferos de água doce, destacam-se: boto, tucuxi, hipopótamo, lontra e ariranha. Existem ainda, mamíferos que podem ser considerados semi-aquáticos, como o castor e a capivara.
 

Conhecendo a Bananeira

 


A bananeira, pertencente à família das Musáceas, é uma planta curiosa. O caule verdadeiro é um rizoma, horizontal e subterrâneo. O que parece ser um caule vertical é um pseudocaule, formado por bainhas das folhas. O fruto é um cacho, com várias pencas de bananas, sem sementes. Após a colheita do cacho, o pseudo-caule deve ser cortado, ou morre naturalmente. O rizoma possui gemas, das quais brotam novas folhas, originando novos pseudocaules, ou seja, novas bananeiras. Assim, forma-se  uma touceira, com tendência a aumentar lateralmente.
 

Curiosidades do Reino Animal

 




          a) Ninho do joão-de-barro.
          b) Teia da aranha.
          c) Chocalho da cascavel.
          d) Tromba do elefante.
          e) Bico do ornitorrinco.
          f) Bolsa do canguru.
          g) Beija-flor, que para no ar.
          h) Morcego: único mamífero que voa e que dorme pendurado de cabeça para baixo.  
 


Conhecendo as Plantas com Espinhos

 



Espinhos são apêndices que se desenvolvem nos caules, ramos ou folhas de plantas pertencentes a diversas famílias botânicas. Fazem parte da estrutura do vegetal, sendo lignificados ( endurecidos ) e pontiagudos, como os da laranjeira. Não é possível removê-los sem causar lesões nos tecidos subjacentes.
Os espinhos não devem ser confundidos com os acúleos, que são formações epidérmicas ( superficiais ) e facilmente destacáveis, como os da roseira. Outra diferença é que os espinhos estão ligados ao sistema vascular, ao passo que os acúleos não possuem elementos condutores de seiva.
As plantas espinhentas ocorrem principalmente nas regiões áridas ( desertos ) e semi-áridas (estepe, caatinga), onde predominam plantas das famílias Cactáceas - cacto, mandacaru, xique-xique; e Bromeliáceas - ananás, gravatá, caroá, macambira.
Outras plantas com espinhos, de diferentes famílias, são: faveleira, arranha-gato, primavera, joá-bravo, urtiga-brava, etc.
Entre as planta frutíferas providas de espinhos, podem ser citadas: laranjeira, limoeiro, abacaxi, figo-da-Índia, etc.
Entre as plantas espinhentas usadas para cercas vivas, destacam-se: coroa-de-Cristo, espinho-de-cerca, pinhão-bravo, etc.
 

Conhecendo as Plantas Têxteis

 
 

Fonte:portugaldigital
O termo têxtil é usado para designar todos os tipos de fibras, fios e tecidos , naturais ou sintéticos, que servem para a fabricação de uma grande variedade de produtos. Podem ser de origem animal ( lã, seda ), vegetal ( algodão, linho ) ou artificial ( náilon, poliéster ). As fibras de origem vegetal são, sem dúvida, as mais importantes.
Chamam-se plantas têxteis aquelas que fornecem fibras para a produção de artefatos tais como: tecidos, vassouras, redes, tapetes, etc.
De acordo com a parte da planta de onde provêm as fibras vegetais, podem ser sub-divididas em: a) fibras de sementes; b) fibras de entrecasca; c) fibras de palmeiras.
1. Fibras de sementes. Muitas sementes possuem um revestimento piloso que facilita o seu transporte pelo vento. Algumas, porém, são providas de quantidade tão grande que podem ser empregadas na indústria têxtil. Como exemplos, podem ser citadas: algodão, paina, taboa, etc.
2. Fibras de folhas. Outras plantas possuem folhas ricas em fibras, que também são empregadas na indústria têxtil. Exemplos: sisal ou agave, caroá, guaxima, etc.
3. Fibras de entrecasca. Neste caso, as fibras se localizam no líber ou floema. Exemplos: linho, cânhamo, juta, rami, etc.
4. Fibras de palmeiras. Grupo heterogêneo, no qual se incluem fibras procedentes de várias partes da planta: a) frutos - coqueiro-da-bahia; b) folhas - piaçava, carnaúba, buriti, etc.


Conhecendo o Comportamento Animal

 



Para sobreviver e crescer, os animais executam uma série de atividades que caracterizam o seu comportamento: defender o seu território, acasalar-se, busca de alimentos, ataque e defesa, formação de grupos, etc.
Chama-se território a área que o animal utiliza para obter os recursos vitais que necessita. Geralmente, o macho procura se acasalar com uma ou mais fêmeas. Algumas espécies são polígamas, outras são monógamas. De qualquer modo, há necessidade de construir ninho ou toca para abrigar os filhotes.
Muitas espécies se organizam em grupos, seja do tipo familiar ou social. A vida em grupo facilita tanto a caçada ( leões ) como a defesa ( búfalos ). As organizações mais complexas são as dos chamados insetos sociais, que formam grandes colônias, como as abelhas, vespas, formigas e cupins.
Encontrar comida adequada e em quantidade suficiente é uma tarefa essencial a todos os animais. Alguns possuem dieta especializada - os coalas se alimentam exclusivamente de folhas de eucalipto e os pandas comem principalmente brotos de bambu. Muitos animais são herbívoros, como os ruminantes; outros são carnívoros, como os felinos e as aves de rapina. Existem ainda animais de dieta generalizada (onívoros), como os macacos, os ratos e os porcos.
Numerosas são as adaptações para ataque:dentes e garras (felinos), bicos e garras ( aves de rapina), órgão inoculador de veneno (aranhas, escorpiões, cobras ), etc.; e também para defesa: carapaças (caracóis, conchas, tartarugas, etc.), espinhos (ouriço, porco-espinho, etc.).
Várias são as táticas de ataque (emboscada, caça em grupo, etc.) e de defesa (camuflagem, mimetismo, entrar na toca ou subir em árvore.
Há ainda animais migradores, como os gnus; e os que hibernam, como o urso polar.
 
Veja ! EXPOCOSE 2014, Arte do Bonsai, Animais de Chifres, Saprófitos, Poluição, Plantas Têxteis, Fauna Marinha, Reino Vegetal e Hortaliças... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 24 de Julho de 2014 09:02

 

O Município de Sertânia tem o prazer de realizar a 42ª EXPOCOSE 2014 em conjunto com a II EXPOSERTÂNIA

 

Nesta Exposição a Bela Raça as cabras Anglo Nubianas desfilaram na Capital da caprinocultura ou seja no Berço do Anglo, Um palco espetacular abrigando os melhores rebanhos de todo Brasil, A EXPOSERTÂNIA iluminada,sonorizada e climatizada, por onde desfilaram os melhores exemplares das raças Anglo Nubiana e outras Raças, Conforto, segurança e distinção para todos !!!

Com certeza será um Sucesso de publico e de negócios, demonstrando o bom momento da caprino-ovinocultura brasileira

Não poderíamos deixa de lembrar que desde da década de 1970 que criadores fizeram seus trabalhos em prol da raça Anglo, no inicio com José Leal,Rômulo Patú, Guido Chaves, Marcos Cordeiro,Hercílio Teixeira, Severino Ferreira, Antonio Rodrigues, Flavio Chaves(Azulão), Zilmar Valença, Marcelo Rufino, Lívio Chaves, Andre Chaves, Joan Jonas, Carlos Rufino, Arcôncio Lins, Adalto da casa agricola, Nequinho de Dario, Roberto Arruda, Geraldo Maciel(rato), Silvio Bezerra, Chico Arruda, Valdomiro Feitosa, Doba, Fernando Marinheiro, José Bras, Roderik Brito, Andre Ferreira entre outros criadores.

Quero fazer um registro ou seja relembrar os rebanhos de Pernambuco que já foram Campeões Nacionais da raça Anglo Nubiana, A Granja Moxotó já foi Campeão Nacional com destaque para os animais Caprichosa do Moxotó, Califa do Moxotó e Acácia do Moxotó. O Rebanho Capril da Santa Fé com o bode Rocha da Santa Fé, A Fazenda Soares com o Bode Dragão do Azulão e Flavinha do azulão, Capril Rio Branco com a cabra Flor do Rio Branco, O Capril do Jericó com nana do Jericó, Duchinho II do Jericó e Renen do jericó 

 

 

Foto

 


 

Conhecendo a Arte do " BONSAI "

 


" Bonsai " é uma palavra japonesa que designa a arte de cultivar árvores mantendo-as anãs guardando, porém, todas as características da árvore de tamanho normal. As miniaturas de árvores como carvalho, pinheiro, cerejeira, cedro, etc. são plantadas em vasos e usadas como ornamento. Em seu estado natural, essas árvores alcançariam vários metros de altura.
O segredo para controlar o seu desenvolvimento é submetê-las a podas periódicas e adubá-las com fertilizantes apresentando deficiências de certos nutrientes, em ambientes com escassez de água e de luz.
O seu sistema radicular permanece reduzido e dotado de pequenos troncos retorcidos e folhas minúsculas. Quanto menores forem,mais tortuosas se tornarão, dando a impressão de serem plantas velhas; e mais apreciadas serão. Algumas dessas árvores mirradas chegam a durar mais de um século.
Os japoneses praticam a arte do bonsai há muitos séculos, a qual vem se expandindo para outros países do Ocidente, principalmente os Estados Unidos.




Conhecendo os Animais com Chifres

 


Chifres são protuberâncias rijas inseridas na cabeça de certos animais, principalmente mamíferos, que lhes servem de arma de ataque e defesa.
Os chifres dos mamíferos podem ser de 4 tipos:
a) Apêndices ósseos derivados do osso frontal, cobertos por uma bainha córnea de ceratina, como nos bovinos, caprinos e ovinos.
Tanto as protuberâncias ósseas como as bainhas são permanentes e de crescimento lento.
b) O segundo tipo é exclusivo do antílope americano, no qual a bainha córnea cai e se renova anualmente.
c) O terceiro tipo ocorre nos cervídeos ( veados em geral ), nos quais os apêndices ósseos são ramificados e revestidos de pele macia e vascularizada, sendo mais propriamente chamados de galhada. Ao completar o crescimento, a pele seca, fende-se e cai em tiras, deixando livre a parte óssea, que acaba por se desprender também. São chifres anuais.
d) A girafa e o ocapi apresentam o quarto tipo, formado também por osso, que é
curto e revestido por pele e pelos; tanto o cerne de osso como o revestimento são permanentes.
Nos rinocerontes existe , sobre o focinho, uma ou duas protuberâncias formadas exclusivamente por fibras aglutinadas longitudinalmente.
Em geral, apenas os machos possuem chifres e, quando ambos os possuem, nas fêmeas eles são mais fracos.
 
 
 

Conhecendo os Saprófitos

 



Denominam-se saprófitos os vegetais heterótrofos, isto é, incapazes de produzir compostos orgânicos a partir de inorgânicos ( fotossíntese ) e que se alimentam de restos de organismos mortos. Não confundir com parasitas, que obtêm alimento de organismos vivos.
Como exemplos de saprófitos podem ser citados a maioria dos fungos e bactérias e
algimas plantas superiores desprovidas de clorofila, como a Neótia - uma orquidácea saprófita.
São os saprófitos que, por fermentação em cadeia , decompõem os excrementos e os restos vegetais e animais, devolvendo ao solo os nutrientes minerais necessários à nutrição das plantas verdes ( providas de clorofila ); e devolvem à atmosfera o gás carbônico que essas plantas assimilam por fotossíntese. Portanto, os saprófitos desempenham papel ecológico muito importante, permitindo a reciclagem dos nutrientes minerais.
 

Conhecendo a Poluição

 


O termo poluição designa o conjunto de compostos tóxicos introduzidos no ambiente, que alteram as condições ecológicas naturais, de modo a prejudicar os recursos biológicos, ou seja, a flora, a fauna e o próprio homem. Os agentes que causam essas alterações são chamados poluentes. Estes são, em geral, substâncias sólidas, líquidas ou gasosa que poluem o ar, a água e o solo.
Os poluentes podem ser naturais, como as erupções vulcânicas, que lançam cinzas e gases tóxicos, ou decorrentes da atividade humana, como o aumento do teor de gás carbônico na atmosfera, em conseqüência do uso de combustíveis.
O homem sempre poluiu a natureza, o problema é que, nos últimos anos, a intensida-
de de poluição vem aumentando progressivamente.
As principais fontes de poluição são: a) produção e utilização de combustíveis, incluindo vazamentos e lançamentos na atmosfera, de diversos compostos tais como: gás carbônico, óxidos de enxofre, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos; b) atividades da indústria química, fonte de numerosos poluentes, alguns de difícil decomposição ( plásticos, pneus velhos, pilhas usadas, etc.); c) atividades agrícolas, pelo uso de fertilizantes, principalmente nitratos; e uso de agrotóxicos ou defensivos agrícolas ( inseticidas, fungicidas, herbicidas, etc. ).
Os poluentes atmosféricos podem passar para a água e o solo, através da chamada chuva ácida. Os óxidos de enxofre, em contato com a água da chuva, são convertidos em ácido sulfúrico; do mesmo modo, os óxidos de nitrogênio são convertidos em ácido nítrico


Conhecendo as Plantas Têxteis

 
 
 
 
Dá-se o nome de plantas têxteis àquelas que produzem fibras que podem ser convertidas em fios para tecelagem. Além das fibras vegetais há também fibras animais, como a lã e a seda, e fibras artificiais, como rayon, nylon, etc.
As fibras vegetais podem proceder: a)das sementes ( algodão, paina ); b) das folhas (sisal, caroá ); c) da entrecasca ( linho, cânhamo, juta, rami ); d) de palmeiras (piaçava, tucum ).
O cultivo das plantas têxteis está relacionado com as condições climáticas, o que explica a sua localização nas regiões tropicais e subtropicais ( algodão, juta ) ou nas regiões temperadas ( linho, cânhamo ).
Cultivam-se dois tipos de algodoeiro; a) herbáceo e anual, de clima tropical úmido; b) arbóreo e perene, de clima semi-árido, como o Nordeste brasileiro. Existem diversas variedades sendo que o algodão mais valorizado é o de fibra longa. Estima-se que 50% da produção mundial de fibras provém do algodoeiro.
O linho é uma planta têxtil de cuja entrecasca é extraído um óleo secativo ( linhaça ), assim como as sementes de algodão fornecem óleo para culinária. São ao mesmo tempo, plantas têxteis e oleaginosas.
Além das fibras para tecidos, são produzidas também fibras para artefatos como esteiras, tapetes, vassouras, cordas, etc. Entre as plantas utilizadas para estas finalidades podem ser citadas: rami, fórmio, juta, piaçava, etc.  
       
 
 

Conhecendo a Fauna Marinha




Os mares e oceanos são meios privilegiados para várias formas de vida. Aliás, admite-se que a vida iniciou-se no mar.
            Como meio favorável para a vida, as águas salgadas do mar abrigam maior número de organismos do que os meios terrestres, por diversas razões: a) temperaturas menos instáveis; b)suprimento de água muito mais fácil; c) suprimento de oxigênio e dióxido de carbono necessários à sua existência; d) suprimento de sais minerais indispensáveis ao seu crescimento; e) voracidade com que os animais maiores devoram os menores.
            De modo geral, existem vários grupos de animais marinhos, dentre os quais se destacam os seguintes:
          a) Peixes, com milhares de espécies, incluindo: atum, bacalhau, sardinha, cavalo-marinho, tubarão, etc.
         b) Mamíferos aquáticos, tais como baleia, orca, foca, golfinho, etc.
         c) Moluscos: ostra, polvo, lula, etc.
          d) Crustáceos: caranguejo, camarão, lagosta, etc.
          e) Equinodermas: estrela-do-mar, ouriço-do-mar, etc.
          f) Celenterados: anêmona-do-mar,coral, medusa, etc.
          g) Espongiários: esponjas
              h) Anelídeos: vermes segmentados
              i) Platielmintos: vermes achatados
              j) Nematelmintos: nematóides
              k) Animais microscópicos que constituem o zooplâncton.
      A comunidade  dos animais marinhos distribui-se por três ambientes distintos:
a) camada superficial das águas marinhas, habitada por numerosos animais microscópicos  e plantinhas flutuantes que constituem o plâncton; b) zona costeira ou litorânea, onde se encontram vermes, moluscos ( caracol, lesma ), corais e esponjas, crustáceos (caranguejo, camarão) e a maior parte dos cardumes de peixes comerciais; c) zona do mar alto, onde vivem peixes, lulas e polvos, tartarugas marinhas e cetáceos (baleia, golfinho) .
 

 

Curiosidades do Reino Vegetal




a) O girassol é uma planta anual que se caracteriza por apresentar uma  grande inflorescência ( reunião de flores ) com 10 a 15cm de diâmetro, a qual possui  heliotropismo positivo, isto é, gira lentamente, acompanhando o movimento do sol.
            b) A era é uma planta trepadeira  que possui raízes adventícias fixadoras,  que permitem o seu crescimento até em muros e paredes.
             c) O estranho baobá, árvore típica das savanas africanas, é a árvore mais volumosa: apesar de não ultrapassar 30m de altura, possui tronco bastante engrossado, chegando a medir 20m de diâmetro, na base.
              d) A jaca é uma fruta exótica, de grande tamanho, chegando a pesar até 20kg. Na realidade, é uma infrutescência, isto é, um agregado de frutas, que nasce no tronco e nos galhos mais grossos da jaqueira.  
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 





a) Líquen: associação de  alga com fungo
 b) Drosera: planta carnívora, com armadilhas para pegar insetos.
 c) Indaiá: palmeirinha  sem caule, comum no cerrado.
 d) Bananeira: planta com pseudocaule  formado por pecíolos foliares.
  e) Caju: fruta cuja parte comestível é o pedúnculo.       
 
 
 
 
 
 

Conhecendo as Hortaliças

 




 Hortaliças é a designação dada às plantas cultivadas em hortas, as quais  desempenham papel de grande importância na alimentação humana como fontes de vitaminas e sais minerais. Muitas delas são chamadas de verduras e outras, impropriamente de " legumes ", termo que em Botânica tem um significado preciso, aplicando-se aos frutos secos e deiscentes ( tipo vagem ), característicos  das plantas da família Leguminosas, que inclui a soja, o feijão e o amendoim.
       As hortaliças podem ser melhor classificadas em 4 grupos: a) hortaliças tuberosas, que produzem bulbos, tubérculos ou raízes tuberosas, tais como: batatinha, cebola, beterraba, cenoura, mandioca, rabanete, etc.; b) hortaliças herbáceas, das quais se consomem as folhas, caule ou inflorescências, cozidas ou como salada, exemplificadas por: agrião, alface,couve, couve-flor, espinafre, repolho, etc.; c) hortaliças de frutos, das quais se consomem os frutos ou sementes, tais como: abóbora, abobrinha, chuchu, berinjela, ervilha, feijão-de-vagem, pepino, pimentão, tomate, etc.; d) hortaliças de condimento, usadas como tempero, tais como: alho, cebolinha, hortelã, pimenta, orégano, etc.
Última atualização em Qui, 24 de Julho de 2014 09:19
 
Veja ! Alimento Natura para Pets, Cão com Patas Artificiais, Banho de Vapor, Dejetos Suinos, Irrigação na Produção, Fruta Engorda?, Caixa de Vitamina, Fruto ou Fruta e mais Valor Nutritivo em Plantas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 23 de Julho de 2014 08:29
“Sou dono das minhas
 
ideias e não me permito andar por outras pernas”.

 
"Flexível sim, não manobrável"

 

Alimento Natural em Alta para os Pets

 


Em vez de encher a tigela de seu animal de estimação com ração, coloque beterraba, arroz, cenoura, chuchu, aveia, algas marinhas, frango cozido…
Pode soar estranho, mas há vários indícios de que a mistura faz um bem danado à saúde do seu pet. Tendência no exterior, a onda de alimentação natureba canina e felina também vem crescendo a passos largos por aqui. Não se trata de uma dieta vegetariana. O que vale é servir alimentos frescos, repletos de nutrientes, que ajudam no processo de digestão.
“A maioria das rações vendidas hoje é fabricada com matérias-primas de má qualidade, com base de milho, farinha e soja”. Aberta em dezembro de 2010, a maior rede de alimentos do segmento saudável tem até uma espécie de restaurante canino no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde eles servem suas “quentinhas” na hora. No ano passado, suas receitas congeladas nos sabores carne, frango e cordeiro para quinze lojas. Hoje, só em São Paulo conta com cerca de cinquenta pontos de venda.
É claro que ser adepto da prática pode pesar mais no bolso. Tudo depende de que tipo de produtos comprar e onde e quanto come seu animal – ler bastante sobre o assunto e pesquisar lojas e supermercados bacanas pode ajudar na empreitada. Se estiver cogitando entrar na onda, reserve espaço no seu freezer para congelar os itens e tente fazer uma transição vagarosa entre a ração e os novos ingredientes. O pessoal da cachorro verde pode ajudar na missão: além de ter um site repleto de informações, ministra cursos esporádicos sobre o assunto e presta consultoria veterinária em domicílio.

Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artifícios




Pay de Limón teve membros decepados por gangue de criminosos.
Ele foi levado para abrigo, onde ganhou próteses.


Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.

O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.

Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.

O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.

As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.
 

Banho de Vapor com Plantas

 

Continuando o assunto sobre aromaterapia, uma importante forma de sua utilização é através dos banhos de vapor com plantas. O vapor de água é um dos mucolíticos conhecidos mais eficientes. a inalação do vapor de água, à qual se podem juntar algumas gotas de essência para reforçar o efeito, combinando os efeitos terapêuticos da água com os da planta medicinal utilizada.
Aplicam-se os banhos de vapor com plantas na cabeça, no tórax ou até mesmo no corpo todo.  São indicadas no tratamento das sinutites, faringites, laringite, traqueíte, catarros e bronquites. Também são indicados contra a otite. Essas plantas facilitam a eliminação do muco, germes e restos celulares depositados nas mucosas respiratórias, com o que se acelera o processo de regeneração e cura.

Conheça algumas técnicas de banhos de vapor com plantas:

  1. Coloca-se uma panela de água fervente com as plantas ou essências a utilizar, em cima de um banco. A panela deve estar tapada. Em vez de plantas, podem-se acrescentar à água 2 ou 3 gotas de algum óleo essencial.
  2. O doente se senta em uma cadeira e se cobre com uma toalha grande ou com um lençol, de forma que não escape o vapor. Destapa-se a panela progressivamente para deixar sair o vapor.
  3. A aplicação dura de 10 a 15 minutos, até que pare de sair vapor. Convém terminar o banho com uma fricção de água fria ou álcool sobre a zona que esteve exposta ao vapor.

Um kit básico para utilização na aromaterapia:

- Antivirótico, anti-séptico, descongestionante: Eucalipto
- Calmante, anti-séptico: Alfazema
- Digestivo, refrescante, estimulante: Hortelã
- Calmante, suavizante, afrodisíaco: Salvia
- Estimulante, refrescante, anti-séptico: Limão
- Antidepressivo, relaxante, calmante: Petitgrain (folhas de citrus aurantium)
 
 

Aproveitamento dos dejetos suínos evita poluição ambiental e melhora qualidade do solo

 

A compostagem de dejetos suínos é uma das tecnologias que mais recebeu atenção nos últimos anos da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia, Santa Catarina. O principal resultado prático desse esforço de pesquisa foi o desenvolvimento de uma máquina que mistura os dejetos a um substrato sólido, como maravalha, serragem, palha ou cama de aviário. Como produto final, o sistema gera um composto orgânico que pode substituir o adubo químico. O equipamento foi gerado em conjunto pela Embrapa Suínos e Aves e a empresa  Bergamini, e deve ser lançado no mercado até final deste ano.

Segundo o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Armando de Oliveira, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, disse Oliveira.

Outra vantagem está na questão ambiental. “O sistema de compostagem minimiza significativamente os riscos de poluição ambiental, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e de odores gerados”, explica o pesquisador.

Para implantar o sistema de compostagem mecanizado, o produtor precisa investir especialmente na edificação para as leiras e na máquina, mas o retorno é garantido. “O produto gerado é um adubo orgânico, que pode ser vendido”, explica o pesquisador. 

Para Paulo Armando, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, acredita.

 

Uso da irrigação promove um aumento na produção de alimentos

 

Irrigação de Pastagens

 A irrigação é considerada uma tecnologia importante para aumentar a produtividade agrícola de pequenas, médias ou grandes propriedades, especialmente para atender a demanda hídrica das culturas nos períodos críticos e de forte estiagem. Para o secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, o uso da irrigação é um dos itens mais importantes para a modernização e o aumento da produtividade da agricultura brasileira.

Segundo ele, o utilização dessa ferramenta permite o uso intensivo dos solos reduzindo a pressão por abertura de novas áreas, além de qualificar a lavoura. O objetivo é mostrar e conscientizar para a necessidade do uso dessa ferramenta para produzir. O crescimento das áreas irrigadas é apontado como um dos principais fatores que garantiram o suprimento de alimentos em décadas de explosão demográfica.

Dados mostram que o setor agropecuário é o maior consumidor de água em todo planeta, correspondendo a 70% da água doce existente, enquanto o uso doméstico responde por aproximadamente 10%, sendo o restante consumido pela indústria.  

 

 

FRUTA  ENGORDA?

 

crédito da imagem: http://pnepigreja.blogspot.com/2008/10/receita_20.html
É um dos tabus mais espalhados acerca da fruta e, em alguns casos, uma desculpa para não comê-la. O consumo abundante de fruta não só não engorda mas é também uma das melhores maneiras de perder peso.
É certo que a fruta contém açúcares, e que estes fornecem calorias. Apesar disso, com a mesma quantidade de calorias, comparada com outros alimentos, a fruta:

  • produz maior sensação de saciedade,
  • praticamente não contém gorduras
  • exerce um efeito diurético natural que contribui para a redução do peso
  • devido à sua riqueza em vitaminas do grupo B, os seus açúcares metabolizam-se facilmente e não se transformam em gordura, como acontece com os produtos de pastelaria refinada.
Por exemplo, uma maçã grande de uns 200 gramas fornece cerca de 120 kcal, as mesmas que um donut em compensação, sacia mais, não fornece gordura e engorda muito menos.

Inconveniente da Fruta
Embora seja o tipo de alimento mais saudável e com maior poder curativo dentre todos os que existem, algumas delas devem ser usadas com precaução nos seguintes casos:

Diarréias: certas frutas são laxantes e devem ser evitadas, como a uva, o melão ou a ameixa; no entanto, outras são adstringentes e podem ser usadas, como a maçã, o marmelo ou a nêspera.
Cáries: se houver propensão para sofrer de cárie, deve-se reduzir o consumo de cítricos e beber os seus sucos com um canudinho.
 

UMA CAIXINHA DE VITAMINAS

 

Originária da Ásia, as cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho o mais comum entre as variedades comestíveis. Também conhecida como amarena, é uma espécie do género Prunus, pertencendo ao subgênero Cerasus (cereja), nativo de grande parte da Europa e do sudoeste asiático. É um parente próximo da cereja Prunus avium, também conhecida como cereja-doce, mas o seu fruto é mais ácido, sendo útil principalmente para fins culinários.


cereja
Possui todos os nutrientes em pequena quantidades, exceto a vitamina B12. Contém vitaminas A, B, E, bem como os cálcio, fósforo, magnésio, ferro, sódio, potássio (o mais abundante), zinco e cobre.
Além disso, contém pequenas quantidade de componentes tais como:
- ácidos organicos - málico, succinio e cítrico - que atuam como estimulante das glândulas digestivas e depurador sanguineo;
- fibra vegetal, em maior parte formada por pectina, que lhe confere o efeito laxante e hipolipemiante (redução de colesterol);
- flavonóides que lhe conferem propriedades diuréticas, antioxidantes e anticancerígenas,
- ácido salicílico - ação antiinflamatória e antireumática.

A cereja é uma fruta que por seu efeito diurético e depurativo, assim como por sua escasses de sódio e gorduras, potencializa sua ação emagrecedora. Seu uso abundante, especialmente em forma de cura semanal, é recomendado em todo tipo de doença crônicas tais como artritismo, gota, reumatismo crônico, arteriosclerose, prisão de ventre crônica, intoxicação por uma dieta pesada, hepatopatias crônicas, insuficiência cardíaca, convalescença de processos infecciosos e doenças cancerosas.
 
 

FRUTO OU FRUTA?

 

O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

Entre toda a grande variedade de produtos alimentares que a natureza nos oferece, nenhum é tão agradável à vista e ao paladar, nem tão salutar como a fruta.

Fruto: conceito botânico onde a parte comestível do vegetal que se desenvolve e que contém em seu interior as sementes. O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

Fruta: conceito alimentar onde chama-se 'fruta' ao 'fruto' de uma planta, doce e suculento, que se costuma comer no seu estado natural e que proporciona sensações agradáveis aos cinco sentidos.

Embora tomates, pepinos e berinjelas sejam frutos do ponto de vista botânico, não se consideram frutas do ponto de vista alimentar, mas sim hortaliças. Esta classificação tradicional é um tanto arbitrária, pois os tomates, por exemplo, cumprem todos os critérios para serem considerados uma autêntica fruta.

 

O VALOR NUTRITIVO DAS PLANTAS

 

fruta é saúde O que a fruta proporciona

- água: constitui entre 80 e 93% da maioria das fruta-se de uma água não contaminada, que contém dissolvidas numerosas substancias biologicamente ativas.

- açúcares: os mais abundantes são a glucose e a frutose, que passam diretamente para o sangue sem precisarem ser digeridos, proporcionando energia de maneira rápida. Algumas frutas como as laranjas, as maçãs, o melão e a melancia e a manga contém também sacarose.

- amido: é muito escasso ou inexistente na maior parte das frutas. Isso porque com a maturação, o amido vai se transformando em açúcares simples (glucose e frutose). A banana é, de todas, a fruta mais rica em amido (1% a 2%).

- fibra: na sua maior parte, do tipo solúvel (pectina e hemicelulose).

- ácidos orgânicos como o cítrico, que potencializam a ação da vitamina C: são anti-sépticos e produzem alcalinização do sangue e do interior do organismo.

- vitaminas: sobretudo a vitamina C e a provitamina A (betacaroteno), que são potentes antioxidantes.


- minerais: especialmente potássio, magnésio, cálcio e ferro.

- flavonóides, antocianinas e outros elementos fitoquímicos, que atuam como verdadeiros medicamentos evitando a arteriosclerose, fluidificando o sangue e prevenindo o câncer.

O que a fruta não contém
- colesterol
- purinas
- substâncias tóxicas

 

 
Veja ! Transgênicos, Melhoramento do Gir Leiteiro, Tecnologia na Criação de Peixe, Custo de Produção e Qualidade do Leite... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 22 de Julho de 2014 08:34

Em 13 anos, transgênicos representaram US$ 12 bilhões em economia

Estudo mostra que a maior parte dos benefícios se converte em ganhos diretos para o produtor

 

Abrasem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RIO DE JANEIRO – Um levantamento realizado pela empresa de consultoria Céleres sobre benefícios socioambientais e econômicos do uso de sementes geneticamente modificadas na agricultura mostra que nos últimos 13 anos US$ 12 bilhões foram economizados no Brasil.

“Os benefícios incluem as culturas de soja, milho e algodão podem ser verificados tanto na fazenda como na indústria”, diz Anderson Galvão, analista da empresa.

De acordo com ele, no campo as maiores vantagens do uso da biotecnologia são: redução das aplicações de defensivos, menor uso da água e do diesel e aumento da produtividade das lavouras. Do valor economizado, 37% se referem à redução de custos no campo e 44% se devem a ganhos de produtividade.

Em 2012, 47% da área total cultivada com soja no Brasil é transgênica. No caso do milho, este indicador é um pouco maior, de 49%. Já o algodão modificado ocupa 4% da área destinada à cultura.
Nos próximos 10 anos, a Céleres estima que a economia proporcionada com o uso de biotecnologia chegará a US$ 125 bilhões, dos quais 84%

 

A ABCGIL e SEBRAE assinaram termo de Cooperação Técnica

 

 
 
Durante a 78ª Expozebu na cidade de Uberaba/MG, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre a ABCGIL e o SEBRAE/MG para ampliação e difusão de rebanhos colaboradores para o Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro – ABCGIL/Embrapa.


O presente Termo irá contemplar desde o treinamento dos técnicos do SEBRAE/MG até o acompanhamento e distribuição de sêmen de touros em Teste de Progênie para as fazendas participantes do Educampo.


O Educampo é um programa bem sucedido, executado pelo SEBRAE/MG, que visa implantar nas propriedades rurais uma gestão profissional com otimização de recursos.


A ABCGIL pretende implantar nas fazendas participantes do Educampo polos de rebanhos colaboradores, o que irá aumentar a quantidade de ventres disponíveis para o Teste de Progênie, gerando por consequência maior acurácia nas avaliações e até mesmo maior disponibilidade de vagas para novos touros em prova.


Já estão programadas, a partir do dia 25/06, reuniões de treinamento dos técnicos do SEBRAE/MG pelos técnicos da ABCGIL nas macrorregiões mineiras de Patrocínio, Governador Valadares, Varginha e Paraopeba.


A distribuição do sêmen e acompanhamento destes novos rebanhos colaboradores captados pelo SEBRAE/MG começa no segundo semestre deste ano.
 
Fonte: ABCGIL 
 

Computador vai ajudar a melhor o desempenho da criação de peixe

 

O Aquisys é um sistema informatizado desenvolvido para ser acessado via web, visando auxiliar a gestão ambiental da aquicultura em apoio às boas práticas de manejo - com foco inicial no cultivo de tilápia. O sistema reuniu em um único local diversas informações e estimativas importantes para o produtor, antes dispersas ou em linguagem difícil de entendimento. Assim, o sistema considera três temas principais “Boas práticas de manejo da aquicultura na propriedade”; “Leis, órgãos e serviços relacionados à aquicultura” e“Apoio à gestão ambiental da aquicultura”, onde cada um oferece diversos módulos para obtenção de diagnósticos, estimativas, informação ou organização de informação que apoie politicas publicas para o setor.

Pesquisadores do projeto Manejo e Gestão Ambiental da Aquicultura, componente do Projeto em Rede Aquabrasil da Embrapa, desenvolveram um sistema informatizado de gestão ambiental da aquicultura – Aquisys. O trabalho foi liderado por Julio Queiroz da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP). A pesquisadora responsável pelo plano de ação onde o Aquisys foi desenvolvido, Maria Conceição Pessoa, da Embrapa Meio Ambiente explica que o acesso ao sistema será on-line via web e permitirá que produtores possam utilizá-lo para avaliar se as práticas conduzidas em suas propriedades estão alinhadas às orientações de Boas Práticas de Manejo da Aquicultura.

Aquisys leva em conta as principais demandas de piscicultores, identificadas nos levantamentos realizados em solicitações de informações técnicas formuladas em dias de campo do projeto componente citado e de questionamentos direcionados ao serviço de apoio ao contribuinte da Embrapa Meio Ambiente, após essas ações.

 

Custo de Produção : Importante Ferramenta Gerencial na Agropecuária

 



Na definição de um empreendimento agrícola, é importante que se faça um planejamento para obter sucesso. Para isso, deve-se considerar uma gama de fatores ao escolher o quê, como, onde e para quem produzir, e ainda de forma específica para cada talhão de sua propriedade. Dentre as várias ferramentas de planejamento e gestão disponíveis, o custo de produção é muito importante para subsidiar o planejamento.

Cada vez mais o produtor deve estar atento à maneira pela qual está produzindo, mensurando o custo e receita realizada com a produção. Parece redundância falar em mensurar custo quando o produtor já vem realizando sua atividade há um bom tempo e de certa forma tem ideia do quanto gasta. Mesmo assim, é importante relembrar para que possa avaliar periodicamente como vem produzindo e o impacto das operações, uso de máquinas e implementos e insumos utilizados para que tenha controle da produção e de seus resultados.

Para tanto, é necessário que enxergue a propriedade rural como uma empresa de fato. Nesta empresa há pessoas, equipamentos, terras, insumos para transformação e recursos financeiros para tocar o negócio. A adoção de um sistema de planejamento tem por finalidade utilizar técnicas de gestão a fim de maximizar o rendimento das culturas e, consequentemente, os lucros, além de minimizar os custos de produção, visto que esta técnica é baseada na identificação e eliminação das possíveis causas de redução da produtividade.

 

QUALIDADE DO LEITE




Introdução

A qualidade do leite é um tema da maior importância para produtores leiteiros da Zona Bragantina. Sabe-se que a principal razão do baixo consumo dos produtos lácteos produzidos nessa região é a desconfiança dos consumidores com respeito à qualidade. Estudos recentes efetuados por Vieira et al. 2001a, deram conta que a qualidade físico-química do leite estava dentro dos limites aceitáveis. Já a qualidade microbiológica foi questionável, necessitando se fazer um trabalho de conscientização junto aos produtores, para melhorar as condições higiênico-sanitárias dos sistemas de produção.
Conforme o Programa Nacional da Qualidade do Leite, as normas restritas de qualidade deveriam ser implementadas na Região Norte, em julho de 2004. Isso iria exigir um grande esforço de todo o setor para se ajustar à legislação e poder participar do mercado cada vez mais exigente.

Qualidade do leite

A qualidade do leite é muito importante para as indústrias e produtores, tendo em vista sua grande influência nos hábitos de consumo e na produção de derivados. Por isso, é necessário conhecer alguns conceitos sobre a qualidade do leite, referentes à composição e condição higiênico-sanitária.
Ao levar a sua matéria-prima a um centro processador ou industrial, o produtor tem o seu leite submetido a testes de avaliação, para verificar a sua qualidade. São efetuadas análises, conforme as normas vigentes, visando garantir produtos com o menor risco possível para a população. A qualidade do leite é definida pelos seguintes critérios:

Constituição físico-química

Na composição do leite, constam a parte úmida, representada pela água, e a parte sólida, representada por dois grupos de componentes: o extrato seco total e o extrato seco desengordurado.

Extrato seco total

- É representado pela gordura, açúcar, proteínas e sais minerais. Quanto maior esse componente no leite, maior será o rendimento dos produtos.

Extrato seco desengordurado

 - Compreende todos os componentes, menos a gordura (leite desnatado). Por lei, o produtor não pode fazer a remessa dessa fração do leite para a indústria. Apenas as indústrias podem manejá-la, por meio de desnatadeiras, destinando-a à fabricação de leite em pó, leite condensado, doces, iogurtes e queijos magros.

Gordura

- É o componente mais importante do leite. O leite enviado à indústria deve conter, no mínimo, 3% de gordura. Na indústria, a gordura dá origem à manteiga, sendo o seu teor responsável pelo diferencial no preço do leite pago ao produtor.

Água

- Maior componente do leite, em volume. Há cerca de 88% de água no leite. Se, de alguma forma, água for adicionada ao leite, o peso do produto será alterado sensivelmente. Logo, isso constitui uma fraude.

Densidade

É a relação entre peso e volume. Assim, um litro de leite normal pesa de 1.028 a 1.033 gramas. Abaixo ou acima desse intervalo, o leite pode ter a sua qualidade comprometida e ser recusado pelas indústrias. Deve-se considerar que um leite com um alto teor de gordura, como por exemplo, acima de 4,5%, terá provavelmente uma densidade abaixo de 1.028 gramas. Para evitar fraudes por aguagem, a densidade do leite é medida, diariamente, na indústria.
 
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 21 de Julho de 2014 08:44

Jumentos: uma classe de animais em extinção

Historicamente vinculados ao trabalho no campo, os animais perdem a serventia e o rebanho despenca no Brasil. Campanha na web quer salvar os jumentos


Editora Globo
“Jumento não é o grande malandro da praça. Trabalha, trabalha de graça. Não agrada ninguém. Nem nome não tem. É manso e não faz pirraça, mas quando a carcaça ameaça rachar, que coices, que coices que dá” (Trecho da canção O Jumento, de Chico Buarque)

A canção O Jumento, escrita por Chico Buarque em 1977, já revelava as tristes condições de vida do animal. O trecho inicial diz: “Jumento não é o grande malandro da praça. Trabalha, trabalha de graça. Não agrada ninguém. Nem nome não tem. É manso e não faz pirraça, mas quando a carcaça ameaça rachar, que coices, que coices que dá”.

Nos mais de 30 anos que se passaram desde a composição, pouca coisa mudou no cotidiano do jumento, animal típico nordestino também conhecido como jegue. Recentemente alvo de uma grande polêmica, depois que a China sinalizou a intenção de comprar no Brasil 300 mil animais para destiná-los à produção de cosméticos, os jumentos atraíram a atenção de uma das mais célebres defensoras de animais do mundo: a atriz Brigitte Bardot, que, em carta, pediu à presidente Dilma Rousseff que evitasse tal carnificina.

De acordo com Fernando Viana, agrônomo e presidente da Associação Brasileira dos Jumentos Nordestinos, no entanto, a intenção da China de adquirir os animais do Nordeste do Brasil, que responde por mais de 90% do rebanho brasileiro, não se concretizou na prática. “Foi assinado um protocolo de intenções entre uma missão de chineses e o governo do Rio Grande do Norte, mas não há registro de comércio”, disse.

Em carta à Dilma, Brigitte Bardot sai em defesa dos jegues brasileros.

Ainda que os animais nordestinos não estejam virando cosméticos, sua miserável existência não foi amenizada com a chegada da modernidade. Trata-se de uma classe de animais fadada ao trabalho no campo. “Um jumento forte e bom para o trabalho não tem preço”, diz Viana. Em compensação animais não tão fortes já foram comercializados pelo valor de uma galinha, lembra o agrônomo.

A sorte dos mais fracos, no entanto, é serem abandonados nas beiras das estradas e morrer de inanição ou atropelamento. “A tradição do jumento é o trabalho rural e, depois que os tratores de pequeno porte chegaram ao campo, os animais migraram para a cidade ou foram abatidos de maneira indiscriminada, o que fez o rebanho brasileiro cair mais de 70% nas ultimas quatro décadas, de 2,7 milhões de cabeças em 1967 para apenas 590 mil cabeças em 2010. Nas cidades eles tiveram serventia no transporte de objetos e pessoas até a chegada das motocicletas. “Parece não haver saída para a recuperação do rebanho do Brasil”, diz Viana. Uma alternativa, segundo ele, seria o governo federal obrigar a destinação de jumentos para trabalhos em assentamentos rurais, mas em época em que o bem estar animal é altamente respeitado, dificilmente essa idéia tomará alguma forma e sensação é de que a classe caminha a passos largos para extinção no Brasil. “Em países subdesenvolvidos o rebanho cresce ou se mantém, diferente do que ocorre nos países em desenvolvimento ou desenvolvidos, onde a queda é contínua”.


A importância de secar a vaca dois meses antes do parto

 

 


A secagem da vaca no final da gestação proporciona melhor saúde ao bezerro. A chamada secagem de vacas é uma técnica simples usada para fazer com que o animal interrompa a lactação. O objetivo é proporcionar um descanso à vaca no fim da gestação para que o animal possa gerar uma cria saudável. Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, Minas Gerais, vacas que procriam dando leite, produzem bezerros fracos e não apresentam condições corporais durante o parto, o que pode ocasionar sérios problemas para a vaca e o bezerro e, consequentemente, gerar prejuízos para o produtor.

 A secagem é recomendada até dois meses antes do parto. Mas os especialistas aconselham adotar o procedimento quando a produção de leite do animal fica muito baixa, tornando antieconômico manter o animal em lactação. Outra vantagem de efetuar a secagem é o fato de ela proporcionar maior produção de colostro, alimento fundamental para que o bezerro cresça de forma saudável.

A secagem é feita por meio do esgotamento do úbere. É importante que o produtor observe se há mamite antes de iniciar a secagem para evitar maiores complicações durante o processo, o que aumentaria o custo do tratamento.

 

 

Curiosidades
VARIEDADES

Você sabia...?

... que os caprinos têm um verdadeiro horror de lama? Se pudessem escolher livremente não pisar na lama, com certeza, eles estariam sem verminoses e parasitas.

... que a formiga pode erguer 50 vezes seu próprio peso? E pode puxar 30 vezes seu peso? E sempre cai do lado direito?

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Provérbios

- O amor novo vai e vem, mas o velho se mantém.

- Consciência limpa é sinal de memória fraca.

- O amor é como a lua, quando não cresce, míngua.

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Ditados

- Quem em um ano quer ser rico, em seis meses estará enforcado.

- Moça com velho casada, como velha se trata.

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Ditado Esquisito

- Banguela não encurta o caminho, encurta a vida.

 

 

CULINÁRIA - Bode do Bom Sertão


Ingredientes:

- 3 cebolas

- 3 tomates

- 3 pimentões verdes

- 4 dentes de alho

- Suco de 1 limão

- 2 pimentas-de-cheiro

- Coentro

- sal a gosto

- 1 litro de água

- 2 colheres de extrato de tomate

- 5 quilos de bode salgado e seco

 

 

 

 

 

Modo de fazer:

Refogar todos os temperos e acrescentar o bode.

Deixar refogar por 10 minutos. Acrescentar a água e levar tudo para panela de pressão por 30 minutos.

Servir com feijão tropeiro e arroz branco.

Última atualização em Sáb, 02 de Junho de 2012 07:37

 

 

 

Agricultor pode melhora a renda criando aves na pequena propriedade

 

 

A produção de carne de frango e ovos proposta pela Embrapa Suínos e Aves tem como um dos seus objetivos a diversificação de atividades na propriedade rural e, consequentemente, a agregação de renda ao produtor. “Existem espaços no mercado complementares ao modelo industrial”, garante o pesquisador Gilberto Schmidt. A proposta preserva a qualidade do frango moderno e oferece a possibilidade de produzir carne e ovos alternativos.

O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

O planejamento adequado da produção é importante para o produtor obter sucesso no negócio, pois não basta apenas saber o que se vai produzir. A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041 apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.


Lei inclui produção orgânica na agricultura familiar 

 

Uma normatização específica para a produção orgânica dos agricultores familiares de Mato Grosso do Sul é o que institui a Lei 4.106, de autoria do deputado Diogo Tita (PPS), publicada no Diário Oficial. A nova norma dispõe sobre a agroecologia e a agricultura familiar no Estado. “A lei estimula as práticas saudáveis aos agricultores, visando motivá-los e incentivá-los à implantação de sistemas agroecológicos de produção e à certificação da produção orgânica, ampliando a regularidade da oferta”, destaca Tita.“É cada vez maior o número de pessoas que estão buscando uma alimentação mais saudável, na tentativa de resgatar um tempo em que ainda era possível ter à mesa alimentos frescos, de boa qualidade biológica e livres de agrotóxicos”, acrescenta o parlamentar.
Agroecologia é um sistema de produção agrícola alternativa que busca a sustentabilidade da agricultura familiar resgatando práticas que permitam ao pequeno agricultor produzir sem depender de insumos industriais. Ela engloba princípios ecológicos básicos para estudar, planejar e manejar sistemas agrícolas que, ao mesmo tempo, sejam produtivos, economicamente viáveis, preservem o meio ambiente e sejam socialmente justos.Já a agricultura orgânica é definida como o sistema de produção que não utiliza fertilizantes sintéticos, agrotóxicos, reguladores de crescimento ou aditivos para a alimentação animal, seguindo os princípios da lei federal 10.831, de 23 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a agricultura orgânica a nível nacional.
Segundo a lei, os pequenos agricultores deverão ser estimulados às práticas que visem motivar, estimular e incentivar a implantação de sistemas agroecológicos de produção e a certificação da produção orgânica; apoiar as associações de produtores nas iniciativas de organização e certificação da produção; desenvolver pesquisas e incentivar a produção de sementes e leguminosas para a adubação verde; estimular a recuperação da fertilidade do solo com o uso da adubação verde, compostagem e outros adubos de origem orgânica; dar apoio à produção de pequenos animais para a diversificação, melhoria do manejo e viabilidade econômica; garantir o reflorestamento, arborização e silvicultura como opções econômicas em todas as atividades de produção agropecuária ecológica; desenvolver uma marca ou selo que caracterize as frutas, verduras e produtos processados, entre outras ações.
Ainda de acordo com o deputado, o Plano de Safra 2011/2012 prevê a disponibilização de R$ 110 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 16 bilhões aos produtores familiares. “O Brasil já é o segundo maior produtor de orgânicos do mundo e o setor tem 70% de suas vendas voltadas ao mercado externo. Com 800 mil hectares de área cultivada, envolvendo 15 mil produtores, dos quais 80% são pequenos produtores, o país fica atrás somente da Austrália”, afirma Diogo Tita.Conforme Tita, os agricultores familiares são responsáveis por aproximadamente 40% da produção agropecuária, 80% das ocupações produtivas agropecuárias e uma parcela significativa de alimentos que chegam à mesa dos brasileiros, como feijão (70%), mandioca (84%), carne de porco (58%), leite (54%), milho (49%), aves e ovos (40%).
 
 

Paraiba é a pioneira na produção orgânica de Ovinos

 

Nos últimos anos, os produtos orgânicos vêm ganhando espaço nos mercados interno e externo pela mudança nos hábitos alimentares dos consumidores - a procura por alimentos saudáveis vem crescendo a cada dia. No Brasil, a produção orgânica geralmente está associada à produção de frutas, verduras e leguminosas. No entanto, a produção de leite, derivados e carne também pode seguir a mesma filosofia. Localizada no Município de Santa Terezinha, no interior da Paraíba, a Fazenda Tamanduá há dois anos vem investindo na produção orgânica de ovinos. Com uma produção 100% sustentável, o negócio é pioneiro no segmento na região nordeste, colocando a Paraíba em destaque pela inovação.
A Fazenda ainda está em sistema de organização da cadeia e, em breve, pretende estruturar a comercialização do produto nos mercados do país.Segundo Alan Glaydoon, veterinário responsável pela Fazenda Tamanduá, o processo de produção orgânica segue os requisitos das normas nacionais sem o uso de qualquer tipo de químicos, seja antibióticos ou hormônios, nos lotes de animais. “Nesse tipo de manejo o bem-estar animal vem em primeiro lugar e sempre buscamos o menor impacto ambiental possível”. As ovelhas da propriedade alimentam-se do pasto natural onde são cultivados também pés de romã em associação. “Nos pastos realizamos um sistema de descanso, utilizamos cercados móveis, energia solar para a irrigação e com essa alimentação natural e regrada evitamos as temidas verminoses e temos um animal extremamente saudável”, explica Glaydoon.
A Fazenda Tamanduá já conseguiu estruturar o esquema de padronização dos cordeiros para o corte. “São encaminhados animais com 120 dias de vida e que possuem 30 kg, isso rende para o comércio 15 kg de carne por animal e peças com cortes especiais, que em animais mais velhos não é possível”, comenta o veterinário. Segundo o gestor do Projeto de Ovinocaprinocultura Sustentável do Sebrae na Paraíba, Antônio Felinto, a carne orgânica possui sabor, aspectos nutricionais e maciez bem característica, justamente pelos animais terem um tratamento diferenciado durante o período de vida. De acordo com ele, a carne se desfaz com maior facilidade ao corte, ao contrário da carne convencional, que se mastiga muito mais para digerir. O aroma também é outro aspecto sensorial diferenciado. A produção orgânica é auditada, regrada e garantida pela WWF-Brasil, uma das maiores Organizações Não Governamentais de proteção à natureza e aos animais que apoia projetos de pecuária orgânica no Brasil.
 
 

DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM EQUINOS

 


Com o passar dos anos houve uma evolução na medicina veterinária, principalmente na parte de diagnóstico por imagem, e na forma de se treinar os cavalos; com isso os animais atualmente permanecem na carreira esportiva por mais tempo. Esse período mais longo em campanha favorece em muito o amadurecimento dos animais e cria conjuntos (cavalo e cavaleiro) mais experientes, por outro lado começou a aumentar a incidência de doença mais tardias, dentro desse quadro se encaixam as osteoartrites (O.A.).

As osteoartrites são lesões que afetam a cartilagem articular e osso adjacente, chamado de subcondral. Sua incidência é alta nos equinos atletas e atualmente é a principal responsável pela retirada precoce dos animais do esporte.

A articulação é composta por diversas estruturas entre elas estão a cartilagem articular, responsável pela absorção do impacto, e o líquido sinovial responsável pela lubrificação e nutrição das células da cartilagem, os condrócitos. Com os exercícios intensos e repetitivos há o desenvolvimento de um processo inflamatório, na maioria das vezes leve e discreto que não possui manifestações clínicas, porem promove alterações na estrutura do líquido sinovial diminuindo sua viscosidade e consequentemente sua capacidade de lubrificação. O organismo na tentativa de suprir a deficiência aumenta a produção com uma qualidade inferior, levando a distensão da cápsula articular.

Se não houver um bloqueio desse processo a cartilagem começará a sofrer um desgaste excessivo e diminuirá a capacidade de absorção do impacto, essa força será transmitida em maior intensidade ao osso subcondral. A resposta tecidual a essa lesão é de substituição da cartilagem lesionada por fibrocartilagem, um tecido cicatricial com capacidade de absorção inferior. O osso subcondral começa a ficar mais espesso para suportar a força transmitida, e aprecem na imagem radiográfica os ósteofitos.

 

 
Veja ! Ovelhas em Consórcio, Plantas Trepadeiras, Manejo de Produtos Ovinos, Instalações e Rentabilidade de Caprinos, Fotossíntese, Aves Aquáticas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 19 de Julho de 2014 08:59

A criação de ovelhas em consórcio com plantações de frutas vem dando certo

 

Foto: Divulgação A A frutiovinocultura é uma das modalidades da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), formada pelo consórcio de plantas frutíferas com a criação de ovelhas. Ela tem sido implantada no Nordeste brasileiro como uma alternativa viável para aumentar a produtividade e a rentabilidade das áreas de cultivo irrigado de frutas. No Vale do Submédio São Francisco, a maior parte dos consórcios acontece em áreas de cultivo de uva e de manga, que são os principais produtos de exportação da região.

O consórcio usando ovinos é o mais recomendado, pois os animais causam menos danos aos pomares, em comparação com caprinos e bovinos. A criação também é aconselhável por eles terem menor porte que os bovinos e por privilegiarem o pastejo de plantas herbáceas e não da copa das árvores, como os caprinos.

Entre as diversas vantagens da frutiovinocultura, está a maior eficiência no uso da terra, pelo aproveitamento da mesma área com duas atividades, pela incorporação de mais uma fonte de renda e atenuação do problema da sazonalidade da agricultura, já que, com a criação de ovinos, a propriedade pode comercializar os animais todos os meses do ano. O consórcio possibilita ainda a redução de custos com capinas manuais, roçagens mecânicas e aplicação de herbicidas, uma vez que os animais se alimentam das plantas daninhas. A médio e longo prazos também diminuem os custos com adubação química, face a deposição dos dejetos nas áreas, além do esterco que é retirado no aprisco.

 

Sertânia Terra de Mulher Bonita e Berço da Caprino-ovinocultura Brasileira!!!
 
 
Foto

 

 

 

 

 

 

Conhecendo As Plantas Trepadeiras

 




Dá-se o nome de trepadeiras às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive outras plantas.
            Nas florestas tropicais são freqüentes as lianas ou cipós, que pendem das  árvores ou nelas se enroscam, tais como: cipó-caboclo, cipó-cabeludo, cipó-chumbo, etc. Este  último ocorre também como parasita de plantas cultivadas.
          Certas trepadeiras se utilizam de gavinhas, como: ervilha, chuchuzeiro, maracujá, etc. Outras trepadeiras enrolam o seu caule em torno do suporte, subindo mais a cada volta que executam ( caule volúvel ), como: feijoeiro, glicínia, soja perene, etc.
         Algumas trepadeiras sobem com o auxílio de espinhos que se prendem em tudo que possa servir de suporte, como a roseira e a primavera. Outras, ainda, utilizam-se de pequenas raízes, que crescem de espaço em espaço, ao longo de seus caules, como a hera, o que lhes permite subir em muros.

 

Manejo de crias de ovinos: do nascimento à desmama

 

 

Segundo Samuel Souza, analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros, as práticas de manejo no contexto da cabrino-ovinocultura aborda, de maneira direta e objetiva, os cuidados necessários durante uma determinada fase da produção dessas espécies que apresenta grande necessidade de procedimentos especiais com os animais. “Desde a fase de gestação, estes animais vêm sofrendo influências diretas e indiretas quanto ao manejo da fêmea gestante. Portanto, devemos iniciar os cuidados desde a fase de gestação, mais especificamente no seu terço final, até o completo desaleitamento do animal, momento em que se encerra o período denominado ‘fase de cria’”, ressalta. Esses cuidados geram  redução das perdas produtivas por mortalidade de animais durante essa faixa etária, garantem a proteção imunológica passiva, previne contra enfermidades oportunistas, possibilita o controle zootécnico de maneira a organizar e monitorar a produção e garante melhor desenvolvimento dos animais preparando-os para a vida produtiva.

 

Instalações e fases dos caprinos



A disponibilidade de alimento, o manejo eficiente e as instalações adequadas formam um tripé de sustentação da ovinocultura.

Recomendações da Embrapa Meio-Norte. O chiqueiro ideal para o manejo dos caprinos deve ser rústico. Comumente utilizam-se materiais existentes na propriedade, tais como madeira redonda e palha de babaçu ou carnaúba para a cobertura, com piso de chão batido.

O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho, recomendando-se uma área útil de, em média, 1,0 (um) m² para cada animal adulto.

É importante que o chiqueiro apresente, internamente, pelo menos quatro divisões, destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento:

- Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas.

- Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).

- Cabriteiro (animais em lactação).

- Cabritos desmamados.

A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas, evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.

Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e ao lote das recém-paridas, quanto para os animais em reprodução e desmamados, devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais.

Os cochos podem ser feitos de pneus, de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0,50 m do solo, podendo, sobre eles, ser colocado um protetor, constituído por ripa ou arame, a uma altura de cerca de 0,30 m acima da altura do cocho, para evitar a entrada de animais.

 

Dentes

 

 

Na hora de verificar a magreza dos animais é bom dar uma espiada nos dentes. Animal sem dentes, ou com dentes ruins, sempre irá comer menos.

 

 

 

 

 

 

Caprinos são alternativa econômica e social


Criação que não exige grandes extensões de terra ou grandes recursos para sua aquisição e instalação, a caprinocultura, hoje, é a alternativa agropecuária economicamente mais indicada para o Nordeste. A carne é o principal alimento infantil e de idosos das classes sociais mais pobres, nas regiões do Semiárido. O caprino vem encontrando, nos últimos tempos, um mercado em que a demanda é bem maior do que a oferta regional, como é o caso do leite, que nos grandes centros não supre a procura. A busca pela carne nas feiras livres e mercados é quase igual à da carne bovina.

Esse cenário faz com que a caprinocultura atraia interesses de grandes e médios produtores e também de agricultores familiares, abrindo mercados e despertando a atenção de investidores. O Governo da Paraíba percebe nessa atividade uma alternativa econômica que pode ser um investimento social, sustentável e altamente produtivo, já que pode gerar emprego, melhorar renda e levar qualidade de vida às comunidades do interior.

A experiência da Emater-PB começou como uma atividade de extensão rural, de caráter eminentemente educativo, atraindo adolescentes de origem pobre, principalmente das regiões do Agreste e do Cariri, para incrementar o antigo Projeto Cabra de Corda. A iniciativa foi bem aceita pelo pequeno número de criadores, mas não teve a difusão e a amplitude que se esperava. Foi a partir de 1978, com a criação do Centro Nacional de Pesquisa de Caprino, em Sobral, por meio da Embrapa, que surgiram as empresas estaduais de pesquisas na área de caprinos. A partir de então, a cabra passou a ser vista com cuidados técnicos. Na Paraíba, coube à Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa) o direcionamento das pesquisas. Hoje, os excelentes resultados com a caprino-ovinocultura alcançam repercussão internacional, resultado do melhoramento genético, sanidade animal e difusão dessas informações pela Emater-PB.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

Última atualização em Sáb, 19 de Julho de 2014 09:09
 
Veja ! Equinos ( Sablose ), Bom Tratador, Embriões em Caprinos, Aguas Subterrâneas, Soro do Leite e Raios no meio Rural... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 18 de Julho de 2014 09:19
 
 

A Empresa

 

O caprino-ovinocultura se transformou no melhor site de "Classificados" do agronegócio . Administrado por profissionais experientes com uma grande rede de relacionamentos,  permitindo assim, uma grande visibilidade ao seu produto. 

        O site é muito fácil de navegar, dividido em seções com os mais diversos seguimentos. Você vai saber em primeira mão onde estão as melhores oportunidades facilitando assim o seu negócio.

 

CAVALOS: Sablose - Ocorrência, Diagnóstico e Prevenção.

 


Os equinos, mesmo sendo seletivo para alimentos, quando mantidos sob manejo inadequado podem não preservar essa característica. Quando esta situação acontece pode levar à ingestão de areia pela água ou forragem oferecida no solo, acumulando no intestino do cavalo (Sullins, 1990).

A ingestão e o acúmulo de areia no trato gastrointestinal do equino, sablose, em quantidade limitada, normalmente não resulta em manifestações clínicas, mas se em quantidade significativa pode levar a diarreia crônica, perda de peso, quadros de abdome agudo e até a morte (Meagher, 1972; Specht e Colahan, 1988 e Ramey e Reinertson, 1984).

As características individuais, alterações sazonais de pastagem e distúrbios comportamentais em determinadas ocasiões também levam a ingestão de areia (Golouberff, 1993). Práticas indevidas de manejo tais como manter os animais em pasto com pouca cobertura vegetal e arenoso, disponibilizar alimento granulado diretamente no solo ou em quantidade insuficiente são condições favoráveis para a ocorrência de sablose (Ramey e Reinertson, 1984).

O diagnóstico dessa complicação pode ser feito pelo teste de sedimentação das fezes. (Ragle et al., 1989; Snyder e Spier, 1993; Ramey e Reinertson, 1984). Não há estudos controlados padronizando os sítios de acúmulo de areia no trato gastrointestinal dos equinos (Ragle et al., 1989).

Entretanto, em relatos de casuística, os locais mais comuns de acúmulo ou obstrução em ordem decrescente são o cólon dorsal direito, cólon transverso, cólon dorsal esquerdo e flexura pélvica, em se tratando de areia grossa (Ragle et al., 1989, Snyder e Spier, 1993). A areia fina tende a acumular normalmente nos cólons ventrais (Snyder e Spier, 1993).
O volume de areia suficiente para causar obstrução intestinal não é conhecido (Colahan, 1987).

Esse volume e as características individuais determinam a gravidade dos quadros clínicos, sendo possível a resolução com controle da dor, administração de laxativos e hidratação enteral e parenteral. Entretanto, uma quantidade maior de areia acarreta em maiores danos na mucosa intestinal e piora do prognóstico (Colahan, 1987).Considerando os animais sem resposta ao tratamento clínico e com necessidade de intervenção cirúrgica, o prognóstico varia de reservado à ruim (Colahan, 1987). 

Além desse prognóstico reservado, os animais submetidos à cirurgia podem desenvolver um quadro de laminite no período pós operatório, devido à maior absorção de bactérias e toxinas por conta do aumento da permeabilidade da mucosa intestinal lesada pela abrasividade da areia, conforme consideraram Snyder e Spier (1993). Estes fatores implicam em perdas econômicas para o criador.

Mesmo com o tratamento cirúrgico, é impossível remover completamente toda a areia presente nos cólons, sendo necessário um tratamento no pós operatório com laxativos lubrificantes até que a areia restante seja eliminada (Ragle et al., 1989). Ainda são utilizados laxativos como Psyllium mucciloid para o tratamento e prevenção da sablose (Golouberff, 1993), apesar de pesquisas demonstrarem a sua falha na evacuação da areia dos cólons (Hammock et al., 1998).

A mudança de manejo alimentar, ou seja, não disponibilizar alimento granulado no solo ou em quantidade insuficiente e em pastos com pouca corbertura vegetal, é de suma importância para minimizar a incidência de ingestão de areia pelos animais (Ragle et al., 1989).   Nestes casos, a disposição de ração em cocho coletivo, instável e solto ao nível do solo acarreta em aumento da competição, derramamento da ração no solo e possibilidade de ingestão de areia. Da mesma forma, a ingestão de feno após ser disponibilizado e pisoteado no solo facilita a ocorrência de sablose.

Portanto, a falta de adequação na oferta de alimentos aumenta a ocorrência de sablose nos equinos. Visando minimizar as perdas econômicas com cólicas, o ideal é minimizar o manejo inadequado e os fatores do meio que reúnem condições que colaboram para a ingestão de areia junto com os alimentos.

 

 

Tratador com bons olhos



Cada vez mais a criação de ovinos tem-se tornado um negócio lucrativo. Com o mercado mais competitivo é necessário minimizar, ao máximo, as perdas produtivas e a mortalidade desse tipo de animais, para a garantia da permanência do produtor nessa modalidade de criação.

O treinamento dos funcionários responsáveis pelo manejo diário do rebanho é de fundamental importância. Por lidarem diretamente com o rebanho podem observar melhor o seu comportamento e as alterações que possam acontecer, promovendo o atendimento veterinário por um profissional habilitado, de maneira mais rápida e eficaz, evitando perdas significativas dos animais e consequentes danos ao rebanho e à produção como um todo.

 

 

 

Técnica antiga pode dobrar o número de embriões em caprinos


Uma técnica, esquecida ao longo do tempo, criada há mais de dez anos, a técnica da bipartição de embriões, pode aumentar a produtividade do rebanho caprino, já que aumenta o número de embriões. Consiste em cortar os embriões em duas partes e implantá-los em uma fêmea produtiva, o que, antigamente, se realizava, com facilidade. De fato, segundo Hévila Salles, da Embrapa Ovinos, antigamente usava-se um estilete adaptado a uma pipeta pasteur, e com o uso de um estereoscópio, visualizava-se o embrião que, em seguida, era fixado e cortado com a lâmina em duas partes.  Hoje, existem equipamentos mais sofisticados que podem ser utilizados para realizar a bipartição. Com o uso da bipartição embrionária, consegue-se dobrar o número de embriões, mas isso apresenta alguns riscos, pois o embrião possui uma barreira de proteção sanitária que é rompida durante a técnica. Caso ele não tenha sido bem lavado e venha de fêmeas portadoras de alguma doença, o embrião deve ser descartado.

 

 

 

 

Para que a técnica tenha sucesso, é necessário que o produtor tome vários cuidados, como a seleção das fêmeas, utilizando as melhores e mais saudáveis; um manejo nutricional e sanitário é, igualmente, importante.

O produtor, tomando os devidos cuidados, poderá dobrar seu rebanho, tornando sua atividade mais lucrativa. 

 
 
 

Águas Subterrâneas

 

Água subterrânea é toda a água que ocorre abaixo da superfície da Terra, preenchendo os poros ou vazios intergranulares das rochas sedimentares, ou as fraturas, falhas e fissuras das rochas compactas, e que sendo submetida a duas forças (de adesão e de gravidade) desempenha um papel essencial na manutenção da umidade do solo, do fluxo dos rios, lagos e brejos. As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma parcela da água precipitada.

Após a precipitação, parte das águas que atinge o solo se infiltra e percola no interior do subsolo, durante períodos de tempo extremamente variáveis, decorrentes de muitos fatores:

- porosidade do subsolo: a presença de argila no solo diminui sua permeabilidade, não permitindo uma grande infiltração;
- cobertura vegetal: um solo coberto por vegetação é mais permeável do que um solo desmatado;
- inclinação do terreno: em declividades acentuadas a água corre mais rapidamente, diminuindo a possibilidade de infiltração;
- tipo de chuva: chuvas intensas saturam rapidamente o solo, ao passo que chuvas finas e demoradas têm mais tempo para se infiltrarem.

Durante a infiltração, uma parcela da água sob a ação da força de adesão ou de capilaridade fica retida nas regiões mais próximas da superfície do solo, constituindo a zona não saturada. Outra parcela, sob a ação da gravidade, atinge as zonas mais profundas do subsolo, constituindo a zona saturada (figura 2.1).


- CARACTERIZAÇÃO ESQUEMÁTICA DAS ZONAS NÃO SATURADA E SATURADA NO SUBSOLO

Zona não saturada: também chamada de zona de aeração ou vadosa, é a parte do solo que está parcialmente preenchida por água. Nesta zona, pequenas quantidades de água distribuem-se uniformemente, sendo que as suas moléculas se aderem às superfícies dos grãos do solo. Nesta zona ocorre o fenômeno da transpiração pelas raízes das plantas, de filtração e de autodepuração da água. Dentro desta zona encontra-se:

- Zona de umidade do solo: é a parte mais superficial, onde a perda de água de adesão para a atmosfera é intensa. Em alguns casos é muito grande a quantidade de sais que se precipitam na superfície do solo após a evaporação dessa água, dando origem a solos salinizados ou a crostas ferruginosas (lateríticas). Esta zona serve de suporte fundamental da biomassa vegetal natural ou cultivada da Terra e da interface atmosfera / litosfera.
- Zona intermediária: região compreendida entre a zona de umidade do solo e da franja capilar, com umidade menor do que nesta última e maior do que a da zona superficial do solo. Em áreas onde o nível freático está próximo da superfície, a zona intermediária pode não existir, pois a franja capilar atinge a superfície do solo. São brejos e alagadiços, onde há uma intensa evaporação da água subterrânea.
- Franja de capilaridade: é a região mais próxima ao nível d'água do lençol freático, onde a umidade é maior devido à presença da zona saturada logo abaixo.

Zona saturada: é a região abaixo da zona não saturada onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água. As águas atingem esta zona por gravidade, através dos poros ou fraturas até alcançar uma profundidade limite, onde as rochas estão tão saturadas que a água não pode penetrar mais. Para que haja infiltração até a zona saturada, é necessário primeiro satisfazer as necessidades da força de adesão na zona não saturada. Nesta zona, a água corresponde ao excedente de água da zona não saturada que se move em velocidades muito lentas (em/dia), formando o manancial subterrâneo propriamente dito. Uma parcela dessa água irá desaguar na superfície dos terrenos, formando as fontes, olhos de água. A outra parcela desse fluxo subterrâneo forma o caudal basal que deságua nos rios, perenizando-os durante os períodos de estiagem, com uma contribuição multianual média da ordem de 13.000 km3/ano (PEIXOTO e OORT, 1990, citado por REBOUÇAS, 1996), ou desagua diretamente nos lagos e oceanos.

A superfície que separa a zona saturada da zona de aeração é chamada de nível freático, ou seja, este nível corresponde ao topo da zona saturada (IGM, 2001). Dependendo das características climatológicas da região ou do volume de precipitação e escoamento da água, esse nível pode permanecer permanentemente a grandes profundidades, ou se aproximar da superfície horizontal do terreno, originando as zonas encharcadas ou pantanosas, ou convertendo-se em mananciais (nascentes) quando se aproxima da superfície através de um corte no terreno.




 Qualidade das Águas Subterrâneas

Durante o percurso no qual a água percola entre os poros do subsolo e das rochas, ocorre a depuração da mesma através de uma série de processos físico-químicos (troca iônica, decaimento radioativo, remoção de sólidos em suspensão, neutralização de pH em meio poroso, entre outros) e bacteriológicos (eliminação de microorganismos devido à ausência de nutrientes e oxigênio que os viabilizem) que agindo sobre a água, modificam as suas características adquiridas anteriormente, tornando-a particularmente mais adequada ao consumo humano (SILVA, 2003).

Sendo assim, a composição química da água subterrânea é o resultado combinado da composição da água que adentra o solo e da evolução química influenciada diretamente pelas litologias atravessadas, sendo que o teor de substâncias dissolvidas nas águas subterrâneas vai aumentando à medida que prossegue no seu movimento (SMA, 2003).

As águas subterrâneas apresentam algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação ao das águas dos rios: são filtradas e purificadas naturalmente através da percolação, determinando excelente qualidade e dispensando tratamentos prévios; não ocupam espaço em superfície; sofrem menor influência nas variações climáticas; são passíveis de extração perto do local de uso; possuem temperatura constante; têm maior quantidade de reservas; necessitam de custos menores como fonte de água; as suas reservas e captações não ocupam área superficial; apresentam grande proteção contra agentes poluidores; o uso do recurso aumenta a reserva e melhora a qualidade; possibilitam a implantação de projetos de abastecimento à medida da necessidade (WREGE,1997).





2. Aqüíferos

Aqüífero é uma formação geológica do subsolo, constituída por rochas permeáveis, que armazena água em seus poros ou fraturas. Outro conceito refere-se a aqüífero como sendo, somente, o material geológico capaz de servir de depositório e de transmissor da água aí armazenada. Assim, uma litologia só será aqüífera se, além de ter seus poros saturados (cheios) de água, permitir a fácil transmissão da água armazenada.

Um aqüífero pode ter extensão de poucos quilômetros quadrados a milhares de quilômetros quadrados, ou pode, também, apresentar espessuras de poucos metros a centenas de metros (REBOUÇAS et al., 2002). Etimologicamente, aqüífero significa: aqui = água; fero = transfere; ou do grego, suporte de água (HEINEN et al., 2003).

Os aqüíferos mais importantes do mundo, seja por extensão ou pela transnacionalidade, são: o Guarani - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai (1,2 milhões de km2); o Arenito Núbia ­Líbia, Egito, Chade, Sudão (2 milhões de km2); o KalaharijKaroo -Namíbia, Bostwana, África do Sul (135 mil km2); o Digitalwaterway vechte - Alemanha, Holanda (7,5 mil km2); o Slovak­Karst-Aggtelek -República Eslováquia e Hungria); o Praded - República Checa e Polônia (3,3 mil km2) (UNESCO, 2001); a Grande Bacia Artesiana (1,7 milhões km2) e a Bacia Murray (297 mil km2), ambos na Austrália. Em um recente levantamento, a UNECE da Europa constatou que existem mais de 100 aqüíferos transnacionais naquele continente (ALMASSY e BUZAS, 1999 citado em UNESCO, 2001).



 Tipos de Aqüíferos

A litologia do aqüífero, ou seja, a sua constituição geológica (porosidade/permeabi­lidade intergranular ou de fissuras) é que irá determinar a velocidade da água em seu meio, a qualidade da água e a sua qualidade como reservatório. Essa litologia é decorrente da sua origem geológica, que pode ser fluvial, lacustre, eólica, glacial e aluvial (rochas sedimentares), vulcânica (rochas fraturadas) e metamórfica (rochas calcáreas), determinando os diferentes tipos de aqüíferos.

Quanto à porosidade, existem três tipos aqüíferos



- TIPOS DE AQüíFEROS QUANTO À POROSIDADE

- Aqüífero poroso ou sedimentar - é aquele formado por rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados ou solos arenosos, onde a circulação da água se faz nos poros formados entre os grãos de areia, silte e argila de granulação variada. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Esses aqüíferos ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. Uma particularidade desse tipo de aqüífero é sua porosidade quase sempre homogeneamente distribuída, permitindo que a água flua para qualquer direção, em função tão somente dos diferenciais de pressão hidrostática ali existente. Essa propriedade é conhecida como isotropia.
- Aqüífero fraturado ou fissural - formado por rochas ígneas, metamórficas ou cristalinas, duras e maciças, onde a circulação da água se faz nas fraturas, fendas e falhas, abertas devido ao movimento tectônico. Ex.: basalto, granitos, gabros, filões de quartzo, etc. (SMA, 2003). A capacidade dessas rochas de acumularem água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação, permitindo a infiltração e fluxo da água. Poços perfurados nessas rochas fornecem poucos metros cúbicos de água por hora, sendo que a possibilidade de se ter um poço produtivo dependerá, tão somente, desse poço interceptar fraturas capazes de conduzir a água. Nesses aqüíferos, a água só pode fluir onde houverem fraturas, que, quase sempre, tendem a ter orientações preferenciais. São ditos, portanto, aqüíferos anisotrópicos. Um caso particular de aqüífero fraturado é representado pelos derrames de rochas vulcânicas basálticas, das grandes bacias sedimentares brasileiras.
- Aqüífero cárstico (Karst) - formado em rochas calcáreas ou carbonáticas, onde a circulação da água se faz nas fraturas e outras descontinuidades (diáclases) que resultaram da dissolução do carbonato pela água. Essas aberturas podem atingir grandes dimensões, criando, nesse caso, verdadeiros rios subterrâneos. São aqüíferos heterogêneos, descontínuos, com águas duras, com fluxo em canais. As rochas são os calcários, dolomitos e mármores.

Quanto à superfície superior (segundo a pressão da água), os aqüíferos podem ser de dois tipos (figura 2.3):



- TIPOS DE AQÜÍFEROS QUANTO À PRESSÃO

- Aqüífero livre ou freático - é aquele constituído por uma formação geológica permeável e superficial, totalmente aflorante em toda a sua extensão, e limitado na base por uma camada impermeável. A superfície superior da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. Os aqüíferos livres têm a chamada recarga direta. Em aqüíferos livres o nível da água varia segundo a quantidade de chuva. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados pela população. São também os que apresentam maiores problemas de contaminação.
- Aqüífero confinado ou artesiano - é aquele constituído por uma formação geológica permeável, confinada entre duas camadas impermeáveis ou semipermeáveis. A pressão da água no topo da zona saturada é maior do que a pressão atmosférica naquele ponto, o que faz com que a água ascenda no poço para além da zona aqüífera. O seu reabastecimento ou recarga, através das chuvas, dá-se preferencialmente nos locais onde a formação aflora à superfície. Neles, o nível da água encontra-se sob pressão, podendo causar artesianismo nos poços que captam suas águas. Os aqüíferos confinados têm a chamada recarga indireta e quase sempre estão em locais onde ocorrem rochas sedimentares profundas (bacias sedimentares).

O aqüífero semi-confinado que é aquele que se encontra limitado na base, no topo, ou em ambos, por camadas cuja permeabilidade é menor do que a do aqüífero em si. O fluxo preferencial da água se dá ao longo da camada aqüífera. Secundariamente, esse fluxo se dá através das camadas semi-confinantes, à medida que haja uma diferença de pressão hidrostática entre a camada aqüífera e as camadas subjacentes ou sobrejacentes. Em certas circunstâncias, um aqüífero livre poderá ser abastecido por água oriunda de camadas semi­confinadas subjacentes, ou vice-versa. Zonas de fraturas ou falhas geológicas poderão, também, constituir-se em pontos de fuga ou recarga da água da camada confinada.

Em uma perfuração de um aqüífero confinado, a água subirá acima do teto do aqüífero, devido à pressão exercida pelo peso das camadas confinantes sobrejacentes. A altura a que a água sobe chama-se nível potenciométrico e o furo é artesiano. Numa perfuração de um aqüífero livre, o nível da água não varia porque corresponde ao nível da água no aqüífero, isto é, a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. O nível da água é designado então de nível freático

 

Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

 

O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno.

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais.

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais.


Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte.


Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento.

Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível.


Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz.

 

 
Veja ! Manejo Sanitário ( Verminose, Linfadenite, Ectima, Pododermatite e Pediculose), Queijo Minas, Qualidade do Leite e Defensivos Naturais... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 17 de Julho de 2014 08:49

 

MANEJO SANITÁRIO



Verminose


A verminose é uma doença causada por helmintos ou vermes que vivem, principalmente, no abomaso (coalho) e intestinos dos animais, podendo atacar todo o rebanho. Quando acometidos pelos vermes, os caprinos se tornam fracos, magros, com pêlos arrepiados, apresentando diarréia, edema submandibular (papada) e anemia.
A verminose é a doença que mais mata caprinos, sobretudo, os animais mais jovens. Os seus principais prejuízos são:

Diminuição dos índices de parição.
Diminuição do crescimento dos animais.
Diminuição da produção de leite.
Aumento do número de mortes no rebanho.

Recomenda-se vermifugar periodicamente todos os caprinos da propriedade, a fim de evitar que animais não medicados venham a contaminar os pastos com os ovos dos vermes presentes nas suas fezes.  Na época seca há poucas condições de sobrevivência das larvas dos vermes nas pastagens. A vermifugação, nesse período, reduz a infecção no animal e evita que o mesmo fique com uma carga muito grande de vermes na época das chuvas.


Verificar na embalagem do produto, a quantidade de dias que o produtor deve esperar para utilizar o leite e a carne dos animais vermifugados (carência), se o produto é indicado para o rebanho caprino e qual a quantidade que deve ser aplicada em cada animal. É importante observar, no momento da compra do vermífugo, a validade ao produto.


A dose do vermífugo depende do peso de cada animal. Se o criador estimar o peso do animal de modo empírico (no olho), ele deve ter o cuidado de calcular a dose do produto para um peso superior ao estimado, já que uma dose abaixo das necessidades do animal, além de não controlar os vermes, causa também a resistência destes ao produto.


Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço

É uma doença contagiosa, causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras, produzindo abscessos ou caroços. Os caroços podem aparecer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele e também da carne.
É importante evitar que os abscessos se rompam naturalmente. Portanto, quando o caroço estiver mole, ou maduro, o criador deve fazer o seguinte:

Cortar os pêlos e desinfectar a pele, no local do caroço, com solução de iodo a 10%.
Abrir o abscesso para a retirada do pus.
Aplicar a tintura de iodo a 10% dentro do caroço.
Aplicar o mata-bicheiras para evitar varejeiras.
Queimar o pus retirado e limpar os instrumentos utilizados.
Isolar os animais doentes.

Além do corte do caroço, deve-se examinar os animais no momento da compra, tendo o cuidado para não adquirir aqueles que apresentem tal problema. Quando animais do rebanho apresentarem caroço por duas ou três vezes seguidas, devem ser descartados.


Ectima contagioso ou boqueira


É uma doença contagiosa causada por vírus, que ocorre com mais freqüência nos animais jovens podendo, entretanto, atingir também os adultos.


Inicialmente, aparecem pequenos pontos avermelhados nos lábios. Posteriormente, há formação de pústulas que se rompem, secam e se transformam em crostas, semelhantes a verrugas.
Além dos lábios, pode haver formação de pústulas na gengiva, narinas, úbere e em outras partes do corpo.


Os lábios ficam engrossados, sensíveis e os cabritos têm dificuldade de se alimentar, vindo a emagrecer rapidamente.
Para evitar que os animais atingidos por essa doença venham a contaminar o rebanho, os

seguintes cuidados devem ser tomados:

Isolamento dos animais doentes.
Retirada das crostas com cuidado.
Uso de glicerina iodada:
Iodo a 10% - 1 parte
Glicerina - 1 parte
Uso de pomadas cicatrizantes.

Pododermatite ou frieira


É uma doença contagiosa, causada por bactérias. Provoca uma inflamação na parte inferior do casco e entre as unhas. Ocorre com maior freqüência no período chuvoso, quando os animais são mantidos em áreas encharcadas.
O sinal mais evidente da doença é a manqueira. Os animais têm dificuldade para andar, permanecem quase sempre deitados, se alimentam mal e emagrecem, podendo vir a morrer.

Para o tratamento da frieira, são recomendados os seguintes procedimentos:

Separação dos animais doentes do restante do rebanho.
Realização da limpeza dos cascos afetados.
Tratamento das lesões com alguns desinfetantes.
Solução de tintura de iodo a 10%.
Solução de sulfato de cobre a 15%.
Solução de ácido pícrico (cascofen).

Nos casos graves, recomenda-se a aplicação de antibióticos. Entretanto, existem meios para prevenir a ocorrência de frieiras, tais como:

Manutenção das criações em lugares secos e limpos.
Aparação periódica dos cascos deformados.

Construção de pedilúvio na entrada dos chiqueiros, devendo abastecê-lo uma vez por semana, com desinfetantes específicos. O pedilúvio deve ser construído e localizado de modo a forçar os animais a pisarem nesses materiais quando de sua entrada nos chiqueiros. O volume da solução a ser utilizado com qualquer dos produtos deve ser suficiente para cobrir os cascos dos animais.

O pedilúvio consiste em um tanque feito de tijolos e argamassa de cimento, que deve ser construído na entrada do curral, aprisco ou chiqueiro. Tem a finalidade de fazer a desinfecção dos pés dos animais.
Dimensões do pedilúvio:

2,0 m de comprimento.
0,10 m de profundidade.
Largura: correspondente à largura da porteira.

Proteção lateral com cerca de arame liso ou ripas de madeira de 1,20 a 1,40 m de altura.
Os seguintes desinfetantes podem ser utilizados no pedilúvio:

Solução de formol comercial a 10%.
Sulfato de cobre a 10%.
Cal virgem diluída em água a 40% (alternativo de criação de caprinos).

Pediculose (piolhos)

Os As criações de caprinos que não possuem as condições higiênicas satisfatórias, geralmente apresentam-se infestadas por piolhos. Existem dois tipos de piolhos: mastigador (Malófago) e sugador (Anoplura).

Os piolhos ocorrem durante todos os meses do ano, porém, com maior intensidade na época seca. A presença dos piolhos em um rebanho pode ser facilmente detectada pelo exame dos pêlos dos animais, preferencialmente, na linha dorso lombar e na garupa. No entanto, os piolhos podem se localizar em outras regiões do animal, causando coceira e irritação da pele, inquietação e emagrecimento, podendo levar os animais à morte.

Os piolhos podem ser controlados mediante pulverização ou banho dos animais com produtos a base de piretróides (produtos de baixa toxicidade). Também pode ser utilizada uma calda a base de Melão-de-São-Caetano. Essa calda deve ser bem forte, podendo ser obtida a partir de um quilo de folhas verdes de Melão-de-São-Caetano para cada 10 litros de água. As folhas devem ser maceradas ou trituradas e misturadas à água.

Após esse processo, a mistura deve ser filtrada (coada) com pano e utilizada para banhar os animais.Quando da aplicação de produto químico para controle dos piolhos, os seguintes cuidados devem ser tomados:

Aplicar o produto de preferência pela manhã.
Misturar o produto com água, de acordo com a recomendação do fabricante.
Repetir o tratamento após dez dias.

Para evitar a ocorrência de piolhos nos caprinos, devem ser realizadas inspeções periódicas do rebanho, para detectar a possível ocorrência do parasita. Além disso, deve-se evitar a entrada de animais com piolhos na propriedade.

 

 

Queijo minas é o principal ingrediente do Comida di Buteco 2012

Tombado nacionalmente como patrimônio cultural imaterial, produto é obrigatório nos pratos concorrentes em Belo Horizonte


Divulgação/Beto Eterovick
Um dos pratos do Comida di Buteco (Divulgação/Beto Eterovick)

Em 2008, os sócios do Comida di Buteco estabeleceram uma nova regra para o concurso na capital mineira. Com o propósito de estimular a criação de pratos cada vez mais inovadores Eduardo Maya, Flávia Rocha, Maria Eulália Araújo e Ronaldo Perri estabeleceram que todos os botecos deveriam elaborar petiscos com torresmo. Nos anos seguintes, outros ingredientes foram estabelecidos e para a edição 2012 do evento, o queijo minas foi o escolhido, dando continuidade à ideia de valorização da culinária de raiz.

Tamanha a identidade com Minas Gerais, o ingrediente carrega o Estado em seu nome e em âmbito nacional foi considerado um patrimônio cultural brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), também em 2008.

Apesar de ser ingrediente único (ao contrário das edições de 2009 e 2011, quando os pratos concorrentes podiam contemplar mais de uma opção*), o gastrônomo Eduardo Maya garante que o público irá se surpreender com a grande variedade que será oferecida pelos 41 botecos participantes durante o período do Comida di Buteco, que se estende do dia 13 de abril a 13 de maio, em Belo Horizonte. “Em alguns botecos, o queijo minas é o ingrediente principal, em outros está na composição dos pratos e tem aqueles que preferiram usá-lo como molho”, diz Eduardo Maya sobre o item que será servido pelos 41 botecos participantes até o dia 13 de maio.

Para essa edição do Comida di Buteco, os proprietários puderam optar por fazer o prato com o Queijo Minas Frescal, que é o mais conhecido e consumido, possui massa crua e deve ser consumido até 10 dias depois de fabricado; com o Queijo Minas Padrão, produzido com leite pasteurizado, se diferencia do frescal por ser mais seco, firme, ter casca amarelada, massa interna branco-creme, buracos irregulares, sabor mais pronunciado e levemente ácido; além do Queijo Minas Artesanal que traz em sua composição ingredientes como sal, leite, coalho e o pingo. Cada região caracterizada como produtora do Queijo Minas Artesanal (Araxá, Canastra, Cerrado e Serro) tem sua forma peculiar de produção, o que dá ao queijo uma identidade própria, de acordo com o local onde é feito, mas sempre vendido pouco maturado.


Qualidade do leite depende da alimentação dos animais

 

O CLA – Ácido Linoléico Conjugado - é um dos ácidos graxos presentes na gordura do leite dos ruminantes. E motivo de pesquisas para melhorar os efeitos para o consumo humano. O que os pesquisadores da Embrapa têm feito é aumentar o teor de CLA no leite produzido pelos ruminantes. Para que isto aconteça, interfere-se na dieta das vacas, introduzindo óleo vegetal à ração.

A Embrapa Gado de Leite e a Universidade Federal de Juiz de Fora investigam a influência do chamado Ácido Linoléico Conjugado (CLA) na melhoria da qualidade da gordura do leite. Há três décadas, foram descobertos os benefícios do CLA para a saúde humana: ele teria capacidade de combater alguns tipos de câncer, ajudar na prevenção da aterosclerose e do diabetes do tipo 2.

As pesquisas são feitas pelos técnicos da Embrapa Gado de Leite, onde se trabalha com o óleo de soja ou o de girassol. Os trabalhos iniciais testaram a manipulação da dieta utilizando forrageiras tropicais, como o capim elefante. Os melhores resultados foram obtidos com a adição de 4,5% de óleo de soja ou girassol na dieta das vacas, misturados ao concentrado. Nestas condições, os resultados foram promissores - Aumento de até 400% de CLA no leite, diminuição de 33% dos ácidos de cadeia média, entre eles o ácido palmítico, que é prejudicial ao coração, e aumento de 11% do ácido oléico, encontrado no azeite de oliva, benéfico à saúde humana.

 

 

DEFENSIVO NATURAL

 


Calda Viçosa

É uma calda para controle de doenças de plantas que age também como adubo foliar. A base é a calda bordalesa, acrescida de sais de cobre, zinco, magnésio e boro. Para uso na agricultura orgânica a calda é preparada sem adição de uréia, presente na composição original.

Para o preparo de 10 litros, deve-se usar:
  • 50 g de sulfato de cobre
  • 10 a 20 gramas de sulfato de zinco
  • 80 gramas de sulfato de magnésio
  • 10 a 20 gramas de ácido bórico
  • 50 a 75 gramas de cal hidratada

A preparação deve ser seguida dos seguintes cuidados:

Misturar a cal na metade do volume de água. Na outra porção de água, dissolver os sais minerais. Ir misturando aos poucos a solução de sais, jogando-a sobre a água de cal sob agitação constante. A cal é a mesma que se utiliza para pintura de paredes e os sais minerais não podem estar úmidos.

A calda tem um pH final entre 7,5 e 8,5 (usar papel tornassol ou peagâmetro para verificar o pH da mistura) e apresenta uma cor azul. Os vasilhames devem ser de plástico pois os metais são atacados pelos sais. As sobras não devem ser guardadas, desse modo, deve-se calcular com cuidado a quantidade a ser utilizada. Coar antes da pulverização.

Café: Aplicar na pré-florada quando necessário. Aplicar a cada 30 dias a partir do início das chuvas (out/nov), indo até abril. Dosagens menores p/cafezais novos e quando sadios.

Citrus: Aplicar na pré-florada quando necessário. No final da queda das flores, repetindo a cada 30 dias, no total de 3 a 5 pulverizações

Feijão: Intervalos de 10 a 14 dias. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

Morango: Aplicar a cada 7 a 15 dias até a fase de floração. Utilizar dosagens maiores para intervalos maiores e períodos desfavoráveis

Maracujá: Aplicar a cada 7 a 15 dias na fase de crescimento dos frutos. Dosagens maiores para intervalos maiores

Manga: Aplicar em intervalos de 10 a 14 dias dependendo das condições

Videira: Aplicar na fase de brotação c/15 cm. c/menores dosagens, intervalos de 7 a 14 dias. Aumentar a dose na fase de frutificação

Beterraba e Cenoura: Aplicações a cada 7 a 15 dias dependendo da necessidade. Dosagens menores em intervalos mais curtos

Batata: Aplicar na muda c/15 cm.c/menores dosagens. Intervalos de 7 a 10 dias. Aumentar dosagem 15 a 20 dias após a primeira pulverização

Pimentão e Tomate: Após 15 dias após o transplante em local definitivo, c/intervalos de 7 a 14 dias. Dosagens menores nos intervalos mais curtos

Alho e Cebola: Aplicar 20 dias após a germinação. Intervalos de 7 a 10 dias

Berinjela e Jiló: Aplicar após o pegamento em local definitivo, cada 7 a 12 dias. 
Dosagens menores nos intervalos mais curtos


Goiaba: Aplicar até os frutos atingirem 3 cm. Intervalos de 7 a 14 dias. Usar dosagens baixas, aumentando em pós-colheita

Plantas Ornamentais: Aplicar em Intervalos de 7 a 14 dias, conforme necessidade. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

 
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